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Resultados da pesquisa por "Matt and Kim"

Veja o show de Matt and Kim em Porto Alegre

12 de junho de 2009 0

 

Matt and Kim tocando no Long Play. Foto: Divulgação

Perdeu o show de Matt and Kim do Kidults do PARC Fest? Pena! Mas tudo bem, você já pode conferir o que rolou nos vídeos feitos pelo músico e produtor Nando Barth.

A câmera foi afixada na mesa de som do Long Play, o que deixou a imagem paradinha pra gente ver melhor. Confira três vídeos abaixo e outros perfil do Nando no youtube.

Ah, ele disse que vai postar Copacabana Club por lá também. Eu curti o show dos paranaenses, mas achei que seria bem mais legal. Pelo que eu vi deles na internet, pensei que ao vivo seria mais interessante (mais intenso, mais divertido, mais louco, mais inusitado, sei lá), mas me pareceu uma banda como outra qualquer – apesar da vocalista Caca realmente mandar bem.

>>>>> Matt and Kim detonam o rock’n’roll em POA
>>>>> The View toca para poucos no Parc Fest
>>>>> Leia duas opiniões sobre Vanguart no Parc Fest

Postado por Danilo Fantinel

Matt and Kim detonam o rock’n’roll em POA

08 de junho de 2009 4

Matt and Kim tocando no Long Play/Divulgação

Ela na bateria.
Ele nos teclados.

Os dois no palco do Long Play, na sexta passada, em Porto Alegre, tocando música boa, alternativa, inclassificável, criativa e livre de amarras comerciais. O som do duo é capaz de ir do hardcore insuspeito ao experimental inventivo, do pop mais melódico ao indie mais autoral e estudado – e sempre sem perder a dignidade e o entusiasmo (vídeos abaixo).

Vindos do Brooklyn, Matt and Kim absorveram todas as influências a que foram expostos desde sempre e repercutiram isso em um som próprio e muito divertido.

Na plateia do show (que integrou o projeto Kidults, do PARC Festival) havia provavelmente o maior índice de gente cool por metro quadrado na capital gaúcha naquele momento da noite. Sim, porque outras quatro casas noturnas da cidade ofereciam atrações paralelas do projeto ao mesmo tempo. 

 

No Age tocando no Cult. Foto: Tadeu Vilani

Eu fiquei apenas no Long Play, mas os jornalistas Leo Felipe, do programa Radar da TVE, e Luís Bíssigo, do jornal Zero Hora, disseram que No Age (foto acima) simplesmente matou a pau no Cult. 

 

Postado por Danilo Fantinel

Franz Ferdinand faz show incrível em POA

19 de março de 2010 71

Alex Kapranos no início do show/Larissa de Oliveira

Atualizado às 03h50min

Você foi ao show do Franz Ferdinand em Porto Alegre ontem/hoje? Lucky, lucky, you`re so lucky! Foi uma das apresentações mais incríveis que POA viu nos últimos anos, não apenas pela excelência dos escoceses ao vivo, mas também pelo fato da passagem da banda por aqui ocorrer neste momento auge, algo importantíssimo para inserir ainda mais a cidade no plano de turnês de grupos de relevo no cenário de música atual, se opondo aos comuns giros gaudérios de bandas que tiveram seu ápice há 15 anos ou mais.

Metallica aqui de novo? Ótimo! Guns pela primeira vez? Perfeito! Oasis, Faith no More, R.E.M., Jerry Lee Lewis, Chuck Berry, Morrissey, Red Hot Chili Peppers, Pearl Jam, NOFX, Peter Murphy, Sisters of Mercy, B-52’s, Cult, Ben Harper, Echo & the Bunnymen e mais uma penca de “velhos”? Sim,vários ficaram pra história dos shows na capital. Porém, é raro ver nos palcos gaúchos bandas que estão em momento top – salvo raras exceções como Little Joy, The View, Matt and Kim, No Age, Steve Aoki, Owen PalletHives e DJs gringos (apenas pra ficar nos nomes que lembro agora…)

Franz Ferdinand é uma das mais importantes bandas do rock safra 2000. Os caras revitalizaram o rock britânico ao inserir ambientações dançantes, energéticas e quase marciais por meio da guitarra - mas não apenas através dela, como é explícito no último disco, Tonight, recheado de experimentações eletrônicas definidas pelo produtor Dan Carey.

