Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.

Posts de março 2011

Ozzy realiza sonho dos metaleiros gaúchos no Gigantinho

31 de março de 2011 26

Ozzy enlouqueceu os gaúchos no Gigantinho | Foto: Félix Zucco

O sonho de mais de 12 mil metaleiros foi realizado na noite desta quarta no Gigantinho, em Porto Alegre. Ozzy Osbourne, a maior lenda viva do heavy metal, se apresentou em grande estilo e levou ao delírio aqueles que sempre sonharam em vê-lo em carne e osso. Como vem acontecendo na turnê Scream, o astro intercalou sucessos de sua carreira solo com hits dos tempos de Black Sabbath.

Nota zero para os organizadores do show. O espetáculo estava marcado para as 21h, mas a banda de abertura, Gunport, entrou no palco por volta das 20h, quando ainda havia fila perto do Gigantinho. Pontual em excesso, Ozzy entrou no palco antes do horário previsto. Um dos portões de acesso à pista foi fechado por um produtor antes do público entrar, forçando os fãs a entrarem pelo outro, que, por sua vez, congestionou, causando confusão e desencontros.

O fato leva a uma reflexão: não seria o caso de um espetáculo de tal magnitude acontecer em um local maior? Falta em Porto Alegre uma praça para sediar este tipo de evento?

Público delirou ao ver de perto o ídolo | Foto: Félix Zucco

Gunport mostrou um metal honesto. Com pouca velocidade, porém com guitarras pesadas, uso de teclado na medida certa e um vocal competente. Mesmo assim, foi hostilizada pelos mais impacientes, que pediam logo por Ozzy Osbourne.

O ídolo entrou no palco disposto. De nada lembrou a figura catatônica da entrevista que foi ao ar no último domingo no Fantástico. Andava pelo palco, gesticulava. Jogou água no público e na própria cabeça usando um balde. E pedia ao público:

— Enlouqueçam!

 

Ozzy mostriou vitalidade | Félix Zucco

Por ser quem é, Ozzy pode se dar ao luxo de tocar ao lado de músicos de muita qualidade. Destaque para o guitarrista Gus G e para o baterista Tommy Clufetos, donos de uma técnica muito apurada.

Faltavam cinco minutos para as 21h quando o senhor entrou no palco, com o andar curvado, mas cheio de vontade. Talvez tenha sido a única pessoa da história a não levar vaias enrolado em uma bandeira do Grêmio em pleno Gigantinho. Afinal, iniciou um clássico: Bark at the Moon. Em seguida, entoou Let Me Hear You Scream, a faixa do novo disco que dá origem ao nome da turnê. O ginásio foi abaixo.

Foto: Ricardo Duarte

O espetáculo estava só começando. O público vibrava muito. E Ozzy mostrava que pode ter inúmeros problemas, mas ainda é bom no que sabe fazer. A vibração ficou ainda maior quando o ídolo entoou:

Mister Crowley…

Era a música dedicada a Aleister Crowley, considerado um dos maiores magos da história recente. Mais um clássico, que foi seguido de I Don’t Know.

Foto: Ricardo Duarte

A partir da quinta faixa, entravam no repertório também os clássicos do Black Sabbath. O primeiro deles foi Fairies Wear Boots, despertando o saudosismo dos velhos fãs da banda pioneira do heavy metal. A polêmica faixa Suicide Solution foi a seguinte. Mas a platéia se arrepiou mesmo quando Ozzy cantou War Pigs, mais um som do Sabbath, emendado a Shot in the Dark. Os fãs se deleitaram com os solos de Gus G e baterista Tommy Clufetos. Depois, cantaram juntos mais um clássico: Iron Man. Ozzy saiu de cena, e a banda executou a instrumental Rat Salad, outro cover do lendário grupo de metal.

Gigantinho foi abaixo | Foto: Féliz Zucco

O show parecia estar encerrando com I Don’t Wanna Change the World e Crazy Train, hit que foi cantado pelos milhares de fãs em êxtase. Mas o palco ficou vazio por pouco tempo. Ozzy e sua banda voltaram para o bis em tempo recorde. E muitos isqueiros foram acesos na plateia ao som da balada Mama, I’m Coming Home.

