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Novidade!

26 de outubro de 2015 0

Olá! O blog do Rafael Martini agora tem um espaço exclusivo no site do Diário Catarinense. Acesse: http://dc.clicrbs.com.br/sc/colunistas/rafael-martini.

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Meteorologistas criticam declarações do Secretário de Estado da Defesa Civil

25 de outubro de 2015 0

Sr. Milton Hobus,

Os profissionais de meteorologista do Estado de SC devidamente registrados no CREA/SC vem através desta carta aberta lamentar profundamente parte da entrevista do Secretário de Defesa Civil de SC dada ao Jornal de Santa Catarina de Blumenau no último dia 23/10. Na citada entrevista o Secretário diz: “…Está 100% e nos ajudou muito, porque as informações meteorológicas não bateram. Nenhum meteorologista acertou nada. O que fez com que nós tivéssemos mais assertividade na operação dos sistemas e na informação dos alertas gerados foi o radar. Ele está em fase de operação assistida, mas desde julho está operando sem interrupção.”

Gostaríamos de deixar claro que, com uma semana de antecedência, os meteorologistas que atuam no Estado de Santa Catarina já informavam a população que entre os dias 20 e 22 de outubro teríamos altos volumes de chuva em diversas regiões do Estado. Ao se aproximar do evento, essas previsões foram mantidas e qualificadas como normalmente ocorre quando falamos de previsão do tempo. Para exemplificar e provar o que afirmamos colocamos na sequência um dos alertas feitos pela Epagri/Ciram, como exemplo:

Data: 20/10/2015
Previsão de acumulado de chuva (mm) de terça-feira a sexta-feira em Santa Catarina.

Regiões

Oeste 70 110
Meio Oeste 100 140
Planalto Norte 110 155
Vale do Itajaí (Sul) 100 135
Vale do Itajaí (Norte) 80 125
Litoral Norte 80 135
Grande Florianópolis 110 170
Litoral Sul 100 155
Planalto Sul 100 150

Meteorologista – Marilene de Lima

Gostaríamos de informar também que o radar meteorológico citado na entrevista é de extrema importância para qualquer meteorologista, mas apenas para qualificar ainda mais a previsão de curtíssimo prazo, ou seja, de poucas horas. O instrumento não é e nunca será a “salvação”de qualquer região, apenas um instrumento que consegue qualificar a quantidade de chuva prestes a ocorrer com melhor informação de qual região. Não podemos esquecer que diversas outras ferramentas meteorológicas, como Satélite, Modelos Numéricos de Previsão do Tempo, boias meteorológicas no oceano, estações meteorológicas, balões meteorológicos, entre outras, são tão ou mais importantes no auxílio da previsão do tempo de médio e curto prazo. Em relação a investimentos diversos na área; salientamos que não basta só equipamentos, tecnologia, os investimentos em recursos humanos são extremamente importante para qualificar as informações meteorológicas até mesmo com total apoio aos dois cursos de meteorologia, técnico no IFSC e graduação na UFSC, existentes em SC.
Importante destacar à população catarinense que os meteorologistas de SC através dos Fórum Climático Catarinense, que se reúne uma vez por mês desde 2004, já alertavam que a primavera de 2015 seria chuvosa com maior quantidade de eventos extremos devido o fenômeno climático El Niño.
Por fim, aceitamos todo tipo de crítica construtiva que possa nos auxiliar na melhor informação até porque, com todos setores unidos, temos a certeza que a população estará cada vez mais protegida. Vamos continuar com o nosso trabalho sério, honesto e gratificante, mesmo com todas as dificuldades enfrentadas no dia-a-dia para trazer sempre a melhor informação meteorológica à população.

