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Pearl Jam poderá tocar no Lollapalooza Brasil 2013

03 de agosto de 2012 4

O Pearl Jam deverá ser um dos headliners do Lollapalooza Brasil 2013, que rola em São Paulo entre os dias 29 e 31 de março. A informação é do Jornal Destak, que vem se destakando (!) como boa fonte sobre shows futuros no Brasil…

Se a banda vier, será a terceira tour do grupo pelo Brasil desde 2005. A última passagem deles por Porto Alegre foi no dia 11 de novembro passado. Você com certeza lembra daquele espetacular show de 2h40min. Leia sobre e veja fotos neste link.

Em julho, Eddie Vedder disse que queria voltar ao Brasil em 2013 com o Pearl Jam ou com seu show solo, que divulga o disco Ukelele Songs. Antes disso, no fim de junho, o guitarrista Mike McCready havia dito que a banda já estaria negociando para voltar à América do Sul no ano que vem. Leia mais sobre isso aqui.

A primeira edição do Lollapalooza Brasil foi realizada em 2012, com Foo Fighters e Arctic Monkeys fechando as duas noites. Leia sobre os shows do festival na cobertura do Volume. As infos sobre bandas e ingressos do Lolla Brasil 2013 saem em breve.

Lollapalooza EUA

O Lollapalooza Chicago começa nesta sexta e segue até domingo no Grant Park com ilustres como Tame Impala, The Shins, Die Antwoord e Black Keys (hoje), Alabama Shakes, Washed Out, tUnE-yArds, Bloc Party, Red Hot Chili Peppers (amanhã) e The Walkmen, Franz Ferdinand, Gaslight Anthem, Toro Y Moi, At the Drive-In, Miike Snow e Jack White (domigo) + meia tonelada de artistas. Parte destes shows será transmitida ao vivo pelo canal do Lollapalooza no YouTube.

> Mais Pearl Jam

> Lollapalooza Brasil 2013 rola nos dias 29, 30 e 31 de março em SP

> Lollapalooza Brasil 2012 é marcado por Arctic Monkeys, Skrillex, Peaches, Manchester Orchestra, Foo Fighters e Joan Jett

Lollapalooza Brasil 2013 rola nos dias 29, 30 e 31 de março em SP

31 de julho de 2012 0


A segunda edição brasileira do Lollapalooza ganhou um dia a mais com relação ao evento deste ano. O festival rola entre 29 e 31 de março no Jockey Club de São Paulo. As bandas e as infos sobre a venda de ingressos serão divulgadas em breve.

> Leia sobre o Lolla 2012 aqui
> Coachella no Brasil em 2014?
> Robert Smith diz que The Cure volta ao Brasil em 2013

Lollapalooza Brasil é marcado por Arctic Monkeys, Skrillex, Peaches, Manchester Orchestra, Foo Fighters e Joan Jett

10 de abril de 2012 5

A primeira edição do Lollapalooza no Brasil teve pontos positivos no que diz respeito à música e negativos na parte de serviço. O ponto alto foi o acerto na escolha do local: o Jockey Club, perto do centro de São Paulo, barbadinha de chegar de metrô e com estrutura adequada, já havia sido palco de outros eventos bem-sucedidos, como o último Free Jazz Festival, em 2001.

O grande problema mesmo foi a volta para quem dependia do metrô. Total absurdo a estação Butantã fechar por volta da meia-noite, já que os shows acabavam pelas 23h, e taxistas cobrarem valores  acima da tabela. Não sei se existe fiscalização em SP, mas se existe está falha. Isso rola sempre, seja em turnês próprias de bandas ou em festivais de grande porte. Sem noção!

Já dentro do evento, apesar da grande quantidade de caixas por todo Jockey, as filas para compra de bebidas eram quilométricas no primeiro dia. No segundo, o lance melhorou. O público (cerca de 135 mil pessoas entre sábado e domingo) deve ter aprendido a lição e comprado toneladas de PillaPaloozas (a moeda do evento) já ao chegar no local. Havia funcionários “avulsos” vendendo pillas durante a tarde (e quebrando o maior galho), mas à noite era quase impossível achá-los. Merecem uma equipe maior.

