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Resultados da pesquisa por "Marilyn Manson"

Marilyn Manson grava faixa com Lady Gaga

11 de junho de 2009 0


Foto: Reprodução, Perez Hilton.com

O fenômeno da música pop Lady Gaga, que já vendeu 2,3 milhões de cópias do seu álbum de estreia, The Fame, acaba de lançar um remix do sucesso Love Game. A novidade é que a faixa conta com vocais do polêmico Marilyn Manson.

A notícia foi divulgada pelo Perez Hilton, que publicou o streaming da música, além de foto dos artistas gravando.

 Ouça Love Game

Mason já havia relatado à imprensa sua admiração por Lady Gaga, que recentemente foi capa da Rolling Stone americana. Ele disse que a cantora não se vende ao mercado, exatamente como ele faz.

Postado por Cris Wagner

Tracks Volume #53

17 de agosto de 2012 0

Nude BeachWalkin’ Down My Street
Galera, cerveja e rock’n’roll no vídeo da banda Nude Beach, do Brooklyn, para Walkin’ Down My Street. Os caras mandam bem. E festa no terraço sempre bomba. A faixa é do disco II.

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The Soft MoonDie Life
Mólegal esse som do Soft Moon. Entre pós-punk sintético, electronic goth e krautrock, Die Life é cheio de guitarras cortantes e clima dark sufocante. A faixa está no novo disco Zeros, marcado para 30 de outubro. Você conheceu Soft Moon, o projeto do músico Luis Vasquez, nas Tracks 13 (áudio da fantasmagórica Total Decay) e 19 (clipe da mesma música).

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Cold ShowersBC
Aqui tem mais pós-rock electronic, mas muito mais leve e pop do que o som do Soft Moon (acima). É como se o New Order tivesse o Nick Cave nos vocais. A faixa BC está no disco Love And Regret, marcado pelo Cold Showers para 09 de outubro. Apesar de não ser muito original, vale o play.

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Animal CollectiveToday’s Supernatural
Saiu o clipe da cacofônica Today’s Supernatural, faixa do novo disco do Animal Collective, Centipede Hz, marcado para 04 de setembro. O som você escutou nas Tracks 51. Veja o vídeo:

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Ty SegallThe Hill
A nova faixa do Ty Segall, um dos geniozinhos da novíssima safra rock’n’roll gringa, é bem mais direta do que as duas acima. Sem firulas, esse garage rock ganhou guitarras pesadas, reverberações e vocal em duo (fem/masc). The Hill estará em algum novo disco do cara – acho. O Ty Segall já apareceu nas Tracks 24 com a ácida Where Your Head Goes e 43 com a pancada I Bought My Eyes.

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Eternal SummersYou Kill
Nada menos do que excitante esse rock veloz, com guitarras nítidas e cortantes em parceria com o vocal doce e determinado da menina. Rock adolescente com pegada power pop setentista. Muito bom!

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King DudeJesus In The Courtyard
O músico de Seattle mostra em Jesus In The Courtyard um híbrido poético, estilístico e sonoro de Johnny Cash, Bob Dylan e Tom Waits. Em alguns momentos, a tonalidade vocal de King Dude desce no grave até encontrar níveis de Peter Murphy. O disco Burning Daylight sai no dia 16 de outubro.

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Permanent CollectionOne Thousand Sins
Shoegaze puro com guitarras chapantes e bateria bem marcada no som da banda de San Francisco, que está no disco Newly Wed Nearly Dead.


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Grizzly BearTwo Weeks
Genial ver Two Weeks ao vivo com o Grizzly Bear no festival StePhest Colbchella, de Stephen Colbert (…). A faixa do disco Veckatimest, de 2009, também tem aquele clipe legal, lembra?




The Colbert Report
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Eletrônica

Three LocoWe Are Farmers (Feat. Diplo)
O clipe WTF! da semana é essa tiração de sarro mucho loca da trinca de MCS nerds Three Loco. Insecure rappers jecas dando a moral no countryside? Muito bom!!! E, claro, nosso amigo Diplo está no meio. Ele manda ver um rap na faixa e lança o EP dos caras dia 04 de setembro pela Mad Decent.

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Petite NoirTill We Ghosts
O sul-africano Yannick Ilunga, de 21 anos, evita obviedades em Till We Ghosts, som eletrônico cheio de percussão, alma e personalidade lançado sob o nome Petite Noir. A faixa mistura instrumentos acústicos e batidas eletrônicas com um vocal de dar inveja às principais bandas do pós-punk (e de seu revival). Não parece com nada que você escutou antes! Revelação boa no mundinho eletrônico!!

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PeachesFree Pussy Riot
A cantora canadense reuniu uma galera em Berlim para um protesto contra a prisão e o julgamento das três meninas da banda punk Pussy Riot, condenadas hoje a dois anos de prisão na Rússia (leia aqui). O movimento organizado pela Peaches ganhou apoio popular e de figuras como The Knife, Lykke Li, Peter Bjorn And John, Nick Zinner, The Hives, Miike Snow, Kate Nash e outros. No som, um electro punk político pede o linchamento de Putin. Você pode pressionar as autoridades russas participando deste abaixo-assinado. Vários artistas se manifestaram sobre o caso nas últimas semanas, como Franz Ferdinand, Red Hot Chili Peppers, Paul McCartney e Björk. Madonna fez um longo discurso durante seu show em Moscou (veja aqui).

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Nix WukkasThrust
A arquitetura sonora de Nix Wukkas em Thrust é fundamentada na desconstrução e na descontinuidade, que em um longo processo de cut and paste ganha sentido. O som é próximo do ambient breakbeat e do left-field hip-hop do DJ Shadow e do UNKLE.

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Simian Mobile DiscoA Form Of Change
O Simian Mobile Disco liberou a nova faixa A Form Of Change há alguns dias. House calminho, sem vocais, quase ambient, em esquema hipnótico.

Há meses o duo eletrônico liberou a audição do novo disco, Unpatterns:

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Azealia BanksSuccubi (prod. by AraabMuzik)
AraabMuzik produziu esse gangsta left-field Succubi para Azealia Banks. Ficou manero. AraabMuzik, que você conheceu nas Tracks 12 tocou nos shows do Creators Project, no início de agosto, em São Paulo.

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WHY?Sod in the Seed
Left-field hip-hop com batidas rápidas e pegada indie electronic bem dançante. Indie-hop? Eu diria que sim. O MC Jonathan ‘Yoni’ Wolf manda bem, com rap sarcástico, quase cômico. E o vídeo nerd-cult é massa.

