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PANETONE SEM GLUTEN E SEM LACTOSE

17 de dezembro de 2015 0

INGREDIENTES

130g de farinha de arroz integral

130g de goma de tapioca

40g de farinha de chia

40g de farinha de linhaça dourada

200g de açúcar demerara

10g de fermento biológico seco

10g de goma xantana

1 colher de chá de noz moscada

1 colher de chá de canela

1 colher de chá de essência de panetone

2 ovos inteiros

1/3 de xícara de óleo vegetal (uso óleo de canola)

60g de cranberry em passas

60g de maçã desidratada

30g de passas de uva

1/2 xícara de água morna (para a massa do fermento)

1/2 xícara de água morna (para hidratar as frutas secas)

 

Disponível em:sessãolegal.com.br

Disponível em:sessãolegal.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

MODO DE PREPARO

Coloque em uma vasilha a farinha de arroz e misture o fermento. Adicione a água morna à mistura, mexa, feche com filme PVC e deixe a mistura crescer por 1 hora (deixe dentro do forno desligado ou do microondas)

Coloque as frutas secas em um pequeno recipiente com água morna e deixe-as hidratar por 20 min. Retire toda a água e reserve.

Misture todos os secos: farinha de tapioca peneirada, farinha de chia e linhaça dourada, canela, noz moscada, açúcar e goma xantana.

Misture todos os líquidos: ovos, essência de panetone e óleo vegetal.

Acrescente aos poucos a mistura de líquidos à mistura de secos. Você pode fazer isso na batedeira ou mexendo com à mão. Depois de bem incorporados os líquidos aos secos, acrescente a esponja que já deve ter aumentado de volume. Incorpore bem todos os ingredientes. O resultado é uma massa que deve desgrudar da vasilha, mas ainda estará um pouco úmida.

Incorpore as frutas hidratadas à massa e reserve umas 2 colheres de sopa de frutas para colocar por cima da massa.

Despeje a massa em 2 formas de papel pequenas para panetone ou em uma forma grande.

Asse em forno pré-aquecido em 200 graus por cerca de 30 minutos. Se você assar apenas 1 panetone grande, sugiro deixar por 40 – 45 minutos. A massa é pesada e demora para cozinhar no centro.

Retire do forno, deixe esfriar.

 

Doença celíaca, alergia ao trigo e sensibilidade ao glúten não celíaca: qual a diferença?

17 de dezembro de 2015 0

O reconhecimento de que as reações ao glúten não se limitam à doença celíaca levou ao desenvolvimento de um documento de consenso em 2012 entre um grupo de 15 especialistas internacionais. Sugeriu-se uma nova nomenclatura e classificação, com três condições induzidas pelo glúten – doença celíaca, alergia ao trigo e sensibilidade ao glúten não celíaca.

A doença celíaca é um distúrbio inflamatório crônico do intestino delgado que afeta 1% da população e pode ser definida como um estado de resposta imunológica intensificada ao glúten ingerido (de trigo, cevada e centeio) em indivíduos geneticamente suscetíveis.

Disponível em:www.atribunamt.com.br

O padrão-ouro do diagnóstico da doença celíaca é a demonstração de atrofia de vilosidades em biópsias duodenais, com sorologia celíaca (anticorpos antiendomísio e antitransglutaminase tecidual). O pilar do tratamento da doença celíaca é a adesão vitalícia a uma rigorosa dieta livre de glúten, que leva a melhorias no desfecho clínico, no bem-estar psicológico e na qualidade de vida para a maioria dos pacientes.

A alergia ao trigo é definida como uma reação imunológica adversa às proteínas do trigo mediada por IgE – pode apresentar-se com sintomas respiratórios (“asma do padeiro” ou rinite, mais comum em adultos), alergia alimentar (sintomas gastrintestinais, urticária, angioedema ou dermatite atópica; principalmente em crianças) e urticária de contato. Os testes para alergia ao trigo incluem dosagem sérica de IgE ou testes cutâneos para o trigo.

