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Resultados da pesquisa por "Fabrício Peçanha"

Fabrício Peçanha lança preview de novo som

07 de junho de 2010 0

Reprodução
O DJ Fabrício Peçanha liberou o preview da música Swing It, que será lançada mundialmente amanhã pelo selo alemão Definition Records. O lance é bom. Rola aquela vontade de se jogar na pista. O EP terá a faixa original e um remix assinado pelo produtor russo Stimpack. Aperta o play! E, se gostou, play it again, Sam!

Swing It by fabriciopecanha

Swing It by fabriciopecanha

Postado por Danilo Fantinel

Tracks Volume #15

23 de setembro de 2011 1

NirvanaBreed e Territorial Pissings (Live At The Paramount/1991)
Mais material inédito do Nirvana foram divulgados. Depois das três novas gravações de liberadas nesta quarta, agora rolou a banda ao vivo no Halloween de 1991 no Paramount Theatre em Seattle, tocando Breed e Territorial Pissings. Forte, insano, punk. Quase insuperável. O show estará no DVD que há no box especial de Nevermind, pra comemorar os 20 anos do disco. Sai dia 27/09. Leia sobre isso aqui.

Nirvana – Breed (Smart Studios Version) (Previously Unreleased)


Nirvana – On A Plain (Boombox Demo Version) (Previously Unreleased)

Nirvana – Smells Like Teen Spirit (Live From The Paramount) (Previously Unreleased)

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Wavves Bug
Em Bug, uma homenagem pop dopada ao Nirvana e ao Foo Fighters. E o som é bom!

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My Brightest DiamondBe Brave
Mini-ópera pop de inspiração clássica e senso dramático da banda My Brightest Diamond. Boa atuação e ótima voz de Shara Worden, ex-backing de Sufjan Stevens. O som é tipo Siouxsie Sioux encontra Portishead. Be Brave é um ato valente, que exige um pouco mais de imersão por quem ouve/vê.

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Gauntlet HairKeep Time
Esse som é uma joint venture shoegaze sônica do duo Gauntlet Hair, cheia de reverberações, asperezas etéreas, guitarras metálicas e bateria inspirada. Muito bom. O disco sai mês que vem.

Gauntlet Hair “Keep Time” by DOJAGSC

Ouça Top Bunk aqui

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Sex CultErrand Boy
A banda de Memphis vai do indie hardcore ao punk dissonante em apenas 1’44″. Massa.

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Com TruiseBrokendate
A faixa Brokendate você escutou nas Tracks #3 (e Datebar rolou nas Tracks #12). Agora, saiu o clipe de Brokendate. Blade Runner encontra Tron neste vídeo. O disco Galactic Melt já foi lançado.

Com Truise – “Brokendate” from stereogum on Vimeo.

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Kele OkerekeWhat Did I Do
Enquanto nada se define sobre o futuro do Bloc Party, Kele Okereke lança o clipe de What Did I Do, seu novo (e fraco) single solo. Lucy Taylor nos vocais.

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Double S – 21 anos de sets
Nesta sexta rola a festa dos 21 anos de spinning do DJ Double S. Sim, ele já tocava quando alguns de vocês nem eram nascidos! Mas eu era. E eu vi. Vi o primeiro núcleo clubber da cidade se formar, na primeira metade dos anos 90, pós-oitentismo rock-dark-pós-punk. E o Double S era o DJ do Fim de Século. Havia tipo um culto entra a galera. Mas era algo sincero, sem o exagero fake comum a parte da cena atual. Ao longo do tempo, ele passou por vários clubs, raves, festivais ao lado de tops tipo Maumau (vi), Anderson Noise (vi), Fabrício Peçanha (colega de Fim de Século, óbvio que vi… mil vezes), Renato Cohen (vi), Carl Cox (vi), Armand Van Helden (vi), Josh Wink, Doc Martin, Green Velvet (vi), Paul Oakenfold, Christopher Laurence, Christian Smith (vi), Redhead (vi) e Marco Carola, entre outros.

Hoje, na RED by Madam (Rua Washington Luiz, 48), Double S toca com o inglês Andy Redanka (tem parcerias com U2 dessa fase 360°, Franz Ferdinand, Snow Patrol, Above & Beyond, Fatboy Slim, Massive Attack, Deep Dish) e também com Wesley Ruschel & Murdok. Ingressos a R$ 15,00 com nome na listared@madamclub.com.br e R$ 25,00 na hora.

DOUBLE S – GROOVEVINE by DJ DOUBLE S

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Mais noite em POA? Então toma:

Steve Aoki volta a POA para tocar no Club 688 (Siqueira Campos, 688) hoje, depois do inesquecível set no Porão em novembro de 2008. Leia sobre isso aqui.

E amanhã, dia 24, Lumiére, o projeto do Dj Rodrigo Moita com o percussionista Pinguim (ex-baterista do Charlie Brown Jr.), toca no Cafe De La Musique (av. Senador Tarso Dutra, 135) neste sábado (24).