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Raio X da esperança

25 de outubro de 2015 0
Foto: Gilmar de Souza / Agência RBS

Foto: Gilmar de Souza / Agência RBS

Será lançado nesta segunda, em Florianópolis, o livro Comunidades Terapêuticas: cenário de inovação em Santa Catarina. A obra traz uma detalhada radiografia de 70 CTs contempladas pelo projeto Reviver, do governo estadual. Entre janeiro de 2014 e abril de 2015, foram acolhidas 2.742 pessoas que buscaram as comunidades para sair das drogas. Deste total, quase 90% são homens; 75% têm entre 16 e 45 anos. O livro é um dos resultados do projeto organizado pela enfermeira Maria de Lourdes de Souza e pelo jornalista Paulo Scarduelli.

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“Ainda se pensa que defesa civil é um órgão público”

25 de outubro de 2015 0
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Coronel da PM de Minas Gerais e atual coordenador de Defesa Civil de Belo Horizonte, Alves foi gestor do posto de comando em Navegantes na tragédia climática de 2008 e é o único brasileiro a receber o prêmio Sasakawa, maior comenda da ONU em Defesa Civil.
Muito se fala em prevenção para reduzir os danos nas tragédias climáticas, mas estamos no caminho certo?

É uma pergunta difícil, mas estou otimista. Nos últimos 10 anos a política de proteção e a defesa civil têm avançado e temos conquistas a comemorar. Há muitas cidades aderindo à campanha de cidades resilientes da ONU, fazendo com que o Brasil seja o primeiro do mundo em adesão à campanha. Também a academia se aproxima cada vez mais do assunto, produzindo conhecimento valioso para as políticas locais e nacionais. Mas, as mudanças climáticas, o crescimento urbano desordenado e a pouca visão sistêmica de defesa civil nos indicam que há muito trabalho a ser feito, sobretudo na transformação cultural em relação ao assunto.

Países desenvolvidos já têm esquemas montados para pronta resposta com evacuação da população, por exemplo. E aqui?

A proteção civil da população é desenvolvida em cinco fases: prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação. Estar preparado para a resposta aos desastres é uma das recomendações da ONU para a gestão dos riscos, e nossa legislação também determina isso. O problema é que no Brasil – e na maioria dos países do mundo –, ainda não temos a visão sistêmica da defesa civil. Ainda se acredita que defesa civil é um órgão! Um órgão municipal, estadual e federal! Não pode ser assim… Defesa Civil é um sistema onde todos, absolutamente todos os órgãos públicos, privados e a comunidade, têm papéis fundamentais em todas essas fases. Para a resposta, planos de contingências devem estar elaborados e treinados com todos os agentes envolvidos. Recursos, pessoas, processos devem estar bem estabelecidos para cada tipo de risco. Isso tem avançado mas está muito longe do ideal.

O senhor entende que o modelo de comunicação para alertar a população está correto?

Qualquer forma de alertar precocemente a população sobre a possibilidade de um desastre é correta. Em Belo Horizonte usamos todas as formas possíveis: SMS, redes sociais, imprensa, telefones, tudo. Aqui, nem a população nem os governos estão preocupados com possíveis falhas de previsões. O importante é que, se existe alguma possibilidade de chuvas intensas, ela deve ser comunicada principalmente à população localizada na área de risco. Uma forte mobilização e treinamento com as comunidades inseridas nas áreas vulneráveis auxilia muito na adoção das medidas de autoproteção e proteção comunitária, objetivo maior dos alertas.

Qual o Estado mais bem preparado para enfrentar as catástrofes climáticas no país?

Os desastres acontecem nas cidades. Elas é que devem estar preparadas para gerir seus riscos. Cada lugar tem vulnerabilidades diferentes. Há chuvas em excesso no Sul e seca impiedosa no Nordeste. Há variações de relevo e hidrologia.Tudo isso conta. Há questões de governo envolvidas também. Infelizmente, no nosso país, quando se mudam os governos nas esferas públicas, se não são do mesmo partido, todo um trabalho de avanço nas políticas públicas pode ser perdido – e na defesa civil não é diferente. Para citar um Estado, atualmente gosto muito do trabalho que o Paraná está desenvolvendo! Mas há outros muito bons também!

