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Resultados da pesquisa por "Artic Monkeys"

Lollapalooza Brasil é marcado por Arctic Monkeys, Skrillex, Peaches, Manchester Orchestra, Foo Fighters e Joan Jett

10 de abril de 2012 5

A primeira edição do Lollapalooza no Brasil teve pontos positivos no que diz respeito à música e negativos na parte de serviço. O ponto alto foi o acerto na escolha do local: o Jockey Club, perto do centro de São Paulo, barbadinha de chegar de metrô e com estrutura adequada, já havia sido palco de outros eventos bem-sucedidos, como o último Free Jazz Festival, em 2001.

O grande problema mesmo foi a volta para quem dependia do metrô. Total absurdo a estação Butantã fechar por volta da meia-noite, já que os shows acabavam pelas 23h, e taxistas cobrarem valores  acima da tabela. Não sei se existe fiscalização em SP, mas se existe está falha. Isso rola sempre, seja em turnês próprias de bandas ou em festivais de grande porte. Sem noção!

Já dentro do evento, apesar da grande quantidade de caixas por todo Jockey, as filas para compra de bebidas eram quilométricas no primeiro dia. No segundo, o lance melhorou. O público (cerca de 135 mil pessoas entre sábado e domingo) deve ter aprendido a lição e comprado toneladas de PillaPaloozas (a moeda do evento) já ao chegar no local. Havia funcionários “avulsos” vendendo pillas durante a tarde (e quebrando o maior galho), mas à noite era quase impossível achá-los. Merecem uma equipe maior.

Outro ponto fraco: os banheiros, como sempre um desastre horroroso. Insalubre. Uma falta de respeito com o público. E isso, claro, não é exclusividade do Lollapalooza. Banheiro químico é o fim do mundo em qualquer lugar. Enfim…

Mesmo assim, a organização do Lolla ganhou muitos pontos no que diz respeito à música – o que, apesar dos contratempos acima, é o que realmente importa. Com um sistema de som praticamente perfeito (MGMT teve problemas, é verdade, mas a banda ao vivo é um problema em si…), o festival teve, no geral, som nítido e alto. Não pude conferir todos os shows, mas lembro de pelo menos um espetáculo vazando e prejudicando outro: o som do Pretty Lights, projeto do norte-americano Derek Vincent Smith, incomodou parte do público do Friendly Fires.

Comments sobre os shows que vi:

07/04


Daniel Belleza e os Corações em Fúria
Garage rock cortante, furioso, com alto teor glitter punk. Quando a banda surgiu no início dos anos 2000 ficou claro o poder de performance de Daniel, agora atenuado, mas ainda garantindo um bom rock show. A banda ganhou aplausos merecidos.

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Rhythm Monks
O trio eletrônico mascarado de Berlim parecia ter descido de alguma nave espacial. Com um figurino tipo messias das galáxias, os caras tocaram um hardcore trance não muito inspirado e abusaram de coreografias minimalistas toscas. Não foi muito legal. Parecia uma paródia pobre do clipe de Around the World, do Daft Punk. Com tanta gente legal podendo ganhar espaço a programação eletrônica do Palco do Perry, Rhythm Monks foi um erro de casting.

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O Rappa
Os cariocas estavam espertos e fizeram um grande show no Palco Cidade Jardim. Já vi algumas apresentações da banda, inclusive em festivais, mas nunca encontrei os caras com tanta energia. Conseguiram reunir quase todo público presente naquela tarde. O resultado foi um poderoso espetáculo que teve como climax Homem Amarelo e o discurso de Falcão a favor do multirracialismo e multiculturalismo. O palco quase veio abaixo com o cover de Killing in the name, do Rage Against the Machine, e seu riff perfeito. Falcão sugeriu que a banda toque no Lolla. A banda foi acompanhada por um quinteto de violinistas.

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Perryetty x Chris Cox
Enquanto o Rappa bombava, Perry Farrel tentava levantar seu pequeno público do seu projeto eletrônico no palco que leva seu nome dentro do seu próprio festival. Tipo incrível. Cantava e gritava palavras de ordem sobre bases pré-gravadas e discotecagem de Cox. Dançava fora do ritmo e atravessava beats na pilotagem do soundsystem. A todo momento, perguntava “are you happy São Paulo?”. No som, farofada eletrônica para quem entende pouco do assunto. A animação e a energia provaram que Perry é mesmo um dos caras mais carismáticos do rock, mas que na eletrônica ainda precisa ser equalizado.

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Band of Horses
Logo ao lado, no palco Butantã, a banda de Ben Bridwell apresentava de folk rock tatuado. Os longos duelos autorais de guitarra, baixo e bateria que não me chamaram muita atenção, apesar do grande público presente estar curtindo muito. E a culpa foi da Peaches e minha expectativa pelo show dela. Fiquei totalmente bloqueado para qualquer outra coisa. Antes do espetáculo, na área de imprensa, a cantora que eu havia entrevistado em 2003 me disse que, muito melhor do que tentar explicar o show seria eu vê-lo. Canadense maldita, me deixou no suspense, kkkkk! Enfim, Band of Horses fica pra próxima!

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Peaches
A cantora canadense provou que é uma das grandes artistas do século 21. Depois de ter feito um grande show em Porto Alegre em 2004, no qual fez de tudo entre cantar, dançar e escalar a estrutura do teatro, Peaches apresentou um espetáculo focado não só em electro beats sujos, mas também em liberdade sexual e em performance teatral cômica. Cantando, comandando pick-ups e sequenciadores e com o apoio de duas dançarinas (e muita champanhe), a canadense subiu ao palco usando um colante cor da pele adornado com seios cenográficos de diversos tamanhos. A imagem resume o conceito por trás do show: ativismo feminista eletrônico festivo e sem pudores. Nenhuma novidade, e mesmo assim atual. Peaches decadente? Jamais! No set, não faltaram músicas potentes e dançantes, que ao vivo ganharam ainda mais peso para reforçar o poder hedonista das canções. Do electroclash tradicional ao dubstep aliado a techno beats experimentais, Peaches é diversão garantida.

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TV on the Radio
Só peguei o final do show, que contou com a participação do guitarrista Dave Navarro, do Jane’s Addiction, em Repetition. Você sabe, culpa da Peaches

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Joan Jett & The Blackhearts
Foi ótimo ver ao vivo uma das grandes figuras do rock mundial. O espetáculo de Joan Jett não se destacou apenas por seu valor histórico, mas também pela energia da banda e pelo rock’n’roll tradicional. A abertura explosiva foi com Bad Reputation (reconfigurada por Peaches no disco Fatherfucker), seguida da clássica Cherry Bomb, de sua antiga banda, The Runaways. Joan também arrancou aplausos para You drive me wild, sua primeira canção escrita, e apresentou duas novas composições, T.M.I. e Hard To Grow Up. Outros pontos altos? I Love Rock and Roll, óbvio, e I Hate Myself For Loving you.

