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Resultados da pesquisa por "celesc"

Educandário SC firma parceria com a Celesc e cria convênio social

26 de maio de 2015 0

O Educandário SC, em São José, atende 520 crianças em situação de vulnerabilidade social e está completando 78 anos. Como toda a entidade, precisa se virar nos trinta para casar a receita com as despesas. Agora, em parceria com a Celesc, criou um convênio social. Os interessados em ajudar a instituição podem fazer doações por meio da conta de luz. Informações pelo telefone (48) 3247-0877.

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Central de atendimento da Celesc tem 14 computadores furtados durante o feriadão

22 de abril de 2015 2

celesc

Clientes da Celesc que procuraram a central de atendimento da Rua Saldanha Marinho, no Centro de Florianópolis, foram informados por um segurança terceirizado que o serviço só volta a funcionar amanhã, quinta-feira.

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O motivo? Durante o feriado o local foi arrombado e 14 computadores, furtados. Toda a ação foi registrada por câmeras de segurança. As imagens foram enviadas para a Polícia Civil ainda pela manhã. De acordo com funcionários que viram o vídeo, os invasores são moradores de rua.

Alô, Celesc

28 de junho de 2014 0

Leitor escreve para relatar que a galhada de uma árvore está encostando na rede de alta tensão há dias na Praça Olívio Amorim, em Florianópolis. Ele conta que a cada chuva e vento sul, os galhos cedem ainda mais, provocando faíscas e pequenas explosões.

Acionista da Celesc no topo da Forbes

07 de fevereiro de 2014 0

O megainvestidor Lírio Parisotto foi apontado pela revista Forbes como o político mais rico do Brasil, com base nos dados do TSE. Sua fortuna está orçada em US$ 1,9 bilhão. O gaúcho é suplente do senador Eduardo Braga (PMDB-AM) e maior acionista individual da Celesc.

Além de namorar Luíza Brunet, um patrimônio da beleza tupiniquim…

Acionista da Celesc lidera lista de políticos mais ricos do país

06 de fevereiro de 2014 3

parisotto

A revista Forbes elaborou uma lista com os cinco políticos mais ricos do Brasil, usando dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Somados, os parlamentares detêm patrimônio de U$$ 3,2 bilhões. O número um é o gaúcho Lírio Parisotto (foto), acionista da Celesc.

A revista cita a corrupção no país com um grande problema e ressalta que, na lista, estão empresários que construíram sua fortuna antes de entrar na política. Porém, ao apresentar Paulo Maluf, na quinta colocação, a Forbes lembra que ele está na lista de procurados da Interpol.

1 – Lírio Albino Parisotto – U$$ 1,9 bilhão: Suplente do senador Eduardo Braga (PMDB-AM), Parisotto é um dos maiores investidores do mercado de ações no Brasil.

2 – Blairo Maggi – U$$ 960 milhões: Na matéria, o senador pelo PR do Mato Grosso é apresentado como um dos homens mais importantes da agricultura no Brasil. Maggi é dono do Grupo Andre Maggi, o maior produtor de soja do mundo.

3 – Marcelo Beltrão de Almeida – U$$ 200 milhões: Herdeiro do grupo CR Almeida. O deputado federal, pelo PMDB do Paraná, está cogitando uma vaga no Senado em 2015.

4 – Otaviano Olavo Pivetta – U$$ 100 milhões: Mais um representante do agronegócio. Prefeito de Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, pelo PDT, Pivetta é o maior investidor individual da Vanguarda do Aço.

5 – Paulo Maluf – U$$ 33 milhões: Acusado de corrupção e condenado pelo Tribunal de Jersey a devolver U$ 32 milhões aos cofres paulistas, o ex-prefeito de São Paulo e atual deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) controla a Eucatex, uma das maiores fornecedoras de material de construção do país.

Perguntinha: com um patrimônio desses e namorando a Luiza Brunett, o cidadão só pode mesmo andar rindo à toa?

Alô, Celesc

31 de janeiro de 2014 0

Moradores reclamam dos fios caídos há quase dois meses entre postes perto da calçada, colocando em risco pedestres nos dois sentidos da Rua Desembargador Vitor Lima, na região da Trindade e Serrinha, em Florianópolis.

Justiça confirma condenação da Celesc por apagão de 2003 e indenização de R$ 5 milhões à população

22 de outubro de 2013 3

Às vésperas dos 10 anos do episódio, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) confirmou  nesta terça-feira  sentença que condenou a Celesc a pagar indenização de R$ 5 milhões aos consumidores da Ilha de Santa Catarina pelo apagão ocorrido a partir de 29 outubro de 2003. Dessa forma, o valor fixado na sentença pelos danos morais causados à população deverá ser pago integralmente pela companhia catarinense.

