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Resultados da pesquisa por "política"

Indefinição política no Figueirense está trazendo prejuízos ao clube

04 de dezembro de 2014 0

Jogadores importantes do elenco dizem que só renovarão após saber quem será o próximo presidente do alvinegro. Outros alegam que não se pode perder tempo em um mercado tão dinâmico como o do futebol e já estão de malas prontas. Wilfredo Brillinger apresenta hoje o projeto de gestão do clube para os próximos 15 anos.

Coisas da política

09 de setembro de 2014 1

Tem ex-casal em Florianópolis que já não divide o mesmo portaretratos há um bom tempo, mas está lado a lado em cartaz de campanha eleitoral, em que ambos são candidatos.

Política online

03 de abril de 2014 0

Em tempos de redes sociais e ano eleitoral, a dica é dar uma conferida na fan page Política Interativa, no Facebook, desenvolvida pela assessora parlamentar Monique Margô Serafim. O material traz perfis interativos dos 40 deputados estaduais de Santa Catarina.

Lummertz é nomeado secretário Nacional de Políticas de Turismo

13 de setembro de 2012 3

 “Contamos com a sua experiência para continuar os projetos que estão em andamento e articular novas políticas para o turismo brasileiro”. Com essas palavras, o ministro do Turismo, Gastão Vieira(dà direita), saudou nesta quinta-feira (13), em Brasília, o novo secretário Nacional de Políticas de Turismo do MTur, Vinícius Renê Lummertz da Silva, nomeado hoje para o cargo.

 “Estamos criando condições favoráveis para mostrar ao mundo o potencial que temos para sediarmos os megaeventos esportivos e receber os turistas com conforto e qualidade”, disse o ministro. Segundo ele, a pasta é uma das responsáveis pelo sucesso dos grandes eventos a serem realizados no Brasil e que a Secretaria de Políticas tem muito a contribuir com esse trabalho.

Vinícius Lummertz avaliou que o turismo é um segmento em expansão e que interfere de maneira relevante nos diversos setores, principalmente na economia.

“Às vezes, é necessário fazer o simples para crescermos. Temos que pensar em projetos para alavancar ainda mais a atividade no país, trabalho que deve ser feito em articulação com a iniciativa privada, entidades do setor e com os diversos níveis de governos”.

“Ainda se pensa que defesa civil é um órgão público”

25 de outubro de 2015 0
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Coronel da PM de Minas Gerais e atual coordenador de Defesa Civil de Belo Horizonte, Alves foi gestor do posto de comando em Navegantes na tragédia climática de 2008 e é o único brasileiro a receber o prêmio Sasakawa, maior comenda da ONU em Defesa Civil.
Muito se fala em prevenção para reduzir os danos nas tragédias climáticas, mas estamos no caminho certo?

É uma pergunta difícil, mas estou otimista. Nos últimos 10 anos a política de proteção e a defesa civil têm avançado e temos conquistas a comemorar. Há muitas cidades aderindo à campanha de cidades resilientes da ONU, fazendo com que o Brasil seja o primeiro do mundo em adesão à campanha. Também a academia se aproxima cada vez mais do assunto, produzindo conhecimento valioso para as políticas locais e nacionais. Mas, as mudanças climáticas, o crescimento urbano desordenado e a pouca visão sistêmica de defesa civil nos indicam que há muito trabalho a ser feito, sobretudo na transformação cultural em relação ao assunto.

Países desenvolvidos já têm esquemas montados para pronta resposta com evacuação da população, por exemplo. E aqui?

A proteção civil da população é desenvolvida em cinco fases: prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação. Estar preparado para a resposta aos desastres é uma das recomendações da ONU para a gestão dos riscos, e nossa legislação também determina isso. O problema é que no Brasil – e na maioria dos países do mundo –, ainda não temos a visão sistêmica da defesa civil. Ainda se acredita que defesa civil é um órgão! Um órgão municipal, estadual e federal! Não pode ser assim… Defesa Civil é um sistema onde todos, absolutamente todos os órgãos públicos, privados e a comunidade, têm papéis fundamentais em todas essas fases. Para a resposta, planos de contingências devem estar elaborados e treinados com todos os agentes envolvidos. Recursos, pessoas, processos devem estar bem estabelecidos para cada tipo de risco. Isso tem avançado mas está muito longe do ideal.

O senhor entende que o modelo de comunicação para alertar a população está correto?

