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Resultados da pesquisa por "maconha"

Colégio Militar submete alunos à revista após flagrar adolescente com maconha

16 de setembro de 2015 20

Poderia ser apenas mais uma história de adolescente flagrada com uma pequena quantidade de maconha e bêbada no armário numa escola tradicional. O problema é que ocorreu nas dependências do Colégio Militar Feliciano Nunes Pires, em Florianópolis, mantido pela PM, junto à academia da corporação.

Ao localizar a droga, os demais alunos foram colocados em formação e submetidos a uma revista pelos cães farejadores. Mesmo sendo área militar, a ação indignou alguns pais, que a consideraram abusiva. Depois todos ainda tiveram que assistir a uma maratona de palestras sobre os malefícios das drogas. A família da estudante flagrada decidiu transferi-la para outra escola. A comunicação da PM informa que todos os passos foram devidamente relatados à promotoria da educação do MP.

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3ª Marcha da Maconha de Balneário Camboriú foi confirmada para o dia 1º de agosto

15 de julho de 2015 0

A 3ª Marcha da Maconha de Balneário Camboriú foi confirmada para o dia 1º de agosto, sábado, no centro da cidade. A concentração será a partir das 14h em frente ao Teatro Municipal Bruno Nitz, iniciando-se a partir das 16h, percorrendo a Avenida Central, Calçadão, parte da Avenida Atlântica e retornando ao ponto de partida, onde estão previstas apresentações musicais.

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Delegado que deu ordem de prisão contra Gilberto Gil por posse de maconha está internado no Hospital de Caridade

27 de maio de 2015 0

Delegado aposentado Elói Gonçalves de Azevedo, que fez história em seu tempo, dando ordem de prisão em flagrante contra Gilberto Gil por posse de maconha, na década de 1980, luta pela vida no Hospital de Caridade, onde está internado.

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Minuto do Martini: apreensão de maconha vira atração com direito a selfies em Florianópolis

27 de março de 2015 0

Polícia apreende meia tonelada de maconha em área indígena

10 de setembro de 2013 1

Cerca de 500 kg de maconha foram apreendidas pelas Polícias Civil e Miltiar de Ipuaçu, em um veículo que estava abandonado na área indígena Pinhalzinho, em Ipuaçu, nesta segunda à tarde

A droga foi encontrada logo após a comunicação feita à Delegacia de Polícia de Ipuaçu de que um veículo havia sido encontrado abandonado na reserva indígena Pinhalzinho, e que no interior havia grande quantidade de maconha. Policiais civis e militares foram até o local e encontraram o automóvel Renault/Megane, placas MIQ-3668, de Florianópolis, abandonado, com meia tonelada de maconha distribuída em 670 tabletes. Muitos indígenas nas proximidades que informaram que o veículo estava no local desde o início do dia.

A Polícia Civil apreendeu o veículo e a droga, que foi encaminhado até a delegacia de Polícia de Abelardo Luz, onde foi periciado pelo Instituto Geral de Perícias (IGP).

Segundo o delegado João Luiz Miotto, da Delegacia de Fronteira de Abelardo Luz, a apreensão foi a maior registrada no município e representa um imenso prejuízo para o tráfico de drogas. “A Polícia Civil instaurou inquérito policial para apurar os fatos e identificar a procedência e o destino da droga, bem como o proprietário do veículo”, finaliza o delegado.

Shopping é condenado a indenizar vigilante acusado de fumar maconha

03 de outubro de 2012 14

Um vigilante vítima de boatos de que teria fumando maconha durante o serviço irá receber uma indenização por danos morais, do Beiramar Shopping,  no valor de R$ 5 mil. A decisão é da 3ª Vara do Trabalho de Florianópolis e tem autoria da juíza Ângela Maria Konrath. A empresa ainda pode recorrer.

