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Resultados da pesquisa por "Mayer Hawthorne"

Entrevista: Mayer Hawthorne

26 de janeiro de 2012 0

Em 2011, Mayer Hawthorne até que tentou ganhar parte das atenções dedicadas à Amy Winehouse e Janelle Monáe durante a passagem dos três pelo Brasil no Summer Soul Festival, mas sua presença se fez discreta. Tendo como “concorrentes” a maior cantora dos anos 2000, Amy, que naquele verão tropical tentava restabelecer sua vida/carreira pouco antes de morrer, e Janelle, a nova promessa da música negra norte-americana, convenhamos, a tarefa era difícil.

O fato é que, se o destaque de Hawthorne na mídia foi pequeno, sua performance no evento em Florianópolis foi inversamente proporcional. Apesar do pouco alcance da voz ao vivo, o que desfavorece qualquer cantor branco de black music, o vocalista e músico de neo soul e new R&B deu um show de inspiração, liderança e presença de palco. Entertainer nato, ele esteve muitíssimo à vontade no papel de crooner de sua big band.

Em seu primeiro disco, A Strange Arrangement, Hawthorne chamou atenção pela facilidade com que compôs músicas claramente inspiradas pelos grandes clássicos do R&B e da soul music, mas ainda assim com algum toque contemporâneo, reforçado pela proximidade quem tem com o hip hop e o rap – e melhor, tudo isso excepcionalmente reproduzido e ampliado ao vivo pela sua incrível banda.

Na verdade, rap e hip hop foram o ponto de partida na carreira de Andrew Cohen, o verdadeiro nome de Hawthorne. O alter ego Mayer Howthorne somente existe porque Andrew foi, um dia, MC, DJ e produtor musical nerd-retrô dos coletivos Athletic Mic League e Now On. Com o tempo, foi fazendo música para poder samplear e reutilizar em faixas de hip hop. Até que Mayer Hawthorne tomou maiores proporções em sua vida. Se a história em si já é boa, sua música não fica atrás.

No segundo disco, How Do You Do, mais sólido e com participação de Snoop Dogg cantando (e não fazendo rap!) em Can’t Stop, Hawthorne volta ainda mais romântico e focado no R&B, amparado não apenas pela vitalidade existencial do soul, mas também pelo frescor da disco music. Como disse na entrevista abaixo, ele se inspirou em Barry White, mestre da mellow music, para compor o álbum:

– Ele era muito “sex music”. Quem está fazendo este tipo de música em 2012? Eu.

Leia e entrevista realizada por e-mail:

Sua música é claramente inspirada no R&B e na soul music dos anos 60 e 70, mas também tem conexões com rap hip hop. Quando você começou a misturar esses estilos e como isso aconteceu?
Rap foi o meu primeiro verdadeiro amor. Ainda escuto rap a toda hora. Mayer Hawthorne surgiu de fazer música para samplear e usar em hip-hop. É maluco porque agora se fechou um círculo em que produtores de hip-hop estão me sampleando.

Você também tem amigos skatistas, indie rockers, DJs… Você acha que sua música consegue atingir tanta gente diferente?
Minha única regra ao fazer música é que ela deve ser divertida. Diversão é universal. Todos querem se divertir.

Seu primeiro show no Brasil ocorreu há exato um ano, quando você,Janelle Monáe e Amy Winehouse se apresentaram no Summer Soul Festival. Muitas pessoas não sabiam o que esperar porque não conheciam sua música, mais ao fim do show boa parte do público pareceu ter gostado da sua música. O que você lebra dessa experiência?
Fomos a última banda a fazer turnê com Amy. Ele foi um doce, e sempre vou ser grato por aquele momento. Fiquei muito surpreso com a reação do público no Brasil. Foi muito positiva. Mal posso esperar para fazer festa aí de novo.

Vi seu show. Você é muito falante. Você é sempre assim no palco?
Hahaha. E tenho muito a dizer, eu acho!

Amy morreu alguns meses após o festival no Brasil. Ela foi uma influência para sua música? Você tem ídolos que influenciaram sua carreira?
Amy foi a maior voz de nossa geração, na minha opinião. Ela também entendia a importância da boa composição e ajudou a trazer isso de volta para a música popular. Ela abriu muitas portas para artistas como eu. Também tenho muita influência de Barry White. Ele era muito “sex music”. Quem está fazendo este tipo de música em 2012? Eu.

O que você está fazendo agora? Algum novo álbum?
Estou sempre trabalhando em novas músicas, mas o foco está em How Do You Do neste momento. Vou rodar o mundo e comer as melhores comidas!

E sobre seu show no Meca Festival? O que está planejando?
Estivemos trabalhando em um novo set especial. Não posso contar surpresas, mas certo que vai ser uma festa!


