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Resultados da pesquisa por "Foo Fighters"

Mick Jagger canta Rolling Stones com Foo Fighters e Arcade Fire no Saturday Night Live

21 de maio de 2012 0

Sintonia perfeita entre Mick Jagger e Foo Fighters no Saturday Night Live deste finde. Jagger era o apresentador convidado do programa. Com apoio preciso da banda de Dave Grohl, cantou 19th Nervous Breakdown e It’s Only Rock ‘n Roll (But I Like It), dos Rolling Stones.

Já com a big band cult Arcade Fire e com o baixista Nikolai Fraiture, dos Strokes, Jagger mandou ver The Last Time. Ao lado dos canadenses, ele também apresentou She’s a Rainbow e Ruby Tuesday.

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Escute as versões demo de Have it all e Come Back, do Foo Fighters

10 de maio de 2012 0

Estão rolando na internet duas versões inéditas de Have It All e Come Back, faixas gravadas pelo Foo Fighters no Million Dollar Demo, em 2001, que foram modificadas posteriormente para o álbum One By One, de 2002. Escute:

A demo de Come Back é a que mais se diferencia da “oficial”:

Outra faixa de Million Dollar Demo, Lonely as You, vazou na rede há algum tempo.

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E já está na rede um teaser do documentário Sound City, sobre o estúdio em que o Nirvana gravou Nevermind, em 1991. O filme terá produção e direção de Dave Grohl. Leia sobre o doc aqui e veja o vídeo clicando na imagem acima.

>>>>> Foo Fighters no Lollapalooza Brasil
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Lollapalooza Brasil é marcado por Arctic Monkeys, Skrillex, Peaches, Manchester Orchestra, Foo Fighters e Joan Jett

10 de abril de 2012 5

A primeira edição do Lollapalooza no Brasil teve pontos positivos no que diz respeito à música e negativos na parte de serviço. O ponto alto foi o acerto na escolha do local: o Jockey Club, perto do centro de São Paulo, barbadinha de chegar de metrô e com estrutura adequada, já havia sido palco de outros eventos bem-sucedidos, como o último Free Jazz Festival, em 2001.

O grande problema mesmo foi a volta para quem dependia do metrô. Total absurdo a estação Butantã fechar por volta da meia-noite, já que os shows acabavam pelas 23h, e taxistas cobrarem valores  acima da tabela. Não sei se existe fiscalização em SP, mas se existe está falha. Isso rola sempre, seja em turnês próprias de bandas ou em festivais de grande porte. Sem noção!

Já dentro do evento, apesar da grande quantidade de caixas por todo Jockey, as filas para compra de bebidas eram quilométricas no primeiro dia. No segundo, o lance melhorou. O público (cerca de 135 mil pessoas entre sábado e domingo) deve ter aprendido a lição e comprado toneladas de PillaPaloozas (a moeda do evento) já ao chegar no local. Havia funcionários “avulsos” vendendo pillas durante a tarde (e quebrando o maior galho), mas à noite era quase impossível achá-los. Merecem uma equipe maior.

Outro ponto fraco: os banheiros, como sempre um desastre horroroso. Insalubre. Uma falta de respeito com o público. E isso, claro, não é exclusividade do Lollapalooza. Banheiro químico é o fim do mundo em qualquer lugar. Enfim…

Mesmo assim, a organização do Lolla ganhou muitos pontos no que diz respeito à música – o que, apesar dos contratempos acima, é o que realmente importa. Com um sistema de som praticamente perfeito (MGMT teve problemas, é verdade, mas a banda ao vivo é um problema em si…), o festival teve, no geral, som nítido e alto. Não pude conferir todos os shows, mas lembro de pelo menos um espetáculo vazando e prejudicando outro: o som do Pretty Lights, projeto do norte-americano Derek Vincent Smith, incomodou parte do público do Friendly Fires.

Comments sobre os shows que vi:

07/04


Daniel Belleza e os Corações em Fúria
Garage rock cortante, furioso, com alto teor glitter punk. Quando a banda surgiu no início dos anos 2000 ficou claro o poder de performance de Daniel, agora atenuado, mas ainda garantindo um bom rock show. A banda ganhou aplausos merecidos.