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Bloquinho Remix

RadioheadTKOL RMX 1234567
Saiu hoje o último set de remixes das faixas do disco The King of Limbs, do Radiohead. As outras você escutou aqui. Neste lote, tem Jamie xx (remisturando Bloom), Anstam (Separator) e SBTRKT (Lotus Flower). O disco TKOL RMX 1234567, que reúne todos remixes já lançados, sai dia 10 de outubro.

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Zun Zun EguiFandango Fresh (Bass Clef Smashed Screen Mix)
Bass Clef recria Fandango Fresh, da Zun Zun Egui, banda de Bristol que tem proximidades sonoras com Talking Heads, Mutantes e Vampire Weekend. Ele deu uma aliviada no som, apesar de tantos beats e efeitos inseridos. Escute o remix abaixo e a original (uma quebradeira caribenha muy caliente) aqui.

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GiversMeantime (Bombay Bicycle Club Remix)
Givers (você ouviu Up Up Up nas Tracks #3) é remodelado por Bombay Bicycle Club na faixa Meantime. Shake your booty!

> Tracks #1
> Tracks #2
> Tracks #3
> Tracks #4
> Tracks #5
> Tracks #6
> Tracks #7

> Tracks #8
> Tracks #9
> Tracks #10
> Tracks #11
> Tracks #12
> Tracks #13
> Tracks #14

M/E/C/A/ Festival sofre alteração

28 de janeiro de 2011 0

A programação do M/E/C/A/ Festival foi alterada. The Twelves passa a tocar no Club Stage, às 21h30min, e Layo & Bushwacka tocam no Indie Stage à meia-noite, e não mais às 22h15min.

Indie Stage

17:30 – Wannabe Jalva

18:50 – Rosie and Me

19:50 – Copacabana Club

21:00 – Two Door Cinema Club

22:40 – Vampire Weekend

00:00 – Layo & Bushwacka

02:00 – Encerramento


Club Stage

17:30 – Marcelinho Vieira

18:15 – JZK

19:15 – Branko

20:15 – Fabrício Peçanha

21:30 – The Twelves

22:45 – Ricky Ryan

00:00 – Encerramento


E aqui tem dicas pra quem é iniciante em festivais. O site oficial é este.


M/E/C/A/Festival

Local: Jimbaran (Rua Rio Camisas,11) – Xangri-lá/RS

Data: sábado (29)

Abertura: 16h30min

Classificação: 16 anos

Ingressos: R$ 70 (2º lote) e R$ 90 (3º lote). Pontos de venda neste link.


M/E/C/A/Land

Local: Plataforma de Atlântida

Data: sábado (29) e domingo (30)

Layo & Bushwacka e The Twelves fecham o M/E/C/A/ Festival

27 de janeiro de 2011 0

Layo & Bushwacka e The Twelves fazem o fechamento do M/E/C/A/ Festival neste sábado, dia 29, no Jimbaran, em Xangri-lá. A programação ficou assim:

Indie Stage

17:30 – Wannabe Jalva

18:50 – Rosie and Me

19:50 – Copacabana Club

21:00 – Two Door Cinema Club

22:40 – Vampire Weekend

00:00 – The Twelves


Club Stage

17:30 – Marcelinho Vieira

18:15 - JZK

19:00 - Branko

19:45 – Fabrício Peçanha

21:00 – Ricky Ryan

22:15 – Layo & Bushwacka

Mas o lance começa sexta-feira à noite, também no Jimbaran, com discotecagem de John Digweed, André Sarate e Eddie M. Já no sábado, das 12h às 17h, o M/E/C/A/ Land se instala na plataforma de Atlântida com música, surf, skate e exposição do fotógrafo Cobra Snake. O M/E/C/A/Land também vai rolar durante o domingo.

Resumão:

M/E/C/A/Festival

Local: Jimbaran (Rua Rio Camisas,11) – Xangri-lá/RS

Data: sábado (29)

Abertura: 16h30min

Classificação: 16 anos

Ingressos: R$ 70 (2º lote) e R$ 90 (3º lote). Pontos de venda neste link.


M/E/C/A/Land

Local: Plataforma de Atlântida

Data: sábado (29) e domingo (30)

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E Wannabe Jalva liberou um teaser de You and I, música inédita feita em parceria com os caras da Holger, que estavam em Porto Alegre no último dia 20 para um show no Beco quando decidiram invadir a gravação do EP dos Jalvas. Os paulistas fizeram coro pros gaúchos. A música fará parte de um EP com seis músicas que deve sair em março.

Wannabe Jalva @ You and I (teaser) from Wannabe Jalva on Vimeo.

Disco Virtual Volume #2 is in da house

26 de janeiro de 2011 3

A nova edição do Disco Virtual do Volume é dedicada à música eletrônica. O recorte feito enquadra alguns dos primeiros produtores de dance music do Rio Grande do Sul, como Nando Barth e OTA, músicos e criadores que transitam entre beats há algum tempo, como Fabrício Peçanha, Posnormal, Jarrier Modrow, Panatron e Two Boffins, e novos criadores como Brave the Elements, Projeto CCOMA, Madblush, Superluxo e L.A.B.