Outro ponto fraco: os banheiros, como sempre um desastre horroroso. Insalubre. Uma falta de respeito com o público. E isso, claro, não é exclusividade do Lollapalooza. Banheiro químico é o fim do mundo em qualquer lugar. Enfim…

Mesmo assim, a organização do Lolla ganhou muitos pontos no que diz respeito à música – o que, apesar dos contratempos acima, é o que realmente importa. Com um sistema de som praticamente perfeito (MGMT teve problemas, é verdade, mas a banda ao vivo é um problema em si…), o festival teve, no geral, som nítido e alto. Não pude conferir todos os shows, mas lembro de pelo menos um espetáculo vazando e prejudicando outro: o som do Pretty Lights, projeto do norte-americano Derek Vincent Smith, incomodou parte do público do Friendly Fires.

Comments sobre os shows que vi:

07/04


Daniel Belleza e os Corações em Fúria
Garage rock cortante, furioso, com alto teor glitter punk. Quando a banda surgiu no início dos anos 2000 ficou claro o poder de performance de Daniel, agora atenuado, mas ainda garantindo um bom rock show. A banda ganhou aplausos merecidos.

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Rhythm Monks
O trio eletrônico mascarado de Berlim parecia ter descido de alguma nave espacial. Com um figurino tipo messias das galáxias, os caras tocaram um hardcore trance não muito inspirado e abusaram de coreografias minimalistas toscas. Não foi muito legal. Parecia uma paródia pobre do clipe de Around the World, do Daft Punk. Com tanta gente legal podendo ganhar espaço a programação eletrônica do Palco do Perry, Rhythm Monks foi um erro de casting.

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O Rappa
Os cariocas estavam espertos e fizeram um grande show no Palco Cidade Jardim. Já vi algumas apresentações da banda, inclusive em festivais, mas nunca encontrei os caras com tanta energia. Conseguiram reunir quase todo público presente naquela tarde. O resultado foi um poderoso espetáculo que teve como climax Homem Amarelo e o discurso de Falcão a favor do multirracialismo e multiculturalismo. O palco quase veio abaixo com o cover de Killing in the name, do Rage Against the Machine, e seu riff perfeito. Falcão sugeriu que a banda toque no Lolla. A banda foi acompanhada por um quinteto de violinistas.

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Perryetty x Chris Cox
Enquanto o Rappa bombava, Perry Farrel tentava levantar seu pequeno público do seu projeto eletrônico no palco que leva seu nome dentro do seu próprio festival. Tipo incrível. Cantava e gritava palavras de ordem sobre bases pré-gravadas e discotecagem de Cox. Dançava fora do ritmo e atravessava beats na pilotagem do soundsystem. A todo momento, perguntava “are you happy São Paulo?”. No som, farofada eletrônica para quem entende pouco do assunto. A animação e a energia provaram que Perry é mesmo um dos caras mais carismáticos do rock, mas que na eletrônica ainda precisa ser equalizado.

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Band of Horses
Logo ao lado, no palco Butantã, a banda de Ben Bridwell apresentava de folk rock tatuado. Os longos duelos autorais de guitarra, baixo e bateria que não me chamaram muita atenção, apesar do grande público presente estar curtindo muito. E a culpa foi da Peaches e minha expectativa pelo show dela. Fiquei totalmente bloqueado para qualquer outra coisa. Antes do espetáculo, na área de imprensa, a cantora que eu havia entrevistado em 2003 me disse que, muito melhor do que tentar explicar o show seria eu vê-lo. Canadense maldita, me deixou no suspense, kkkkk! Enfim, Band of Horses fica pra próxima!

