Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Resultados da pesquisa por "John Digweed"

Layo & Bushwacka e The Twelves fecham o M/E/C/A/ Festival

27 de janeiro de 2011 0

Layo & Bushwacka e The Twelves fazem o fechamento do M/E/C/A/ Festival neste sábado, dia 29, no Jimbaran, em Xangri-lá. A programação ficou assim:

Indie Stage

17:30 – Wannabe Jalva

18:50 – Rosie and Me

19:50 – Copacabana Club

21:00 – Two Door Cinema Club

22:40 – Vampire Weekend

00:00 – The Twelves


Club Stage

17:30 – Marcelinho Vieira

18:15 - JZK

19:00 - Branko

19:45 – Fabrício Peçanha

21:00 – Ricky Ryan

22:15 – Layo & Bushwacka

Mas o lance começa sexta-feira à noite, também no Jimbaran, com discotecagem de John Digweed, André Sarate e Eddie M. Já no sábado, das 12h às 17h, o M/E/C/A/ Land se instala na plataforma de Atlântida com música, surf, skate e exposição do fotógrafo Cobra Snake. O M/E/C/A/Land também vai rolar durante o domingo.

Resumão:

M/E/C/A/Festival

Local: Jimbaran (Rua Rio Camisas,11) – Xangri-lá/RS

Data: sábado (29)

Abertura: 16h30min

Classificação: 16 anos

Ingressos: R$ 70 (2º lote) e R$ 90 (3º lote). Pontos de venda neste link.


M/E/C/A/Land

Local: Plataforma de Atlântida

Data: sábado (29) e domingo (30)

*

E Wannabe Jalva liberou um teaser de You and I, música inédita feita em parceria com os caras da Holger, que estavam em Porto Alegre no último dia 20 para um show no Beco quando decidiram invadir a gravação do EP dos Jalvas. Os paulistas fizeram coro pros gaúchos. A música fará parte de um EP com seis músicas que deve sair em março.

Wannabe Jalva @ You and I (teaser) from Wannabe Jalva on Vimeo.

Disco Virtual Volume #2 is in da house

26 de janeiro de 2011 3

A nova edição do Disco Virtual do Volume é dedicada à música eletrônica. O recorte feito enquadra alguns dos primeiros produtores de dance music do Rio Grande do Sul, como Nando Barth e OTA, músicos e criadores que transitam entre beats há algum tempo, como Fabrício Peçanha, Posnormal, Jarrier Modrow, Panatron e Two Boffins, e novos criadores como Brave the Elements, Projeto CCOMA, Madblush, Superluxo e L.A.B.

Além disso, o Disco Virtual Volume #2 está sendo uma espécie de plataforma de lançamento para Hang out with me, música do novíssimo duo Crash Bum Bang, projeto que concretiza a parceria entre Rossano Snel e Caio Britto, dois caras que se destacam no novo clã eletrônico do Estado.

Ouça todas faixas aqui ou separadamente abaixo

Crank up the volume!

Brave The Elements: o duo Brave The Elements retorna ao garage dos anos 90 ao compor faixas dançantes e leves, estruturadas em beats cadenciados, ambientes etéreos, vocais femininos doces, groove e harmonia. Yuri comanda instrumentos e programação aplicando elementos de progressive e electro enquanto Gisa canta sobre as músicas, que variam entre cinco e sete minutos. O som lembra o que o duo eletrônico Sideral fazia com a vocalista Chris F circa 1997 em Porto Alegre. Apesar de ser um projeto recente, de outubro de 2009, Brave The Elements já lançou o álbum independente Balance In Your Mind, com sete músicas. Uma delas, Leave Your Fears Behind, ganhou um ótimo clipe feito em time lapse em Berlim pelo fotógrafo Luis Veiga. Veja aqui!

Mirrors of Life

> My Space

> Site


Crash Bum Bang: o DJ e produtor Caio Brito curte rock, house  e dirty disco. Tocou em bandas de garagem e virou DJ. Já o compositor Rossano Snel vai do samba ao jazz e do cinema aos games sempre com muito groove. Aqui no Disco Virtual Volume #2, lançam o Crash Bum Bang, duo eletrônico com influências de jazz, world music, MPB, rock e pop. O projeto surgiu da parceria que rola entre eles desde que ficaram amigos (via Lucio Kahara). Criaram as festas Hustler, Lick! e Selva, reunindo figuras do novo núcleo eletrônico de POA, e depois entraram em estúdio para finalmente compor juntos. Estão finalizando o SoundCloud do CBB e devem lançar um EP com músicas e remixes no primeiro semestre de 2011. A faixa Hang out with me, masterizada na Alemanha, alterna vocais robóticos, piano house, processed beats e clima de noite. Ouça alto e sinta cada batida como uma pancada.

