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Gestão de resíduos sólidos

07 de novembro de 2012 2

A Universidade Federal do Rio de Janeiro desenvolveu um estudo durante os meses de janeiro e fevereiro de 2011 na capital fluminense em uma Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) com o intuito de propor um plano de gestão para os resíduos sólidos gerados durante a produção de refeições em larga escala.

A UAN escolhida para o estudo é terceirizada e produz 4.500 refeições diariamente.  Os métodos utilizados para a elaboração do plano de gestão foram: reeducação ambiental, diagnóstico qualitativo e quantitativo dos resíduos gerados  e medidas de administração desses resíduos visando a minimização da geração dos mesmos e o uso racional de recursos como alimentos, água e energia.

Os resultados revelaram que 88% desses resíduos são alimentares  sendo 21% constituídos de sobras, 45% de restos da área de distribuição e 34% das áreas de preparo e pré preparo, já dos resíduos não alimentares o plástico corresponde a 205,69kg descartados semanalmente, seguido pelo papel/papelão (135,40kg).

Dentre as medidas desenvolvidas para o processo de minimização dos resíduos estão: plano de capacitação dos operadores para segregação correta de materiais, planejamento de ações educativas para os consumidores com ênfase no consumo consciente e preservação do meio ambiente, planejamento de cardápios com aproveitamento máximo dos alimentos e levantamento de cooperativas de materiais recicláveis próximas à UAN.

REFERÊNCIA:

COLARES, Luciléia Granhen Tavares; FIGUEIREDO, Verônica Oliveira. Gestão de Resíduos Sólidos Gerados na Produção de Refeições. Revista Nutrição em Pauta n.144, p.19-23, maio/jun. 2012.

Comentários (2)

  • Mauricio Guedes diz: 8 de novembro de 2012

    A lista de malefícios pelo manejo incorreto dos resíduos sólidos são alarmantes e bastante longas.
    Parabéns pelo artigo Márcia Reis,
    Abraços

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