Foto: Ricardo Duarte

Em seguida, Ozzy se mostrou aquele egocentrismo que os fãs já conhecem ao pedir a si mesmo a execução de mais uma música. Afinal, ainda faltava o clássico dos clássicos, talvez o maior hit da história do heavy metal: Paranoid. Depois de cantar e pular a empolgante música, chegou a hora de acordar. O sonho de ver de perto o maior símbolo de um estilo musical foi realizado. Muitos carregavam consigo aquele sentimento que só quem vê seus ídolos conhece: o de quem diz “já posso morrer”.

Setlist não foi seguido à risca | Foto: Felipe Truda

Depois de POA, Ozzy segue para shows em São Paulo (dia 02), Brasília (05), Rio de Janeiro (07) e Belo Horizonte (09).

Alice Braga dança para Thiago Pethit

30 de março de 2011 0

Foto: Reprodução


Alice Braga participa do clipe Nightwalker, de Thiago Pethit, lançado ontem. No plano-sequência dirigido por Renata Chebelde e Vera Egito, a atriz dança pelas ruas do bairro Higienópolis, em São Paulo.

Nightwalker está no ótimo disco Berlim, Texas, lançado pelo cantor paulistano em março de 2010. O álbum tem clima de cabaré e foi inspirado em chanson française e folk. O show realizado em Porto Alegre em junho passado foi surpreendente. Muito bom!

Apesar de Thiago ainda ter arestas a aparar, mostrou eloquencia, segurança, delicadeza, sinceridade e simplicidade únicas. O fato de ter começado sua carreira no teatro deu a ele uma capacidade de interpretação absurda. Já tô ansioso pelo próximo disco!

>>>>> Mais Thiago Pethit

Disc-O-Nexo traz Shitdisco para festa de 4 anos

29 de março de 2011 1

A Disc-O-Nexo, melhor festa cutting edge da esfera eletrônica de Porto Alegre, chamou ninguém menos do que Shitdisco para tocar no sábado, dia 02 de abril, na comemoração dos quatro anos da noite comandada pelos DJs Landosystem e Chaves. Vai ser forte e caótico! Pra se jogar mesmo!

Pra quem não tá ligado, Shitdisco é uma banda indie eletrônica de Glasgow formada em 2004 por Joel Stone (baixo), Joe Reeves (guitarra e vocal), Jan Lee (teclados) e Darren Cullen (bateria). A orientação é disco punk e as músicas são porrada na maior parte do tempo, o que não significa que não tenha groove ou momentos mais, hãããã, calmos. O lance é tipo quando Atari Teenage Riot encontra Devo na pista do Trash em Londres.

Shitdisco fará DJ set na Disc-O-Nexo. Não será um show com a banda inteira. Eles tocam no México dia 31/03, fazem única apresentação no Brasil aqui em POA e depois seguem pra Tailândia.

E Landosystem e Chaves, você sabe, são dois dos DJs mais inquietos do Estado. Criaram a Disc-O-Nexo pra destruir com a mesmice e desbancar os estabelecidos da noite gaúcha. De quebra, foram convidados para tocar ao lado de Moby, 2Many DJs, The Twelves e Mixhell em festas e shows.

A festa rola dia 02/04, a partir das 23h, no Cabaret (Independência, 590). Ingressos a R$ 30,00 ou R$ 25,00 com nome na lista até 1h da manhã. Envie nome completo até 20h de sábado para o site do clube.

Sente o drama:


SHITDISCO DJ TOUR 2008

SHITDISCO | Myspace Music Videos

>>>>> Mais Shitdisco no site oficial

>>>>> Mais Disc-O-Nexo no blog robopop

Nova do Justice se aproxima de Daft Punk

29 de março de 2011 0

Civilization, o novo single do duo francês Justice, sobre o qual você já leu aqui, foi lançado ontem pela rádio The End, de Seattle. O som é cheio de vocais, synths sujos e clima 70′s, bem na linha de Discovery, o second coming do Daft Punk.