Além disso, o Disco Virtual Volume #2 está sendo uma espécie de plataforma de lançamento para Hang out with me, música do novíssimo duo Crash Bum Bang, projeto que concretiza a parceria entre Rossano Snel e Caio Britto, dois caras que se destacam no novo clã eletrônico do Estado.

Ouça todas faixas aqui ou separadamente abaixo

Crank up the volume!

Brave The Elements: o duo Brave The Elements retorna ao garage dos anos 90 ao compor faixas dançantes e leves, estruturadas em beats cadenciados, ambientes etéreos, vocais femininos doces, groove e harmonia. Yuri comanda instrumentos e programação aplicando elementos de progressive e electro enquanto Gisa canta sobre as músicas, que variam entre cinco e sete minutos. O som lembra o que o duo eletrônico Sideral fazia com a vocalista Chris F circa 1997 em Porto Alegre. Apesar de ser um projeto recente, de outubro de 2009, Brave The Elements já lançou o álbum independente Balance In Your Mind, com sete músicas. Uma delas, Leave Your Fears Behind, ganhou um ótimo clipe feito em time lapse em Berlim pelo fotógrafo Luis Veiga. Veja aqui!

Mirrors of Life

> My Space

> Site


Crash Bum Bang: o DJ e produtor Caio Brito curte rock, house  e dirty disco. Tocou em bandas de garagem e virou DJ. Já o compositor Rossano Snel vai do samba ao jazz e do cinema aos games sempre com muito groove. Aqui no Disco Virtual Volume #2, lançam o Crash Bum Bang, duo eletrônico com influências de jazz, world music, MPB, rock e pop. O projeto surgiu da parceria que rola entre eles desde que ficaram amigos (via Lucio Kahara). Criaram as festas Hustler, Lick! e Selva, reunindo figuras do novo núcleo eletrônico de POA, e depois entraram em estúdio para finalmente compor juntos. Estão finalizando o SoundCloud do CBB e devem lançar um EP com músicas e remixes no primeiro semestre de 2011. A faixa Hang out with me, masterizada na Alemanha, alterna vocais robóticos, piano house, processed beats e clima de noite. Ouça alto e sinta cada batida como uma pancada.

Hang Out with Me

> SoundCloud do Caio

> MySpace do Rossano


Fabrício Peçanha: o Fabrício é o maior fenômeno da cultura eletrônica do Rio Grande do Sul EVER, – e certamente é um dos caras de maior destaque no Brasil há anos. Na metade dos anos 90, quando o conheci, era figura fácil na pista do Fim de Século (o clube eletrônico mais importante de Porto Alegre de todos os tempos) e alvo maior das meninas da primeira geração efetivamente clubber do Estado. Em pouco tempo, passou pro lado de lá das pick-ups, dividindo espaço com outro ícone do FDS, o DJ Double S, residente da casa. Enfrentando preconceito considerável por ser boa pinta e tendo que se desvincular ao máximo do rótulo de DJ “fácil”, suou a camiseta na noite para se tornar o melhor DJ do Estado e um dos melhores do país, com amplo destaque internacional. Criou a produtora Re:Existência e a rave Fulltronic com amigos, ganhou páginas das revistas XLR8RDJ MagazineHouse Mag e abriu o clube Spin em POA. O reconhecimento profissional foi traduzido em convites: Fabrício integrou line-ups de raves e festivais ao lado de Carl CoxFatboy SlimDanny TenagliaWestbanLouis VegaJohn DigweedDeep DishRitchie HawtinGroove ArmadaLayo & BushwakaGreen VelvetDerrick MayDave ClarkeDave the DrummerHernan CattaneoSatoshi TommieChris LiberatorTechnasia e outros. Ele também tocou no Skol Beats, na MegAvonts e no Recife Beats, além de ter sido chamado para discotecar em Ibiza, Majorca, Acapulco, Miami, Barcelona, LA, San Diego, Hong Kong, Frankfurt, Londres, Buenos Aires, Lima, Zurique e outras –sozinho ou ao lado dos parceiros LeozinhoRodrigo Paciornik, do projeto Life is a Loop. O gaúcho já lançou faixas no EP Cordel e no álbum Hypno Series 1. Neste Disco Virtual do Volume #2, Fabrício liberou um remix de Sem Vacilar, da Comunidade Nin-Jitsu. Ele entrou legal na onda do CNJ, ressaltando as guitarras em meio a batidas rápidas, mas não muito aceleradas, ampliando a força da música original sem remodelar a faixa por inteiro.

