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Bo$$ in Drama conta como foi tocar com Diplo e LCD

10 de julho de 2008 1

Divulgação

A próxima festa NEON rola neste sábado, no Cabaret do Beco, com live act de Bo$$ in Drama, projeto capitaneado pelo produtor curitibano Péricles Martins, de 20 anos.

Reconhecido como um dos caras mais importantes do cenário eletrônico atual, this Bo$$ é the next big thing após Cansei de Ser Sexy e Bonde do Role para os gringos.

 

 

Nos sets ao vivo de Bo$$ in Drama, Péricles provoca uma experiência sonora a partir de beats dos mais diferentes gêneros, especialmente electrorock e house/new wave. Suas composições próprias são executadas com sampler e sintetizadores virtuais. Além disso, o curitibano ataca de MC.

Em entrevista exclusiva por e-mail, Péricles contou como começou a tocar e quando começou essa grande fase de sua carreira: ele já tocou com Diplo e LCD Soundsystem, entre outros.

A noite também terá os DJs residentes Cevallos e Ka-hara, que tocam na abertura e depois comandam o after. Na mesma noite, o pessoal projetará os incríveis vídeos do coletivo Assume Vived Astro Focus (AVAF), que integram a mostra Beleza Imperfeita: Em Busca de uma Nova Estética, que está rolando na sala PF Gastal.

Para agosto, a NEON agiliza a presença do DJ, produtor e músico alemão Ben Mono, que tem um projeto eletrônico com o guitarrista do Franz Ferdinand Nick McCarthy.

Leia a entrevista:

Hoje você é um músico e produtor respeitado nas pistas brasileiras, inclusive com reconhecimento internacional de blogs e sites especializados. Mas já faz um tempo que começou a mexer com música. Quando foi isso? E de que forma rolou esta virada da tua carreira?

Comecei a produzir em 2005, mas só em 2006 comecei a levar a sério, quando criei o Gomma Fou. A “virada” aconteceu quando fui tocar no Motomix em 2006 e tive contato com grandes produtores, porque até então tudo que sabia tinha aprendido sozinho em casa. Essa experiência abriu minha cabeça para começar algo diferente do que fazia, que foi o Bo$$ in Drama.

Como foi abrir para Franz Ferdinand no Motomix 2006 com o Gomma Fou?

Foi ótimo, porque conheci muitas pessoas do meio artístico que são amigos até hoje.

E teus sets com Diplo e LCD Soundsystem? Onde, quando e como foram?

Meu primeiro live foi com o Diplo em Curitiba. Encontrei ele algumas semanas atrás no Rio, na produção do novo álbum do Bonde do Role, e nós rimos do dia que ele soltou as bases pra eu cantar no palco. Com o LCD foi ótimo, o James Murphy é muito querido e acessível, dei um CD-R com minhas musicas e ele adorou!

O teu som (e também o visual do Bo$$ in Drama) remetem às batidas oitentistas, flertando com new wave, mas também tem um aspecto contemporâneo forte, com um pé no electro. Como você chega neste híbrido? Que tipo de som te influência mais? E com quais equipamentos você cria música?

Os sons que mais me influenciam são aqueles que lembram minha infância.. E o equipamento é o mesmo que todos os produtores usam, o que diferencia é a maneira como você os manipula.

Nos sets de Bo$$ in Drama você toca e canta. O que está programando para a NEON, em Porto Alegre? Algo novo ou especial?

Vou tocar várias faixas do meu primeiro álbum, que está em fase de produção, além de remixes inéditos e algumas surpresas.

O que você recomendaria escutar para quem está por fora da eletrônica atual? Que tipo de som é imperdível hoje?

Os australianos estão detonando!  Recomendo Miami Horror, BMX, Gameboy Gamegirl, Bag Raiders, Cut Copy, etc.

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Postado por Danilo Fantinel

Comentários (1)

  • maustar diz: 14 de julho de 2008

    E ae, como é que foi o Bo$$?
    A noite tava agitada…o gig bombando…na próxima edição podiam fechar o trecho da independência e fazer o passaporte valer para as duas casas. Agenda com hora amarrada também era uma…

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