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Posts de junho 2010

Portishead planeja novo álbum

30 de junho de 2010 1

Divulgação
Geoff Barrow, do Portishead, disse à BBC 6 Music que a banda assinou um novo contrato com uma gravadora para lançar um novo álbum. Ele começará a escrever novas músicas ainda no verão gringo. O lançamento não tem data.

Na entrevista abaixo, realizada na última edição de Glastonbury, Barrow disse que o quarto disco da melhor banda de Bristol não deverá levar 11 anos para ser feito, como ocorreu com Third.

Ótimo, já que a espera pelo terceiro registro do trio foi dolorida. Mas não tanto quanto o resultado das músicas. Espero que o novo do Portishead seja mais agradável, menos áspero, menos opressor e mais iluminado do que o esquecível Third.

Third tem música ultrapassada, já feita por vertentes eletrônicas oitentistas, e travestida de moderninha. A prova do fracasso foi a escassa aparição nas listas dos melhores de 2008 (quando apareceu foi entre as primeiras posições, é verdade) e a falta de faixas do disco nos especiais de rádios, sites, revistas e canais de TV na época do lançamento. Sintomático.

Longa (e melhor) vida ao Portishead!

>>>>> Mais Portishead

Postado por Danilo Fantinel

VI Fantaspoa terá avalanche de premières

29 de junho de 2010 3

Cena de Eu Vendo os Mortos/Divulgação
OMG! O Fantaspoa voltou! E na sexta edição do festival de cinema fantástico mais importante do Brasil o bicho vai pegar. Entre os dias 2 e 18 de julho serão seis premières latino-americanas, uma pan-americana e três brasileiras.

A programação total conta com 138 títulos de fantasia, ficção científica e horror divididos entre filmes clássicos, raros, recentes, além dos inéditos. O lance é infernal. Confira os highlights abaixo e clique no título para mais infos e horário de exibição:  

 

Glenn, O Robô Voador (2010) – Première pan-americana

Eu Vendo os Mortos (2008) – Première latino-americana

A Morte de Alice Blue (2009) – Première latino-americana

A Centopéia Humana (First Sequence, 2009) – Première latino-americana

Tucker & Dale Enfrentam o Mal – Première latino-americana

Vida e Morte de uma Gangue Pornô (2009) – Première latino-americana

A Porta (2009) – Première latino-americana

Armazenagem a frio (2006) – Première brasileira

Recortadas (2009) – Première brasileira

O Traficante de Sono – Première brasileira

 

 

Cena de O Traficante de Sono

>>>>> Os programas do VI Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre:

* Competição Internacional: 37 longas de 21 países entre os dias 10 e 18 de julho.

* Mostra Competitiva de Curtas: 64 filmes, divididos nas categorias nacional, internacional, animação e live-action serão exibidos no primeiro final de semana do festival, nos dias 03 e 04 de julho, no Cine Bancários.

* Mostra Luigi Cozzi: 14 filmes dirigidos e/ou roteirizados pelo cineasta italiano, que estará presente no evento. Sala Cine Bancários, de 6 a 9 de julho, sempre às 21h.

* O Fantástico Mundo Animado: nove obras de média e longa-metragem nem um pouco convencionais.

* Mostra de Documentários: oito médias e longas-metragens, incluindo Zombiemania (sobre, hãããã, zumbis) e Pesadelos em Vermelho, Branco e Azul (a história do cinema de horror dos Estados Unidos). De 06 a 09 de julho na Sala PF Gastal.

Cena de Glenn, O Robô Voador

* Mostras Especiais (únicas apresentações): seis longas, sendo três exibidos em sessões surpresa dentro da programação do festival. Entre eles: O Jovem Tataravô (Brasil, 1936), Entrei em Pânico ao Saber o que Vocês Fizeram na Sexta-feira 13 do Verão Passado (Brasil, 2009).

