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Resultados da pesquisa por "Geoff Barrow"

Geoff Barrow, do Portishead, diz que Amy Winehouse tinha voz falsa

21 de setembro de 2012 4

Geoff Barrow, do Portishead, disse que Amy Winehouse tinha voz falsa e que, pouco antes de morrer, tornou-se uma personagem de si mesma. Além disso, em entrevista ao site ElectronicBeats.net, apelidou a cantora morta em julho de 2011 de “Whiney Shitehouse”, ou algo como “Chorona M…house”.

Eu acho que Whiney Shitehouse – Amy Winehouse, logo no final, tornou-se uma personagem cômica de si mesma e de como ela cantava. Eu a vi com uma guitarra eletrônica em um pequeno pub em Bristol e as pessoas diziam ‘isso é incrível’, mas não era. Então, ela teve um grande problema com as drogas e os tabloides se envolveram e ela iria começar a ser uma nova Minnie Riperton [cantora de soul]. Era tudo de mentira, mas como havia um grande problema com drogas não se podia dizer que era falso, mas sua voz mesmo parecia falsa. Ela teve uma vida real com uma voz falsa – criticou.

Na mesma entrevista, Barrow elogiou Björk, PJ Harvey e sua parceria de Portishead, Beth Gibbons, que “mudam suas vozes, mas ainda assim são elas”.

Há poucos dias, as cinzas de Amy foram lançadas no norte de Londres.

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Geoff Barrow lançará disco inspirado pela Mega-City One, de Judge Dredd

23 de abril de 2012 0

O músico e produtor Geoff Barrow, do Portishead, e o compositor Ben Salisbury lançam no dia 30 de abril o disco Drokk: Music Inspired by Mega-City One.

O álbum, como indica o título, foi inspirado pela fictícia Mega-City One, a superconurbação que integrou as megalópoles da Costa Leste da América do Norte (Nova York, Boston, Washington, Miami, Toronto, Montreal…) nos quadrinhos Judge Dredd.

Serão apenas 400 cópias do vinil duplo mais um CD, uma camiseta e um cartão que dá acesso a material digital extra. Tudo isso dentro de latas de rolos de filme. Manero. Reserve aqui.

Cinema
Judge Dredd ganhará um remake em breve, após aquela versão meia boca de 1995.

Acima, Mega City One na visão de Gary Erskine.

Tracks Volume #18

28 de outubro de 2011 0

M83Midnight City
Nada menos do que espetacular este clipe da banda francesa de indie electronic e ambient M83, liderada por Anthony Gonzalez e Nicolas Fromageau, para a música Midnight City. No limite entre o introspectivo e o exuberante, a faixa ganha ares cinematográficos e paranormais na direção de Fleur & Manu. Timing perfeito com o remake da animação japa cult Akira (leia sobre isso  aqui e aqui).

M83 – Midnight City from naiverecords on Vimeo.

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We Were Promised JetpacksHuman Error
Bebedeira, muita festa, gente linda se pegando, entrando em crise, e se acabando geral na noite gringa neste clipe da música Human Error, da banda escocesa We Were Promised Jetpacks. O som é nota 10. Fast dirty rock como se o mundo fosse acabar hoje. E é nisso que o diretor Michael Sherrington deve ter pensado na hora de criar o vídeo. Imperdível.

We Were Promised Jetpacks – “Human Error” from stereogum on Vimeo.

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Jane’s AddictionUnderground
Guitarreira glitter-laser em pleno Late Show With David Letterman. O que mais dizer sobre eles além de “mestres”?

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Mazzy StarCommon Burn
A banda Mazzy Star é um dos grandes nomes do dream pop psicodélico dos anos 90, e está há 15 anos sem lançar um disco de inéditas. Agora, no dia 31 de outubro, eles lançam o single Common Burn, uma faixa muito calma, com guitarra etérea próxima ao country e o vocal-sonho de Hope Sandoval. Lembra muito alguns momentos do Cowboy Junkies. O novo disco deve sair em 2012.