Hang Out with Me

> SoundCloud do Caio

> MySpace do Rossano


Fabrício Peçanha: o Fabrício é o maior fenômeno da cultura eletrônica do Rio Grande do Sul EVER, – e certamente é um dos caras de maior destaque no Brasil há anos. Na metade dos anos 90, quando o conheci, era figura fácil na pista do Fim de Século (o clube eletrônico mais importante de Porto Alegre de todos os tempos) e alvo maior das meninas da primeira geração efetivamente clubber do Estado. Em pouco tempo, passou pro lado de lá das pick-ups, dividindo espaço com outro ícone do FDS, o DJ Double S, residente da casa. Enfrentando preconceito considerável por ser boa pinta e tendo que se desvincular ao máximo do rótulo de DJ “fácil”, suou a camiseta na noite para se tornar o melhor DJ do Estado e um dos melhores do país, com amplo destaque internacional. Criou a produtora Re:Existência e a rave Fulltronic com amigos, ganhou páginas das revistas XLR8RDJ MagazineHouse Mag e abriu o clube Spin em POA. O reconhecimento profissional foi traduzido em convites: Fabrício integrou line-ups de raves e festivais ao lado de Carl CoxFatboy SlimDanny TenagliaWestbanLouis VegaJohn DigweedDeep DishRitchie HawtinGroove ArmadaLayo & BushwakaGreen VelvetDerrick MayDave ClarkeDave the DrummerHernan CattaneoSatoshi TommieChris LiberatorTechnasia e outros. Ele também tocou no Skol Beats, na MegAvonts e no Recife Beats, além de ter sido chamado para discotecar em Ibiza, Majorca, Acapulco, Miami, Barcelona, LA, San Diego, Hong Kong, Frankfurt, Londres, Buenos Aires, Lima, Zurique e outras –sozinho ou ao lado dos parceiros LeozinhoRodrigo Paciornik, do projeto Life is a Loop. O gaúcho já lançou faixas no EP Cordel e no álbum Hypno Series 1. Neste Disco Virtual do Volume #2, Fabrício liberou um remix de Sem Vacilar, da Comunidade Nin-Jitsu. Ele entrou legal na onda do CNJ, ressaltando as guitarras em meio a batidas rápidas, mas não muito aceleradas, ampliando a força da música original sem remodelar a faixa por inteiro.

CNJitsu Sem Vacilar Radio Remix

> Site


Jarrier Modrow: não é dos caras mais conhecidos por quem curte música eletrônica, o que é estranho. Apontado por alguns músicos como um dos melhores compositores da atualidade no que diz respeito à dance music, Jarrier já lançou discos e EPs por selos nacionais e internacionais. Entre eles estão Rare SoulNebula e a coletânea Unreleased Grooves – Grooveland Brazil, álbuns interessantes que ficaram restritos ao nicho de produtores musicais, com pouca inserção entre o público. Em breve, deverá lançar seu próprio netlabel, com novas composições e projetos. O início dos trabalhos de Jarrier na música rolou da mesma forma como ocorre com muitos outros produtores: experimentações em teclados no final dos anos 90 e gravações em fita cassete. No entanto, diferentemente de muitos, Jarrier não se tornou DJ. Em vez disso, prefere escrever e postar suas impressões sobre música e tecnologia em seu site oficial e na revista House Mag. Neste ano, Jarrier participou de duas edições de coletâneas online do selo/coletivo capixaba Smoke Island. Aqui no Disco Virtual do Volume #2, o músico liberou a faixa Let’s Boogie, um deep house tranquilo, desacelerado e elegante, com muito groove, melodia e harmonia. O tipo de som capaz de nos fazer perder em pensamentos ou nos guiar no vazio da mente.


Let’s Boogie

> Site

> MySpace

> Sound Cloud


L.A.B.: o lance com Less a Bullshit (L.A.B.) está sendo urgente. A banda de rock eletrônico lo-fi se formou em Novo Hamburgo no verão de 2009. No inverno, o EP de estreia de Dan Schneider (vocal, baixo, guitarra, synths e programação), Fe Fischer (guitarra, baixo, vocal) e Moa Jr. (bateria, percussão, vocal) estava pronto, mixado e produzido por Dan e masterizado por Lukas Dulawa no Reino Unido. No final daquele ano, o trio assinou com a Curve Music, de Londres. O primeiro disco sai no começo de 2011, após masterização em Roma. Nesse meio tempo, L.A.B. foi indicado como uma das 10 bandas de rock mais promissoras do Brasil em 2010 pela MTV e se tornou uma das apostas da Billboard de fevereiro do mesmo ano. Pouco depois, tocou no megafestival indie SXSW, nos Estados Unidos. Descendente direta da histórica banda santista de rock eletrônico Harry e parente não muito distante de FelliniThe GilbertosVioleta de OutonoGrenade, o L.A.B. utiliza sintetizadores e guitarras para criar uma aura shoegaze eletrônica soturna que sintetiza My Bloody Valentine, Cure e Depeche Mode. A música Segundo Andar, lançada no EP de estréia, você escuta abaixo.

Segundo Andar

> My Space


MadBlush: há mais de 10 anos, MadBlush percorre a noite gaúcha com shows performáticos e DJ sets. Ativista do underground, vem turbinando a produção de suas músicas com a ajuda de Nando Barth, que toca bateria em alguns de seus shows, OTARicardo Severo. Ao vivo, a guitarra fica com Gabiko.