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SantigoldDisparate Youth
Santigold mandou bem com sua banda tocando Disparate Youth, a pérola do disco Master of My Make-Believe, no StePhest Colbchella. Esse dance hall cheio de new R&B e indie eletronic é muito elegante.




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DJs for Obama
Volume vota Obama.

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Bloquinho Remix

SpectorNever Fade Away (Wolfgang Voigt Remix)
O alemão Wolfgang Voigt mandou para longe a dramaticidade da excelente Never Fade Away, do quinteto indie Spector, e jogou a canção na pista de algum inferninho eletrônico. O remix é total anos 90, entre o techno e o big beat. Poderia ter sido assinado pelo Underworld. O resultado ficou muito bom, mas os puristas do rock vão odiar de qualquer forma.

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Marilyn MansonSlo-Mo-Tion (Dirtyphonics Remix)
Os parisienses do Dirtyphonics mataram a pau nesse remix linha dubstep para a faixa Slo-Mo-Tion, lançada pelo Marilyn Manson no disco Born Villain. O som já começa acelerado, mas com o tempo vai ganhando mais peso, mais batidas quebradas e mais elementos robóticos específicos da vertente eletrônica mais foda de hoje. Ficou muito bom! Peso eletrônico digno de Manson.


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Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29, #30
Tracks: #31, #32, #33, #34, #35, #36, #37, #38, #39, #40
Tracks: #41, #42, #43, #44, #45, #46, #47, #48, #49, #50
Tracks: #51, #52

Tracks Volume #52

10 de agosto de 2012 0

Bob MouldThe Descent
O ex-guitarrista da banda cult Hüsker Dü, Bob Mould, perito em underground rock, lançou nesta semana a contundente The Descent. Com guitarras supersônicas constantes, apoiadas por uma bateria incansável, a faixa é uma pancada sonora tão forte quanto um tapão no ouvido. Rock em alta voltagem, em alta rotação, em alto e bom som. The Descent está no disco Silver Age, marcado para 04 de setembro e já anunciado como uma espécie de continuação do seu trabalho desenvolvido na banda Sugar, ou seja, Bob tocando e cantando 90′s american alternative rock.

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OberhoferCruisin’ Down FDR
Se você curte Howler vai ser ligar na faixa Cruisin’ Down FDR, da banda Oberhofer. O clipe é puro besteirol, mas o som é bom.

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Wake Up LucidFeel It
Guitarras pegadas linha underground blues, bateria enérgica, vocal rasgado, ambientação suja. É o bom e velho rock’n’roll. A faixa Feel It dá nome ao disco do trio de Los Angeles.

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Father SculptorFrances
Há algo de Smiths nesse som da banda Father Sculptor. Não apenas no vocal grave, dramático, nem só nas guitarras arrojadas, mas também nas alternâncias de andamento e no senso nostálgico do som. Porém, as semelhanças acabam quando a banda emprega teclados para dar um clima oitentista.

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The Vaccines – faixa The Winner Takes It All e EP Please, Please Do Not Disturb
A banda The Vaccines liberou um EP de covers para download gratuito. Please, Please Do Not Disturb tem quatro faixas. São versões do grupo para The Winner Takes It All (ABBA), The Beast In Me (Mark Lanegan), That Summer Feeling (Jonathan Richman) e Manequin (Wire). O download pode ser feito neste link. O novo disco, Come of Age, sai no próximo dia 3. Abaixo, The Winner Takes It All:

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RadioheadDaily Mail
O Noisey gravou um vídeo para a faixa Daily Mail, do disco King of Limbs, do Radiohead, durante o Bonnaroo Festival, em junho passado. A equipe dá uma volta pelo evento até chegar ao palco, onde a banda estava tocando a música. Ficou muito legal:

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Cat PowerCherokee
O disco Sun sai apenas em 3 de setembro, mas já está na internet. Nesta semana, Cat Power liberou mais uma do álbum, Cherokee, e também o remix da faixa. A versão original tem batidas eletrônicas discretas, e discreto também é o remix assinado pelo Nicolas Jaar, que você conheceu nas Tracks 28 e 42. O remix é, na real, bem mais calminho que a original.

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Moon DuoSleepwalker
Esse rock psicodélico do Moon Duo tem raízes no krautrock e no space rock. Destaque para as guitarras viajandonas e constantes. A faixa Sleepwalker está no disco Circles, que sai em breve. O Moon Duo lançou há pouco um split 7″ com a banda Psychic Ills, que você escutou nas Tracks 51.

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Black Moth Super RainbowWindshield Smasher
O clipe WTF! da semana é esse violento e cômico rito de passagem urbano. No som, o rock eletrônico da banda Black Moth Super Rainbow sintetiza Primal Scream e Add N to (X) – o que é totalmente excelente. O disco Cobra Juicy sai no dia 23 de outubro.

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Eletrônica

Groove ArmadaPull Up
O duo inglês matou a pau neste novo single Pull Up, um house pegado com vocais do MC Slarta John. A faixa – ótima dica do Fábio Codevilla – saiu logo após o lançamento do EP No Knock.

Além do single, o duo liberou a íntegra de um set apresentado no projeto Radio 1 Weekend, da BBC, em Ushuaia, Ibiza, na Espanha.

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Matthew DearEarthforms
Um dos eletrônicos preferidos do Volume, Matthew Dear lançou uma faixa com linha de baixo bem presente, guitarra discreta e percussão definida, imprimindo groove sobre bases sintéticas. O som é um pouco diferente (mais orgânico) do que o material apresentado pelo músico até agora – Her Fantasy é mais voltada pro synth disco pop (Tracks 47) e Headcage é um electro-groove delirante (Tracks 26).

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ZambriFrom An Angle
Depois de lançar aquele clipe genial para a faixa All You Maybes (Tracks 45), Zambri liberou esse vídeo fraco para a faixa From An Angle. Todo gravado em um lava-carros, o clipe deixou muito a desejar. O som, no entanto, segue o electro-goth sintético que a gente curte. A gente = eu, claro. A faixa é do disco House Of Baasa.