Mazzy Star – Common Burn by weallwantsome1
O single vem com o b-side Lay Myself Down, que você escuta no Pitchfork.

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Nada SurfWhen I Was Young
A nova do Nada Surf, When I Was Young, que estará no disco The Stars Are Indifferent To Astronomy, previsto para o início de 2012, começa acústica e ganha corpo e peso aos poucos. Som legal, sem firulas.

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The HorrorsI Can See Through You
Quem acompanha o Volume há algum tempo sabe que eu curto MUITO Horrors. A ótima I Can See Through You toca geral nas rádios gringas, e há poucos dias saiu esse clipe caleidoscópico maneraço. Veja abaixo e leia mais sobre a banda neste link

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Guided By VoicesThe Unsinkable Fats Domino
Os heróis do indie 90 voltam com o single The Unsinkable Fats Domino, que virá com o lado-B We Won’t Apologize For the Human Race no dia 22/11. O som é puro rock lo-fi tradicional do Guided By Voices, nem mais nem menos. As faixas estarão em Let’s Go Eat the Factory, disco marcado para 01/01/2012.

Escute The Unsinkable Fats Domino aqui

> Faça o download do som no site da Matador

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FriendsI’m His Girl
A melhor homenagem/referência aos anos 80 que eu vejo em anos, autêntica e discreta. A faixa I’m His Girl tem origem onde o indie rock encontra o hip hop cool nova-iorquino. O clipe é pura volta a um passado ghetto street não muito distante. Saudades de NY. Saudades, saudades, saudaaaaadeeeeeeeees! A banda Friends você conheceu nas Tracks #4.

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Lana Del ReyVideo Games (Live)
Lana, Lana, Lana… você me mata. O vídeo de Video Games você viu faz tempo nas Tracks #11. Agora, veja ao vivo.

Você pode ver Blue Jeans, também ao vivo no Premises, neste link. E abaixo, Lana quando ainda era Lizzy Grant cantando Kill Kill, do EP homônimo lançado em 2009 -> e já com a mesma estética retrô-sexy-acabada. Marilyn Monroe feelings. Cool.

Mais uma antiga: a jazzy The End of the World, também de Kill Kill, ao vivo em NY em 2008. E ainda tem gente achando que Lana é fake. Por Deus!

Bom, ela no Jools Holland você já deve ter visto (aqui). Rolou quando eu estava em férias. E no último dia 24, Lana ganhou o prêmio Next Big Thing da revista Q. No vídeo abaixo, gravado após a premiação, a cantora fala sobre o sucesso de Video Games, carreira, a produção do primeiro disco (está pela metade, deve sair em janeiro), hype e críticas.

Ok, ok, chega de Lana Del Rey por hoje! Mas se você quiser saber mais, pula neste link.

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Chromatics - Kill For Love
Rockinho lo-fi sincero, delicioso, com base em sintetizadores e vocal-veludo. Me lembrou Still Corners, que você escutou nas Tracks 12. O disco homônimo, Kill For Love, sai em janeiro pelo selo Italians Do It Better.

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Orbital - Never
Se você sentia falta do Orbital, um dos duos mais importantes da música eletrônica dos 90, que não lançava nada desde Blue Album (2004), agora já tem motivo pra comemorar. Eles acabam de liberar a nova faixa, Never, com um clipe bem legal e muito simples: uma viagem muitíssimo bem editada pelas ruas de Londres, na linha Open Your Eyes, do Snow Patrol (veja aqui). Conhece Londres? Não? Então aproveita e dá um rolê por lá com o Orbital! Saudades de Londres. Saudades, saudades, saudaaaaadeeeeeeeees! E o ponto de fuga das imagens???? Quase sempre fixo! Massa! A música? Ambient techno cool, que é o que eles melhor sabem fazer. Play it loud!

