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Posts com a tag "Florianópolis"

Segura peão! Foto de PM cai na internet

30 de janeiro de 2012 121

 



No dia 27 de novembro este colunista deu no Visor, no Diário Catarinense, a informação de que durante uma madrugada, um policial militar teria feito gestos obscenos com uma das vaquinhas da CowParade, no Mercado Público de Florianópolis.

Na época, se falou em uma foto que nunca apareceu... Até agora. Eis que caiu na rede e já está repercutindo nas redes sociais a imagem do policial posicionado atrás da mimosa. Outros três PMs estão em volta, dois deles fotografando a ação do companheiro. A foto é de Eduardo Valente.

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Turismo da destruição

04 de junho de 2010 18

Praia da Armação. Crédito: Guto Kuerten
Praia da Armação. Crédito: Guto Kuerten

O cenário é desolador. Só mesmo ao vivo para se ter noção do tamanho do estrago.

A manhã acizentada e chuvosa da sexta-feira, com cara e jeito de feriadão, ajuda. Eles vão chegando aos poucos na região da igreja da Armação do Pântano do Sul. Até tímidos.

Descem dos carros e espiam de longe. Aproximam-se lentamente. Apenas pequenas fitas a 30 centímetros do chão isolam a beirada da mureta. O corpo curva à frente na tentativa de ver um pouco mais. Enxergar o estrago de perto. O semblante muda. Silêncio. É difícil expressar. A praia desapareceu.

O mar chicoteia os muros incansavelmente. Não há mais faixa de areia. Somente alguns filetes. Sai de cena o cenário histórico da praia. O paredão de rochas ganha forma. Começa a nascer um novo costão numa extensão de 1,5 mil metros. A tragédia vira atração turística.

Munidos de máquinas digitais e aparelhos celulares, eles não resistem. Querem registrar o desaparecimento daquele local. Leida Maria, proprietária da sorveteria em frente à igrejinha, diz que o movimento aumentou nos últimos dias. Só de gente que aparece para tirar foto, para ver o tamanho da "desgraça".

— É triste — diz.

A expectativa é de que o movimento de turistas aumente ainda mais no final de semana. A previsão da meteorologia é de nova ressaca. Intensa. O medo e a angústia marcam o semblante dos moradores da região.

— As pedras só vão segurar só um pouco, porque contra a força da natureza, não há quem possa — comenta a comerciante.

Quem não resistir à tentação de dar uma espiadinha e for até o local precisa ter cuidado. O tráfego de caminhões carregados com toneladas de pedras é intenso na região. E nada de se aproximar das muretas.

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