Qualquer forma de alertar precocemente a população sobre a possibilidade de um desastre é correta. Em Belo Horizonte usamos todas as formas possíveis: SMS, redes sociais, imprensa, telefones, tudo. Aqui, nem a população nem os governos estão preocupados com possíveis falhas de previsões. O importante é que, se existe alguma possibilidade de chuvas intensas, ela deve ser comunicada principalmente à população localizada na área de risco. Uma forte mobilização e treinamento com as comunidades inseridas nas áreas vulneráveis auxilia muito na adoção das medidas de autoproteção e proteção comunitária, objetivo maior dos alertas.

Qual o Estado mais bem preparado para enfrentar as catástrofes climáticas no país?

Os desastres acontecem nas cidades. Elas é que devem estar preparadas para gerir seus riscos. Cada lugar tem vulnerabilidades diferentes. Há chuvas em excesso no Sul e seca impiedosa no Nordeste. Há variações de relevo e hidrologia.Tudo isso conta. Há questões de governo envolvidas também. Infelizmente, no nosso país, quando se mudam os governos nas esferas públicas, se não são do mesmo partido, todo um trabalho de avanço nas políticas públicas pode ser perdido – e na defesa civil não é diferente. Para citar um Estado, atualmente gosto muito do trabalho que o Paraná está desenvolvendo! Mas há outros muito bons também!

Contribuição da defesa civil

24 de outubro de 2015 0
Foto: Felipe Carneiro / Agência RBS

Foto: Felipe Carneiro / Agência RBS

Assessoria da Secretaria da Defesa Civil envia e-mail para relatar o trabalho desenvolvido no Estado, questionado na edição de ontem por este Visor. E logo na abertura diz que se trata de uma contribuição ao debate, não um contraponto. Pela forma propositiva como foi abordado o assunto, mesmo em pontos divergentes, cabe destacar alguns itens. Diz a Defesa Civil: “Estudos técnicos desenvolvidos por engenheiros, através de consórcios de empresas, devidamente contratadas para as futuras ações já previstas na Bacia do Itajaí, já foram executados. O levantamento vai apontar quais ações serão mais eficientes para o rio Itajaí-Açu e seus afluentes, desde o Alto Vale, descendo até o Médio e chegando ao Baixo Vale do Itajaí–litoral. Serão aprofundamentos de canal, construção de diques, reforço nos leitos. Ainda em relação a Blumenau, um trabalho é desenvolvido para encontrar ações que possam minimizar os efeitos das cheias. Já foram discutidas com prefeitura, órgãos de proteção do Meio Ambiente e instituições filantrópicas algumas possibilidades, como um túnel extravasor em linha reta e outras que ainda estão em análise.

O mesmo ocorre para a região de Navegantes e Itajaí, que tende a auxiliar no futuro o setor portuário dos municípios do polo marítimo. Sobre o projeto de três barragens que compreende empreendimentos em Mirim Doce, Petrolândia e Braço do Trombudo, já passaram por audiências públicas e estão em fase de liberação de licenciamento ambiental. No caso do projeto de quatro barragens, que envolve duas em Pouso Redondo e duas em Agrolândia que sofreram com as cheias neste dia, há um grupo que age contra a finalização dos estudos. Em Pouso Redondo as conversas tem avançado; em Agrolândia, grupos que não aceitam o empreendimento não permitiram sequer o acesso de técnicos em áreas particulares para que o levantamento final fosse realizado e que fosse concluído o projeto.

Hoje, são pelo menos 48 projetos em andamento na Defesa Civil, para uma estrutura enxuta com apenas 70 servidores para atender os 295 municípios de SC. O Estado também é o único da Federação a ter um fundo específico para Defesa Civil que permite ações emergenciais rápidas. São cerca de R$ 30 milhões anuais disponíveis somente para ações emergenciais.”

Ou seja, o louvável trabalho desenvolvido pela Defesa Civil de Santa Catarina só reafirma a tese deste Visor que muito está sendo feito, mas não no ritmo que as intempéries exigem. Basta dar uma conferida na foto de ontem em Rio do Sul (acima).

