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Festival de cinema, mostra e show marcam os 35 anos da morte de Elvis Presley

03 de janeiro de 2012 5

Um festival de cinema, uma mostra gigante de itens pessoais e um show com ex-parceiros de Elvis Presley marcam no Brasil os 35 anos da morte do Rei do Rock, encontrado morto em Graceland, em Memphis (EUA), no dia 16 de agosto de 1977.

Em Porto Alegre, está rolando desde ontem o Festival Elvis Presley, com 17 filmes rodados entre 1956 e 1969 tendo o músico como ator. O festival será realizado até o dia 26 de janeiro na Sala Redenção (Rua Eng. Luiz Englert, s/n, Campus Central da UFRGS) com entrada franca. Veja a programação completa:

Ama-me com ternura (Love me tender, EUA, 1956, 89 min.) Dir. Robert D. Webb
02 de janeiro – 2ª feira – 16h

O prisioneiro do rock (Jailhouse Rock, EUA, 1957, 96 min.) Dir. Richard Thorpe
02 de janeiro – 2ª feira – 19h
03 de janeiro – 3ª feira – 16h

Coração rebelde (Wild in the country, EUA, 1961, 114 min.) Dir.Philip Dune
03 de janeiro – 3ª feira – 19h
04 de janeiro – 4ª feira – 16h

Garotas! Garotas! Garotas! (EUA, 1962, 98 min.) Dir. Norman Taurog
04 de janeiro – 4ª feira – 19h
05 de janeiro – 5ª feira – 16h

Em cada sonho um amor (Follow that dream, EUA, 1962, 109 min.) Dir. Gordon Douglas
05 de janeiro – 5ª feira – 19h
09 de janeiro – 2ª feira – 16h

O seresteiro de Acapulco (Fun in Acapulco, EUA, 1963, 96 min.) Dir. Richard Thorpe
09 de janeiro – 2ª feira – 19h
10 de janeiro – 3ª feira – 16h

Elvis – amor a toda velocidade (EUA, 1964, 84 min.) Dir. George Sidney
10 de janeiro – 3ª feira – 19h
11 de janeiro – 4ª feira – 16h

No paraíso do Havaí (Paradise, Hawaiian Style, EUA, 1965, 90 min.) Dir. Mixhael D. Moore
11 de janeiro – 4ª feira – 19h
12 de janeiro – 5ª feira – 16h

Feriado no Harem (EUA, 1965, 85 min.) Dir. Gene Nelson
12 de janeiro – 5ª feira – 19h
16 de janeiro – 2ª feira – 16h

Loiras, morenas e ruivas (EUA, 1966, 105 min.) Dir.  Norman Taurog
16 de janeiro – 2ª feira – 19h
17 de janeiro – 3ª feira – 16h

Canções e confusões (EUA, 1966, 92 min.) Dir. Norman Taurog
17 de janeiro – 3ª feira – 19h
18 de janeiro – 4ª feira – 16h

Minhas três noivas (EUA, 1966, 93 min.) Dir. Norman Taurog
18 de janeiro – 4ª feira – 19h
19 de janeiro – 5ª feira – 16h

Meu tesouro é você (Easy come, easy go, EUA, 1967, 94 min.) Dir. John Rick19 de janeiro – 5ª feira – 19h
23 de janeiro – 2ª feira – 16h

Viva um pouquinho, ame um pouquinho (Live a little, love a little, EUA, 1968, 88 min.) Dir. Norman Taurog
23 de janeiro – 2ª feira – 19h
24 de janeiro – 3ª feira – 16h

O bacana do volante (EUA, 1968, 94 min.) Dir. Norman Taurog
24 de janeiro – 3ª feira – 19h
25 de janeiro – 4ª feira – 16h

Charro (Charro!, EUA, 1969, 97 min.) Dir. Charles Marquis Warren
25 de janeiro – 4ª feira – 19h
26 de janeiro – 5ª feira – 16h

Lindas encrencas, as garotas (EUA, 1969, 99 min.) Dir. Peter Tewksbury
26 de janeiro – 5ª feira – 19h

Exposição e show inéditos no Brasil

No final do ano passado, a Elvis Presley Enterprises Inc. anunciou que trará ao Brasil uma grande exposição de itens pessoais do Rei do Rock. Os objetos virão diretamente de Graceland, a casa-museu de Elvis localizada em Memphis, Tenessee. São mais de 500 objetos raros, como utensílios, documentos e fotos, sendo a maior parte deles nunca vista fora de Graceland. A mostra The Elvis Experience será inaugurada em São Paulo no dia 18 de setembro.