A sensibilidade ao glúten não celíaca é uma forma de intolerância ao glúten quando a doença celíaca e a alergia ao trigo foram excluídas. A prevalência de sensibilidade ao glúten não celíaca foi relatada em 6% com base na experiência da clínica Maryland (onde, entre 2004 e 2010, 5.896 pacientes consultaram, sendo que 347 atenderam aos critérios para sensibilidade ao glúten não celíaca).

 

Disponível em:www.atribunamt.com.br

Disponível em:www.atribunamt.com.br

 

A verdadeira prevalência na população geral é desconhecida, pois não existem biomarcadores específicos para identificar a sensibilidade ao glúten não celíaca, no entanto, sabe-se que estes pacientes se beneficiam sintomaticamente com uma dieta livre de glúten.

Historicamente, também tem sido observado que parece haver um aumento na prevalência de anticorpos antigliadina naqueles que reclamam de sintomas relacionados ao glúten (40%) e em pacientes com síndrome do intestino irritável (17%) em comparação a controles saudáveis (12%), apesar da exclusão de doença celíaca através de biópsias duodenais normais e testes negativos para anticorpos antiendomísio e antitransglutaminase tecidual.

 


Leia a matéria completa no site da FENACELBRA: http://www.fenacelbra.com.br/fenacelbra/sensibilidade-ao-gluten-na-ausencia-de-doenca-celiaca/

 

A importância das fibras na alimentação

17 de dezembro de 2015 0

As fibras dos alimentos ajudam a manter o corpo em equilíbrio, proporcionando melhor funcionamento do sistema gastrointestinal, prevenindo a constipação (prisão de ventre) e doenças relacionadas ao intestino. Além disso, auxiliam o controle de peso, retardando o esvaziamento gástrico e provocando maior sensação de saciedade.

 A presença das fibras na alimentação também esta associada à prevenção e tratamento da síndrome metabólica, pois auxilia no controle da diabetes e do nível de colesterol e  redução do risco de doenças cardiovasculares.  Disponível em:baronisalsa.com.br

As fibras alimentares estão presentes em alimentos de origem vegetal como cereais, legumes, verduras e frutas e caracterizam-se por não serem digeridas pelo organismo humano. De acordo com sua solubilidade são classificadas em fibras solúveis ou insolúveis. 

As solúveis misturam-se com água e formam um gel no estômago e, desse modo, retardam o esvaziamento gástrico reduzindo a absorção de glicose e gorduras. São fibras solúveis: as glucanas ─ presentes em alimentos como aveia e centeio, as pectinas e amido resistente ─ em aveia, casca de frutas, leguminosas (feijões, ervilha), e as gomas e mucilagens presentes em vários vegetais.   

As fibras insolúveis são chamadas assim porque não se misturam com a água. Elas são encontradas principalmente nos cereais integrais, na forma de celulose e lignina. 

No grupo das fibras, existem aquelas consideradas prebióticas, ou seja, substâncias extraídas de vegetais, como a inulina e fruto-oligossacarídeos (FOS que ao chegarem intactas no intestino, são aproveitadas por bactérias benéficas, como lactobacilos e bifidobactérias, garantindo efeitos positivos à saúde. 

No intestino, ocorre o processo de fermentação destas fibras pelas bactérias  que produzem ácidos graxos de cadeia curta. Estes ácidos graxos são importantes, pois contribuem para o bom funcionamento do intestino, além de auxiliar na modulação do sistema imunológico e melhorar a absorção de nutrientes, como vitaminas e minerais.

 

 

 

Alto consumo de bebidas alcoólicas aumenta risco de síndrome metabólica

08 de dezembro de 2015 0

Um estudo publicado na revista Clinical Nutrition revela que o consumo de pelo menos sete doses de bebidas alcoólicas por semana está associado com maior risco de desenvolvimento de síndrome metabólica.
Este estudo avaliou 8.103 indivíduos saudáveis, com idade média de 35,4 anos que foram acompanhados durante seis anos. Os hábitos alimentares e o consumo de bebidas alcoólicas foram avaliados através de um questionário de frequência alimentar, com 136 itens, previamente validados. As perguntas sobre o consumo de álcool incluíram o tipo de bebida alcoólica, e cada dose foi definida da seguinte maneira: vinho (uma dose = 100 mL), cerveja (330 mL) e destilados (50 ml).
 

