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Posts de janeiro 2012

Produtora confirma shows do Morrissey em Porto Alegre, Rio e São Paulo

31 de janeiro de 2012 5


Os shows do Morrissey em Porto Alegre (Pepsi On Stage, 07 de março), no Rio (Fundição Progresso, dia 09) e em São Paulo (Via Funchal, 11) foram confirmados pela produtora XYZ. Informações sobre venda de ingressos serão divulgadas em breve.

Como você já leu aqui, a abertura dos shows do ex-Smiths será com a cantora e compositora Kristeen Young. O britânico será a primeira de dez atrações da série de shows Live Music Rocks, que vão rolar em São Paulo durante todo o ano. Veja aqui as datas da turnê sul-americana de Moz.

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M.I.A. lança o novo single Bad Girls

30 de janeiro de 2012 0

O novo single de M.I.A., Bad Girls, tem beats desacelerados e samples de elementos árabes. Parece até sobra de estúdio do ótimo disco MAYA, lançado em 2010. Um trecho da música, produzida por Danja, já havia sido editado na mixtape Vicki Leekx, lançada no meio do ano passado.

Bad Girls deverá constar no próximo álbum de estúdio da cantora, marcado para entre junho e agosto deste ano. O clipe dirigido por Romain Gavras, que assinou o polêmico vídeo de Born Free, será lançado nesta sexta, dia 3 de fevereiro.

Além disso, M.I.A. gravou com Madonna uma faixa para o próximo disco da cantora. Saiba mais e veja um vídeo delas trabalhando juntas aqui.

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Show do The Rapture define o M/E/C/A Festival 2012

30 de janeiro de 2012 6

Fotos: Rodrigo Esper

Atualizado às 12h30min

O show do Rapture foi o grande momento do M/E/C/A Festival 2012, realizado sábado passado em Xangri-lá, no litoral gaúcho. O pós-punk suingado da banda nova-iorquina foi tão marcante que acabou sobressaindo-se entre os outros grandes nomes da segunda edição do evento, como o CSS e Mayer Hawthorne. Já a banda norte-americana Penguin Prison surpreendeu apresentando um electro-pop-rock alternativo e orgânico.

The Rapture recria o pós-punk elaborando estruturas sonoras complexas a partir de linhas de guitarras cheias de groove, bateria suingada e teclados sintéticos que têm raiz no disco-funk setentista e no new wave dos 80. Em 1999, com o álbum Mirror, a banda praticamente alicerçou os fundamentos do disco-punk, gênero que viria a tomar conta de grande parte do cenário indie no início dos anos 2000. A aguda voz de Luke Jenner, que lembra a de Robert Smith em alguns momentos, ajuda a compor esse quadro peculiar que, ao vivo, ganha cores vívidas.

A banda foi econômica na duração do show no M/E/C/A, mas esbanjou em termos de qualidade musical. A afinação perfeita, a execução excepcional das composições e o comprometimento total dos músicos com a apresentação eram evidentes. Se por um lado houve pouco contato direto com a plateia, por outro a banda mostrou completo respeito pelo público ao exibir um repertório composto por algumas das faixas mais importantes do mundinho independente neste início de milênio.

Entre os grandes momentos do show estiveram o início, com o balanço de In the Grace of Your Love, a épica Sail Away, e duas dobradinhas legais. Uma delas foi Whoo! Alright Yeah… Uh Huh, com clima psycho-disco baseado em groove de guitarra e em agogô, instrumento que fez a ligação direta da faixa com o super hino indie House of Jealous Lovers, absolutamente genial ao vivo (veja acima). A outra dobradinha foi Olio (o primeiro hit da banda, do disco de estreia, Mirror) + Come Back to Me, a ótima faixa de alma marselhesa (meio francesa, meio grega), que está no último disco da banda.