Mayer Hawthorne se apresenta no M/E/C/A Festival 2012, no dia 28 de janeiro em Xangri-lá, no litoral gaúcho, com The Rapture, CSS, Breakbot, Boy e Penguim Prison. O lance rola das 17h às 4h no Hotel Fazenda Pontal (RS-407, Km 2.5, Maquiné – Acesso Morro Alto/Capão). Ingressos: R$ 50,00 (primeiro lote) e R$ 70,00 (segundo). Saiba mais neste link.

Veja a programação completa do M/E/C/A:

17:00 Abertura dos portões (Juli Baldi + Fran Piovesan DJ set)
18:00 Wannabe Jalva
18:45 Pulp DJ set
19:15 Penguin Prison
20:15 Mycool decaDANCE DJ set
20:45 The Rapture
21:55 Voodoo DJ set
22:25 Mayer Hawthorne
23:35 Popismo DJ set
00:05 CSS
01:15 Neon DJ set
01:35 Breakbot
02:50 The Twelves
04:00 Encerramento

>>>>> Leia sobre o show de Mayer Hawthorne no Summer Soul Festival 2011

M/E/C/A/ Festival 2012 terá Rapture, CSS e Mayer Hawthorne

14 de dezembro de 2011 0

Atualizado dia 23/01, às 14h

O M/E/C/A/Festival anunciou shows de Rapture (foto acima), CSS, Mayer Hawthorne, Breakbot, Boy e Penguim Prison para a edição de 2012. O lance rola no dia 28 de janeiro em Xangri-lá, no litoral gaúcho.

Vai ser curioso ver CSS sem o principal compositor da banda, o megamaster produtor e instrumentista Adriano Cintra. Claro, Lovefoxxx é o rosto do Cansei de Ser Sexy, mas Adriano era a cabeça, a mente por trás de tudo. Depois de ter conferido uns três shows deles no passado, sendo cada um beeeeeeem diferente do outro (por diferentes motivos), é provável que eu (a gente) veja o combo em um momento de transição.

Já o Rapture, uma das bandas mais legais dos anos 2000, deverá fazer um show memorável. A fusão de new wave, funk, pós-punk e disco rock criada pelos caras é especial. Neste ano, eles lançaram o elogiado disco In the Grace of Your Love. Aposto agora: melhor show do M/E/C/A/ 2012!

E Mayer Hawthorne, o compositor branquelo nerd de voz fraca e som legal, deve surpreender, como ocorreu em Florianópolis durante o Summer Soul Festival, em janeiro deste ano. Mayer faz um neo-soul influenciado por indie, pop, Motown e hip hop. Em Floripa, com uma banda de apoio afiada, ele fez cover de Beautiful, de Snoop Dogg, e levantou a galera com seus maiores sucessos: Maybe so, maybe no e Just ain’t gonna work out.

Completam o line-up o produtor francês Breakbot (do selo EdBanger), Boy (duo alemão de carga dançante) e Penguim Prison (remixer de várias bandas artistas do indie global).

Os ingressos começam a ser vendidos a partir do dia 17 de dezembro, com preços variando entre R$ 50,00 e R$ 70,00. Veja a escalação de bandas:

17:00 Abertura dos portões (Juli Baldi + Fran Piovesan DJ set)
18:00 Wannabe Jalva
18:45 Pulp DJ set
19:15 Penguin Prison
20:15 Mycool decaDANCE DJ set
20:45 The Rapture
21:55 Voodoo DJ set
22:25 Mayer Hawthorne
23:35 Popismo DJ set
00:05 CSS
01:15 Neon DJ set
01:35 Breakbot
02:50 The Twelves
04:00 Encerramento

M/E/C/A/ Festival
Data: 28 de janeiro de 2012
Horário: das 17h às 4h.
Local: Hotel Fazenda Pontal, Praia de Xangri-lá, RS-407, Km 2.5, Maquiné – Acesso Morro Alto/Capão)
Ingressos: R$ 50,00 (primeiro lote) e R$ 70,00 (segundo)
Venda: Tow (na Complex, Av. Protásio Alves, 3839) e Tow In (na 24 de outubro, 484, e no BarraShoppingSul)
Mais infos: www.mecafestival.com.br

> Show do Cut Copy em POA lançou o M/E/C/A/ 2012

> Saiba como foi o M/E/C/A/ 2011 (Vampire Weekend, Two Door Cinema Club e mais)

Show do The Rapture define o M/E/C/A Festival 2012

30 de janeiro de 2012 6

Fotos: Rodrigo Esper

Atualizado às 12h30min

O show do Rapture foi o grande momento do M/E/C/A Festival 2012, realizado sábado passado em Xangri-lá, no litoral gaúcho. O pós-punk suingado da banda nova-iorquina foi tão marcante que acabou sobressaindo-se entre os outros grandes nomes da segunda edição do evento, como o CSS e Mayer Hawthorne. Já a banda norte-americana Penguin Prison surpreendeu apresentando um electro-pop-rock alternativo e orgânico.

