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Resultados da pesquisa por "A-Trak"

Diplo, Skrillex e A-Trak vão regravar Bad, de Michael Jackson

02 de maio de 2012 0


Os DJs e produtores Diplo, Skrillex e A-Trak vão regravar Bad, o superclássico de Michael Jackson, no projeto Live for Now, coordenado pela Pepsi. A ação também marcará os 25 anos do disco.

O lançamento será feito em uma edição especial do refrigerante, que virá com um código para o download da música. O Live for Now também envolverá ações com outros artistas (ainda não divulgados).

Skrillex vem se firmando como o DJ mais importante no mundo hoje, especialmente no que diz respeito ao dubstep. O primeiro show dele no Brasil rolou no Lollapalooza deste ano. Leia sobre o set e veja fotos neste link.

Tracks Volume #51

03 de agosto de 2012 0

ToadiesRattler’s Revival
Pixies encontra Morphine nesse indie rock ácido, urgente e veloz aditivado por metais. O white noise roqueiro do Toadies ganhou groove com os instrumentos de sopro de Black Joe Lewis & The Honeybears, que deram uma nova personalidade para esta versão alternativa de Rattler’s Revival. Vale muito o play. Os caras do Toadies tinham dado um tempo em 2001, mas voltaram sete anos depois. Agora, lançam seu quinto disco Play.Rock.Music.

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FeistodonA Commotion
Mais um clipe de casa sendo destruída (veja o do Icky Blossoms aqui e o de Vera Flash neste post, no bloco eletrônico). É o vídeo de A Commotion, parceria pesada entre Feist e Mastodon (Feistodon), lançada no Record Store Day deste ano (leia sobre isso aqui). No mastodonrocks.com/feistodon você vê uma versão (um pouco) interativa do clipe.

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RunningKalehead
Punk selvagem, com guitarras cortantes em alta voltagem e bateria alucinada que, ao final, ganha tons de um certo heavy blues. A faixa Kalehead está no disco Asshole Savant, da banda de Chicago.

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The AzeotropesLive Up To The Hype
O barulho bom segue com esse bubblegum punk/power pop da banda The Azeotropes. Diz que Live Up To The Hype foi feita com drum machine. Sei não…

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Animal CollectiveToday’s Supernatural
Saiu há alguns dias a turbulenta Today’s Supernatural, mais uma faixa do novo disco do Animal Collective, Centipede Hz. O som é nervoso, cacofônico e estranho, como (quase) sempre eles fazem.

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Cave PaintingSo Calm
Balada indie pop perfeitinha, tipo Cranberries + Vampire Weekend.

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Mirel WagnerTo The Bone
A cantora Mirel Wagner tem uma voz peculiar e um senso de interpretação muito bom. Sua postura e sua música remetem a um híbrido de Billie Holliday e Tom Waits, numa espécie de folk jazz sulista dramático.

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AlgiersBlood
Esse som também tem personalidade. Espécie de slow blues chapado e experimental, Blood tem guitarras metálicas rasgadas em tom de lamento e bateria quase marcial, mas beeeem desacelerada. A banda Algiers lançou a faixa no início do ano.

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LiarsBrats
Super killa bunny psicótico e caçador retardado entram numas no clipe pancada que Ian Cheng fez para a música Brats, do Liars. Nessa que é uma das animações mais alucinantes da música no ano, Cheng faz uma versão anos 3000 de Pernalonga e Hortelino. O vídeo caiu bem pro indie eletrônico raver e nervoso da banda. O som é do disco WIXIW.

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The History Of Apple PieDo It Wrong
Esses britânicos do History Of Apple Pie “do it right” na faixa Do It Wrong. White noise carregado de doçura pop com guitarras linha shoegaze. Ou dreamp pop on acid com vocal fofo, táligado? Você conhece eles das Tracks 20, quando rolou o clipe de lesado para a ótima música Mallory.

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Dirty Beaches @ WFMU
O músico e produtor Dirty Beaches participou do programa de Scott Williams, da rádio WFMU. Ele fez um live act experimental em seu grau máximo. São composições muitíssimo autorais, livres de fórmulas, refrão, melodia e harmonia, e distantes de qualquer direção pop. Mais do que músicas, são gestações e/ou abortos sonoros de art rock estruturado com guitarras, bases pré-gravadas e efeitos.

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Psychic IllsTake Me With You
Lisergia ácida com guitarras químicas e vocal em loop delirante, perfeito para uma trip pela ensolarada Costa Oeste americana. O som saiu num split 7″ com a banda Moon Duo, e o clipe está abaixo.

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Sigur RósVarúð
O Sigur Rós segue em seu esforço para lançar clipes para todas as músicas do novo disco Valtari. Só que agora eles liberaram este filme legal para Varúð, faixa que já tem clipe – aquela animação enigmática das figuras no rochedo. No novo vídeo, dirigido pelo fotógrafo Ryan McGinley, uma mina asiática corre pelas ruas de Nova York usando uma peruca loira. O clipe é pura fotografia e poesia.

Sigur Rós: Varúð from Sigur Rós Valtari Mystery Films on Vimeo.