O som não é ruim, mas poderia ser mais autêntico. O lançamento oficial do single rola dia 04 de abril.

Seria trágico se o novo disco do Justice, ainda sem data definida, fosse todo inspirado no segundo do DP.

Justice “Civilization” High Quality by 1077 The End

>>>>> Mais Justice

Anti-Flag empolga o Opinião com seu pop-punk politizado

28 de março de 2011 1

Anti-Flag: pop-punk politizado com influência de Clash / Foto: Felipe TrudaAs letras eram de protesto. O grande alvo: o governo norte-americano e o sistema de comércio internacional. As vozes que atacavam o livre mercado e as intervenções do exército ianque no Oriente Médio, no entanto, contrastavam com o som melódico das guitarras. Foi assim que o Anti-Flag, uma das grandes bandas de punk rock da década de 1990, apresentou seu pop-punk politizado ao público porto-alegrense na noite desta quinta no Bar Opinião.

TIAS: “hardcore técnico” com muita pegada

A apresentação teve uma abertura de luxo, com direito a outras figuras importantes: o guitarrista e vocalista Steve Rawles e o baterista Graham Churchill, agora à frente da banda This Is A Standoff. Ambos ficaram famosos por fazerem parte do Belvedere, o lendário grupo canadense que propôs um hardcore trabalhado, com mais solos de guitarra, mas sem perder a pegada.

O This Is A Standoff mostrou porque se considera uma banda de “hardcore técnico” logo ao subir ao palco e tocar a faixa Better Than All Of Us, que abre o disco Be Excited, o primeiro da banda. Em seguida, mandaram You Won`t Pass, repetindo a ordem do disco, e emendando com Graveyards, do Be Disappointed, o outro full-lenght do grupo. Rolaram outros sons do trabalho mais recente, como The Light Is Still On In Broadmor — a faixa de abertura, na qual Steve relata um trabalho social feito em Broadmor, cidade arrasada por um desastre natural —, Can`t Take Them All e Face The Sun.

Presença de Steve, ex-Belvedere, empolgou / Michelle Scheibel, Especial

Steve contagiou a plateia com muito carisma, danças e um vocal perfeitamente idêntico ao do disco. Dançou em meio a músicas nas quais não precisava tocar, fez piadas e impressionou o público com sua habilidade de fazer riffs complicados enquanto canta com qualidade. Mas os solos ficaram a cargo de John Meloche, guitarrista dono de uma técnica capaz de dar inveja a muitos metaleiros.

Graham, o baterista, fazia o estilo mal-humorado. Mas o que chamava atenção era a técnica e a velocidade do músico, que horas antes de quebrar tudo no palco se divertia com fãs da banda na Cidade Baixa. O público mostrou que conhece o trabalho da banda. Para muitos fãs, ver o This Is a Standoff foi o principal motivo de ir ao show. Afinal, não é sempre que se pode ver algo novo, já que as bandas costumam vir ao Brasil depois de se consagrarem.

Com muita energia até o final, sem cansar, o TIAS encerrou a apresentação com outras duas músicas do primeiro album: There’s A Little Lemoncello In Everyone, cujo refrão a galera conhecia e cantou junto, e Silvio. Depois do show, em meio a um autógrafo e outro, Steve Rawles conversou rapidamente com o Blog Volume. Disse que adorou ter tocado no Brasil pela primeira vez, lamentou não ter tido chance de vir ao país com o Belvedere.

— Em breve voltaremos a tocar na América do Sul — prometeu o músico, que sorriu questionado se a banda voltará a Porto Alegre. — Pode apostar.

Steve também falou sobre a experiência de fazer uma turnê com os veteranos do Anti-Flag.

— São ótimos garotos. É muito bom sair com a banda.

