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Resultados da pesquisa por "Black Keys"

Black Keys e RZA lançam clipe com Lucy Liu

23 de outubro de 2012 0

Spaghetti kung fu no clipe do Black Keys e do rapper RZA para The Baddest Man Alive, som que está na trilha do filme The Man With The Iron Fists, produzido por Quentin Tarantino e com direção do próprio RZA.

É bobagem do início ao fim, com cenas do longa que tem os atores Lucy Liu e Russel Crowe no elenco. O filme estreia no dia 2 de novembro nos Estados Unidos.

Também participam da trilha Wu-Tang Clan, Kanye West, Wiz Khalifa, Corrine Bailey Rae e outros.

> Mais Black Keys

Johnny Depp toca guitarra com Black Keys

04 de junho de 2012 0

Johnny Depp tocou guitarra com o Black Keys no MTV Movie Awards ontem. Rolou Gold On The Ceiling e Lonely Boy. O cara mandou bem. Ficou massa!

Johnny Depp, você sabe, além de ser um ator genial toca guitarra há tempos. Na real, a música pegou ele antes do cinema, aos 17 anos. Começou na banda Kids, que abriu shows de Iggy Pop, Ramones, Talking Heads e Pretenders nos anos 80 na Flórida. Só tornou-se ator ao mudar para Los Angeles.

Depp ganhou o troféu Generation Award na premiação da MTV.

Ó:

>>>>> Já viu o clipe de Gold On The Ceiling, dirigido por Harmony Korine?
>>>>> Mais Black Keys

Lollapalooza Brasil é marcado por Arctic Monkeys, Skrillex, Peaches, Manchester Orchestra, Foo Fighters e Joan Jett

10 de abril de 2012 5

A primeira edição do Lollapalooza no Brasil teve pontos positivos no que diz respeito à música e negativos na parte de serviço. O ponto alto foi o acerto na escolha do local: o Jockey Club, perto do centro de São Paulo, barbadinha de chegar de metrô e com estrutura adequada, já havia sido palco de outros eventos bem-sucedidos, como o último Free Jazz Festival, em 2001.

O grande problema mesmo foi a volta para quem dependia do metrô. Total absurdo a estação Butantã fechar por volta da meia-noite, já que os shows acabavam pelas 23h, e taxistas cobrarem valores  acima da tabela. Não sei se existe fiscalização em SP, mas se existe está falha. Isso rola sempre, seja em turnês próprias de bandas ou em festivais de grande porte. Sem noção!

Já dentro do evento, apesar da grande quantidade de caixas por todo Jockey, as filas para compra de bebidas eram quilométricas no primeiro dia. No segundo, o lance melhorou. O público (cerca de 135 mil pessoas entre sábado e domingo) deve ter aprendido a lição e comprado toneladas de PillaPaloozas (a moeda do evento) já ao chegar no local. Havia funcionários “avulsos” vendendo pillas durante a tarde (e quebrando o maior galho), mas à noite era quase impossível achá-los. Merecem uma equipe maior.

Outro ponto fraco: os banheiros, como sempre um desastre horroroso. Insalubre. Uma falta de respeito com o público. E isso, claro, não é exclusividade do Lollapalooza. Banheiro químico é o fim do mundo em qualquer lugar. Enfim…

Mesmo assim, a organização do Lolla ganhou muitos pontos no que diz respeito à música – o que, apesar dos contratempos acima, é o que realmente importa. Com um sistema de som praticamente perfeito (MGMT teve problemas, é verdade, mas a banda ao vivo é um problema em si…), o festival teve, no geral, som nítido e alto. Não pude conferir todos os shows, mas lembro de pelo menos um espetáculo vazando e prejudicando outro: o som do Pretty Lights, projeto do norte-americano Derek Vincent Smith, incomodou parte do público do Friendly Fires.

Comments sobre os shows que vi:

07/04


Daniel Belleza e os Corações em Fúria
Garage rock cortante, furioso, com alto teor glitter punk. Quando a banda surgiu no início dos anos 2000 ficou claro o poder de performance de Daniel, agora atenuado, mas ainda garantindo um bom rock show. A banda ganhou aplausos merecidos.

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Rhythm Monks
O trio eletrônico mascarado de Berlim parecia ter descido de alguma nave espacial. Com um figurino tipo messias das galáxias, os caras tocaram um hardcore trance não muito inspirado e abusaram de coreografias minimalistas toscas. Não foi muito legal. Parecia uma paródia pobre do clipe de Around the World, do Daft Punk. Com tanta gente legal podendo ganhar espaço a programação eletrônica do Palco do Perry, Rhythm Monks foi um erro de casting.