E foi com uma parafernália de instrumentos que Alex Kapranos (frontman de primeira), Nick McCarthy (guitarrista e tecladista alucinante), Robert Hardy (baixista discreto, mas imprescindível) e Paul Thomsom (batera incansável) incendiaram Porto Alegre com músicas como Do You Want To?, Tell Her Tonight, Take Me Out, Die On The Floor, Can´t Stop Feeling, No You Girls (em uma homenagem aos “great guys” da Pública, que fizeram um show de abertura aplaudidíssimo pela galera), The Dark of the Matinée (com seus riffs fortes e marcantes), This Boy (“I want a car, I want a car”, em versão 100 km/h), Walk Away (o som mais Smiths do Franz; a música mais melancolicamente britânica da banda, que desacelerou a apresentação).

O ritmo do show voltou a subir com Ulysses (“Come on, let`s get high”…o hino primeiro de Tonight; a ressaca moral, a busca jovem noturna e constante por algo – qualquer coisa! – e o paralelo irônico com o herói grego de Odisséia que passa 20 anos em guerra longe de casa), Turn it On (funky) e 40’ (em versão pós-rock indie progressiva; virtuose absoluta), além de Michael (já clássica) e Outsiders (numa drum jam maluca com todos integrantes da banda socando tambores em alta sincronia – fazendo uma linha Stomp-Timbalada de brancos).

Versos de Jacqueline (“It`s always better on holiday; So much better on holiday; That`s why we only work when; We need the money”) abriram o bis, que seguiu com Darts of Pleasure (superphantastisch!), This Fire (a melhor pra mim! E, pelo jeito, também pra muita gente, já que o público pulou junto e cantou “There is a fire in me; A fire that burns…; This fire is out of control; I`m gonna burn this city; burn this city” aos berros).

O final catártico foi com Lucid Dreams, surpreendentemente nonsense, com uma letra hermética e seu incrível apêndice eletrônico (um space-rock, psycho-disco, disco-inferno-distortion ou algo que o valha). Foi uma `Party Anticonformiste` digna das melhores pistas. Total ruptura com o óbvio! Tão chapante ao vivo que deixou o povo quase paralisado. Ao fim da execução, o baterista Paul Thomsom ficou sozinho no palco numa espécie de Live PA apocalíptico. Encerramento nota 10 para um show memorável.

Confira o setlist (não seguido à risca):

>>>>> Veja outras resenhas de shows

Postado por Danilo Fantinel

Faixa New York City, de Joey Ramone, ganha clipe

25 de setembro de 2012 0

Nada menos do que genial o clipe da música New York City, do disco póstumo …Ya Know?, de Joey Ramone, lançado em maio passado (escute neste link). No vídeo, músicos, amigos e fãs do roqueiro cantam a letra pelas ruas da megacidade.

O diretor Greg Jardin utilizou centenas de fotografias para montar o clipe. Participam Tommy Ramone, Matt and Kim, Andrew W.K., Jonathan Pierce (da banda The Drums) e vários outros.

No dia 23 de novembro, será lançada uma versão de luxo do álbum. O disco terá um DVD com entrevistas com Elvis Costello, Kirk Hammett, Debbie Harry, Anthony Kiedis, Joe Strummer e outros.

