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Resultados da pesquisa por "CBGB"

Atriz de Watchmen interpretará Debbie Harry em filme sobre o CBGB

28 de maio de 2012 0

A atriz Malin Akerman interpretará Debbie Harry, do Blondie, no filme sobre a casa de shows CBGB, de Nova York, segundo o site da revista Variety.

O longa de Randall Miller contará a história do bar que foi o principal palco do punk e do new wave nos anos 70 e 80. Além de Blondie, passaram por lá Patti Smith Group, Television, Talking Heads, The Police, The Cramps, Misfits e muitos outros.

As filmagens de CBGB começam no próximo mês. O filme ainda não tem previsão de lançamento. Leia mais sobre o longa aqui.

Malin interpretou Espectral em Watchmen, em 2009, e está no elenco de Rock of Ages, filme inspirado no musical de mesmo nome que tem como foco a cena hard rock dos anos 80. Rock Of Ages estreia no Brasil em 1º de junho. Veja o trailer:

>>>>> Veja Tom Cruise cantando música do Def Leppard para Rock of Ages

Filme revê a história do CBGB

02 de maio de 2009 0

Reprodução
O Festival de Cinema de Tribeca exibiu no final de abril, em Nova York, o documentário Burning down the house: The story of CBGB, da diretora Mandy Stein.

O filme revê a história do clube que foi o berço do punk rock e de bandas como Talking Heads, Ramones e Television a partir de entrevistas com Hilly Krystal, dono do bar falecido em 2007, Tommy Ramone, Sting, Lenny Kaye e Henry Rollins, entre outros. O doc também tem cenas de shows de Dead Boys, Blondie, Television, Talking Heads (que criou a música que dá nome ao documentário) e Bad Brains.

Fechado em 2006 devido a uma disputa sobre o aluguel da casa, após 33 anos de funcionamento, o CBGB foi aberto por Kristal em 1973 em Bowery, uma área decadente de Manhattan (hoje um bairro de elite) para ser um clube de música country. O nome CBGB & OMFUG era uma sigla para “Country, Bluegrass, Blues and Other Music For Uplifting Gormandizers” (country, bluegrass, blues e outras músicas para elevar o espírito de glutões).

Como na época Bowery era barra pesada, apenas fãs do punk rock iam até lá. Assim, o bar tornou-se um local quente para músicos iniciantes fazerem shows para plateias incandecentes. O próprio The Police tocou lá antes de estourar mundialmente.

Hoje, o espaço é alugado pelo estilista John Varvatos. Você pode ver o trailer do filme aqui no youtube ou aqui no site do festival.

Postado por Danilo Fantinel

Ouça a música de Iggy Pop e Bethany Cosentino para True Blood

06 de julho de 2012 1

Caiu na rede a boa música que Iggy Pop e Bethany Cosentino, do Best Coast, gravaram para a série True Blood. Com ecos de psychobilly, Let’s Boot and Rally estará no episódio que vai ao ar nos Estados Unidos no dia 8 de julho.

A faixa foi escrita pelo supervisor de trilha da série, Gary Calamar, em parceria com James Combs, da KCRW. Calamar disse à radio que Iggy se declarou fã do seriado de TV e que, se houvesse alguma oportunidade, ele estava tipo querendo muito. Let’s Boot and Rally foi apresentada ao roqueiro, que topou na hora.

Escute no player ou no Soundcloud:

Soundcloud

Em breve, Iggy Pop será interpretado pelo baterista do Foo Fighters, Taylor Hawkins, no filme sobre o CBGB (saiba mais sobre o inferninho punk aqui, aqui e sobre o filme aqui e aqui.

Ouça o segundo disco solo de Joey Ramone

15 de maio de 2012 0


Já está online o segundo disco solo de Joey Ramone. O álbum póstumo …Ya Know? reúne demos e faixas inéditas que o vocalista gravou durante seus últimos 15 anos de vida, e mesmo assim o registro apresenta uma coesão sonora respeitável. A música de abertura simboliza um ideal: Rock N’ Roll is the Answer.