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Foo Fighters
O Lollapalooza trouxe ao Brasil uma das maiores bandas do rock contemporâneo em uma de suas melhores fases. A turnê de Wasting Light vem rodando o mundo desde há tempos e causando muito em todos lugares pelos quais passa. A fórmula da banda é simples: rock instantâneo, bombástico, eficaz e extremamente energético liderado por um vocalista carismático aliado a um baterista foda (Taylor Hawkins). Fácil. Mas nem isso libera a banda para fazer um show curto ou descompromissado. Muito pelo contrário – até porque era a principal banda do line-up do evento. Por isso, os caras fizeram um show de quase três horas lotado por toneladas de hits roqueiros e baladas de sucesso, assim como no Rock in Rio 3, em 2001. Entraram no set list All my life, Times like these, Rope, Breakout, Long road to ruin, Big me, Everlong, The Pretender, Cold Day in the Sun e White Limo, entre outras. O show teve a participação de luxo de Joan Jett em Bad Reputation e I Love Rock ‘n’ Roll. A não ser em faixas mais obscuras, a banda obteve resposta imediata do gigantesco público. Sim, porque a banda reuniu praticamente todas pessoas que estavam no evento. E a voz de Dave Grohl? Falhou sim. Afinal, o cara não é de ferro, pô.

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Calvin Harris
Quem não viu Foo Fighters optou por conferir o set de Calvin Harris, queridinho da eletrônica gringa. Abusando do deep house e de techno beats, o produtor eletrônico levantou mesmo a galera ao tocar um remix poderoso de Never Be Alone, de Justice vs. Simian Mobile Disco.

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08/04

Thievery Corporation
O trip hop/downbeat elaborado com elementos exóticos da banda norte-americana atraiu um bom público no palco Cidade Jardim, no segundo dia de shows do Lolla. Com banda completa, composta por guitarra, baixo, bateria, percussão, cítara, trompete e sax, além dos sequenciadores de Rob Garza (cabeça da banda ao lado do guitarrista Eric Hilton) e de um time de cantores, o grupo confirmou sua groove reputation despejando um set inspirado por dub, reggae, dance hall e até música brasileira – com apoio de berimbau eletrônico e de uma cantora nacional que, por sinal, não se apresentou ao subir no palco e deixou as pessoas com cara de “quem é essa?”. Apesar da bela voz, não foi ela quem levantou a galera, mas sim uma dupla de vocalistas rastaman e um rapper vestido no melhor estilo gangsta. Thiervery fez um show de altíssima qualidade musical, apostando em música dançante orgânica sem fórmulas fáceis ou padrões estipulados.

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Friendly Fires
O indie rock dançante da banda britânica é bastante dependente do animado vocalista Ed Macfarlane. Dançando muito e requebrando o quanto podia, ao melhor estilo desengonçado britânico, Ed e banda bombaram com Jump In The Pool, Skeleton Boy, Paris e o superhit Hawaiian Air. Friendly Fires nunca me chamou muito a atenção, mas é inegável a entrega da banda ao vivo e a paixão que provoca sobre seus fãs – alguns deles muito de cara com o vazamento do som Pretty Lights, que tocava logo ao lado, no Palco do Perry. Leia mais sobre isso abaixo.

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Pretty Lights
O produtor eletrônico despejava beats robóticos com DNA hip hop no Palco do Perry enquanto o Friendly Fires se apresentava no palco Butantã, ao lado. O set do norte-americano foi tão pesado que o som vazou, atrapalhando parte do público da banda britânica. Por outro lado, vi muita gente deixando a platéia do Friendly Fires para ver o que estava ocorrendo na pista eletrônica, o que pode ser considerado algo positivo para Pretty Lights. Afinal, roubar público dos britânicos não é pra qualquer um.

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Manchester Orchestra
A banda britânica foi a grande surpresa do Lollapalooza Brasil. O rock pesado, posicionado entre o pós-rock estridente e o indie metal livre de clichês, cheio de guitarras altas e bateria galopante, foi uma pancada sonora de primeira. Manchester Orchestra é como se Mogwai e Mastodon dessem origem a uma banda híbrida. Teve gente correndo do Palco Butantã, onde Friendly Fires havia acabado seu show, até o Palco Cidade Jardim, do oooooutro lado do Jockey, para ver de perto o explosivo espetáculo dos caras. Não devem ter se arrependido. Foi algo realmente especial. O som, cristalino, estava tão alto e nítido que deve ter sido ouvido nos Jardins. Nota 10.

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MGMT
Show fraco do duo que lançou um dos melhores discos de 2008, Oracular Spectacular. Sem inspiração, sem tesão, sem saco total e com alguns problemas de som. Claro que a chuva que caiu desanimou a todos, mas a banda não pode se deixar levar por isso. De qualquer forma, a banda nunca faz um show 100% mesmo. Os melhores momentos foram os três maiores hits da banda: Electric Feel, Time to Pretend e Kids, todos de Oracular. A inédita Alien Days, baseada em violão, passou batida. Verdade: os relâmpagos ganharam mais gritos e aplausos que a banda. Lamentável.

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Skrillex
O DJ mais celebrado do mundo hoje fez sua estréia no Brasil já ocupando um posto de super estrela dentro de um megafestival. Foi o cara que, pela primeira vez no evento, realmente lotou o Palco do Perry. O ex-roqueiro emo norte-americano começou seu set com uma faixa experimental e quebrada, nada convencional. Em seguida, sob poderosos canhões de laser (guardados especialmente para ele e utilizados pela primeira vez pela produção do evento, ampliando ainda mais a experimentação sensorial) mandou ver em um dubstep mais degustável, inspirado por dirty beats em geral e remodelado por diversas vertentes como techno, jungle, drum’n’bass, reggaeton, dub e gangsta hip hop. Os sons jamaicanos, por sinal, estiveram em alta no Lollapalooza, presentes também (em maior ou menor grau) nos shows do Rappa, do Jane’s Addiction e do Thievery Corporation. Os pontos mais altos do show foram um remix maluco de Internet Friends (You blocked me on Facebook) e o superhit Ruffneck, momento em que a bandeira do Brasil surge no telão atrás de Skrillex, causando histeria coletiva (veja abaixo). O show do cara já está marcado na história eletrônica brasileira. Quem viu viu, que não viu… pode ver a íntegra do set aqui.