By the way: I LUV NY. And ya? *r*

Festival transforma praia gaúcha em Meca indie

31 de janeiro de 2011 2

A temporada de shows internacionais começou forte no Rio Grande do Sul. Neste sábado, Vampire Weekend e Two Door Cinema Club fizeram apresentações arrebatadoras na praia de Xangri-lá dentro do M/E/C/A/ Festival. Antecedidos por Wannabe Jalva, Rosie and Me e Copacabana Club, as duas bandas gringas transformaram o local em uma espécie de Meca indie.

Fãs do rock independente tomaram conta do clube Jimbaran a partir das 17h. Se por um lado grande parte do público foi atraído ao local pelo excelente caribbean beat e afropop guitarreiro made in NY do Vampire Weekend, por outro os músicos do Two Door Cinema Club fizeram um show ainda mais contagiante, animadíssimo do início ao fim.

A banda da Irlanda do Norte cresce absurdamente ao vivo. Em cima do palco, o grupo perde o senso de banda indie genérica, se distancia do ‘mais do mesmo’ comum à grande parte do rock britânico atual, e ganha uma estatura grandiosa.

O trio parece estar ligado no 220V durante toda duração do show. É ativo, urgente, enérgico e sonoramente instigante. Indie pop dançante em nível máximo. A banda tem músicas certeiras que funcionam muito mais em live act do que em disco. E a resposta do público veio na mesma intensidade. Surpreendida com o retorno imediato a cada canção executada, um dos músicos cravou quase ao final do show: This is our first time in Brazil and it’s being incredible awesome!

Com o caminho aberto pelos irlandeses, o Vampire Weekend não teve muito trabalho para animar a galera. E a tarefa ficou ainda mais fácil para uma banda que lançou dois ótimos álbuns em um período de apenas dois anos. Ezra Koenig, Chris Baio, Rostam Batmanglij e Chris Tomson começaram a tocar em 2006 na Columbia University, em Nova York. Dois anos depois lançaram o disco debut Vampire Weekend. O álbum roqueiro arejado por linhas caribenhas, afrobeat e NY punk mistura Talking Heads, Ramones, Paul Simon, Clash, Kinks e Rentals. Tornou-se clássico instantâneo na esfera indie de downloads, clubes e festivais. Em 2010 a banda lançou Contra, que segue o mesmo trajeto, mas acelera o passo em termos de produção.

Essa fórmula peculiar foi esmiuçada em um repertório frenético, que ao vivo acentua o worldbeat dos músicos. Faixas como Holiday, White Sky, I Think Ur a Contra, Cape Cod Kwassa Kwassa e Giving Up the Gun deram o tom da noite vampírica. Destaque para as incríveis California English, Cousins, Horchata e Walcott, em encerramento radiante.

Na platéia, danças, mãos para o alto e pulos incessantes, como se um Pelourinho gringo vudu houvesse incorporado em Xangri-lá. As músicas e a sonoridade da banda caíram como uma luva em um festival encravado na praia. Melhor que isso só se fosse à beira-mar – onde alguns fãs se refugiaram após o encerramento do M/E/C/A/ para ver a Lua Minguante.

Infelizmente, cheguei atrasadão ao festival e perdi o sempre bom show da Wannabe Jalva (o Rodrigo Deltoro, ex-baixista da Tequila Baby, disse que foi nota 10) e da banda Rosie and Me, do Paraná. Já os também paranaenses do Copacabana Club agradaram a galera com um show misto, variando entre momentos calmos e espasmos de loucurinha. Foi o meu segundo show deles. No primeiro, em 2009, dentro do Parc Festival, a apresentação linear, sem punch, acabou eclipsada pelo incrível duo Matt and Kim. Neste segundo, a linearidade foi semelhante, apesar do clima geral do show em si ter sido muuuuito mais legal – em parte por causa do séquito de seguidores de Curitiba que esteve presente, o que ajudou a animar a apresentação. Os músicos são competentes, a vocalista Cacá V é linda e simpática, as músicas são boas, mas por algum motivo o show do Copacabana Club não decola como poderia. Pra mim, o hype ainda não se confirmou.

