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Posts de maio 2011

Calendário de shows atualizado

31 de maio de 2011 1

Atualizado dia 08/06 às 14h

O calendário de shows indicados pelo Volume em 2011 foi atualizado com OQuinto (lançando clipe), Acústicos & Valvulados e Tópaz (no projeto República do Rock), Gabriel Melloy + See A + Alexandre Sugos + 4DROP em tributo a Bob Marley, Life is a Loop na festa de 1 ano da Wish, Arthur de Faria & Seu Conjunto, Funkalister e Pata de Elefante + Camerata Brasileira + Quartchêto (lançamento do disco Instrumental RS), Reel Big Fish + Goldfinger (EUA), Second Hand, Gisele De Santi, Myla Hardie (EUA), Tribo de Jah + Produto Nacional, Hibria + Penttagrama e Tributo a Tim Maia, Wannabe Jalva, New Young Pony Club (UK), Darwin Deez (EUA), Television (EUA) e Helmet (EUA).

Alice Cooper jogando golf?

31 de maio de 2011 0

Alice Cooper jogando golf antes do show de hoje em POA? Funny!

Veja as fotos no blog n9ve, da Cláudia Ioschpe.

Resultado promo Alice Cooper

31 de maio de 2011 0


Já saiu o resultado da promoção pro show do Alice Cooper, que rola hoje em POA no Pepsi on Stage. Veja aqui!


PROMOÇÃO: Alice Cooper

30 de maio de 2011 3

Quer ir ao show do Alice Cooper nesta terça, às 21h, no Pepsi on Stage (Severo Dullius, 1995, fone 3371.1948)? Então participe desta promoção do Volume e do Atelier 523 e concorra a um par de ingressos!

Para participar, entre neste link e responda à pergunta “O que há de melhor no rock horror de Alice Cooper?”. Sua resposta deverá ter no máximo 300 caracteres. A resposta mais criativa leva os dois bilhetes. Você tem até as 09h do dia 31/05/2011 para participar.

>>>>> Confira o regulamento aqui!

E o Segundo Caderno da ZH publicou hoje uma entrevista com o velho Alice. Leia neste link.

Justice libera clipe de Civilization

27 de maio de 2011 1

Justice liberou o clipe de Civilization. Cool!

Em uma palavra: colossal. Em outra: maravilhoso.

Sobre o single Civilization você já leu aqui e aqui.

>>>>> Mais Justice

Highlights do DeFalla em POA

27 de maio de 2011 1

* It’s Fucking Boring to Death

* Não Me Mande Flores

* TrashMan

* groove trash funk metal muthafucka rock

* Edu K mandando um ‘abraço’ pro Eduardo Herrera

* Edu K zoando Engenheiros do Hawaii

* A banda não querendo tocar Tinha um Guarda na Porta mas tocando mesmo assim

* Conversar com figuras da intelligentsia local

* Encontrar amigos que não via desde… hããã… 1987?

* Beber rum com a Sil

Fotos: Diego Vara

>>>>> Entrevista: Edu K

Marianne Faithfull em Porto Alegre?

26 de maio de 2011 0

Marianne Faithfull em POA?
Sim, no 18º Porto Alegre Em Cena.
Mais no bloger Lerina.

DeFalla DeVolta DeNovo!

25 de maio de 2011 1

Foto: Tadeu Vilani

Volto das férias e recebo a boa notícia sobre o show do DeFalla no Beco, em Porto Alegre, no dia 26 de maio, às 23h. E melhor: com a formação mais conhecida do grupo, reunindo Edu K (vocal, guitarra), Biba Meira (bateria), Flávio Santos (baixo) e Castor Daudt (guitarra). E haverá um show extra à 01h30min (para o qual você poderá comprar ingresso em conjunto com o show dos Raimundos no Opinião – saiba mais no fim do post). Oba!

Entrevista: Edu K fala sobre o DeFalla e o show desta quinta

O show rola dentro do projeto Discografia Rock Gaúcho e vai repassar o álbum de estreia, lançado em 1987, que tem Ferida, Não me Mande Flores, Sodomia, Sobre Amanhã, Tinha um Guarda na Porta, Ideias Primais no repertório.

Fotos: Divulgação

O DeFalla, você sabe, sempre foi uma banda muito à frente de seu tempo. Bem como o Volume gosta! A banda misturava pós-punk, rock e hardcore com funk, groove, trash metal, glam, rap e tiques eletrônicos já a partir dos anos 80, quando ninguém sabia que isso era possível. Chegou ao auge da sobreposição sonora com o disco Kingzobullshitbackinfulleffect92 (1993). Tipo Metallica encontra Pistols e Sigue Sigue Sputnik numa pista acid house pós-show do Bauhaus com participação do Public Enemy.

Anos depois, o DeFalla forçou ainda mais os beats, turbinando faixas com big beat, funk carioca, Miami bass e techno punk. Tudo com muito punch, direto da cabeça orbital e esquizofrênica de Edu K. Com isso, os caras provocaram repulsa entre fãs radicais, mas não comprometeram seu perfil criativo inovador. Normal. O DeFalla sempre foi várias bandas em uma só. E Edu K, como ele mesmo já disse, consegue ser John Lydon e Malcom McLaren ao mesmo tempo.

Então, metamorfose para eles é algo comum. O DeFalla sempre foi antropofágico e mutante – tanto no som quanto em suas formações. Era uma banda globalizada quando o termo nem havia sido cunhado (ou ao menos quando nem tínhamos notícia sobre isso). Sempre de olho no exterior, tinha parabólicas sonoras direcionadas para o horizonte musical planetário quando poucas bandas sabiam o que se passava fora do BRock.