Já as meninas do CSS mostraram que sobrevivem muito bem no palco sem o mentor Adriano Cintra. Mataram a pau reproduzindo com diversão, energia e muito peso várias das loucurinhas irônicas que gravaram e lançaram nos seus três discos desde 2006 – o cru, sujo e vital Cansei de Ser Sexy, o genérico e difuso Donkey e o elaborado La Liberación. Foi um show muito rock, com um senso artsy punk bem pegado e muito mais acentuado do que o de outras três apresentações da banda que vi no passado.

Lovefoxxx, Ana Rezende, Luiza Sá e Carol Parra (mais baterista e baixista de apoio) se superaram em faixas antigas como Art Bitch, Bezzi, Let’s Reggae All Night, Left Behind, Off the Hook e em novas composições, tipo La Liberación, I Love You (ótima ao vivo!), City Grrrl, Hits Me like a Rock. A-La-La, uma das melhores músicas feitas nos anos 2000, foi o ponto alto. Senti falta de outras duas clássicas do disco debut: as bizarras Meeting Paris Hilton e Ódio, ódio, ódio, Sorry, C., faixas que remetem à pré-história electro rock do CSS. O teste de palco sem Adriano Cintra foi superado facilmente. Agora, é esperar o próximo disco e ver como as garotas se saem em estúdio sem ele.

Mayer Hawthorne, que costuma fazer shows suingados, privilegiando o groove e a harmonia das composições dos discos A Strange Arrangement e How Do You Do, pode ter se sentido prejudicado por um deslize de escalação e pelo som baixo. Hawthorne se apresentou depois do Rapture, quando o ideal seria antes, já que a banda nova-iorquina tem um espetáculo claramente mais agitado e dançante do que o dele.

Sendo assim, Hawthorne e banda tiveram que se acomodar entre uma plateia ainda eletrizada pelo grupo liderado por Luke Jenner. Apesar disso, o neo soul atenuante do músico norte-americano não teve dificuldades para encontrar espaço entre o público. O carisma do cantor e o poder das músicas interpretadas pela sua sempre afiada banda foram suficientes para domar a audiência. Apesar da boa qualidade geral do show, a apresentação foi linear e não chegou a ser marcante. Leia entrevista com Hawthorne aqui.

Bem ao contrário de Penguin Prison, banda de electro-pop-rock alternativo do novato produtor , instrumentista e vocalista Chris Glover. No palco, os músicos surpreenderam ao apostar em altas doses de groove criadas por guitarra, baixo e teclado. Sendo uma das duas bandas de abertura o festival, o grupo tocou para pouca gente – assim como Wannabe Jalva, que peguei já no final. Depois de um início lento, o show do Penguin Prison pegou ritmo e foi melhorando gradativa e consideravelmente. O ponto máximo foi com o excelente cover de Blue Jeans, de Lana Del Rey. Não vi Breakbot nem The Twelves.

O M/E/C/A Festival 2012 acabou definido não só pelo poder sonoro do Rapture, apesar da explosiva apresentação do CSS e do show revelador do Penguin Prison, mas também pela boa qualidade sonora. O novo local, uma espécie de anfiteatro natural dentro de uma fazenda, garantiu uma boa acústica para os shows.

>>>>> Mais The Rapture
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>>>>> M/E/C/A Festival 2011

>>>>> Mais M/E/C/A Festival

Tracks Volume #30

27 de janeiro de 2012 0

Cloud NothingsNo Future/No Past
Agonia é uma boa palavra pra descrever a sensação que gera o incrível clipe da música No Future/No Past, da banda Cloud Nothings. A passagem pela qual passa o personagem do filme é poeticamente elaborada pelo diretor John Ryan Manning. A faixa começa tranquila, num ótimo duelo triplo de guitarra, bateria e vocal, até que ganha proporções guitarrísticas épicas. A banda Cloud Nothings você conheceu nas Tracks 29 com a ótima No Sentiment.

Cloud Nothings – “No Future / No Past” Official Video from Urban Outfitters on Vimeo.