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Rhythm Monks
O trio eletrônico mascarado de Berlim parecia ter descido de alguma nave espacial. Com um figurino tipo messias das galáxias, os caras tocaram um hardcore trance não muito inspirado e abusaram de coreografias minimalistas toscas. Não foi muito legal. Parecia uma paródia pobre do clipe de Around the World, do Daft Punk. Com tanta gente legal podendo ganhar espaço a programação eletrônica do Palco do Perry, Rhythm Monks foi um erro de casting.

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O Rappa
Os cariocas estavam espertos e fizeram um grande show no Palco Cidade Jardim. Já vi algumas apresentações da banda, inclusive em festivais, mas nunca encontrei os caras com tanta energia. Conseguiram reunir quase todo público presente naquela tarde. O resultado foi um poderoso espetáculo que teve como climax Homem Amarelo e o discurso de Falcão a favor do multirracialismo e multiculturalismo. O palco quase veio abaixo com o cover de Killing in the name, do Rage Against the Machine, e seu riff perfeito. Falcão sugeriu que a banda toque no Lolla. A banda foi acompanhada por um quinteto de violinistas.

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Perryetty x Chris Cox
Enquanto o Rappa bombava, Perry Farrel tentava levantar seu pequeno público do seu projeto eletrônico no palco que leva seu nome dentro do seu próprio festival. Tipo incrível. Cantava e gritava palavras de ordem sobre bases pré-gravadas e discotecagem de Cox. Dançava fora do ritmo e atravessava beats na pilotagem do soundsystem. A todo momento, perguntava “are you happy São Paulo?”. No som, farofada eletrônica para quem entende pouco do assunto. A animação e a energia provaram que Perry é mesmo um dos caras mais carismáticos do rock, mas que na eletrônica ainda precisa ser equalizado.

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Band of Horses
Logo ao lado, no palco Butantã, a banda de Ben Bridwell apresentava de folk rock tatuado. Os longos duelos autorais de guitarra, baixo e bateria que não me chamaram muita atenção, apesar do grande público presente estar curtindo muito. E a culpa foi da Peaches e minha expectativa pelo show dela. Fiquei totalmente bloqueado para qualquer outra coisa. Antes do espetáculo, na área de imprensa, a cantora que eu havia entrevistado em 2003 me disse que, muito melhor do que tentar explicar o show seria eu vê-lo. Canadense maldita, me deixou no suspense, kkkkk! Enfim, Band of Horses fica pra próxima!

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Peaches
A cantora canadense provou que é uma das grandes artistas do século 21. Depois de ter feito um grande show em Porto Alegre em 2004, no qual fez de tudo entre cantar, dançar e escalar a estrutura do teatro, Peaches apresentou um espetáculo focado não só em electro beats sujos, mas também em liberdade sexual e em performance teatral cômica. Cantando, comandando pick-ups e sequenciadores e com o apoio de duas dançarinas (e muita champanhe), a canadense subiu ao palco usando um colante cor da pele adornado com seios cenográficos de diversos tamanhos. A imagem resume o conceito por trás do show: ativismo feminista eletrônico festivo e sem pudores. Nenhuma novidade, e mesmo assim atual. Peaches decadente? Jamais! No set, não faltaram músicas potentes e dançantes, que ao vivo ganharam ainda mais peso para reforçar o poder hedonista das canções. Do electroclash tradicional ao dubstep aliado a techno beats experimentais, Peaches é diversão garantida.

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TV on the Radio
Só peguei o final do show, que contou com a participação do guitarrista Dave Navarro, do Jane’s Addiction, em Repetition. Você sabe, culpa da Peaches

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Joan Jett & The Blackhearts
Foi ótimo ver ao vivo uma das grandes figuras do rock mundial. O espetáculo de Joan Jett não se destacou apenas por seu valor histórico, mas também pela energia da banda e pelo rock’n’roll tradicional. A abertura explosiva foi com Bad Reputation (reconfigurada por Peaches no disco Fatherfucker), seguida da clássica Cherry Bomb, de sua antiga banda, The Runaways. Joan também arrancou aplausos para You drive me wild, sua primeira canção escrita, e apresentou duas novas composições, T.M.I. e Hard To Grow Up. Outros pontos altos? I Love Rock and Roll, óbvio, e I Hate Myself For Loving you.