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MatmosVery Large Green Triangles
Lembra do Matmos, aquele duo de eletrônica experimental que ficou hypado na segunda metade dos anos 90? Eles voltaram e lançam em breve o EP The Ganzfeld. Nesta semana, eles liberaram Very Large Green Triangles, um single bizarro, meio xamânico, meio operístico. Ainda não sei se é bom. Ouve aí:

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Aeroplane @ Beco 203
O DJ Belga Aeroplane toca pela primeira vez em Porto Alegre na festa paulistana Forward, que rola semanalmente no Lions, em São Paulo, e aterrissa no Beco RS no dia 16 de agosto, às 23h. Aeroplane já remixou Grace Jones (William’s Blood), Friendly Fires (Paris) e Sebastien Tellier (Kilometer). O set em POA deve ser focado em disco pop oitentista, deep house e Balearic beat. Além dele, tocam Lucio Morais (Database/SP) e Schutz. Ingressos antecipados a R$ 40,00 na ticketjam.com.br e por R$ 60,00 na hora.

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Bloquinho Remix

Edward Sharpe And The Magnetic ZerosDear Believer (Timmy The Terror Remix)
Timmy “The Terror” Anderson remodelou a balada Dear Believer, de Edward Sharpe And The Magnetic Zeros, a partir de beats calmos e synths oitentistas. O som foi modificado, mas não ganhou uma identidade totalmente nova. Mesmo assim, ficou bem legal.

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Marilyn MansonNo Reflection (Deathface Remix)
Beats from hell e disco inferno no remix do Deathface pro som do Marilyn Manson.

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No DoubtSettle Down (Major Lazer Remix)
O single Settle Down, do No Doubt, foi remixado pelo Major Lazer/Diplo. A faixa é do novo disco da banda, Push And Shove, marcado para 24 de setembro. Além desse remix, o Diplo produziu a faixa-título do álbum.


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Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29, #30
Tracks: #31, #32, #33, #34, #35, #36, #37, #38, #39, #40
Tracks: #41, #42, #43, #44, #45, #46, #47, #48, #49, #50
Tracks: #51

Tracks Volume #37

06 de abril de 2012 0

TombsPassageways
Shoegaze metálico from hell de primeira. A excelente mistura de metal, goth e pós-rock gerou um rock áspero, sujo e desesperado. A banda do Brooklyn diz que é sludge metal. Eu digo que é incrível. E o clipe de David Brodsky? Alternância sufocante entre supercloses e planos desfocados. wow!

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PinsEleventh Hour
O quarteto de meninas Pins, de Manchester, acaba de lançar o vídeo da pérola Eleventh Hour, pós-punk contempo marcado por guitarra e bateria. Curtiu o som? Então compre a K7 dourada à venda no site da banda. Ops! Não dá mais… já acabou!

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Unknown Mortal OrchestraNerve Damage
A banda Unknown Mortal Orchestra tem apenas um disco, homônimo e lançado no ano passado, mas já liberou vários clipes. Aquele de Thought Ballune é bem legal (Tracks 29), já no vídeo de Strangers Are Strange eles se levaram muito a sério e o resultado foi mediano (Tracks 33). Agora saiu o clipe de Nerve Damage, que é bem bom. No som, fun noisy cerebral.

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ZammutoThe Shape Of Things To Come
Experimentação drum’n’bass acústico-espacial nota 10.

Ouça o disco de Nick Zammuto:

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GarbageBlood For Poppies
Blood for Poppies, do Garbage, não é tão legal quanto Battle in Me, ambas do novo disco Not Your Kind Of People, mas ganhou clipe mesmo assim. Shirley Manson está muito Rita Hayworth! E o clipe faz citações a filmes antigos como o clássico surrealista O Cão Andaluz, de Luis Buñuel e Salvador Dalí.

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Marilyn MansonNo Reflection
Marilyn Manson lançou o clipe de No Reflection, faixa do disco Born Villain que você escutou nas Tracks 35. O álbum sai no dia 30 de abril com participação de Johnny Depp na música You’re So Vain.

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Jessie WareDevotion
Tá ligado na Sade? É tipo assim. New R’n’B cool desacelerado pelo downtempo, guitarra cheia de groove e vocal quente. Bem bom.

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Prinzhorn Dance SchoolI Want You
Linda balada dedilhada com vocal em duo. A faixa é do disco Clay Class.

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Rufus WainwrightOut Of The Game
Helena Bonham Carter bibliotecária e os personagens de Rufus se pegando :)

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Eletrônica

ElliphantTeKKno Scene
Elliphant é da Suécia. M.I.A. faz escola até por lá.

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Porcelain RaftDrifting In and Out
Porcelain Raft já rolou muito nas Tracks do Volume. Curto os space beats de Mauro Remiddi. O tranquilo e elegante álbum Strange Weekend, estreia do produtor italiano, você escutou nas Tracks 29. O single Drifting In and Out sai em junho.

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Dream CopNasdaq
Cuidado! O músico Tommy Davidson tem um pé na farofa. Dream Cop lançou o EP Mango Love em 2011.

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Mux MoolCash For Gold
O clipe WTF! da semana é essa coisa estranha lançada pelo Mux Mool. O vídeo fica bem no limite entreo o cult e o ridículo.

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Niki & the DoveInstinct
O duo eletrônico sueco Niki & the Dove liberou a degustação do disco Instinct, marcado para 14 de maio. Não me emocionei.


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Tracks: #31, #32, #33, #34, #35, #36

Tracks Volume #35

23 de março de 2012 0

White HillsYou Dream You See
Acid rock cru, puro, rascante, sem enfeites e com solo de guitarra metálica. Isso é You Dream You See, a áspera e seca faixa do White Hills. O vídeo em PB tem um glamour decadente totalmente excelente. O disco Frying On This Rock foi lançado ontem.

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CeremonyAdult
Muito bom o clipe de Adult, faixa furiosa da banda de hardcore punk californiana Ceremony. No vídeo, a típica dona de casa norte-americana do pós-guerra encontra seu mundinho particular (e bem mais excitante) no subterrâneo de sua casa. Classe.

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DiveGeist
Shoegaze de veia psicodélica, com muitos ecos, reverberações e linhas de guitarra formando túneis de som dos quais é impossível escapar. Sensacional. Quem curte Jesus and Mary Chain e My Bloody Valentine vai se ligar.

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The CribsCome On, Be A No One
Os caras do Cribs liberaram o vídeo Come On, Be A No One, feito com imagens de shows. Nom som, rock. Simples assim.

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Keep Shelly in AthensOur Own Dream
A faixa do duo grego Keep Shelly in Athens é um dream pop com vocais etéreos e concepção elegante. Tipo space rock místico. Você escutou Our Own Dream nas Tracks 12.

Keep Shelly in Athens – Our Own Dream from Thanasis Tsimpinis on Vimeo.