O apelo visual de MadBlush remete à montaria de Boy GeorgeSigue Sigue SputnikMarilyn MansonPeachesLady Gaga. Fora dos padrões de conduta básicos, MadBlush ganha pontos por ousar em uma cena que já foi vanguarda, irônica e debochada, mas que cada vez mais é corrompida pelo mainstream esteticamente pobre e sonoramente inocente.

Ímpetos de auto-afirmação pessoal e artística se espalham por faixas electro rock como Blush in the Face I wanna be real.


Blush in the face

> MySpace



Nando Barth: o DJ e produtor Nando Barth foi um dos primeiros gaúchos a trabalhar com música eletrônica. Começou a criar em 1987, uma época em que o superclube visionário Taj Mahal, o Ocidente, o Fim de Século e o Porto de Elis davam as cartas na noite de Porto Alegre. Um ano depois, assumiu a residência do Oci ao lado do DJ Eduardo Herrera, então maior nome da vanguarda sonora da noite gaúcha. Em 1994, formou a Splee’n, uma das primeiras bandas eletrônicas do Brasil, com Otávio Mastroberti. Depois disso, foi residente da fase inicial e realmente underground do Beco, tornou-se o mentor criativo das bandas Superluxo,Quit the make up e criou a Cadela Records. Na faixa Cuicass Raga Vox, Nando propõe um retorno ao jungle e ao drum’n’bass clássico, unindo a brasilidade do vocal de Yeshua Jahmiliano, da banda reggae Santíssima Trindade, ao estilo gringo de batidas aceleradas e graves linhas de baixo. O simbolismo brazuca da faixa fica claro em uma sonoridade tipicamente nacional imposta pela cuíca.

Cuicass – Raga Vox

> Site oficial

> MySpace



OTA: é o incansável Otávio Mastroberti, parceiro do Nando Barth na banda Splee’n durante os primórdios da produção autoral de música eletrônica no Rio Grande do Sul, por volta de 1994. Lançaram demos e, em 1999, foram escolhidos um dos quatro grupos brasileiros que participariam do projeto The Whole Cure In The Mirror, uma caixa com todas as faixas do Cure regravadas por bandas de todo o mundo. Com o fim da Splee’n, em 2005, Otávio reativou seu projeto solo OTA, mas como uma banda, numa pegada mais rock. Na época, a música I’ll Become Your God virou trilha de um seriado virtual da RBS e do curta metragem Tudo Que Não É Espelho, de Daniel Alfaya (veja aqui). Depois, produziu o som de MadBlush. Em 2007, tornou-se tecladista do The Cure Cover, projeto do Guffo, músico que hoje toca na Fenx. No final de 2008, entrou pra banda Volantes, que participou do Disco Virtual Volume #1. Em 2009, produziu o single Our Planet para K-Tea e tocou na Polainas, banda cover de anos 80, e no Back 2 the Future, dedicada a covers de musicas pop/dance atuais, ambas do músico Tchê Gomes. Em 2010, se aventurou no hip hop produzindo uma faixa para Maia Rimador. Nesta segunda edição do Disco Virtual do VolumeOTA liberou a vigorosa faixa 1, 2, 3, 4, Stand Up!, um maximal festivo, praticamente puro, perfeitinho pras pistas.

1, 2, 3, 4, Stand Up!

> MySpace


Panatron: Laufe BitencourtChris AmorettiRoger Kichalowsky fazem com Panatron o som mais robótico, frio e asséptico deste Disco Virtual Volume #2. Apesar da voz afinada e reconfortante de Chris, a música Casio Love parece ter sido criada por vida baseada em silício, e não em carbono. Não parece uma banda de humanos compondo uma obra eletrônica. Parece mais como se um autômato tivesse composto uma faixa sintética utilizando instrumentos digitais e algum vocal humano aleatório, pré-gravado e ripado de algum banco de dados online. A própria expressão “Casio Love” remete a uma inteligência artificial emotiva, reforçando a idéia de um compositor replicante. Mas não é nada disso! LaufeRogerChris se dividem entre guitarra, baixo, sintetizador, sampler, drum machine, fxs e vocais para compor eletronices pop, rocks eletrônicos e psycho beats alternativos e livres. A prova está no SoundCloud da bandaSupernova, por exemplo, é pura experimentação digital acelerada e descompassada. A kraftwerkiana Fliperama 87 é digna de uma trilha sonora de games. Poderia estar em Tron Legacy. En La Luna Caliente e Strip & Tango são mais aquecidas, com maior elaboração acústica. Robotika Kamarada abusa de um sampler de Ladytron. Já Robotizado, mais suja, é inteligente e inesperada. No geral, são faixas que passam longe do óbvio. Isso deve ter agradado ao selo Midsummer Madness, com quem Panatron já lançou um EP com nove faixas.