Entre os itens estão o carro MG vermelho que aparece no filme Feitiço Havaiano – Blue Hawaii, um telefone folheado a ouro e dois figurinos clássicos: o branco usado em um especial de TV em 1968 (foto de abertura deste post) e o “American Eagle”, usado no especial Aloha from Hawaii, de 1973 – o primeiro concerto transmitido via satélite no mundo.

Além da mostra, São Paulo verá o show Elvis Presley in Concert no dia 2 de outubro. O público assistirá a performances de Elvis projetadas em um telão acompanhadas ao vivo por uma orquestra completa, um grupo de cantores e músicos que tocavam na banda de Elvis.



Cinebiografia
Além das homenagens no Brasil, o roteirista e diretor John Scheinfeld anunciou que pretende contar a vida de Elvis na cinebiografia Fame & Fortune.

O filme será baseado no livro Elvis: Still Taking Care of Business, de 2007, escrito pelo guarda-costas de Elvis, Sonny West, em parceria com o biógrafo Marshall Terrill. Scheinfeld quer um ator desconhecido para interpretar o roqueiro.

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Comentários (5)

  • Francisco Bendl diz: 3 de janeiro de 2012

    Indiscutivelmente o maior astro do rock de todos os tempos.
    Sua influência para os jovens das décadas de cinquenta, sessenta e setenta, ultrapassou continentes.
    Igualmente para inúmeros cantores que queriam imitar a sua voz, trejeitos, requebros e indumentária!
    Jamais houve alguém que se aproximasse do Elvis, que lembrasse a sua maneira de cantar e seu poderio de voz.
    Também era carismático, bem apessoado, um verdadeiro ícone.
    Se os Beatles foram um fenômeno á parte e tiveram a sua época paralela ao do cantor americano, outros conjuntos tiveram sucesso e foram também ovacionados pelo público mundial, mas Elvis foi inigualável e inimitável.
    Do alto dos meus 62 anos, muito dancei ao som de suas baladas (memoráveis) e rock contagiante.
    Seus filmes quando lançados levavam multidões aos cinemas e, invariavelmente, os discos com as trilhas sonoras eram vendidos aos milhões.
    Os cabelos com topetes e “amarrados” atrás, a gola levantada das camisas, as jaquetas, o jeito de andar e parar eram por nós copiados sem qualquer pudor!
    Sim, foi uma época preciosa, de canções belíssimas, de uma geração criativa, que queria deixar a sua marca através de novas formas de se viver, de entender a vida, de se divertir, de dançar, de namorar, de enfrentar um mundo do pós-guerra com esperança e certeza de que se poderia melhorar!
    A rebeldia que tanto se comenta hoje em dia, nada mais era que um protesto a respeito da maneira nada edificante que nossos pais resolviam suas diferenças.
    As guerras, revoluções, racismo desenfreado, o sexo como tabu, foram obstáculos que precisavam ser rechaçados de pleno e, a música, o rock and roll, que contagiou milhões de jovens em todo o planeta, era o símbolo e a linguagem que usávamos, a comunicação corporal, a guria subindo e descendo carregada pelos braços do parceiro!
    Sinto saudades imensas desta época, deste período que começou a ruir com outras guerras, surgindo o Vietnã, Biafra, a Guerra dos Seis Dias, a tomado do poder pelos militares, o avanço comunista pelo mundo, o medo de nova guerra mundial com Cuba servindo de base soviética, o assassinato de Kennedy, o medo de nova crise internacional.
    Alienados a esses movimentos políticos, lembro-me do surgimento dos hippies, cujo lema era, “Paz e Amor”.
    E, com eles, o precursor das drogas, a LSD, o Ácido Lisérgico.
    De lá para cá, a música não é mais a mesma; o romantismo deu lugar à liberalidade; a criatividade é imitar o som alheio.
    Percebo uma carência muioto grande na juventude atual. Os espaços estão sendo preenchidos por um racionalismo inquietante; os sentimentos estão cedendo lugar para devaneios irresponsáveis; a fuga da realidade através das drogas tem sido uma epidemia mundial.
    No entanto, os exemplos de nossas autoridades, tanto no passado quanto atualmente, continuam sendo os mesmos: de incompetência, incapacidade, corrupção, mentiras.
    Mas recordar é viver, como diz o ditado, e eu me lembro muito bem de momentos na minha vida que me possibilitaram sonhar um dia, que me encantaram, que me deixaram enebriado, que possibilitaram eu sentir que tinha algo dentro de mim que não eram apenas os órgãos do meu corpo, mas alma, sentimento, gosto pela vida e… amor!