Disponível em:www.abcdacardiologia.net

Disponível em:www.abcdacardiologia.net

O diagnóstico da síndrome metabólica foi definido pela presença de pelo menos 3 dos seguintes critérios: circunferência da cintura elevada, triglicerídeos elevados, HDL-colesterol reduzido, hipertensão arterial, e glicemia de jejum elevada.

Durante o período de estudo os pesquisadores identificaram 341 casos de síndrome metabólica. Destes, os consumidores de bebidas ≥7 doses/semana, considerado um alto consumo, apresentaram um risco significativamente maior de desenvolver a síndrome metabólica, em comparação com aqueles que não consumiam bebidas alcoólicas. Além disso, o alto consumo de bebidas (≥7 doses/semana) foi associado com maior risco de hipertrigliceridemia e glicemia de jejum alterada. Ao separar por tipo de bebida alcoólica, os pesquisadores observaram que o consumo de cerveja foi o que esteve mais associado com o risco de síndrome metabólica e níveis de triglicerídeos elevados.

Referência(s)

Barrio-Lopez MT, Bes-Rastrollo M, Sayon-Orea C, Garcia-Lopez M, Fernandez-Montero A, Gea A, Martinez-Gonzalez MA. Different types of alcoholic beverages and incidence of metabolic syndrome and its components in a Mediterranean cohort. Clin Nutr. 2012 Dec 12. doi:pii: S0261-5614(12)00273-7

GANHO DE MASSA MUSCULAR E ALIMENTAÇÃO

18 de novembro de 2015 0

O ganho de massa muscular se apoia em dois pilares importantes: na prática de atividade física, especialmente a musculação e em uma alimentação adequada que forneça os nutrientes necessários para que ocorra a síntese proteica.

A dieta para ganho de massa muscular deve ser acima de tudo, saudável priorizando fontes de proteínas magras, carboidratos integrais e legumes, verduras e frutas. É importante comer refeições balanceadas em intervalos que não ultrapassem três horas para que o metabolismo corporal fique mais ativo.

Disponível em:www.bolsademulher.com

Disponível em:www.bolsademulher.com

A alimentação antes da atividade física é de extrema importância para evitar o catabolismo proteico (perda de massa muscular) e proporcionar melhor rendimento durante o exercício. Neste sentido, a última refeição sólida deverá ocorrer uma hora a uma hora e meia antes dos treinos. Esta refeição deverá fornecer carboidratos e proteína. A proteína no pré-treino tem a finalidade de fornecer aminoácidos para a recuperação muscular logo que o treinamento acabe. O carboidrato fará o papel de combustível para o músculo, evitando a perda de massa muscular, que ocorre quando a atividade física é feita em condições de alimentação inadequada. Além disso, evita sintomas de hipoglicemia e de mal-estar.

Nesta refeição é importante consumir carboidratos complexos (batata doce, mandioca, cará, inhame, pão integral ou massa integral) ou carboidratos simples acompanhados de uma boa fonte de fibra (ex. banana com aveia ou chia).

Após os treinos, a alimentação visa promover a recuperação e evitar o catabolismo muscularalém de favorecer uma modulação hormonal para a hipertrofia. Neste sentido, é importante dar preferência para carboidratos e proteínas de rápida absorção. Portanto, como fonte de proteínas podem ser ingeridos ovos, carnes, albumina ou whey protein isolado. Já o carboidrato logo após os treinos pode ser simples, como um pão, arroz ou batata.

Nos dias em que não ocorrer treino é importante preferir os carboidratos complexos e deixar de ingerir os suplementos como o whey protein.