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Oscar Dowling – EP
O músico neozelandês Oscar Dowling começou a tocar com seis anos. Com o tempo, passou a compor. Agora aos 20 e poucos, lança seu primeiro EP, com quatro faixas. Composições em piano e/ou violino, como Twenty Years e Behind My Face, perfeitas para uma noite enfumaçada em um cabaret, dividem espaço com uma energética balada ao violão, The Beaten Track, e também com a guitarreira experimental de Bend. De uma forma ou de outra sua maior inspiração, Tom Waits, ecoa por todas composições. Olho no cara!

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Laetitia SadierThe Rule Of The Game
A cantora e instrumentista Laetitia Sadier, ex-Stereolab, também liberou o clipe da bela The Rule Of The Game, faixa de abertura do novo álbum Silencio. O som é a tradicional mistura de krautrock, lo-fi, chanson française e pop sessentista.

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Eletrônica

Boys NoizeXTC
Alexander Ridha, aka Boys Noize, lançou há poucos dias a bombástica XTC, faixa em que o alemão aposta altíssimo em beats linha electro-tech-house robótica. A ótima música é o primeiro single do novo álbum, Out of the black, marcado para 06 de agosto. O Boysnoize Records disse que o som já entrou em sets de Justice, 2ManyDJs, Chemical Brothers, Erol Alkan, A-Trak… ôloco!

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TNGHTBugg’n
Esse downbeat dopado de left-field hip-hop, que vem bombando em algumas web radios, ganhou um clipe bem legal. Tem cenas de show forte do TNGHT. E essa criança que faz “ah” na faixa é sample do interlude Un Autre Introduction, do disco The Private Press, do supercult DJ Shadow (ex-UNKLE). O álbum de 2002 é um clássico do left-field hip-hop, que voltou com força em 2012 (sugiro escutar Shabazz Palaces).

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ElliphantCiant Hear It
A MC Elliphant, espécie de M.I.A. sueca, liberou o clipe da faixa Ciant Hear It. O som tem beats estourados de algo entre funk carioca e Miami bass, e vocal spoken word sujo. Elliphant já apareceu por aqui antes. Você escutou TeKKno Scene nas Tracks 37 e o clipe da mesma faixa nas Tracks 40.

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Enigma DubzWe At War
O produtor de Birmingham começou na música clássica com 5 anos, mas depois passou pra eletrônica. Nessa faixa política-existencial, uptempo beats fazendo a linha drum’n’bass etéreo te conduzem em uma pequena viagem sônica.

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LokrianGreen and Yellow
O dubstep aqui é muito mais influenciado pelo acid jazz e pelo downtempo do que pelo techno e pelo drum’n’bass. É muito mais Rubin Steiner e muito menos Skrillex.

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Washed OutA Dedication
Ernest Greene lançou Within And Without, o álbum de estreia do seu projeto Washed Out, há um ano. Apesar disso, o romântico clipe da balada indie eletrônica A Dedication, que fecha o disco, saiu apenas agora. Você viu um clipe dele antes. Eyes Be Closed está nas Tracks 6.

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SHORTCIRCLESMAPZZZ: SHARKBITE SESSIONS
Éter.

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#ficadica @MarcosTesser

Vera FlashHustle
A cantora Vera Flash fez sua estreia com um clipe épico, sanguinário e muito bem editado para gostosa faixa Hustle, uma inquietante e sombria mistura de electro pop com hip hop numa pegada dançante e sexy. Vamos ficar bem atentos a essa guria!

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Bloquinho remix

Matthew DearHer Fantasy (Poolside Remix)
Poolside fez um remix calmo, meio space house, para a excelente música Her Fantasy, do Matthew Dear. Você escutou a versão oficial de Her Fantasy nas Tracks 47. O duo Poolside, de Los Angeles, acaba de lançar o disco Pacific Standard Time.

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Charli XCXYou’re The One (The Internet Remix Feat. Mike G)
A cantora pop britânica Charli XCX não me agrada muito. Pra mim, ela é uma versão single da dupla t.A.T.u. Mas o duo The Internet fez um remix muito bom para You’re The One, com participação do MC Mike G. Juntos, deram uma nova personalidade para o som. The Internet, talvez você lembre, lançou há algum tempo um clipe controverso para a faixa Fastlane, do disco Purple Naked Ladies. Você viu nas Tracks 30.

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Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29, #30
Tracks: #31, #32, #33, #34, #35, #36, #37, #38, #39, #40
Tracks: #41, #42, #43, #44, #45, #46, #47, #48, #49, #50

Diplo lança Set It Off, do novo disco Express Yourself

21 de maio de 2012 0

Diplo keeps coming! Depois da bombástica Express Yourself (você escutou nas Tracks 32 e viu  aquele clipe celulitoso incrível nas Tracks 35), do clipe supercool da música superfoda Original Don (do Major Lazer, você viu nas Tracks 24), do vídeo sexploitation manero do Bonde do Rolê (veja aqui) e da anunciada parceria com Skrillex e A-Trak para regravar Bad, do Michael Jackson (leia aqui), o (um dos) predileto(s) do Volume liberou Set It Off. A faixa é um arrasador mix de Miami bass, funk carioca, Caribbean beat e dance hall pra rachar qualquer pista digna. O som está no disco Express Yourself. Pre-order aqui.

