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Resultados da pesquisa por "rio tavares"

Operário fica ferido em acidente nas obras do Elevado do Rio Tavares

25 de junho de 2015 0

Foto: Lyana de Miranda, Arquivo pessoal

Tem gente na prefeitura de Florianópolis que está sugerindo mandar benzer as obras do elevado do Rio Tavares, no sul da Ilha. Primeiro foi necessária a contratação de equipe de arqueologia para remover restos de sambaqui encontrados no local; no início da semana, durante a instalação de uma estaca, verteu gasolina do solo num ponto onde, anos atrás, havia um posto de combustíveis; e nesta quinta-feira um pequeno acidente causou ferimentos leves em um operário. Apesar dos contratempos, os trabalhos estão dentro do cronograma e prosseguem a todo vapor.

Trânsito vai ter alterações durante obras do elevado o Rio Tavares
Obras do elevado do Rio Tavares recomeçam com mudanças no projeto
Arqueólogo encontra ponta de sambaqui nas obras do elevado do Rio Tavares

Medo na Trilha do Rio Tavares

24 de junho de 2015 1

Galera do surfe que mora no Rio Tavares anda preocupada com um homem que surge no meio das trilhas de acesso à praia armado com facão para aterrorizar as mulheres. Pelo menos duas já sofreram tentativa de abordagem do sujeito.

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Desencontro marca início dos trabalhos no elevado do Rio Tavares

24 de abril de 2015 0
Foto: Petra Mafalda / PMF

Foto: Petra Mafalda / PMF

Hoje começou a primeira movimentação efetiva para, digamos assim, a construção do elevado do Rio Tavares, no Sul da Ilha. O serviço de topografia já esteva por lá para determinar as medidas de área, perímetro, localização, orientação, variações no relevo, e principalmente, localizar precisamente os terrenos que serão desapropriados para o andamento da obra. Tudo dentro dos conformes.

O problema foi o desencontro entre o topógrafo e o arqueólogo no local. O primeiro estava lá pela manhã e o segundo foi informado que deveria chegar à tarde. Logo não conversaram sobre a possibilidade de existência de um sambaqui na região e os cuidados necessários durante a execução da obra. Ambos devem retomar os trabalhos na terça-feira, mas desta vez vão combinar entre eles para evitar furo.

Início da obra estava previsto para o dia 23 de março, no entanto, a possibilidade de existir um sambaqui no local adiou os serviços. No fim do mês passado, o prefeito de Florianópolis, Cesar Souza Junior foi a Brasília e retornou com a autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) para iniciar a obra enquanto o arqueólogo verifica a existência ou não do sambaqui.

O elevado terá 220 metros de extensão entre a SC-405 e a rodovia Dr. Antônio Luiz Moura Gonzaga, que liga o Rio Tavares à Lagoa da Conceição. No entorno serão construídas ciclovias e calçadas. O investimento é de aproximadamente R$ 15 milhões e a previsão de entrega é de 18 meses.

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Iphan dá sinal verde para início imediato do elevado do Rio Tavares

31 de março de 2015 5

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Fotos: João Cavallazzi / Divulgação

Cesar Souza Junior acaba de sair da reunião com a superintendente nacional do Iphan em Brasília, Jurema Machado, que deu sinal verde para o início imediato da obra do elevado do Rio Tavares, no Sul da Ilha de Santa Catarina.

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O prefeito assumiu o compromisso que uma equipe de arqueólogos será contratada pelo município para acompanhar todos os trabalhos, analisando a eventual existência de um sambaqui naquela região. A previsão é para início das obras já na próxima semana.

O prazo estimado para a conclusão do tão esperado elevado é de 16 meses ao custo de R$ 27 milhões, sendo R$ 10 milhões só para indenizações de desapropriações.

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Prefeito vai a Brasília tratar impasse do Elevado do Rio Tavares

30 de março de 2015 1

Prefeito Cesar Souza Junior vai a Brasília amanhã para uma audiência com a superintendente nacional do Iphan, Jurema Machado. Na pauta o impasse envolvendo o elevado do Rio Tavares, principal obra de mobilidade da Capital que ainda não iniciou por causa da suposta existência de um sambaqui.