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O Rappa
Os cariocas estavam espertos e fizeram um grande show no Palco Cidade Jardim. Já vi algumas apresentações da banda, inclusive em festivais, mas nunca encontrei os caras com tanta energia. Conseguiram reunir quase todo público presente naquela tarde. O resultado foi um poderoso espetáculo que teve como climax Homem Amarelo e o discurso de Falcão a favor do multirracialismo e multiculturalismo. O palco quase veio abaixo com o cover de Killing in the name, do Rage Against the Machine, e seu riff perfeito. Falcão sugeriu que a banda toque no Lolla. A banda foi acompanhada por um quinteto de violinistas.

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Perryetty x Chris Cox
Enquanto o Rappa bombava, Perry Farrel tentava levantar seu pequeno público do seu projeto eletrônico no palco que leva seu nome dentro do seu próprio festival. Tipo incrível. Cantava e gritava palavras de ordem sobre bases pré-gravadas e discotecagem de Cox. Dançava fora do ritmo e atravessava beats na pilotagem do soundsystem. A todo momento, perguntava “are you happy São Paulo?”. No som, farofada eletrônica para quem entende pouco do assunto. A animação e a energia provaram que Perry é mesmo um dos caras mais carismáticos do rock, mas que na eletrônica ainda precisa ser equalizado.

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Band of Horses
Logo ao lado, no palco Butantã, a banda de Ben Bridwell apresentava de folk rock tatuado. Os longos duelos autorais de guitarra, baixo e bateria que não me chamaram muita atenção, apesar do grande público presente estar curtindo muito. E a culpa foi da Peaches e minha expectativa pelo show dela. Fiquei totalmente bloqueado para qualquer outra coisa. Antes do espetáculo, na área de imprensa, a cantora que eu havia entrevistado em 2003 me disse que, muito melhor do que tentar explicar o show seria eu vê-lo. Canadense maldita, me deixou no suspense, kkkkk! Enfim, Band of Horses fica pra próxima!

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Peaches
A cantora canadense provou que é uma das grandes artistas do século 21. Depois de ter feito um grande show em Porto Alegre em 2004, no qual fez de tudo entre cantar, dançar e escalar a estrutura do teatro, Peaches apresentou um espetáculo focado não só em electro beats sujos, mas também em liberdade sexual e em performance teatral cômica. Cantando, comandando pick-ups e sequenciadores e com o apoio de duas dançarinas (e muita champanhe), a canadense subiu ao palco usando um colante cor da pele adornado com seios cenográficos de diversos tamanhos. A imagem resume o conceito por trás do show: ativismo feminista eletrônico festivo e sem pudores. Nenhuma novidade, e mesmo assim atual. Peaches decadente? Jamais! No set, não faltaram músicas potentes e dançantes, que ao vivo ganharam ainda mais peso para reforçar o poder hedonista das canções. Do electroclash tradicional ao dubstep aliado a techno beats experimentais, Peaches é diversão garantida.

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TV on the Radio
Só peguei o final do show, que contou com a participação do guitarrista Dave Navarro, do Jane’s Addiction, em Repetition. Você sabe, culpa da Peaches

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Joan Jett & The Blackhearts
Foi ótimo ver ao vivo uma das grandes figuras do rock mundial. O espetáculo de Joan Jett não se destacou apenas por seu valor histórico, mas também pela energia da banda e pelo rock’n’roll tradicional. A abertura explosiva foi com Bad Reputation (reconfigurada por Peaches no disco Fatherfucker), seguida da clássica Cherry Bomb, de sua antiga banda, The Runaways. Joan também arrancou aplausos para You drive me wild, sua primeira canção escrita, e apresentou duas novas composições, T.M.I. e Hard To Grow Up. Outros pontos altos? I Love Rock and Roll, óbvio, e I Hate Myself For Loving you.

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Foo Fighters
O Lollapalooza trouxe ao Brasil uma das maiores bandas do rock contemporâneo em uma de suas melhores fases. A turnê de Wasting Light vem rodando o mundo desde há tempos e causando muito em todos lugares pelos quais passa. A fórmula da banda é simples: rock instantâneo, bombástico, eficaz e extremamente energético liderado por um vocalista carismático aliado a um baterista foda (Taylor Hawkins). Fácil. Mas nem isso libera a banda para fazer um show curto ou descompromissado. Muito pelo contrário – até porque era a principal banda do line-up do evento. Por isso, os caras fizeram um show de quase três horas lotado por toneladas de hits roqueiros e baladas de sucesso, assim como no Rock in Rio 3, em 2001. Entraram no set list All my life, Times like these, Rope, Breakout, Long road to ruin, Big me, Everlong, The Pretender, Cold Day in the Sun e White Limo, entre outras. O show teve a participação de luxo de Joan Jett em Bad Reputation e I Love Rock ‘n’ Roll. A não ser em faixas mais obscuras, a banda obteve resposta imediata do gigantesco público. Sim, porque a banda reuniu praticamente todas pessoas que estavam no evento. E a voz de Dave Grohl? Falhou sim. Afinal, o cara não é de ferro, pô.