Casio Love

> MySpace

> SoundCloud


Posnormal: Dani ficou bem ligado ao drum’n’bass de POA nos anos 90 e 2000, quando era residente da Full Moon, no Garagem Hermética, e da Quarta Quebrada, no Ocidente. Tocou direto com MarkPatifeAndy, os “três mais” do gênero no Brasil, que ganharam destaque no mundo e deram ao país uma nova dimensão no plano global de música eletrônica. Mesmo com o d’n’b rachando pistas, Dani nunca deixou de lado suas outras referências musicais. Deu início a uma produção mais experimental, com referências soul, jazz, hip hop, pós-rock e eletrônica.

Como Posnormal, lançou um disco independente com 14 faixas e participou de um álbum do selo paulistano Si no puedo bailar no es mi revolución. As composições são delicadas e há um certo ar cômico e infantil, porém muito longe de ser piegas ou auto-indulgente. Ao contrário. Dani aposta na simplicidade de harmonias, na beleza de sons incidentais, em melodias serenas e em experimentos IDM como forma inteligente de mostrar que indie também é pop. É tipo um Looper dos trópicos sem vocais.

Guaraná

> MySpace



Projeto CComa: há cinco anos, o projeto CCOMA (lê-se “Coma”), composto por Swami SagaraBeto Scopel, cria música misturando jazz, música brasileira e dance music. O resultado é uma eletrônica de caráter orgânico, que varia entre climas chill-in e temas dançantes, e na qual o trompete de Beto se sobressai. Mesmo assim, o leque instrumental do duo é variado. Na gravação de An Elephant Crossing the Room, por exemplo, os músicos utilizaram címbalos tibetanos, pá de pedreiro e apitos. Como o duo contou nesta entrevista ao Volume no início do ano passado, o CCOMA mistura “saravá eletrônico com Miles Davis” para matar sua (nossa) sede por experimentação sonora. O resultado é positivo. A banda fez temporada em Londres e shows em festivais e eventos de arte e publicidade. No final do ano passado, o duo lançou o álbum Incoming Jazz, de onde saiu a faixa Dogs are Gods, que você escuta abaixo.

Dogs are Gods

> Site

> Blog


Rossano Snel: Rossano samba. Electronic samba. Groove samba. Jazz samba. Disco samba. Bossa samba. Samba samba! Com a desenvoltura cool de um neo-malandro tropical digital, pilotando drives, programas e teclados gringos, o compositor desmonta o easy listening (what?!), reescreve o lounge (whaaaaat?!?!?!) e implode a bossa eletrônica (afe!) com toscos 8 bits, elegantes synths progressivos, pianos estudados (a linda Tumpah merece ser ouvida na praia ao sabor de vinho branco), drum machines límpidas e instrumentos acústicos, elétricos, eletrônicos e virtuais. No ano passado, criou trilha sonora do curta 27 Janela, de Fábio Rangel. No mesmo ano, lançou Gallery, um EP digital editado pela One Cell Records, de Los Angeles, e o EP Landscape pelo selo EBS Diggin, do DJ paulista (e gente finíssima) Tahira. Mais: cravou a música Nossa Conversa na trilha do filme BearCity, que estreou em Nova York recentemente, e foi o músico brasileiro vencedor do The Creators Project Contest ao lado de artistas de Los Angeles e de Londres. O prêmio é a gravação conjunta de um EP em NY. Abaixo, você escuta o samba beat de Nossa Conversa.

Nossa Conversa

> Site

> MySpace

> Estúdio


Superluxo: a banda de synth pop e alma rocker liderada pelo Nando Barth desde 2008 cria algumas preciosidades sonoras inventivas, baseadas em guitarras, bateria e sequenciadores. Bubble GumDon’t leave me alone competem em simplicidade e bom gosto, com vocal doce e trilhas vigorosas. Vicio – Ver 2010, fundada sobre beats atualizados, presta sincera homenagem a Joy DivisionNew Order. Já Shaking all alone pisa ainda mais fundo em sintetizadores e guitarras. Give a Damm, que entrou no Disco Virtual Volume #2, segue um caminho semelhante. Nando (guitarra & synths), Léo Zamper (guitarra e voz), Dani Maria (vocal) e Ronaldo Sabin (bateria) criaram um instrumental bem estruturado, aplicaram vocal gostoso e montaram uma faixa de apelo pop. Potencial hit radiofônico – se este tipo de som tocasse em rádios. Como não toca, você escuta abaixo:

Give a Damm

> MySpace


Two Boffins: noite e hedonismo. É disso que você lembra quando escuta Night Cravin’, a música que o duo Two Boffins liberou para o Disco Virtual Volume #2. O lance é bem específico. Seria como se Fischerspooner encontrasse Giorgio MoroderDepeche Mode na festa de encerramento do Studio 54 com DJ set de Human League, AdamskiDead or Alive, New Order e OMD. Teclados analógicos e drum machines 808 e 909 dão o tom das músicas da dupla. Apesar disso, o som é bem early 90′s. Como se aquela fase inicial da era clubber e raver voltasse em um flahsback de ácido. Algumas faixas do Two Boffins tratam sobre diversão noturna, clubes, pista de dança, amigos… Outras têm uma pegada mais existencial e filosófica, sempre com uma visão otimista. O Chris e o Ale explicaram que “boffin”, em inglês, é a gíria que define pesquisadores científicos. Com essa habilidade técnica, eles nos jogam entre sintetizadores quentes, batidas regulares e grooves virtuais em faixas como Stop Talkin. Além da música, Two Boffins converge moda, fotografia e vídeo para alinhavar seu poder criativo. No início de 2011, deve rolar um show em São Paulo, onde eles moram, e o lançamento de um EP online. Os clipes de Stop Talkin’ e de Night Cravin’ estão a caminho.

