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Dia de adotar um animal

04 de outubro de 2013 0

Tem muita gente que não pode, por vários motivos, ter um animalzinho de estimação em casa. Por problemas alérgicos, por não ter quem fique com ele quando precisa se ausentar por alguns dias, por morar em apartamento e não gostar de criar animais em lugares pequenos… Enfim, só tem um pet em casa quem quer (ou pelo menos deveria ser assim). Porém,  se decidir ter um bichinho, a pessoa  precisa se comprometer a cuidar bem dele, mas infelizmente não é isso o que, muitas vezes, a gente vê acontecer por aí. Todos os dias observo cães abandonados pelas ruas, revirando latas de lixo atrás de alguma coisa para comer. Dá muita pena de ver os bichinhos assim.

Hoje, 4 de outubro, é  dedicado a São Francisco de Assis, e todo mundo sabe que ele amava intensamente os animais, vivia cercado por eles. Por isso, neste mesmo dia, há 14 anos consecutivos, comemora-se o  Dia Nacional de Adotar um Animal. O objetivo da data é aproximar as pessoas da causa dos animais, fazendo-as entenderem o quanto é errado abandonar um cachorro ou um gato, por exemplo, porque ele ficou velho, doente ou cresceu demais, ou porque a família mudou-se para um apartamento pequeno e não tem espeço para ele. É triste admitir, mas isso acontece com bastante frequência.

Promover e incentivar a adoção dos animais abandonados é uma atitude muito louvável. Existem muitos bichinhos abandonados à espera da oportunidade de serem adotados. Uma chance de encontrar comida, um teto que os abrigue contra o frio e a chuva,  alguém que cuide da saúde e acima de tudo, lhe dê carinho. A ambientalista Vininha Carvalho, que criou o Dia Nacional de Adotar um Animal, propõe a todos que a adoção seja vista como uma opção na hora de adquirir uma mascote para a família.

Com certeza, ao visitar um canil ou qualquer outro local onde existam cãezinhos e gatos para adoção (na Internet há uma série de informações sobre estes locais), a pessoa vai se apaixonar por algum deles e sentirá vontade de levá-lo para casa.  Mas antes de adotar é preciso refletir bastante: um cão ou gato vai viver com a família, no mínimo, pelos próximos dez anos. “Ele requer tempo, atenção e gera despesas com alimentação, saúde, higiene e lazer”, afirma Rafael Miranda, coordenador da ONG Cão sem Dono. Tudo isso deve ser colocado na balança antes de tomar a decisão. Se a resposta for “sim”, em pouco tempo o animalzinho  estará completamente integrado à família, tornando a vida de todos mais feliz.

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