BOM EXEMPLO

Pomerode também tem problemas com a chuva, mas muito pequenos se comparados aos vizinhos no Vale do Itajaí. Isso porque a prefeitura tem feito o dever de casa com o desassoreamento e limpeza de 13 ribeirões e do rio do Testo, afluente do Itajaí-Açu, desde 2013. Até agora 8,5 quilômetros de ribeirões, córregos e rios passaram pelo processo. Feitos periodicamente, o desassoreamento e a limpeza dos ribeirões representam um ganho em prevenção. Nos últimos dias, ninguém em Pomerode teve de deixar sua casa.

MAIS CHUVA

Em evento sobre direito ambiental, da Escola Superior da Magistratura de Santa Catarina, a procuradora da República Analúcia Hartmann trouxe um dado preocupante: está previsto um aumento da ordem de pelo menos 10% no volume de chuvas nos próximos 15 anos. As razões estão no histórico descaso do homem em relação ao meio ambiente. Pela qualidade dos debates e pelo nível dos palestrantes, o encontro foi considerado histórico pelos participantes.

ENQUANTO ISSO…

O deputado federal Jorginho Mello (PR-SC) é autor do projeto de lei que institui a Política Nacional de Defesa Civil para estudar a gestão de desastres no Brasil, com ênfase na prevenção. “A atual legislação e a atuação governamental estão muito focadas na resposta aos desastres e na recuperação das áreas atingidas”, comentou no plenário da Câmara. Ele pede agilidade na discussão do projeto, na Casa desde maio deste ano.

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Vereador Lela pede direito de resposta sobre nota divulgada ontem envolvendo Erádio Gonçalves

20 de outubro de 2015 0

Caro Jornalista Rafael Martini

A respeito da matéria veiculada em sua coluna impressa e digital no dia de ontem (19), venho lhe informar alguns pontos.

1º Não é o legislativo que tem o poder de executar determinadas obras, ou seja, tal obra não pode ser classificada como deste ou aquele vereador;

2º Não compactuamos com atitudes de velhas politicas de regionalizar ações com exclusividades, fui eleito vereador de toda a cidade e defendo os interesses da população que nos procuram diariamente com os mais diversos problemas;

3º Jamais divulguei minhas ações através de informações que não dizem a verdade;

4º As obras citadas pelo Vereador Erádio Gonçalves em tribuna da Câmara Municipal na tarde de hoje (19), são a construção da pista de skate e pavimentação da Avenida Jorge Lacerda, no bairro Costeira do Pirajubaé, além de melhorias na iluminação de diversas vias da região;

Gostaria de obter esse direito de RESPOSTA, argumentando que a obra de pavimentação da Avenida Jorge Lacerda foi reivindicada pode ter sido reivindicada ao executivo por qualquer um dos demais parlamentares. Tal obra encontra-se paralisada há bastante tempo e desde seu interrompimento, venho cobrando a retomada em tribuna da Câmara

VÍDEOS:

Vanderlei Lela cobra retomada das obras na  Costeira
Lela cobra retomada das obras na Costeira, Ribeirão e Ciclovia da Lagoa

Segundo o Prefeito César Souza Junior, em em vídeo produzido e divulgado nas redes sociais do Vereador Erádio, as obras seriam retomadas hoje, o que de fato não constatei, pois conferi pessoalmente.

Quanto a construção da pista de skate e revitalização do Centro Esportivo e Área de Lazer da Costeira do Pirajubaé, possuímos documentos datados de anos anteriores e que comprovam o que foi baseado no informativo deste vereador, na qual noticiam que uma das reivindicações vem sendo atendida. Podemos estar lhe encaminhando tal documentação se preciso for.

Por fim, lamento muito ter que gastar energia na tribuna para responder a preocupação de vereador que deveria trazer temas mais importantes para o desenvolvimento da cidade, já que possuímos dezenas de obras paradas e ele, como Presidente da Câmara e membro da bancada do Prefeito, deveria ser mais rigoroso nesta questão

Vanderlei Farias “Lela”
Vereador do PDT

Erádio Gonçalves estuda a possibilidade de acionar Vandelei Farias

Florianópolis pode ter pedágio para turistas durante a temporada

13 de outubro de 2015 44
Diorgenes Pandini

Diorgenes Pandini / Agência RBS

A polêmica é antiga na cidade, mas pela primeira vez a Prefeitura de Florianópolis admite discutir para valer a ideia de implantar o chamado pedágio ambiental para turistas durante a temporada. Quem está à frente da proposta é o presidente da Companhia Melhoramentos da Capital (Comcap), Marius Bagnati, após receber sinal verde do prefeito Cesar Souza Junior.