Night Cravin’

> MySpace


>>>>> Escute o Disco Virtual Volume #1 – Especial Rock

Tiësto é eleito o melhor DJ de todos os tempos

20 de janeiro de 2011 10

O DJ Tiësto foi eleito pelos leitores da revista MixMag o melhor DJ de todos os tempos. O holandês, darling global há anos, derrotou figuras fundamentais como Jeff Mills, Derrick May, George Clinton, Afrika Bambaataa, Kool Herc, Carl Craig, Frankie Knuckles e Moby.

* para ler escutando Teachers (abaixo).


A lista:

1. Tiësto

2. Richie Hawtin

3. Sven Väth

4. Andy C

5. Carl Cox

6. Ricardo Villalobos

7. Paul van Dyk

8. Sasha

9. Tony De Vit

10. 2ManyDJs


O editor da revista, Nick DeCosemo, admitiu que, por ser uma votação pública, o resultado reflete mais a popularidade dos DJs do que a contribuição deles para a história da cultura eletrônica.

De qualquer forma, o ranking se tornou amplo ao englobar vários gêneros: techno (Hawtin, Cox e Sven Väth), house e acid house (Sasha), drum’n’bass (Andy C), hard dance (Tony De Vit), trance (Paul van Dyk, Tiësto), breaks e mashups (2ManyDJs) e minimal techno/micro house (Ricardo Villalobos).

OK. Mas e DJ Hell? John Digweed? Greg Wilson? Louis Vega? Danny Tenaglia? Armand Van Helden? Armin Van Buuren? Paul Van Dyk? David Guetta? Erick Morillo? Roger Sanchez? Rush? Spooky? Shadow? Laurent Garnier? Tiga? Fatboy Slim? Marky? Erol Alkan? Infected Mushroom? Até o farofa do Paul Oakenfold merecia entrar na lista.

Por falar em Digweed, ele toca no Jimbaran, em Atlântida, no dia 28 de janeiro. Já Layo & Bushwacka, Ricky Ryan, Fabrício Peçanha, Branko Von Holleben, JZK e Overcast tocam no MECA Festival, também no Jimbaran, no dia 29 de janeiro. E MixHell + 2ManyDJs tocam dia 04 de fevereiro no mesmo local.

Entrevista: Moby

19 de abril de 2010 0

Divulgação

Um dos artistas mais controversos da música eletrônica, o norte-americano Moby volta ao Brasil para a turnê do disco Wait for Me, lançado no ano passado. O show em Porto Alegre será amanhã, no Pepsi On Stage. Ainda nesta semana, o Midas eletrônico se apresenta em Curitiba (21), São Paulo (23) e Rio de Janeiro (24).

Moby não virá sozinho. No palco, estará acompanhado por uma banda de sete pessoas para realizar um “grande show”, como ressaltou em entrevista por telefone diretamente de Nova York. O grupo deverá interpretar as faixas do novo álbum, além de clássicos espalhados por 22 discos (sendo 10 de estúdio) e dezenas de singles.

Parente distante de Herman Melville, autor do clássico Moby Dick, Moby tem uma vida peculiar. Tocava música clássica quando criança, teve uma banda punk na adolescência e estudou teoria musical e filosofia. Multinstrumentista, compositor, produtor e DJ, já foi muito pobre, morou em uma fábrica abandonada, tornou-se herói da resistência underground, virou ícone mainstream e agora trilha um novo caminho independente com seu selo Little Idiot Records.

Moby já participou de trilhas sonoras de filmes e de séries de TV (veja a tabela abaixo), remixou gente graúda, disse não a Axl Rose e à Madonna, criou festival de música, foi aclamado com o álbum Play e detonado por licenciar suas músicas para comerciais (algo comum atualmente, diga-se).

Mais do que isso, o nova-iorquino ajudou a consolidar a cena rave do final dos 80 e início dos 90 em uma época em que a acid house dividia espaço com um estilo melódico de techno, muito inspirado na house music em si, repleto de pianos e vocais de divas. Foi naquela época, em 1993, que Moby passou por Porto Alegre pela primeira vez.

Na entrevista abaixo, o músico relembra esta viagem, comenta o novo disco e diz que o próximo álbum será duplo, sendo um eletrônico e outro acústico.

Ouça a conversa:

Edição de som: Natália Cagnani

Wait For Me tem muitas músicas melódicas e sutis que o diferenciam de Last Night, disco de 2008 mais voltado à dance music. Como você define o espírito de um álbum? Você pensa nisso antes de compor músicas?