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Foster the People
Ao mesmo tempo em que Skrillex botava abaixo o Palco do Perry, Foster the People entregava seu rock básico aditivado por discretos elementos eletrônicos no Palco Cidade Jardim. Trocar Skrillex por Foster the People sempre foi algo impensável por mim. Por isso, cheguei no final e vi apenas o megahit Pumped Up Kicks com seu magnífico loop final, criando uma ótima versão overextended da faixa. Como ainda considero Foster the People uma banda de um hit só, pra mim foi o que bastou.

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Jane’s Addiction
A psicodelia roqueira independente e compulsiva da histórica banda de Perry Farrel é algo para poucos, definitivamente. Que o diga o discreto e silencioso público que acompanhou o show do grupo. Sem muita animação, a plateia viu Perry, o guitarrista Dave Navarro (na foto, ao fundo) e cia executarem alguns clássicos do indie rock global como Jane Says, Ocean Size, Mountain Song e Been Caught Stealing. E pior: não era comum Perry encerrar suas vocalizações xamânicas fazendo pose de superstar esperando ovação e amargar um silêncio constrangedor. Uma pena. Algumas músicas novas do disco The Great Escape Artist (2011) ganharam apoio de performers no palco, mas também não levantaram a galera.

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Arctic Monkeys
Uma das bandas mais esperadas do festival entregou um rock show praticamente perfeito. Composições autorais de primeira, guitarras e bateria incríveis (Alex Turner e Matthew Helders são foda), presença de palco, postura rock e parceria com o público. Ao que parece, nada deu errado pra eles. Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair, Brianstorm, When the Sun Goes Down, I Bet You Look Good on the Dancefloor, The View From the Afternoon, Crying Lightning, R U Mine? e a ótima Brick by Brick (com Matt no vocal) jogaram a animação lá pra cima. Fluorescent Adolescent (incrível) e 505 fecharam os trabalhos. O show no Lollapalooza mostrou que a banda amadureceu muito desde a primeira passagem deles pelo Basil, em 2007, durante o Tim Festival. Deixaram de lado a insegurança de moleques para protagonizar um dos grandes momentos do festival. Que voltem logo!

* Todas fotos deste post: Divulgação Lollapalooza Brasil

Promoção: Arctic Monkeys at the Apollo

28 de outubro de 2008 1

Reprodução

Amanhã tem Arctic Monkeys at the Apollo, o filme-concerto da banda britânica que fez o melhor show do Tim Festival 2007. Como já falamos, a exibição do filme vai rolar simultaneamente em 19 cidades do Brasil, além de cinemas na Alemanha, na Holanda e no Japão.

Para comemorar, Volume e MovieMobz sorteiam cinco (05) CDs da banda. Para participar basta entrar neste link e responder à seguinte pergunta: Por que os Arctic Monkeys cabem numa tela de cinema?

Os donos das cinco melhores respostas levam os CDs. A promo rola até o dia 30/10, quinta-feira. Os ganhadores deverão pegar o prêmio na redação do clicRBS, em Porto Alegre.

Capturado em 16 mm, o filme reúne 76 minutos de imagens e 21 músicas do show de encerramento da turnê do segundo disco do Arctic Monkeys, Favourite Worst Nightmare, no Manchester Apollo, na Inglaterra, realizado no dia 17 de dezembro de 2007. Arctic… não será lançado em circuito comercial. A direção é de Richard Ayoade, do clipe de Fluorescent Adolescent.

Na capital gaúcha, o filme será exibido em sessão única no Unibanco Arteplex, às 21h30.

Postado por Danilo Fantinel

Bloc Party e The Last Shadow Puppets na BBC

07 de julho de 2008 0

Reprodução

Duas das bandas mais legais do novo rock têm material exclusivo na BBC nesta semana. Hoje, o Bloc Party faz um especial no programa do Zane Lowe na Radio 1 às 7h30 pm (15h30 no Brasil). Imperdível. Ao menos pra mim.

No site da banda houve até uma contagem regressiva para algo que não havia sido divulgado. Todo mundo achava que era música nova, vídeo ou mesmo um link para download do próximo álbum (que está quase pronto), mas não. Era apenas para indicar o tal programa de rádio.

Viciados em música pelo mundo (e especialmente na Grã-Bretanha) ficaram decepcionados com os caras. Esperavam alguma grande novidade… A banda deverá tocar no Brasil em novembro no Festival Planeta Terra – além de BH, Rio e Brasília; POA? ALGUÉM???

 

 

 

 

 

 

 

 

Já The Last Shadow Puppets (foto acima) de Alex Turner (Artic Monkeys) e Miles Kane (The Rascals) fez um especial para o Live Lounge! da mesma rádio, no qual tocaram o novo single Standing Next To Me.

Alex disse em entrevista que o Artic Monekys está trabalhando no novo álbum. Eles já têm oito faixas prontas. A banda tocará nos próximos festivais do verão europeu e Alex ainda enfrentará uma turnê pelo Reino Unido em outubro e novembro com o Last Shadow Puppets.

>>>>> Ouça o especial da BBC aqui!

Postado por Danilo Fantinel

Tracks Volume #48

13 de julho de 2012 0

Icky BlossomsPerfect Vision
Neo-punks inconsequentes ficam loucos e quebram uma casa inteira em um dia sem nada parar fazer? Cool! Mas melhor que o clipe é a viagem sonora ácida e melódica da música Perfect Vision. A faixa transita entre dream pop etéreo, balada indie e space rock com tempo desacelerado. Tipo incrível. O trio Icky Blossoms libera o disco de estreia na semana que vem. Você escutou Perfect Vision nas Tracks 43.

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Band of HorsesKnock Knock
O elogiado show do Band of Horses não chamou muito minha atenção no Lollapalooza. Agora, com o clipe desse indie rock épico, Knock Knock, tá rolando exatamente o oposto. O vídeo tá no meu repeat há dias. O novo disco da banda, Mirage Rock, será lançado no dia 18 de setembro.

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SokoDestruction Of The Disgusting Ugly Hate
A cantora francesa Soko, visceral e catártica como poucas, lançou um clipe contundente para a música Destruction Of The Disgusting Ugly Hate. O clipe é ótimo, mas pesadeeeenho, seguindo uma linha autodestrutiva. Se você for cheio(a) de mimimi é melhor não ver. A linda balada indie está no novo disco I Thought I Was An Alien.

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The ShinsIt’s Only Life
Seres de uma fauna fantástica habitam o clipe poético de It’s Only Life. Mas a música é exageradamente melosa.