E o site do Mad Decent, o selo do Diplo, liberou bootlegs e remixes da faixa Express Yourself:

>>>>> Mais Diplo

Tracks Volume #16

30 de setembro de 2011 0

The Gift – show em POA dia 25/10
A banda portuguesa The Gift se apresenta pela primeira vez em Porto Alegre no dia 25 de outubro, no Opinião. Com um indie rock de veia britânica, letras em inglês e boas linhas de guitarra, algumas vezes acompanhadas por piano, o grupo geralmente se posiciona no dream pop, com canções calmas e nostálgicas.

Escute The Gift neste link

Os caras se juntaram em 1994. Em 1998, lançaram o disco Vinyl. Em 2001, gravaram o álbum Film com o produtor Howie B (que já colaborou com Björk e U2). Em 2003, fizeram turnê com Flaming Lips. Em 2006, rolou a primeira tour pelo Brasil, com shows no Rio, em SP, em Curitiba e no Recife. A banda se apresentou no dia 23 de setembro, semana passada, no Rock in Rio, onde apresentou faixas do disco Explode.

Em outubro, eles farão shows em Los Angeles, Chicago, Toronto, Nova York e Boston. Depois, voltam ao Brasil para uma turnê que passará por Porto Alegre, Rio de Janeiro (dia 26/10 no Teatro Odisséia), São Paulo (data e local a definir) e Belo Horizonte (dia 29 de outubro, no Music Hall). Veja o serviço do show em POA:

Dia 25 de outubro, às 22h.
Opinião (José do Patrocinio, 834).
Ingressos a R$ 25,00.

Vendas: a partir do dia 05 de outubro na Loja Bellenzier Pneus (Av. Dom Pedro II, 1168, esquina Cristovão Colombo), de segunda à sexta, das 12h às 18h, e sábados das 09h às 12h.

Bandas portuguesas que cantam em inglês, geralmente com forte acento sonoro britânico, tem gerado buzz no cenário indie. Duas delas enviaram material pro Volume e ganharam destaque no blog. A primeira foi You Can’t Win, Charlie Brown, que você conheceu nas Tracks #3. Depois, foi a vez da Norton, que encabeçou as Tracks #5.

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Yuck - Soothe Me
Doce balada da banda britânica que ama o indie rock americano dos 90. O disco de estreia será relaçado em CD duplo dia 11/10 com a ótima Cousin Corona, que você escutou nas Tracks 13. Ouça a nova Soothe Me abaixo:

Soothe Me by Yuck

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Dum Dum GirlsBedroom Eyes
As Dum Dum Girls me pegaram facinho com a música Coming Down, um lo-fi tipo sonho que você escutou nas Tracks #6. Agora, o clima do som gira 180º, chegando a um power pop energético e açucarado, mas nem um pouco enjoativo. Pelo contrário. Rockinho delícia.

Dum Dum Girls – Bedroom Eyes (OFFICIAL VIDEO) from Sub Pop Records on Vimeo.

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FeistMetals
O novo disco da Feist, Metals, orbita um folk contemporâneo, autoral e delicado. Algumas faixas esbarram de leve no soul e no jazz. No geral, é um belo estudo de cordas e bateria. O vocal é delicado e inspirado. Você leu sobre How Come You Never Go There nas Tracks #9.

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Björk - Moon
Sinceridade? Ainda não consegui descobrir se isto é muito bom ou muito ruim. O que sei que é meu amor por Björk é incondicional. Às vezes.

björk: moon from Björk on Vimeo.

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Radiohead - Staircase
Então o Radiohead foi ao Saturday Night Live dia 24/09 e apresentou a nova faixa Staircase. Você já deve ter visto. Segue pra quem não viu:

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TV GirlGirls Like Me
O duo TV Girl, de San Diego, que você conheceu nas Tracks 10 lança o single Girls Like Me dia 04 de outubro. Indie pop fofo sessentista. A também nova Sarah (Meet Me in the Sauna) sai no mesmo dia.

Escute Girls Like Me aqui

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4AD Sessions
A gravadora 4AD liberou o streaming do disco que reúne 10 de suas bandas, tipo Gang Gang Dance, Deerhunter, Ariel Pink, Blonde Redhead, tUnE-yArDs e outras. É um exercício de paciência algumas vezes…

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Publicist- Hardwork
Sintetizadores robóticos from hell e muito groove nesse som incrível de Sebastian Thomson, que assina como Publicist e também toca na banda cult norte-americana Trans Am.

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Lesbians on EcstasyShe Likes to Party
Se os Beastie Boys fizessem um som com MEN, a banda de JD Samson e Johanna Fateman (ex-Le Tigre) é provável que rolasse algo como She Likes to Party, a faixa hip-rock tiração de sarro que tem o bombástico Big Freedia como convidado. O cara é um dos MCs mais malucos do underground, e deu moral pro som da banda Lesbians on Ecstasy. Tá no meu repeat há dias. Tem download aqui

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Rostam BatmanglijWood
O tecladista do Vampire Weekend liberou o single étnico Wood. Um lance turco-árabe, marcado por atabaques e cordas. Eu curto. O projeto solo dele deve agradar a quem é fã da banda.

