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Profissões em extinção

16 de julho de 2009 0

Já falamos bastante sobre as profissões que estão em alta,  mas e aquelas que aos poucos deixaram de existir, ou então que restaram poucos profissionais, quais são? Como  não sou assim tãooo velha, tive que colocar a memória para funcionar e pesquisar um pouco sobre os ofícios que foram ficando cada vez mais raros. Seja pela tecnologia de ponta que acabou substituindo algumas funções ou mesmo pelo desuso de alguns costumes, a verdade é, que de tempos em tempos surgem novas profissões enquanto outras acabam extintas (ou quase). Então, vamos a elas:

  • Alfaiate: antigamente era muito comum as pessoas recorrerem a alfaiates e costureiros que confeccionavam peças de vestuário sob medida. Os homens procuravam alfaiates que dominavam a técnica de ajustes perfeitos e cortes que “caiam como uma luva” no corpo. Hoje, não vemos muitas plaquinhas de alfaiates pela cidade, não é mesmo?
  • Amolador de facas: hum, hein? Pois é, essa profissão existia (talvez ainda exista). O amolador de facas vagava pelas ruas com uma gaita anunciando os seus serviços à clientela. Sua ferramenta de trabalho connsistia em um aro grande de roda de bicicleta, acionado por um pedal, que fazia girar a correia e esta, por sua vez, fazia girar a pedra. Assim se dava a amolação de facas, tesouras e outros objetos cortantes.  Alguém conhece um amolador?
  • Fotógrafo lambe-lambe: Na época das máquinas fotográficas digitais, poucos lembram das máquinas com filme fotográfico, o que dirá então, das tipo lambe-lambe. Pois existiam, há muito tempo. No Parque da Redenção ainda sobrevive um exemplar que é muito fotografado pelas máquinas digitais ( quem diria que isso aconteceria há alguns anos?!). A “caixa preta” do lambe-lambe é montada sob um tripé de madeira ou metal e a revelação é improvisada na hora. Hoje é uma lembrança diferente e com cara de datada.
  • Entregador de leite: principalmente nas cidades menores e no interior, era comum no início da manhã  o leiteiro passar para entregar garrafas de leite fresco nas casas. Ainda lembro do moço de branco entregando vários litros nas casas da vizinhança ( e olha que não sou tão velha!)
  • Sapateiro: Ainda existe, é fato, mas em menor número. Antigamente, eles eram responsáveis por reparos maiores e também, pela confecção de certos modelos. Os sapatos eram reaproveitados por anos, graças ao bom e velho sapateiro.

    E você sabe, lembra ou ouviu falar de alguma profissão que hoje praticamente não existe mais?

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