Cena de A Centopéia Humana

* Outros destaques: Quatro Moscas Sobre Veludo Cinza (1971), de Dario Argento, e Dario Argento: O Meu Cinema (1991, partes 1 e 2). Os destaques nacionais da mostra são Anjos do Meio da Praça, de Alê Camargo e Camila Carrossine; os gaúchos Um Animal Menor, de Pedro Harres e Marcos Contreras, O Sete Trouxas, de Marcio Schoenardie, e Mapa-múndi, de Pedro Zimmermann.

Cena de Vampire Girl Vs. Frankenstein Girl

>>>>> Atividades paralelas:

* Curso Horror no Cinema Brasileiro, com o jornalista, crítico e pesquisador Carlos Primatti, responsável pela idealização da mostra de filmes O Horror no Cinema Brasileiro, realizada pela Heco Produções, de São Paulo.

* Curso Ficção Científica da Década de 1950: também com Primatti.

Os cursos rolam na Sala P.F. Gastal, nos dias 10 e 11 (O Horror no Cinema Brasileiro) e também 17 e 18 de julho (Ficção Científica da Década de 1950), das 10h às 14h40min. O custo é de R$ 60,00 para cada um. Interessados podem fazer os dois cursos por R$ 110,00. Informações e inscrições: fantaspoa@fantaspoa.com ou pelo telefone 8436.2968.

* Sessões Comentadas: dos 37 filmes da Competição Internacional, oito serão exibidos com a presença dos diretores ou produtores, que participarão de debates com o público depois das sessões.

Cena de Tucker & Dale Enfrentam o Mal

O VI Fantaspoa será encerrado com o filme The Uh-Oh Show, o último filme do diretor de horror gore Herschell Gordon Lewis, responsável por clássicos como 10.000 Maniacs, Blood Feast e The Wizard of Gore.

>>>>> Veja trailers e confira a programação completa do Fantaspoa aqui. Os horários de exibição dos filmes do festival foi ampliado. Neste ano, também haverá sessões às 21h.

>>>>> Locais: as 74 sessões do Fantaspoa 2010 serão realizadas em três salas de cinema: CineBancários, Cine Santander e Sala P.F. Gastal.

>>>>> Ingressos: Para curtas: R$ 2,00. Demais filmes e mostras: R$ 5,00 (cinco reais) nas bilheterias dos cinemas

Damn Laser Vampires

A festa de abertura rola no Verde (Av. Goethe, 200), sexta, 02 de julho, às 23h, com show da banda Damn Laser Vampires. R$ 18,00 na hora e R$ 12,00 com nome na lista (lista@verdeclub.com.br).

>>>>> Site oficial
>>>>> Mais Fantaspoa

Postado por Danilo Fantinel

McCartney fecha turnê com espetáculo em Londres

28 de junho de 2010 14

Paul durante o show em Londres/Divulgação, Rock Calling

Sabe quando você vai a um show e diz “nossa, o show estava muito bom”? Pois então, eu fui a uma quantidade considerável de shows nesses últimos anos e, em grande parte deles, saí achando que tinha assistido performances da mais alta qualidade. Isto até ontem, domingo, quando tive a honra e o prazer de ser uma entre as 40 mil pessoas amontoadas no clássico Hyde Park, um dos maiores e mais belos parques de Londres, para ver Sir Paul McCartney tocar. A partir de ontem, qualquer outra apresentação a que fui pareceu um show de banda de garagem.

Afinal, o que pode superar, três horas (três horas!), de puro rock n´roll, nostalgia e talento puro, presenteados pelo cara que junto com John, George e Ringo foi responsável pela maior e melhor banda do mundo? Foi assim desde o início, quando cinco minutos após as 19h30, Macca surgiu no palco, abrindo os trabalhos com as canções Venus & Mars e Rock Show, ovacionado como se não estivéssemos num concerto, e sim num culto.