Participam do álbum Joan Jett, Little Steven Van Zandt, Richie Ramone (ex-baterista da banda), Bun E. Carlos (da banda Cheap Trick), Dennis Diken (do grupo The Smithereens), Richie Stotts, Lenny Kaye (do Patti Smith Group), a artista punk Holly Beth Vincent, a banda The Dictators, e os produtores Jean Beauvoir e Joe Blaney. O lançamento está marcado para 22 de maio. A pre-order está rolando aqui. Sorry pelo auto play da Rolling Stone…

O clipe de Rock ‘N Roll Is the Answer já havia sido divulgado:

Marky Ramone vende almôndegas em NY

Nesta semana, foi noticiado que Marky Ramone, ex-baterista da banda, trabalha atualmente vendendo almôndegas com molho de tomate pelas ruas de Nova York.

Ele criou a empresa Cruisin Kitchen, que oferece quatro tipos de pratos com almôndegas em uma caminhonete negra pintada com labaredas de fogo. Em abril, o Cruisin Kitchen faturou vendendo alimentação perto da The Bell House, no Brooklyn, onde o baterista se apresentou com sua nova banda, The Blitzkrieg.

Restaurantes motorizados são febre em NY e até já viraram pauta de um programa de economia na TV brasileira. Também no Brasil, Marky fez turnê e gravou um disco ao vivo com a Tequila Baby entre 2005 e 2006, reunido músicas da banda gaúcha e clássicos dos Ramones.

CBGB

Mais NY punk? Então toma: a lendária casa de shows CBGB vai ganhar um filme sobre sua história. O diretor Randall Miller e o produtor Jody Savin escalaram o ator Alan Rickman para interpretar Hilly Kristal, criador do local nos anos 70. O início das filmagens está previsto para junho.

> Fotos: site 360vr.com/CBGB

O lugar foi fundamental para a consolidação da cena punk e new wave nova-iorquina. Passaram pelo local toneladas de bandas, como Patti Smith Group, Television, Talking Heads, Blondie, The Police, The Cramps, The Dead Boys, Misfits, Bad Brains, The Dictators, os próprios Ramones e muitas outras.

Além disso, O CBGB também vai virar festival de música. O CBGB Festival rola entre 5 e 8 de julho com 300 bandas espalhadas por 30 locais. Parte da maratona de shows será no Summerstage, no Central Park, com Guided By Voices, The Pains of Being Pure at Heart, Cloud Nothings (veja o último clipe dele nas Tracks 30), The Baseball Project (formado por Peter Buck, do R.E.M., e Steve Wynn, do Dream Syndicate), Craig Finn (Hold Steady), David Johansen (New York Dolls) e Cro-Mags.

O CBGB foi tema de outro filme em 2009. O documentário Burning down the house: The story of CBGB, da diretora Mandy Stein, foi exibido no Festival de Cinema de Tribeca. Leia mais aqui. O CBGB fechou em 2006.

>>>>> Mais Ramones
>>>>> Ouça April Fool a nova música de Patti Smith

Beco anuncia shows de Television, Helmet, Metronomy e Yelle em POA

09 de junho de 2011 9

Foto: Television

O Beco segue com seu projeto de dominação global. Responsável por um dos melhores calendários de shows de Porto Alegre nos últimos três ou quatro anos, a casa da Independência anunciou um calendário fortíssimo para as próximas semanas e meses. Television e Helmet (ambos em julho) são os destaques imediadtos. Metronomy (setembro) e Yelle (novembro) também foram confirmados.

Foto: New Young Pony Club

New Young Pony Club, banda londrina de indie electronic com aura neo-new wave e punch pós-punk, abala o Beco SP no dia 16 de junho. Dia 17, a banda desce até o Beco RS. Vai ser massa, principalmente pra quem se liga em CSS, Gang of Four, LCD Soundsystem, Shitdisco, Blondie, Rapture, New Order, Depeche, Ladytron e claro, Le Tigre, a provável maior influência deles. No show, rolam as músicas dos discos Fantastic Playroom e The Optimist.





