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Língua dos Stones vira peça de museu

02 de setembro de 2008 1

A música quando vista como indústria pressupõe uma série de áreas da cultura e do mercado atuando em conjunto para funcionar direitinho. Entre tantos segmentos intrínsecos a ela, as artes visuais (assim como a moda) é um dos pilares mais importantes para elevar uma banda ao status de ícone pop mundial. Assim, a identidade visual da banda é essencial e pode se tornar tão grande quanto seus músicos.

Prova disso ocorreu hoje, quando foi noticiado que a arte original do logo dos Rolling Stones (aquela famosa língua, que nos anos 70 era muito mais safada do que hoje) foi adquirida pelo Victoria and Albert Museum de Londres.

A peça foi vendida em um leilão nos Estados Unidos por US$ 92.500,00 (ou 47 mil libras —-> algo como R$ 138.942,05) na semana passada. A obra foi feita em 1970 pelo estudante de arte John Pasche depois que os Stones desaprovaram todas as imagens criadas pelo então selo da banda, Decca.

Pasche, que na época recebeu apenas 50 libras pelo logo (e em 1972 ganhou outras 200 pelo desenho), veio a trabalhar, depois, com The Who, The Stranglers e Paul McCartney.

O primeiro uso do logo foi no álbum Sticky Fingers, de 1971, e desde então acompanha o material de divulgação da banda.

O Victoria and Albert é um dos mais importantes museus do mundo. Reúne obras arqueológicas, mobiliário e peças de vestuário (sedas, algodão, roupas, tapetes) dos mais variados períodos e regiões.

Vale muito uma visita, especialmente no que diz respeito às coleções de arte da Idade Média européia e antiguidade Oriental – bastante focada em iranianos, bizantinos, assírios, palestinos e extremo Oriente (China e Japão).

>>>>> Veja a Virtual Rolling Stones Tongue Gallery 
>>>>> Victoria and Albert Museum

Postado por Danilo Fantinel

Comentários (1)

  • Marlon Brites diz: 2 de setembro de 2008

    A MELHOR BANDA DE TODOS OS TEMPOS.

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