Vídeo: Vampire Weekend

Vídeo: Two Door Cinema Club

Vídeo: Copacabana Club

Todo mundo nu no novo clipe do Flaming Lips

12 de novembro de 2009 2

Depois de Sigur Rós, Matt and Kim e de Girls` Lust For Life xxx, todo mundo ficou nu no clipe de Watching The Planets, do Flaming Lips. Se o vídeo abaixo não rolar, confere aqui.

Postado por Danilo Fantinel

Vanguart²

09 de junho de 2009 17

 

Foto: Tadeu Vilani

Volume convidou dois amantes da banda Vanguart, de Cuiabá, para analisar o último show deles em Porto Alegre, ocorrido dentro da programação Kidults do PARC Fest, na sexta-feira passada (dia 05). Leia abaixo as impressões de Ana Bazerque, do site hagah, e do meu irmão Fernando sobre o espetáculo que rolou no Ox.  

 

Na cama sem Vanguart

Por Fernando Fantinel

 

23h50min – 05/06/2009 – Saio da minha cama quentinha com forte dor de garganta para enfrentar a noite gelada. Hoje é sexta-feira. Show do Vanguart no Ox, no Ocidente.


Com uma hora de atraso, depois da Pública, a banda entra no palco. A figura esquálida e cabeluda de Helio Flanders assombra o palco. Ele rasga a potente voz para o delírio de uma plateia que sabia e queria o que estava por vir. Ninguém se decepcionou. Palco e público viveram um grande momento. O vocalista cumpriu à risca sua performance irresistível. Amável, sincero, enfant terrible, conquistador. Ele olha fundo no olho de um menino, depois no de uma menina nas primeiras filas, de um jeito que faz a gente acreditar: sim, estamos falando a mesma língua e sentimos a mesma coisa.
Senti no meu próprio olho. You know me so well, I know you as well. Obrigado, Flanders. A projeção está feita pra sempre, o elo. Perfeito para um ídolo rocker. Vanguart é folk rock, é muito mais, é música. A banda de Cuiabá vai se transformando em gente grande na música brasileira. Helio Flanders está no topo do topo da pirâmide dos novos letristas com estilo muito próprio e isso, no Brasil de hoje, é um caso raro. Raríssimo.

No palco, o artista saboreia o seu momento máximo. Vanguart experimenta isso todas as noites. Dorival Caymmi merecia ter vivido alguns meses mais para ter conhecido o arranjo maremoto de O Mar. South America, Miss Universe, Hemisfério, em espanhol, inglês ou português, Flanders é craque em qualquer língua. Impossível destacar os highliths da noite, tudo foi muito bom. Inesquecível foi Enquanto Isso Na Lanchonete e Semáforo, clássico. A banda toca como funciona um relógio suíço.

Holofotes para o guitarrista bom-moço David Dafre e seus passinhos de bandinha alemã. Um Kraftwerk clonado. Tão concentrado estava nos acordes perfeitos que parecia estar longe. Era incerto se ele estava lá no palco ou lá em outro lugar. No bis a confirmação: ele estava totalmente com a banda todo o tempo. Grande cara. A noite se fortaleceu com a participação de um Arhtur de Faria ok, recebido com entusiasmo pelo público. Sua gaita em Robert foi eficaz e o bar tremeu ainda mais. O clima se alternou entre terremoto, maremoto e demais abalos sísmicos durante as quase duas horas de show.

Faltou The Last Time I Saw You, mas sem Mallu Magalhães não daria mesmo. O show estava acabando e vieram os inevitáveis “toca Raul” de um lado e o adequado e surpreendente “toca Mallu ” de outro, sintetizando o que é o Vanguart. Hey yo vangs!


Voltei pra minha cama com a garganta ainda mais estourada e o coração mais quente.