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CreepoidDream Out
A banda Creepoid, da Filadélfia, abusa do psych-rock viajandão, que vai da calmaria sonora a guitarras melancólicas intensas numa espécie de sobreposição sônica de Cowboy Junkies, Mogwai e Sonic Youth. O resultado é um pós-rock melódico ruidoso e nada melodramático. Nota 10. Dream Out está no álbum debut Horse Heaven.

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Dante Vs ZombiesNatural Disaster
Dante Vs Zombies define seu som como spaghetti western jungle pop, mas em Natural Disaster você escutará um indie rock básico, no limiar entre garage, glam e new wave, porém sem afetações exageradas. A banda foi formada há pouco tempo por Dante White-Aliano, ex-Detroit Cobras. O disco debut, BUH, será lançado dia 10 de abril. Escute Natural Disaster e ouça outras faixas no Facebook.

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TanlinesAll of Me
Poderia ser um episódio de Fringe, mas é o novo clipe do Tanlines, para a (fraquinha) música All of Me. A crítica social-midiática gerou um vídeo curioso, mas não muito inovador. Mesmo assim ganhou o clipe WTF! da semana.

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Marilyn MansonNo Reflection
Marilyn Manson liberou No Reflection, faixa do seu oitavo álbum, Born Villain, o primeiro desde The High End of Low (2009). O disco terá participação do ator Johnny Depp na música You’re So Vain. O lançamento deve ocorrer no dia 1º de maio. No Reflection não traz novidades.

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Eletrônica

DiploExpress Yourself
OMG! Você sabe, muito antes do porno funk carioca e dos bailes da periferia do Rio onde rola de tudo (mesmo!) havia as b-girls do hip hop porn e a figura femme fatale do gangsta rap. Essa mulherada se joga mesmo. Procure e veja os vídeos. Mas não sei se neles você verá tanta celulite num mesmo clipe quanto em Express Yourself, do Diplo. O som você escutou nas Tracks 32. Abaixo, o vídeo.

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Major LazerSpring 2012 UK/EU Tour Promo
E tem mais Diplo na área. Ele e Switch lançaram esse vídeo pra promover a nova turnê do Major Lazer pela Europa e pelos Estados Unidos. O teaser tem como trilha Get Free, faixa calminha que conta com Amber Coffman, do Dirty Projectors, no vocal e que não dá nem pista sobre a loucura que é o som dos caras. O último (e ótimo) vídeo do Major Lazer, para a música Original Don, você viu nas Tracks 24.

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ModeselektorBerlin [ft. Miss Platinum]
O excelente techno break Berlin, do Modeselektor, ganhou essa animação maluquinha que se passa na imprenscindível capital alemã.

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ItalCulture Clubs
Party on!

ITAL – ‘Culture Clubs’ live in Cleveland Nov 2011 from Aurora Halal on Vimeo.

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Miike SnowThe Wave
Nem é novidade, mas está aqui pra constar: o novo clipe do Miike Snow segue a história que teve início com o bizarro vídeo de Paddling Out e se aproxima esteticamente do primeiro single do novo disco, Devil’s Work .

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Bloquinho remix

Lana Del Rey – Blue Jeans (D/R/U/G/S Remix)
Lana Del Rey deve ser a cantora mais remixada dos últimos meses. São várias as reconfigurações para suas músicas – com alguns resultados bem cretinos. No entanto, D/R/U/G/S recriou Blue Jeans de forma genial, remodelando a canção, reutilizando vocais e refazendo a estrutura da faixa para erguer algo totalmente novo. Club beat etéreo perfeito pra tocar em qualquer warming digno.

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SantigoldDisparate Youth (The 2 Bears Remix)
Excelente remix de 2 Bears para a música Disparate Youth, da Santigold. Breakbeats espertos com pé no jungle de mínima rotação, arranjo elegante e clima misterioso. O single Disparate Youth estará no disco Master Of My Make-Believe. A versão oficial do som você ouviu nas Tracks 33.

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KorallrevenSa Sa Samoa (Elite Gymnastics Remix)
Lembra daquele jungle hardcore ácido que Elite Gymnastics criou pro remix de Sa Sa Samoa, do Korallreven? Você escutou nas Tracks 34… Então… agora saiu o clipe! Tão vintage quanto o som. Quem viveu a virada eletrônica dos 80 pros 90 (eu entro nessa) vai curtir muito!! Atenção às citações dos superclubes Haçienda, Paradise Garage, Muzic Box (pedra fundamental do house de Chicago), Velfarre, Labyrinth e Baia Degli Angeli. And remember: hardcore will never die!

わめく▷ ⎛VISUAL⎠ from ELITE GYMNASTICS on Vimeo.

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CanyonsWhen I See You Again (Nick Zinner Remix)
Nick Zinner, um dos gênios do Yeah Yeah Yeahs, criou uma delicada trama de piano e cordas em clima light house music para a faixa When I See You Again, do Canyons. Groove leve pro chill-in.


Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29, #30
Tracks: #31, #32, #33, #34

Tracks Volume #33

24 de fevereiro de 2012 2

Beirut - Vagabond
Excelente clipe cinematográfico inspirado em O Baile e em filmes de ‘romance/comédia de erros’ para a balada folk alternativa Vagabond, do Beirut. Vagabond tem roteiro bem estudado, ambientação de época no tom certo e personagens ótimos. A música flui tranquila. Muito bom.

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Lower DensBrains
Clipe WTF! da semana, simplesmente porque tem uma das edições mais incríveis dos últimos meses. Joy Division vive em Lower Dens. A faixa está em Nootropics, marcado para 30 de abril.

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Screaming FemalesIt All Means Nothing
Indie rock básico, sem firulas, com guitarras tempestuosas intercaladas com riffs mais calmos. Bem legal. A voz da vocalista lembra o timbre grave de Johnette Napolitano e/ou Linda Perry. Atenção pro clipe bizarro.

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Black MarbleBackwards
O revival pós-punk não tem fim. Backwards, da banda nova-iorquina Black Marble, tem baixo marcante, bateria sincopada e um belo clipe PB.

BLACK MARBLE – “BACKWARDS” from Timothy Fiore on Vimeo.

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Still CornersEndless Summer
Quem curte as Tracks do Volume sabe que eu adoro Still Corners. O pós-punk etéreo e sombrio da banda parece estar sempre entre brumas. Em Endless Summer, teclados e bateria lúgubres dão o tom ao lado de uma guitarra do além. Ao mesmo tempo, a voz sussurrada de Tessa Murray aquece a alma. Mais sobre a banda nas Tracks 23 e 12

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Unknown Mortal OrchestraStrangers Are Strange
O som da banda, marcado por baixo quente, é muito bom, mas o clipe é uma mistura de Sabotage, dos Beastie Boys, com a série de TV 24 Horas. Se esforçou muito pra ser cool, mas ficou fake.