– Gente, vou pedir um minuto antes de continuar tocando, quero olhar para vocês, porque essa visão é muito legal – disse, repousando os braços sobre o baixo para canhoto, olhando fixamente para toda a platéia, olhando humildemente como se fosse a primeira vez que estivesse tocando para uma multidão tão grande.

Em seguida, emendou as canções Jet, da sua banda Wings, seguida de All My Loving, para delírio da galera. Na sequência, vieram Letting Go, Got To Get You Into My Life e Let Me Roll it, esta uma homenagem a Jimmy Hendrix. Sentando-se no piano, Paul conta ao público que Hendrix aprendeu a tocar Sargent Pepper apenas dois dias após o álbum ser lançado, só para poder incluí-la no set list de um show que fez em Londres.

Ao virar-se de volta para o piano, os primeiros acordes de The Long and Winding Road fizeram muita gente chorar, inclusive esta que vos escreve, em um momento de puro êxtase.

A partir daí, tudo que se seguiu foi surpreendente até para quem conhece bem o tamanho do talento de Paul McCartney, dono de um bom humor, carisma e fôlego inigualáveis. Conversando muito com a multidão, fazendo brincadeiras e tocando sem parar, tudo parecia tão natural, que a sensação era a de que estávamos no quintal da casa dele, vendo-o tocar para um grupo de amigos. Artista com A maiúsculo que é, McCartney sabe muito bem da força da bagagem que carrega sobre os ombros, mas a apresenta com uma humildade e espontaneidade desconcertantes, emocionado como se fosse um menino que mal começou a carreira.

São inúmeros os momentos com altas doses de emoção, como quando Macca homenageou John Lennon cantando Here Today, canção que escreveu para o companheiro após sua morte.

– Esta música é para ser a conversa final que não tivemos – disse.

Ou então quando, munido de um Ukulele, lembrou George Harrison.

– Vocês sabem que o George adorava tocar Ukulele, e um dia, quando estávamos na casa dele, pedi para que me ensinasse uma de suas canções. Eu toquei para ele essa música, e agora gostaria de tocar para vocês – iniciando uma adorável versão de Something.

O tempo voou como se três horas fossem três minutos, onde o enfileirado de alguns dos maiores clássicos da música não teve fim: Hey Jude, A Day in the Life, I´m Looking Through You, Two of Us, Blackbird, Back in the USSR, Eleanor Rigby, Ob-La-Di, Ob-La-Da, Let it be, Paper Back Writer, Live and Let Die…. e isso tudo antes de primeiro bis!

Após terminar a primeira parte do show, o primeiro bis trouxe Lady Madonna, Day Tripper e Get Back. Ao voltar para o bis final, empunhando uma bandeira da Inglaterra, Macca brincou:

– Gente, eu vou ter parar em algum momento, viu? .

O público gritava “não!”.

– Vocês vão ter de ir embora em algum momento também! – disse, rindo.

E o público continuou gritando não para que ele, então, emendasse:

– Já sei, vamos todos dormir aqui no parque então!, ovacionado pela multidão completamente entregue ao seu magnetismo.

Helter Skelter e Sargent Pepper`s Lonely hearts Club Band e The End arrebataram a noite, em que a frase “…and in the end, the love you take…is equal to the love you make” explicava exatamente a troca incrível entre o músico e a platéia.

Quando as luzes do palco se apagaram eu não conseguia parar de soluçar, coisa que em outras situações me deixariam envergonhada, mas milhares de pessoas estavam na mesma situação. Mesmo depois de três horas, ninguém queria ir embora. Muita gente ainda ficou parada ali, tentando absorver mais um pouquinho do que com certeza foi o melhor show da vida de muita gente. Da minha, pelo menos, foi.