Desde a formação original com Edu K (vocal, guitarra), Biba Meira (bateria) e Carlo Pianta (guitarra) – e depois na conjunção mais conhecida, com Edu, Biba, Flávio Santos (baixo) e Castor Daudt (guitarra) –, os músicos já mastigavam, engoliam e vomitavam referências quando essa mistura de gêneros musicais era nada mais do que heresia mal-educada de um bando de garotos feios, sujos e malvados. Com eles, tivemos contato com uma fórmula musical vanguardista, contracorrente e inspiradora, que sem querer ajudou a compor o novo cenário musical do Brasil nos anos 90.

Não à toa, o DeFalla serviu de influência para bandas como Planet Hemp, Pavilhão 9, Pato FuUltramen, Comunidade Nin-jitsu, Mundo Livre e Chico Science & Nação Zumbi – a provável última grande banda brasileira. Ainda hoje respinga na produção de grupos como CSS, Bonde do Rolê e na produção eletrônica autoral do Fred Endres Chernobyl e do próprio Edu K.

DeFalla é tão à frente que Edu tocou praticamente pelado (vestiu o pau apenas com uma meia) no Hollywood Rock de 1993 muitíssimo antes de Nick Olivieri, o baixista do Queens of the Stone Age, ser preso por tocar nu no Rock in Rio de 2001. E isso importa? ÓBVIO que sim! São quase 30 anos de pé na porta!

Durante os anos 2000, a banda fez shows esporádicos. Em 2004, tocou no Opinião em Porto Alegre. Em 2007, Edu K participou de um show do Ultramen no Ocidente, em POA, cantando DeFalla. Em 2005, rolaram shows em POA, São Paulo e Rio, onde a banda contou com participações de Marcelo D2 e B Negão. E em 2008, nesta entrevista exclusiva pro Volume, Edu já anunciava mais uma volta da banda. Veja abaixo:

>>>>> Se não consegue ver o embed acima clique aqui!

Escute a entrevista com Edu K


Mais vídeos

Em 2010, em pocket na casa do Flu: 


O set list do show deve ser:

Ferida

O que é Isso

Sodomia

Papaparty

Grampo

Não me Mande Flores

Ideias Primais

Sobre Amanhã

Alguma Coisa

Melô do Rust James

Jo Jo

I’m an Universe

Tinha um Guarda na Porta

TrashMan

Gandaia


Te liga:

DeFalla no projeto Discografia Rock Gaúcho

Quando: 26 de maio, 23h e show extra à 01h30min.

Onde: Beco (Independência, 936, Porto Alegre)

Ingressos: R$ 25 com nome na lista (site do Beco) e R$ 30 na hora. ATENÇÃO: há um lote promocional e limitado para a sessão extra do show do DeFalla em parceria com o show dos Raimundos, que rola no Opinião no mesmo dia. Como funciona? Na quinta-feira, a partir das 14h apenas na bilheteria do Opinião, os fãs poderão comprar um ingresso duplo, que dará direito a assistir ao show dos Raimundos (Opinião, às 23h) e depois o show do DeFalla (Beco, à 1h30min). Estes ingressos promocionais duplos custam R$ 50,00.

Ele se esforça

19 de maio de 2011 0

Eram quase 23h20 quando Rome entoou os primeiros acordes de Dont’t Push  para um Pepsi On Stage lotado de fãs ansiosos pelo primeiro show do Sublime em Porto Alegre.  Por aí dava-se uma ideia da grande noite que vinha pela frente.

Afinal de contas, era a primeira chance de presenciar de perto umas das principais bandas da surf music dos anos  90. Daquela época, apenas o baixista Eric Wilson deu o ar da graça pelos pampas. Por motivos pessoais, o baterista Bud Gaugh não participou da turnê na América do Sul e o vocalista Bradley  Nowell, como todos sabem, já tinha nos deixado em 1996, bem no auge do grupo californiano.

 
Fotos: Félix Zucco

Apesar da seqüência incrível de Garden Grove, Right Back e New Thrash, o show começou morno. A falta do peso das guitarras era evidente para os fãs que apreciavam o lado punk dos caras. Mesmo assim o público cantou junto e formou diversas vezes as clássicas rodinhas do estilo musical. Vestindo uma camiseta dos Raimundos e óculos escuros, o jovem Rome Ramirez não tinha uma tarefa fácil: agradar fãs de uma banda que fez história com a voz Nowell e seu estilo doidão, ao lado de um baterista desconhecido e de um baixista que pareceu muitas vezes pouco inspirado com o momento.

Mas isso não importava, todos queriam ver Sublime. Com a formação original ou não, a banda de vários hits  empolgou os saudositas sedentos que estavam ali para cantar junto do começo ao fim, desde as baladinha Jailhouse e Get Ready, até as mais pesadas, como o primeiro single Date Rape

Assim que tirou os óculos escuros, Rome pareceu realmente enxergar os fanáticos que estavam ali pra matar uma vontade antiga. E foi assim que o show se tornou bem mais pegado e empolgante. Veio então What I got, Badfish , Only e Panic, música nova dos americanos já com o atual vocalista.

Mas era chegada a hora do fim. Ainda bem que tinha o bis. Com ele veio uma imensa roda punk formada a pedido do Rome e ela, a inconfundível Santeria, que mesmo para os leigos, é um clássico.

Ao final de tudo, quem esperava ver o Sublime das antigas, talvez tenha se decepcionado. Mas uma coisa é certa: entre um cigarro e outro, Rome se esforça.