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Calvin Harris
Quem não viu Foo Fighters optou por conferir o set de Calvin Harris, queridinho da eletrônica gringa. Abusando do deep house e de techno beats, o produtor eletrônico levantou mesmo a galera ao tocar um remix poderoso de Never Be Alone, de Justice vs. Simian Mobile Disco.

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08/04

Thievery Corporation
O trip hop/downbeat elaborado com elementos exóticos da banda norte-americana atraiu um bom público no palco Cidade Jardim, no segundo dia de shows do Lolla. Com banda completa, composta por guitarra, baixo, bateria, percussão, cítara, trompete e sax, além dos sequenciadores de Rob Garza (cabeça da banda ao lado do guitarrista Eric Hilton) e de um time de cantores, o grupo confirmou sua groove reputation despejando um set inspirado por dub, reggae, dance hall e até música brasileira – com apoio de berimbau eletrônico e de uma cantora nacional que, por sinal, não se apresentou ao subir no palco e deixou as pessoas com cara de “quem é essa?”. Apesar da bela voz, não foi ela quem levantou a galera, mas sim uma dupla de vocalistas rastaman e um rapper vestido no melhor estilo gangsta. Thiervery fez um show de altíssima qualidade musical, apostando em música dançante orgânica sem fórmulas fáceis ou padrões estipulados.

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Friendly Fires
O indie rock dançante da banda britânica é bastante dependente do animado vocalista Ed Macfarlane. Dançando muito e requebrando o quanto podia, ao melhor estilo desengonçado britânico, Ed e banda bombaram com Jump In The Pool, Skeleton Boy, Paris e o superhit Hawaiian Air. Friendly Fires nunca me chamou muito a atenção, mas é inegável a entrega da banda ao vivo e a paixão que provoca sobre seus fãs – alguns deles muito de cara com o vazamento do som Pretty Lights, que tocava logo ao lado, no Palco do Perry. Leia mais sobre isso abaixo.

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Pretty Lights
O produtor eletrônico despejava beats robóticos com DNA hip hop no Palco do Perry enquanto o Friendly Fires se apresentava no palco Butantã, ao lado. O set do norte-americano foi tão pesado que o som vazou, atrapalhando parte do público da banda britânica. Por outro lado, vi muita gente deixando a platéia do Friendly Fires para ver o que estava ocorrendo na pista eletrônica, o que pode ser considerado algo positivo para Pretty Lights. Afinal, roubar público dos britânicos não é pra qualquer um.

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Manchester Orchestra
A banda britânica foi a grande surpresa do Lollapalooza Brasil. O rock pesado, posicionado entre o pós-rock estridente e o indie metal livre de clichês, cheio de guitarras altas e bateria galopante, foi uma pancada sonora de primeira. Manchester Orchestra é como se Mogwai e Mastodon dessem origem a uma banda híbrida. Teve gente correndo do Palco Butantã, onde Friendly Fires havia acabado seu show, até o Palco Cidade Jardim, do oooooutro lado do Jockey, para ver de perto o explosivo espetáculo dos caras. Não devem ter se arrependido. Foi algo realmente especial. O som, cristalino, estava tão alto e nítido que deve ter sido ouvido nos Jardins. Nota 10.

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MGMT
Show fraco do duo que lançou um dos melhores discos de 2008, Oracular Spectacular. Sem inspiração, sem tesão, sem saco total e com alguns problemas de som. Claro que a chuva que caiu desanimou a todos, mas a banda não pode se deixar levar por isso. De qualquer forma, a banda nunca faz um show 100% mesmo. Os melhores momentos foram os três maiores hits da banda: Electric Feel, Time to Pretend e Kids, todos de Oracular. A inédita Alien Days, baseada em violão, passou batida. Verdade: os relâmpagos ganharam mais gritos e aplausos que a banda. Lamentável.