CNJitsu Sem Vacilar Radio Remix

> Site


Jarrier Modrow: não é dos caras mais conhecidos por quem curte música eletrônica, o que é estranho. Apontado por alguns músicos como um dos melhores compositores da atualidade no que diz respeito à dance music, Jarrier já lançou discos e EPs por selos nacionais e internacionais. Entre eles estão Rare SoulNebula e a coletânea Unreleased Grooves – Grooveland Brazil, álbuns interessantes que ficaram restritos ao nicho de produtores musicais, com pouca inserção entre o público. Em breve, deverá lançar seu próprio netlabel, com novas composições e projetos. O início dos trabalhos de Jarrier na música rolou da mesma forma como ocorre com muitos outros produtores: experimentações em teclados no final dos anos 90 e gravações em fita cassete. No entanto, diferentemente de muitos, Jarrier não se tornou DJ. Em vez disso, prefere escrever e postar suas impressões sobre música e tecnologia em seu site oficial e na revista House Mag. Neste ano, Jarrier participou de duas edições de coletâneas online do selo/coletivo capixaba Smoke Island. Aqui no Disco Virtual do Volume #2, o músico liberou a faixa Let’s Boogie, um deep house tranquilo, desacelerado e elegante, com muito groove, melodia e harmonia. O tipo de som capaz de nos fazer perder em pensamentos ou nos guiar no vazio da mente.


Let’s Boogie

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> Sound Cloud


L.A.B.: o lance com Less a Bullshit (L.A.B.) está sendo urgente. A banda de rock eletrônico lo-fi se formou em Novo Hamburgo no verão de 2009. No inverno, o EP de estreia de Dan Schneider (vocal, baixo, guitarra, synths e programação), Fe Fischer (guitarra, baixo, vocal) e Moa Jr. (bateria, percussão, vocal) estava pronto, mixado e produzido por Dan e masterizado por Lukas Dulawa no Reino Unido. No final daquele ano, o trio assinou com a Curve Music, de Londres. O primeiro disco sai no começo de 2011, após masterização em Roma. Nesse meio tempo, L.A.B. foi indicado como uma das 10 bandas de rock mais promissoras do Brasil em 2010 pela MTV e se tornou uma das apostas da Billboard de fevereiro do mesmo ano. Pouco depois, tocou no megafestival indie SXSW, nos Estados Unidos. Descendente direta da histórica banda santista de rock eletrônico Harry e parente não muito distante de FelliniThe GilbertosVioleta de OutonoGrenade, o L.A.B. utiliza sintetizadores e guitarras para criar uma aura shoegaze eletrônica soturna que sintetiza My Bloody Valentine, Cure e Depeche Mode. A música Segundo Andar, lançada no EP de estréia, você escuta abaixo.

Segundo Andar

> My Space


MadBlush: há mais de 10 anos, MadBlush percorre a noite gaúcha com shows performáticos e DJ sets. Ativista do underground, vem turbinando a produção de suas músicas com a ajuda de Nando Barth, que toca bateria em alguns de seus shows, OTARicardo Severo. Ao vivo, a guitarra fica com Gabiko.

O apelo visual de MadBlush remete à montaria de Boy GeorgeSigue Sigue SputnikMarilyn MansonPeachesLady Gaga. Fora dos padrões de conduta básicos, MadBlush ganha pontos por ousar em uma cena que já foi vanguarda, irônica e debochada, mas que cada vez mais é corrompida pelo mainstream esteticamente pobre e sonoramente inocente.

Ímpetos de auto-afirmação pessoal e artística se espalham por faixas electro rock como Blush in the Face I wanna be real.


Blush in the face

> MySpace



Nando Barth: o DJ e produtor Nando Barth foi um dos primeiros gaúchos a trabalhar com música eletrônica. Começou a criar em 1987, uma época em que o superclube visionário Taj Mahal, o Ocidente, o Fim de Século e o Porto de Elis davam as cartas na noite de Porto Alegre. Um ano depois, assumiu a residência do Oci ao lado do DJ Eduardo Herrera, então maior nome da vanguarda sonora da noite gaúcha. Em 1994, formou a Splee’n, uma das primeiras bandas eletrônicas do Brasil, com Otávio Mastroberti. Depois disso, foi residente da fase inicial e realmente underground do Beco, tornou-se o mentor criativo das bandas Superluxo,Quit the make up e criou a Cadela Records. Na faixa Cuicass Raga Vox, Nando propõe um retorno ao jungle e ao drum’n’bass clássico, unindo a brasilidade do vocal de Yeshua Jahmiliano, da banda reggae Santíssima Trindade, ao estilo gringo de batidas aceleradas e graves linhas de baixo. O simbolismo brazuca da faixa fica claro em uma sonoridade tipicamente nacional imposta pela cuíca.