Novo hino indie é consagrado

Por Ana Luiza Bazerque

* Fotos: Camila Mazzini 

Na noite de sexta-feira, findaram-se todas dúvidas: um novo hino indie foi consagrado. A canção Semáforo, da banda Vanguart, foi entoada como um mantra pela plateia que escolheu o Ox entre todas as opções do Coca-Cola PARC. Era como se, finalmente, alguém admitisse, sem o menor pudor, que todos os seus amigos querem mesmo morrer. E tudo bem. Todo seguem vivendo normalmente, nada de olhos pintados nem roupas pretas.

 

O Vanguart apresentou em seu show o retrato de uma geração que aprendeu a expressar suas frustrações de forma crua, sem ser piegas e até com uma certa ironia. E quando se trata de trabalho, o desempenho no palco supera as expectativas. Pouco espaço e contraluz não comprometeram o espetáculo e o vocalista, Hélio Flanders, mostrou uma performance ainda melhor do que no show do ano passado, primeira vez que a banda esteve em Porto Alegre.

 

Além dele, Reginaldo Lincoln e David Dafre surpreendem quando dão um passo à frente para dividir os vocais. A banda tem química e tudo funciona com muita naturalidade.

Como aconteceu na estreia da banda por aqui, o show teve a participação de Arthur de Faria, tocando acordeão e dando um toque balcânico à Cachaça. A apresentação teve direito ainda à palinha de Guilherme Neto, da Império da Lã, nos vocais de Hey yo silver, e até meninas em cima do palco. O público permaneceu com os olhos vidrados no quinteto, exceto por alguns poucos que nem imaginavam os que estava se passando naquele lugar – algo natural para um evento que reunia artistas de várias vertentes.

 

Depois do lançamento do temido segundo disco, o Vanguart se estebelece na história do rock brasileiro como uma ótima banda no presente e com um futuro de muito rock pra eles e para nós.

 

>>>>> The View toca para poucos em Porto Alegre
>>>>> Matt and Kim detonam o rock’n’roll em POA

Postado por Danilo Fantinel

PARC Festival divulga programação paralela

27 de maio de 2009 3

Mat and Kim/Divulgação

O Coca-Cola PARC Festival divulgou a escala de bandas e DJs do Kidults do dia 05 de junho, projeto paralelo ao festival adolescente que rola nos dias 06 e 07 do mesmo mês em Porto Alegre.

O festival trará à capital gaúcha bandas nacionais e internacionais (The View, The Teenagers, Mat and Kim e No Age, todos estreando no Brasil), que tocarão em diversos locais da cidade – num lance meio SXSW. A abertura do PARC Fest será no dia 02 de junho, com show da banda McFly, no Teatro do Bourbon Country. Os ingressos já estão à venda.

Confira os shows do Kidults no dia 05:

Ox

Long Play

Cult

Barba Azul

Cabaret do Beco

DJ Gabriel Machuca ­ 22h

DJ Drégus ­ 22h

DJ Bruno Suman  21h

DJ Ale ­ 22h

DJ Juli Baldi ­ 23h

Pública (RS) ­ 23h

Matt and Kim (EUA) ­ 23h30min

No Age (EUA) ­ 22h

Pata de Elefante (RS) ­ 23h30min

Lucio Ribeiro ­ 0h30min

Vanguart (MT) ­ 0h30min

Copacabana Club (PR) ­ 1h

Frank Jorge (RS) ­ 23h

Império da Lã toca Amy Winehouse ­ 1h

The Teenagers (França) * DJ set ­ 2h30min

DJ Marília Feix ­ 2h

DJ Rafa Ferreti  2h

DJ Julia Barth ­  00h

DJ Jairo ­ 2h

Edu K ­ 4h30min

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Schutz ­ 6h30min

Eu pretendo ver o máximo de bandas que eu puder no Kidults, mas se tivesse que apostar todas as fichas em um só local seria no Long Play. O duo de Nova York Matt and Kim é imperdível (veja o clipe abaixo, um dos melhores do ano). E não vejo a hora de conferir Copacabana Club de perto!