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Skrillex
O DJ mais celebrado do mundo hoje fez sua estréia no Brasil já ocupando um posto de super estrela dentro de um megafestival. Foi o cara que, pela primeira vez no evento, realmente lotou o Palco do Perry. O ex-roqueiro emo norte-americano começou seu set com uma faixa experimental e quebrada, nada convencional. Em seguida, sob poderosos canhões de laser (guardados especialmente para ele e utilizados pela primeira vez pela produção do evento, ampliando ainda mais a experimentação sensorial) mandou ver em um dubstep mais degustável, inspirado por dirty beats em geral e remodelado por diversas vertentes como techno, jungle, drum’n’bass, reggaeton, dub e gangsta hip hop. Os sons jamaicanos, por sinal, estiveram em alta no Lollapalooza, presentes também (em maior ou menor grau) nos shows do Rappa, do Jane’s Addiction e do Thievery Corporation. Os pontos mais altos do show foram um remix maluco de Internet Friends (You blocked me on Facebook) e o superhit Ruffneck, momento em que a bandeira do Brasil surge no telão atrás de Skrillex, causando histeria coletiva (veja abaixo). O show do cara já está marcado na história eletrônica brasileira. Quem viu viu, que não viu… pode ver a íntegra do set aqui.

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Foster the People
Ao mesmo tempo em que Skrillex botava abaixo o Palco do Perry, Foster the People entregava seu rock básico aditivado por discretos elementos eletrônicos no Palco Cidade Jardim. Trocar Skrillex por Foster the People sempre foi algo impensável por mim. Por isso, cheguei no final e vi apenas o megahit Pumped Up Kicks com seu magnífico loop final, criando uma ótima versão overextended da faixa. Como ainda considero Foster the People uma banda de um hit só, pra mim foi o que bastou.

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Jane’s Addiction
A psicodelia roqueira independente e compulsiva da histórica banda de Perry Farrel é algo para poucos, definitivamente. Que o diga o discreto e silencioso público que acompanhou o show do grupo. Sem muita animação, a plateia viu Perry, o guitarrista Dave Navarro (na foto, ao fundo) e cia executarem alguns clássicos do indie rock global como Jane Says, Ocean Size, Mountain Song e Been Caught Stealing. E pior: não era comum Perry encerrar suas vocalizações xamânicas fazendo pose de superstar esperando ovação e amargar um silêncio constrangedor. Uma pena. Algumas músicas novas do disco The Great Escape Artist (2011) ganharam apoio de performers no palco, mas também não levantaram a galera.

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Arctic Monkeys
Uma das bandas mais esperadas do festival entregou um rock show praticamente perfeito. Composições autorais de primeira, guitarras e bateria incríveis (Alex Turner e Matthew Helders são foda), presença de palco, postura rock e parceria com o público. Ao que parece, nada deu errado pra eles. Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair, Brianstorm, When the Sun Goes Down, I Bet You Look Good on the Dancefloor, The View From the Afternoon, Crying Lightning, R U Mine? e a ótima Brick by Brick (com Matt no vocal) jogaram a animação lá pra cima. Fluorescent Adolescent (incrível) e 505 fecharam os trabalhos. O show no Lollapalooza mostrou que a banda amadureceu muito desde a primeira passagem deles pelo Basil, em 2007, durante o Tim Festival. Deixaram de lado a insegurança de moleques para protagonizar um dos grandes momentos do festival. Que voltem logo!

* Todas fotos deste post: Divulgação Lollapalooza Brasil

Arctic Monkeys lançam trailer de DVD ao vivo

21 de dezembro de 2011 0

O Arctic Monkeys lançou um trailer do que deve ser o próximo DVD ao vivo da banda. Gravado em junho no Don Valley Bowl, em Sheffield, Inglaterra, cidade natal da banda, o filme ainda não tem previsão de lançamento. São dez minutos de imagens com a banda tocando Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair, 505 e Mardy Bum. Leia sobre o show no Guardian.

Os caras já têm experiência no lance. Em 2008, lançaram Arctic Monkeys at the Apollo, o ótimo concert movie exibido em cinemas de várias cidades do mundo, incluindo Porto Alegre.

E a banda segue na estrada, na turnê do disco Suck It And See, lançado em junho. Foi headliner do T In The Park and V Festival no verão gringo. De outubro pra cá, tocou em várias arenas britânicas. Em abril, eles voltam ao Brasil para tocar no Lollapalooza, em São Paulo. O primeiro show deles aqui foi em 2007, no TIM Festival. Eu vi e foi massa. O melhor do evento. Leia sobre isso neste texto (o post de estreia do Volume).

No dia 23 de janeiro, os britânicos lançarão o single Black Treacle, faixa de Suck It and See que virá com um b-side.

> Mais Arctic Monkeys

Arctic Monkeys liberam novo clipe

15 de abril de 2011 1

O rock não precisa ser salvo, mas os caras do Arctic Monkeys fazem isso por nós mesmo assim em Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair. A faixa que estará no novo disco, Suck it and see, já estava rodando as interwebs há alguns dias, mas o clipe saiu só ontem.

Claro que “só ontem”, atualmente, já é quase o século passado. Mas o bicho tá pegando nessas minhas semanas pré-férias. O tempo é curto merrrrrmo!