>>>>> Leia sobre o show de Paul McCartney nos EUA em agosto de 2009
>>>>> Mais Paul McCartney
>>>>> Mais Beatles

Postado por Renata Peppl, direto de Londres

Fãs lembram um ano da morte de Michael em Londres

25 de junho de 2010 3

Fãs em frente à O2 Arena, em Londres/Renata Peppl, Especial

 

Quem estava acompanhando o Volume nesta mesma época ano passado deve lembrar que eu estava prestes a realizar um sonho de toda a infância e adolescência precisamente no dia 13 de julho: estava indo para Londres para ver o primeiro show de This Is It, a mega série de apresentações que Michael Jackson faria na capital inglesa.

Um ano atrás, quando eu estava chegando em casa, justamente hoje, dia 25 de junho, apenas cinco dias antes de embarcar para o que seria um dos momentos mais bacanas da minha vida, meu celular tocou insistentemente, com amigos ligando de todas as partes para perguntar como eu estava me sentindo. Michael Jackson tinha morrido. 

 

 

Cheguei no apartamento atordoada, achando que estavam brincando comigo, e liguei a TV nervosa, apenas para confirmar a coisa mais absurda que poderia ter acontecido naquele momento: o ídolo que eu tanto esperei para ver ao vivo não vivia mais.

 

E o que era para ser dias de muita alegria antes da viagem transformou-se em um momento triste que só quem foi realmente fã de alguém sabe como é. Devo ter recebido umas 60 ligações naquela noite. 

 

Eu acabei viajando mesmo assim e, se não pude ver o show no dia 13 de julho, tive a oportunidade de me juntar aos milhares de fãs consternados em frente à O2 Arena, local onde ocorreriam as apresentações de sua última turnê. De todas as partes do mundo, lá estavam eles reunidos para prestar uma homenagem ao Rei do Pop. Agora, exatamente um ano após a morte que pegou todo o mundo de assalto, novamente aqui em Londres, as demonstrações de afeto continuam na mesma O2 Arena. O forte calor (mais de 30ºC) não impediu que muita gente viesse à caráter, trajando calças pretas, meias brancas e mocassim, munidos do tradicional chapéu de feltro, imortalizado em inúmeras performances do astro.

Talvez pela alta temperatura, talvez pelo horário ingrato (os fãs tiveram de se reunir das 13h30min às 17h30min em frente ao local, pois à noite Bon Jovi se apresentaria na arena), o número de pessoas presentes foi bem menor. Um grupo de cerca de 600 fãs fiéis se reuniu espontaneamente no local, em um clima completamente diferente de 2009. Ao som ambiente dos clássicos do Michael, todos queriam celebrar com alegria o legado do Rei do Pop, em cenas até um tanto divertidas, como uma senhora inglesa que carregava com carinho um boneco Michael Jackson (no melhor estilo Barbie, abaixo), e me informou feliz que viajava com a réplica miniatura do astro para onde quer que fosse, já que o de verdade já não estava mais entre nós! 

Ou a aparição, dentre muitos vestidos à la Michael, foi a de um cover profissional do ídolo, munido com o tradicional guarda-sol negro que protegia o astro do sol forte. O sósia acabou roubando a cena no local, parado a cada cinco segundos para fotografias e até autógrafos. 

O mais bacana de tudo, talvez, seja a impressionante quantidade de crianças e adolescentes entre os fãs no local, que se revezaram nas coreografias em um palco improvisado, arrancando risos nostálgicos de quem estava presente e uma certeza boa: todos os escândalos ficaram no passado, e o Michael Jackson que embalou a minha infância e adolescência seguirá a embalar a vida de muitas gerações a seguir, como merece ser com toda a lenda da música. 

 

 

>>>>> Fã que iria a Londres ver Jackson fala sobre a perda do astro
>>>>> Michael Jackson, o ícone máximo da cultura pop
>>>>> Mais Michael Jackson

Postado por Renata Peppl, direto de Londres

Guitarrista John Mulville fará shows em POA

25 de junho de 2010 0

Divulgação
O guitarman John Mulville fará shows no Dublin Irish Pub, em Porto Alegre, nos dias 30 de junho, 1º e 02 de julho às 21h. `The Irish Man` será o primeiro artista a se apresentar no novo projeto do Dublin, que pretende trazer à cidade músicos residentes de tradicionais pubs irlandeses.