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METZ - Headache
Headache é uma porrada apocalíptica ruidosa, com linhas de bateria e guitarra em convulsão, distorções e microfonia. Foi lançada há poucos dias pela banda METZ, de Toronto. Som superfoda. Te prometo que não vai dar dor de cabeça. Se der é porque você não curte rock. O disco de estreia do trio sai dia 09 de outubro.

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SleepiesTerra Firma
Se me dissessem que esse som é uma parceria forte de Sex Pistols e Blur eu acreditaria! Mas o lance é da banda Sleepies, do Brooklyn. Dois minutos fodásticos de punk rock pancada, veloz e urgente. O clipe com desenhos de Preston Spurlock é genial. O disco Weird Wild World sai no dia 21 de agosto.

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YouthlessDrugs
Túneis de vento são uma das coisas mais legais do mundo ao lado de câmaras de gravidade zero. Como elas não existem, o túneis vencem! Dito isso, o clipe WTF! da semana não poderia ir para outra banda! O vídeo de Youthless para a música Drugs é ge-ni-al! Engraçado pra caramba. E o som é ótimo também. Garage rock + club noise + sintetizadores = música boa! Mais uma banda portuguesa pra coleção de portugas das Tracks do Volume (escute The Gift aqui, You Can’t Win, Charlie Brown aqui e Norton aqui).

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ShearwaterImmaculate
Rock acelerado, com bateria viciante, guitarra elétrica e baixo pulsante. Muito bom! O clipe com edição frenética caiu bem. O som está no disco Animal Joy.

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GreetingsMake Me Crazy
Essa banda Greetings, de Cardiff (UK), liberou há meses Make Me Crazy, um rock sujo, com vocal gritado e guitarras reverberando ad infinitum – ou pelo menos até seu final. Som legal pra quem curte o submundo pop.

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VLADCaramel
Guitar band faz guitar song para guitar lovers. E era isso. Escute o EP da banda aqui.

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Sea WolfOld Friend
O cantor e compositor californiano Alex Church lançará o terceiro disco do Sea Wolf, Old World Romance, no dia 11 de setembro. A linda balada, centrada em cordas, deve agradar aos fãs do Coldplay.

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MúmHvernig Á Að Særa Vini Sína
A banda islandesa Múm lançou a compilação Early Birds com 15 faixas dos primeiros anos da banda, a partir de 1997. Hvernig Á Að Særa Vini Sína, um indie electronic lo-fi, ganhou esse clipe básico, tipo “adolescentes entediados quebram coisas em terreno baldio”. Mas a simbologia dos dentes é boa.

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Eletrônica

Dan DeaconTrue Thrush
Laptop pop fodástico nervosinho em camadas, com groove suspeito, DNA indie electronic e alma IDM. Muito bom! Longe de qualquer parâmetro – e, agora, perto de você……….

Em junho, ele liberou Los, uma pequena eletro-ópera suja e desesperada. Veja nas Tracks 44.

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Julio BashmoreAu Seve
Early 90′s do início ao fim. Chega a ser constrangedor, mas não é ruim.


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The 2 BearsWarm & Easy
O duo 2 Bears é composto por dois ursos ingleses. Em geral eles fazem um eletrônico mais popular, mas desta vez, com Warm & Easy, acertam em cheio na letra, no vocal e na trilha. O som é um electro house desacelerado, inspirado por mellow music, ragga e verão. O clipe de Federico Vitetta foi gravado com os skatistas do Trunk Boyz no Panamá, na Costa Rica e na Nicaragua.

> 2 Bears fez um remix pra Disparate Youth, da Santigold (veja nas Tracks 35).

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Bloquinho Remix

The Toxic Avenger – EP 3/2/1
O produtor eletrônico francês Simon Delacroix, aka Toxic Avenger, liberou a bombástica faixa 3/2/1, com Heidi Cannon no vocal, há umas duas semanas. Mistura forte de maximal, breaks e fidget house. Agora, saiu o EP com essa faixa + quatro remixes, assinados por Beat Torrent, Age of Consent, Database e Equateur. Os remixes são bem bons, mas ainda prefiro a versão original. O disco Angst, de onde saiu 3/2/1, já está nas ruas.

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XXYYXXAbout You (Dream Koala Remix)
Belíssima reconstrução em loop da faixa About You, de XXYYXX, assinada pelo Dream Koala. A hipnose do som original se manteve.

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We Are SerenadesWalking Home (Active Child Remix)
Active Child criou um remix etéreo, cadenciado e cheio de synths atmosféricos para a música Walking Home, do We Are Serenades. Bonito, mas não é muito diferente do som original.


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Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
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Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29, #30
Tracks: #31, #32, #33, #34, #35, #36, #37, #38, #39, #40
Tracks: #41, #42, #43, #44, #45, #46, #47

Tracks Volume #28

13 de janeiro de 2012 0

Royal BathsBlack Sheep
A psicodelia rock sessentista com acento dark contemporâneo da banda Royal Baths está diretamente ligada a Jefferson Airplane, Doors, Tom Waits, Velvet Underground, Jesus and Mary Chain e Interpol. Em Black Sheep, as reverberações guitarrísticas ácidas são garantidas. A poesia urbana e o vocal dopado também. O clipe é simples e cai como uma luva pro som.

Royal Baths – Black Sheep from Royal Baths on Vimeo.

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My Best FiendCracking Eggs
A banda de Nova York My Best Fiend criou uma sinfonia noisy dissonante e robusta, recheada por guitarras distorcidas e bateria pulsante, nesta Cracking Eggs. A faixa faz a linha space rock psicodélico. Começa calma e termina de forma catártica, implorando um replay. Nota 10. Ideal pra quem curte Spiritualized, Explosions in the Sky e Mogwai. Por muito pouco não roubou da banda Royal Baths a posição de destaque das Tracks desta semana. Tem mais sons de My Best Fiend no site oficial e no selo Warp.

My Best Fiend – Cracking Eggs by mybestfiend

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The KillsThe Last Goodbye
Allison Mosshart e Jamie Hince passam todo o clipe da balada triste The Last Goodbye dentro de uma cabine de fotos instantâneas trabalhando caras, bocas e cabelos. É bem chato. A direção é da atriz Samantha Morton. O vídeo lembra aquele clipe de Hang You From the Heavens, da banda The Dead Weather (Jack White + Allison Mosshart + amigos), mas não tem o mesmo (bom) resultado.