Cuicass – Raga Vox

> Site oficial

> MySpace



OTA: é o incansável Otávio Mastroberti, parceiro do Nando Barth na banda Splee’n durante os primórdios da produção autoral de música eletrônica no Rio Grande do Sul, por volta de 1994. Lançaram demos e, em 1999, foram escolhidos um dos quatro grupos brasileiros que participariam do projeto The Whole Cure In The Mirror, uma caixa com todas as faixas do Cure regravadas por bandas de todo o mundo. Com o fim da Splee’n, em 2005, Otávio reativou seu projeto solo OTA, mas como uma banda, numa pegada mais rock. Na época, a música I’ll Become Your God virou trilha de um seriado virtual da RBS e do curta metragem Tudo Que Não É Espelho, de Daniel Alfaya (veja aqui). Depois, produziu o som de MadBlush. Em 2007, tornou-se tecladista do The Cure Cover, projeto do Guffo, músico que hoje toca na Fenx. No final de 2008, entrou pra banda Volantes, que participou do Disco Virtual Volume #1. Em 2009, produziu o single Our Planet para K-Tea e tocou na Polainas, banda cover de anos 80, e no Back 2 the Future, dedicada a covers de musicas pop/dance atuais, ambas do músico Tchê Gomes. Em 2010, se aventurou no hip hop produzindo uma faixa para Maia Rimador. Nesta segunda edição do Disco Virtual do VolumeOTA liberou a vigorosa faixa 1, 2, 3, 4, Stand Up!, um maximal festivo, praticamente puro, perfeitinho pras pistas.

1, 2, 3, 4, Stand Up!

> MySpace


Panatron: Laufe BitencourtChris AmorettiRoger Kichalowsky fazem com Panatron o som mais robótico, frio e asséptico deste Disco Virtual Volume #2. Apesar da voz afinada e reconfortante de Chris, a música Casio Love parece ter sido criada por vida baseada em silício, e não em carbono. Não parece uma banda de humanos compondo uma obra eletrônica. Parece mais como se um autômato tivesse composto uma faixa sintética utilizando instrumentos digitais e algum vocal humano aleatório, pré-gravado e ripado de algum banco de dados online. A própria expressão “Casio Love” remete a uma inteligência artificial emotiva, reforçando a idéia de um compositor replicante. Mas não é nada disso! LaufeRogerChris se dividem entre guitarra, baixo, sintetizador, sampler, drum machine, fxs e vocais para compor eletronices pop, rocks eletrônicos e psycho beats alternativos e livres. A prova está no SoundCloud da bandaSupernova, por exemplo, é pura experimentação digital acelerada e descompassada. A kraftwerkiana Fliperama 87 é digna de uma trilha sonora de games. Poderia estar em Tron Legacy. En La Luna Caliente e Strip & Tango são mais aquecidas, com maior elaboração acústica. Robotika Kamarada abusa de um sampler de Ladytron. Já Robotizado, mais suja, é inteligente e inesperada. No geral, são faixas que passam longe do óbvio. Isso deve ter agradado ao selo Midsummer Madness, com quem Panatron já lançou um EP com nove faixas.

Casio Love

> MySpace

> SoundCloud


Posnormal: Dani ficou bem ligado ao drum’n’bass de POA nos anos 90 e 2000, quando era residente da Full Moon, no Garagem Hermética, e da Quarta Quebrada, no Ocidente. Tocou direto com MarkPatifeAndy, os “três mais” do gênero no Brasil, que ganharam destaque no mundo e deram ao país uma nova dimensão no plano global de música eletrônica. Mesmo com o d’n’b rachando pistas, Dani nunca deixou de lado suas outras referências musicais. Deu início a uma produção mais experimental, com referências soul, jazz, hip hop, pós-rock e eletrônica.

Como Posnormal, lançou um disco independente com 14 faixas e participou de um álbum do selo paulistano Si no puedo bailar no es mi revolución. As composições são delicadas e há um certo ar cômico e infantil, porém muito longe de ser piegas ou auto-indulgente. Ao contrário. Dani aposta na simplicidade de harmonias, na beleza de sons incidentais, em melodias serenas e em experimentos IDM como forma inteligente de mostrar que indie também é pop. É tipo um Looper dos trópicos sem vocais.

Guaraná

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Projeto CComa: há cinco anos, o projeto CCOMA (lê-se “Coma”), composto por Swami SagaraBeto Scopel, cria música misturando jazz, música brasileira e dance music. O resultado é uma eletrônica de caráter orgânico, que varia entre climas chill-in e temas dançantes, e na qual o trompete de Beto se sobressai. Mesmo assim, o leque instrumental do duo é variado. Na gravação de An Elephant Crossing the Room, por exemplo, os músicos utilizaram címbalos tibetanos, pá de pedreiro e apitos. Como o duo contou nesta entrevista ao Volume no início do ano passado, o CCOMA mistura “saravá eletrônico com Miles Davis” para matar sua (nossa) sede por experimentação sonora. O resultado é positivo. A banda fez temporada em Londres e shows em festivais e eventos de arte e publicidade. No final do ano passado, o duo lançou o álbum Incoming Jazz, de onde saiu a faixa Dogs are Gods, que você escuta abaixo.