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Peaches
A cantora canadense provou que é uma das grandes artistas do século 21. Depois de ter feito um grande show em Porto Alegre em 2004, no qual fez de tudo entre cantar, dançar e escalar a estrutura do teatro, Peaches apresentou um espetáculo focado não só em electro beats sujos, mas também em liberdade sexual e em performance teatral cômica. Cantando, comandando pick-ups e sequenciadores e com o apoio de duas dançarinas (e muita champanhe), a canadense subiu ao palco usando um colante cor da pele adornado com seios cenográficos de diversos tamanhos. A imagem resume o conceito por trás do show: ativismo feminista eletrônico festivo e sem pudores. Nenhuma novidade, e mesmo assim atual. Peaches decadente? Jamais! No set, não faltaram músicas potentes e dançantes, que ao vivo ganharam ainda mais peso para reforçar o poder hedonista das canções. Do electroclash tradicional ao dubstep aliado a techno beats experimentais, Peaches é diversão garantida.

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TV on the Radio
Só peguei o final do show, que contou com a participação do guitarrista Dave Navarro, do Jane’s Addiction, em Repetition. Você sabe, culpa da Peaches

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Joan Jett & The Blackhearts
Foi ótimo ver ao vivo uma das grandes figuras do rock mundial. O espetáculo de Joan Jett não se destacou apenas por seu valor histórico, mas também pela energia da banda e pelo rock’n’roll tradicional. A abertura explosiva foi com Bad Reputation (reconfigurada por Peaches no disco Fatherfucker), seguida da clássica Cherry Bomb, de sua antiga banda, The Runaways. Joan também arrancou aplausos para You drive me wild, sua primeira canção escrita, e apresentou duas novas composições, T.M.I. e Hard To Grow Up. Outros pontos altos? I Love Rock and Roll, óbvio, e I Hate Myself For Loving you.

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Foo Fighters
O Lollapalooza trouxe ao Brasil uma das maiores bandas do rock contemporâneo em uma de suas melhores fases. A turnê de Wasting Light vem rodando o mundo desde há tempos e causando muito em todos lugares pelos quais passa. A fórmula da banda é simples: rock instantâneo, bombástico, eficaz e extremamente energético liderado por um vocalista carismático aliado a um baterista foda (Taylor Hawkins). Fácil. Mas nem isso libera a banda para fazer um show curto ou descompromissado. Muito pelo contrário – até porque era a principal banda do line-up do evento. Por isso, os caras fizeram um show de quase três horas lotado por toneladas de hits roqueiros e baladas de sucesso, assim como no Rock in Rio 3, em 2001. Entraram no set list All my life, Times like these, Rope, Breakout, Long road to ruin, Big me, Everlong, The Pretender, Cold Day in the Sun e White Limo, entre outras. O show teve a participação de luxo de Joan Jett em Bad Reputation e I Love Rock ‘n’ Roll. A não ser em faixas mais obscuras, a banda obteve resposta imediata do gigantesco público. Sim, porque a banda reuniu praticamente todas pessoas que estavam no evento. E a voz de Dave Grohl? Falhou sim. Afinal, o cara não é de ferro, pô.

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Calvin Harris
Quem não viu Foo Fighters optou por conferir o set de Calvin Harris, queridinho da eletrônica gringa. Abusando do deep house e de techno beats, o produtor eletrônico levantou mesmo a galera ao tocar um remix poderoso de Never Be Alone, de Justice vs. Simian Mobile Disco.

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08/04

Thievery Corporation
O trip hop/downbeat elaborado com elementos exóticos da banda norte-americana atraiu um bom público no palco Cidade Jardim, no segundo dia de shows do Lolla. Com banda completa, composta por guitarra, baixo, bateria, percussão, cítara, trompete e sax, além dos sequenciadores de Rob Garza (cabeça da banda ao lado do guitarrista Eric Hilton) e de um time de cantores, o grupo confirmou sua groove reputation despejando um set inspirado por dub, reggae, dance hall e até música brasileira – com apoio de berimbau eletrônico e de uma cantora nacional que, por sinal, não se apresentou ao subir no palco e deixou as pessoas com cara de “quem é essa?”. Apesar da bela voz, não foi ela quem levantou a galera, mas sim uma dupla de vocalistas rastaman e um rapper vestido no melhor estilo gangsta. Thiervery fez um show de altíssima qualidade musical, apostando em música dançante orgânica sem fórmulas fáceis ou padrões estipulados.