No julgamento de hoje, a 4ª Turma do TRF4 manteve por unanimidade a sentença da Justiça Federal de Florianópolis que considerou a estatal culpada por não tomar as precauções necessárias ao realizar a obra na Ponte Colombo Salles, que liga a Ilha de Santa Catarina ao continente. 

A apelação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) foi parcialmente provida, afastando a sua responsabilidade na condenação ao pagamento da indenização. A agência, no entanto, fica obrigada a fiscalizar o cumprimento das determinações do processo por parte da Celesc.

O relator do processo no tribunal, desembargador federal Cândido Alfredo Silva Leal Júnior, entendeu estar presente no caso o nexo causal entre os atos praticados pela Celesc e os danos ocasionados a todos os consumidores atingidos pela falta de energia elétrica. “Não há dúvidas de que o rompimento dos cabos de fornecimento de energia elétrica foi proveniente da atuação dos funcionários da empresa, que utilizaram um liquinho na produção de um maçarico para realizar o conserto”, ressaltou.

A decisão cabe recurso.

O presidente da Celesc, Cleverson Siewert, informou que teve conhecimento da decisão pela imprensa por voltas das 21h15min. Ele afirmou que precisa se inteirar da decisão e que vai falar sobre o assunto apenas nesta quarta-feira.

Contraponto do diretor de RI da Celesc

27 de maio de 2013 31

Desculpe-me por qualquer mal entendido, mas, entenda-me, por sua parte, que o trabalho é um bem sagrado para mim e procuro, sempre, realizá-lo de forma eficiente, com lisura e defendê-lo quando, na minha opinião, injustamente atacado.

Bom dia!
Infelizmente, ainda não nos conhecemos pessoalmente, fato que, provavelmente, contribuiu para que escrevesse, em sua coluna de hoje (segunda), o texto “Excesso de Criatividade”, com teor, talvez, depreciativo e indigno (pedindo desculpas, antecipadamente, se não entendi direito).

Estou diretor da Celesc desde janeiro de 2011, fui convidado para aqui trabalhar pelo Gavazzoni que identificou em mim, claramente, habilidades profissionais para conduzir a área de Finanças e R.I (Relações com Investidores) da antiga Celesc Holding. A associação entre o cargo e meu C.V (em anexo) ocorreu de forma quase natural, pelo fato de trabalhar desde meus 17 anos de idade e ter passado 14 trabalhando para grandes instituições financeiras  - CEF (estágio), Lloyds TSB Bank (UK), Banco BCN (onde fui premiado dentre os três melhores profissionais do banco por duas oportunidades), Banco Bradesco e, por último, Banco Santander (eleito melhor profissional do banco, na minha categoria, em 2007).

Além disso, sou Auditor da SEF desde 2007. Local, aliás, onde o então Secretário da Fazenda me conheceu e me convidou para este atual desafio (Celesc).

Quanto a matéria publicada em sua coluna, tenho a esclarecer que:

1) a apresentação retratada na sua coluna foi realizada pela minha diretoria para o Conselho de Administração (C.A) da Companhia num ambiente corporativo fechado, sem cunho publicitário e sem intenção de divulgação. O material foi escrito e desenhado por mim, pessoalmente, com intuito de demonstrar, a pedido do próprio C.A, os trabalhos desenvolvidos por minha Diretoria, desde a alteração estatutária. O fato do material ter sido publicado talvez denote uma prática delituosa na sua obtenção ou, no mínimo, desvio de material corporativo;

2) foram identificados tantos trabalhos e tantas conquistas que decidi retratar meus colaboradores, portanto funcionários da Celesc, como super-heróis, como forma de agradecimento e homenagem sincera (eles são os verdadeiros agentes de transformação desta empresa e merecem todos os meus elogios). Então, primeira retratação que deveria ser feita, na minha opinião, é que não há diretores representados nos slides, mas sim, funcionários da empresa, alguns, quem sabe, até sindicalizados (o sindicato não deveria ter orgulho ao ver funcionários bem retratados pela alta administração da empresa?);

3) não houve contratação para este trabalho especificamente. Eu contrato, anualmente, uma empresa especializada em apresentações para compor também,  com minha equipe, a apresentação institucional da Celesc que é realizada para os investidores no Brasil e no exterior (são cerca de 50 slides por ano). A Companhia detém cerca de 7.000 acionistas e quando cheguei aqui havia realizado, apenas, 9 apresentações oficiais em 40 anos de história como empresa de capital aberto (todas em SP). Decidi compor o material e apresentá-lo ao mercado como forma de demonstrar profissionalismo, transparência na administração de nossa estatal e boa governança. Resultado: em pouco mais de dois anos já realizamos 11 apresentações oficiais de resultado, percorrendo novas praças e esclarecendo nossas ações para acionistas, além de SP, RJ, DF, Porto Alegre, BH, Nordeste (Recife e Fortaleza) e Buenos Aires. Estima-se que cerca de 500 profissionais do mercado de capitais devam ter se beneficiado com as informações inseridas no material institucional.