A produção do evento terá cinco vans para transportar a galera entre os bares que participam do Kidults. A entrada será válida para todas as casas de show.

Circuito do Kidults
Clique na imagem acima para ver melhor o mapa dos bares do Kidults

UnderAge Stage

Além do Kidults, o PARC Fest montará o UnderAge Stage na Av. Borges de Medeiros, nº 3000. A programação deste palco principal já havia sido divulgada. Está dividida em dois dias: 
 

Sábado (dia 06)

Domingo (dia 07)

Fresno (RS) – 16h

Lipstick (SP) – 16h

Glória (SP) – 17h30min

Identidade (RS) – 17h30min

Cachorro Grande (RS) – 19h

The Teenagers (França) – 19h

The View (Escócia) – 20h30min

Pitty (BA) – 20h30min

 

Mapa UnderAge Stage
Clique na imagem para ver melhor o Mapa UnderAge Stage

Além dos shows acima, também haverá exposição de moda e mostra de filmes rock no UnderAge Stage. Serão exibidos: 

Sexta

Não Estou Lá (2007, vida e carreira de Bob Dylan) – 17h30

Guidable – A verdadeira história do Ratos de Porão – 12h

Sábado

Patti Smith – Um Sonho de Vida (2007) – 14h15

Stop making sense (1984, concert movie do Talking Heads) – 16h15

Interstella 5555: The 5tory of the 5ecret 5tar 5ystem (2003, Daft Punk) – 18h

Neil Young – Heart Of Gold (2006) – 19h15min

Control (2007, Ian Curtis/Joy Division) – 21h

Domingo

Ritmo Alucinante (1975, documentário sobre festival que reuniu Raul Seixas, Rita Lee, Celuy Campello, Erasmo carlos, Vímana e outros) – 14h15min

Rolling Stones – Shine a Light (2008) – 16h

Botinada – A Origem do Punk no Brasil (2006) – 18h10min

Awesome; I Fuckin` Shot That! (2006), filme manero feito com imagens gravadas pelo público de um show dos Beastie Boys no Madison Square Garden em 2004 – 20h10min.

Já na Fundação Iberê Camargo, rola o seminário Indústria Criativa, com palestras de profissionais da música.

Veja clipes dos gringos:

>>>>> The View tocará em Porto Alegre em junho
>>>>> Teenagers confirma show em POA em junho
>>>>> Veja mais detalhes da programação no hagah

>>>>> Visite o site oficial do Parc Fest

Postado por Danilo Fantinel

The View tocará em Porto Alegre em junho

13 de maio de 2009 1

Divulgação
A Opus Promoções confirmou hoje o show da banda The View em Porto Alegre no dia 06 de junho. Será dentro do Coca-Cola PARC Festival, que rola entre os dias 5 e 7 daquele mês em diferentes lugares da capital gaúcha, com diversas atrações – como o Mercado Mundo Mix, que volta à cidade depois de nove anos longe.

O quarteto indie escocês vaga entre o punk, o ska e o power pop. Algumas influências são Clash, Oasis, Teenage Fanclub, Arctic Monkeys e Libertines. Os álbuns já lançados são All Love Is Lost Forever (2001), View (2006), Hats off to the Buskers (2007) e Which Bitch? (2009).

Além deles, tocam a banda franco-britânica Teenagers (que você leu aqui antes), Fresno e as meninas do Lipstick. A abertura do PARC é no dia 2 de junho com show de McFly no Teatro do Bourbon Country.