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Foo Fighters
O Lollapalooza trouxe ao Brasil uma das maiores bandas do rock contemporâneo em uma de suas melhores fases. A turnê de Wasting Light vem rodando o mundo desde há tempos e causando muito em todos lugares pelos quais passa. A fórmula da banda é simples: rock instantâneo, bombástico, eficaz e extremamente energético liderado por um vocalista carismático aliado a um baterista foda (Taylor Hawkins). Fácil. Mas nem isso libera a banda para fazer um show curto ou descompromissado. Muito pelo contrário – até porque era a principal banda do line-up do evento. Por isso, os caras fizeram um show de quase três horas lotado por toneladas de hits roqueiros e baladas de sucesso, assim como no Rock in Rio 3, em 2001. Entraram no set list All my life, Times like these, Rope, Breakout, Long road to ruin, Big me, Everlong, The Pretender, Cold Day in the Sun e White Limo, entre outras. O show teve a participação de luxo de Joan Jett em Bad Reputation e I Love Rock ‘n’ Roll. A não ser em faixas mais obscuras, a banda obteve resposta imediata do gigantesco público. Sim, porque a banda reuniu praticamente todas pessoas que estavam no evento. E a voz de Dave Grohl? Falhou sim. Afinal, o cara não é de ferro, pô.

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Calvin Harris
Quem não viu Foo Fighters optou por conferir o set de Calvin Harris, queridinho da eletrônica gringa. Abusando do deep house e de techno beats, o produtor eletrônico levantou mesmo a galera ao tocar um remix poderoso de Never Be Alone, de Justice vs. Simian Mobile Disco.

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08/04

Thievery Corporation
O trip hop/downbeat elaborado com elementos exóticos da banda norte-americana atraiu um bom público no palco Cidade Jardim, no segundo dia de shows do Lolla. Com banda completa, composta por guitarra, baixo, bateria, percussão, cítara, trompete e sax, além dos sequenciadores de Rob Garza (cabeça da banda ao lado do guitarrista Eric Hilton) e de um time de cantores, o grupo confirmou sua groove reputation despejando um set inspirado por dub, reggae, dance hall e até música brasileira – com apoio de berimbau eletrônico e de uma cantora nacional que, por sinal, não se apresentou ao subir no palco e deixou as pessoas com cara de “quem é essa?”. Apesar da bela voz, não foi ela quem levantou a galera, mas sim uma dupla de vocalistas rastaman e um rapper vestido no melhor estilo gangsta. Thiervery fez um show de altíssima qualidade musical, apostando em música dançante orgânica sem fórmulas fáceis ou padrões estipulados.

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Friendly Fires
O indie rock dançante da banda britânica é bastante dependente do animado vocalista Ed Macfarlane. Dançando muito e requebrando o quanto podia, ao melhor estilo desengonçado britânico, Ed e banda bombaram com Jump In The Pool, Skeleton Boy, Paris e o superhit Hawaiian Air. Friendly Fires nunca me chamou muito a atenção, mas é inegável a entrega da banda ao vivo e a paixão que provoca sobre seus fãs – alguns deles muito de cara com o vazamento do som Pretty Lights, que tocava logo ao lado, no Palco do Perry. Leia mais sobre isso abaixo.

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Pretty Lights
O produtor eletrônico despejava beats robóticos com DNA hip hop no Palco do Perry enquanto o Friendly Fires se apresentava no palco Butantã, ao lado. O set do norte-americano foi tão pesado que o som vazou, atrapalhando parte do público da banda britânica. Por outro lado, vi muita gente deixando a platéia do Friendly Fires para ver o que estava ocorrendo na pista eletrônica, o que pode ser considerado algo positivo para Pretty Lights. Afinal, roubar público dos britânicos não é pra qualquer um.