4) a transformação retratada no item 3 levou a Companhia a receber diversos prêmios pela nova forma de tratar os steakholders (acionistas, analistas do mercado de capitais, jornalistas locais e nacionais, funcionários, administradores, consumidores e etc), dentre os quais destaco: Prêmio Respeito ao Investidor Individual (Expomoney 2011), Melhores Apresentações do Ano (APIMEC SP 2011), Prêmio Ética nos Negócios – Categoria Comunicação e Transparência do ano de 2012. É imensurável o bem que o trabalho fez para a marca da nossa Celesc;

Infelizmente, em nome do salutar direito ao contraditório, gostaria de ter sido ouvido antes de vossa publicação, mas, destaco que estou pessoalmente disponível para maiores esclarecimentos, quer seja na sede da Companhia ou através de meus contatos abaixo , a referida apresentação institucional (principal objeto da contratação) encontra-se disponível no site da Companhia (posto que trata-se de material público e divulgável) e, por fim, lembro que a outra apresentação retratada em sua coluna é material intelectual de minha propriedade e que, infelizmente, não dei minha autorização para sua divulgação, no todo ou em partes, ainda que o veículo seja o venerável DC.

OBS: pretendo continuar sendo “acusado” por excesso de criatividade ao longo de minha vida profissional, pois, trata-se de característica fundamental na minha função e no mundo corporativo moderno. Aliás, conforme orientação de meus pais, mantenho-me, constantemente, em aprimoramento profissional, realizo cursos em minha área de atuação (no Brasil e no exterior), falo inglês, espanhol e chinês (mandarim) e pretendo continuar estudando, me especializando, para seguir sendo acusado por excesso de criatividade e, quem sabe, também, de inteligência e capacidade profissional.

Caro Rafael,

Um abraço e obrigado pela oportunidade de esclarecimento,

André Luiz de Rezende

Diretor de RI, Controle de Participações e Novos Negócios

 

Celesc tem até 30 de março para recuperar área atingida por vazamento

21 de fevereiro de 2013 0

  O juiz Marcelo Krás Borges, da Vara Federal Ambiental de Florianópolis, determinou à empresa Celesc Distribuição S.A. que recupere a área atingida pelo vazamento de óleo da subestação desativada da Tapera, sul da Ilha de Santa Catarina. A recuperação deve ser realizada em conjunto com a Fundação do Meio Ambiente (Fatma), a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e comprovada até 30 de março. Após a recuperação e o exame pericial, a área, que está embargada, poderá ser liberada pela Fatma.

 

A Celesc deve, ainda, efetuar em dez dias a contratação e a vinda para Florianópolis dos técnicos da Cetesb e da Fiocruz, de acordo com o compromisso assumido em audiência. A empresa foi intimada quarta-feira (20/2/2013) da decisão e está sujeita à multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento. “Passados dezoito dias, não há nenhuma comprovação por parte da Celesc da contratação da Cetesb e da Fiocruz, possuindo razão o Ministério Público Federal no sentido de que se deva dar um prazo e estipular uma multa por tal omissão”, afirmou o juiz.

 

O juiz determinou, ainda, a designação de uma equipe de peritos judiciais, formada por biólogo, geólogo, hidrólogo e oceanólogo, para atestar se a área está de fato recuperada. O valor dos honorários periciais deverá ser depositado pela Celesc. Com a perícia assinada por técnicos “imparciais e idôneos, a população de Florianópolis poderá ficar tranquila, pois saberá que a área foi efetivamente descontaminada”, concluiu.

 

Sindicatos tentam barrar vendas das ações de Celesc e Casan

29 de agosto de 2011 0

A proposta de venda das ações da Casan e da Celesc, projeto mais polêmico em tramitação na Assembleia Legislativa atualmente, tem tudo para se transformar numa batalha jurídica. Há poucos instantes, dirigentes do sindicato dos trabalhadores das duas empresas entraram com Mandado de Segurança no Tribunal de Justiça, com pedido de liminar, para tentar retirar a matéria do regime de urgência.