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A Place To Bury StrangersSo Far Away
O clipe de A Place To Bury Strangers para a música So Far Away foi feito com Instagrams e outras ferramentas online. Imagens vintage tipo Polaroid bem editadas na batida do som. O EP Onwards To The Wall sai dia 07 de fevereiro.

A Place to Bury Strangers “So Far Away” from Secretly Jag on Vimeo.

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Caged AnimalsAll The Beautiful Things In The World
O delicioso psycho-indie da banda Caged Animals chega a níveis extremos de dream pop com guitarras etéreas na faixa All The Beautiful Things In The World, que ganhou um clipe vintage cheio de garotas nuas nadando no mar e correndo em campos floridos. Inocência voyer de uma época que não volta mais.

Caged Animals – “All The Beautiful Things In The World” from stereogum on Vimeo.
Escute outras faixas de Caged Animals neste link.

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FriendsI’m His Girl e A Thing Like This
A banda Friends, uma das preferidas do Volume da novíssima geração, apresentou uma versão mais “limpa” da ótima música I’m His Girl e a nova faixa A Thing Like This na BBC Radio 1. O disco de estreia dos nova-iorquinos sai no verão gringo. Confira a participação deles na rádio britânica no player abaixo. E lembre: você viu o excelente clipe I’m His Girl nas Tracks 18 e o vídeo de Friend Crush nas Tracks 4.

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Arctic MonkeysBlack Treacle
E segue o road movie videoclíptico norte-americano do Arctic Monkeys, tendo o baterista Matt Helders como ator principal e, dessa vez, com o vocalista Alex Turner participando das cenas. Os clipes anteriores nesse clima foram The Hellcat Spangled Shalalala (Tracks 4), Suck It And See (Tracks 14) e Evil Twin (aqui).

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Way YesImportant
Indie pop melódico de alma roots, cheio de percussão linha world beat + guitarra nítida e compassada, com inspiração em Paul Simon, Talking Heads, Vampire Weekend e Animal Collective. O EP da banda Way Yes sai dia 27 de março.

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Avalanche CityLove Love Love
Aqui, o indie pop é bem mais acessível do que o da banda Way Yes na faixa acima. O combo do músico Dave Baxter fez uma balada folk fofa, de fácil digestão, com refrão grudento e apelo radiofônico. Sabe música pra propaganda de carro no verão? Tipo assim.

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Prince RamaSummer Of Love
Nesta Summer Of Love, o duo Prince Rama faz um som psicodélico experimental hipnótico com traços indianos. Somente pra quem curte o lado B da música.

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Black DicePigs
O clipe WTF! da semana vai para Black Dice. Não vou comentar.

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Litanic Mask – demos
O duo norte-americano de electro-goth introspectivo Litanic Mask ainda não lançou nem EP nem disco, mas liberou essas demos abaixo. É um som denso, cheio de synths gélidos e ambientações lúgubres, ideal pra um dia chuvoso como o de hoje aqui em Porto Alegre, mas EVITE escutar se você apresenta o mínimo traço de depressão :) Eu avisei…

LITANIC MASK -/-/– DEMO–\-\- by litanic mask

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#ficadica @MarcosTesser

Nicolas Jaar - With Just One Glance ft. Scout LaRue
Quem curte James Blake vai amar Nicolas Jaar, dono de um minimal auto-intitulado “blue-wave”. Um dos seus primeiros singles conta com o vocal da Scout LaRue Willis, filha de Demi Moore e Bruce Willis.

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Bloquinho Remix

Dances With White GirlsIt’s About The House (Cubic Zirconia Remix)
Muito bom esse remix electro-funky-tech-house de Cubic Zirconia para a música It’s About The House, de Dances With White Girls. Festa forte em apenas 4 minutos de som.

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Lana Del ReyBorn To Die (AlunaGeorge Remix)
O duo britânico AlunaGeorge fez um remix intrincado e disconexo para Born To Die, de Lana Del Rey. IDM light com um pé no slow dance e outro no pop autoral.

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Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27

Tracks Volume #14

16 de setembro de 2011 0

WATERSFor The One
Van Pierszalowski, ex-Port O’Brien, solta a garganta e detona a guitarra na nova banda WATERS. Indie rock agressivo, mas ainda assim com melodia. White noise no talo! Bom pra quem curte Pavement. O disco Out In The Light sai dia 20 de setembro. Mais sobre a banda no site ou neste link

WATERS – “For The One” from stereogum on Vimeo.

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Arctic MonkeysSuck It And See
O baterista Matt Helders faz o bad boy no novo clipe da banda.

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James BlakeNot Long Now
Novo som do James Blake, que estará no EP Enough Thunder (sai dia 10 de outubro), ao lado da faixa Fall Creek Boys Choir (uma parceria com Bon Iver, veja a outra aqui), A Case Of You (cover de Joni Mitchell) e mais duas. Melancólico-eletrônico similar aos EPs anteriores e ao disco de estreia. Mais James Blake aqui.

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Cut CopyBlink And You’ll Miss A Revolution
Que o Cut Copy vem pra POA você já sabe. E o teaser do clipe da nova música, Blink and You’ll Miss The Revolution, você já viu aqui. Agora, abaixo, a íntegra. A faixa está em Zonoscope.

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PlanningtorockLiving It Out
Essa faixa de Janine Rostron, que assina como Planningtorock, tem uma trilha electro-disco nervosa, com beats sequenciais constantes, mas é aliviada por um sampler incrível de violino/celo. O vídeo criado por Janine, gravado na efervescente Berlin, tem um senso criativo aguçado no que diz respeito à imagem, edição, cor, luz, figurino… Não é possível embedar, então veja neste link.

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Joe Goddard
O integrante do Hot Chip fez um set legal pra série Radiomix, do selo DFA. Tem Kyle Hall, Matias Aguayo, Blawan, Omar-S e mais.

Joe Goddard dfa radiomix #19 by DFA Records

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NursesTrying To Reach You
Letra bem sacada, música bem-humorada, leve, com vocais harmônicos, carga pop e bases sintéticas ecoando hip hop, mas numa levada mais indie eletrônica. Um som diferenciado, que lembra as singelas canções eletro-infantis (no melhor dos sentidos) de Looper. O disco da banda se chama Dracula.

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MGMTAll We Ever Wanted Was Everything (Bauhaus)
Foi liberado o cover de All We Ever Wanted Was Everything, do Bauhaus, gravado pelo MGMT para a série de álbuns Late Night Tales, que será lançado dia 03 de outubro. O duo já trabalha no sucessor do fraquinho Congratulations (2010).

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The Dead LeavesHarm
The National encontra Interpol neste som da banda The Dead Leaves.
Próximo!