O vigilante era funcionário da empresa Ondrepsb, uma das prestadoras de serviço do shopping, e alegou ter sido acusado de consumir a droga por um empregado contratado do Beiramar. Este, por sua vez, negou o fato, afirmando no depoimento que, como atuava como bombeiro, apenas teria questionado o vigilante a respeito de um cheiro de maconha sentido por um dos clientes nos arredores da parte externa do estabelecimento.

A dúvida ficou estabelecida. O problema, segundo a juíza, foi que por duas semanas a versão de que o vigilante estaria fumando maconha durante o expediente foi comentada entre os funcionários do shopping. 

“Ainda que a legalização do uso de maconha esteja em pauta de discussão da sociedade brasileira,  fato é que no senso comum o fumo da ‘cannabis sativa’ ainda carrega em si uma gama de ideias preconcebidas que associam o caráter do usuário a condutas delituosas, desencadeadas por supostos efeitos psicológicos e químicos peculiares à erva”, relatou a juíza Konrath, em sua sentença.

A situação de ofensa moral fica mais evidente, segundo a magistrada, porque é inegável a ligação entre o uso da maconha e a prática de ilícito penal, em razão do porte ser considerado crime, mesmo para consumo pessoal, conforme o art. 28 da Lei 11.343/06. “ Nesse quadro, vê-se claramente a ofensa à honra do autor e o constrangimento que ele pode ter experimentado, considerando o sentimento da média das pessoas, a partir do boato disseminado no ambiente de trabalho”, sentenciou a juíza da 3ª VT de Florianópolis.

Pé de maconha dentro da penitenciária

21 de março de 2011 1

Agentes prisionais encontraram neste domingo um pé de maconha numa cela da penitenciária de São Pedro de Alcântara, na galeria B, pavilhão 4. E olha que São Pedro é considerada de segurança máxima. Imagina se não fosse?

Estudantes da UFSC relatam falta de segurança no Campus da Trindade

22 de junho de 2015 6

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Foto: Betina Humeres, Agência RBS

Circula nas redes sociais o relato de uma estudante de Direito da UFSC que foi vítima de assalto dentro do campus quando rumava até a lanchonete para comprar um chá à noite. A riqueza de detalhes impressiona. Por sorte, nada de mais grave aconteceu além de um puxão de cabelo num canto escuro e as perdas materiais. Mas o estrago emocional já está feito. Ela conta que tem dificuldades para dormir e sente medo. O mais grave é que o caso não é exceção. Há muito se discute a questão da segurança por lá, mas pouco avança. Ou vão esperar uma tragédia?

Leia o relato completo:

Ontem, por volta das 20h, decidi usar o intervalo das aulas para comprar um chá, afinal, à noite só falta nevar na UFSC de tão frio. Deixei minha bolsa e computador na sala, peguei minha carteira e celular e fui comprar o tão sonhado chá.
Horário movimentado, saída de pessoal das aulas, estacionamento cheio, fui caminhando ao Assim Assado e ao chegar lá vi que não tinha trocado, não quis fazer o bar trocar uma nota alta por um simples chá e decidi voltar. Ao passar pelo “Labirinto” sou surpreendida por um puxão fortíssimo no meu cabelo e uma mão tampando minha boca, um corpo estranho me força para a parte escura do local, força meu corpo contra a parede e uma voz debochada me diz “não grita”.
Pensei: é isso, meu maior pesadelo está se tornando realidade.
Comecei a tremer.
Comecei a chorar.
Uma ânsia de vômito tão grande me subiu que jurava que iria me afogar.
A mesma voz me disse: relaxa, boneca, não quero nada contigo agora, só passa as coisas.
Eu entreguei minha carteira e celular, parecia uma marionete com as cordas puxadas por alguém que não conheço e que, com um puxão de cabelo, arrancou toda a minha liberdade de mim.
Em nenhum momento eu vi o sujeito, era apenas uma presença pesada e ameaçadora contra minhas costas, alguém que pressionou algo contra minha coluna (arma? Dedo? Não sei) e me mandou contar até 10 em voz alta, caso contrário ele “voltaria e faria eu me arrepender”.
Eu contei.
Eu corri.
Encontrei uma amiga saindo da aula e me joguei em sua direção. Meus amigos me acalmaram. Meus pais chegaram. Minha irmã em prantos. Meu pai nervoso, querendo matar quem quer que tenha sido que machucou sua menina. Minha mãe não me largava, tentando se convencer de que eu ainda estava ali, presente.
Mas eu não estava.
Eu não era eu.
Gosto de pensar em mim como alguém corajosa, confiante, brincalhona, justa, mas ontem fui resumida em ódio, tristeza e medo.
Minha liberdade foi retirada.
Me tornei algo inútil, frágil, indefeso. E odiei. Odiei cada minuto o poder que aquela pessoa teve sobre mim. Odiei me ver rasgada e insegura. Odiei.
Desde que entrei na UFSC eu escuto como faço parte de uma sociedade capitalista e opressora, já escutei que também sou culpada por essas condutas criminosas, já ouvi que sou uma criminosa, já ouvi que a porra de uma horta vai me proteger, porque a PM é opressora demais para quem quer fumar maconha. E agora eu digo: O CAC****!
Ontem, eu fui a vítima. Ontem, não foi um fragilizado pela sociedade que me abordou, foi um animal nojento e desumano que me terrorizou. Ele praticou terrorismo, não eu. Ele foi o opressor, não eu. Eu só queria um chá.
Ontem ele fugiu com o meu dinheiro enquanto eu acordava suando e chorando durante a noite.
Ontem ele ficou impune enquanto eu tive que segurar minha irmã de 9 anos prometendo que eu não iria a nenhum lugar, que eu estava bem.
Ontem ele se divertiu enquanto eu temia pela minha vida.
Ontem eu fui uma boneca para ele. Eu me senti uma.
E sabe o que é tão horrível? Ter que ficar feliz.
Feliz por só ter levado bens materiais.
Feliz por não ter me batido.
Feliz por ter sido “apenas” um puxão de cabelo.
Feliz por ter sido “só” um susto.
Mas eu não estou feliz.
Estou assustada, com sono, cansada, com dor de cabeça e querendo chorar e me esconder.
Eu não quero me sentir assim. Eu quero segurança. Eu quero a PM. Eu quero esse sujeito longe de mim. Eu quero minha liberdade de volta. Eu me quero de volta. Eu quero poder comprar meu chá.
Mas acho que terei que me contentar em ter uma horta.

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Retrato embaçado

28 de março de 2015 1
Foto: Alvarélio Kurossu

Foto: Alvarélio Kurossu

Durante o desembarque dos 500 quilos de maconha apreendidos pela Delegacia de Combate às Drogas (Decod), na Central de Polícia da Capital, uma pequena multidão parou para acompanhar a operação. Teve gente que até posou na frente da carga e tirou selfie. Tudo acompanhado bem de pertinho pelos policiais. Até porque postar estas imagens nas redes pode ser associado à apologia, o que é crime.

Polêmica na Barra da Lagoa

04 de março de 2015 2

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Foto: Guto Kuerten / Agência RBS

Cansados da presença de quem gosta de fumar maconha ao ar livre, moradores que vivem próximo à Praça Aderbal José dos Santos, na Barra da Lagoa, em Florianópolis, reduto dos jogadores de dominó, resolveram deixar um recado. Há dois meses pintaram num poste o recado na praça inaugurada em 2004. Mesmo admitindo que ninguém incomoda, o simples cheiro já é suficiente para afastar famílias por exemplo.

Aliás…
A imagem foi postada no blog De Olho Nas Ruas e rendeu uma baita discussão: alguns criticam que cigarro e consumo de bebida estão liberados na frente das crianças, causando o mesmo impacto negativo. Não deveria nada. Ponto.