Dinheiro na mão
Cesar vai fazer um apelo para que o instituto autorize o início das obras com o monitoramento de um arqueólogo contratado pela prefeitura. O projeto do elevado já está pronto e os recursos garantidos. A ordem de serviço para início da obra seria assinada no aniversário da cidade.

Suposto cemitério indígena barra obra do elevado do Rio Tavares por tempo indeterminado

17 de março de 2015 16

Como diz o ditado popular, nada é tão ruim que não possa piorar. A prefeitura de Florianópolis planejava assinar a ordem de serviço para o início das obras do elevado do Rio Tavares, no Sul da Ilha, no próximo dia 23, em meio às comemorações do aniversário da cidade.

Seria a tão aguardada largada para aquela que atualmente é considerada a mais importante obra de mobilidade da Capital, capaz de amenizar o sofrimento diário de milhares de moradores do Sul da Ilha no trânsito. No entanto, uma notificação do Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan) fez a administração municipal suspender o início das obras por tempo indeterminado.

De acordo com instituto, na região onde será construído o viaduto pode, isso mesmo, pode, não há certeza, existir um sambaqui, que para quem não sabe se trata de um cemitério indígena. O Iphan informou que só autoriza o início da obra depois que a prefeitura procurar, encontrar e remover o dito sambaqui, trabalho que pode se arrastar por meses a fio.

O cemitério é mencionado em uma obra da década de 1950 do padre João Alfredo Horn, religioso que catalogou os principais sítios arqueológicos da Ilha de Santa Catarina, mas os técnicos do Iphan não sabem sua localização exata.

Ainda nesta semana representantes da prefeitura devem ir à Brasília tentar audiência com a presidente nacional do IPHAN, a fim de conseguir a autorização para iniciar a obra com a vigilância de um geógrafo, já contratado pela prefeitura acompanhar os trabalhos.

Preço elevado na obra do elevado do Rio Tavares

10 de outubro de 2014 0

Prefeito Cesar Souza Junior não tem escondido a indignação com o que vem acontecendo com a obra do elevado do Rio Tavares. Mesmo com recursos garantidos, as máquinas ainda não começaram a trabalhar por um motivo: na licitação, o valor mínimo exigido pelas empreiteiras é R$ 8 milhões acima do orçado para a obra, que passaria de R$ 14 milhões para R$ 22 milhões. Nas duas últimas republicações do edital, nenhuma empresa se habilitou. Na prefeitura há quem fale em cartel.

À espera da nova sede, ano letivo ainda não começou em escola do Rio Tavares

20 de março de 2014 2
Foto Guto Kuerten

Foto Guto Kuerten

Por decisão dos professores e pais dos alunos, pelo menos 650 estudantes da escola de ensino médio João Gonçalves Pinheiro, no Rio Tavares, em Florianópolis, ainda não iniciaram o ano letivo 2014. É que eles ocupam um prédio improvisado, cedido pela prefeitura, enquanto a nova escola não fica pronta. A obra se arrasta há cinco anos e deveria ter sido entregue em fevereiro, conforme audiência pública entre a SDR e a comunidade, ainda em 2013.
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Em fevereiro, o prazo foi transferido para 7 de abril. Agora, foi adiado mais uma vez para 30 de abril, conforme informação do governo do Estado. A negativa dos professores e alunos em frequentar a “escola” emprestada é pela falta de condições básicas como banheiro e bebedouro. A SDR fez uma intervenção com melhorias no local durante o Carnaval, mas a comunidade alega ser insuficiente.
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Uma vistoria do Corpo de Bombeiros realizada na última semana dará a palavra final sobre as condições da sede provisória, que possui apenas oito salas de aula e responde pelo ensino médio em três turnos para todo o Sul da Ilha de SC. O novo prédio terá capacidade para dois mil estudantes, absorvendo a demanda reprimida por vagas na região. Se ficar pronto até o final de abril…

Até um esqueleto para marcar a “morte” da escola foi colocado em frente a João Gonçalves Pinheiro.

