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Síndrome metabólica diminui a densidade mineral óssea em adolescentes com excesso de peso

12 de dezembro de 2014 0

Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, no interior Paulista, observaram que adolescentes acima do peso e com síndrome metabólica – conjunto de problemas que envolvem além da obesidade abdominal, pressão elevada e colesterol alto – tendem a apresentar ossos mais fracos.

A adolescência é a fase da vida em que se forma a massa óssea. Logo, se a ossatura não for densa o suficiente nesta fase, o risco dos jovens possuírem osteoporose e fraturas no futuro é maior.

Nesta pesquisa, foram analisados 271 adolescentes, sendo 158 meninas e 113 meninos com sobrepeso ou obesidade. Todos com idade entre 10 e 16 anos, sendo que 14% sofriam com a síndrome metabólica (SM).

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Os voluntários passaram por uma avaliação antropométrica, que avalia o peso, a altura e a circunferência da cintura. Depois, foram submetidos a testes que mensuram colesterol, pressão, triglicérides e glicose. Com esses dados, os cientistas conseguiram calcular a incidência da SM no grupo.

Para estudar a integridade da ossatura dos adolescentes, os especialistas da Unesp utilizaram o aparelho de densitometria óssea. Com este aparelho se estipula a densidade de diversos ossos, dentre eles o fêmur e a coluna lombar.

Todos os portadores de Síndrome metabólica apresentaram redução na densidade óssea em maior ou menor grau. Entre as complicações que integram a SM, a que não favoreceu a saúde óssea foi à circunferência avantajada da cintura.

Referência:
Revista Prêmio Saúde. p.34-35, 2014.

 

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