Mais sobre o festival

Um dos locais de realização do festival será construído na avenida Borges de Medeiros nº 3000, próximo ao Parque Marinha do Brasil, onde será montado o Underage Stage. Quem ainda não tem idade para entrar nos shows ou nos clubs que integram a programação do PARC terá entrada garantida no Underage, palco especial para o público entre 12 e 18 anos – onde tocarão as bandas citadas.

Entre as várias atrações do evento, a sexta-feira (dia 05) será dedicada ao projeto Kidults, que levará a bares da capital gaúcha nomes internacionais como Matt and Kim (dupla de synthpop e punk-funk que usa só bateria e teclado) e No Age (foto acima – noise pop de guitarra e bateria) e bandas nacionais como Vanguart (Mato Grosso), Copacabana Club (Paraná), Pata de Elefante e Pública (RS). Além deles, Império da Lã tocará Amy Winehouse. Os clubs que participam são Ox, Long Play, Cult, Barbazul e Cabaret do Beco. O Coca-Cola PARC Festival oferecerá um serviço de vans para quem quiser peregrinar entre os cinco locais na mesma noite. Barbada, hein?!?

Já no dia 06 (sábado), a mostra Rock Cinema, com filmes de temática roqueira, toma conta do festival. E na Fundação Iberê Camargo vai rolar o Indústria Criativa, com palestras de profissionais da área da música para falar de seu trabalho e das diversas facetas da indústria. A música como profissão e como uma das vertentes da economia criativa serão temas destes encontros.

Conheça The View:

>>>>> Site oficial do The View 
>>>>> MySpace da banda
>>>>> Leia sobre No Age aqui

Postado por Danilo Fantinel

Tracks Volume #49

20 de julho de 2012 0

Madrid @ Beco Porto Alegre
Adriano Cintra e Marina Vello apresentam as delicadas canções do Madrid no Beco, em Porto Alegre, neste sábado, dia 21. Como todos já sabem, os beats sujos, as guitarras alucinadas e a urgência febril do CSS e do Bonde do Rolê ficaram há muito para trás. Marina brigou com o Bonde em 2008 e Adriano entrou em litígio com o CSS em 2011. Há meses, Cintra/Vello se dedicam a densas e introspectivas composições fundadas em piano e violão, com destaque para o poder autoral e instrumental dele e a voz grave, quente e sedutora dela. Apesar do tom austero do som, nem tudo é calmaria no repertório da dupla. Há váriações. Por exemplo, enquanto Let Go Of Me (áudio abaixo) remete a um cabaret berlinense dos anos 1920 (como também faz Thiago Pethit), I Fly (vídeo baixo) é um jazzy punk pegado, com groove, melodia e harmonia totalmente excelentes, num resultado absolutamente contemporâneo. Se o show for como a estreia em São Paulo, a dupla deverá estar acompanhada por guitarrista e baterista.


Então, quem quiser o Beco virar Piano Bar neste finde, se liga: ingressos a R$ 25,00 com nome na lista e R$ 30,00 na hora.

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Bad CopWet Lips
Wet Lips
é um psycho rock pegado, nervoso, punk garageiro, e ainda assim pop. Os caras criaram túneis guitarrísticos sensorias e efeitos alucinágenos sobre uma bateria espancada com vontade. Massa. Como credenciais, citam influências de MC5, The Doors, Nirvana e Orchid. Os americanos do Bad Cop lançaram o disco Harvest the Beast em 2010 e preparam o lançamento de um split 7″ com a banda Turbo Fruits para breve. O líder do Bad Cop tem um dos nomes mais legais do rock: Adam Anyone. Olho nele.

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Refused - New Noise
A banda ‘industrial punk’ Refused, da Suécia, mandou essa pedrada ao vivo no Jimmy Fallon. Não perde!

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Echo LakeIn Dreams
O shoegaze encontra o dream pop no rock atmosférico do Echo Lake, descendente direto de My Bloody Valentine. In Dreams etá no disco Wild Peace, o mesmo da faixa Even The Blind (veja o clipe nas Tracks 42) .