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HospitalityFriends Of Friends
Sen-sa-cio-nal essa faixa indie-pop do trio norte-americano Hospitality, composto por Amber Papini (vocal, guitarra, piano), Nathan Michel (bateria, flauta, harmônica) e Brian Betancourt (baixo, vocal). Destaque para a letra esperta, pra guitarra simples e cortante e para a bateria indie jazzy free style. O disco de estreia sai no dia 31 de janeiro.

Hospitality – “Friends Of Friends” from stereogum on Vimeo.

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Wet NunsHeavens Below
Trashy, heavy e rocky. Precisa de algo mais pra ser bom? NÃO! O exato meio termo entre os lances pesados do Foo Fighters e os sons mais leves do Mastodon, tudo com guitarras que podem te fazer lembrar de Queens of the Stone Age.

Heavens Below by Wet Nuns

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Sleigh BellsComeback Kid
O heavy-electrorock Comeback Kid, de guitarras cortantes sobre drum machine, você já escutou nas Tracks 29. Agora saiu o clipe, numa vibe oitentista.

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Arctic MonkeysYou and I [ft. Richard Hawley]
Lançado há alguns dias, o novo clipe do Arctic Monkeys segue a linha road dos anteriores.

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Wilco & PopeyeDawned On Me
OMG! Wilco, Popeye, Olívia, Brutus e toda galera juntos!

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We Have BandWhere Are Your People?
O vídeo de Where Are Your People?, dirigido Alex Turvey para We Have Band, foi inspirado no filme cult The Holy Mountain, lançado por Alejandro Jodorowsky em 1973. É kitsch e enigmático, por isso é também o clipe WTF! da semana. A faixa está no disco Ternion, que teve o streaming liberado.

We Have Band – Where Are Your People? (Official… por naiverecords

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Museum MouthBlood Mountain
Garage rock sujo e cru, soterrado por camadas de guitarra e bateria convulcionadas. A faixa está no novo disco do trio, Sexy But Not Happy.

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Die AntwoordTen$ion trailer
Bizarro OMG! WTF! mutha fucka fucking shit o teaser do novo disco do Die Antwoord, Ten$ion. Very very sick! Goste você ou não, o grupo de rap-rave sul-africano tem personalidade. O álbum sai dia 07 de fevereiro. Você conheceu Die Antwoord nas Tracks 20.

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JusticeOn’n’On
Extraordinário este vídeo de On’n’On, do Justice. Tipo Islands, do The xx, encontrando Seven Nation Army na estética neo-new-age inaugurada por MGMT em Time To Pretend e levada adiante pelo proprio Justice em Civilization. Nota 10. Do novo Justice, além de Civilization, você já tinha conferido o clipe de Audio, Video, Disco aqui

Veja um remix de On’n’On no bloquinho abaixo.

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Miike SnowPaddling Out e Black Tin Box
Miike Snow se joga no dance pop dos anos 90, abusando de beats for the floor e de teclados house em Paddling Out. A faixa, lançada há dias, podia ter sido escrita em 1992. Se Devil’s Work, do novo disco, é um som pras pistas de show, Paddling Out foi feita pras pistas de dança. E nesta semana, a banda lançou Black Tin Box, uma faixa bem mais introvertida, entre o trip hop viajandão e o indie eletrônico cabeça. Muito boa.

Ouça Black Tin Box aqui

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The DrumRun You
Som completamente fora dos padrões, quando o trip hop encontra o drum’n’bass o IDM.

Run You by THE-DRUM

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Ernest GonzalesThe Voice of Fate (I ♥ You)
A projeção mapeada no apartamento que serve de cenário para o clipe da música The Voice of Fate (I ♥ You), de Ernest Gonzales, é legal, mas não chega nem perto do absurdo vídeo criado para a faixa Dandelion, de Stay+. The Voice of Fate (I ♥ You) é um chill-in eletrônico ok, sem muita personalidade.