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Medialunas – show em NH e em POA
O duo composto por Andrio Maquenzi (ex-Superguidis) e Liege Milk (Loomer e Hangovers) se apresenta hoje no bar da Pedro Adams Filho, esquina com João Pessoa, em Novo Hamburgo, poucos dias após o show de estreia em São Paulo. Ingressos a 8 até a meia-noite, 15 depois. Eles também tocam na Noite Senhor F, dia 25 de setembro, no Opinião, em POA, com El Mato A Um Policia Motorizado (banda indie argentina) e Cruz (formada por paulistas radicados em Los Angeles). Saca o som do Medialunas:

Slo-Mo Dancer by medialunas

Medialunas – Chunby by medialunas

Mais faixas no SoundCloud.

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Dj MehdiSignatune
O DJ francês morreu nesta semana depois que o teto de sua casa cedeu durante uma festa. Mehdi colaborou com Daft Punk, Asian Dub Foundation e Chromeo e era do casting do Ed Banger Records ao lado de Justice, SebastiAn e Cassius. Abaixo, sua faixa mais conhecida, editada por Thomas Bangalter, do Daft Punk:

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Bloquinho Remix

Gui BorattoUnfinished Sympathy (Massive Attack Remix)
O produtor eletrônico brazuca mais importante do mundo hoje liberou essa mix tape de mais de uma hora pra DJ Mag. Tem remix manero de Unfinished Sympathy, do Massive Attack. O novo disco dele, III, saiu dia 11 de setembro. Veja no site dele. E se quiser ouvir só o remix pule direto pros 36 minutos do áudio.

DJ Weekly Podcast: 54 Gui Boratto by djmag

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The Good NaturedWolves (Crystal Fighters Remix)
Percussão e beats na visão da banda Crystal Fighters, composta por britânicos e espanhóis, para a música Wolves, do Good Natured.

Aproveita e confere esse clipe genial do Crystal Fighters:

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Little DragonSeconds (Syd The Kid Remix)
Syd The Kid injeta elegância e sedução neste remix para a banda sueca Little Dragon. Fica no repeat por horas.

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Mint JulepAviary (Mogwai Remix)
A revisão que Mogwai fez sobre a música Aviary, da banda ambient Mint Julep, é cósmica. Bases de sintetizadores e linhas de guitarras sobrepostas, criando uma espécie de shoegaze eletrônico anestésico crescente. Imersão.

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#ficadica @MarcosTesser

Melissa NkondaNouveaux Horizons
A mãe dela é da Argélia e o pai de Camarões, mas Melissa Nkonda cresceu na França. A guria, que nasceu em 1990, ficou conhecida ao participar de um reality show Nouvelle Star (espécie de American Idol francês), mas a fama só chegou depois que ela saiu do programa ao lançar o delicioso R&B Nouveaux Horizons. Mas te liga: Melissa chupou o início da música Handlenars, da banda Flobots

O último single da menina é J’Ai Fait Tout Ça Pour Vous, que conta com participação da poderosa cantora inglessa VV Brown.

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Entrevista: Marianne Faithfull planeja livro e disco sobre Shakespeare

14 de setembro de 2011 0

Fotos: Fernando Gomes

Marianne Faithfull está entre nós! A atriz e cantora britânica, que apresenta músicas do disco Horses and High Heels no Porto Alegre Em Cena, no Teatro do Bourbon Country, dias 16 e 17 de setembro, às 21h, disse hoje durante entrevista na capital gaúcha que deverá lançar na primavera gringa um livro de sonetos de William Shakespeare escolhidos por ela. A publicação virá em uma caixa com um disco e fotografias relacionados ao projeto Marianne Faithfull Reads Shakespeare’s Love Sonnets.

Doce, bem-humorada e experiente, a artista conversou com um grupo de jornalistas nesta manhã. Falou sobre os shows que fará na cidade, sobre alguns de seus últimos parceiros musicais (Lou Reed e Wayne Kramer, do MC5), comentou suas autobiografias (fez por dinheiro, e não vê problema nisso), cinema (idem), drogas e anos 60. Sobre os Rolling Stones, avisou:

- Tenho uma nova política: não falo sobre os Stones!

Confira trechos da entrevista:

Disco Horses and High Heels e o show em POA
“Lou Reed toca em duas faixas. É um grande amigo, de longa data. Top, top, top guitarrista. É um grande compositor também. O convidei há algum tempo para o disco, e ele aceitou”.

“Wayne Kramer (do MC5) é um paraíso. Também participa do disco. Fez os primeiros meses da turnê do disco comigo. Mas isso se tornou muito caro, pois ele mora em Los Angeles. Foi fabuloso. Gostaria de tê-lo em todos shows. Mas não podemos. Infelizmente. É um cara incrível, e um incrível músico também”.

“Foi difícil fazer o disco, pois cantei músicas que nunca havia cantado antes. Nunca cantei soul em minha vida. Foi um trabalho duro, mas gostei muito. O disco foi gravado em New Orleans. Eu queria fazer um disco lá, com músicos de lá. E também queria ir a um lugar onde havia ótima comida. E este é o caso!”

“O show será com um guitarrista (Doug Pettibone) e 14 canções do disco. Não haverá faixas com piano”.

Livros Faithfull e Memories, Dreams and Reflections
“São bem diferentes (um do outro). Fiquei chocada quando reli o primeiro (Faithfull). Como era dark. E também como fui dura comigo mesma (no livro). Sempre fui. Mas tentei fazer o melhor. Gosto de escrever”.

Cinebiografia
“Aceitaria (um filme sobre vida e carreira) se rolasse um bom dinheiro. Assim como os livros, trata-se de dinheiro. Preciso cuidar da minha velhice”.

Drogas
“Às vezes me arrependo de ter usado drogas. Gostaria de não ter me drogado. Foi uma perda de tempo. Não fez bem pra minha voz. Mas por outro lado… (risos) . Não digo isso apenas para ser correta. Tive bons momentos usando drogas. É a forma como você usa… Fui muito extrema. Não sei o que pensar. Às vezes acho que é ruim, mas nem sempre”.

Anos 60 e Rolling Stones
“Tenho uma nova política: não falo mais sobre os Stones. Mas posso falar sobre o passado. Tive sorte de estar naquela geração dos anos 60, excitada com a vida, da qual faziam parte Stones, Beatles, The Who, além dos artistas visuais dos anos 60. Conheci vários. Mas não gosto da palavra ‘arte’, pois muita gente comum hoje diz que faz ‘arte’, mas que na verdade é um lixo. Arte se tornou um termo geral para quase tudo. Lembro de Richard Hamilton, o pai da pop art que foi meu amigo e que morreu ontem (leia sobre isso aqui)”.