Thiago Tavares homenageia vítima de acidente na Beira-Mar Norte

17 de maio de 2014 1
Reprodução / Facebook

Reprodução / Facebook

O lutador manezinho de MMA Thiago Tavares homenageou no Facebook uma das vítimas do acidente que ocorreu na madrugada deste sábado na Avenida Beira-Mar Norte. O catarinense destaca que Bruno Nilton Ferreira acompanhava seu trabalho e eventualmente curtia ou compartilhava suas publicações nas redes sociais. 

Bruno morreu na hora após o veículo em que estava colidir contra um poste. Ele, a mulher e dois amigos voltavam do arrancadão realizado na Passarela Nego Quirido, em Florianópolis. 

Florianópolis pode ter pedágio para turistas durante a temporada

13 de outubro de 2015 44
Diorgenes Pandini

Diorgenes Pandini / Agência RBS

A polêmica é antiga na cidade, mas pela primeira vez a Prefeitura de Florianópolis admite discutir para valer a ideia de implantar o chamado pedágio ambiental para turistas durante a temporada. Quem está à frente da proposta é o presidente da Companhia Melhoramentos da Capital (Comcap), Marius Bagnati, após receber sinal verde do prefeito Cesar Souza Junior.

Você é contra ou a favor do pedágio para turistas na Capital? Opine!

O conceito seria o mesmo praticado em Bombinhas no Verão passado.Para detalhar o projeto, Bagnati se reúne nesta terça-feira com a prefeita de Bombinhas, Ana Paula da Silva, às 16h30. A intenção é adotar a cobrança eletrônica de R$ 23 por veículo de visitante vindo de fora da Grande Florianópolis.

O sistema seria instalado no pedágio desativado da SC-401 (foto), na subida do Morro da Lagoa e no Rio Tavares e organizado de forma a cobrar uma única vez por temporada. Com a fotografia da placa do veículo, a fatura será encaminhada ao endereço do visitante.

Projeto de vereador prevê pedágio para turistas entrarem em Florianópolis
Pedágio ambiental de Bombinhas ficará mais caro a partir de janeiro

- Essa taxa seria paga por quem vem usufruir do patrimônio natural da Ilha de Santa Catarina e não teria nenhum impacto sobre os residentes nos municípios da Grande Florianópolis – explica. Ao contrário, diz ele, o pedágio custearia serviços extras de limpeza urbana e segurança, que hoje são rateados apenas pelos contribuintes residentes.

Os moradores seriam, portanto, compensados de alguma forma pelas dificuldades de locomoção, aumento de preços e sobrecarga de serviços públicos durante a temporada. Num cálculo rápido, Bagnatti estima que seria possível arrecadar algo em torno de R$ 9 milhões, considerando o ingresso de 400 mil veículos no auge da temporada, entre os dias 23 de dezembro e 10 de janeiro.

O recurso seria carimbado exclusivamente para coleta de lixo – neste período chega a 800 toneladas dias, diante das 600 toneladas no restante do ano -, investimento em melhorias nas praias como banheiros e chuveiros e repasse ao Estado para suplemento no pagamento das diárias de guarda-vidas e Policiais Militares.

No início do ano, quando o vereador Roberto Katumi (PSB) levantou o debate, foi bombardeado por críticas. A diferença, neste caso, é que partindo do legislativo o projeto seria inconstitucional, porque qualquer lei envolvendo mudança na arrecadação precisa ser de autoria do Executivo. Os principais empecilhos para a proposta sair do papel são o pouco tempo restante até a temporada de verão, além de depender da aprovação da Câmara de Vereadores e da parceria do governo do Estado.

Sem contar, é claro, que basta mencionar a palavra pedágio para provocar calafrios em boa parte da sociedade. Ainda mais atualmente. Mas numa coisa todos concordam: do jeito que está, não dá mais para continuar. Portanto, a simples iniciativa de propor uma alternativa para melhorar o caos em que se transforma a cidade durante a temporada, com benefícios revertidos para os próprios moradores, já merece aplausos.

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