Mulville toca no The Temple Bar, aberto há 160 anos na capital da Irlanda. Em POA, deverá fazer duas horas e meia de show com covers de clássicos do rock e do blues, além de músicas irlandesas. Ele tinha apresentações marcadas na capital gaúcha e em Novo Hamburgo e São Leopoldo em abril passado, mas a turnê foi cancelada devido ao caos aéreo provocado pelas erupções do vulcão Eyjafjallajoekull, na Islândia.

Além das três noites, Mulville gravará um CD no Ampli Estúdio, inteiramente produzido no Brasil, para distribuição aqui e na Irlanda.

O Dublin Irish Pub fica na Rua Padre Chagas, 342, no Moinhos de Vento. No dia 30/06, ingresso isento até as 21h. Depois, R$ 7,00. Dia 1º e 2/07, isento até as 21h. Depois, ingresso a R$ 7 (mulheres) e R$ 15 (homens). Entrada apenas para maiores de 21 anos.

E o site da Livraria Cultura do Bourbon Country indica que Mulville fará um pocket-show no local, dia 29 de junho, às 19h30. Mais infos aqui.

>>>>> Foi no Dublin que os caras do Iron curtiram a noite em POA, lembra?

Postado por Danilo Fantinel

Björk e Dirty Projectors gravam juntos

24 de junho de 2010 2

Björk e Dirty Projectors/Divulgação
Björk, a artista cult com um dos maiores índices de rejeição por pixel quadrado nas interwebs (e fora dela também) e Dirty Projectors, banda queridinha da descolândia global, estão juntos no EP Mount Wittenberg Orca, marcado para 30 de junho.

O ponto de partida da parceria foi um show beneficente realizado na Housing Works Bookstore Café, em Nova York, em 2009. As sete músicas foram gravadas em abril passado no estúdio Rare Book Room, no Brooklyn.

O teor do material é cabeça e ambientalmente correto: Amber Coffman, guitarra e voz do DP, ficou abalada quando avistou um grupo de baleias do alto do Monte Wittenberg, ao norte de São Francisco.

As sete faixas de Mount Wittenberg Orca duram 20 minutos juntas. São cheias de vocalizações. Ou seja, um pé no saco pra que não gosta de nhenhenhém musical. O EP será vendido apenas pela internet neste site por US$ 7. A verba será revertida a um projeto de criação de áreas de proteção marinha internacionais gerenciado pela National Geographic Society. A cantora islandesa já havia trabalhado com a National Geographic em 2008 durante o Náttúra Concert, ao lado de Sigur Rós.

Tracklist:

Ocean
On and Ever Onward
When the World Comes to an End
Beautiful Mother
Sharing Orb
No Embrace
All We Are

>>>>> Mais Björk

Postado por Danilo Fantinel

El sueño de la casa propia

23 de junho de 2010 0

Divulgação
Voluntad de Oro, do projeto chileno El sueño de la casa propia, está on repeat aqui no micro. ôT odnivuo e odnahca omitó! Hã?!? Ouça e entenda.

CHILE – Super 45
Who: El Sueno De La Casa Propia (MySpace)
Song: Voluntad De Oro (Right Click to download)

 

Alternative content

O vídeo:

El Sueño de la Casa Propia “Voluntad de oro” from simpletv.cl on Vimeo.

El sueño de la casa propia é José Manuel Cerda, que antes de ser um ótimo produtor de música eletrônica foi carteiro, ambulante, jornaleiro e microtraficante de drogas. Como El Sueño, José já misturou música tradicional chilena com beats atuais, mas o novo álbum, Historial De Caídas, marcado para 15 de julho, terá elementos de R&B, rock e pop.

