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Nokia Trends terá N.A.S.A. e Bomb the Bass em SP

22 de outubro de 2008 7

Bomb the Bass/Divulgação
O Nokia Trends anunciou hoje duas atrações de seu line-up, que ainda está sendo elaborado. O projeto brazuca-norte-americano N.A.S.A. (North Amercia South America) e os ingleses do Bomb the Bass tocam dia 29 de novembro, no Cine Marrocos, em São Paulo.

N.A.S.A. foi concebido pelo duo DJ Zegon (Brasil) e Squeak E. Clean (EUA), irmão do cineasta Spike Jonze, e tem entre seus colaboradores nada menos do que George Clinton, Tom Waits, Kanye West, John Frusciante, Lovefoxx (CSS), Karen O (Yeah, Yeah, Yeahs), M.I.A., Santogold, Spank Rock, David Byrne (Talking Heads), Nina Persson (Cardigans), Seu Jorge, entre outros.

Todos participaram da composição do álbum The Spirit of Apollo, que terá 17 faixas e será lançado em 17 de fevereiro de 2009 pelo selo Anti. Veja as faixas e seus compositores aqui.

Já o Bomb the Bass é uma banda ícone da cena eletrônica. No fim dos anos 80, eles já misturavam hip hop com as batidas sintéticas das pistas inglesas, abrindo assim (ao lados de outros músicos da época) a cena acid house - que estourou no eixo Londres-Ibiza em 1989, desembocou na popularização das raves nos anos 90 e no circo eletrônico mainstream patético dos anos 2000 (leia-se pitboys agressivos e patis sem noção com drogas até o pescoço achando que entendem a cena…).

No Brasil, eles apresentarão o novo disco, Future Chaos, que surge após 14 anos de hiato. E deverão tocar os hinos Beat Dis e Don’t make me wait, do clássico Into the Dragon (1988).

Para compor Future Chaos, o DJ e produtor Tim Simenon contou com a participação de Paul Conboy (Corker Conboy e A.P.E.), Mark Lanegan (ex-Screaming Trees e Queens Of The Stone Age), Jon Spencer (Blues Explosion) e Richard Thair (Toob).

Bomb the Bass era algo que eu ouvia muito nos anos 80, junto com M.A.R.R.S. (óóóóótimo! quem pode esquecer Pump Up the Volume?), Fat Boys (hip hoppers obesos que era meio palhaçada, mas era legal – eu tinha o K7) e Harry (uma banda inglesa – acho – obscura do final dos anos 80 que já misturava rock com elementos eletrônicos; não achei material deles no youtube…)

Bomb The Bass – Beat Dis

N.A.S.A. Music

M.A.R.R.S. – Pump Up The Volume

Fat Boys – The Fat Boys

 

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Postado por Danilo Fantinel

Comentários (7)

  • marcelo mancha diz: 22 de outubro de 2008

    FALA GALERA. A Banda HARRY era de São Paulo. muito loka mesmo.

    força aí.

  • danilo diz: 22 de outubro de 2008

    oi Marcelo! a banda Harry que eu estou falando era gringa mesmo. Não era de São Paulo não. Se tinha uma Harry em SP eu não conheci… ///////// E Fabricio, a foto do post mostra os três caras que vem ao Brasil tocar com Tim Simenon pelo Bomb the Bass. Abraços!

  • Lobao diz: 25 de outubro de 2008

    Cara, realmente o Bomb The Bass era uma coisa prá lá de fenomenal. Quase vinte anos depois ainda é um disco que um enorme prazer em ouvir.
    Quanto ao Harry, acredito que você pode estar falando daquela banda de Santos/SP, que fazia um eletrônico tão sofisticado para a época que ninguém dizia que era brasileira. O disco dos caras se chamava Fairy Tales e saiu pela Wop Bop do Rene Ferry.

  • danilo diz: 25 de outubro de 2008

    fala Lobao! hmmm, vc é o segundo cara que diz que Harry é de São Paulo. será que me confundi ou seriam duas bandas diferentes? não tô lembrado. mas meu irmão ainda deve ter o vinil. vou conferir. valeu pela tua msg. abraço!

  • Fabricio Furtado diz: 22 de outubro de 2008

    Olá,

    Na verdade o Bomb the Bass é um só, o produtor Tim Simenon.

    Abraços.

  • Fabricio Furtado diz: 22 de outubro de 2008

    Pois é, mas assim como o REM tem mais dois ou três integrantes na banda o REM é só o Mills, Stipe e o Buck oficialmente. O Simenon sempre ta arrastando gente com ele. Abraços.

  • Janaina Camara da Silveira diz: 28 de outubro de 2008

    Danilo, eu tambem nao entendo xongas da cena, e por isso nem curto tanto. Mas adorei esta definicao: “circo eletrônico mainstream patético dos anos 2000 (leia-se pitboys agressivos e patis sem noção com drogas até o pescoço achando que entendem a cena…)”. Beijo grande

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