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Caminhada rosa

24 de outubro de 2015 0

A Beira-mar continental em Florianópolis ficará rosa neste domingo. A partir das 15h será realizada uma caminhada com o intuito de conscientizar sobre os cuidados preventivos para evitar o câncer de mama. A ação tem adesão da Qualirede, empresa que atua na gestão do SC Saúde, e realização da Associação Brasileira dos Portadores de Câncer (Amucc). De acordo com estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), em 2015 mais de 57 mil brasileiras podem ser detectadas com a doença.

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Registro único

24 de outubro de 2015 0

O projeto que pretende unificar a identificação de todos os brasileiros em um único cadastro, denominado Registro Civil Único, elaborado pelo Tribunal Superior Eleitoral, será tema de debate em audiência pública nesta segunda, às 14h, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SC). Um dos convidados é o presidente da Comissão de Direito Notarial da OAB-SC, Roberto Pugliese.

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Nós

24 de outubro de 2015 1

Entre as novidades do novo DC, que começam a ser lançadas na segunda-feira, o Nós – caderno no impresso e seção especial no digital – debaterá temas e assuntos relevantes que só são assunto em Santa Catarina. A primeira edição, que circula no próximo dia 31, debaterá, por exemplo, se somos um Estado de direita. A ideia não é impor verdades, mas discutir profundamente a temática. Vai dar pano pra manga.

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Contribuição da defesa civil

24 de outubro de 2015 0
Foto: Felipe Carneiro / Agência RBS

Foto: Felipe Carneiro / Agência RBS

Assessoria da Secretaria da Defesa Civil envia e-mail para relatar o trabalho desenvolvido no Estado, questionado na edição de ontem por este Visor. E logo na abertura diz que se trata de uma contribuição ao debate, não um contraponto. Pela forma propositiva como foi abordado o assunto, mesmo em pontos divergentes, cabe destacar alguns itens. Diz a Defesa Civil: “Estudos técnicos desenvolvidos por engenheiros, através de consórcios de empresas, devidamente contratadas para as futuras ações já previstas na Bacia do Itajaí, já foram executados. O levantamento vai apontar quais ações serão mais eficientes para o rio Itajaí-Açu e seus afluentes, desde o Alto Vale, descendo até o Médio e chegando ao Baixo Vale do Itajaí–litoral. Serão aprofundamentos de canal, construção de diques, reforço nos leitos. Ainda em relação a Blumenau, um trabalho é desenvolvido para encontrar ações que possam minimizar os efeitos das cheias. Já foram discutidas com prefeitura, órgãos de proteção do Meio Ambiente e instituições filantrópicas algumas possibilidades, como um túnel extravasor em linha reta e outras que ainda estão em análise.

O mesmo ocorre para a região de Navegantes e Itajaí, que tende a auxiliar no futuro o setor portuário dos municípios do polo marítimo. Sobre o projeto de três barragens que compreende empreendimentos em Mirim Doce, Petrolândia e Braço do Trombudo, já passaram por audiências públicas e estão em fase de liberação de licenciamento ambiental. No caso do projeto de quatro barragens, que envolve duas em Pouso Redondo e duas em Agrolândia que sofreram com as cheias neste dia, há um grupo que age contra a finalização dos estudos. Em Pouso Redondo as conversas tem avançado; em Agrolândia, grupos que não aceitam o empreendimento não permitiram sequer o acesso de técnicos em áreas particulares para que o levantamento final fosse realizado e que fosse concluído o projeto.

Hoje, são pelo menos 48 projetos em andamento na Defesa Civil, para uma estrutura enxuta com apenas 70 servidores para atender os 295 municípios de SC. O Estado também é o único da Federação a ter um fundo específico para Defesa Civil que permite ações emergenciais rápidas. São cerca de R$ 30 milhões anuais disponíveis somente para ações emergenciais.”