Anti-Flag: punk melódico politizado com influência de Clash

Termindo o show do grupo canadense, a expectativa era ver a principal atração da noite. O primeiro a aparecer no palco foi o baterista Pat Thetic, que aquecia com algumas batidas. Os dois vocalistas, o guitarrista Jusin Sane e o baixista Chris #2 apareceram logo em seguida, acompanhados pelo guitarrista solo Chris Head, Abriram o show com Rank N’ File e emendaram com I’d Tell You But….

O figurino da banda lembrava o do The Clash, sua principal influência. Os moicanos de antigamente foram abandonados. Justin usava o cabelo arrepiado, e uma camisa verde militar — ironia para uma banda anti-militarista. Chris Head usava uma camisa preta com gravata.

Foi um início de show com muita energia e riffs pop característicos da fase mais recente da banda. E quando um grupocom muitos anos de existência vem ao Brasil, o povo quer curtir os sons “das antigas”. Os anseios da plateia foram atendidos com Fuck Police Brutality, faixa de Die For Your Government, o álbum de estreia da banda. O Opinião em massa cantava o refrão que pedia o fim o abuso de autoridade por parte dos policiais.

Os homens dos instrumentos de cordas não tinham cabos, usando uma alta tecnologia incomum em shows de punk rock. Para justificar o aparato, não paravam quietos. Justin andava para frente e para trás, e girava em torno de si, uma manobra impossível de ser desempenhada com os fios. Chris Head por vezes trocava de posto com o guitarrista Chris #2, e os três interagiam com Pat subindo no palanque onde ficava a bateria e, depois, pulando. O baterista era hiperativo. Enquanto tocava, fazia caras e bocas, com os olhos bem arregalados. Os veteranos mostravam muita energia.

A primeira faixa do disco mais recente dos gringos, The People Or The Gun, a ser executada no Brasil foi a embalada The Economy Is Suffering. Depois, os caras presentearam os fãs com uma versão mais rápida de Press Corpse, hit de For Blood And Empire, o primeiro disco da banda lançado por uma grande gravadora, que acusa a assessoria de imprensa da Casa Branca de encobrir os horrores da intervenção dos EUA no Iraque.

Logo depois, foi o momento de relembrar as origens com That’s Youth, do A New Kind Of Army, segundo disco da carreira. Assim prosseguiu o show, com os sons recentes e mais antigos igualmente agradando o público. Afinal, o Anti-Flag pode ter mudado instrumentalmente, mas o discurso raivoso contra o capitalismo e o militarismo continuam firmes e fortes, agradando a galera.

Em Mind The GATT, uma das mais cantadas pelo público, Justin adota um discurso ecologicamente correto, além de exaltar a união dos países do terceiro mundo contra as medidas protecionistas do comércio internacional. One Trillion Dollar$ ironiza os gastos do governo norte-americano com as intervenções no Oriente Médio. Em 911 For Peace, mais um grito anti-militarista com um refrão pegajoso que diz que chegou o tempo de provarmos que somos seres humanos.

O ponto alto foi a volta para o bis. Justin chegou ao microfone como quem não quer nada e bradou:

— You gotta die, gotta die, gotta die for your government…

Era a faixa-título do primeiro disco da banda. Todos poguearam muito enquanto Justin acusava os chefões do exército norte-americano de testarem armas biológicas em seus próprios soldados. A quebradeira continuou com o tradicional cover de The Clash, que costuma rolar nos shows do AF: Should I Stay Or Should I Go?, que empolgou o público mostrando que o velho punk britânico nunca sai de moda.

No encerramento do show, Justin, Chris e Chris #2 fizeram as vezes de roadies, desmontando a bateria. Mas ainda não era hora de ir embora. O instrumento foi instalado na pista do Opinião, e Pat Thetic tocou Power To The Peacefull, mais um hino anti-militarista, no meio da galera. E assim, com o batera no meio do pogo, terminou o primeiro show no Brasil da história do Anti-Flag.