Darwin Deez, o roqueiro indie de pop solar e atitude mucho loca, toca dia 30 de junho no Beco RS. É tipo um Beck renovado e com a cara do Santana antes do ataque nuclear. Darwin ficou conhecido com a música Radar Detector, faixa um tanto quanto histérica. Mas legal. O som dele já foi descrito como “música alegre para pessoas tristes”. Concordo. As guitarras são bem nítidas, o que me agrada. E a nata hipster do Brooklyn aaaaama. Perder o show não é uma boa opção.


Foto: Television

Já o GIG ROCK rola entre 7 e 13 de julho – e a surpresa é o show dos veteranos do Television no dia 8/07. A banda proto-punk, que abriu os caminhos do CBGB para Ramones, Patti Smith, Iggy Pop e Talking Heads, foi formada em 1973 na turbulenta Nova York de então. Tocaram juntos até 1978, quando se separaram. Voltaram em 1992 com o disco Television, mas pararam pouco tempo depois. Em 2001 rolou um novo get together. Desde então, eles tocam esporadicamente. Neste trajeto, lançaram cinco álbuns (de estúdio e ao vivo), incluindo a bombástica estreia Marquee Moon, e serviram de incluência para uma lista gigante de artistas, incluindo nada menos do que U2, Pixies, Sonic Youth, R.E.M., Smiths, Cure, Jeff Buckley, Yo La Tengo, Guided by Voices, Pavement e mais uma porrada de gente. Tipo imperdível.


Foto: Helmet

E Helmet toca dia 30 de julho, também no Beco RS. A banda de industrial rock e metal alternativo surgiu em 1989 depois que Page Hamilton se mudou para NY para estudar jazz. Mas tudo mudou quando ele tomou contato com bandas como Sonic Youth e Killing Joke. O jazz ficou de lado e o rock ganhou espaço. O Helmet seguiu uma linha paralela a bandas como Ministry, Pantera, Therapy? e White Zombie, e transversal a ícones grunge como Soundgarden, Alice in Chains e L7. Depois de várias formações, apenas o vocalista e guitarrista Hamilton permanece. Abaixo, duas clássicas da banda + Milquetoast, faixa que está na trilha do filme cult The Crow (uma trilha muito boa, por sinal).


E no dia 18 de junho The Cribs toca no Beco SP. Nada deles por aqui. Pena…

Mas quer mais? ENTÃO TOMA:

Foto: Yelle

O quarteto inglês de indie electronic Metronomy toca em POA na primeira semana de setembro e Yelle, a neo-diva francesa de tecktonik que cancelou o show em POA em 2010 (Groove Armada veio no lugar dela) agendou datas na capital gaúcha e em SP em novembro. Tudo confirmado em primeira mão pelo Vitor, o megamaster do Beco. MASSA!


Além disso tudo, Wannabe Jalva, uma das bandas locais prediletas do Volume, lança o aguardado disco de estreia, Welcome to Jalva, neste sábado na Indierokkers. A banda toca o álbum na íntegra + novas faixas e um cover surpresa. Eu já vi alguns shows. É muito bom. Equilíbrio perfeito entre autoria indie e apelo pop.

Ok, ok, ok, mas que porra de Jalva é essa, meu? O guitarrista Rafa Rocha explicou ao site do Beco:

- Jalva pode ser tanto um lugar, como um estado de espírito, como um cometa que passou no céu. É algo como nossa música, que pode partir por guitarras à la Raconteurs, trechos funkeados como um bom Chili Peppers ou mesmo alguns beats eletrônicos.

Tão tá!

Ah! Há alguns dias eles liberaram o disco no Facebook. Clicaqui.

Então: Indierokkers no Beco com Wannabe Jalva dia 11/06, ingressos a R$ 20,00 na lista do site (www.beco203.com.br) e R$ 30,00 na hora.

Lista seleciona os mais superestimados do rock

19 de julho de 2009 1

Reprodução, Blender

Essa semana rolou um debate no Volume sobre se bandas realmente merecem exposição na mídia mesmo não tendo muito tempo de atividade, e também sobre o quanto o hype pode distorcer as coisas na música.