Salienta-se ainda que para um melhor resultado, alimentos industrializados, de alta densidade calórica, ricos em gorduras trans, doces, refrigerantes, açúcar e gorduras saturadas devem ser evitados. 

SINDROME DO INTESTINO IRRITÁVEL

04 de novembro de 2015 0

A Síndrome do Intestino Irritável (SII) é uma doença crônica caracterizada por uma desordem do sistema gastrointestinal (diarreia, constipação ou a alternância entre a diarreia e a constipação) que geralmente se apresenta com dor abdominal e comprometimento do hábito intestinal sem uma causa orgânica que justifique os sintomas.

Os pacientes com SII têm a qualidade de vida prejudicada e a doença geralmente está associada à depressão e ansiedade. Cerca de metade dos pacientes apresentam fibromialgia, síndrome da fadiga crônica, dor nas costas, dor de cabeça e dor pélvica crônica.

Eventos como estresse, infecções, uso de antibióticos, anti-inflamatórios e cirurgia podem desencadear uma crise, porém a causa principal geralmente é a intolerância alimentar.

Disponível em:www.vilamulher.com.br

Disponível em:www.vilamulher.com.br

Cerca de 85% dos pacientes com SII mostram intolerância a pelo menos, um alimento. Os alimentos ricos em carboidratos ou gorduras, café, álcool, alimentos picantes e temperos são os mais frequentemente associados aos sintomas.

Outra substância conhecida como desencadeante de sintomas em alguns portadores de SII é o gluten. Pacientes com diarreia e subtipos mistos têm risco 5 vezes maior de doença celíaca quando comparados com a população em geral.

Além disso, alimentos mal absorvidos e mal digeridos, como os hidratos de carbono de cadeia curta (lactose, frutose, manitol e sorbitol) conhecidos como FODMAPS podem gerar sintomas de SII, pois são alimentos de alta osmolaridade ou que possuem substratos rapidamente fermentados por micro organismos intestinais.

As principais recomendações dietéticas para os pacientes com SII são:

Fazer refeições regulares, evitando longos períodos de jejum.

Beber água apenas no final da refeição, realizando sua ingestão lentamente.

Evitar bebidas com cafeína (refrigerantes, café, chá preto, etc.).

Evitar ingerir bebidas alcoólicas e refrigerantes.

Reduzir a ingestão de “amido resistente”, frequentemente encontrados em alimentos processados.

Tratar a disbiose intestinal com probióticos.

Evitar hidratos de carbono de cadeia curta (FODMAPS)

São considerados alimentos (FODMAPS):

Maçã, manga, melancia, pera, mel, abacate, damasco, cereja, pêssego, ameixa, ameixa seca, nectarina, amora preta, caqui, frutas secas, mel, açúcar refinado, bebidas adoçadas artificialmente, sucos concentrados, alimentos com lactose: leite, sorvetes base de leite, iogurtes, queijo minas, queijo frescal, queijo cottage, cream cheese, ricota, feijão, lentilha e grão de bico, aspargos, cebola, alho, couve de Bruxelas, brócolis, couve, beterraba, repolho, erva-doce, alho poró, quiabo, chicória, pistache, couve flor, pimentão, cogumelos, alcachofra, alimentos com glúten: pães, torradas, massas, bolachas, cerveja, cookies, refrigerantes, cerais integrais.

A dieta baixa em hidratos de carbono de cadeia curta (FODMAPs)baseia-se na exclusão de vários alimentos ricos em nutrientes. Por esta razão, é sempre importante que exista uma compensação para que não ocorra uma deficiência nutricional e neste sentido, a sua adoção requer a orientação de um nutricionista. 