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Friendly Fires
O indie rock dançante da banda britânica é bastante dependente do animado vocalista Ed Macfarlane. Dançando muito e requebrando o quanto podia, ao melhor estilo desengonçado britânico, Ed e banda bombaram com Jump In The Pool, Skeleton Boy, Paris e o superhit Hawaiian Air. Friendly Fires nunca me chamou muito a atenção, mas é inegável a entrega da banda ao vivo e a paixão que provoca sobre seus fãs – alguns deles muito de cara com o vazamento do som Pretty Lights, que tocava logo ao lado, no Palco do Perry. Leia mais sobre isso abaixo.

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Pretty Lights
O produtor eletrônico despejava beats robóticos com DNA hip hop no Palco do Perry enquanto o Friendly Fires se apresentava no palco Butantã, ao lado. O set do norte-americano foi tão pesado que o som vazou, atrapalhando parte do público da banda britânica. Por outro lado, vi muita gente deixando a platéia do Friendly Fires para ver o que estava ocorrendo na pista eletrônica, o que pode ser considerado algo positivo para Pretty Lights. Afinal, roubar público dos britânicos não é pra qualquer um.

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Manchester Orchestra
A banda britânica foi a grande surpresa do Lollapalooza Brasil. O rock pesado, posicionado entre o pós-rock estridente e o indie metal livre de clichês, cheio de guitarras altas e bateria galopante, foi uma pancada sonora de primeira. Manchester Orchestra é como se Mogwai e Mastodon dessem origem a uma banda híbrida. Teve gente correndo do Palco Butantã, onde Friendly Fires havia acabado seu show, até o Palco Cidade Jardim, do oooooutro lado do Jockey, para ver de perto o explosivo espetáculo dos caras. Não devem ter se arrependido. Foi algo realmente especial. O som, cristalino, estava tão alto e nítido que deve ter sido ouvido nos Jardins. Nota 10.

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MGMT
Show fraco do duo que lançou um dos melhores discos de 2008, Oracular Spectacular. Sem inspiração, sem tesão, sem saco total e com alguns problemas de som. Claro que a chuva que caiu desanimou a todos, mas a banda não pode se deixar levar por isso. De qualquer forma, a banda nunca faz um show 100% mesmo. Os melhores momentos foram os três maiores hits da banda: Electric Feel, Time to Pretend e Kids, todos de Oracular. A inédita Alien Days, baseada em violão, passou batida. Verdade: os relâmpagos ganharam mais gritos e aplausos que a banda. Lamentável.

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Skrillex
O DJ mais celebrado do mundo hoje fez sua estréia no Brasil já ocupando um posto de super estrela dentro de um megafestival. Foi o cara que, pela primeira vez no evento, realmente lotou o Palco do Perry. O ex-roqueiro emo norte-americano começou seu set com uma faixa experimental e quebrada, nada convencional. Em seguida, sob poderosos canhões de laser (guardados especialmente para ele e utilizados pela primeira vez pela produção do evento, ampliando ainda mais a experimentação sensorial) mandou ver em um dubstep mais degustável, inspirado por dirty beats em geral e remodelado por diversas vertentes como techno, jungle, drum’n’bass, reggaeton, dub e gangsta hip hop. Os sons jamaicanos, por sinal, estiveram em alta no Lollapalooza, presentes também (em maior ou menor grau) nos shows do Rappa, do Jane’s Addiction e do Thievery Corporation. Os pontos mais altos do show foram um remix maluco de Internet Friends (You blocked me on Facebook) e o superhit Ruffneck, momento em que a bandeira do Brasil surge no telão atrás de Skrillex, causando histeria coletiva (veja abaixo). O show do cara já está marcado na história eletrônica brasileira. Quem viu viu, que não viu… pode ver a íntegra do set aqui.