Dae, achei essa lista da Blender: The 33 Most Overrated in Rock, ou Os 33 mais superestimados do rock. “Os 33 mais“, assim mesmo sem definir o quê exatamente, pois não se trata apenas de bandas ou de pessoas. São “coisas” que aparentemente são legais, mas que na verdade são muito sem noção.

A revista desancou ícones roqueiros, enquadrou legal alguns maneirismos e cacoetes dos fãs, detonou clichês do mundinho e da indústria do rock e destruiu o hype gerado por blogs de música mundo afora.

A publicação forçou na ironia para fazer uma lista ácida, corrosiva e engraçada. Como ela é muito extensa, vou traduzir apenas alguns pontos que merecem uma explicação – mesmo que rápida…

Sobrou para: “transar a noite toda”, Kiss, o modelo In Raibows de venda de álbuns, entrar no backstage de shows, Timbaland, Lester Bangs, o senso comum que “música boa é a que foi feita antes de você nascer”, a ideia que “música boa é a que você amava quando era adolescente”, festivais de música, ser influenciado por Pet Sounds, “the haters”, LISTAS, Deus (“não, ele não ajudou você a fazer sua merdinha de disco hip-hop), Diabo (não, ele não ajudou você a fazer sua merdinha de disco de metal), Pink Floyd, Woodstock (veja o filme, ouça a trilha sonora ou escute David Crosby cantando sobre o festival e você ficará feliz por não ter estado lá!), CBGB, Grammy e cocaína.

As cinco “coisas” mais superestimadas, para a Blender, são:

5. escrever suas próprias músicas (Mandy Moore faz isso, Britney Spears não)
4. cantar bem (Joss Stone canta, T-Pain não)
3. estar de acordo com o que você diz (o “Beck chato” faz isso, o “incrível Beck” não)
2. a nova banda favorita de seu blogueiro favorito (graças a web 2.0 a next-big-thing band pode seguir a carreira do Hootie and the Blowfish em quatro horas. O problema é que o “ritmo zumbi de oh meu Deus, é a melhor banda do mundo! dos blogs não funciona para a música)
1. 2Pac (só lendo lá mesmo…)

Postado por Danilo Fantinel

Vocalista do Cramps morre nos EUA

05 de fevereiro de 2009 0

Lux (agachado) de salto alto/Divulgação

Atualizado às 10h40min

Lux Interior morreu ontem, em Glendale, na Califórnia, aos 60 anos, vítima de complicações cardíacas. Ele sofria de problemas no coração há anos.

De cima de seu tradicional salto alto, Erick Lee Purkhiser liderou o intenso Cramps por mais de 30 anos. Com veia rock underground pulsante, a banda misturava rockabilly, surf music, white noise, podreira punk e anos 50 (principalmente) e 60 como nenhuma outra.

Eles começaram a tocar no início dos anos 70, ajudando a impulsionar a cena punk do CBGB’s. No palco, Lux era selvagem. Mandava bem no vocal, tirava a roupa direto e se entregava em performances insanas.

Lux deixa sua mulher, a guitarrista da banda, Poison Ivy, e uma série de discos que merecem audição. O último foi How to Make a Monster (2004).

Blip.fm
Clique na imagem para escutar um set especial do Cramps no perfil do Volume no BLIP.fm

The Cramps – Naked Girl Falling Down The Stairs

The Cramps – Bikini Girls with Machine Guns

THE CRAMPS Tear it up

The Cramps – What`s Inside A Girl?

>>>>> Site

Postado por Danilo Fantinel

NY 77

19 de março de 2008 0

Reprodução
 

 

 

 

 

 

 

 

O canal VH1 exibe hoje, às 23h, o documentário NY 77 – The Coolest Year In Hell, sobre o ano importantíssimo para o firmamento musical planetário. A conjuntura econômico-sócio-cultural gerou uma efervescência sonora urgente – com resquícios que se desenrolam ainda hoje.

Disco music bombando nos clubes, o hip hop dominando o Bronx e o punk destruindo o palco do CBGB. No documentário, uma análise das três cenas e entrevistas com personagens fundamentais da época.

Reprises: amanhã, às 11h e às 15h, e no dia 26, às 23h.

>>> Veja os horários do programa na grade do hagah

Postado por Danilo Fantinel