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Resultados da pesquisa por "Beth Gibbons"

Geoff Barrow, do Portishead, diz que Amy Winehouse tinha voz falsa

21 de setembro de 2012 4

Geoff Barrow, do Portishead, disse que Amy Winehouse tinha voz falsa e que, pouco antes de morrer, tornou-se uma personagem de si mesma. Além disso, em entrevista ao site ElectronicBeats.net, apelidou a cantora morta em julho de 2011 de “Whiney Shitehouse”, ou algo como “Chorona M…house”.

Eu acho que Whiney Shitehouse – Amy Winehouse, logo no final, tornou-se uma personagem cômica de si mesma e de como ela cantava. Eu a vi com uma guitarra eletrônica em um pequeno pub em Bristol e as pessoas diziam ‘isso é incrível’, mas não era. Então, ela teve um grande problema com as drogas e os tabloides se envolveram e ela iria começar a ser uma nova Minnie Riperton [cantora de soul]. Era tudo de mentira, mas como havia um grande problema com drogas não se podia dizer que era falso, mas sua voz mesmo parecia falsa. Ela teve uma vida real com uma voz falsa – criticou.

Na mesma entrevista, Barrow elogiou Björk, PJ Harvey e sua parceria de Portishead, Beth Gibbons, que “mudam suas vozes, mas ainda assim são elas”.

Há poucos dias, as cinzas de Amy foram lançadas no norte de Londres.

> Mais Amy Winehouse
> Mais Portishead

Tracks Volume #18

28 de outubro de 2011 0

M83Midnight City
Nada menos do que espetacular este clipe da banda francesa de indie electronic e ambient M83, liderada por Anthony Gonzalez e Nicolas Fromageau, para a música Midnight City. No limite entre o introspectivo e o exuberante, a faixa ganha ares cinematográficos e paranormais na direção de Fleur & Manu. Timing perfeito com o remake da animação japa cult Akira (leia sobre isso  aqui e aqui).

M83 – Midnight City from naiverecords on Vimeo.

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We Were Promised JetpacksHuman Error
Bebedeira, muita festa, gente linda se pegando, entrando em crise, e se acabando geral na noite gringa neste clipe da música Human Error, da banda escocesa We Were Promised Jetpacks. O som é nota 10. Fast dirty rock como se o mundo fosse acabar hoje. E é nisso que o diretor Michael Sherrington deve ter pensado na hora de criar o vídeo. Imperdível.

We Were Promised Jetpacks – “Human Error” from stereogum on Vimeo.

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Jane’s AddictionUnderground
Guitarreira glitter-laser em pleno Late Show With David Letterman. O que mais dizer sobre eles além de “mestres”?

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Mazzy StarCommon Burn
A banda Mazzy Star é um dos grandes nomes do dream pop psicodélico dos anos 90, e está há 15 anos sem lançar um disco de inéditas. Agora, no dia 31 de outubro, eles lançam o single Common Burn, uma faixa muito calma, com guitarra etérea próxima ao country e o vocal-sonho de Hope Sandoval. Lembra muito alguns momentos do Cowboy Junkies. O novo disco deve sair em 2012.

Mazzy Star – Common Burn by weallwantsome1
O single vem com o b-side Lay Myself Down, que você escuta no Pitchfork.

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Nada SurfWhen I Was Young
A nova do Nada Surf, When I Was Young, que estará no disco The Stars Are Indifferent To Astronomy, previsto para o início de 2012, começa acústica e ganha corpo e peso aos poucos. Som legal, sem firulas.

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The HorrorsI Can See Through You
Quem acompanha o Volume há algum tempo sabe que eu curto MUITO Horrors. A ótima I Can See Through You toca geral nas rádios gringas, e há poucos dias saiu esse clipe caleidoscópico maneraço. Veja abaixo e leia mais sobre a banda neste link

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Guided By VoicesThe Unsinkable Fats Domino
Os heróis do indie 90 voltam com o single The Unsinkable Fats Domino, que virá com o lado-B We Won’t Apologize For the Human Race no dia 22/11. O som é puro rock lo-fi tradicional do Guided By Voices, nem mais nem menos. As faixas estarão em Let’s Go Eat the Factory, disco marcado para 01/01/2012.