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The InternetFastlane
Versão teen de Bonnie and Clyde (ou Mickey and Mallory) neste clipe altamente controverso dirigido por Matt Alonzo. O vídeo tem citação a Pulp Fiction na cena do restaurante. A excelente faixa, um new R&B aditivado por hip hop beats, está no disco Purple Naked Ladies, que você pode escutar aqui.

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Bloquinho remix

JusticeOn’n’On (Rick Rubin Remix)
A original você escutou (e viu o clipe) acima. Agora, o remix cheio de groove de Rick Rubin.

JUSTICE “ON’N’ON” RUINED BY RICK RUBIN by edbangerrecords

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Mayer HawthorneA Long Time (Chromeo Remix)
Chromeo reformulou A Long Time, do Mayer Hawthorne, mas não arriscou em nada. Criou um electro disco pop oitentista genérico. Já que o cara toca aqui neste finde (leia entrevista com ele), #ficadica.

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Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29

Entrevista: Mayer Hawthorne

26 de janeiro de 2012 0

Em 2011, Mayer Hawthorne até que tentou ganhar parte das atenções dedicadas à Amy Winehouse e Janelle Monáe durante a passagem dos três pelo Brasil no Summer Soul Festival, mas sua presença se fez discreta. Tendo como “concorrentes” a maior cantora dos anos 2000, Amy, que naquele verão tropical tentava restabelecer sua vida/carreira pouco antes de morrer, e Janelle, a nova promessa da música negra norte-americana, convenhamos, a tarefa era difícil.

O fato é que, se o destaque de Hawthorne na mídia foi pequeno, sua performance no evento em Florianópolis foi inversamente proporcional. Apesar do pouco alcance da voz ao vivo, o que desfavorece qualquer cantor branco de black music, o vocalista e músico de neo soul e new R&B deu um show de inspiração, liderança e presença de palco. Entertainer nato, ele esteve muitíssimo à vontade no papel de crooner de sua big band.

Em seu primeiro disco, A Strange Arrangement, Hawthorne chamou atenção pela facilidade com que compôs músicas claramente inspiradas pelos grandes clássicos do R&B e da soul music, mas ainda assim com algum toque contemporâneo, reforçado pela proximidade quem tem com o hip hop e o rap – e melhor, tudo isso excepcionalmente reproduzido e ampliado ao vivo pela sua incrível banda.

Na verdade, rap e hip hop foram o ponto de partida na carreira de Andrew Cohen, o verdadeiro nome de Hawthorne. O alter ego Mayer Howthorne somente existe porque Andrew foi, um dia, MC, DJ e produtor musical nerd-retrô dos coletivos Athletic Mic League e Now On. Com o tempo, foi fazendo música para poder samplear e reutilizar em faixas de hip hop. Até que Mayer Hawthorne tomou maiores proporções em sua vida. Se a história em si já é boa, sua música não fica atrás.

No segundo disco, How Do You Do, mais sólido e com participação de Snoop Dogg cantando (e não fazendo rap!) em Can’t Stop, Hawthorne volta ainda mais romântico e focado no R&B, amparado não apenas pela vitalidade existencial do soul, mas também pelo frescor da disco music. Como disse na entrevista abaixo, ele se inspirou em Barry White, mestre da mellow music, para compor o álbum:

– Ele era muito “sex music”. Quem está fazendo este tipo de música em 2012? Eu.

Leia e entrevista realizada por e-mail:

Sua música é claramente inspirada no R&B e na soul music dos anos 60 e 70, mas também tem conexões com rap hip hop. Quando você começou a misturar esses estilos e como isso aconteceu?
Rap foi o meu primeiro verdadeiro amor. Ainda escuto rap a toda hora. Mayer Hawthorne surgiu de fazer música para samplear e usar em hip-hop. É maluco porque agora se fechou um círculo em que produtores de hip-hop estão me sampleando.