 Fonte:

Diagnóstico y Tratamiento del Intestino Irritable en el Adulto. México: Secretaría de Salud; 26 de marzo de 2015. http://www.cenetec.salud.gob.mx/interior/catalogoMaestroGPC.html

GIBSON, PR; SHEPHERD,SJ.Evidence-based dietary management of functional gastrointestinal symptoms: The FODMAP approach.J Gastroenterol Hepatol. 2010 Feb;25(2):252-

Deficiência de magnésio: causas, sintomas e tratamento

03 de novembro de 2015 0

O magnésio é o quarto mineral mais abundante em nosso corpo. Além de ser um cofator em mais de trezentas reações necessárias para a transmissão de impulsos nervosos, regulação da temperatura, desintoxicação do fígado, e a formação dos ossos e dentes é responsável pela atividade elétrica necessária para a contração e distensão dos músculos cardíacos, e sinalização cerebral.

Este mineral tem um papel fundamental na saúde cardiovascular. Segundo a fundação Weston A. Price, “O magnésio sozinho pode cumprir o papel de muitos medicamentos cardíacos comuns, pois inibe a formação de coágulos sanguíneos, reduz os fatores de coágulos, bloqueia a captação de cálcio e relaxa os vasos sanguíneos”. 

Disponível em:dicasnaturais.com

Disponível em:dicasnaturais.com

Quando estamos com deficiência de magnésio nosso corpo perde energia e condutividade, e sentimos mais dores.

A deficiência de Magnésio é comum, mas nem sempre é detectada, pois os exames de sangue não fornecem informação precisa sobre as quantidades de magnésio que temos em nossas células. Isto porque o corpo controla os níveis de magnésio no sangue muito bem, pois se o magnésio sanguíneo cai um pouco, a pessoa tem risco de sofrer um problema cardíaco.

Assim, para evitar esta situação de risco, o corpo retira magnésio de todas as células, a fim de manter os níveis sanguíneos constantes. Ou seja, em um exame de sangue para verificar a deficiência de magnésio, mesmo quando as células  estão completamente depletadas, os seus níveis sanguíneos irão se mostrar constantes.

Além disso, apenas 1% do magnésio está presente no sangue, enquanto 99% deste mineral fica armazenado nas células.

Por que temos tanta deficiência deste mineral?

As razões para a população encontrar-se deficiente em magnésio são várias: Primeiramente porque, as pessoas estão cada vez mais estressadas e a produção de hormônios do estresse exige elevados níveis de magnésio. Além disso, estamos comendo mais açúcar do que nunca. Para cada molécula de açúcar que consumimos, o nosso corpo usa 54 moléculas de magnésio para processá-lo. Também nosso solo está mais pobre neste mineral, pois as técnicas agrícolas modernas esgotam as reservas de magnésio do solo. Além disso, o magnésio é depletado pelos medicamentos (contraceptivos orais, antibióticos, cortisona, prednisona), ou impedido de ser absorvido por outros produtos químicos que usamos como o fluoreto.

Os sintomas de deficiência de magnésio incluem:

Constipação intestinal, Hipertensão arterial, Ansiedade, Depressão, Insônia, Distúrbios comportamentais, Letargia, Memória prejudicada, Convulsões, Fadiga, Cãibras musculares, Dor crônica nas costas, Dores de cabeça, Enxaqueca, Dor muscular, Tendinite, Raiva, Agressão, Transtorno do déficit de atenção e Transtornos de ansiedade, como transtorno obsessivo-compulsivo.

A melhor maneira de obter magnésio: 

Comer alimentos ricos em magnésio cultivados em solo orgânico. São boas fontes de magnésio:Semente de abóbora, Castanha do Pará, Soja Torrada, Semente de Girassol, Espinafre cozido, Feijão cozido, Linguado, Milho Amarelo, Abacate, Semente de linhaça, Farinha de Aveia e Banana

Fonte: http://www.collective-evolution.com/2015/03/25/why-were-all-deficient-in-magnesium-the-many-signs-what-to-do/

Romã: uma fruta com excelentes propriedades funcionais

23 de outubro de 2015 0

Considerada na antiguidade o símbolo da fertilidade e do amor e nos dias de hoje, símbolo de sorte e prosperidade, a romã, possui grande qualidade nutricional e funcional.