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The Sorry ShopSometimes I’m Down
Guitarreira furiosa e lazy vocal marcam a música Sometimes I’m Down, da banda gaúcha The Sorry Shop, que você conheceu nas Tracks 5 e 9. A faixa é um indie rock daqueles que variam entre o shoegaze e o dreampop. O clipe não poderia ser mais indie.

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Eletrônica

No CeremonyHeartbreaker
O electro indie rock pós-punk do No Ceremony me chamou atenção logo na primeira faixa lançada pela banda, Hurtlove, um vintage electronic maneiríssimo que você escutou nas Tracks 9 e viu o clipe nas Tracks 11. Heartbreaker abusa de sintetizadores sujos, guitarras nítidas e leves reverbeações. Ótimo. Tem download aqui.

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Secret CircuitNebula Sphynx
A banda Secret Circuit, do produtor Eddie Ruscha, faz uma espécie de cosmic electronic jazz influenciada por disco, soul e funk. Em Nebula Sphynx, ele apresenta uma jornada eletrônica épica kraftwerkiana baseada em sintetizadores analógicos. No clipe, muito simples e legal, o personagem parece um piloto em uma nave espacial – mas não é nada disso! De qualquer forma, o fim do vídeo parece uma citação à parte final de Blade Runner. A faixa é longa, mas incrível.

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ChromaticsLady
Elegante faixa de clima cinematográfico elaborada por Chromatics. Batidas vintage ao estilo downtempo/trip hop, ruídos melódicos, vocal sedutor e uma linha de baixo pulsante que simplesmente dá vida à composição. Excelente resultado. Na semana passada, a banda lançou o clipe de Into The Black (cover de Hey Hey, My My, do Neil Young, veja nas Tracks 32). Você conheceu Chromatics nas Tracks 18

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SantigoldDisparate Youth
A cantora Santigold, mestre no mix de dance hall, R&B e indie eletronic, lança dia 08 de abril o novo EP Disparate Youth, prévia do segundo disco Master Of My Make Believe, previsto para 23 do mesmo mês. Na elegante faixa Disparate Youth ela manda muito bem. O primeiro single, a batucada bagaça digital Big Mouth, você escutou nas Tracks #29.

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Madblush - Be a Puta
O novo som do músico e artista performático underground Madblush é uma crítica electro rock bem-humorada e ácida sobre como bombar na mídia. Madblush, que você conheceu no Disco Virtual Volume #2 com a faixa Blush in the face, é praticamente o encontro de Marilyn Manson, Lady Gaga, Sigue Sigue Sputnik e Montage.

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Kate WaxDust Collision
Você não encontrará nada de realmente novo em Dust Collision, da cantora Kate Wax, mas vai curtir o som se gosta de electro-synth linha dark wave. É como se Depeche Mode fizesse um som com DJ Hell, Adamski, Ladytron e Moloko.

Kate Wax – Dust Collision from Border Community on Vimeo.

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Ernest GonzalesThe Scattered Thoughts of Raindrops
Muito anos 90… A faixa está no disco Natural Traits.

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Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29, #30
Tracks: #31, 32

Disco Virtual Volume #2 is in da house

26 de janeiro de 2011 3

A nova edição do Disco Virtual do Volume é dedicada à música eletrônica. O recorte feito enquadra alguns dos primeiros produtores de dance music do Rio Grande do Sul, como Nando Barth e OTA, músicos e criadores que transitam entre beats há algum tempo, como Fabrício Peçanha, Posnormal, Jarrier Modrow, Panatron e Two Boffins, e novos criadores como Brave the Elements, Projeto CCOMA, Madblush, Superluxo e L.A.B.

Além disso, o Disco Virtual Volume #2 está sendo uma espécie de plataforma de lançamento para Hang out with me, música do novíssimo duo Crash Bum Bang, projeto que concretiza a parceria entre Rossano Snel e Caio Britto, dois caras que se destacam no novo clã eletrônico do Estado.

Ouça todas faixas aqui ou separadamente abaixo

Crank up the volume!

Brave The Elements: o duo Brave The Elements retorna ao garage dos anos 90 ao compor faixas dançantes e leves, estruturadas em beats cadenciados, ambientes etéreos, vocais femininos doces, groove e harmonia. Yuri comanda instrumentos e programação aplicando elementos de progressive e electro enquanto Gisa canta sobre as músicas, que variam entre cinco e sete minutos. O som lembra o que o duo eletrônico Sideral fazia com a vocalista Chris F circa 1997 em Porto Alegre. Apesar de ser um projeto recente, de outubro de 2009, Brave The Elements já lançou o álbum independente Balance In Your Mind, com sete músicas. Uma delas, Leave Your Fears Behind, ganhou um ótimo clipe feito em time lapse em Berlim pelo fotógrafo Luis Veiga. Veja aqui!

Mirrors of Life

> My Space

> Site


Crash Bum Bang: o DJ e produtor Caio Brito curte rock, house  e dirty disco. Tocou em bandas de garagem e virou DJ. Já o compositor Rossano Snel vai do samba ao jazz e do cinema aos games sempre com muito groove. Aqui no Disco Virtual Volume #2, lançam o Crash Bum Bang, duo eletrônico com influências de jazz, world music, MPB, rock e pop. O projeto surgiu da parceria que rola entre eles desde que ficaram amigos (via Lucio Kahara). Criaram as festas Hustler, Lick! e Selva, reunindo figuras do novo núcleo eletrônico de POA, e depois entraram em estúdio para finalmente compor juntos. Estão finalizando o SoundCloud do CBB e devem lançar um EP com músicas e remixes no primeiro semestre de 2011. A faixa Hang out with me, masterizada na Alemanha, alterna vocais robóticos, piano house, processed beats e clima de noite. Ouça alto e sinta cada batida como uma pancada.