Escute The Unsinkable Fats Domino aqui

> Faça o download do som no site da Matador

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FriendsI’m His Girl
A melhor homenagem/referência aos anos 80 que eu vejo em anos, autêntica e discreta. A faixa I’m His Girl tem origem onde o indie rock encontra o hip hop cool nova-iorquino. O clipe é pura volta a um passado ghetto street não muito distante. Saudades de NY. Saudades, saudades, saudaaaaadeeeeeeeees! A banda Friends você conheceu nas Tracks #4.

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Lana Del ReyVideo Games (Live)
Lana, Lana, Lana… você me mata. O vídeo de Video Games você viu faz tempo nas Tracks #11. Agora, veja ao vivo.

Você pode ver Blue Jeans, também ao vivo no Premises, neste link. E abaixo, Lana quando ainda era Lizzy Grant cantando Kill Kill, do EP homônimo lançado em 2009 -> e já com a mesma estética retrô-sexy-acabada. Marilyn Monroe feelings. Cool.

Mais uma antiga: a jazzy The End of the World, também de Kill Kill, ao vivo em NY em 2008. E ainda tem gente achando que Lana é fake. Por Deus!

Bom, ela no Jools Holland você já deve ter visto (aqui). Rolou quando eu estava em férias. E no último dia 24, Lana ganhou o prêmio Next Big Thing da revista Q. No vídeo abaixo, gravado após a premiação, a cantora fala sobre o sucesso de Video Games, carreira, a produção do primeiro disco (está pela metade, deve sair em janeiro), hype e críticas.

Ok, ok, chega de Lana Del Rey por hoje! Mas se você quiser saber mais, pula neste link.

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Chromatics - Kill For Love
Rockinho lo-fi sincero, delicioso, com base em sintetizadores e vocal-veludo. Me lembrou Still Corners, que você escutou nas Tracks 12. O disco homônimo, Kill For Love, sai em janeiro pelo selo Italians Do It Better.

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Orbital - Never
Se você sentia falta do Orbital, um dos duos mais importantes da música eletrônica dos 90, que não lançava nada desde Blue Album (2004), agora já tem motivo pra comemorar. Eles acabam de liberar a nova faixa, Never, com um clipe bem legal e muito simples: uma viagem muitíssimo bem editada pelas ruas de Londres, na linha Open Your Eyes, do Snow Patrol (veja aqui). Conhece Londres? Não? Então aproveita e dá um rolê por lá com o Orbital! Saudades de Londres. Saudades, saudades, saudaaaaadeeeeeeeees! E o ponto de fuga das imagens???? Quase sempre fixo! Massa! A música? Ambient techno cool, que é o que eles melhor sabem fazer. Play it loud!

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Anika - Yang Yang e No one’s there
Tô chapado com o som da alemã Anika. Bom para quem curte experimentações pós-punk-eletrônicas gélidas e fantasmagóricas. Anika vive entre Berlim e Bristol e é parceira de Geoff Barrow (Portishead e Beak>), o que por si só já diz muito. Saudades de Berlim. Saudades, saudades, saudaaaaadeeeeeeeees! Ela é tipo como se Nico, Beth Gibbons e Karin Dreijer Andersson (aka Fever Ray) fossem uma única pessoa que cantasse no Stereolab com produção de Trent Reznor fase How To Destroy Angels. Muito confuso? Então te liga na definição do MySpace dela pro som: uneasy easy listening. Ahan! Ah, Yang Yang é um cover de Yoko Ono.

Escute o disco na íntegra:

Se você não consegue ver o embed acima clique aqui para escutar o álbum.