Você também tem amigos skatistas, indie rockers, DJs… Você acha que sua música consegue atingir tanta gente diferente?
Minha única regra ao fazer música é que ela deve ser divertida. Diversão é universal. Todos querem se divertir.

Seu primeiro show no Brasil ocorreu há exato um ano, quando você,Janelle Monáe e Amy Winehouse se apresentaram no Summer Soul Festival. Muitas pessoas não sabiam o que esperar porque não conheciam sua música, mais ao fim do show boa parte do público pareceu ter gostado da sua música. O que você lebra dessa experiência?
Fomos a última banda a fazer turnê com Amy. Ele foi um doce, e sempre vou ser grato por aquele momento. Fiquei muito surpreso com a reação do público no Brasil. Foi muito positiva. Mal posso esperar para fazer festa aí de novo.

Vi seu show. Você é muito falante. Você é sempre assim no palco?
Hahaha. E tenho muito a dizer, eu acho!

Amy morreu alguns meses após o festival no Brasil. Ela foi uma influência para sua música? Você tem ídolos que influenciaram sua carreira?
Amy foi a maior voz de nossa geração, na minha opinião. Ela também entendia a importância da boa composição e ajudou a trazer isso de volta para a música popular. Ela abriu muitas portas para artistas como eu. Também tenho muita influência de Barry White. Ele era muito “sex music”. Quem está fazendo este tipo de música em 2012? Eu.

O que você está fazendo agora? Algum novo álbum?
Estou sempre trabalhando em novas músicas, mas o foco está em How Do You Do neste momento. Vou rodar o mundo e comer as melhores comidas!

E sobre seu show no Meca Festival? O que está planejando?
Estivemos trabalhando em um novo set especial. Não posso contar surpresas, mas certo que vai ser uma festa!


Mayer Hawthorne se apresenta no M/E/C/A Festival 2012, no dia 28 de janeiro em Xangri-lá, no litoral gaúcho, com The Rapture, CSS, Breakbot, Boy e Penguim Prison. O lance rola das 17h às 4h no Hotel Fazenda Pontal (RS-407, Km 2.5, Maquiné – Acesso Morro Alto/Capão). Ingressos: R$ 50,00 (primeiro lote) e R$ 70,00 (segundo). Saiba mais neste link.

Veja a programação completa do M/E/C/A:

17:00 Abertura dos portões (Juli Baldi + Fran Piovesan DJ set)
18:00 Wannabe Jalva
18:45 Pulp DJ set
19:15 Penguin Prison
20:15 Mycool decaDANCE DJ set
20:45 The Rapture
21:55 Voodoo DJ set
22:25 Mayer Hawthorne
23:35 Popismo DJ set
00:05 CSS
01:15 Neon DJ set
01:35 Breakbot
02:50 The Twelves
04:00 Encerramento

>>>>> Leia sobre o show de Mayer Hawthorne no Summer Soul Festival 2011

Mallu Magalhães lança clipe de Velha e Louca

25 de janeiro de 2012 2

Mallu Magalhães amadureceu. Na balada Velha e Louca, marcada por baixo acústico, bateria leve e pelas cordas havaianas do ukelele de Marcelo Camelo, a cantora e compositora paulista dá de ombros às críticas dos detratores e se lança numa trip delícia sem medo.

No clipe vintage, filmado no alto de um prédio e lançado oficialmente nos cinemas, Mallu ganhou um look sessentista, bem de acordo com o som – esse, por sinal, remete às músicas do Little Joy, a banda paralela do parceiro de Camelo, Rodrigo Amarante (leia aqui, aqui e aqui). A sonoridade já estava presente no último (e excelente) show de Mallu em Porto Alegre, em maio de 2010.

Velha e Louca está no terceiro álbum de Mallu, Pitanga, lançado em 2011.