Hang Out with Me

> SoundCloud do Caio

> MySpace do Rossano


Fabrício Peçanha: o Fabrício é o maior fenômeno da cultura eletrônica do Rio Grande do Sul EVER, – e certamente é um dos caras de maior destaque no Brasil há anos. Na metade dos anos 90, quando o conheci, era figura fácil na pista do Fim de Século (o clube eletrônico mais importante de Porto Alegre de todos os tempos) e alvo maior das meninas da primeira geração efetivamente clubber do Estado. Em pouco tempo, passou pro lado de lá das pick-ups, dividindo espaço com outro ícone do FDS, o DJ Double S, residente da casa. Enfrentando preconceito considerável por ser boa pinta e tendo que se desvincular ao máximo do rótulo de DJ “fácil”, suou a camiseta na noite para se tornar o melhor DJ do Estado e um dos melhores do país, com amplo destaque internacional. Criou a produtora Re:Existência e a rave Fulltronic com amigos, ganhou páginas das revistas XLR8RDJ MagazineHouse Mag e abriu o clube Spin em POA. O reconhecimento profissional foi traduzido em convites: Fabrício integrou line-ups de raves e festivais ao lado de Carl CoxFatboy SlimDanny TenagliaWestbanLouis VegaJohn DigweedDeep DishRitchie HawtinGroove ArmadaLayo & BushwakaGreen VelvetDerrick MayDave ClarkeDave the DrummerHernan CattaneoSatoshi TommieChris LiberatorTechnasia e outros. Ele também tocou no Skol Beats, na MegAvonts e no Recife Beats, além de ter sido chamado para discotecar em Ibiza, Majorca, Acapulco, Miami, Barcelona, LA, San Diego, Hong Kong, Frankfurt, Londres, Buenos Aires, Lima, Zurique e outras –sozinho ou ao lado dos parceiros LeozinhoRodrigo Paciornik, do projeto Life is a Loop. O gaúcho já lançou faixas no EP Cordel e no álbum Hypno Series 1. Neste Disco Virtual do Volume #2, Fabrício liberou um remix de Sem Vacilar, da Comunidade Nin-Jitsu. Ele entrou legal na onda do CNJ, ressaltando as guitarras em meio a batidas rápidas, mas não muito aceleradas, ampliando a força da música original sem remodelar a faixa por inteiro.

CNJitsu Sem Vacilar Radio Remix

> Site


Jarrier Modrow: não é dos caras mais conhecidos por quem curte música eletrônica, o que é estranho. Apontado por alguns músicos como um dos melhores compositores da atualidade no que diz respeito à dance music, Jarrier já lançou discos e EPs por selos nacionais e internacionais. Entre eles estão Rare SoulNebula e a coletânea Unreleased Grooves – Grooveland Brazil, álbuns interessantes que ficaram restritos ao nicho de produtores musicais, com pouca inserção entre o público. Em breve, deverá lançar seu próprio netlabel, com novas composições e projetos. O início dos trabalhos de Jarrier na música rolou da mesma forma como ocorre com muitos outros produtores: experimentações em teclados no final dos anos 90 e gravações em fita cassete. No entanto, diferentemente de muitos, Jarrier não se tornou DJ. Em vez disso, prefere escrever e postar suas impressões sobre música e tecnologia em seu site oficial e na revista House Mag. Neste ano, Jarrier participou de duas edições de coletâneas online do selo/coletivo capixaba Smoke Island. Aqui no Disco Virtual do Volume #2, o músico liberou a faixa Let’s Boogie, um deep house tranquilo, desacelerado e elegante, com muito groove, melodia e harmonia. O tipo de som capaz de nos fazer perder em pensamentos ou nos guiar no vazio da mente.


Let’s Boogie

> Site

> MySpace

> Sound Cloud


L.A.B.: o lance com Less a Bullshit (L.A.B.) está sendo urgente. A banda de rock eletrônico lo-fi se formou em Novo Hamburgo no verão de 2009. No inverno, o EP de estreia de Dan Schneider (vocal, baixo, guitarra, synths e programação), Fe Fischer (guitarra, baixo, vocal) e Moa Jr. (bateria, percussão, vocal) estava pronto, mixado e produzido por Dan e masterizado por Lukas Dulawa no Reino Unido. No final daquele ano, o trio assinou com a Curve Music, de Londres. O primeiro disco sai no começo de 2011, após masterização em Roma. Nesse meio tempo, L.A.B. foi indicado como uma das 10 bandas de rock mais promissoras do Brasil em 2010 pela MTV e se tornou uma das apostas da Billboard de fevereiro do mesmo ano. Pouco depois, tocou no megafestival indie SXSW, nos Estados Unidos. Descendente direta da histórica banda santista de rock eletrônico Harry e parente não muito distante de FelliniThe GilbertosVioleta de OutonoGrenade, o L.A.B. utiliza sintetizadores e guitarras para criar uma aura shoegaze eletrônica soturna que sintetiza My Bloody Valentine, Cure e Depeche Mode. A música Segundo Andar, lançada no EP de estréia, você escuta abaixo.

Segundo Andar

> My Space


MadBlush: há mais de 10 anos, MadBlush percorre a noite gaúcha com shows performáticos e DJ sets. Ativista do underground, vem turbinando a produção de suas músicas com a ajuda de Nando Barth, que toca bateria em alguns de seus shows, OTARicardo Severo. Ao vivo, a guitarra fica com Gabiko.

O apelo visual de MadBlush remete à montaria de Boy GeorgeSigue Sigue SputnikMarilyn MansonPeachesLady Gaga. Fora dos padrões de conduta básicos, MadBlush ganha pontos por ousar em uma cena que já foi vanguarda, irônica e debochada, mas que cada vez mais é corrompida pelo mainstream esteticamente pobre e sonoramente inocente.

Ímpetos de auto-afirmação pessoal e artística se espalham por faixas electro rock como Blush in the Face I wanna be real.


Blush in the face

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Nando Barth: o DJ e produtor Nando Barth foi um dos primeiros gaúchos a trabalhar com música eletrônica. Começou a criar em 1987, uma época em que o superclube visionário Taj Mahal, o Ocidente, o Fim de Século e o Porto de Elis davam as cartas na noite de Porto Alegre. Um ano depois, assumiu a residência do Oci ao lado do DJ Eduardo Herrera, então maior nome da vanguarda sonora da noite gaúcha. Em 1994, formou a Splee’n, uma das primeiras bandas eletrônicas do Brasil, com Otávio Mastroberti. Depois disso, foi residente da fase inicial e realmente underground do Beco, tornou-se o mentor criativo das bandas Superluxo,Quit the make up e criou a Cadela Records. Na faixa Cuicass Raga Vox, Nando propõe um retorno ao jungle e ao drum’n’bass clássico, unindo a brasilidade do vocal de Yeshua Jahmiliano, da banda reggae Santíssima Trindade, ao estilo gringo de batidas aceleradas e graves linhas de baixo. O simbolismo brazuca da faixa fica claro em uma sonoridade tipicamente nacional imposta pela cuíca.