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Anika - Yang Yang e No one’s there
Tô chapado com o som da alemã Anika. Bom para quem curte experimentações pós-punk-eletrônicas gélidas e fantasmagóricas. Anika vive entre Berlim e Bristol e é parceira de Geoff Barrow (Portishead e Beak>), o que por si só já diz muito. Saudades de Berlim. Saudades, saudades, saudaaaaadeeeeeeeees! Ela é tipo como se Nico, Beth Gibbons e Karin Dreijer Andersson (aka Fever Ray) fossem uma única pessoa que cantasse no Stereolab com produção de Trent Reznor fase How To Destroy Angels. Muito confuso? Então te liga na definição do MySpace dela pro som: uneasy easy listening. Ahan! Ah, Yang Yang é um cover de Yoko Ono.

Escute o disco na íntegra:

Se você não consegue ver o embed acima clique aqui para escutar o álbum.

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Stay+Fever
Clipe pesado, meio baixo astral, e bem mais trash do que o da música Human Error, da banda We Were Promised Jetpacks, que você viu acima. Faz a linha Smack My Bitch Up, do Prodigy. Noite forte dá nisso… De qualquer forma, a música de Stay+ é muito boa. Começa calma e segue para um synth poderoso, dançante, com beats acelerados. Nas palavras dele, é “fictional dance” – seja lá o que isso quer dizer. Veja o clipe de Fever abaixo e um set de remixes na sequência, com destaque para a incrível remistura de You’re A Woman, do Death From Above 1979.

Ouça um EP de remixes:


Se não consegue ver o embed de remixes acima, clicaqui.

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Jesse RuinsA Bookshelf Sinks Into The Sand
Pancada electro-industrial das boas criada por Jesse Ruins. As outras faixas do EP (Inner Ambient, Sofija e Dream Analysis) são bem mais calmas, estilo bedroom-pop. Ouça A Bookshelf Sinks Into The Sand abaixo e as outras três neste link

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#ficadica @MarcosTesser

Lissi Dancefloor DisasterPop Musiiic
O Lissi Dancefloor Disaster é um experimento de electro pop indie sueco numa perfeita mistura da atitude do Le Tigre com os toques sombrios da banda The Knife. Formado por Josefin Lindh e Johan Tilli, eles cultuam o “art pop movement”: música pop com mensagens engajadas em prol da arte e da música. A banda, dona da deliciosa track 8-bit Oh My God (veja aqui) lançou ontem seu primeiro EP, As We Plz. A primeira faixa deste trabalho se chama Pop Musiiic, uma canção realmente digna de um hit do Le Tigre. É um pop enérgico, com vocais e temática intensos e loopings viciantes.

Lissi Dancefloor Disaster – Pop Musiiic by Lissi Dancefloor Disaster

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Bloquinho remix

Noel Gallagher’s High Flying BirdsLet The Lord Shine A Light On Me (UNKLE Remix)
E segue a avalanche de material novo do Noel. Depois de singles e vídeos (veja aqui), agora caiu na rede esse remix bacaninha assinado pelo supercult UNKLE. É legal, mas nada mais que isso. Mais Noel Gallagher’s High Flying Birds aqui

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Cut Copy Tour Mix Pt2Noise In My Head
Cut Copy liberou esse mix para bombar a turnê mundial que passou pelo Brasil. Mas eu sou retardado e não vi isso antes do show deles em Porto Alegre. Dããã! Leia sobre o show em POA neste post.

Cut Copy Tour Mix Pt2 – Noise In My Head by cutcopymusic


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Little BootsShake Until Your Heart Breaks
O mixtape lançado por Little Boots tem Metronomy na abertura, Classix, Oh Land e mais. Ótimo chill in com final incrível – a própria Shake Until Your Heart Breaks, que deve ser o próximo lançamento dela.

SHAKE UNTIL YOUR HEART BREAKS MIXTAPE by LittleBoots

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Death Cab For CutieSome Boys (RAC Maury Mix)

Death Cab for Cutie – Some Boys [RAC Maury Mix] by Death Cab for Cutie

> Tracks #1
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Portishead planeja novo álbum

30 de junho de 2010 1

Divulgação
Geoff Barrow, do Portishead, disse à BBC 6 Music que a banda assinou um novo contrato com uma gravadora para lançar um novo álbum. Ele começará a escrever novas músicas ainda no verão gringo. O lançamento não tem data.