E alguém aí sente cheiro de Oasis? Eu sinto, mas não importa. E, talvez até por isso, o Arctic Monkeys se encaminhe pra ser a grande banda de rock dos nossos dias. Claro que pra isso temos que fechar os olhos pro grande Arcade Fire. Mas se as duas bandas ocupassem sozinhas um único planetóide, cada uma delas estaria em um pólo diferente. Uma não derrubaria a outra…

Play it loud!



Suck it and see tem produção de James Ford, do Simian Mobile Disco. A lista de músicas é:


She’s thunderstorms

Black treacle

Brick by brick

The hellcat spangled shalalala

Don’t sit down ’cause I’ve moved your chair

Library pictures

All my own stunts

Reckless serenade

Piledriver waltz

Love is a laserquest

Suck it and see

That’s where you’re wrong

>>>>> Mais Arctic Monkeys


Johnny Depp toca no show do Aerosmith em LA

08 de agosto de 2012 2

Depois de tocar com o Black Keys, Johnny Depp subiu ao palco do Aerosmith, segunda à noite, no Hollywood Bowl, para tocar o blues rock Train Kept A-Rollin’. O ator deu show novamente:

Depp é um dos convidados da banda no novo disco Music From Another Dimension. Escute a nova faixa Legendary child abaixo e saiba mais sobre o álbum neste link.

Na época em que o som foi divulgado, Steven Tyler e Joe Perry estavam se estranhando. O guitarrista chegou a dizer que o vocalista estava fora da banda. Confira aqui.

Além de Depp, o álbum Music From Another Dimension tem como convidado Julian Lennon, filho do ex-Beatle. Leia mais sobre isso neste link. O disco será lançado no dia 06 de novembro. Será o primeiro desde Just Push Play, de 2001.

> Leia sobre o show do Aerosmith em Porto Alegre

Scarlett Johansson grava Bonnie & Clyde com Lulu Gainsbourg

07 de agosto de 2012 0

A atriz Scarlett Johansson gravou a música Bonnie & Clyde, de Serge Gainsbourg, com o filho do músico francês, Lulu. A versão original foi lançada em 1968 com Serge e a atriz Brigitte Bardot nos vocais.

A nova versão fará parte do disco From Gainsbourg to Lulu, em que o filho de Serge regrava sua obra. O álbum, marcado para 30 de outubro, também tem a participação de Johnny Depp, Rufus Wainwright e Iggy Pop.

Escute Bonnie & Clyde no SoundCloud

Scarlett, você lembra, lançou o álbum solo Anywhere I Lay My Head, com covers de Tom Waits, em 2008. Além disso, ela cantou com o músico Pete Yorn no disco Break Up, de 2009.

Em 2011, a atriz e o Massive Attack fizeram uma versão do clássico do jazz Summertime, de George Gershwin, para a trilha sonora do filme mexicano Days of Grace. Escute abaixo:

Scarlett também já fez covers de Jeff Buckley e de The Cure.

> Mais Scarlett Johansson
> Johnny Depp toca guitarra com Black Keys

Pearl Jam poderá tocar no Lollapalooza Brasil 2013

03 de agosto de 2012 4

O Pearl Jam deverá ser um dos headliners do Lollapalooza Brasil 2013, que rola em São Paulo entre os dias 29 e 31 de março. A informação é do Jornal Destak, que vem se destakando (!) como boa fonte sobre shows futuros no Brasil…

Se a banda vier, será a terceira tour do grupo pelo Brasil desde 2005. A última passagem deles por Porto Alegre foi no dia 11 de novembro passado. Você com certeza lembra daquele espetacular show de 2h40min. Leia sobre e veja fotos neste link.

Em julho, Eddie Vedder disse que queria voltar ao Brasil em 2013 com o Pearl Jam ou com seu show solo, que divulga o disco Ukelele Songs. Antes disso, no fim de junho, o guitarrista Mike McCready havia dito que a banda já estaria negociando para voltar à América do Sul no ano que vem. Leia mais sobre isso aqui.

A primeira edição do Lollapalooza Brasil foi realizada em 2012, com Foo Fighters e Arctic Monkeys fechando as duas noites. Leia sobre os shows do festival na cobertura do Volume. As infos sobre bandas e ingressos do Lolla Brasil 2013 saem em breve.

Lollapalooza EUA

O Lollapalooza Chicago começa nesta sexta e segue até domingo no Grant Park com ilustres como Tame Impala, The Shins, Die Antwoord e Black Keys (hoje), Alabama Shakes, Washed Out, tUnE-yArds, Bloc Party, Red Hot Chili Peppers (amanhã) e The Walkmen, Franz Ferdinand, Gaslight Anthem, Toro Y Moi, At the Drive-In, Miike Snow e Jack White (domigo) + meia tonelada de artistas. Parte destes shows será transmitida ao vivo pelo canal do Lollapalooza no YouTube.