Às vezes sim. Em Last Night, eu queria muito fazer um tipo de álbum baseado em dance e em Nova York. Em Wait For Me, queria fazer algo mais calmo e pessoal, porque eu percebi que, mesmo gostando de muitos tipos de música, a que mais me diz algo é a mais pessoal, emocional e melódica.

Moby com David Lynch; Foto: Divulgação

Os vídeos do álbum foram feitos por amigos que tiveram controle criativo absoluto. David Lynch foi um deles. Como foi trabalhar com ele? Você gostou do resultado do clipe de Shot in The Back of The Head?

Sim. Ele é um dos meus cineastas preferidos. É um dos meus americanos favoritos. Depois de oito anos de George W. Bush havia momentos em que eu ficava muito deprimido com os Estados Unidos. E eu tinha que me lembrar que, por mais que os EUA possam ser ruins, ainda é a terra de Lou Reed e de David Lynch. Então, trabalhar com ele foi incrível. Amo quase todos os seus filmes. Fiquei muito honrado de trabalhar com ele.

Por falar em Lou Reed, você tocou Walk on the Wild Side com ele no South by Southwest em 2008. Como foi isso?

Lou e eu tocamos em muitos shows beneficentes e, com o passar dos anos, ficamos amigos. Uma das coisas estranhas em ser uma figura pública é conhecer meus heróis e trabalhar com eles. Enquanto crescia, era muito fã de Lou Reed, Velvet Underground, David Bowie, Joy Division. E, quando adulto, pude trabalhar com todos eles, o que ainda é muito incrível para mim (nota do editor: Moby tocou com New Order, ex-Joy Division).


Moby com Lou Reed e David Byrne; Foto: Divulgação

Você também trabalha como novos artistas, DJs e produtores como em Wait for Me Remixes, que será lançado em maio com faixas dos brasileiros Mixhell e Gui Boratto. Quando vocês entraram em contato e como você vê o trabalho deles?

Bom, Mixhell (Iggor Cavalera) eu conheço há algum tempo, pois sou fã do Sepultura. Nós já tocamos juntos em Nova York. E Gui Boratto eu conheci ouvindo seus discos e remixes. Gostei muito.

Eu gostaria de falar sobre Play, que é muito especial, pois faz referências a muitas vertentes da música eletrônica, como trip hop, big beat, house, techno, disco e também porque lida com hip hop, gospel, soul music e rock. Como você criou essa impressionante equação sonora?

Foi acidental. Quando estava fazendo o disco, tentava compilar vários elementos dos quais eu gosto. Não sei, eu misturei tudo no estúdio. Eu não pensava muito enquanto fazia.

Como você vê o impacto do seu primeiro hit, Go, na sua carreira?

Foi o que deu início a tudo para mim, porque eu nunca esperava ter um contrato com uma gravadora nem ter sucesso. E Go, por ter sido meu segundo single lançado e ter se tornado um grande sucesso, foi algo surpreendente. Isso me possibilitou ir adiante e fazer outros discos.

Você é conhecido por seu ativismo político, especialmente no que diz respeito aos direitos humanos e dos animais. Como você encara o governo de Barack Obama com relação ao Iraque e ao Afeganistão?

Acho que ele está fazendo um bom trabalho e é preciso lembrar que ele é um ser humano e um político, e não um super-herói. Claro, queremos que políticos façam tudo perfeitamente, mas não é assim que o mundo funciona. Especialmente com relação à natureza da política norte-americana, que pode ser muito lenta.

Mudando de assunto, em 1993 você esteve aqui tocando com Altern 8 na L&M Music, a primeira rave realizada no Brasil. Ocorreu em três cidades, incluindo Porto Alegre. Eu estive lá. O que você lembra?

Sim, lembro muito dessa viagem com Carlos Soul Slinger, que é brasileiro, sua namorada Mari, Altern 8 e muitas outras pessoas da cena rave de NY. Uma das minhas memórias estranhas foi uma noite em que subi no telhado de um hotel em Curitiba e fui picado por um inseto. Entrei em pânico achando que podia ser muito venenoso e que iria morrer.

O que você está planejando para esta nova turnê brasileira? Você terá uma banda no palco?

Sim, somos oito pessoas, com uma seção de cordas, duas vocalistas, baterista, guitarrista, tecladista… eu toco guitarra, teclado, percussão e canto. É um grande show.

Você tem planos para novo disco, vídeo ou algum projeto para o selo Little Idiot?

Vou lançar o single Wait For Me e o vídeo desta música, feito pela minha amiga Jessica Dimmock (nota do editor: já estão no site). Além disso, estou trabalhando no meu próximo disco, que eu quero que seja duplo, sendo um eletrônico e outro acústico e orquestral.

Você é músico, DJ, compositor e produtor que ama o rock. Você já teve uma banda de punk rock. Como se tornou uma das pessoas mais importantes da música eletrônica? O que aconteceu?

