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Resultados da pesquisa por "política"

Laguna tem audiência sobre adoção de políticas públicas para os idosos com deficiência

30 de setembro de 2015 0

Cerca de 250 pessoas participaram em Laguna, no Sul do Estado, da quarta audiência pública, presidida pela Coordenadora do Fórum Parlamentar em Defesa da Pessoa Idosa na Assembleia Legislativa, deputada Dirce Heiderscheidt. O debate trata da adoção de políticas públicas para os idosos com deficiência, destacando seus direitos e suas necessidades.

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Socióloga catarinense lança livro sobre a situação socioeconômica e política do Haiti

20 de agosto de 2015 0
Foto: Diorgenes Pandini / Agencia RBS

Foto: Diorgenes Pandini / Agencia RBS

Há alguns meses, os catarinenses vêm acompanhando a luta de centenas de haitianos que migraram para o Brasil na expectativa de uma vida melhor. Para ajudar a entender a situação socioeconômica e política do país caribenho, a socióloga Anelise Vaz lança nesta quinta-feira, 20, o livro Muito Além da Paz: A missão humanitária da ONU.

A obra é o resultado de um estudo sobre uma missão de paz da Organização das Nações Unidas no Haiti. A conclusão mostra o quão complicada é a tarefa de fortalecer um país falido para que ele possa caminhar com suas próprias pernas. O lançamento ocorre na livraria Catarinense do Beiramar Shopping, às 19h.

Número de refugiados no Brasil dobra em quatro anos e chega a 8,4 mil

Governo com falta de articulação política pode jogar município de Florianópolis em beco sem saída

12 de julho de 2015 5

Misture falta de articulação política do Executivo, um líder da bancada governista sem influência sobre seus pares e uma oposição nadando de braçada, disposta a ver o circo pegar fogo. Cozinhe em banho-maria. Está pronto o caldo que promete jogar o município de Florianópolis, literalmente, num beco sem saída a partir desta segunda-feira. Como a Câmara de Vereadores não votou o novo pedido de parcelamento do débito com o fundo de previdência dos servidores municipais, a prefeitura simplesmente não pode mais receber recursos federais, porque perde a certidão negativa comprovando que está com os débitos em dia. Ou seja, vai ficar com o prato vazio.

Aliás
Por conta de uma emenda do vereador Afrânio Boppré (PSOL), a Câmara botou o projeto em votação aos 45 minutos do segundo tempo, já que o prazo se esgotaria neste domingo. Na sessão de quinta-feira, com medo de perder, a estratégia governista foi esvaziar o plenário. Sem quórum não teve votação. Foi então marcada uma sessão extra para a sexta-feira, mas não aconteceu. No gabinete do prefeito Cesar Souza Junior o clima é de apreensão total. Se tiver que pagar a dívida de R$ 6 milhões sem parcelamento e sem acesso aos recursos federais por estar com o “nome sujo”, o municíio quebra. Um péssimo exemplo de quem aposta no quanto pior, melhor.

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Politicamente (in)correto: fantasia de professora em Festa Junina gera polêmica em Joinville

24 de junho de 2015 9

Uma brincadeira de escola ganhou contornos de racismo nas redes sociais, com direito a pedido de desculpas formal pela diretoria do colégio Santos Anjos, um dos mais tradicionais de Joinville.

Durante festa Junina, uma professora travestiu-se de blackface, pintado a cara de preto e usando peruca que imita o cabelo. Para os movimentos negros, uma afronta que tentou ridicularizar por meio da caricatura o estereótipo da mulher negra e analfabeta. A escola, em nota oficial no Facebook, garante que esta jamais foi sua intenção.

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Deputado federal catarinense é flagrado vendo pornografia durante votação da reforma política

28 de maio de 2015 1

 

O deputado federal João Rodrigues (PSD-SC) é o nome do momento nas redes sociais.

Ele foi flagrado vendo fotos e vídeos pornográficos no celular por uma equipe do SBT de Brasília, durante a votação da reforma política na Câmar dos deputados, na quarta-feira.

Rodrigues disse que participa de inúmeros grupos de whatsapp e foi conferir as imagens, que também compartilhou com outros parlamentares.

Imagina só o diálogo: “olha só o distritão dela”.

 

 

 

Derlei Catarina de Luca: o olhar de uma ex-exilada política sobre os haitianos em SC

28 de maio de 2015 0
Sobre os imigrantes

 1.      Temos obrigação de receber os haitianos?

O Haiti sofreu uma guerra civil e o Exército Brasileiro ocupou o Haiti como força de paz e nunca mais saiu. Se o Exército Brasileiro continua lá significa que o perigo de guerra civil continua. Caso contrário, o Exercito teria saído. Então, qual é a referência que a população haitiana recebe? Quem está lá na sua frente? Brasil e brasileiros. Se a referência deles é o Brasil, é normal que queiram vir para cá.

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 Poderia ser a França, que os colonizou e escravizou. Mas a França, como todo país europeu, suga todas as forças e riquezas da colônia e depois abandona. 

 2.      Os haitianos vão tirar nossos empregos.

Quem é competente e trabalha direito não perde emprego. Eles fazem os trabalhos que os brasileiros não fazem. (Não fazem aqui e vão fazer na Europa e nos EUA)

 3.      Trabalho escravo.

Na falta de argumento, alguns reclamam que os empresários explorarão o trabalho escravo. Para existir trabalho escravo são necessários:

(1) Empresário desonesto 

(2) Ministério do Trabalho inoperante

(3) Sindicato conivente

Concordo que um ou outro podem acontecer. Mas os três ao mesmo tempo, seria desacreditar totalmente no meu país.