William Shakespeare
“Devo lançar na primavera uma coleção de 23 sonetos de William Shakespeare escolhidos por mim com música de Vincent Segal (violoncelista) . Adoro fazer meus shows sobre Shakespeare (trata-se do espetáculo Marianne Faithfull reads Shakespeare’s Love Sonnets). É um show de uma hora focado em temas como fama, amor, morte, tempo, imagem, beleza verdadeira. As merdas de sempre. Será vendido em uma caixa como um livro, disco e algumas fotos (na coletiva, ela declamou um soneto – mas não inteiramente, pois não lembrou por completo)”.

Música
“Amo jazz (disse que é fã de bateristas brasileiros, sem citar nomes, mas citou Billie Holiday como sua grande referência), música clássica, blues, fado (que achou que era algo comum no Brasil). Gosto de Rufus Wainwright, PJ Harvey e Jarvis Cocker. Não entendo os Arctic Monkeys, mas adoro The Decemberists. Nos anos 60 havia muito lixo, como atualmente, mas também havia muito mais músicos qualificados”.

***

Ao final da entrevista, Marianne disse que estava nervosa com a coletiva. Arrisquei uma última pergunta:

- A senhora ainda se sente nervosa antes de entrar no palco?
– Muito! Mas é lindo sair do palco com a sensação de dever cumprido.

>>>>> Confira a programação do Porto Alegre Em Cena no site oficial

Tracks Volume #11

26 de agosto de 2011 1

Lana Del ReyVideo Games
Da série “mulheres no vocal”: Lana Del Rey é como a cantora e compositora Lizzy Grant prefere ser chamada. Direto de NY, Lana emite esta Video Games, uma balada pop nostálgica, sexy e triste, orquestrada em piano e cordas. Tipo amor aos pedaços. Totally heartbreaking. A música é tão bela quanto algumas preciosidades de Fiona Apple ou Tori Amos. A letra é genial, a voz é um veludo e ela, lindíssima. O clipe é também perfeito. Uma versão dele, por sinal, foi removida da internet por uso indevido de imagens. Lana já definiu a si própria como “gangsta Nancy Sinatra” e suas músicas como “Hollywood sadcore”. Impossível descrever melhor.

Aqui, na ótima Kinda Outta Luck, Lana apresenta uma pequena tragédia de mulher fatal:

Lana me pegou. Estou completamente apaixonado. O single sai dia 10 de outubro. Ficha 1 aqui!

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James Blake & Bon IverFall Creek Boys Choir
Nada menos do que genial a experimentação indie-folk-eletrônica-desconstrutiva do músico James Blake e da banda Bon Iver, de Justin Vernon. Etéro, sombrio, melancólico, visionário, sentimental, livre de amarras. Mas é um som restrito a quem transita nos becos mais escuros do Lado B da música pop até de olhos vendados. Fall Creek Boys Choir estará disponível para download no iTunes na segunda-feira (29).

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Arctic MonkeysDon Valley Bowl Trailer
Prediletos do Volume, os caras do Arctic Monkeys liberaram este trailer com imagens de shows feitos em Sheffield. As gravações devem virar um DVD ao vivo. Suck It And See, quarto álbum de estúdio, saiu em junho. A nova turnê mundial deve começar em outubro. A banda anunciou que não deve voltar aos estúdios até 2013. O clipe de The Hellcat Spangled Shalalala você viu nas Tracks #4. Veja o trailer abaixo:

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Covergirl - Paris Burns
Orientados pelo pós-punk inglês, esses britânicos têm um senso eletrônico disco-punk formidável, que lembra o espírito do Klaxons. Talvez você nem lembre deles amanhã, mas hoje vale a pena escutar.

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The War On DrugsCome To The City
Tem uma ambientação épica, com teclados, guitarras e bateria em rotação contínua. A voz de Adam Granduciel aproxima a música Come To The City ao clássico rock americano e a criadores como Bob Dylan e Bruce Springsteen, mas com um senso folk etéreo mais aguçado. O disco da banda The War On Drugs, Slave Ambient, já saiu.

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Clap Your Hands Say YeahHysterical
O novo disco do Clap Your Hands Say Yeah, Hysterical, sai agora em setembro. Enquanto isso, fique com o teaser.

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No Ceremony – Hurtlove
A faixa Hurtlove, do No Ceremony, você lembra, foi destaque das Tracks #9. Na época tinha apenas o mp3. O clipe saiu há poucos dias.

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Tiësto - Maximal Crazy
Diz que Tiësto está fechando sua turnê pelos festivais do verão europeu com esta Maximal Crazy. O single deve ser lançado em breve por seu próprio selo, Musical Freedom. Mais: na próxima semana ele lança In The Booth, uma série de episódios produzidos para a web. Serão quinze capítulos. Em cada um deles, o DJ vai mostrar a sua vida na estrada, em clubes e em festivais. O material estará no site www.tiesto.com.


Tiësto – Maximal Crazy (Original Mix) by Hypetrak

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Skrillex - Right Here
Caiu na rede a versão oficial de Right Here, o novo som do novo gênio do dubstep, Skrillex. Mas assim como vazou, foi removido. Achei essa versão SoundClaud e, abaixo, o vídeo de um show realizado em julho.

Skrillex – Right Here (Original Mix) by pakistar

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BBQ - show em Porto Alegre
Mark Sultan, aka BBQ, volta a Porto Alegre para um show neste domingo, dia 28, às 18h, no Santander Cultural. Ingressos a R$ 10,00. O bluseiro roquenrrol se apresenta sozinho com bateria e guitarra. O cara já lançou mais de 20 discos. Parte do repertório ele apresentou na capital gaúcha em 2004, no Ocidente, em um show com Jazzie & os Vendidos, a banda formada por Clarah Averbuck e ex-integrantes dos Sellouts (grupo paulistano de garage punk). O show foi muito massa, mas tinha pouca gente.

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#ficadica @MarcosTesser

Gotye - Somebody That I Used To Know
É do australiano Gotye a ótima Somebody That I Used To Know, com sample do brasileiro Luiz Bonfá tocando Seville e com participação da neozelandesa Kimbra. Com letra excelente e um clipe simples e bonito, o single já atingiu o topo das paradas australianas. A música está no terceiro álbum do cara, Making Mirrors, que saiu no último dia 19. O álbum ainda tem outra inspiração brasileira: na faixa I Feel Better, ele sampleia Aquarela do Brasil, de Ary Barroso.