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Manchester Orchestra
A banda britânica foi a grande surpresa do Lollapalooza Brasil. O rock pesado, posicionado entre o pós-rock estridente e o indie metal livre de clichês, cheio de guitarras altas e bateria galopante, foi uma pancada sonora de primeira. Manchester Orchestra é como se Mogwai e Mastodon dessem origem a uma banda híbrida. Teve gente correndo do Palco Butantã, onde Friendly Fires havia acabado seu show, até o Palco Cidade Jardim, do oooooutro lado do Jockey, para ver de perto o explosivo espetáculo dos caras. Não devem ter se arrependido. Foi algo realmente especial. O som, cristalino, estava tão alto e nítido que deve ter sido ouvido nos Jardins. Nota 10.

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MGMT
Show fraco do duo que lançou um dos melhores discos de 2008, Oracular Spectacular. Sem inspiração, sem tesão, sem saco total e com alguns problemas de som. Claro que a chuva que caiu desanimou a todos, mas a banda não pode se deixar levar por isso. De qualquer forma, a banda nunca faz um show 100% mesmo. Os melhores momentos foram os três maiores hits da banda: Electric Feel, Time to Pretend e Kids, todos de Oracular. A inédita Alien Days, baseada em violão, passou batida. Verdade: os relâmpagos ganharam mais gritos e aplausos que a banda. Lamentável.

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Skrillex
O DJ mais celebrado do mundo hoje fez sua estréia no Brasil já ocupando um posto de super estrela dentro de um megafestival. Foi o cara que, pela primeira vez no evento, realmente lotou o Palco do Perry. O ex-roqueiro emo norte-americano começou seu set com uma faixa experimental e quebrada, nada convencional. Em seguida, sob poderosos canhões de laser (guardados especialmente para ele e utilizados pela primeira vez pela produção do evento, ampliando ainda mais a experimentação sensorial) mandou ver em um dubstep mais degustável, inspirado por dirty beats em geral e remodelado por diversas vertentes como techno, jungle, drum’n’bass, reggaeton, dub e gangsta hip hop. Os sons jamaicanos, por sinal, estiveram em alta no Lollapalooza, presentes também (em maior ou menor grau) nos shows do Rappa, do Jane’s Addiction e do Thievery Corporation. Os pontos mais altos do show foram um remix maluco de Internet Friends (You blocked me on Facebook) e o superhit Ruffneck, momento em que a bandeira do Brasil surge no telão atrás de Skrillex, causando histeria coletiva (veja abaixo). O show do cara já está marcado na história eletrônica brasileira. Quem viu viu, que não viu… pode ver a íntegra do set aqui.

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Foster the People
Ao mesmo tempo em que Skrillex botava abaixo o Palco do Perry, Foster the People entregava seu rock básico aditivado por discretos elementos eletrônicos no Palco Cidade Jardim. Trocar Skrillex por Foster the People sempre foi algo impensável por mim. Por isso, cheguei no final e vi apenas o megahit Pumped Up Kicks com seu magnífico loop final, criando uma ótima versão overextended da faixa. Como ainda considero Foster the People uma banda de um hit só, pra mim foi o que bastou.

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Jane’s Addiction
A psicodelia roqueira independente e compulsiva da histórica banda de Perry Farrel é algo para poucos, definitivamente. Que o diga o discreto e silencioso público que acompanhou o show do grupo. Sem muita animação, a plateia viu Perry, o guitarrista Dave Navarro (na foto, ao fundo) e cia executarem alguns clássicos do indie rock global como Jane Says, Ocean Size, Mountain Song e Been Caught Stealing. E pior: não era comum Perry encerrar suas vocalizações xamânicas fazendo pose de superstar esperando ovação e amargar um silêncio constrangedor. Uma pena. Algumas músicas novas do disco The Great Escape Artist (2011) ganharam apoio de performers no palco, mas também não levantaram a galera.