>>>>> Mais Mallu Magalhães
>>>>> Leia sobre o último show de Marcelo Camelo em POA
>>>>> Los Hermanos farão dois shows em Porto Alegre

Morrissey teria confirmado shows em Porto Alegre, no Rio e em São Paulo

24 de janeiro de 2012 0

Morrissey teria confirmado pelo menos três shows no Brasil em março: em Porto Alegre no dia 07, no Pepsi On Stage, no Rio de Janeiro dia 9, na Fundição Progresso e em São Paulo no dia 11, no Espaço das Américas. A informação saiu no site True To You. O portal Morrissey Solo replicou a notícia.

Conforme o Lucio Ribeiro, São Paulo pode ter um segundo show do britânico no dia 12. Sobre o show em Porto Alegre, nenhuma produtora local se manifestou até o momento.

Como você já tinha lido aqui, o show do Morrissey em POA em 2000, durante a turnê do DVD ¡Oye Esteban!, foi histórico. O ex-Smiths matou a pau com um repertório cheio de clássicos da sua antiga banda e de sucessos da carreira solo. Fãs em peso, adrenalina a mil e culto em andamento. Inesquecível. Já tava na hora de mais uma dose!

As datas da turnê na América do Sul:

Fevereiro
24 CHILE, Vina del Mar Festival
26 SANTIAGO, Chile : Movistar Arena
28 MENDOZA, Argentina : M Arena

Março
1 CORDOBA, Argentina : Orfeo Arena
3 ROSARIO, Argentina : Metropolitano
4 BUENOS AIRES, Argentina : Geba
7 PORTO ALEGRE, Brazil : Pepsi On Stage
9 RIO, Brazil : Fundição Progresso
11 SAO PAULO, Brazil : Espaço das Américas
12 SAO PAULO, Brazil: Espaço das Américas (A confirmar)
14 LIMA, Peru : Jockey Club
17 BOGOTA, Colombia : Metropol

A cantora norte-americana Kristeen Young deverá fazer os shows de abertura.

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Resultado promoção M/E/C/A Festival 2012

23 de janeiro de 2012 0

Já saiu o resultado da promoção do Volume pro M/E/C/A Festival 2012. Virgilio Moraes Migliavacca e Thuanny Baretta ganharam, cada um, um ingresso para o evento. Clique aqui para saber mais.

A entrega dos bilhetes rola no dia do evento (28/01/2012), na bilheteria do festival, mediante apresentação de um documento oficial de identificação (RG ou CNH). O M/E/C/A será realizado no Hotel Fazenda Pontal (Praia de Xangri-lá, RS-407, Km 2.5, Maquiné – Acesso Morro Alto/Capão). O custo com deslocamento será arcado exclusivamente pelo vencedor.

E saiu a escalação das bandas:

17:00 Abertura dos portões (Juli Baldi + Fran Piovesan DJ set)
18:00 Wannabe Jalva
18:45 Pulp DJ set
19:15 Penguin Prison
20:15 Mycool decaDANCE DJ set
20:45 The Rapture
21:55 Voodoo DJ set
22:25 Mayer Hawthorne
23:35 Popismo DJ set
00:05 CSS
01:15 Neon DJ set
01:35 Breakbot
02:50 The Twelves
04:00 Encerramento

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>>>>> Site oficial

Morrissey teria marcado quatro shows no Brasil em março

23 de janeiro de 2012 6

Atualizado às 14h

Morrissey teria confirmado quatro shows no Brasil, de acordo com o site True To You, dedicado ao cantor britânico. O ex-vocalista dos Smiths também teria marcado outras quatro apresentações na Argentina, duas no Chile, uma no Peru e uma na Colômbia. O portal Morrissey Solo publicou a mesma notícia.

A nova turnê sul-americana começa no Chile, no dia 24 de fevereiro. As datas e locais dos shows no Brasil devem ser anunciados em breve. O giro nacional deve ocorrer em março.