The Rapture recria o pós-punk elaborando estruturas sonoras complexas a partir de linhas de guitarras cheias de groove, bateria suingada e teclados sintéticos que têm raiz no disco-funk setentista e no new wave dos 80. Em 1999, com o álbum Mirror, a banda praticamente alicerçou os fundamentos do disco-punk, gênero que viria a tomar conta de grande parte do cenário indie no início dos anos 2000. A aguda voz de Luke Jenner, que lembra a de Robert Smith em alguns momentos, ajuda a compor esse quadro peculiar que, ao vivo, ganha cores vívidas.

A banda foi econômica na duração do show no M/E/C/A, mas esbanjou em termos de qualidade musical. A afinação perfeita, a execução excepcional das composições e o comprometimento total dos músicos com a apresentação eram evidentes. Se por um lado houve pouco contato direto com a plateia, por outro a banda mostrou completo respeito pelo público ao exibir um repertório composto por algumas das faixas mais importantes do mundinho independente neste início de milênio.

Entre os grandes momentos do show estiveram o início, com o balanço de In the Grace of Your Love, a épica Sail Away, e duas dobradinhas legais. Uma delas foi Whoo! Alright Yeah… Uh Huh, com clima psycho-disco baseado em groove de guitarra e em agogô, instrumento que fez a ligação direta da faixa com o super hino indie House of Jealous Lovers, absolutamente genial ao vivo (veja acima). A outra dobradinha foi Olio (o primeiro hit da banda, do disco de estreia, Mirror) + Come Back to Me, a ótima faixa de alma marselhesa (meio francesa, meio grega), que está no último disco da banda.

Já as meninas do CSS mostraram que sobrevivem muito bem no palco sem o mentor Adriano Cintra. Mataram a pau reproduzindo com diversão, energia e muito peso várias das loucurinhas irônicas que gravaram e lançaram nos seus três discos desde 2006 – o cru, sujo e vital Cansei de Ser Sexy, o genérico e difuso Donkey e o elaborado La Liberación. Foi um show muito rock, com um senso artsy punk bem pegado e muito mais acentuado do que o de outras três apresentações da banda que vi no passado.

Lovefoxxx, Ana Rezende, Luiza Sá e Carol Parra (mais baterista e baixista de apoio) se superaram em faixas antigas como Art Bitch, Bezzi, Let’s Reggae All Night, Left Behind, Off the Hook e em novas composições, tipo La Liberación, I Love You (ótima ao vivo!), City Grrrl, Hits Me like a Rock. A-La-La, uma das melhores músicas feitas nos anos 2000, foi o ponto alto. Senti falta de outras duas clássicas do disco debut: as bizarras Meeting Paris Hilton e Ódio, ódio, ódio, Sorry, C., faixas que remetem à pré-história electro rock do CSS. O teste de palco sem Adriano Cintra foi superado facilmente. Agora, é esperar o próximo disco e ver como as garotas se saem em estúdio sem ele.

Mayer Hawthorne, que costuma fazer shows suingados, privilegiando o groove e a harmonia das composições dos discos A Strange Arrangement e How Do You Do, pode ter se sentido prejudicado por um deslize de escalação e pelo som baixo. Hawthorne se apresentou depois do Rapture, quando o ideal seria antes, já que a banda nova-iorquina tem um espetáculo claramente mais agitado e dançante do que o dele.

Sendo assim, Hawthorne e banda tiveram que se acomodar entre uma plateia ainda eletrizada pelo grupo liderado por Luke Jenner. Apesar disso, o neo soul atenuante do músico norte-americano não teve dificuldades para encontrar espaço entre o público. O carisma do cantor e o poder das músicas interpretadas pela sua sempre afiada banda foram suficientes para domar a audiência. Apesar da boa qualidade geral do show, a apresentação foi linear e não chegou a ser marcante. Leia entrevista com Hawthorne aqui.

Bem ao contrário de Penguin Prison, banda de electro-pop-rock alternativo do novato produtor , instrumentista e vocalista Chris Glover. No palco, os músicos surpreenderam ao apostar em altas doses de groove criadas por guitarra, baixo e teclado. Sendo uma das duas bandas de abertura o festival, o grupo tocou para pouca gente – assim como Wannabe Jalva, que peguei já no final. Depois de um início lento, o show do Penguin Prison pegou ritmo e foi melhorando gradativa e consideravelmente. O ponto máximo foi com o excelente cover de Blue Jeans, de Lana Del Rey. Não vi Breakbot nem The Twelves.