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Arctic Monkeys
Uma das bandas mais esperadas do festival entregou um rock show praticamente perfeito. Composições autorais de primeira, guitarras e bateria incríveis (Alex Turner e Matthew Helders são foda), presença de palco, postura rock e parceria com o público. Ao que parece, nada deu errado pra eles. Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair, Brianstorm, When the Sun Goes Down, I Bet You Look Good on the Dancefloor, The View From the Afternoon, Crying Lightning, R U Mine? e a ótima Brick by Brick (com Matt no vocal) jogaram a animação lá pra cima. Fluorescent Adolescent (incrível) e 505 fecharam os trabalhos. O show no Lollapalooza mostrou que a banda amadureceu muito desde a primeira passagem deles pelo Basil, em 2007, durante o Tim Festival. Deixaram de lado a insegurança de moleques para protagonizar um dos grandes momentos do festival. Que voltem logo!

* Todas fotos deste post: Divulgação Lollapalooza Brasil

Foo Fighters lança DVD Live At Wembley Stadium

04 de junho de 2009 5

Finalmente o Foo Fighters lançou o DVD Live At Wembley Stadium. Como falamos aqui e aqui, o show aconteceu em Londres, dias 6 e 7 de junho do ano passado, e reuniu 165 mil pessoas!

O Foo Fighters, ao longo dos seus quase 15 anos de carreira, nunca esteve nas sombras do Nirvana graças ao seu líder, Dave Grohl, que foi baterista do grupo e através do qual se tornou conhecido.

 

O DVD registrou 18 dos maiores sucessos do grupo e abrange todas as fases de sua carreira. Entre as músicas estão Times Like These, Learn To Fly, Breakout, Everlong,  Monkey Wrench, Skin and Bones, Marigold, My Her e The Best Of You, além de Rock and Roll, Ramble On,  ambas tocadas em parceria com John Paul Jones e Jimmy Page, integrantes do Led Zeppelin.

Postado por Francesca Romani

Foo Fighters e Stereolab no Brasil

23 de janeiro de 2009 2

Foo Fighters (foto) e Stereolab podem tocar no Brasil/Divulgação/clicRBS

O Brasil tem boas perspectivas de shows internacionais para 2009. Depois de Little Joy, Iron Maiden e Kiss anunciarem a vinda a terras tupiniquins, a vez agora é de Foo Fighters e Stereolab tocarem por aqui.

Segundo o site PoploadStereolab vêm para o Abril Pro Rock 2009 para pelo menos três shows: um em Recife e dois em São Paulo. Já o show do Foo Fighters seria no Rio de Janeiro, durante o Fashion Rocks Brasil, no dia 1º de maio.

A região Sudeste, como sempre, é mais privilegiada quanto a shows internacionais. Mas não custa fazer um turismo por aquelas bandas, certo?

Postado por Mariana Romais

Foo Fighters acusa John McCain

09 de outubro de 2008 0

Crédito:Divulgação

A banda Foo Fighters está acusando John McCain, candidato a presidência dos Estados Unidos pelo partido Republicano, de utilizar em sua campanha a música My Hero sem a autorização do grupo.

Em comunicado veiculado em seu site oficial, a banda afirma não ser a primeira vez que o candidato se utiliza de uma música sem autorização do autor. O grupo ainda disse que o candidato deturpou o sentido original da música, usando-a em seu favor.  

“É frustrante e decepcionante ver uma pessoa, que espera falar pelos Estados Unidos, repetidamente, tenha tão pouco respeito em relação propriedade intelectual”, diz parte do comunicado.

Recentemente, o Foo Fighters anunciou uma pausa nas suas atividades.

Veja também:

 >>>>> Para ouvir Foo Fighters

 >>>>> Foo Fighters vai dar um tempo

 >>>>> Foo Fighters lança coletânea e DVD

Postado por Luciano Varelmann

Para ouvir Foo Fighters

17 de setembro de 2008 0

Divulgação

Como a banda anunciou que vai dar um tempo nas atividades por período indeterminado, fizemos um especialzinho de 10 músicas no BLIP.fm com as faixas disponíveis no sistema.

O BLIP.fm é uma rede social de microblogging no qual os participantes criam sets online e os dividem com outros “DJs” cadastrados no site. Você escolhe uma música (seleciona no banco do site ou faz upload) publica e a faixa aparece no perfil de seus “DJs” favoritos. O BLIP.fm permite que os posts sejam publicados automaticamente em outras redes (como o Twitter).