Cuicass – Raga Vox

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OTA: é o incansável Otávio Mastroberti, parceiro do Nando Barth na banda Splee’n durante os primórdios da produção autoral de música eletrônica no Rio Grande do Sul, por volta de 1994. Lançaram demos e, em 1999, foram escolhidos um dos quatro grupos brasileiros que participariam do projeto The Whole Cure In The Mirror, uma caixa com todas as faixas do Cure regravadas por bandas de todo o mundo. Com o fim da Splee’n, em 2005, Otávio reativou seu projeto solo OTA, mas como uma banda, numa pegada mais rock. Na época, a música I’ll Become Your God virou trilha de um seriado virtual da RBS e do curta metragem Tudo Que Não É Espelho, de Daniel Alfaya (veja aqui). Depois, produziu o som de MadBlush. Em 2007, tornou-se tecladista do The Cure Cover, projeto do Guffo, músico que hoje toca na Fenx. No final de 2008, entrou pra banda Volantes, que participou do Disco Virtual Volume #1. Em 2009, produziu o single Our Planet para K-Tea e tocou na Polainas, banda cover de anos 80, e no Back 2 the Future, dedicada a covers de musicas pop/dance atuais, ambas do músico Tchê Gomes. Em 2010, se aventurou no hip hop produzindo uma faixa para Maia Rimador. Nesta segunda edição do Disco Virtual do VolumeOTA liberou a vigorosa faixa 1, 2, 3, 4, Stand Up!, um maximal festivo, praticamente puro, perfeitinho pras pistas.

1, 2, 3, 4, Stand Up!

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Panatron: Laufe BitencourtChris AmorettiRoger Kichalowsky fazem com Panatron o som mais robótico, frio e asséptico deste Disco Virtual Volume #2. Apesar da voz afinada e reconfortante de Chris, a música Casio Love parece ter sido criada por vida baseada em silício, e não em carbono. Não parece uma banda de humanos compondo uma obra eletrônica. Parece mais como se um autômato tivesse composto uma faixa sintética utilizando instrumentos digitais e algum vocal humano aleatório, pré-gravado e ripado de algum banco de dados online. A própria expressão “Casio Love” remete a uma inteligência artificial emotiva, reforçando a idéia de um compositor replicante. Mas não é nada disso! LaufeRogerChris se dividem entre guitarra, baixo, sintetizador, sampler, drum machine, fxs e vocais para compor eletronices pop, rocks eletrônicos e psycho beats alternativos e livres. A prova está no SoundCloud da bandaSupernova, por exemplo, é pura experimentação digital acelerada e descompassada. A kraftwerkiana Fliperama 87 é digna de uma trilha sonora de games. Poderia estar em Tron Legacy. En La Luna Caliente e Strip & Tango são mais aquecidas, com maior elaboração acústica. Robotika Kamarada abusa de um sampler de Ladytron. Já Robotizado, mais suja, é inteligente e inesperada. No geral, são faixas que passam longe do óbvio. Isso deve ter agradado ao selo Midsummer Madness, com quem Panatron já lançou um EP com nove faixas.

Casio Love

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Posnormal: Dani ficou bem ligado ao drum’n’bass de POA nos anos 90 e 2000, quando era residente da Full Moon, no Garagem Hermética, e da Quarta Quebrada, no Ocidente. Tocou direto com MarkPatifeAndy, os “três mais” do gênero no Brasil, que ganharam destaque no mundo e deram ao país uma nova dimensão no plano global de música eletrônica. Mesmo com o d’n’b rachando pistas, Dani nunca deixou de lado suas outras referências musicais. Deu início a uma produção mais experimental, com referências soul, jazz, hip hop, pós-rock e eletrônica.

Como Posnormal, lançou um disco independente com 14 faixas e participou de um álbum do selo paulistano Si no puedo bailar no es mi revolución. As composições são delicadas e há um certo ar cômico e infantil, porém muito longe de ser piegas ou auto-indulgente. Ao contrário. Dani aposta na simplicidade de harmonias, na beleza de sons incidentais, em melodias serenas e em experimentos IDM como forma inteligente de mostrar que indie também é pop. É tipo um Looper dos trópicos sem vocais.

Guaraná

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Projeto CComa: há cinco anos, o projeto CCOMA (lê-se “Coma”), composto por Swami SagaraBeto Scopel, cria música misturando jazz, música brasileira e dance music. O resultado é uma eletrônica de caráter orgânico, que varia entre climas chill-in e temas dançantes, e na qual o trompete de Beto se sobressai. Mesmo assim, o leque instrumental do duo é variado. Na gravação de An Elephant Crossing the Room, por exemplo, os músicos utilizaram címbalos tibetanos, pá de pedreiro e apitos. Como o duo contou nesta entrevista ao Volume no início do ano passado, o CCOMA mistura “saravá eletrônico com Miles Davis” para matar sua (nossa) sede por experimentação sonora. O resultado é positivo. A banda fez temporada em Londres e shows em festivais e eventos de arte e publicidade. No final do ano passado, o duo lançou o álbum Incoming Jazz, de onde saiu a faixa Dogs are Gods, que você escuta abaixo.

Dogs are Gods

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Rossano Snel: Rossano samba. Electronic samba. Groove samba. Jazz samba. Disco samba. Bossa samba. Samba samba! Com a desenvoltura cool de um neo-malandro tropical digital, pilotando drives, programas e teclados gringos, o compositor desmonta o easy listening (what?!), reescreve o lounge (whaaaaat?!?!?!) e implode a bossa eletrônica (afe!) com toscos 8 bits, elegantes synths progressivos, pianos estudados (a linda Tumpah merece ser ouvida na praia ao sabor de vinho branco), drum machines límpidas e instrumentos acústicos, elétricos, eletrônicos e virtuais. No ano passado, criou trilha sonora do curta 27 Janela, de Fábio Rangel. No mesmo ano, lançou Gallery, um EP digital editado pela One Cell Records, de Los Angeles, e o EP Landscape pelo selo EBS Diggin, do DJ paulista (e gente finíssima) Tahira. Mais: cravou a música Nossa Conversa na trilha do filme BearCity, que estreou em Nova York recentemente, e foi o músico brasileiro vencedor do The Creators Project Contest ao lado de artistas de Los Angeles e de Londres. O prêmio é a gravação conjunta de um EP em NY. Abaixo, você escuta o samba beat de Nossa Conversa.