ROSTAM – Wood by ROSTAM

Pouco antes, Rostam produziu The Trick, faixa que está em Relax, novo disco do Das Racist. The Trick é mais inquieta do que Wood, mas igualmente inventiva.

DAS RACIST – THE TRICK produced by ROSTAM by ROSTAM

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Kindness - Cyan
A faixa Cyan é um electro-pop de alma disco criado pelo produtor Kindness. Feel it!

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CSS - Hits Me Like A Rock
Não sabe dançar?
CSS ensina abaixo.
Sobre o disco La Liberación você já leu nas Tracks 10 e 2. E Hits Me Like a Rock, você sabe, tem participação do nosso amigo Bobby Gillespie, do Primal Scream, que fez show segunda em Porto Alegre. Leia, veja fotos e vídeos do show neste link.

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Fenech-SolerGolden Sun
Ouvindo Golden Sun, da banda britânica Fenech-Soler, dá vontade de correr pra pista mais próxima!

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El Baile – Cafe De La Musique POA
O duo, El Baile, composto por Thiago Zacchi e Fabrício Parisoto, se apresenta pela primeira vez em Porto Alegre, no Cafe De La Musique POA. No live act dos caras, discotecagem, sintetizadores, eletric piano, iPads, acordeon e instrumentos de percussão. Eles estão em estúdio preparando seu primeiro álbum de músicas próprias. Saiba mais sobre isso no blog Sônica, o programa de música eletrônica da Atlântida

El Baile at Amazon Club – Chapecó/SC – Brazil from EL BAILE on Vimeo.

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Bloquinho remix

Florence + The MachineShake it Out (The Weeknd Remix)
Florence Welch sempre surpreende, seja sozinha (como em Not Fade Away, veja nas Tracks 3) seja com sua banda The Machine (leia aqui e aqui) . Agora, a faixa Shake it Out ganhou remix de The Weeknd, que criou algo entre o obscuro e o etéreo.

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Duck SauceLuis Guzman
Duck Sauce refez a faixa Barbara Streisand para uma promo do How To Make It In America, da HBO, com o ator supercult Luis Guzman como, hããã…, inspiração! No casting do vídeo, Terry Richardson, Mark Wahlberg, Pharrell A-Trak, Asher Roth, Justin Bieber e mais.

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#ficadica @MarcosTesser

AustraLose It e Young & Gay
Uma mistura de electro com uma batida sombria, porém aquecida com uma pegada new wave e potentes vocais de ópera. Usando piano, elementos eletrônicos e o vocal poderoso de anos de estudos líricos da vocalista Katie Stelmanis, o trio de Toronto lançou o seu primeiro CD esse ano pela Domino Records. Foi produzido pelo Damian Taylor, que já trabalhou com Björk e The Prodigy. Todo o lirismo eletrônico da banda pode ser sintetizado na excelente Lose It.

A banda, que lembra muito o trabalho dos suecos do The Knife, é abertamente inspirada em The Gossip e The xx, mas muito mais pela bandeira gay defendida pela Katie Sterlmanis, lésbica assumida, que propriamente pelo som. Uma das mais interessantes faixas do Austra é a dançante e obscura Young & Gay.

Outras faixas super bacanas: a fantasmagórica, sombria e eletrônica Beat and the Pulse, que tem até um clip censurado, Spellwork e seu b-side fantástico Identity.

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Entrevista: Killer on the Dancefloor vai te pegar!

17 de abril de 2009 0

Divulgação

Cuidado! Assassinos estarão à solta no Porão do Beco, em Porto Alegre, neste sábado (18). São os caras do Killer on the Dancefloor, de São Paulo, que fecham a primeira edição do Electroshock prometendo matar a todos de tanto dançar.

O festival começa hoje, como você já está cansado de saber. Serão dois dias de sets e live acts com alguns dos melhores nomes do maximal e do electrorock nacional. A programação você já viu aqui (além deles, foi confirmado o set de Mind) e a entrevista com o duo gaúcho Fenx, aqui.

Se Fenx está apenas começando a tocar, o Killer on the Dancefloor já pode dizer que tem uma certa história na cena brazuca e uma boa inserção internacional. Phillip A. e Fatu deram início ao Killer numa onda de electrorock, discopunk e mash-ups, na linha de 2ManyDJs e Soulwax. Hoje, transitam entre o tropical, o crunk, e o fidget house de A-Trak, CrookersEdu K. Abriram o coletivo Crew, que gerou a festa de mesmo nome, considerada a melhor de 2008 pela imprensa de São Paulo, e lançaram o selo Maximize.

Além disso, fizeram remixes para Larry Tee, Digitalism, The Qemists, Mixhell e Turbo Trio e tocaram em festas e festivais com Jus†ice, So Me, Pendulum, The Go Team!, Fujiya & Miyagi e outros.

Agora, Phillip A e Fatu ganharam o apoio do produtor Ali Disco B. para o Killer lançar seu primeiro álbum. Haverá uma turnê de divulgação. Na entrevista abaixo, Phillip disse que eles devem apresentar uma nova música no Electroshock, com parceria de “um vocalista bem conhecido” – só não disse qual. É esperar para ouvir!

No MySpace, não perca as faixas TFAR – Presta Atenção, Gringo OBA OBA, I Love U e a porrada Lost Weekend. Você vai querer se jogar na pista mais próxima!