Dogs are Gods

> Site

> Blog


Rossano Snel: Rossano samba. Electronic samba. Groove samba. Jazz samba. Disco samba. Bossa samba. Samba samba! Com a desenvoltura cool de um neo-malandro tropical digital, pilotando drives, programas e teclados gringos, o compositor desmonta o easy listening (what?!), reescreve o lounge (whaaaaat?!?!?!) e implode a bossa eletrônica (afe!) com toscos 8 bits, elegantes synths progressivos, pianos estudados (a linda Tumpah merece ser ouvida na praia ao sabor de vinho branco), drum machines límpidas e instrumentos acústicos, elétricos, eletrônicos e virtuais. No ano passado, criou trilha sonora do curta 27 Janela, de Fábio Rangel. No mesmo ano, lançou Gallery, um EP digital editado pela One Cell Records, de Los Angeles, e o EP Landscape pelo selo EBS Diggin, do DJ paulista (e gente finíssima) Tahira. Mais: cravou a música Nossa Conversa na trilha do filme BearCity, que estreou em Nova York recentemente, e foi o músico brasileiro vencedor do The Creators Project Contest ao lado de artistas de Los Angeles e de Londres. O prêmio é a gravação conjunta de um EP em NY. Abaixo, você escuta o samba beat de Nossa Conversa.

Nossa Conversa

> Site

> MySpace

> Estúdio


Superluxo: a banda de synth pop e alma rocker liderada pelo Nando Barth desde 2008 cria algumas preciosidades sonoras inventivas, baseadas em guitarras, bateria e sequenciadores. Bubble GumDon’t leave me alone competem em simplicidade e bom gosto, com vocal doce e trilhas vigorosas. Vicio – Ver 2010, fundada sobre beats atualizados, presta sincera homenagem a Joy DivisionNew Order. Já Shaking all alone pisa ainda mais fundo em sintetizadores e guitarras. Give a Damm, que entrou no Disco Virtual Volume #2, segue um caminho semelhante. Nando (guitarra & synths), Léo Zamper (guitarra e voz), Dani Maria (vocal) e Ronaldo Sabin (bateria) criaram um instrumental bem estruturado, aplicaram vocal gostoso e montaram uma faixa de apelo pop. Potencial hit radiofônico – se este tipo de som tocasse em rádios. Como não toca, você escuta abaixo:

Give a Damm

> MySpace


Two Boffins: noite e hedonismo. É disso que você lembra quando escuta Night Cravin’, a música que o duo Two Boffins liberou para o Disco Virtual Volume #2. O lance é bem específico. Seria como se Fischerspooner encontrasse Giorgio MoroderDepeche Mode na festa de encerramento do Studio 54 com DJ set de Human League, AdamskiDead or Alive, New Order e OMD. Teclados analógicos e drum machines 808 e 909 dão o tom das músicas da dupla. Apesar disso, o som é bem early 90′s. Como se aquela fase inicial da era clubber e raver voltasse em um flahsback de ácido. Algumas faixas do Two Boffins tratam sobre diversão noturna, clubes, pista de dança, amigos… Outras têm uma pegada mais existencial e filosófica, sempre com uma visão otimista. O Chris e o Ale explicaram que “boffin”, em inglês, é a gíria que define pesquisadores científicos. Com essa habilidade técnica, eles nos jogam entre sintetizadores quentes, batidas regulares e grooves virtuais em faixas como Stop Talkin. Além da música, Two Boffins converge moda, fotografia e vídeo para alinhavar seu poder criativo. No início de 2011, deve rolar um show em São Paulo, onde eles moram, e o lançamento de um EP online. Os clipes de Stop Talkin’ e de Night Cravin’ estão a caminho.

Night Cravin’

> MySpace


>>>>> Escute o Disco Virtual Volume #1 – Especial Rock

Tiësto é eleito o melhor DJ de todos os tempos

20 de janeiro de 2011 10

O DJ Tiësto foi eleito pelos leitores da revista MixMag o melhor DJ de todos os tempos. O holandês, darling global há anos, derrotou figuras fundamentais como Jeff Mills, Derrick May, George Clinton, Afrika Bambaataa, Kool Herc, Carl Craig, Frankie Knuckles e Moby.

* para ler escutando Teachers (abaixo).


A lista:

1. Tiësto

2. Richie Hawtin

3. Sven Väth

4. Andy C

5. Carl Cox

6. Ricardo Villalobos

7. Paul van Dyk

8. Sasha

9. Tony De Vit

10. 2ManyDJs


O editor da revista, Nick DeCosemo, admitiu que, por ser uma votação pública, o resultado reflete mais a popularidade dos DJs do que a contribuição deles para a história da cultura eletrônica.

De qualquer forma, o ranking se tornou amplo ao englobar vários gêneros: techno (Hawtin, Cox e Sven Väth), house e acid house (Sasha), drum’n’bass (Andy C), hard dance (Tony De Vit), trance (Paul van Dyk, Tiësto), breaks e mashups (2ManyDJs) e minimal techno/micro house (Ricardo Villalobos).