Na entrevista abaixo, realizada na última edição de Glastonbury, Barrow disse que o quarto disco da melhor banda de Bristol não deverá levar 11 anos para ser feito, como ocorreu com Third.

Ótimo, já que a espera pelo terceiro registro do trio foi dolorida. Mas não tanto quanto o resultado das músicas. Espero que o novo do Portishead seja mais agradável, menos áspero, menos opressor e mais iluminado do que o esquecível Third.

Third tem música ultrapassada, já feita por vertentes eletrônicas oitentistas, e travestida de moderninha. A prova do fracasso foi a escassa aparição nas listas dos melhores de 2008 (quando apareceu foi entre as primeiras posições, é verdade) e a falta de faixas do disco nos especiais de rádios, sites, revistas e canais de TV na época do lançamento. Sintomático.

Longa (e melhor) vida ao Portishead!

>>>>> Mais Portishead

Postado por Danilo Fantinel

Ouça a nova música do Portishead

10 de dezembro de 2009 0

Reprodução
O Portishead liberou o clipe da nova música Chase the Tear no site oficial e entregou a faixa e seus direitos autorias à Anistia Internacional hoje, Dia Internacional dos Direitos Humanos. No dia 10 de dezembro de 1948, a ONU adotou a Declaração Universal dos Direitos Humanos (veja aqui e aqui).

Discreto como sempre, o trio de Bristol não fez comentários. Portanto, ainda não se sabe se o som é sobra de estúdio do último lançamento, o opressor Third, ou se é parte de uma nova fase de composições. De qualquer forma, Geoff Barrow havia dito à BBC há um ano que a banda estava trabalhando em novo material para o quarto disco, e que estava pensando em mais uma turnê.  

Chase the Tear é tensa e remete a um eletrônico oitentista do tipo EBM, como já feito em Third, com o tradicional vocal-lamento denso e desesperado de Beth Gibbons. O som mistura base programada nervosa, guitarra, bateria acústica e eletrônica. O lance é cerebral e um tanto quanto desconfortável (as próprias expressões de Beth e de Geoff Barrow denunciam isso). O final é abrupto.

 Ouça Chasing the Tear

>>>>> Mais Portishead

Postado por Danilo Fantinel

Portishead não deve liberar músicas grátis

18 de fevereiro de 2009 1

Foto: Divulgação

O produtor e instrumentista Geoff Barrow publicou no MySpace que a banda não deverá liberar suas músicas de forma gratuita na internet.

Ela argumentou que leva anos para compor e que, no fim das contas, quer uma recompensa. Nas palavras dele:

– I don`t think that we`re into giving out music away for free to be honest. It fuckin` takes ages to write, and we have to heat our swimming pools!

Portishead está sem contrato com qualquer gravadora no momento e estaria avaliando várias possibilidades para seu próximo lançamento. O trio de Bristol já teria começado a trabalhar no sucessor de Third em dezembro passado.

No texto publicado, Barrow diz que aceita sugestões de fãs sobre como vender suas músicas no futuro.

>>>>> Portishead lança clipe de Magic Doors
>>>>> Resenha: Portishead faz show em Milão
>>>>> Banda lança vídeo de Machine Gun

Postado por Danilo Fantinel

Novos de Amy, Scarlett, Portishead e Depeche

16 de dezembro de 2008 0

Rapidinhas de hoje: 

Amy Winehouse

Boatos divulgados pela imprensa inglesa há algum tempo indicavam que Amy estaria produzindo um novo álbum (bom, neste exato momento ela está internada… mas teria trabalhado no CD antes disso… enfim…).

O suposto novo projeto da cantora não tem o envolvimento do produtor-Midas Mark Ronson, responsável por várias músicas de Back to Black. A informação é do próprio Mark em entrevista à BBC News Beat. Mas o cara disse que espera uma ligação de Amy para os dois reativarem a pareceria mais legal dos últimos anos. 

Scarlett Johansson

 

A atriz disse à MTV que planeja lançar um álbum de composições próprias para suceder Anywhere I Lay My Head (2008), disco de covers de Tom Waits.