A entrevista é longa, então chega de blá blá blá. 

 

   

Quando e por que vocês criaram o Killer On The Dancefloor? Estavam de saco cheio da música que rolava nos clubes?

Phillip A.: Lembro que eu era residente do Clash e do Vegas nessa época e eu tocava discopunk e electro, e as outras noites de todos os clubs so tocavam o combo minimal, prog., techno!! E eu e o Fatu decidimos criar o Killer, logo em seguida criamos o Crew… e ai começou uma reviravolta na cena!

Hoje, como vocês vêem a cena (se é que podemos chamar assim) maximal no Brasil? Vários produtores brazucas estão bombando, principalmente entre DJs, artistas e a mídia internacional. Mas e como está a coisa aqui no Brasil na visão de vocês?

Phillip A.: Acho que esta caminhando para um lado bem legal. Hoje, você vê vários artistas desse segmento em festivais pelo Brasil, em revistas, em blogs, jornais e por ai vai. Acho que tem muita pedra pra rolar, mas estamos no caminho certo!

Se vocês tivessem que definir maximal em palavras, como seria?

Phillip A.: Lots of fun and party music!

Como o próprio nome diz, maximal é diretamente oposto ao minimal, que dominou as pistas de dança por algum tempo nestes anos 2000. Porém, há anos vivemos a quebra total de barreiras e a unificação de gêneros diversos por gente que há décadas consome todas as vertentes musicais. A diferença é que esse fenômeno é, agora, percebido por um maior número de pessoas. O que você acha que será da música para as pistas daqui para frente. Ou seja, o que virá depois do maximal e desta fusão de gêneros?

Phillip A.: Não dá pra saber o que virá depois disso. Eu lembro que quando o Killer começou agente estava numa onda mais electrorock e discopunk com mash-ups. Hoje, estamos numa onda mais tropical, crunk, e fidget house. Tipo, no começo o nosso set tinha muito Gossip, Hot Chip, LCD Soundsystem, Justice, Simian e hoje esta muito mais pra A-Trak, Crookers, Edu K, Switch, Jesse Rose, Sinden, acho que tudo muda. Tem muita gente migrando pro Dub Step. Enfim!

Como vocês criam música? Como fazem para compor e quais equipamentos usam?

Phillip A.: A ente cria música em dias inspirados com bastante Todinho, heheheheh. Usamos um mini-moog, cubase alguns plugins e controladores.

Como foi tocar no mesmo palco pelo qual passaram Jus†ice, Digitalism, Steve Slingeneyer (Soulwax), So Me, Pendulum, The Go Team!, Fujiya & Miyagi e Squeak E. Clean (N.A.S.A.)?

Phillip A.: Ter dividido o palco com o Jus†ice foi uma coisa de louco, sou muito fan deles o legal que eles vieram junto com o DVNO, que já é amigo meu de alguns anos. Daí ele me apresentou os caras. Dividimos camarim e etc. Foi muito legal, o Steve do Soulwax também acabamos tocando juntos no casamento do Iggor, cada um tem uma historia legal!!!

Vocês já fizeram remixes para Larry Tee, The Qemists, Mixhell, Digitalism e Turbo Trio. Além destes, quais outros remixes foram assinados por vcs? Estão preparando algo neste momento? Alguma novidade e/ou convite?

Phillip A.: Tem o novo remix que agente fez pro The Fire and Reason. É uma banda de NY que o Larry Tee é o empresário e ele me chamou pra fazer um remix pra eles, daí agente fez o remix da musica Presta Atenção e foi um super hit no Winter Music Conference agora em Miami. Vários DJs como LaidBack Luke, Steve Aoki, MSTRKRFT, Erol Alkan já tem essa musica. Ela vai ser lançada pelo label DJS ARE NOT ROCKSTARS do Alexander Tecnique. Tem mais coisas por vir também.


O que levou vocês a criarem o coletivo de maximal e freestyle CREW?

Phillip A.: O Crew surgiu de uma troca de mail que eu mandei pra todos que hoje sao residentes da Crew e foi uma festa que cresceu sem pretensão nenhuma. Hoje, ganhamos pelo Guia da Folha de S.Paulo como a melhor festa de 2008 pelos jurados e pelo público. Já tivemos como convidados na cabine da Crew Tittsworth, Larry Tee, Steve Soulwax, Flosstradamus, Designer Drugs, DJ Fisk e também algumas personalidades que passaram só pra curtir a festa – DVNO & FAR do Scenario Rock, Yuksek, VHS or Beta, Bronques do site 

lastnightparty.com (veja fotos do Brasil aqui) e varios outros amigos!!!

Como é gerenciar o selo Maximize? Sem dúvida, vocês estão sempre ligados na nova música, mas como são as negociações para lançar DJs e produtores? Quais o selo já lançou?

Phillip A.: Sem dúvida é muito legal mexer com esse lado da música de selo e etc. Já lançamos um EP do Database, lançamos também o EP do Y?? (Why???) que é um projeto do produtor Ali Disco B., que também é o nosso produtor no Killer, junto com o DJ Marco Hanna. Também lançamos o EP do Sexystalk de Belo Horizonte e agora vamos lançar o nosso primeiro single, A Square, que vem com remixes do Database, Mixhell, Sexystalk e Tchorta Borato.