Suas propriedades terapêuticas estão relacionadas à quantidade de compostos fenólicos que contém, principalmente as antocianinas, os taninos, o ácido gálico e o ácido elágico.

Acredita-se que a romã é rica em compostos fenólicos por causa das adversidades enfrentadas na região de origem, onde a planta se adaptou às mudanças bruscas de temperatura, sendo estes compostos bioativos, produzidos para diminuir os danos causados pela variação entre as altas temperaturas durante o dia e o frio extremo durante a noite.

Seu potencial antioxidante responsável pela neutralização dos radicais livres,  supera o vinho e o chá-verde. Estudos mostram que esta fruta pode prevenir o câncer de próstata e o diabetes além de amenizar os sintomas da artrite.

O ácido elágico, presente na casca, suco e semente é um antioxidante poderoso, responsável pela coloração avermelhada da romã. Este ácido consegue neutralizar a ação danosa dos radicais livres produzidos pelas radiações UV, retardando o processo de envelhecimento da pele.

Disponível em:www.girododia.com

Disponível em:www.girododia.com

Os taninos presentes no suco da romã tem demostrado um efeito benéfico sobre a regulação dos lipídeos e podem auxiliar no tratamento de dislipidemias metabólicas e da obesidade.

O efeito antioxidante característico dos taninos está relacionado também à proteção da mucosa gástrica uma vez que eles são capazes de se ligar a proteínas presentes na mucosa, acelerando o processo de cicatrização.

O efeito protetor da mucosa gástrica fornecido pela romã é atribuído também à atividade antimicrobiana do suco e da casca, pois eles inibem o crescimento de várias bactérias patogênicas como o Helicobacter pylori, Escherichia coli, Salmonella typhi e a Shigella.

Suco de Romã

Ingredientes

1 romã

240 ml de água (1 copo)

Açúcar -quanto baste

Modo de preparo

Corte e abra a romã, mergulhando-a em uma vasilha com água. Retire as sementes debaixo da água. Descarte a casca e as membranas. Escorra a água. Coloque as sementes no liquidificador, juntamente  com 1 copo de água. Coloque no modo pulsar e ligue várias vezes até triturar as sementes. Coe em uma peneira fina e adicione o açúcar.

Fonte

 

https://books

.google.com.br/books?id=iSvt6reBSpIC&pg=PA54&lpg=PA54&dq=compostos+bioativos+do+romã&source=bl&ots=Mc8z62I23B&sig=sQlD1k5TckaozxBaJxXTSG4Tn2s&hl=pt-BR&sa=X&ved=0CDw

http://www.globalsciencebooks.info/JournalsSup/images/Sample/FVCSB_4(SI2)77-87o.pdf

http://bromatopesquisas-ufrj.blogspot.com.br/2011/12/roma-aceita-um-copo-de-suco-ou-um-cha.html

Oleos vegetais e frutose: os vilões da obesidade?

22 de outubro de 2015 0

Existem muitos fatores que contribuem para a obesidade, incluindo genética, estilo de vida e fatores ambientais, mas a dieta continua a ser um dos mais relevantes.

Atualmente existe um debate tanto na literatura científica, bem como na imprensa leiga sobre que componentes da dieta são mais obesogênicos. 

O aumento da obesidade ao longo do último meio século coincide com uma mudança no consumo alimentar onde a gordura saturada de produtos de origem animal (principalmente a banha de porco e manteiga) foi trocada por gorduras insaturadas de origem vegetal (óleos vegetais).

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Outro componente da dieta que aumentou substancialmente nas últimas quatro décadas é a frutose, principalmente sob a forma de xarope de milho, adicionada em alimentos processados ​​e refrigerantes. 

Uma pesquisa publicada recentemente na Revista PLoS One sugere que esta mudança de dieta, pode ter agravado problemas, como a obesidade, a diabetes, a intolerância à glicose, resistência à insulina e esteatose hepática.

