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Glastonbury: ano que vem eu vou!

03 de julho de 2009 0

My Cool

Aproveitando a deixa do Glastonbury, que rolou no último final de semana, hoje comento sobre alguns grupos já mais conhecidinhos por aqui e que, dizem minhas fontes glastonbúricas, mandaram muito bem na última edição do maior festival do Reino Unido: 

A modinha new age começou ano passado com MGMT e pelo visto resolveu ficar por um tempo, lógico que sofrendo leves modernizações. Passion Pit foi quem cortou a fita vermelha e logo atrás veio Golden Silvers (foto ao lado), trazendo um sotaque mais britânico pra cena e uma pegada assumidamente oitentista e não tão sintética.

O primeiro single, Arrows of Eros, tem um teclado supercontagiante, daquele tipo que te faz bater o pé durante a música toda. Já o segundo, True Romance, foi uma jogada muito bem guardada na manga: eles lançaram quase ao mesmo tempo que o álbum homônimo, e a faixa escolhida não podia ser melhor. Sem dúvidas, é a líder do disco inteiro – e o tecladinho continua ali, arrasando. 

Outra tendência atual que rola entre os músicos é definir seus estilos musicais em diversas categorias, às vezes até criando novas e deixando tudo ainda mais confuso. Diria que é o caso dos Filthy Dukes (ao lado), que descrevem seu som como “electroacidhousenuravetwisteddisco punkfunk”. Tá? Pra mim é um synth-pop bem descarado, e ponto final. Eles já discotecaram com tipos como Hot Chip e LCD Soundsystem e os primeiros singles do álbum de estréia, Nonsense In The Dark, já são merecedores de uma boa pista de dança. Destaque para This Rhythm e Messages

E, por fim, minha mais recente obsessão musical e um álbum que eu não aguento mais esperar pra ser lançado (é no próximo dia 06, finalmente) é Florence and The Machine (ao lado). Num lance Au Revoir Simone meets Bat For Lashes, só que com vocal bem mais proeminente, Florence Welch faz música com excelência. A versão pra You’ve Got The Love é simplesmente fantástica. As primeiras faixas de Lungs, Dog Days Are Over e Rabbit Heart (Raise It Up) tem um coro epidêmico e dramático, no melhor formato indie-soul que você possa imaginar. Quem vê essa ginger pela primeira vez é capaz de não dar nada, mas espera só até ela abrir a boca e começar a cantar. Babado!

Entrevista com ela:

Postado por Barbara Mattivy, direto de Londres

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