 4.      Somos descendentes de imigrantes:

Os únicos com direito a reclamar são os indígenas. Viemos para cá sem convite, roubamos suas terras, destruímos seu modo de vida, desmoralizamos seus deuses.

Nossos antepassados açorianos, italianos, madeirenses, alemães, poloneses vieram para cá em busca de uma vida melhor. Os imigrantes atuais também.  Buscam um lugar bom de viver. Tomara que encontrem aqui, nesta terra que sempre soube acolher imigrantes.

 5.      Eram outros tempos. Não existem outros tempos. Quando nossos antepassados aqui chegaram há quase 140 anos, a terra era povoada pelos guaranis, carijós e outros. Não era despovoada. E os indígenas não tiveram qualquer chance. Então, em nome dos nossos antepassados, tratemos bem os imigrantes atuais.

 6.      O ACRE que fique com eles:

O problema da ilha de Lampedusa é igual ao do Acre. Na Europa os imigrantes chegam pela ilha mais próxima do território europeu. É lógico. O Acre é a fronteira mais próxima do Peru. Os imigrantes estão chegando ao Brasil; o Acre é apenas o ponto de chegada.

 7.      MOBILIDADE – a humanidade sempre se moveu. Tal mobilidade é histórica, descrita em textos sagrados e clássicos. Judeus se espalharam pelo mundo, o homem pré-histórico atravessou o Estreito de Bering, europeus se moviam em direção ao Oriente Médio.  Portugueses e espanhóis invadiram a América Latina. Até o século XX este movimento era lento, porque o homem se movia a pé. Agora nos movemos de ônibus ou avião.

 8.      PRECONCEITO – Algumas pessoas manifestam preconceito porque os novos imigrantes são negros e pobres. Nada justifica. Vermelho é o sangue de todos. Deus é um só, seja ele louvado em português, árabe, ou yoruba.

 9.      Morar em terra estranha é difícil. Somos como ao sabor do vento. Perdemos os amigos e as referências. Deixamos para trás familiares e amores. O exilado precisa de compreensão e afeto, além de comida. Precisa de seu sorriso.

 10.  Vamos recebê-los bem.

  Derlei Catarina De Luca, que foi exilada durante seis anos

Luiz Henrique lutava pelo fim da suplência de senador na reforma política

12 de maio de 2015 0

Nada contra o futuro senador Dalírio Beber (PSDB), afinal está cumprindo as regras do jogo. O curioso é que uma das bandeiras de Luiz Henrique era exatamente pelo fim da suplência de senador na reforma política. A última eleição disputada por Beber foi em 1998 para deputado estadual, com pouco mais de 9 mil votos.

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Política se faz olhando para a frente, dizia Luiz Henrique

11 de maio de 2015 0
Foto: Obra Dom Quixote de Cervantes de Pablo Picasso / Reprodução

Foto: Obra Dom Quixote de Cervantes de Pablo Picasso / Reprodução

Luiz Henrique da Silveira era um homem refinado. Discorria sobre qualquer assunto com conhecimento de causa. Adorava ler muito e escrever. Um profundo conhecedor de Miguel de Cervantes, autor de Dom Quixote de La Mancha, considerada a melhor obra de ficção de todos os tempos. Pano rápido: o encanto do livro nasce exatamente do descompasso entre o idealismo do protagonista e a realidade na qual ele atua. O inverso dos 75 anos vividos intensamente por Luis Henrique.

LHS sempre dizia: política se faz olhando para a frente. Não gostava de negociar com o fígado. O que passou, passou, dizia. Os anos de trabalho lhe renderam o reconhecimento de  leal, honesto e equilibrado. Luiz Henrique era a personificação do homem público. Forjado na arte do ouvir, dizer não e articular sem parar. Cada passo era pensado como num tabuleiro de xadrez. Só que por vezes os movimentos nem sempre resultaram em xeque-mate. Afinal, era de carne e osso.

Ele também cometeu erros. Neste momento são apenas reminiscências. Mas quem antes havia governado sem oposição ? Ou construído uma polialiança com distribuição de cargos baseada na geografia das urnas, como gostava de analisar? O homem se foi, entra para a história o nome que ainda vai batizar muitos estádios, ruas, avenidas e… centro de eventos estado afora. A sensação é de que o capitão do time saiu de campo. Sem tempo de passar a braçadeira para ninguém.

 

George Rábado, professor de comunicação política, presta assessoria ao governo Colombo

31 de março de 2015 1

George Rábago, diretor de Inteligência do Partido Popular do ex-primeiro-ministro José Aznar (Espanha) e considerado um dos mais qualificados professores de comunicação política e gestão pública do mundo, veio a Florianópolis a convite do PSD para prestar consultoria ao governo Colombo.

Apesar da notoriedade do pensador, a passagem foi marcada por absoluta discrição. O fim de semana, por exemplo, foi dedicado a conversas em sala reservada no CentroSul, e não na Casa d’Agronômica, conforme este Visor informou.

Homenagem à falecida esposa do vice-governador acirra disputa política em Criciúma

29 de janeiro de 2015 0

Até uma singela homenagem a quem já partiu desta para melhor está rendendo pano para manga na disputa política entre as famílias Salvaro e Búrigo, em Criciúma.

Isabel Búrigo, mulher de Márcio, antecipou a inauguração da nova sede da Associação Feminina de Assistência Social, antes que Clésio Salvaro voltasse ao cargo.

Declarou ter feito isso porque o novo prefeito não manteria o nome de Ivane Fretta Moreira, ex-presidente da entidade e esposa do vice-governador Eduardo Pinho Moreira, que morreu em 2013.

Nas redes sociais, o festival de baixaria entre ambos também corre solto.

Nunca é demais sugerir…muita calma nessa hora.