Trilha sonora de Sucker Punch é matadora

24 de março de 2011 0

A trilha sonora do filme Sucker Punch, de Zack Snyder, é nada menos do que extraordinária. Conferi o longa ontem na cabine de imprensa que rolou em Porto Alegre e meu queixo caiu já nas primeiras cenas. Parte das músicas escolhidas giram em torno de temas como os sonhos e a mente humana.

A primeira música, que rola durante a sequência inicial do filme, é uma versão doce de Sweet Dreams (Are Made Of This), do Eurythmics, interpretada por Emily Browning, a atriz que interpreta Baby Doll. Ficou linda e extremamente simbólica. É como um resumo sonoro da obra de Snyder no começo da película.

Depois, Where Is My Mind?, de Black Francis, do essencial álbum Surfer Rosa, do Pixies, reforça a confusão mental e o desespero da protagonista após a morte da mãe e a descoberta de que seu padrasto quer ficar com a herança da família.

Completam as cenas de abertura do filme o hino Asleep, dos Smiths Johnny Marr e Morrissey, e Army of Me, de Björk. Já a clássica White Rabbit, de Grace Slick, famosa na versão de Jefferson Airplane, ilustra uma batalha apocalíptica em uma Paris destruída durante a I Guerra Mundial na voz de Emiliana Torrini.

Também foi surpreendente a inclusão do mash-up I Want It All/We Will Rock You, de Queen/Brian May assinado por Marius De Vries e Tyler Bates, os responsáveis pela trilha do filme. A faixa tem inserções do rapper Armageddon.

Completam a trilha Search And Destroy, de Iggy Pop e James Williamson, Love Is The Drug, de Bryan Ferry e Andrew Mackay (interpretada pelos atores Oscar Isaac, o Blue, e Carla Gugino, a Dra. Vera Gorski) e Requiem In D Minor, de Mozart.

Sobre o filme? Um pouco confuso no início, mas bem alinhavado ao final. Um grande longa de ação sobre sanidade mental e mundos surreais (tão diversos quanto um Japão feudal, uma Paris sitiada, um castelo medieval e uma base espacial em alguma lua de Saturno), lotado de imagens absurdamente bem acabadas, de altíssima tecnologia, com cenas de lutas em slow motion no melhor estilo 300 e Watchmen (também assinados por Snyder) e com alto grau sensual. Entretenimento classe A não baseado em games, mas que pode ser melhor entendido por quem transita nesta mídia.

Sucker Punch estreia dia 25 de março nos cinemas.

RESULTADO PROMO U2 3D

23 de março de 2011 0

O resultado da promoção do filme U2 3D já está online. Confira os vencedores aqui.

E também já saiu a relação de salas de cinema que vão exibir o filme no Rio Grande do Sul.


Porto Alegre

CINESYSTEM SHOPPING JOÃO PESSOA

Porto Alegre

CINESYSTEM SHOPPING TOTAL PORTO ALEGRE

Porto Alegre

GNC IGUATEMI

Porto Alegre

UNIBANCO ARTEPLEX P. ALEGRE

Caxias do Sul

GNC IGUATEMI CAXIAS

São Leopoldo

CINESYSTEM BOURBON SHOPPING

Novo Hamburgo

NOVO HAMBURGO CIRCUITO CINE ARTE

>>>>> Saiba mais sobre U2 3D aqui

>>>>> Mais U2

Eletronice aguda

18 de março de 2011 0

Mais um post reunindo infos sobre bandas e produtores de eletrônica do Rio Grande do Sul. Sem blábláblá, vamos ao que interessa:


Random Brutal Love: após 3 meses de recesso, o duo de crunk electro rock formado por Lucas Silveira e Matheus Trevisan, de Porto Alegre, retomou as atividades no início do ano. O hiato dos caras os impediu de participar do Disco Virtual Volume # 2 – Electronic Special Edition. Pena! Mas agora eles voltam à carga com Fiasco, este mixtape manero que mistura Crash Bum Bang (que esteve no disco do Volume com a música Hang out with me), Miami Horror (cujo show em Porto Alegre – sobre o qual você leu aqui – foi confirmado para o dia 05 de abril, no Beco, pelo Tomás Bello; detalhes aqui), Bag Raiders, Ladytron, Feed Me, Harvard Bass, Second City Rhythm e outros. Além disso, eles retomaram a produção do material que estava em stand by. O EP do Random Brutal Love está programado pra junho. Terá quatro faixas e dois remixes.