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Stay+Fever
Clipe pesado, meio baixo astral, e bem mais trash do que o da música Human Error, da banda We Were Promised Jetpacks, que você viu acima. Faz a linha Smack My Bitch Up, do Prodigy. Noite forte dá nisso… De qualquer forma, a música de Stay+ é muito boa. Começa calma e segue para um synth poderoso, dançante, com beats acelerados. Nas palavras dele, é “fictional dance” – seja lá o que isso quer dizer. Veja o clipe de Fever abaixo e um set de remixes na sequência, com destaque para a incrível remistura de You’re A Woman, do Death From Above 1979.

Ouça um EP de remixes:


Se não consegue ver o embed de remixes acima, clicaqui.

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Jesse RuinsA Bookshelf Sinks Into The Sand
Pancada electro-industrial das boas criada por Jesse Ruins. As outras faixas do EP (Inner Ambient, Sofija e Dream Analysis) são bem mais calmas, estilo bedroom-pop. Ouça A Bookshelf Sinks Into The Sand abaixo e as outras três neste link

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#ficadica @MarcosTesser

Lissi Dancefloor DisasterPop Musiiic
O Lissi Dancefloor Disaster é um experimento de electro pop indie sueco numa perfeita mistura da atitude do Le Tigre com os toques sombrios da banda The Knife. Formado por Josefin Lindh e Johan Tilli, eles cultuam o “art pop movement”: música pop com mensagens engajadas em prol da arte e da música. A banda, dona da deliciosa track 8-bit Oh My God (veja aqui) lançou ontem seu primeiro EP, As We Plz. A primeira faixa deste trabalho se chama Pop Musiiic, uma canção realmente digna de um hit do Le Tigre. É um pop enérgico, com vocais e temática intensos e loopings viciantes.

Lissi Dancefloor Disaster – Pop Musiiic by Lissi Dancefloor Disaster

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Bloquinho remix

Noel Gallagher’s High Flying BirdsLet The Lord Shine A Light On Me (UNKLE Remix)
E segue a avalanche de material novo do Noel. Depois de singles e vídeos (veja aqui), agora caiu na rede esse remix bacaninha assinado pelo supercult UNKLE. É legal, mas nada mais que isso. Mais Noel Gallagher’s High Flying Birds aqui

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Cut Copy Tour Mix Pt2Noise In My Head
Cut Copy liberou esse mix para bombar a turnê mundial que passou pelo Brasil. Mas eu sou retardado e não vi isso antes do show deles em Porto Alegre. Dããã! Leia sobre o show em POA neste post.

Cut Copy Tour Mix Pt2 – Noise In My Head by cutcopymusic


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Little BootsShake Until Your Heart Breaks
O mixtape lançado por Little Boots tem Metronomy na abertura, Classix, Oh Land e mais. Ótimo chill in com final incrível – a própria Shake Until Your Heart Breaks, que deve ser o próximo lançamento dela.

SHAKE UNTIL YOUR HEART BREAKS MIXTAPE by LittleBoots

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Death Cab For CutieSome Boys (RAC Maury Mix)

Death Cab for Cutie – Some Boys [RAC Maury Mix] by Death Cab for Cutie

> Tracks #1
> Tracks #2
> Tracks #3
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> Tracks #16
> Tracks #17

Ouça a nova música do Portishead

10 de dezembro de 2009 0

Reprodução
O Portishead liberou o clipe da nova música Chase the Tear no site oficial e entregou a faixa e seus direitos autorias à Anistia Internacional hoje, Dia Internacional dos Direitos Humanos. No dia 10 de dezembro de 1948, a ONU adotou a Declaração Universal dos Direitos Humanos (veja aqui e aqui).

Discreto como sempre, o trio de Bristol não fez comentários. Portanto, ainda não se sabe se o som é sobra de estúdio do último lançamento, o opressor Third, ou se é parte de uma nova fase de composições. De qualquer forma, Geoff Barrow havia dito à BBC há um ano que a banda estava trabalhando em novo material para o quarto disco, e que estava pensando em mais uma turnê.  