> Tracks #1
> Tracks #2
> Tracks #3
> Tracks #4
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> Tracks #6
> Tracks #7

> Tracks #8
> Tracks #9
> Tracks #10

Tracks Volume #4

08 de julho de 2011 0

As tracks desta semana destacam os últimos clipes de Friends, Arctic Monkeys, The Vaccines e Strokes. Te liga:


FriendsFriend Crush

O girlie glitter pop de Friends é translúcido, quente e muito, MUITO bom! Perfeito pra esse inverno inferno.

Friends – “Friend Crush” from stereogum on Vimeo.


Arctic MonkeysThe Hellcat Spangled Shalalala

O clipe do novo single do disco Suck It and See é tipo fetiche rock’n’road. Quem não curte bom sujeito não é *r*


The VaccinesNorgaard

A banda liberou o sexto clipe do álbum cool What Did You Expect from the Vaccines? Justin Young canta sua admiração pela modelo Amanda Nørgaard, que participa do clipe.


The StrokesTaken For A Fool

Clipe fraco pra música sem graça.


Wooden ShjipsLazy Bones

Psycho, fast and dirty. Take that, muthafucka!


The HorrorsStill Life

Pra mim, o streaming de Skying, o novo do Horrors, que você viu aqui, não basta. Até porque a música Still Life é tão boa (areja o rock soturno dos caras com teclados etéreos) e o clipe é tão massa que vale a pena destacar de novo.


Brave The ElementsBalance In Your Mind

O duo que foi um dos destaques do Disco Virtual Volume #2 acaba de lançar o clipe da faixa Balance In Your Mind. O garage harmônico do Yuri é completado pelos vocais da cantora Gisa.

Balance In Your Mind from Brave The Elements on Vimeo.


Excision & DownlinkExistence VIP

Quebradeira básica.


Gross MagicSweetest Touch

Psicodelia indie digna de My Bloddy Valentine.


E hoje tem Television em POA, no Beco, dentro do GIG ROCK. Segue vídeo gravado ontem à noite no Beco de SP:


> Tracks #1
> Tracks #2
> Tracks #3
> Tracks #4
> Tracks #5
> Tracks #6
> Tracks #7

Entrevista: The View

03 de junho de 2009 5

Divulgação
Interview with The View? Yeah!

Falei por fone com o vocalista Kyle Falconer. Enfrentei seu inglês carregado como quem luta em uma guerra. Em 98, fiz amizade com uma escocesa quando passei um tempo na Itália. Heather, nascida em Edinburgh, era uma metralhadora falante que me fuzilava com seu sotaque praticamente hermético. Mas ela é tipo barbadinha se comparada a Kyle, que é do interior da Escócia. Maldito Scottish accent! :)

Enfim, The View está pronto para subir no palco do PARC Fest, em Porto Alegre, neste sábado (dia 06), às 20h30min. E você lembra, né? Os shows do UnderAge Stage serão só para a galera entre 12 e 18 anos. Os produtores não vão dar mole. Maior de idade não entra! Barbados e meninas acima desta faixa etária só poderão conferir os shows do projeto paralelo, o Kidults (que se espalha por cinco casas noturnas da cidade no dia 05), ou participar das palestras do seminário Indústria Criativa, na Fundação Iberê Camargo (veja a programação no site oficial).

Os escoceses beberrões nasceram em Dundee. Começaram a tocar ainda na escola, quando faziam alguns covers. As músicas próprias surgiram apenas por volta de 2005. O álbum de inéditas, Hats off to the Busker, saiu em 2007 turbinado por indie rock, powerpop, punk e alguns lances de folk. 

Na verdade, os guris (que hoje têm uns 20 anos) não negam suas raízes britânicas. São filhos de Arctic Monkeys e Libertines, afilhados de Oasis, netos de Jam e Clash e bisnetos de Kinks e Who.

Após lançar o EP View (2006), a banda assinou com o 1965 Records para, então, lançar Hats Off…

No papo abaixo, Kyle contou que a banda deverá tocar pelo menos uma música que não costuma estar no set list deles: Double Yellow Lines, do último álbum, Which Bitch? (2009).

Ele também quis saber quais são as outras bandas escaladas para o PARC Festival. Perguntou se eram boas e de onde eram. Pelo que parece, ele está bem interessado sobre essa passagem pelo Brasil.

Leia a entrevista ouvindo os caras: 

 

O início da banda foi em 2005. Vocês já faziam músicas próprias ou eram apenas covers nessa época?

Começamos a tocar antes disso e a fazer nossas próprias músicas em 2005.

 

A banda se tornou bem mais famosa após o lançamento de Hats off to the Busker. Como foi isso para vocês?

É muito bom ver todos te ouvindo e cantando suas músicas. É uma boa sensação.

 

E como foi trabalhar com James Endeacott, da 1965 Records, que já esteve ao lado de Strokes e Libertines?

Ele foi muito legal. Acreditou no nosso som. E ficou impressionado com o resultado.

 

As pessoas sempre relacionam The View a bandas como Clash, Oasis, Libertines, Arctic Monkeys, The Who… E eu, quando ouço músicas como Same Jeans e Temptation Dice sempre me lembro de Rentals. Como você se sente com essas comparações?

Sempre haverá alguma comparação a alguém. Toda banda é comparada a alguma outra. Mas é bom estar em meio a estes grupos. Por mim, está bem assim.

 

Se você tivesse que descrever The View para quem não conhece a banda, o que você diria?

Acho que é um som bem expansivo, que cobre vários ângulos. Temos várias happy songs.

 

Vocês tocarão em um festival criado especialmente para jovens como menos de 18 anos aqui em Porto Alegre. O que você espera disso?

Nunca estive no Brasil, mas tenho certeza que vai ter sol. Mal posso esperar a reação ao nosso show, já que nunca tocamos aí. Espero que todos dancem.

 

O que vocês estão programando para os shows aqui e em São Paulo? E o que nós podemos esperar de vocês?

Deveremos tocar algumas músicas que nunca tocamos antes. Uma deve ser Double Yellow Lines, do disco Which Bitch? Vai ser algo especial para o Brasil.

 

Daqui, a banda segue para São Paulo, onde toca no Popload Gig (dia 07 de junho) e depois se apresenta nos festivais Isle of Wight (13 de junho), Hop Farm (04 de julho) e T in the Park (10 de julho).

>>>>> Veja a programação do PARC Festival
>>>>> Teenagers confirma show em POA em junho
>>>>> Veja mais detalhes da programação no hagah
>>>>> Visite o site oficial do PARC Fest

Postado por Danilo Fantinel