Como têm sido os shows de vocês pelo Brasil?

Phillip A.: As gigs por aqui têm sido muito legais. Todos os lugares que agente toca tem uma resposta muito boa!!! Pelo exterior ainda não começou, mais assim que rolar todo mundo vai ficar sabendo.

O que vocês pretendem apresentar no Festival Electroshock, em Porto Alegre? Alguma faixa nova?

Phillip A.: Vamos tocar no mesmo formato que tocamos no Skol Beats, com bateria eletrônica, teclados e laptops!!! Vai ser insano. Pode se preparar pra dançar pois o show vai ser hot!!!! acho que ate o dia da apresentação vamos estar com a nossa faixa nova com uma parceria muito boa de um vocalista bem conhecido!!!

Planos para um CD? Clipe? Ou novos projetos?

Phillip A.: Sim, estamos montando nosso álbum. Assim que ele ficar pronto vamos fazer a tour de lançamento fazendo shows com nossas próprias músicas. Pra isso, o Killer já tem o seu terceiro integrante, o Ali Disco B., que tem produzido com agente o nosso álbum. Na tour do álbum será os 3 killers!!!!

>>>>> Entrevista: Fenx quer conquistar o mundo
>>>>> Electroshock define programação por dia
>>>>> Electroshock trará a nata do maximal a POA em abril
>>>>> Veja a programação de shows no calendário do Volume

Postado por Danilo Fantinel

Chernobyl; Rússia

08 de maio de 2008 2

Marcelo Nunes, especial
Fredi Endres, o bombado DJ e produtor Chernobyl, está a caminho de mais uma turnê na gringa. Depois de visitar Suécia e Japão no ano passado, agora ele segue para Rússia, Ucrânia e Alemanha para DJ sets nucleares tão quentes quanto este ótimo “DJ Chernobyl neo bailefunk 2008”, que já teve mais de 14,3 mil downloads. Já escutou? Demorô!

Durante o giro por Moscou, Kiev e Berlim, Chernobyl vai apavorar em bares, clubes e também no Ukraine Festival. Além disso, fará um DJ set ao vivo para toda a Alemanha na Fritz FM. Legal!

Fredi é figura forte no distante Japão e, via selos internacionais antenados, já chegou aos Estados Unidos e à Inglaterra. Em terras japas, lançou a série de vinis Bailectro, em que mixa funk com electro e rock – especialidade do cara desde 1995 na Comunidade Nin-Jitsu.



O cara vem trabalhando muito desde o ano passado, produzindo faixas, EPs, álbuns e remixes para gente igualmente bombada como Bonde do Role (produziu oito das 12 faixas de With Lasers), Turbo Trio, Deize Tigrona,

Cansei de Ser Sexy, entre outros. Mais: Chernobyl foi o único brazuca a tocar no Fuji Rock Festival de 2007, onde estavam

The Cure, Simian Mobile Disco,

Justice, Beastie Boys,

Iggy Pop

Especialista na cruza entre riffs do rock e pancadão do morro, Fredi Chernobyl manobra

Arctic Monkeys, RQM,

M.I.A., AC/DC, A-Trak, George Clinton, Princess Superstar, BDR, Sinden & Count Monte Cristal, Canessinha do Pikachu, Salt ‘N’ Pepa,

Edu K e Diplo (na foto abaixo, Fredi, Marina Ribatski e Diplo gravando juntos) com facilidade e muito groove. E assim vai se firmando como uma dos produtores mais visionários e importantes do país.



Fora isso, o novo CD da Comunidade Nin-Jitsu, Atividade na Laje, o sexta da banda, vai junto no case de Fredi para uma divulgação básica na Europa. No Brasil, o álbum será lançado no final de maio.

Leia uma entrevista exclusiva como o cara:  

Como pintaram esses convites para Rússia, Ucrânia e Alemanha?

Já faz quase um ano que uma dupla de DJs que organizam festas em Kiev (Zighuli Party) vem perguntando quando estarei por perto para armarmos uma data, já que os sons que produzi realmente fazem parte da noite de lá e são muito executados pelos DJs, tanto Bonde do Role, meus remixes para artistas variados e, hoje em dia, o som novo, inédito ainda aqui, da Comunidade com a Marina (ex-Bonde) Funkstein. O pessoal também simpatizou muito com meu nick “Chernobyl” afinal tocarei a 200km do desastre nuclear. Na Rússia, o americano DJ Diplo me indicou, pois viu que os caras lá se amarram no estilo que faço. Já na Alemanha, estou lançando um EP com produção minha para o artista RQM, pelo selo de lá Exploited Records. Viva a globalização, a internet e o myspace…

“Chernobyl” tocando na Rússia é, no mínimo, curioso. Você está preparando algo especial para essa etapa moscovita da turnê?

Estou preparando um set de 2 horas com muita produção minha, que é a característica principal, pois acho que sou o único produtor que vem lançando remixes que misturam electro com “bailefunk” (lá chamam assim) no mundo. Vou passear desde o miami-bass, que é a raíz de tudo que eu faço, até bootlegs de Créu com Alter Ego, MSTRKRFT com o pancadão e Beastie Boys com Mãe Loira.