Chase the Tear é tensa e remete a um eletrônico oitentista do tipo EBM, como já feito em Third, com o tradicional vocal-lamento denso e desesperado de Beth Gibbons. O som mistura base programada nervosa, guitarra, bateria acústica e eletrônica. O lance é cerebral e um tanto quanto desconfortável (as próprias expressões de Beth e de Geoff Barrow denunciam isso). O final é abrupto.

 Ouça Chasing the Tear

>>>>> Mais Portishead

Postado por Danilo Fantinel

Portishead lança novo clipe

28 de novembro de 2008 2

Reprodução
O novo clipe do Portishead, da música Magic Doors, é uma overdose de imagens sobrepostas. A vocalista Beth Gibbons é a única integrante da banda de Bristol a aparecer. A direção é de John Minton.

Magic Doors é o terceiro single do álbum-mala Third. Sério, não consigo gostar de Third, tão aguardado por fãs como eu. Acho sombrio demais, claustrofóbico demais, depressivo demais. O som só me da angústia… e a mistura de gabba e EBM deixou tudo muito pesado… pra mim… ainda mais em dias quentes e de sol forte como hoje!  

 

>>>>> Resenha: Portishead faz show em Milão
>>>>> Resenha do álbum: Portishead é passado :(
>>>>> Portishead já trabalha em seu próximo álbum
>>>>> Banda lança vídeo de Machine Gun

Postado por Danilo Fantinel

Portishead já trabalha em seu próximo álbum

08 de julho de 2008 2

Divulgação

O Portishead revelou que os fans não vão precisar esperar tanto pelo próximo álbum de inéditas da banda inglesa de trip hop. 

Poucos tempo depois do lançamento de Third, primeiro álbum de inéditas em mais de 10 anos, os caras já estão trabalhando no seu próximo disco.

Em entrevista à BBC, o guitarrista Adrian Utley confirmou que esse é o motivo pelo qual o grupo não está se dedicando a uma grande turnê de Third. Sobre o hiato nas atividades, Utley afirmou que a relação entre os integrantes da banda se desgastou muito após a turnê de mais de um ano do álbum Portishead de 1997.

Nesse período, o grupo laçou apenas um registro ao vivo em 1998. Enquanto a vocalista Beth Gibbons lançou um trabalho solo em 2002.

Veja também:

 >>>>> Radiohead toca Portishead

 >>>>> Resenha: Portishead faz show em Milão

Postado por Luciano Varelmann

Esteja alerta para a regra dos 3

10 de abril de 2008 3

Portishead em Milão/Diego De Carli, especial clicRBS
No dia 30/03, na cidade italiana de Milão – a terceira maior área metropolitana da União Européia –, o Portishead fez o terceiro show da tour oficial de divulgação do álbum Third. À seqüência de coincidências numerológicas, só mesmo um gaúcho poderia acrescentar mais uma: foi muito tri!

Então, continuemos em volta do número. A seguir, 3 motivos que resultaram em uma noite mágica, agraciada ou não pela numerologia, e que fizeram/fazem o retorno da banda de Bristol um dos acontecimentos mais marcantes dos últimos tempos – goste-se ou não de como soa o novo Portishead.

Motivo 1: acordeão, bigode e bateria
Contrariando a regra geral, não foi eleita uma wanna be Portishead para abrir os trabalhos da noite. Com personalidade, aos poucos, A Hawk and a Hacksaw, grupo de New Mexico, Estados Unidos, conquistou a atenção de uma platéia ainda a ser completa. Jeremy Barnes, frenético, ficava encarregado pelos sons simultâneos de bateria e acordeão, ao mesmo tempo em que abanava um bigode cultivado com esmero para o público. Ao seu lado, a violinista Heather Trost era responsável por deixar o palco mais bonito e retirar de um violino sons que jamais se poderia imaginar sair do instrumento. Terem auxiliado Zach Condon nos primórdios da Beirut é, no mínimo, uma boa referência.