 

Ela declarou que não pretende lançar um novo de covers, mas que se fizesse isso seria apenas com músicas de Leonard Cohen. Uma beleza!

 

 

Portishead

Depois de não ver Third em praticamente nenhuma lista dos melhores álbuns de 2008, o maravilhoso trio de Bristol anunciou que já pensa em um novo disco. O produtor e instrumentista Geoff Barrow disse à BBC 6 Music que eles já sabem qual direção tomar para as novas composições e que pensam não só em gravar como também em fazer uma nova turnê – posição bem diferente da anunciada anteriormente. Espero que o novo álbum seja um pouco mais ensolarado e degustável do que este último. Third levou 11 anos para ser lançado, após o homônimo Portishead (1997). Mais: a banda (que acabou de lançar um novo clipe) gravou um especial para a BBC, que poderá ser ouvido aqui ainda nesta semana. 

 

Depeche Mode

 

Conforme o CMU, Dave Gahan disse que a banda finalizou seu novo álbum.

O disco ainda não tem título definido. O lançamento será em 2009.

Postado por Danilo Fantinel

Portishead é passado :(

13 de março de 2008 14

Reprodução/site oficial
O novo álbum do Portishead deve chegar as lojas no dia 28 de abril (e terá uma versão em USB com 4 filmes!), mas já está na rede faz uns dias, né? Você sabe, é só procurar e baixar… e ver que este Third é inferior ao material anterior da banda de Bristol. Os quase 11 anos de intervalo em gravações inéditas não fizeram bem ao trio.

Portishead 2008 segue denso e melancólico, mas está sonoramente mais pobre e um tanto quanto perdido. O que antes era visivelmente autoral, refinado e genial agora se mostra confuso e deficiente.

Third só parece Portishead pela voz inconfundível de Beth Gibbons e por algumas guitarras de Adrian Utley. As programações de Geoff Barrow parecem fracas e desconexas. O resultado final parece um álbum de uma banda menor, uma espécie de cópia da cópia do trio Portishead safra anos 90.

O CD que vazou na internet não tem a atmosfera, a veemência, a cadência, a simbologia e a identidade de Dummy (1994), passando mais perto do submundo obscuro elaborado no segundo álbum da banda, o claustrofóbico e noir Portishead (1997), mas não chega nem perto da qualidade deste.

A banda perdeu a mão em Third. Parecem músicas aleatórias, desconexas, reunidas para lançamento. São composições sem a levada criativa do trio inglês e, de uma forma geral, bem pobres em termos de harmonia e arranjos. Portishead bom é o do passado.

As músicas

Poucas delas são a cara conhecida da banda, como We Carry On, já bastante difundida em shows do grupo em 2007 e divulgada no YouTube. A faixa é intensa e cresce a cada momento com guitarras e bateria em duelo forte!

Threads abre o álbum num clima soturno, angustiante e sofrido, bem próximo ao universo do segundo CD de estúdio deles, com ambientação sufocante e guitarras variando entre a sujeira underground e um space rock viajandão. Boa abertura que não se sustenta no decorrer do disco.

Silence tem introdução em português (“Esteja alerta para a regra dos três. O que você dá retornará para você. Essa lição você tem que aprender. Você só ganha o que você merece”) para, depois, ter início uma programação eletrônica um tanto quanto irritante. Nervosa, a faixa é encerrada adrupta e propositalmente. Sintoma claro da falta de acabamento de Third como um todo?



Hunter alterna vocais lamuriosos com dedilhados de guitarra delicados e elementos eletrônicos tensos. Meio chata. Plastic se mostra mais de acordo com o som tradicional da banda, com espaçamentos, mudanças de andamento e uma maior similaridade ao passado no que diz respeito à base eletrônica. Deep Water é vexatória – e não mais que isso. Mallu Magalhães faz melhor!