Ou seja, o louvável trabalho desenvolvido pela Defesa Civil de Santa Catarina só reafirma a tese deste Visor que muito está sendo feito, mas não no ritmo que as intempéries exigem. Basta dar uma conferida na foto de ontem em Rio do Sul (acima).

BOM EXEMPLO

Pomerode também tem problemas com a chuva, mas muito pequenos se comparados aos vizinhos no Vale do Itajaí. Isso porque a prefeitura tem feito o dever de casa com o desassoreamento e limpeza de 13 ribeirões e do rio do Testo, afluente do Itajaí-Açu, desde 2013. Até agora 8,5 quilômetros de ribeirões, córregos e rios passaram pelo processo. Feitos periodicamente, o desassoreamento e a limpeza dos ribeirões representam um ganho em prevenção. Nos últimos dias, ninguém em Pomerode teve de deixar sua casa.

MAIS CHUVA

Em evento sobre direito ambiental, da Escola Superior da Magistratura de Santa Catarina, a procuradora da República Analúcia Hartmann trouxe um dado preocupante: está previsto um aumento da ordem de pelo menos 10% no volume de chuvas nos próximos 15 anos. As razões estão no histórico descaso do homem em relação ao meio ambiente. Pela qualidade dos debates e pelo nível dos palestrantes, o encontro foi considerado histórico pelos participantes.

ENQUANTO ISSO…

O deputado federal Jorginho Mello (PR-SC) é autor do projeto de lei que institui a Política Nacional de Defesa Civil para estudar a gestão de desastres no Brasil, com ênfase na prevenção. “A atual legislação e a atuação governamental estão muito focadas na resposta aos desastres e na recuperação das áreas atingidas”, comentou no plenário da Câmara. Ele pede agilidade na discussão do projeto, na Casa desde maio deste ano.

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Defesa Civil responde sobre nota publicada

23 de outubro de 2015 2

Resposta da Assessoria de Comunicação da Defesa Civil

Sobre nota publicada em sua coluna – Visor – Diário Catarinense.
Rafael, queríamos contribuir com você sobre o que está em desenvolvimento no Estado no Plano de Mitigação de cheias e eventos adversos.
Sobre os seus questionamentos, estudos técnicos desenvolvidos por engenheiros, através de consórcios de empresas, devidamente contratadas para as futuras ações já previstas na Bacia do Itajaí. Todo esse trabalho já foi executado, e amparado num levantamento preliminar da JICA vai apontar quais ações serão mais eficientes para o Rio Itajaí-Açu e seus afluentes, desde o Alto Vale, descendo até o Médio e Chegando ao Baixo Vale do Itajaí/Litoral. Serão aprofundamentos de canal,construção de diques, reforço nos leitos. Tudo estará nesse material.
Para o Itajaí-Mirim já foi realizada a audiência Pública, que trata do melhoramento do canal antigo e retificado. A obra que na primeira etapa deve consumir cerca de R$ 300 mil já está prevista. Estamos aguardando o licenciamento ambiental dos órgãos competentes. A obra vai reduzir significativamente os pontos de alagamentos em Itajaí.
Ainda em relação a Blumenau, um trabalho é desenvolvido para encontrar ações que possam minimizar os efeitos das cheias. Já foram discutidas com prefeitura, órgãos de proteção do Meio Ambiente e instituições filantrópicas algumas possibilidades como um túnel extravasor em linha reta e outras que ainda estão em análise.

O mesmo ocorre para a região de Navegantes e Itajaí, que tende a auxiliar no futuro o setor portuário dos municípios pólo marítimo.

Sobre o Projeto Três Barragens que compreende empreendimentos em Mirim Doce, Petrolândia e Braço do Trombudo já passaram por audiências públicas e estão em fase de liberação de licenciamento ambiental.
No caso do projeto quatro barragens, que envolve duas em Pouso Redondo e duas em Agrolândia qu que sofreram com as cheias nesse dia, há um grupo que age contra a finalização dos estudos. Em Pouso Redondo as conversas tem avançado, em Agrolândia, grupos que não aceitam o empreendimento não permitiram nem mesmo o acesso de profissionais técnicos em áreas particulares para que o levantamento final seja realizado e que possa ser concluído o projeto.