Com a claridade que um estranho horário de verão recém iniciado proporcionava à Europa, e frente ao constrangimento de um palco repleto de instrumentos que não os seus, A Hawk and a Hacksaw foi a primeira – e excelente – surpresa da noite. Confira abaixo uma pequena amostra do que eles são capazes de fazer:

>>>>> Fernando%27s Giampari



Por mais incompatível que possam soar os Hawk and a Hacksaw em uma noite dedicada ao que se classificava antigamente como Trip Hop, a banda avant-folk já dava o recado de toda a estranheza que estava por vir. Motivo 2: Beth Gibbons!
Com a discrição e elegância dos seus 43 anos de vida, mesmo vestida de preto e envolta em telões e luzes, era impossível desviar a atenção de Beth. Duas mãos coladas ao microfone, como se fizesse do pedestal uma bengala para apoiar toda a sua timidez, abria os olhos apenas para se admirar com os infindáveis aplausos no curto intervalo entre uma canção e outra, com ar surpreso de quem acabou de se descobrir perante uma platéia.

Onze anos longe do Portishead (mas não da música: que fique registrado o álbum solo Out of Season e a parceria com Rodrigo Leão, ex-Madredeus) fizeram bem a Beth Gibbons. Por impossível que pareça, sua voz parece atingir níveis mais altos e seus lamentos dão ainda mais frio na espinha – há quem diga que é porque parou de fumar… Dizer que ela voltou melhor é quase uma audácia. Mas é verdade.

>>>>> Glory Box



Threads, música que encerra o novo álbum, já na versão de estúdio causa arrepios em quem ouve. Quando ao vivo, e cantada aos berros por uma aparentemente frágil mulher, é capaz de levar o mais inabalável dos espectadores aos prantos.

Motivo 3: Third – Mais trip, menos hop

Se fechar os olhos e ouvir os álbuns de 1994 e 1997 , de cabo a rabo, já eram uma agradável viagem pelos vales do leve desespero, Third leva à outra dimensão. Que perdoem os saudosistas, mas a banda está na sua melhor forma.

Para ilustrar o momento, um dos melhores exemplos da nova safra é Plastic. São 3 minutos e 33 segundos de música que te “quebra as pernas” – ou o que sobraram delas após ouvir Silence. Quase um orgasmo. Um estranho orgasmo, como não poderia deixar de ser.

O que se viu em Milão, mais do que se pode ouvir em Third, foi uma sessão de experimentalismo maduro, consciente e corajoso. A seleção de Machine Gun como música de apresentação do último álbum já deixa claro quem é e onde quer chegar o novo Portishead. Provavelmente não foi pela aleatoriedade de um sorteio que definiu-se como single uma das composições mais difíceis de se assimilar dentro do conjunto – só perde perante a chatice de Deep Water.

Pois o tal single (um dos pontos altos da noite), ao vivo, tem seu potenciais chapantes maximizados, levando longe, muito longe. Mesmo que o viajante esteja supostamente distraído, segurando uma inconveniente câmera e registrando o momento:

>>>>> Machine Gun

Antes ouvir as batidas difíceis, hipnotizantes e quase irritantes de Machine Gun do que ser tentado com uma variação simples e preguiçosa de Glory Box. Felizmente, o caminho mais fácil não parece ser exatamente uma opção para Beth Gibbons e companhia – alguém lembra do lançamento de Kid A, do Radiohead, em 2000? No fundo, o Portishead ainda tem Glory Box. Tem, mas acabou.

Setlist do show:
Silence
Hunter
Mysterons
The Rip
Glory Box
Numb
Magic Door
Wandering Star
Machine Gun
Over
Sour Times
Only You
Nylon Smile
Cowboys

Encore:
Threads
Roads
We Carry On

>>>>> Resenha do álbum: Portishead é passado :(
>>>>> Banda lança vídeo de Machine Gun

Postado por Diego De Carli, direto de Milão

Portishead é passado :(

13 de março de 2008 14

Reprodução/site oficial
O novo álbum do Portishead deve chegar as lojas no dia 28 de abril (e terá uma versão em USB com 4 filmes!), mas já está na rede faz uns dias, né? Você sabe, é só procurar e baixar… e ver que este Third é inferior ao material anterior da banda de Bristol. Os quase 11 anos de intervalo em gravações inéditas não fizeram bem ao trio.