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StarsHold On When You Get Love And Let Go When You Give It
A banda de Toronto, liderada pelos músicos Torquil Campbell e Chris Seligman, já lançou seis discos desde 2001, em geral bem recebidos pela crítica gringa. Mesmo assim, Stars nunca foi muito conhecido aqui no Brasil. Agora, eles preparam o lançamento do sétimo álbum, The North, para 04 de setembro. O single Hold On When You Get Love And Let Go When You Give It, um indie pop perfeitinho, foi liberado há alguns dias.

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Matt BoroffFilling In the Cracks
O músico Matt Boroff criou um western chapado de peyote, árido e ressecado. Em Filling In the Cracks, vagamos em um deserto escaldante sufocados pelo vento quente e pelo sol delirante. O músico austríaco, que mora nos Estados Unidos, acaba de lançar o EP de mesmo nome, com participação do músico Mark Lanegan.

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Raymond Byron And The White FreighterAllegiance
Southern rock experimental, com groove pulsante, mas discreto, e uma certa acidez folk alternativa nas guitarras. Muito bom. O som de Ray Raposa e sua banda Raymond Byron And The White Freighter está no disco Little Death Shaker, marcado para 04 de setembro.

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The TechnicolorsSweet Time
A banda americana liderada pelo guitarrista e vocalista Brennan Smiley é inspirada pelos grandes grupos do classic rock dos anos 70. Som sem firulas, sem rodeios. Sweet Time é o primeiro single do disco The Listener.

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Lana Del ReySummertime Sadness
Relação homoafetiva trágica no novo clipe da Lana. E segue a estética vintage da cantora, como em National Anthem, Video Games, Blue Jeans, Off To The Races e Kinda Outta Luck

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Eletrônica

KimbraSettle Down
A música Settle Down, da cantora Kimbra, rola há algum tempo nas interwebs, mas agora o som ganhou um clipe alternativo genial – o primeiro saiu faz tempo e nem é tão legal (veja) . A música também ganhou uma nova versão: virou um new R&B high-tech composto apenas com vocalizações e editado com drum machine e loops via iPad. A neozelandesa sobrepôs camadas de vozes sob efeitos dos maios variados. Ficou ótimo. No vídeo assinado por Christopher Barrett e Luke Taylor, do Us, Kimbra aparece em múltiplas versões de si mesma. A cantora de 22 anos lançou o disco Vows no mês passado nos Estados Unidos.

Kimbra: Settle Down (Live) on Nowness.com.

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Dan DeaconTrue Thrush
Dan Deacon é um cara massa! Ele e Ben O’Brien lançaram um dos melhores clipes do ano so far. Sabe telefone sem fio? É tipo assim! No vídeo, eles criaram uma cena que foi reproduzida por uma dupla, e por outra e outra e assim por diante. Tem umas pessoas que viajam horrores. É hilário. Must play.

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DeathfaceFountain Of Youth
O duo Deathface leva o heavy eletrônico ao extremo, unindo gabba, EBM, industrial e death metal para fazer um som dos infernos, deixando Sleigh Bells e até Crystal Castles quilômetros para trás. Na verdade, Deathface é como se Atari Teenage Riot e Aphex Twin fossem um só. Som para os fortes. A faixa é do novo EP From Beneath.

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Holy OtherHeld
Esse projeto eletrônico Holy Other, de Manchester, faz um som bem próximo ao de James Blake, misturando minimal beats a jazzy etéreo e reverberações eletrônicas, porém numa pegada um pouco mais veloz. Vale o play!

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Bloquinho Remix

We LoveEnd Of The Night (Audiojack Remix)
O duo britânico Audiojack liberou esse remix incrível para a faixa End Of The Night, do duo We Love, de Florença, a linda cidade italiana. O legal no som do Audiojack é que eles juntaram early 90′s tech house com um groove robótico beeeem 2012. Ficou ótimo.

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