Você é contra ou a favor do pedágio para turistas na Capital? Opine!

O conceito seria o mesmo praticado em Bombinhas no Verão passado.Para detalhar o projeto, Bagnati se reúne nesta terça-feira com a prefeita de Bombinhas, Ana Paula da Silva, às 16h30. A intenção é adotar a cobrança eletrônica de R$ 23 por veículo de visitante vindo de fora da Grande Florianópolis.

O sistema seria instalado no pedágio desativado da SC-401 (foto), na subida do Morro da Lagoa e no Rio Tavares e organizado de forma a cobrar uma única vez por temporada. Com a fotografia da placa do veículo, a fatura será encaminhada ao endereço do visitante.

Projeto de vereador prevê pedágio para turistas entrarem em Florianópolis
Pedágio ambiental de Bombinhas ficará mais caro a partir de janeiro

- Essa taxa seria paga por quem vem usufruir do patrimônio natural da Ilha de Santa Catarina e não teria nenhum impacto sobre os residentes nos municípios da Grande Florianópolis – explica. Ao contrário, diz ele, o pedágio custearia serviços extras de limpeza urbana e segurança, que hoje são rateados apenas pelos contribuintes residentes.

Os moradores seriam, portanto, compensados de alguma forma pelas dificuldades de locomoção, aumento de preços e sobrecarga de serviços públicos durante a temporada. Num cálculo rápido, Bagnatti estima que seria possível arrecadar algo em torno de R$ 9 milhões, considerando o ingresso de 400 mil veículos no auge da temporada, entre os dias 23 de dezembro e 10 de janeiro.

O recurso seria carimbado exclusivamente para coleta de lixo – neste período chega a 800 toneladas dias, diante das 600 toneladas no restante do ano -, investimento em melhorias nas praias como banheiros e chuveiros e repasse ao Estado para suplemento no pagamento das diárias de guarda-vidas e Policiais Militares.

No início do ano, quando o vereador Roberto Katumi (PSB) levantou o debate, foi bombardeado por críticas. A diferença, neste caso, é que partindo do legislativo o projeto seria inconstitucional, porque qualquer lei envolvendo mudança na arrecadação precisa ser de autoria do Executivo. Os principais empecilhos para a proposta sair do papel são o pouco tempo restante até a temporada de verão, além de depender da aprovação da Câmara de Vereadores e da parceria do governo do Estado.

Sem contar, é claro, que basta mencionar a palavra pedágio para provocar calafrios em boa parte da sociedade. Ainda mais atualmente. Mas numa coisa todos concordam: do jeito que está, não dá mais para continuar. Portanto, a simples iniciativa de propor uma alternativa para melhorar o caos em que se transforma a cidade durante a temporada, com benefícios revertidos para os próprios moradores, já merece aplausos.

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Dança das cadeiras

09 de outubro de 2015 0

Na intrincada articulação à vaga de ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a recente declaração do governador Raimundo Colombo contra a volta da CPMF pode tirar alguns pontos do desembargador Nelson Juliano Schaefer Martins, presidente do TJ-SC e um dos indicados na lista tríplice. Os outros dois candidatos à corte da cidadania são de Minas Gerais e Rio de Janeiro governados, respectivamente, por Fernando Pimentel (PT) e Luiz Fernando Pezão (PMDB) aliados da presidente Dilma, a quem cabe a decisão final.

Aliás
É uma pena que a decisão nestes casos seja política, porque se fosse técnica Santa Catarina já teria mais um ministro no STJ.

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Vai que cola

07 de outubro de 2015 0

Capturar

Antes mesmo de pousar no Parque Ramiro Ruediger, em Blumenau, ontem (06) pela manhã, lideranças políticas e empresariais do Vale do Itajaí já iniciaram a mobilização para que o helicóptero do Corpo de Bombeiros Militar de SC, o Arcanjo 1, permaneça em definitivo na região. Inicialmente, deve operar somente durante o mês de outubro. Outra aeronave foi locada para atender Florianópolis enquanto o da foto passava por manutenção. A previsão é que demoraria três meses, mas ficou pronta em 60 dias, abrindo a possibilidade para o Estado contar com dois helicópteros à disposição dos Bombeiros e Samu nos próximos 30 dias. Nunca é demais lembrar que o serviço aeromédico também começou a ser oferecido na Grande Florianópolis por meio de locação. Fica a dica, secretário Kleinubing.

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