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Foster the People
Ao mesmo tempo em que Skrillex botava abaixo o Palco do Perry, Foster the People entregava seu rock básico aditivado por discretos elementos eletrônicos no Palco Cidade Jardim. Trocar Skrillex por Foster the People sempre foi algo impensável por mim. Por isso, cheguei no final e vi apenas o megahit Pumped Up Kicks com seu magnífico loop final, criando uma ótima versão overextended da faixa. Como ainda considero Foster the People uma banda de um hit só, pra mim foi o que bastou.

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Jane’s Addiction
A psicodelia roqueira independente e compulsiva da histórica banda de Perry Farrel é algo para poucos, definitivamente. Que o diga o discreto e silencioso público que acompanhou o show do grupo. Sem muita animação, a plateia viu Perry, o guitarrista Dave Navarro (na foto, ao fundo) e cia executarem alguns clássicos do indie rock global como Jane Says, Ocean Size, Mountain Song e Been Caught Stealing. E pior: não era comum Perry encerrar suas vocalizações xamânicas fazendo pose de superstar esperando ovação e amargar um silêncio constrangedor. Uma pena. Algumas músicas novas do disco The Great Escape Artist (2011) ganharam apoio de performers no palco, mas também não levantaram a galera.

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Arctic Monkeys
Uma das bandas mais esperadas do festival entregou um rock show praticamente perfeito. Composições autorais de primeira, guitarras e bateria incríveis (Alex Turner e Matthew Helders são foda), presença de palco, postura rock e parceria com o público. Ao que parece, nada deu errado pra eles. Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair, Brianstorm, When the Sun Goes Down, I Bet You Look Good on the Dancefloor, The View From the Afternoon, Crying Lightning, R U Mine? e a ótima Brick by Brick (com Matt no vocal) jogaram a animação lá pra cima. Fluorescent Adolescent (incrível) e 505 fecharam os trabalhos. O show no Lollapalooza mostrou que a banda amadureceu muito desde a primeira passagem deles pelo Basil, em 2007, durante o Tim Festival. Deixaram de lado a insegurança de moleques para protagonizar um dos grandes momentos do festival. Que voltem logo!

* Todas fotos deste post: Divulgação Lollapalooza Brasil

Slash toca com organizador do Lollapalooza

04 de agosto de 2008 1

Camiseta irreverente de Slash no encerramento do festival/AP

Ex-Guns N` Roses e guitarrista do Velvet Revolver, o cabeludo Slash participou e uma jam no encerramento do Lollapalooza junto com o organizador do evento, Perry Farrell.

Conforme o site Blabbermouth, a DJ Samantha Ronson, mais conhecida por ser namorada da atriz Lindsay Lohan, também estava no palco.

Assista ao vídeo da apresentação:

>>>>>>> Leia mais sobre o Lollapalooza.

Postado por Paula Sperb

Lollapalooza divulga line-up completo

18 de junho de 2008 1

Show recente do Radiohead/Divulgação
O festival norte-americano Lollapalooza, matriz genética de todos eventos de linhagem under-indie-alt espalhados pelo mundo, divulgou ontem o line-up completo da edição 2008.

Os highlights são Radiohead, Raconteurs, Cat Power, Stephen Malkmus, Bloc Party, Duffy, Kills, Gogol Bordello e Cansei de Ser Sexy no primeiro dia; Wilco, Spank Rock, Foals, MGMT, Ting Tings, Rage Against the Machine, Explosions in the Sky e Does it Offend You, yeah? no segundo e Nine Inch Nails, The National, Girl Talk, Mark Ronson, Gnarls Barkley e Brazilian Girls no último dia. Kanye West fechará o evento.