Quando eu era muito novo tocava música clássica, depois punk rock, folk. Adoro muitos tipos de música e nunca senti a necessidade de escolher um deles. O que sinto pela música é o mesmo que sinto por comida e pessoas. Eu amo gastronomia indiana, chinesa, tailandesa… Acho que a vida é mais interessante quando há diversidade e variedade.

Variedade é uma boa palavra, porque você também é dono de uma casa de chá em NY, não?

Eu tive. Ainda existe, mas eu não me envolvo há três anos porque prefiro me focar mais na música do que em ser um homem de negócios.

E como vai NY?

NY está ótima. Nunca muda. É sempre ocupada, cara, cheia de turistas. Mas é onde nasci, é minha casa, e é incrível.

Curiosidades:

O single Go foi eleito pela Rolling Stone um dos melhores de todos os tempos.

Remixou David Bowie, Metallica, Beastie Boys, Public Enemy e outros.

Fez mais de três mil shows.

Vendeu cerca de 20 milhões de discos.

Play vendeu nove milhões de cópias e teve uma turnê de 2 anos e 5 meses.

Já fez tour com U2, Prodigy, Richie Hawtin, Orbital, Aphex Twin e outros.

Criou The Area One Festival, com shows de John Digweed, Paul Oakenfold, Nelly Furtado, New Order, Outcast, Incubus e outros.

Trilha para cinema: Cecil B. DeMented, 24 Hour Party People, Fogo Contra Fogo, 007 – O Amanhã Nunca Morre, A Praia, O Diabo Veste Prada, Cloverfield, a trilogia Bourne e outros.

Trilha para TV: Twin Peaks, Arquivo X, Smallville, The Sopranos, CSI: NY, Cold Case, Gossip Girl, The Vampire Diaries.

Fornece faixas para filmes no site http://www.mobygratis.com/.

Liberou faixas de Wait for Me Remixes com Gui Boratto, Mixhell, Carl Cox, Tiësto e outros no http://waitformeremixes.com/


Fonte: moby.com

Vídeos:

Está rolando um concurso aberto a fãs para a criação de clipes para a música Wait For Me. Ana Rovati e Marisele Gzelchak, de Porto Alegre, fizeram um vídeo em stop motion. Foi tudo por conta delas. A pré-produção rolou durante uma semana e a gravação se deu em um dia. Veja aqui!

>>>>> Mais Moby

Postado por Danilo Fantinel

Cena musical de Manchester é tema de livro

30 de março de 2009 0

Reprodução
O músico e jornalista John Robb, correspondente da Clash, lançará em 28 de abril, na Inglaterra, o livro The North Will Rise Again: Manchester Music City 1978-2008, em que enquadra a cena musical da cidade de bandas como Joy Division, Smiths, Stone Roses, Happy Mondays, New Order, Buzzcocks, 808 State, Oasis, Chemical Brothers, Charlatans, James, Elbow, Doves, Inspiral Carpets, Scorpions, os DJs Sasha e John Digweed e também o novato duo Ting Tings.

O autor disse que “falou com todo mundo” e avisou que a obra tem 155 mil palavras. Liam e Noel Gallagher (Oasis), Ian Brown (Stone Roses), Morrissey e Johnny Marr (Smiths), Mark E. Smith (The Fall), Shaun Ryder (Happy Mondays) e Tony Wilson, cabeça da Factory Records, a gravadora que lançou Joy Division, New Order e Happy Mondays) são alguns dos entrevistados. Leitura obrigatória!

O livro remonta a cena punk da cidade, analisa “Madchester” e chega ao momento atual. The North Will Rise Again… começa com o famoso show do Sex Pistols na cidade em 1976, retratado no cult 24 Hour Party People, filme de Michael Winterbottom que repassa a vida de Tony Wilson e os desafios da Factory e do Hacienda, o clube mais importante do mundo em todos os tempos.

Para quem curte a época/a cidade/as bandas, além desse e de outros filmes importantes (como Control), recomendo o livro Factory Records: The Complete Graphic Album, de Matthew Roberston, no qual há uma retrospectiva animal de toda arte gráfica feita para LPs, flyers, cartazes e outras mídias vinculadas às bandas lançadas pela Factory Recs.

Os responsáveis pelo material gráfico da gravadora foram revolucionários do design. O livro é meio raro (acho que tem que importar..), mas vale muito a leitura!

>>>>> Este post inaugura a Biblioteca Volume. Confira o que já foi publicado sobre livros relacionados à música aqui!

Postado por Danilo Fantinel

Coachella confirma Aphex Twin e Goldfrapp

14 de março de 2008 0

Divulgação
O festival norte-americano Coachella anunciou hoje mais dois nomes para o seu line-up. O mais maluco criador de ruídos eletrônicos, Richard D. James, conhecido como Aphex Twin, gênio da Intelligent Dance Music (IDM), e a banda Goldfrapp, da elegante vocalista e compositora Allison Goldfrapp, que beira o trip hop com a maior classe do mundo.

Além deles, também entraram na escalação Kate Nash, Serj Tankian, Redd Kross e Adele. O festival rola no dias 25, 26 e 27 de abril no Empire Polo Field, em Indio, Califórnia.