Esses dias eu estava falando com o Edu K que ele, assim como você na Comunidade Nin-Jitsu, captou o poder explosivo da mistura entre funk carioca, Miami bass e heavy metal há mais de dez anos. Apesar de os bailes serem fortes no Rio há mais tempo, só agora a maior parte do público começa a curtir esse som – e especialmente o híbrido com o rock em vez do funk “puro”. Como tu te sente sendo um dos desbravadores nesse segmento? E por que rolou esse delay com o público mainstream?

Eu fico muito honrado de ser desbravador de um som que misturou algo oriundo da periferia carioca com o rock classe-média gaúcho. Acho que sempre alguém que não vive dentro do gueto pode fazer isso, vê de fora. A bossa-nova é baseada no samba mas não foi feita no morro. Acreditei que o funkarioca tinha um lado bom, muito original, que era a primeira música eletrônica produzida no terceiro mundo. Em 2005 o mundo viu isso, e só a partir da aprovação dos estrangeiros é que o povo indie começou a aceitar o que fazíamos, e já vivíamos a era myspace, Bonde do Role (que eu produzi), etc. Todos os lugares em que tenho tocado, sou visto como precursor de um estilo, juntamente com minha banda, Comunidade Nin-Jitsu. No Japão, um repórter sabia até que o Mano Changes era deputado e me perguntou se nossas letras tinham mensagens políticas de protesto (!!!). O povo que não questiona estilos, que apenas curte som, pula e dança, já aprovou Comunidade desde o comecinho, nos 90s.

Hoje fala-se em “pós-baile-funk”, porque a sonoridade “original” foi modificada por mil interseções com gêneros variados como pop, rock, hip hop, new rave, electro, house, mashups diversos… Mas no início dos anos 2000 vários bootlegs que faziam essas misturas ficaram bombados, até porque tinham bases de Nirvana, White Stripes e até Smiths (lembra do “Funk do Dermite”?). Pós-baile-funk é só um novo rótulo para algo que já existia ou é real? Você consegue definir pós-baile-funk como algo realmente novo?

Acho que o pós-bailefunk, que chamo de Neo Funk, é algo que a Comunidade e o Edu K já haviam feito nos 90s, mas depois de Bonde do Role e M.I.A. (com apenas Bucky Done Gun nesse estilo) a coisa se espalhou em nível mundial por causa da internet e o mundo, inclusive São Paulo que odiava funk, aprovou. Os funks que samplearam The Smiths, etc, são considerados algo ímpar, exceção, nada proposital, não foram feitos por quem viveu o rock e o eletrônico como eu e o DJ Gorky do Bonde. O movimento realmente existe e acontece mais no exterior do que no Brasil. Quando me solicitam um remix sou obrigado a fazer no estilo que chamo “bailectro” ou “neo-funk”, até porque em termos de electro/house, etc.. os europeus são bem melhores que a gente, o segredo é se diferenciar para obter destaque.

Desde 2007 você produziu álbuns e EPs no Brasil e no exterior, como With Lasers, do Bonde do Rolê (Domino Records, UK), Spunk Scat and Politics, uma coletânea com Cansei de Ser Sexy, Deize Tigrona e outros (KSR Records, Japan), a série Bailectro (Chateaudisc, Japan), DJ Chernobyl presents: Neo Funk (Som Livre, Brasil) e até Pancadão do Caldeirão do Huck (Som Livre, Brasil). Como foi realizar estes e outros trabalhos? Como funciona teu sistema de criação? Você tem livre autonomia para gerenciar o som dessa galera? Ou tudo depende de muito papo e “negociação” com bandas e artistas para definir as direções da música?

Depende de cada artista, no caso da Deize Tigrona eu tive carta branca dela. Com o Bonde do Role somos democráticos, se faço uma base sozinho, sempre lapidamos juntos depois. Na minha série de vinis “Bailectro”, fui briefado para transformar em funk sons de bandas que o selo japonês acreditava, como a francesa Rinocerose e Tim Deluxe. Os trabalhos com a Som Livre ocorreram por causa do ex-presidente Gustavo Ramos, que tava muito ligado nas minhas coisas que saíam para fora do país e então ele me solicitou remixes no estilo que faço para o popular CD do Caldeirão do Huck. Como ele gostou do resultado, ele disse: “ faça o que quiser nessa vibe e bote no seu disco de produções compiladas”, que intulei de Neo Funk. Historicamente falando, foi muito importante a Som Livre botar em seu catálogo algo desse “funk exportação”, pois fiquei lado a lado com os tradicionais, como DJ Marlboro. A gravadora mostrou algo novo, mesmo que de difícil assimilação.

A repercussão de Chernobyl, Edu K, Bondê do Rolê e DJs como Sany Pitbull, Edgar e Sandrinho é muito maior no exterior do que no Brasil. Por que os gringos curtem tanto o som dessa galera? E qual a extensão da influência de vocês sobre outros DJs e produtores pelo mundo?