O lance rola entre os dias 1 e 3 de agosto, no Grant Park, em Chicago. Esta será a 12ª edição do festival. Neste ano, serão mais de trinta atrações por dia.

>>>>> Site oficial

Postado por Danilo Fantinel

Lollapalooza confirma novas bandas

15 de maio de 2008 0

Divulgação
O festival indie-mor confirmou Iron & Wine, Toadies, Saul Williams, DeVotchKa, Black Joe Lewis & the Honeybears e Wild Sweet Orange nesta edição 2008, de 1º a 03 de agosto, em Chicago, Estados Unidos.

Já haviam sido anunciados Radiohead, Rage Against The Machine, Kanye West e Nine Inch Nails.

E o Lolla está fazendo a competição “Last Band Standing” , na qual bandas amadoras podem enviar vídeos para votação pública. A vencedora também tocará no festival.

>>>>> Site Oficial
>>>>> Mais sobre festivais

Postado por Danilo Fantinel

Radiohead e Cansei tocam no Lollapalooza

07 de abril de 2008 0

Radiohead é uma das atrações do festival/Divulgação
Um dos festivais de maior sucesso, o Lollapalooza, divulgou datas e atrações para sua edição em 2008. Thom Yorke e companhia encabeçam o lineup recheado de sons e novidades do mundo indie, dentre elas, os brasileiros do Cansei de Ser Sexy.

O evento de Perry Farrell, ex-vocalista do Jane%27s Adicction, foi pioneiro em reunir bandas de rock alternativo de grande porte. A edição 2008 acontecerá entre os dias 1º e 3 de agosto, na cidade de Chicago, nos Estados Unidos.


Confira alguns dos nomes do lineup Lollapalooza 2008
:

Radiohead
Nine Inch Nails
Rage Against The Machine
Cansei de Ser Sexy
Mark Ronson
The Ting Tings
Wilco
Black Kids
MGMT
The Raconteurs

Quer conferir a lista completa?

>>>>>>>>>Clica no site do Lollapalooza

>>>>>>>>> Leia mais sobre os festivais aqui!

Postado por Raquel Carneiro

The Killers lançam o clipe de Miss Atomic Bomb

05 de novembro de 2012 0

Outro clipe lançado há alguns dias foi Miss Atomic Bomb, do novo disco do Killers, Battle Born. A banda toca no Lollapalooza Brasil 2013.

E já me disseram que algumas bandas gringas do Lolla 2013 que não são headliners do festival poderão aparecer para shows em Porto Alegre no ano que vem. Já pensou ver Queens of the Stone Age, Flaming Lips, Alabama Shakes, Of Monsters and Men, Deadmau5, Crystal Castles ou Major Lazer por aqui? Também seria massa rever Franz Ferdinand, The Hives, Steve Aoki, Cake

> Mais The Killers
> Saiba como foi o Lollapalooza Brasil 2012

Eddie Vedder lança o clipe de Sleeping By Myself

01 de novembro de 2012 1

Eddie Vedder liberou o clipe da bela Sleeping By Myself, faixa do disco Ukulele Songs (2011).

O Pearl Jam passou pelo Brasil em 2011, com show inesquecível em Porto Alegre (leia aqui) e voltará ao país em 2013 para show no Lollapalooza.

> Guitarrista Mike McCready diz que novo disco do Pearl Jam está parado
> Mais Pearl Jam

Peaches lança filme semiautobiográfico

21 de setembro de 2012 0

A cantora Peaches lançou o filme semiautobiográfico Peaches Does Herself no Toronto Film Festival no último dia 13. O musical, com 22 de suas músicas, tem um roteiro maluco.

Inspirada por uma stripper de 65 anos, jovem cantora começa a compor músicas de caráter sexual. Sua popularidade cresce e ela torna-se o que seus fãs desejavam – uma artista transexual. Apaixonada por um travesti, acaba com o coração partido e segue um caminho de autoconhecimento.

OMG.

> Leia sobre o show da Peaches no Lollapalooza Brasil
> Mais Peaches