OK. Mas e DJ Hell? John Digweed? Greg Wilson? Louis Vega? Danny Tenaglia? Armand Van Helden? Armin Van Buuren? Paul Van Dyk? David Guetta? Erick Morillo? Roger Sanchez? Rush? Spooky? Shadow? Laurent Garnier? Tiga? Fatboy Slim? Marky? Erol Alkan? Infected Mushroom? Até o farofa do Paul Oakenfold merecia entrar na lista.

Por falar em Digweed, ele toca no Jimbaran, em Atlântida, no dia 28 de janeiro. Já Layo & Bushwacka, Ricky Ryan, Fabrício Peçanha, Branko Von Holleben, JZK e Overcast tocam no MECA Festival, também no Jimbaran, no dia 29 de janeiro. E MixHell + 2ManyDJs tocam dia 04 de fevereiro no mesmo local.

Skol Beats define formato final

22 de agosto de 2008 0

Os australianos do Pendulum durante show na Europa/Divulgação

Após quatro meses de votações online, a nona edição do festival já definiu local, formato e horário do evento, que rola dia 27 de setembro, das 18h às 8h em São Paulo.

O festival terá um palco (Skol Live) e duas tendas (Skol Beats e Tenda Terra) e será realizado no Sambódromo.

O início da venda dos ingressos começa no dia 23 de agosto, sábado, disponíveis em diversos pontos-de-venda espalhados por São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre (aqui na capital gaúcha, o local é iMeeting, na rua Nova York, 10 – Conjunto 502 – bairro Auxiliadora).

Cerca de 15 mil pessoas são esperadas para o evento. O valor revertido com a coleta de todo o lixo reciclável durante o festival será entregue ao Cisa, Centro de Informações sobre Saúde e Álcool, instituição social eleita pelo público para receber a doação.

Valor ingressos antecipados
Lote 1 – Até o dia 07 de setembro
Preço Promocional compra antecipada: R$ 80,00
Preço Promocional para estudantes: R$ 40,00

Lote 2 – Até o dia 26 de setembro
Preço Promocional compra antecipada: R$ 100,00
Preço Promocional para estudantes: R$ 50,00

Valor ingressos no dia do evento – Dia 27 de setembro
Preço do ingresso no dia: R$ 120,00
Preço do ingresso no dia para estudantes: R$ 60,00
 

Line-up

 

PALCO SKOL LIVE

 

HORÁRIO

ARTISTAS

19h00 – 20h45

Killer on the Dancefloor

20h45 – 22h00

Montage (Live)

22h00 – 23h00

Mixhell (Live)

23h00 – 00h30

Justice (Live)

00h30- 01h45

DJ Marky & MC Santana

01h45 – 03h00

Pendulum (Live – 60 minutes set)

03h00 – 04h30

Digitalism (Live – 70 minutes set)

04h30 – 07h00

Armin Van Buuren

07h00 – 08h00

Gui Borato (live)

 

 

TENDA SKOL BEATS

 

HORÁRIO

ARTISTAS

20h00 -22h00

Mario Fischetti

22h00 – 00h00

Agoria

00h00 – 01h00

Anderson Noise

01h00 – 03h00

Dubfire

03h00 – 05h30

Steve Angello & Sebastian Ingrosso

05h30 -07h00

Fabrício Peçanha

07h00 -08h00

Murphy

 

 

TENDA TERRA

HORÁRIO

ARTISTAS

20h00 – 21h00

 Flow & Zeo

21h00 – 22h00

 Marcelinho Cic

22h00 – 00h00

 DJ MFR

00h00 – 02h00

 Miguel Migs

02h00 -04h00

 Renato Cohen 

04h00 – 06h00

Christian Smith

06h00 – 07h00

Propulse

07h00 – 08h00

Blake Jarrel

 

>>>>>> Skol Beats divulga lista de brazucas no festival
>>>>>> Justice será atração principal do Skol Beats
>>>>>> Público definirá formato do Skol Beats 2008

Postado por Danilo Fantinel

Bo$$ in Drama conta como foi tocar com Diplo e LCD

10 de julho de 2008 1

Divulgação

A próxima festa NEON rola neste sábado, no Cabaret do Beco, com live act de Bo$$ in Drama, projeto capitaneado pelo produtor curitibano Péricles Martins, de 20 anos.

Reconhecido como um dos caras mais importantes do cenário eletrônico atual, this Bo$$ é the next big thing após Cansei de Ser Sexy e Bonde do Role para os gringos.

 

 

Nos sets ao vivo de Bo$$ in Drama, Péricles provoca uma experiência sonora a partir de beats dos mais diferentes gêneros, especialmente electrorock e house/new wave. Suas composições próprias são executadas com sampler e sintetizadores virtuais. Além disso, o curitibano ataca de MC.

Em entrevista exclusiva por e-mail, Péricles contou como começou a tocar e quando começou essa grande fase de sua carreira: ele já tocou com Diplo e LCD Soundsystem, entre outros.

A noite também terá os DJs residentes Cevallos e Ka-hara, que tocam na abertura e depois comandam o after. Na mesma noite, o pessoal projetará os incríveis vídeos do coletivo Assume Vived Astro Focus (AVAF), que integram a mostra Beleza Imperfeita: Em Busca de uma Nova Estética, que está rolando na sala PF Gastal.