Em novembro passado, a produtora XYZ Live informou que realizará em 2012 o festival Live Music Rocks. Conforme a revista Rolling Stone, Morrissey, Arcade Fire, Portishead, Prince e Dave Matthews Band estavam sendo sondados para compor o line-up. As atrações ainda não foram confirmadas, e os locais e datas do evento não foram revelados. A intenção era realizar o festival no primeiro semestre de 2012. Leia mais sobre isto neste link.

A primeira passagem do Morrissey pelo Brasil foi em 2000, quando ele fez quatro apresentações da turnê do DVD ¡Oye Esteban!, sendo uma em Porto Alegre, no Opinião. O show na capital gaúcha foi absolutamente histórico. Com plateia lotada, Moz apresentou um repertório recheado por alguns clássicos dos Smiths e vários sucessos de sua carreira solo ao lado de uma banda afiadíssima – que o acompanha há mais de 10 anos. Foram quase 20 anos de culto condensados em quase duas horas de show.

Em 2004, ele veio novamente à América do Sul, mas tocou apenas no Chile e na Argentina.

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Tracks Volume #29

20 de janeiro de 2012 0

Hello EchoDisconnect Me
Saiu o melhor clipe do ano até agora: Disconnect Me, da banda californiana Hello Echo. Uma viagem aquático-espacial só possível pelo realismo mágico urbano criado na produção. A visão de mundo do personagem, desconectada da realidade após uma ruptura, fica bem evidente no roteiro, nas cenas, no figurino e na fotografia do clipe. O resultado é uma perfeita visão cinematográfica sobre essa incrível balada cheia de harmonia, gently guitars (acústicas e elétricas – estas no final) e desolação. Atenção para o céu nas imagens. A faixa está no disco Hello. A banda tem como influências Built To Spill, Modest Mouse, Pavement, Pixies e outras figuras do indie rock, mas não estranhe se Disconnect Me te fizer lembrar baladas de artistas bem mais pop, como Jack Johnson e Ben Harper. Escute outras músicas da banda no Facebook.

Hello Echo – Disconnect Me – Official Video from Hello Echo on Vimeo.

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Sleigh BellsComeback Kid
Depois de terem lançado a fantástica Born To Lose (ouça nas Tracks 25), o duo Sleigh Bells liberou mais uma pancadinha heavy-electrorock. Comeback Kid segue a linha “guitarras cortantes espalhadas sobre drum machine”. O destaque, como sempre, é para o vocal fofo de Alexis Krauss, que contrasta legal com o peso sujo da trilha. Comeback Kid estará no novo disco do duo, o megaesperado Reign Of Terror, marcado para 21 de fevereiro.

Comeback Kid by Sleigh Bells

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Loney DearLoney Blues
Fantasma urbano transita pela cidade no clipe de Loney Blues, baladinha indie orquestral de Loney Dear.

Loney Dear – “Loney Blues” from stereogum on Vimeo.

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Arcade FireAustin City Limits
O portal do canal de TV PBS publicou o show do Arcade Fire no projeto Austin City Limits. Tem músicas clássicas como Rebellion (Lies) e faixas do disco The Suburbs. O vídeo abaixo deve ficar online até 11 de fevereiro.

Watch Arcade Fire on PBS. See more from Austin City Limits.
Tem vários outros vídeos de artistas ao vivo no PBS, como Sonic Youth, The National, Jeff Bridges, The Decemberists, Black Keys e Mumford & Sons neste link http://www.pbs.org/search/?q=austin+city+limits&mediatype=Video

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Cloud NothingsNo Sentiment
O indie rock dissonante No Sentiment, da banda de Dylan Baldi, é claramente inspirado em Nirvana, inclusive nos vocais. O disco Attack on Memory tem produção de Steve Albini, o que explica muita coisa. O resultado é bom.


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Unknown Mortal OrchestraThought Ballune
Bad trip psicotrópica no clipe WTF! da semana, para a música Thought Ballune, da banda Unknown Mortal Orchestra. Bolinho aditivado é isso ae! No som, indie rock leve com base no pop dos anos 60s e toques de krautrock.

