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Nutrição e saúde mental

02 de fevereiro de 2015 0

Uma revisão sistemática de onze estudos sobre nutrição e saúde mental determinou os fatores preditores da depressão unipolar e  sintomas depressivos em adultos.

Evidências crescentes sugerem que a nutrição afeta a saúde mental, bem como a saúde física. Sabe-se da existência de vários fatores subjacentes para o aparecimento da depressão como genética, fatores biológicos, bioquímicos, hormonais, imunológicos e neurofisiológicos, mas há comprovações que fatores dietéticos possuem um potencial para regulá-los.

http://www.protreina.com.br

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Os estudos examinaram a relação entre dieta e a depressão e verificaram que as variáveis ​​inversamente associadas com risco desta doença  foram o consumo de nutrientes, como ácido fólico (associado a regulação de neurotransmissores), ácidos graxos ômega-3 (gorduras encontradas principalmente  em peixes), e ácidos graxos ômega 9 (gorduras  presentes no azeite de oliva, abacate e nozes).

Estes dados são reforçados por outros pesquisadores que estudaram os padrões alimentares e sintomas depressivos. Os  resultados mostraram que a má alimentação é fator de risco para depressão.  Aqueles com a maior ingestão de “alimentos completos” (frutas, legumes e peixe) foram significativamente menos propensos a ficar deprimido em comparação com aqueles com o menor consumo. Por outro lado, também um elevado consumo de alimentos processados ​​e produtos açucarados aumentou a probabilidade de depressão.

Matéria elaborada pelas acadêmicas de Nutrição da Univali: Ana Cláudia Lamim e Vanessa Imianowsky

Referência:
SANHUEZA, c. Ryan, l e foxcroft, d.r. Diet and the risk of unipolar depression in adults: systematic review of cohort studies. J. Hum. Nutr. Diet.  N.26, p. 56-70, 2013.

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