Para agosto, a NEON agiliza a presença do DJ, produtor e músico alemão Ben Mono, que tem um projeto eletrônico com o guitarrista do Franz Ferdinand Nick McCarthy.

Leia a entrevista:

Hoje você é um músico e produtor respeitado nas pistas brasileiras, inclusive com reconhecimento internacional de blogs e sites especializados. Mas já faz um tempo que começou a mexer com música. Quando foi isso? E de que forma rolou esta virada da tua carreira?

Comecei a produzir em 2005, mas só em 2006 comecei a levar a sério, quando criei o Gomma Fou. A “virada” aconteceu quando fui tocar no Motomix em 2006 e tive contato com grandes produtores, porque até então tudo que sabia tinha aprendido sozinho em casa. Essa experiência abriu minha cabeça para começar algo diferente do que fazia, que foi o Bo$$ in Drama.

Como foi abrir para Franz Ferdinand no Motomix 2006 com o Gomma Fou?

Foi ótimo, porque conheci muitas pessoas do meio artístico que são amigos até hoje.

E teus sets com Diplo e LCD Soundsystem? Onde, quando e como foram?

Meu primeiro live foi com o Diplo em Curitiba. Encontrei ele algumas semanas atrás no Rio, na produção do novo álbum do Bonde do Role, e nós rimos do dia que ele soltou as bases pra eu cantar no palco. Com o LCD foi ótimo, o James Murphy é muito querido e acessível, dei um CD-R com minhas musicas e ele adorou!

O teu som (e também o visual do Bo$$ in Drama) remetem às batidas oitentistas, flertando com new wave, mas também tem um aspecto contemporâneo forte, com um pé no electro. Como você chega neste híbrido? Que tipo de som te influência mais? E com quais equipamentos você cria música?

Os sons que mais me influenciam são aqueles que lembram minha infância.. E o equipamento é o mesmo que todos os produtores usam, o que diferencia é a maneira como você os manipula.

Nos sets de Bo$$ in Drama você toca e canta. O que está programando para a NEON, em Porto Alegre? Algo novo ou especial?

Vou tocar várias faixas do meu primeiro álbum, que está em fase de produção, além de remixes inéditos e algumas surpresas.

O que você recomendaria escutar para quem está por fora da eletrônica atual? Que tipo de som é imperdível hoje?

Os australianos estão detonando!  Recomendo Miami Horror, BMX, Gameboy Gamegirl, Bag Raiders, Cut Copy, etc.

>>>>> My Space 

Leia também:

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Postado por Danilo Fantinel

Skol Beats divulga lista de brazucas no festival

04 de julho de 2008 2

Mixhell/Divulgação

A organização do Skol Beats, que rola dia 27 de setembro em São Paulo, divulgou a lista de DJs brasileiros que tocarão no evento.

Anderson Noise, Fabricio Peçanha, Gui Boratto, Killer on the Dance Floor, Mario Fischetti, Marky, Mixhell, Montage e Murphy foram escolhidos pelo público nos fóruns de votação do site oficial.

E bem que podiam trazer Mixhell pra POA, né?

>>>>>> Justice será atração principal do Skol Beats
>>>>>> Público definirá formato do Skol Beats 2008

Postado por Danilo Fantinel

Justice será atração principal do Skol Beats

13 de junho de 2008 0

Divulgação

Parou geral!

O duo francês Justice será o principal show do Skol Beats 2008, que rola dia 27 de setembro, em São Paulo. O local ainda está indefinido. Será a primeira vez de Gaspard Augé e Xavier de Rosnay no Brasil.

De acordo com a Folha de S.Paulo de hoje, a escalação internacional do evento também terá Agoria (França), Armin van Buuren (Holanda), Digitalism (Alemanha), Dubfire (EUA), Pendulum (Austrália), Sebastian Ingrosso e Steve Angello (os suecos tocarão juntos no palco do festival).

Todos foram escolhidos pelo público em votação online no site oficial do evento.

Eu curti o resultado. Dos que eu votei só não vem 2ManyDJs. A Folha explica: Agoria não estava entre os mais votados, mas o francês entrou no lugar da dupla belga 2ManyDJs, que ficou na frente na preferência do público, mas que não poderia tocar em São Paulo na data do festival.

Brazucas

A votação para os DJs nacionais segue até o próximo dia 29. De 14 nomes, serão escolhidos nove.

Estão na lista Anderson Noise, Fabricio Peçanha, Gui Boratto, Killer on the Dance Floor, Marky, Magal, Mario Fischetti, Mixhell, Montage, Murphy, Renato Ratier, Ricardo Guedes, The Twelves e Wrecked Machines.

>>>>> Stress total no novo clipe do Justice
>>>>> Veja o clipe de DVNO
>>>>> Público definirá formato do Skol Beats 2008

Postado por Danilo Fantinel