Nossa Conversa

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Superluxo: a banda de synth pop e alma rocker liderada pelo Nando Barth desde 2008 cria algumas preciosidades sonoras inventivas, baseadas em guitarras, bateria e sequenciadores. Bubble GumDon’t leave me alone competem em simplicidade e bom gosto, com vocal doce e trilhas vigorosas. Vicio – Ver 2010, fundada sobre beats atualizados, presta sincera homenagem a Joy DivisionNew Order. Já Shaking all alone pisa ainda mais fundo em sintetizadores e guitarras. Give a Damm, que entrou no Disco Virtual Volume #2, segue um caminho semelhante. Nando (guitarra & synths), Léo Zamper (guitarra e voz), Dani Maria (vocal) e Ronaldo Sabin (bateria) criaram um instrumental bem estruturado, aplicaram vocal gostoso e montaram uma faixa de apelo pop. Potencial hit radiofônico – se este tipo de som tocasse em rádios. Como não toca, você escuta abaixo:

Give a Damm

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Two Boffins: noite e hedonismo. É disso que você lembra quando escuta Night Cravin’, a música que o duo Two Boffins liberou para o Disco Virtual Volume #2. O lance é bem específico. Seria como se Fischerspooner encontrasse Giorgio MoroderDepeche Mode na festa de encerramento do Studio 54 com DJ set de Human League, AdamskiDead or Alive, New Order e OMD. Teclados analógicos e drum machines 808 e 909 dão o tom das músicas da dupla. Apesar disso, o som é bem early 90′s. Como se aquela fase inicial da era clubber e raver voltasse em um flahsback de ácido. Algumas faixas do Two Boffins tratam sobre diversão noturna, clubes, pista de dança, amigos… Outras têm uma pegada mais existencial e filosófica, sempre com uma visão otimista. O Chris e o Ale explicaram que “boffin”, em inglês, é a gíria que define pesquisadores científicos. Com essa habilidade técnica, eles nos jogam entre sintetizadores quentes, batidas regulares e grooves virtuais em faixas como Stop Talkin. Além da música, Two Boffins converge moda, fotografia e vídeo para alinhavar seu poder criativo. No início de 2011, deve rolar um show em São Paulo, onde eles moram, e o lançamento de um EP online. Os clipes de Stop Talkin’ e de Night Cravin’ estão a caminho.

Night Cravin’

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>>>>> Escute o Disco Virtual Volume #1 – Especial Rock

Prodigy tem a música mais controversa do mundo

25 de novembro de 2010 3

Smack My Bitch Up, do Prodigy, foi eleita a música mais controversa de todos os tempos pela PRS For Music, organização britânica que defende os direitos de autor. God Save The Queen, dos Sex Pistols, e Relax, do Frankie Goes To Hollywood, aparecem na segunda e na terceira posições.

1. Smack My Bitch UpThe Prodigy

2. God Save The QueenThe Sex Pistols

3. Relax - Frankie Goes To Hollywood

4. Kim - Eminem

5. Killing In The NameRage Against The Machine

6. Goode – The Shamen Ebeneezer Ebeneezer Goode – The Shamen

7. Suicide SolutionOzzy Osbourne

8. Get Your GunnMarilyn Manson

9. Angel of DeathSlayer

10. Dear God – XTC

A lista dos outros nunca é a nossa lista. Pra gente, sempre falta algo. Nessa lista não aparecem, por exemplo, nenhuma faixa do apocalíptico GG Allin nem músicas de G.B.H., AC/DC, Alice Cooper, Kiss, Dead Boys, Misfits, Exploited, Black Flag, Dead Kennedys, Motörhead, Nine Inch Nails, Stones, Madonna (ela tem faixas controversas sim, como não?!?) muito menos composições obscuras de toda horda de malucos do metal nórdico. E aposto que você lembra de muitas outras bandas!

>>>>> Mais Prodigy

Superluxo e Blush tocam sábado em POA

11 de agosto de 2010 0

Superluxo e Blush tocam neste sábado, dia 14, na Pulp Friction, no Ocidente, em Porto Alegre, a partir das 23h. Noite electro rock transitando entre riffs e glitter.

Superluxo, banda de synth pop com alma rocker capitaneada pelo Nando Barth desde 2008, apresentará músicas e integrantes novos. A formação atual é Nando (guitarra & synths), Léo Zamper (guitarra e voz), Dani Maria (vocal) e Ronaldo Sabin (bateria). Entra as faixas está a boa Give a Damm – com instrumental bem estruturado, vocal gostoso e potencial de hit. Escute as outras no MySpace. Blush também sobe no palco OX para mais um show performático. Blush é Rodolfo. E Rodolfo não é um cara comum. Forte ativista do underground há anos, vem aparando arestas da sua música com auxílio do Nando, que também toca bateria nos shows. A guitarra fica com Gabiko. Goste ou não, Blush é nosso Marilyn Manson, nossa Lady Gaga, nosso Boy George, nossa Peaches, nosso Sigue Sigue, nosso Depeche, nosso La Fura clubber. Ponto pra ele por se jogar em algo fora dos padrões habituais. MySpace.

Antes e depois dos shows, DJ set com a galera das bandas e com o trio Frictura (Lio, Dregus e Rafahell). Ingressos no local a R$ 25,00 (valendo uma ceva pros 500 primeiros pagantes) ou antecipados a R$ 20,00 na loja Regentag (João Telles, 541).

Australianos do United farão show em POA

10 de novembro de 2009 19

Hillsong United faz show em Porto Alegre nesta sexta/Divulgação/Hillsong United
Eles já bateram Keith Urban, Marilyn Manson, Green Day e Lady Gaga em vendas no iTunes, mas você provavelmente nunca ouviu falar deles. O motivo? Talvez  por se tratar de um grupo diferente do que estamos acostumados a ver por aí. Os australianos do Hillsong United (HU) em nada lembram as bandas de baladas românticas ou as de rock dos rebeldes sem causa.

Pra começo de conversa, HU não é uma banda. Não existe um vocalista, um baterista ou um guitarrista fixo: os componentes se revezam constantemente. Participa quem faz parte do grupo de jovens da Hillsong Church, em Sydney. Suas letras não falam de casos amorosos, mas de jovens com propósitos maiores do que mera superficialidade. Se música gospel caracteriza letras edificantes, então eles com certeza podem ser considerados parte desse gênero.

Depois de passar por 6 continentes, 42 países e 93 cidades, eles chegam pela primeira vez a Porto Alegre nesta sexta-feira, dia 13, para show único no Gigantinho. Os ingressos vão de R$ 30,00 a R$ 100,00 reais (confira aqui mais informações e os pontos de venda).

Não entendeu nada e quer saber na prática do que eu tô falando?

Então clica e confere o vídeo gravado no Brasil!

Postado por Mariana Romais