Confira o line-up completo:

To hear songs from almost all the COACHELLA artists, LAUNCH MEDIA PLAYER Roger Waters * Portishead * Jack Johnson * Kraftwerk * the Verve * the Raconteurs * Death Cab for Cutie * Love and Rockets * My Morning Jacket * Aphex Twin * the Breeders * Justice * Café Tacvba * Fatboy Slim * Spiritualized * Tegan and Sara * Goldfrapp * Serj Tankian *the Swell Season * Sasha & John Digweed * Gogol Bordello * Rilo Kiley * Chromeo * the Streets * Dwight Yoakam * M.I.A. * the National* Metric * Hot Chip * Cold War Kids * Animal Collective * Kate Nash * Múm * Slighty Stoopid * Stephen Malkmus & the Jicks * Above & Beyond * Danny Tenaglia * Pendulum * DeVotchKa * Booka Shade * Simian Mobile Disco * Sharon Jones & the Dap-Kings * Murs * Stars * Flogging Molly * Mark Ronson * Redd Kross * Dimitri from Paris * Battles * Turbonegro * Autolux * Aesop Rock * the Field * Les Savy Fav * Scars on Broadway * Linton Kwesi Johnson* Midnight Juggernauts * Islands * the Cool Kids * Does it Offend You, Yeah? * Enter Shikari * Sons & Daughters * Minus the Bear * Sia * Calvin Harris * Holy F*ck * Spank Rock * dan le sac Vs Scroobius Pip * Boys Noize * Black Kids * Diplo * Junkie XL * Black Mountain * Adam Freeland * Annuals * Cinematic Orchestra * Santogold * Jamie T * Jens Lekman * Kid Sister with A-Trak * the Teenagers * John Butler Trio * Duffy * I%27m From Barcelona * Vampire Weekend * VHS or Beta * Deadmau5 * Carbon/Silicon * Manchester Orchestra * Dan Deacon* Erol Alkan * Architecture in Helsinki * Man Man * Sandra Collins * Yo! Majesty * AUSTIN TV * Adele * Busy P * Little Brother * Cut Copy * Shout Out Louds * Bonde Do Role * Plastiscines * Black Lips * St. Vincent * Brett Dennen * Datarock * Akron/Family * MGMT * Professor Murder * Surkin * Para One * Orgasmic Curses * James Zabiela * the Bees * Reverend and the Makers * SebastiAn * Kavinsky * Porter * Rogue Wave Dredg * the Bird and the Bee * Yoav * Modeselektor * Grand Ole Party * New Young Pony Club * 120 Days * American Bang * Luckyiam * Electric Touch * Yelle * Uffie featuring DJ Mehdi.

>>>>> Ouça
>>>>> Aphex Twin 
>>>>> Goldfrapp
>>>>> Coachella Festival

Postado por Danilo Fantinel

Coachella também divulga line up

03 de março de 2008 1

Jack Johnson/Reprodução/site oficial

O Festival norte-americano Coachella, que vai ser realizado em Indio, na Califórnia, nos dias 25, 26 e 27 de abril, também divulgou há algum tempo os nomes de bandas e artistas que tocarão no evento.

No dia 25, os headliners são Jack Johnson, The Verve, Raconteurs, Breeders, Fatboy Slim, National, além de Diplo, Spank Rock, Dan Le Sac, Adam Freeland, Vampire Weekend, Datarock e Architecture in Helsinki, entre outros.

Dia 26, os principais shows são de Portishead, Kraftwerk, Café Tacvba, Sasha e John Digweed, M.I.A., Hot Chip, Cold War Kids, Kate Nash, Stephen Malkmus, Mark Ronson, Erol Alkan, VHS or Beta, Bonde do Rolê e mais….

No dia 27, Roger Waters, Love an Rockets, My Morning Jacket, Spiritualized, Justice, Gogol Bordelo, Simiam Mobile Disco, Dimitri from Paris e outros.

>>>>> Visite o site oficial do festival

>>>>> O line up do Festival Internacional de Benicàssim (FIB)

 

Postado por Danilo Fantinel

Sasha aqui pertinho

30 de janeiro de 2008 0

Reprodução
Um dos maiores DJs do mundo vai baixar em Xangri-lá. E quem não for vai perder muito, porque deixar de ver o cara é muito impensável. A festa com o DJ Sasha rola no Jimbaran e tem apoio da Spin.

O DJ e produtor é ícone do quilate de medalhões da primeira fase da eletrônica (a era de ouro pós-acid house, entre o fim dos anos 80 e o meio dos 90) como John Digweed, Danny Tenaglia, Paul Oakenfold, Roger Sanchez e Carl Cox).

O cara é f****, figurinha carimbada em megafestivais como Homelands, Creamfields, Dance Valley e Mount Fuji. Alguns álbuns importantes foram Delta Heavy e Fundacion. Involver foi indicado ao Grammy em 2004, mas isso nem importa muito.

>>>>> Visite o site do cara

>>>>> Veja o serviço da festa no hagah

Postado por Danilo Fantinel