Então, clique na imagem abaixo para escutar o set Foo Fighters hiatus no perfil do Volume!

Blip.fm

Postado por Danilo Fantinel

Foo Fighters vai dar um tempo

17 de setembro de 2008 2

Divulgação

Pô, essa é chata. Depois de Red Hot Chilli Peppers (e Ultramen e Engenheiros e Los Hermanos), Foo Fighters anunciou que fará “uma longa pausa” e disse que os fãs não devem esperar por novos lançamentos até segunda ordem.

Dave Grohl disse a Radio 1 da BBC que a banda fará este intervalo para voltar mais tarde com “novos objetivos”. Dave também falou que a banda nunca fez uma grande pausa – e que essas férias já estavam na hora.

O ex-baterista do Nirvana lembrou os recentes shows em Wembley (em junho, quando a banda reuniu 165 mil pessoas!) e brincou que o grupo não deve voltar lá por “uns 10 anos” porque “tocou para todo mundo”.

O site dos caras ainda não indicou esta pausa e ainda fala em shows: dias 25 e 26 de setembro em Las Vegas, dia 28 em Austin e no dia 26 de outubro em um evento da Harley Davidson em Pomona (Califórnia) ao lado de ZZ Top.

Para nós brazucas o preju também é grande, porque a Opus e a Time For Fun fizeram pesquisas recentes para saber se o público tinha interesse em ver Foo Fighters no Brasil. Shit…

>>>>> Ouça o set Foo Fighters hiatus no perfil do Volume no BLIP.fm!

>>>>> Foo Fighters lança coletânea e DVD
>>>>> Batera do Foo Fighters canta para Dennis Wilson

Postado por Danilo Fantinel

Foo Fighters lança coletânea e DVD

29 de julho de 2008 0

Divulgação

O Foo Fighters segue na estrada com a turnê de Echoes, Silence, Patience and Grace, que neste ano ganhou o prêmio Grammy de Melhor Álbum de Rock e Melhor Performance de Hard Rock, mas já pensa no futuro. A banda está planejando lançar a primeira coletânea da carreira até o final do ano.

Ainda não foram divulgados muitos detalhes a respeito do projeto. Os caras ainda não escolheram o nome do álbum nem as faixas que integrarão o trabalho. A única coisa que se sabe é que o disco vai contar com músicas de todos os seis álbuns da carreira do Foo Fighters e será lançado em novembro deste ano.

No momento, Dave Grohl e companhia estão divulgando o último disco nos Estados Unidos e Canadá. O Foo Fighters está com a agenda lotada de shows até o final do mês de setembro.  

Os caras também estão lançando um DVD ao vivo. O trabalho reunirá imagens de dois shows da banda no estádio de Wembley, em Londres. As apresentações contaram com as participações de Jimmy Page e John Paul Jones, do Led ZeppelinFoo Fighters: Live At Wembley Stadium chega às lojas gringas dia 23 de agosto.

Leia também:

 >>>>> Foo Fighters, Klaxons ou Muse?

 >>>>> Batera do Foo Fighters canta para Dennis Wilson

 >>>>> Foo Fighters tocará com novo músico no Grammy

Postado por Luciano Varelmann

Portal transmite show do Foo Fighters hoje à noite

17 de julho de 2008 3

Reprodução, MSN

O MSN veiculará hoje, às 20h, o material captado durante os dois dias de shows do Foo Fighters no Wembley Stadium, em Londres, em 6 e 7 de junho deste ano. A banda reuniu 165 mil pessoas!

O vídeo deverá ter muitas faixas do último álbum de estúdio da banda, Echoes, Silence, Patience & Grace, como The Pretender, Let It Die, Long Road to Ruin, Cheer Up, Boys (Your Make Up Is Running) , além de hits dos outros CDs, como The Colour and the Shape, There is Nothing Left to Lose, In Your Honor e One By One.

Leia mais sobre o show aqui e veja fotos aqui.

Postado por Danilo Fantinel