> Mais Pearl Jam

> Lollapalooza Brasil 2013 rola nos dias 29, 30 e 31 de março em SP

> Lollapalooza Brasil 2012 é marcado por Arctic Monkeys, Skrillex, Peaches, Manchester Orchestra, Foo Fighters e Joan Jett

Tracks Volume #44

15 de junho de 2012 0

MoonfaceFaraway Lightning
A epopéia sonora Faraway Lightning, do Moonface, é grandiosa, eloquente, orquestrada, dramática, dolorida e incrivelmente linda. Com uma tensão delicada, a música nos deixa em suspenso enquanto se desenrola. Moonface é na verdade o músico Spencer Krug, que se juntou à banda finlandesa de krautrock Siinai para lançar o disco With Siinai: Heartbreaking Bravery, de onde saiu o single Faraway Lightning. A faixa ganhou esse incrível clipe de animação, com uma história mítica na qual nosso heroi parte em uma jornada com o coração aos pedaços. A direção é de Marsha Balaeva.

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dEUSQuatre Mains
A banda belga de indie rock experimental volta com o excelente single Quatre Mains, um progressivo jazzístico com bateria quente, contrabaixo pulsante, guitarra climática e teremim misterioso. O clipe é um thriller. A faixa está no disco Following Sea, que sai agora, poucos meses depois de Keep You Close, lançado em outubro de 2011.

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Mac DeMarcoEuropean Vegas
Eu curti esse alt-country do Mac DeMarco, do EP Rock and Roll Nightclub, mas o clipe rodou truncado três vezes. Desisti.

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Post TeensTurn Down The Teen Rebellion
Um minuto supersônico de garage rock pancada com veia punk da banda Post Teens, da Flórida. Turn Down That Teen Rebellion está no EP The Heat que, ao que consta, foi mesmo gravado em uma garagem.

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HaciendaDon’t Keep Me Waiting
O rock tradicional Don’t Keep Me Waiting, da banda Hacienda, está no álbum Shakedown, produzido por Dan Auerbach, do Black Keys. Som sem firulas, mas com um senso bluesy. O disco sai no dia 19 de junho.

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Willie NelsonJust Breathe
A lenda country canta a já clássica Just Breathe, do Pearl Jam, com seu filho Lukas. Genial. Faixa do disco Heroes.

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HuskyHistory’s Door
Piano e bateria conduzem esse indie folk melódico e bacana da banda Husky, de Melbourne. A faixa é do disco Forever So.

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Grass WidowGoldilocks Zone
The Shaggs encontra Stereolab no universo spaced-out surf do Man or Astro Man? Tri.

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Mystery JetsGreatest Hits
O Britpop voltou mais Beatles do que nunca.

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Mathieu SantosNorthern Mentality
Esse clipe surrealista new wave do Mathieu Santos, baixista da banda Ra Ra Riot, é muuuuuuito legal! Me sugere uma síntese estética da inventividade kitsch dos antigos vídeos do Peter Gabriel com o nonsense visual do Devo e a ironia icônica do Deee Lite. Pode não ser nada disso, mas uma coisa é certa: o som é ótimo! Indie rock popzinho manero.

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Ladder DevilsPyramid
Rock pegado, pós-hardcore, de alma indie autoral. A banda Ladder Devils, da Filadélfia, lança o disco debut, Nowhere Plans, no próximo dia 26.

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The PausesDon’t Wake Me Up
Típico rock alternativo inspirado pelo indie rock norte-americano noventista de guitar bands como Pavement, Guided by Voices, Grandaddy, Sebadoh

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Heavy CreamThe Jam
O garage rock das meninas do Heavy Cream tem uma pegada punk com veia riot grrrrrl incondicional. Guitarras metálicas, eletrificadas, cortantes e constantes perfuram seu ouvido. E o vocal ácido, rasgado e viciante de Jessica detroi o que sobrou de você. Muito bom! A faixa da banda de Nashville, que está no disco Super Treatment, foi produzida por Ty Segall. Você conheceu ele nas Tracks 24 e 43.

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JapandroidsThe House That Heaven Built
Ve-lo-ci-da-de. Japandroids matando a pau ao vivo no Fallon.

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HorsebackAhriman
Metal das cavernas, desacelerado, meio psicodélico e químico. É como se o Alice in Chains tocasse death metal em baixíssima rotação inspirado pelo Mogwai e com slow vocal from hell do vocalista gutural Jenks Miller. Tipo isso, sabe? A faixa está no disco Half Blood, debut da banda.