    >>>>> RESPOSTA: Francisco, obrigado pelo seu comentário. Excelente e emocionante relato de quem viveu a época. Um abraço! Danilo

  • ana alice diz: 4 de janeiro de 2012

    O Francisco disse tudo,que época!também tenho saudades,muitas saudades que vou amenizando escutando suas musicas e vendo seus filmes até hoje.Salve o rei!!

  • Francisco Bendl diz: 4 de janeiro de 2012

    Prezado Danilo, eu que agradeço as tuas palavras sobre o meu registro tênue de uma época que deixou muita saudade.
    Mas eu a vivi; senti; fiz parte ativa de um período mágico, romântico, envolvente.
    Os meus parabéns a ti por esta bela e significativa postagem do maior cantor de rock que já surgiu!
    Afirmo com absoluta convicção, Danilo, haja vista que que o rock and roll trazia consigo um som audível, mavioso, gostoso, contagiante e altamente dançante.
    Ora, dizer que os metaleiros, hoje, com sua fúria em tocar guitarras estridentes e sem qualquer maviosidade em suas músicas é rock, por favor, ninguém consegue repetir um acorde que seja depois de tocado.
    O rock, atualmente, é sinônimo de berro, pessoas se sacudindo freneticamente, som a todo volume mas, a música, inexiste!
    Pois eu faço parte de uma geração que viu esta música expandir-se pelo mundo.
    Bill Haley e seus Cometas, com Rock Around the Clock, Presley, com That’s All Right (Mama), ambas de 54, simplesmente projetaram uma música alucinante para milhões de jovens que queriam algo diferente, novo, de acordo com as aspirações daquele momento.
    Os filmes quer tu relacionaste eu os vi todos.
    Amor a Toda Velocidade, lança uma das mulheres mais lindas do cinema, a belíssima e escultural Ann Margret, que dançava no filme como jamais se vira algo igual!
    Aliás, essas películas do Elvis eram – em termos de hoje – ridículas.
    Roteiro açucarado, belas mulheres, mas o que importava eram as músicas cantadas pelo Elvis nos filmes!
    O seu retorno da Alemanha, após servir o Exército, trouxe a nova fase deste cantor, que começou a se apresentar nos grandes cassinos de Las Vegas.
    Meu primo, Carlos Adolfo, já falecido, tinha a maioria dos discos de Elvis, tanto os bolachões quanto os compactos simples e duplos deste extraordinário cantor. Claro, muitos dos discos não foram lançados no Brasil e, importá-los, não havia como.
    Obrigado, Danilo, por me ter feito resgatar da memória esta época sensacional!
    Um forte abraço, meu caro.

    >>>>> RESPOSTA: Francisco, os filmes do Elvis são, hoje, um tanto quanto ingênuos. Mas são incríveis como retrato de uma época e de uma estética cinematográfica, o que é genial. O ponto alto era mesmo Elvis cantando. Bom, o Volume tem vários posts sobre bandas dos anos 50/60. Basta fazer uma busca pelo nome do artista. Uma das últimas notícias sobre esta época pode ser interessante pra você: um tributo a Buddy Holly gravado por gente da velha e da nova geração (Paul McCartney, Lou Reed, Patti Smith, Fiona Apple, Modest Mouse e vários outros). Leia neste link http://wp.clicrbs.com.br/volume/2011/06/21/tributo-a-buddy-holly-ja-esta-online/?topo=52,1,1,,219,e219 Abraço e até mais!

  • Charles diz: 5 de janeiro de 2012

    Lembro como se fosse hoje… eu tinha apenas 8 anos de idade quando a notícia da morte do rei foi anunciada na TV.

    Estranho como me lembro tão bem da minha fita K7, comprada pelo meu pai a meu pedido na qual eu escutava King Crioule, Jailhouse, Love Me Tender e outros sucessos do rei. Até hoje ainda não entendo porque chorei tanto com a notícia. Será que o motivo do choro é o mesmo que me motiva a Elvis até hoje e não me cansar? Deve ter sido o medo de não ter mais musicas do rei para ouvir.

  • marcia diz: 17 de janeiro de 2012

    onde compra a entrada? como faco??? obrigada!!! para a mostra em sao paulo??

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