Crash Bum Bang: o SoundCloud do duo formado por Caio Brito e por  Rossano Snel também já está online. O lançamento foi com o Number 1 DJ Set, no qual foram mixadas a faixa autoral Hang Out With Me (que está no disco do Volume) + músicas de Social Disco Club, Tom Tom Club, The Glimmers, The Analog State, Metro Area, os históricos De La Soul e Crystal Waters e mais. Além disso, o Caio está produzindo a carreira solo do Rossano, que foi escolhido o primeiro brasileiro a se tornar endorser da fabricante de sintetizadores Moog. Rossano, músico brasileiro vencedor do The Creators Project Contest ao lado de artistas de Los Angeles e de Londres, cujo prêmio foi a gravação conjunta de um EP em NY (leia aqui e aqui), recebeu de presente um Moog Slim Phatty (último lançamento da marca – veja aqui) e está produzindo vídeos sobre o equipamento. Sabe quem são os outros endorsers da Moog? Daft Punk, Air e Franz Ferdinand. 0_0 TÁLOCO! Esse aí vai longe!


Two Boffins: acabam de estrear o clipe da música Stop Talkin, que integrou o Disco Virtual Volume # 2 – Electronic Special Edition. O vídeo foi todo feito em HD 720, com produção e direção do duo de disco house e electro formado por Ale Avila e Chris Petersen. Eles são designers, então optaram por homenagear formas geométricas, principalmente a do quadrado, que remete à ideia de “stop”. A partir daí, desconstruíram o formato a partir do jogo chinês Tangram. O Chris disse que eles quiseram inserir um pouco de arte concreta no mundo pop e apostar no humor, fazendo interpretações canastronas estilo Francisco Cuoco. Ficou engraçado. Confira o resultado abaixo e escute outras faixas no MySpace:


Ouça o Disco Virtual Volume #2

Calendário de shows atualizado

18 de março de 2011 2

O calendário de shows indicados pelo Volume em 2011 foi atualizado com Pata de Elefante, The Byrds Celebration, Selton, Steel Pulse, Flu e os Parceiros, Damn Laser Vampires, Thunderbird and the Flaming Birds, Maria do Relento, Cartolas, Arnaldos + Tributo a Velvet Underground, Vitor Ramil + Bebeto Alves na festa de 47 anos do Auditório Araújo Vianna e com a mostra de arte Objeto: SOM.

Além desses, já estavam na lista a Noite Senhor F com Apanhador Só + INI + Os Vespas, Wander Wildner, o Festival El Mapa de Todos, Raimundos, Anti-Flag, Ozzy Osbourne, Robin Gibb, Roxette, 3OH!3, Sublime with Rome e Black Label Society.

Justice vai voltar. Aleluia.

15 de março de 2011 0

Os french heavy electro heros do Justice vão voltar em breve com o single Civilization. A música deve sair dia 04 de abril, se não vazar antes, e faz parte do segundo disco do duo, ainda sem nome. O álbum de estreia, você sabe, é o excelente .

Civilization também sera trilha de uma nova campanha da Adidas dirigida pelo polêmico Romain Gavras, que assinou os controversos (revoltantes para alguns, maravilhosos pra mim) clipes de Stress, do próprio Justice, e Born Free, da M.I.A.

No Facebook, Justice publicou o seguinte:

THE BEATING OF A MILLION DRUMS

THE FIRE OF A MILLION GUNS

THE MOTHER OF A MILLIONS SONS

… seja lá o que for isso…

>>>>> Mais Justice

>>>>> Mais Romain Gavras

>>>>> Mais M.I.A.