Disponível em:.bolsademulher.com

Disponível em:.bolsademulher.com

O estudo, realizado com ratos teve como objetivo comparar a frutose e a gordura saturada de óleo de coco com a gordura insaturada do óleo de soja, examinando o efeito do óleo de soja e da frutose no desenvolvimento da obesidade e co- morbidades, tendo como base uma dieta de teor moderadamente elevado em gordura total e frutose (muito semelhante à que os americanos estão acostumados a consumir).

Um grupo de ratos recebeu uma dieta com gordura de coco, outro gordura de coco mais óleo de soja. Outros dois grupos tiveram adicionados à sua dieta gordura de coco mais frutose e gordura de coco mais óleo de soja e frutose.

Os resultados mostraram que, ao contrário das expectativas, o óleo de soja rico em ácidos graxos polinsaturados é mais obesogénico e diabetogénico do que o óleo de coco, que consiste principalmente de gordura saturada. 

A frutose na dieta teve efeitos metabólicos menos graves do que o óleo de soja, mas causou prolapso retal nos ratos e pareceu agir em sinergia com óleo de soja para aumentar o peso dos rins.

Disponível emwww.liberoalimentos.com.br

Disponível emwww.liberoalimentos.com.br

Tomados em conjunto, os resultados indicaram que enquanto a frutose provocou alguns efeitos negativos no intestino e no rim, o óleo de soja sozinho induziu mais obesidade, diabetes, resistência à insulina e problemas no fígado do que a frutose ou a gordura saturada de óleo de coco em ratinhos.

 Referências:

DEOL, POONAMJOT et al.,Soybean Oil Is More Obesogenic and Diabetogenic than Coconut Oil and Fructose in Mouse: Potential Role for the Liver. PLoS One. 2015; 10 (7): e0132672.

 

 

DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO- FAO ALERTA: UMA EM CADA TRÊS CRIANÇAS ESTÁ MAL NUTRIDA

15 de outubro de 2015 0

Esse ano a FAO definiu para o dia mundial da alimentação o tema “Proteção Social e Agricultura: quebrando o ciclo da pobreza rural”. O objetivo é chamar a atenção do mundo sobre o papel essencial desempenhado pela proteção social na erradicação da fome e da pobreza.

O dia Mundial da Alimentação, comemorado no dia 16 de outubro é importante para informar e conscientizar a opinião pública quanto às questões relacionadas à nutrição e à alimentação em todo o mundo, destacando a luta contra a fome, que atinge cerca de 800 milhões de pessoas de diferentes povos.

Disponível em:doutissima.com.br

Disponível em:doutissima.com.br

Segundo a FAO a proteção social salvou cerca de 150 milhões de pessoas em todo o mundo de caírem na pobreza extrema. Apesar desses números positivos esta Organização alerta que 800 milhões de pessoas ainda não têm o suficiente para comer e que uma, em cada três crianças está malnutrida

A aposta nos mecanismos de proteção social – como as transferências de dinheiro para famílias vulneráveis vales de refeições, programas de seguro sanitário ou refeições escolares, e a vinculação dos mesmos a contratos de aquisição ao agricultores locais – está fortemente relacionada com progressos na redução da fome.

As transferências ajudam as famílias a gerir o risco e a mitigar os impactos que de outro modo os manteriam presos na pobreza e na fome.

No Brasil, a redução mais significativa da fome aconteceu em 2012, aponta o relatório “O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2015″, da FAO. Neste ano, o país alcançou duas metas da entidade internacional: cortar pela metade o número de pessoas passando fome e reduzir esse número para menos de 5% da população. O documento destaca os avanços brasileiros na redução do número de pessoas em situação de fome conquistado nos últimos anos. O Brasil é o país, entre os mais populosos, que teve a maior queda de subalimentados entre 2002 e 2014, 82,1%. No mesmo período, a América Latina reduziu em 43,1% esta quantidade.

Aproveitemos este dia para refletir sobre nosso papel no combate à fome e a pobreza. Pequenas atitudes fazem o mundo melhor.

Fonte:

http://www.fao.org/news/story/pt/item/288582/icode/