Machine Gun (anunciado hoje mesmo como o primeiro single da banda, a ser lançado em 14 de abril) tem seqüência eletrônica guerrilheira, com ecos de Electronic Body Music (EBM), ou seja, batidas secas, fortes e robóticas. E Beth segue no seu vocal-lamento a ponto de irritar. E olha que adoro Beth! O resultado é médio. Björk já fez antes – e também melhor.

Small é sussurro, banquinho e violão, mas não passa nem perto da bossa nova, claro. Mas a calmaria vai só até certo ponto, quando entra novamente o estranhamento eletrônico. Incômodo.

Magic Doors abusa um pouco mais da criatividade, com uma percussão bem de canto e um pouco mais de, hããããã, como posso dizer…. estranhamento eletrônico!?! Desculpe-me se o texto parece redundante, mas assim o é este esperado e decepcionante Third.

O grande lance da banda atualmente deve ser a apresentação ao vivo, em que os músicos têm a chance de “crescer” no palco e se redimir . Ver um show deles deve ser uma experiência magnífica. E o Volume estará presente no espetáculo marcado para o final de março em Lisboa. Aguarde!

Mais

>>>>> Veja vídeos da banda ao vivo
>>>>> Portishead tocará no Coachella

Postado por Danilo Fantinel

Third, do Portishead, sairá dia 14 de abril

24 de janeiro de 2008 0


Agora o novo do Portishead tá com mais cara de que vai sair mesmo. Ganhou nome e data, o querido: Third deve cegar às lojas no dia 14 de abril. VOLUME tinha antecipado isso em dezembro, lembra? 

O álbum terá 11 faixas e pouco mais de 49 minutos, conforme o site oficial da banda. É o primeiro trabalho de inéditas em mais de dez anos. O disco foi finalizado em outubro do ano passado.

Você sabe: o trio de Bristol inventou a vertente mais obscura, fantasmagórica e cinematográfica do trip hop, com fortes resquícios de jazz e música erudita e blábláblá. Nasceu cult e se manteve como ícone do bom gosto musical.

Agora, Beth Gibbons, Adrian Utley e Geoff Barrow preparam seu retorno. A banda fará uma turnê para divulgar o novo trabalho e é um dos high lights do Coachella Festival

Faixas como Peaches, Wicca, Hunter e Mystic foram apresentadas am alguns shows que o Portishead fez ultimamente. No vídeo abaixo, da música Wicca, há uma introdução em português. E tem alguns estudos de sons no MySpace da banda.

Wicca – new song Live at ATP



Mystic – new song Live at ATP



Peaches – new song Live at ATP



>>>>> Visite o site oficial 

>>>>> Veja o MySpace da banda

Postado por Danilo Fantinel

Novo Portishead sai em abril

03 de dezembro de 2007 0

Divulgação
Depois de cerca de 10 anos sem material inédito, o Portishead anunciou para abril o lançamento de seu novo álbum. Geoff Barrow há havia divulgado há semanas, no site da banda, que os músicos estavam finalizando o novo trabalho.

Especialistas em canções soturnas, letras melancólicas e atmosferas quase fantasmagóricas, os ingleses mestres do trip hop ainda não deram um nome ao álbum. De qualquer forma, dá pra se ter uma idéia do que eles andam fazendo lá no MySpace da banda, que tem as faixas instrumentais Key bored 299 03 e Greek jam (ambas pobrinhas, nada criativas, em loop praticamente infinito; material não finalizado, com certeza).

O último álbum de estúdio deles é Portishead, de 1997. No ano seguinte, lançaram o essencial Roseland NYC Live, gravado ao vivo em Nova York. Depois disso, em 2002, Beth Gibbons lançou Out of Season, trabalho solo introspectivo, com ecos folk, cujas músicas tocou em uma versão carioca do Tim Festival de 2003.

Portishead está se preparando para um show no Nightmare Before Christmas, evento dentro do festival All Tomorrow%27s Parties, em Minehead, na Inglaterra, que rola entre os dias 7 e 9 de dezembro. A banda assina a curadoria desta edição do evento.

>>>>> Visite o MySpace

>>>>> Visite o site da banda

Postado por Danilo Fantinel