Portishead 2008 segue denso e melancólico, mas está sonoramente mais pobre e um tanto quanto perdido. O que antes era visivelmente autoral, refinado e genial agora se mostra confuso e deficiente.

Third só parece Portishead pela voz inconfundível de Beth Gibbons e por algumas guitarras de Adrian Utley. As programações de Geoff Barrow parecem fracas e desconexas. O resultado final parece um álbum de uma banda menor, uma espécie de cópia da cópia do trio Portishead safra anos 90.

O CD que vazou na internet não tem a atmosfera, a veemência, a cadência, a simbologia e a identidade de Dummy (1994), passando mais perto do submundo obscuro elaborado no segundo álbum da banda, o claustrofóbico e noir Portishead (1997), mas não chega nem perto da qualidade deste.

A banda perdeu a mão em Third. Parecem músicas aleatórias, desconexas, reunidas para lançamento. São composições sem a levada criativa do trio inglês e, de uma forma geral, bem pobres em termos de harmonia e arranjos. Portishead bom é o do passado.

As músicas

Poucas delas são a cara conhecida da banda, como We Carry On, já bastante difundida em shows do grupo em 2007 e divulgada no YouTube. A faixa é intensa e cresce a cada momento com guitarras e bateria em duelo forte!

Threads abre o álbum num clima soturno, angustiante e sofrido, bem próximo ao universo do segundo CD de estúdio deles, com ambientação sufocante e guitarras variando entre a sujeira underground e um space rock viajandão. Boa abertura que não se sustenta no decorrer do disco.

Silence tem introdução em português (“Esteja alerta para a regra dos três. O que você dá retornará para você. Essa lição você tem que aprender. Você só ganha o que você merece”) para, depois, ter início uma programação eletrônica um tanto quanto irritante. Nervosa, a faixa é encerrada adrupta e propositalmente. Sintoma claro da falta de acabamento de Third como um todo?



Hunter alterna vocais lamuriosos com dedilhados de guitarra delicados e elementos eletrônicos tensos. Meio chata. Plastic se mostra mais de acordo com o som tradicional da banda, com espaçamentos, mudanças de andamento e uma maior similaridade ao passado no que diz respeito à base eletrônica. Deep Water é vexatória – e não mais que isso. Mallu Magalhães faz melhor!

Machine Gun (anunciado hoje mesmo como o primeiro single da banda, a ser lançado em 14 de abril) tem seqüência eletrônica guerrilheira, com ecos de Electronic Body Music (EBM), ou seja, batidas secas, fortes e robóticas. E Beth segue no seu vocal-lamento a ponto de irritar. E olha que adoro Beth! O resultado é médio. Björk já fez antes – e também melhor.

Small é sussurro, banquinho e violão, mas não passa nem perto da bossa nova, claro. Mas a calmaria vai só até certo ponto, quando entra novamente o estranhamento eletrônico. Incômodo.

Magic Doors abusa um pouco mais da criatividade, com uma percussão bem de canto e um pouco mais de, hããããã, como posso dizer…. estranhamento eletrônico!?! Desculpe-me se o texto parece redundante, mas assim o é este esperado e decepcionante Third.

O grande lance da banda atualmente deve ser a apresentação ao vivo, em que os músicos têm a chance de “crescer” no palco e se redimir . Ver um show deles deve ser uma experiência magnífica. E o Volume estará presente no espetáculo marcado para o final de março em Lisboa. Aguarde!