Acho que os gringos assimilam nossa misturas porque colocamos elementos da cultura deles, como o rock, pop, electro, house junto com a batida brasileira. Se um DJ brasileiro tocar funkarioca puro, vai se segmentar como “world music”, provavelmete se apresentará em casa de turista. A gente toca em clubs importantes para públicos exigentes. Já influenciamos muito o DJ americano Diplo, pois produziu M.I.A. enquanto trocava emails comigo e adquiria batidas do Marlboro. Tem também o Sinden (UK) que vem colocando batidas de tamborzão em várias produções. Mas o ideal mesmo é que os artistas gringos solicitem pra gente, pois nos vivemos a parada, criamos e sabemos qual é a medida certa para a mistura do funk da favela ficar boa com outros elementos, e isso botará a cultura brasilira de DJs em um estágio que os tradicionais estilos eletrônicos não chegaram.

Com Chernobyl Brothers, teu projeto junto com teu irmão, que assina como Infernando, você cunhou o termo Heavy Funk Electro, o que é bastante apropriado ao som de vocês. Como anda esse projeto? Alguma data revista para Porto Alegre depois do set no Beco, há poucos dias?

É um projeto bem electro mesmo, com computador, sintetizador (inserimos Leo Boff, ex-Ultramen), guitarra e baixo. Fica um electro rock groovado, pois as levadas do baixo sao bem inspiradas em Funkadelic. Nao boto nada de tamborzão nunca. Nos apresentamos mixando um set e tocando instrumentos em cima, nada fake. Queremos se apresentar bastante, até para mostrar algo eletrônico vindo da galera do rock, pois normalmente quem é DJ não toca instrumentos e vice-versa. Nossa intenção é botar uma vibe humana no mecânico, bem tocada, e fazer o povo fritar na pista como de fosse um DJ tradicional de electro/house. A apresentaçao no Beco foi boa, mas ainda vamos melhorar para o próximo show que será em Floripa. A correria tá grande, Chernobly lá fora, CNJ lançando CD e Chernobyl Brothers montando um bom live set.


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Postado por Danilo Fantinel

Coachella confirma Aphex Twin e Goldfrapp

14 de março de 2008 0

Divulgação
O festival norte-americano Coachella anunciou hoje mais dois nomes para o seu line-up. O mais maluco criador de ruídos eletrônicos, Richard D. James, conhecido como Aphex Twin, gênio da Intelligent Dance Music (IDM), e a banda Goldfrapp, da elegante vocalista e compositora Allison Goldfrapp, que beira o trip hop com a maior classe do mundo.

Além deles, também entraram na escalação Kate Nash, Serj Tankian, Redd Kross e Adele. O festival rola no dias 25, 26 e 27 de abril no Empire Polo Field, em Indio, Califórnia.

Confira o line-up completo:

To hear songs from almost all the COACHELLA artists, LAUNCH MEDIA PLAYER Roger Waters * Portishead * Jack Johnson * Kraftwerk * the Verve * the Raconteurs * Death Cab for Cutie * Love and Rockets * My Morning Jacket * Aphex Twin * the Breeders * Justice * Café Tacvba * Fatboy Slim * Spiritualized * Tegan and Sara * Goldfrapp * Serj Tankian *the Swell Season * Sasha & John Digweed * Gogol Bordello * Rilo Kiley * Chromeo * the Streets * Dwight Yoakam * M.I.A. * the National* Metric * Hot Chip * Cold War Kids * Animal Collective * Kate Nash * Múm * Slighty Stoopid * Stephen Malkmus & the Jicks * Above & Beyond * Danny Tenaglia * Pendulum * DeVotchKa * Booka Shade * Simian Mobile Disco * Sharon Jones & the Dap-Kings * Murs * Stars * Flogging Molly * Mark Ronson * Redd Kross * Dimitri from Paris * Battles * Turbonegro * Autolux * Aesop Rock * the Field * Les Savy Fav * Scars on Broadway * Linton Kwesi Johnson* Midnight Juggernauts * Islands * the Cool Kids * Does it Offend You, Yeah? * Enter Shikari * Sons & Daughters * Minus the Bear * Sia * Calvin Harris * Holy F*ck * Spank Rock * dan le sac Vs Scroobius Pip * Boys Noize * Black Kids * Diplo * Junkie XL * Black Mountain * Adam Freeland * Annuals * Cinematic Orchestra * Santogold * Jamie T * Jens Lekman * Kid Sister with A-Trak * the Teenagers * John Butler Trio * Duffy * I%27m From Barcelona * Vampire Weekend * VHS or Beta * Deadmau5 * Carbon/Silicon * Manchester Orchestra * Dan Deacon* Erol Alkan * Architecture in Helsinki * Man Man * Sandra Collins * Yo! Majesty * AUSTIN TV * Adele * Busy P * Little Brother * Cut Copy * Shout Out Louds * Bonde Do Role * Plastiscines * Black Lips * St. Vincent * Brett Dennen * Datarock * Akron/Family * MGMT * Professor Murder * Surkin * Para One * Orgasmic Curses * James Zabiela * the Bees * Reverend and the Makers * SebastiAn * Kavinsky * Porter * Rogue Wave Dredg * the Bird and the Bee * Yoav * Modeselektor * Grand Ole Party * New Young Pony Club * 120 Days * American Bang * Luckyiam * Electric Touch * Yelle * Uffie featuring DJ Mehdi.

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Postado por Danilo Fantinel