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Ariel Pink’s Haunted GraffitiBaby
Ariel Pink e sua banda Haunted Graffiti liberaram esse easy listening lo-fi romântico, que estará no novo dico Mature Themes, marcado para 21 de agosto. Baby é um cover da faixa que o obscuro duo soul Donnie and Joe Emerson lançou em 1979.

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Dent MayHome Groan
Clipe WTF! da semana.

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LCD SoundsystemShut Up and Play The Hits
O filme Shut Up and Play the Hits registra o último show do LCD Soundsystem, em abril do ano passado, no Madison Square Garden. A estreia será no dia 18 de julho nos Estados Unidos. O LCD tocou em Porto Alegre em fevereiro de 2011.

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Eletrônica

Duke DumontStreet Walker (Alternative Version)
Maneraço esse electro maximal house do Duke Dumont. Se você parar para pensar (…escutar) verá que não tem nada de realmente novo. Mas é totalmente excelente! O som tem uma alma groove muito forte. Ao mesmo tempo, faz lembrar o techno, o tribal e o tech house que bombavam nas primeiras raves de Porto Alegre, entre 1993 e 1995. Como pode uma única música ativar tantas referências?

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WaMoo PapezElise
O projeto WaMoo Papez é capitaneado pelo produtor de left-field hip-hop norte-americano Juan Alvarez. O cara tem amplas referências musicais, indo do hip-hop puro ao dubstep, passando por IDM, shoegaze e dream pop. A instrumental Elise, jazzy climática e elegante, está no disco We Float, seu quarto álbum. Vale muito o play!

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UnmapEtude No.3 (Waiting)
O produtor eletrônico Unmap é da Nova Zelândia, e segue uma linha autoral muito parecida com a de WaMoo Papez (acima), embora a faixa Etude No.3 (Waiting) seja mais focalizada no new R’n’B eletrônico.

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CocoRosieWe Are On Fire
O som das irmãs Sierra e Bianca Casady, uma bruxaria jazzy eletrônica meio trip-hop, meio dream pop, você escutou nas Tracks 42. Algo entre o triângulo Cocteau Twins-Portishead-Moloko. Há dias, saiu esse clipe rebuscado. Muito bom.

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Die AntwoordBaby’s On Fire
A banda de rap-rave sul-africana Die Antwoord baixa o tom da bizarrice trash, mas ainda aposta no humor erotizado kitsch no clipe de Baby’s On Fire. No vídeo abaixo, Yo-Landi e Ninja são irmãos. E as cenas de carro são massa. Só perdem pro extraordinário clipe de Bad Girls, da M.I.A. (veja nas Tracks 31). Tem mais Die Antwoord em várias Tracks do Volume. Sugiro os clipes de Fok Julle Naaiers e I FINK U FREEKY.

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FURKnots
Sexy disco beats com clipe hipnótico.

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GalantisTank
Os electro breaks de Galantis não são muito inovadores, mas sem dúvida têm punch pra pista. A primeira parte é bem groove e a segunda, uma espécie de techno trance hipnótico festivo. A faixa Tank, de Galantis, foi lançada em um EP do Robotberget, selo de Chris Karlsson e Pontus Winnberg, os caras que ao lado de Andrew Wyatt foram o trio sueco Miike Snow.

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K.FlayLife = Trap
O som de K.Flay se ergue a partir da eletrônica, tendo como base batidas quebradas de um d’n’b meio IDM, meio left-field hip-hop e teclados cheios de efeitos sintéticos. Mas a postura da artista está mais bem posicionada entre a atitude rock e a alma hip-hop. Em Life = Trap, K.Flay diz que sampleou a faixa Life/Trap, do Elite Gymnastics, que você ouviu nas Tracks 42.

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Dan DeaconLots
Extraordinária eletro-ópera suja, ruidosa, sintética, dissonante e desesperada que Dan Deacon lançou na semana passada.

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Gang ColoursTo Repel Ghosts
New R’N’B jazzy eletrônico, downtempo, bem atmosférico, com batidas esparsas, piano eventual e clima cool. Bom pra quem curte James Blake ou left-field hip-hop. Gang Colours é o projeto do músico inglês Will Ozanne. A faixa está no disco debut, The Keychain Collection.

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NguzunguzuDelirium
Batidas quebradas, ambientação gangsta cool e muito cut and paste cacofônico compõem essa faixa do duo de Los Angeles. É um som cabeça e estranho em vias de se tornar pop. Mas nunca será. Experência sonora das boas.

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Bloquinho Remix

Zombie Disco SquadRighteous Sound (Round Table Knights Remix)
O duo suíço Round Table Knights anulou o tribal tech house original da música Righteous Sound, do Zombie Disco Squad (ouça aqui) e recriou a faixa, dando a ela um início jazzy elegante que se dilui em uma forte química reggae dub.