UMO – Thought Ballune from Jordan Blady on Vimeo.

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BleachedSearching Through the Past
Você escutou Searching Through the Past, do duo de garotas Bleached, nas Tracks 19. O som é um excitante indie rock psicodélico com alma 50′s e veia punk. Agora, saiu clipe, fraco.

BLEACHED – SEARCHING THROUGH THE PAST from Molly Schiot on Vimeo.

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Light AsylumSkull Fuct
New Order feelings (e sample) na faixa Skull Fuct, do Light Asylum. Darkwave nervoso, com beats sincopados, vocal forte e muuuuitos teclados. O clipe assinado por Emilxa Xuryłowicz e Cezary Zacharewicz é realmente incrível. Vale cada segundo! A faixa está no EP In Tension. O disco do Light Asylum deve sair neste ano.

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Air Tycoon – Los Angeles
O produtor eletrônico norte-americano Air Tycoon dá show na música Los Angeles. Vocal melancólico em loop, toneladas de samples e beats em guerra entre o downtempo e o uptempo. A faixa (abaixo) não está no disco Fuck Everything I’m God, que você escuta na sequência. Air Tycoon cita o trio de witch house Salem e o gênio eletrônico AraabMUZIK (você conheceu nas Tracks 12) como influências. Credenciais aceitas, basta dar o play.

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Labyrinth EarHumble Bones
OMG! Dance pop sintético em nível máximo, com vocal etéreo, muito groove e alma disco-dark oitentista.

Labyrinth Ear // Humble Bones from Feel Good Lost on Vimeo.

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SantigoldBig Mouth
Batucada digital estilo bagaça na volta de Santigold com a faixa Big Mouth. Ideal pra quem (como eu) curte Diplo, M.I.A., Major Lazer e Die Antwoord. O download da música rola no site oficial.

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The Big PinkSomebody That I Used to Know (Gotye cover BBC Live Lounge)
Espetacular cover indie-eletrônico-roots, com alta personalidade, feito pelo The Big Pink para a música Somebody That I Used to Know, do Gotye. Vale MUITO o play.

The Big Pink – “Somebody That I Used to Know” (Gotye cover BBC Live Lounge) by TheNJUnderground

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Porcelain RaftStrange Weekend
Strange Weekend, o disco de estreia do produtor eletrônico italiano Mauro Remiddi, aka Porcelain Raft, será lançado no dia 23 de janeiro, mas ele já liberou o streaming. No geral, são faixas calmas, com boa carga emotiva. Você já havia escutado músicas de Porcelain Raft nas Tracks 19 e 22.

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Azealia BanksNEEDSUMLUV
Nova querinha do hypeland, Azealia ganhou uma força do produtor Machinedrum e lançou NEEDSUMLUV, um hip hop leve, pop e dançante, revitalizado pelo new R&B e por beats eletrônicos desvinculados da obviedade do rap. Groove garantido.

NEEDSUMLUV (SXLND) by Azealia Banks

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Bloquinho remix

Grinderman Bellringer Blues (Nick Zinner Remix)
Very sick esse remix de Nick Zinner para Bellringer Blues, do Grinderman, a finada banda do Nick Cave. A faixa está no disco de remixes Grinderman 2 RMX.

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AlunaGeorgeYou Know You Like It (Riton Rerub)
Esse remix assinado por Riton Rerub para a música You Know You Like It, do duo britânico AlunaGeorge, está pronto pra festa. Party on!

Na seman passada, nas Tracks 28, você escutou o remix de AlunaGeorge para Born To Die, da Lana Del Rey.

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Buddy HollySlippin’ and Slidin’ (Jacques Renault Remix)
Jacques Renault remodelou completamente a singela Slippin’ and Slidin’, balada rock famosa na voz de Buddy Holly. Puristas do rock, mantenham-se longe.

Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
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