A faixa Voluntad de Oro está no Music Alliance, do qual participam os gaúchos da Superguidis e outras bandas legais, como Junk Riot (Estônia), World’s End Press (Austrália), Sickcity (Alemanha), My Wet Calvin (Grécia), Mocca (Indonésia), Feldberg (Islândia), Les Mange-Tout (Itália), Kafuka (Japão), Torreblanca (México), Electro-Z (Peru) e Thieves (Nova Zelândia). Todas muito boas. Vale conferir! E tem vários outros grupos que ainda nem tive tempo de escutar.

Postado por Danilo Fantinel

Interpol lança clipe de Lights

23 de junho de 2010 1

O Interpol lançou o clipe de Lights, música do novo disco que já havia sido liberada em abril. O vídeo tem direção de Charlie White. A banda optou pelo download em HD no site oficial, mas o vídeo já vazou no youtube, óbvio. O lance é elegante. Um cerimonial dark enigmático, quase chegando à fronteira S&M. Arte, acima de tudo.

Baixe em HD acima ou veja aqui:

O novo do Interpol, ainda sem nome, sai no dia 13 de setembro.

>>>>> Mais Interpol

Postado por Danilo Fantinel

Messi quer Oasis se Argentina ganhar a Copa

22 de junho de 2010 6

Gustavo Ortiz, Divulgação
Lionel Messi disse que o Oasis pode fazer seu preço para um show privado na festa de comemoração caso a Argentina ganhe a Copa do Mundo da África do Sul. A informação é do pouco confiável The Sun. O Oasis anunciou a separação em 2009, meses após os shows no Brasil.

O astro argentino ficou impressionado com o som dos ingleses depois que Carlos Tevez apresentou a banda, pouco tempo antes do início da Copa. Tevez joga no Manchester City, o time de Noel e Liam.

Messi disse que escutou Definitely Maybe e (What`s the Story) Morning Glory? no avião em direção ao país africano. Admitiu que não esperava muito da banda, mas que achou as músicas incríveis, especialmente Supersonic e Live Forever. Também disse que até agora não entende direito como demorou tanto tempo para conhecer Oasis. Nem eu… isso sim que é delay!

O atraso do craque se compara a sua falta de informação. Messi não sabia que o Oasis havia se separado no ano passado. Só descobriu isso quando perguntou a Carlitos se eles poderiam ver algum show da banda em Manchester ou em Londres. Então os jogadores concordaram em pagar o preço que for para que os irmãos Gallagher voltem a tocar juntos na festa dos hermanos, na Argentina, caso a seleção vizinha leve a Copa.

Eu? Não, não torço pra Argentina! Espero que sejam desclassificados o quanto antes! E duvido da volta do Oasis tão cedo. Seria mais fácil ver a lápide da seleção Argentina ao lado da do Oasis do que ver Liam e Noel juntos no palco nas próximas semanas. 

Ontem, Noel falou à BBC sobre o álbum de 27 singles Time Flies 1994-2009 ter alcançado o topo da parada britânica.

>>>>> O show do Oasis em POA
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Postado por Danilo Fantinel

Novo do Radiohead deve sair em algumas semanas

21 de junho de 2010 0

Thom Yorke no show do Radiohead em São Paulo/Marcos Hermes, Divulgação
O novo disco do Radiohead deve sair em algumas semanas. O sucessor de In Rainbows (2007) vem sendo trabalhado pela banda há quase um ano.

O guitarrista Ed O`Brien disse à BBC 6 Music que o novo material está quase pronto e que será muito diferente do anterior. Ele também comentou que o processo de gravação foi menos árduo, nada semelhante às sessões de In Rainbows.

No ano passado, a banda liberou as novas Harry Patch (In Memory Of) e These Are My Twisted Words.

Leia a entrevista no Ateaseweb ou escute abaixo.

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Postado por Danilo Fantinel