Em Botuverá, já foi realizada audiência pública para a construção da primeira barragem de uso triplo do Brasil e que inicialmente tem como foco conter o volume de água que escoa por cidades como Brusque através do rio Itajaí Mirim e que causam tantos problemas para a região.
Além disso outros projetos semelhantes já estão em execução nas Regiões Sul e Norte. Também ações de resposta rápida em caso de ocorrências naturais que não há como conter, mas minimizar com as orientações que já são repassadas aos Catarinenses.
Não bastasse esses projetos supramencionados, temos a construção do Centro de Monitoramento e Alerta que vai abrigar diversos serviços do Estado num só local, como possibilidade do setor de obras hídricas, hidrologia, meteorologia, emissão de avisos e alertas – que já ocorre, prevenção, resposta – que já ocorre.

Ainda este ano o Estado assumiu a responsabilidade da instalação do Radar do Oeste de Santa Catarina que estava assegurado pelo governo federal, mas que não há como aguardar. Por isso, os trabalhos a cerca desse assunto evoluíram e o Estado vai adquirir com recursos próprios. Também estuda-se a possibilidade do terceiro, para o Sul de Santa Catarina.
Hoje são pelo menos 48 projetos em andamento na Defesa Civil, para uma estrutura enxuta de servidores que somados chega a 70 colaboradores para atender os 295 municípios de Santa Catarina.
Diante disso tudo, é com orgulho que referenciamos o maior investimento da história da Santa Catarina em ações de Defesa Civil. E não só em ação financeira do Estado, que por conseqüência é o único da Federação a ter um fundo específico para Defesa Civil que permite ações emergenciais rápidas. São cerca de R$ 30 milhões anuais disponíveis somente para ações emergenciais – não vincula obras estruturantes, nem custeio.

Paralelo a isso, uma mudança de comportamento de Santa Catarina permitiu a liberação de recursos com mais agilidade em Brasília. Em anos passados, alguns municípios aguardam um, dois, até três anos para receber auxílio de Brasília. Santa Catarina apresentou proposta de o Estado avaliar os danos e dar o aval para a União. Isso possibilitou repasse de recursos com período recorde, cerca de dois e até três meses após o evento registrado. Foi o que aconteceu em Julho no Oeste. Desde setembro, as prefeituras já começaram receber os recursos dos Planos de Trabalhos de Reconstrução. Somente neste ano foram aportados para Santa Catarina através da Defesa Civil, cerca de R$ 25 milhões vindos da União.

Ainda realizamos o Plano de Estiagem no Oeste e temos montado uma ponte por dia para regiões em situação de emergência, nas localidades de interior de Santa Catarina. Sem falar no sistema que vai dispor de um aplicativo, onde a população receberá os avisos já emitidos através do telefone móvel.
Outro fator que mantemos como fonte de dados são as redes sociais que nesses períodos críticos tem mantido patamar de cerca de 2 milhões de pessoas acompanhando a emissão de avisos e ou alertas e prognósticos futuros de brevidade. Temo as redes com maior fluxo de seguidores do Estado, com mais que o dobro da segunda instituição governamental, isso demonstra que chega na grande maioria da população. Além da imprensa que tem sido grande parceria na difusão desses avisos e que estão fazendo valer a preparação de um Estado que não vai deixar de registrar ocorrências, mas assim como Países que sofrem com fenômenos, aprenderam a lidar com os mesmos.

Sobram recursos e empenho, falta gestão antes da crise

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Semana da Pedalada Ecológica é instituída em SC

23 de outubro de 2015 0

O governador Raimundo Colombo sancionou a lei que institui a Semana da Pedalada Ecológica, a ser comemorada na terceira semana do mês de setembro.


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