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Gang ColoursTo Repel Ghosts (George FitzGerald Remix)
O remix de George FitzGerald para a faixa To Repel Ghosts, do Gang Colours, do clipe que você viu acima, situa-se entre o house e o garage, mas não é nada inspirado.


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Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29, #30
Tracks: #31, #32, #33, #34, #35, #36, #37, #38, #39, #40
Tracks: #41, #42, #43

Tracks Volume #43

01 de junho de 2012 0


The Black KeysGold On The Ceiling
Bi-zar-ro o clipe dirigido por Harmony Korine para Gold On The Ceiling, do Black Keys. Korine, como você já leu aqui, é o geniozinho white trash que escreveu nada menos que os roteiros dos filmes cult Kids (com Larry Clark), Gummo (ele também assina a direção) e Ken Park (também com Clark), entre outros.

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Thieving IronsPoison
O rock vital, químico, envenenado e acelerado Poison, do músico Nate Martinez no projeto Thieving Irons, é como uma espiral supersônica. Ou com um rotor sonoro que só ganha velocidade. Play já.

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Ty SegallI Bought My Eyes
Psychobilly experimental, fuzzy, garageiro e longe de fórmulas dá o tom de I Bought My Eyes, da Ty Segall Band. A faixa estará no disco Slaughterhouse, que sai no dia 26 de junho.

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Morning ParadeUs & Ourselves
Já aqui o lance é mais tradicional. Indie rock britânico calminho, básico, que ganha corpo no decorrer do som. É bom, mas nada muito especial.

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WATERSMickey Mantle
Genial o clipe da balada Mickey Mantle, do WATERS, feito em 48 horas pelo líder Van Pierszalowski (o cara do vídeo) e pelo diretor Peter Ruecktenwald para a Music Video Race. Você já leu, viu e ouviu sobre WATERS nas Tracks 14 e 22.

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Permanent CollectionIt’s Alright
Indie rock pegadinho posicionado entre o shoegaze dissonante guitarrístico e a surf music hardcore com vocal pós-punk. OMG! Vale muito o play!

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FriendsHome
Mais um som cheio de percussão e balanço do Friends, banda New Yoker da irresistível vocalista Samantha Urbani. Baixo pulsante e batuque dos trópicos. Lembra algumas coisas do !!! e do Rapture. Mais músicas legais do Friends neste link.

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Icky BlossomsPerfect Vision
Rock atmosférico com elementos shoegaze/dream pop marcam o som do trio Icky Blossoms. Guitarras ácidas e vocais tipo sonho compõem um espectro dissonante árido, mas melódico. Ficou bom.

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Bloc PartyFour
A banda em estúdio gravando o novo disco Four.

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Eletrônica

Purity RingBelispeak
Synth pop new age gótico eletrônico no som de Purity Ring, da vocalista Megan James. O clipe cinematográfico é lúgubre, inquietante e muito bom.

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ChromaticsThese Streets Will Never Look The Same
A energia da noite, das ruas e das luzes registradas no clipe da música These Streets Will Never Look The Same contrasta com as imagens difusas, cinzentas e sobrepostas do vídeo lançado pelo Chromatics. A faixa que reúne batidas bem marcadas e ambientação dream disco/trip house está no disco Kill For Love. Ao final, uma elegante homenagem à Donna Summer.

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SmileEating Dirt
A trip eletrônica inspirada em Kraftwerk foi criada por Joakim Ahlund e Björn Yttling (do Peter Björn & John). O vídeo é muito simples e bem bom.

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Daughn GibsonTiffany Lou
Beats esparsados, clima aquecido por cordas e um vocal grave, empostado, enquadram a faixa de Daughn Gibson, que está no disco All Hell.

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DntelStill (Feat. Baths)
Se me dissessem que esse vídeo é de uma banda ou produtor que bombava no Dance MTV em 1990 eu diria: OK. O som é típico da época, e o clipe parece muito com qualquer coisa feita no início das técnicas de computação gráfica. Clipe WTF! da semana, incontestável.

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Divine Fitspreview
Bem bom o som desse teaser da banda que Britt Daniel, do Spoon, montou com Dan Boeckner e Sam Brown. Até agora, só liberaram isso.

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Bloquinho Remix


Sebastien TellierCochon Ville (The Magician Remix)
The Magician criou um ambient techno ótimo, cheio de synth e inspiração disco, para Cochon Ville, do Sebastien Tellier.


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Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29, #30
Tracks: #31, #32, #33, #34, #35, #36, #37, #38, #39, #40
Tracks: #41, #42