Mais

>>>>> Veja vídeos da banda ao vivo
>>>>> Portishead tocará no Coachella

Postado por Danilo Fantinel

Third, do Portishead, sairá dia 14 de abril

24 de janeiro de 2008 0


Agora o novo do Portishead tá com mais cara de que vai sair mesmo. Ganhou nome e data, o querido: Third deve cegar às lojas no dia 14 de abril. VOLUME tinha antecipado isso em dezembro, lembra? 

O álbum terá 11 faixas e pouco mais de 49 minutos, conforme o site oficial da banda. É o primeiro trabalho de inéditas em mais de dez anos. O disco foi finalizado em outubro do ano passado.

Você sabe: o trio de Bristol inventou a vertente mais obscura, fantasmagórica e cinematográfica do trip hop, com fortes resquícios de jazz e música erudita e blábláblá. Nasceu cult e se manteve como ícone do bom gosto musical.

Agora, Beth Gibbons, Adrian Utley e Geoff Barrow preparam seu retorno. A banda fará uma turnê para divulgar o novo trabalho e é um dos high lights do Coachella Festival

Faixas como Peaches, Wicca, Hunter e Mystic foram apresentadas am alguns shows que o Portishead fez ultimamente. No vídeo abaixo, da música Wicca, há uma introdução em português. E tem alguns estudos de sons no MySpace da banda.

Wicca – new song Live at ATP



Mystic – new song Live at ATP



Peaches – new song Live at ATP



>>>>> Visite o site oficial 

>>>>> Veja o MySpace da banda

Postado por Danilo Fantinel

Coachella 2008 terá Portishead e Kraftwerk

22 de janeiro de 2008 2

Beth Gibbons, do Portishead/Divulgação
O Festival Coachella, um dos mais importantes eventos de música do mundo, anunciou ontem sua programação para este ano. São mais de 100 atrações, incluindo Portishead, Kraftwerk, Roger Waters, Verve, Jack Johnson, Breeders, Raconteurs, Café Tacuba e Vampire Weekend.

O Bonde do Rolê está escalado e deverá contar com sua nova vocalista, que será escolhida no reality show que a MTV está promovendo. Ela substituirá Marina depois do bafão generalizado entre a banda.

Entre esses, o mais esperado é o show de Portishead, que deverá lançar seu terceiro álbum em abril. A banda de trip hop é uma das mais cultuadas do mundo e leva a vida despreocupada, fazendo as coisas quando e como quer. E lá se vão mais de dez anos sem um álbum novo.

Os shows rolam entre os dias 25 e 27 de abril. O festival ocorre desde 1999 em Indio, nos Estados Unidos, e já promoveu retornos históricas como o de Pixies e de Rage Against the Machine.

>>>>> Veja o site do festival

Postado por Danilo Fantinel

Novo Portishead sai em abril

03 de dezembro de 2007 0

Divulgação
Depois de cerca de 10 anos sem material inédito, o Portishead anunciou para abril o lançamento de seu novo álbum. Geoff Barrow há havia divulgado há semanas, no site da banda, que os músicos estavam finalizando o novo trabalho.

Especialistas em canções soturnas, letras melancólicas e atmosferas quase fantasmagóricas, os ingleses mestres do trip hop ainda não deram um nome ao álbum. De qualquer forma, dá pra se ter uma idéia do que eles andam fazendo lá no MySpace da banda, que tem as faixas instrumentais Key bored 299 03 e Greek jam (ambas pobrinhas, nada criativas, em loop praticamente infinito; material não finalizado, com certeza).

O último álbum de estúdio deles é Portishead, de 1997. No ano seguinte, lançaram o essencial Roseland NYC Live, gravado ao vivo em Nova York. Depois disso, em 2002, Beth Gibbons lançou Out of Season, trabalho solo introspectivo, com ecos folk, cujas músicas tocou em uma versão carioca do Tim Festival de 2003.

Portishead está se preparando para um show no Nightmare Before Christmas, evento dentro do festival All Tomorrow%27s Parties, em Minehead, na Inglaterra, que rola entre os dias 7 e 9 de dezembro. A banda assina a curadoria desta edição do evento.

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Postado por Danilo Fantinel