O M/E/C/A Festival 2012 acabou definido não só pelo poder sonoro do Rapture, apesar da explosiva apresentação do CSS e do show revelador do Penguin Prison, mas também pela boa qualidade sonora. O novo local, uma espécie de anfiteatro natural dentro de uma fazenda, garantiu uma boa acústica para os shows.

>>>>> Mais The Rapture
>>>>> Mais CSS
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>>>>> M/E/C/A Festival 2011

>>>>> Mais M/E/C/A Festival

Tracks Volume #30

27 de janeiro de 2012 0

Cloud NothingsNo Future/No Past
Agonia é uma boa palavra pra descrever a sensação que gera o incrível clipe da música No Future/No Past, da banda Cloud Nothings. A passagem pela qual passa o personagem do filme é poeticamente elaborada pelo diretor John Ryan Manning. A faixa começa tranquila, num ótimo duelo triplo de guitarra, bateria e vocal, até que ganha proporções guitarrísticas épicas. A banda Cloud Nothings você conheceu nas Tracks 29 com a ótima No Sentiment.

Cloud Nothings – “No Future / No Past” Official Video from Urban Outfitters on Vimeo.

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HospitalityFriends Of Friends
Sen-sa-cio-nal essa faixa indie-pop do trio norte-americano Hospitality, composto por Amber Papini (vocal, guitarra, piano), Nathan Michel (bateria, flauta, harmônica) e Brian Betancourt (baixo, vocal). Destaque para a letra esperta, pra guitarra simples e cortante e para a bateria indie jazzy free style. O disco de estreia sai no dia 31 de janeiro.

Hospitality – “Friends Of Friends” from stereogum on Vimeo.

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Wet NunsHeavens Below
Trashy, heavy e rocky. Precisa de algo mais pra ser bom? NÃO! O exato meio termo entre os lances pesados do Foo Fighters e os sons mais leves do Mastodon, tudo com guitarras que podem te fazer lembrar de Queens of the Stone Age.

Heavens Below by Wet Nuns

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Sleigh BellsComeback Kid
O heavy-electrorock Comeback Kid, de guitarras cortantes sobre drum machine, você já escutou nas Tracks 29. Agora saiu o clipe, numa vibe oitentista.

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Arctic MonkeysYou and I [ft. Richard Hawley]
Lançado há alguns dias, o novo clipe do Arctic Monkeys segue a linha road dos anteriores.

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Wilco & PopeyeDawned On Me
OMG! Wilco, Popeye, Olívia, Brutus e toda galera juntos!

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We Have BandWhere Are Your People?
O vídeo de Where Are Your People?, dirigido Alex Turvey para We Have Band, foi inspirado no filme cult The Holy Mountain, lançado por Alejandro Jodorowsky em 1973. É kitsch e enigmático, por isso é também o clipe WTF! da semana. A faixa está no disco Ternion, que teve o streaming liberado.

We Have Band – Where Are Your People? (Official… por naiverecords

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Museum MouthBlood Mountain
Garage rock sujo e cru, soterrado por camadas de guitarra e bateria convulcionadas. A faixa está no novo disco do trio, Sexy But Not Happy.

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Die AntwoordTen$ion trailer
Bizarro OMG! WTF! mutha fucka fucking shit o teaser do novo disco do Die Antwoord, Ten$ion. Very very sick! Goste você ou não, o grupo de rap-rave sul-africano tem personalidade. O álbum sai dia 07 de fevereiro. Você conheceu Die Antwoord nas Tracks 20.

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JusticeOn’n’On
Extraordinário este vídeo de On’n’On, do Justice. Tipo Islands, do The xx, encontrando Seven Nation Army na estética neo-new-age inaugurada por MGMT em Time To Pretend e levada adiante pelo proprio Justice em Civilization. Nota 10. Do novo Justice, além de Civilization, você já tinha conferido o clipe de Audio, Video, Disco aqui

Veja um remix de On’n’On no bloquinho abaixo.

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Miike SnowPaddling Out e Black Tin Box
Miike Snow se joga no dance pop dos anos 90, abusando de beats for the floor e de teclados house em Paddling Out. A faixa, lançada há dias, podia ter sido escrita em 1992. Se Devil’s Work, do novo disco, é um som pras pistas de show, Paddling Out foi feita pras pistas de dança. E nesta semana, a banda lançou Black Tin Box, uma faixa bem mais introvertida, entre o trip hop viajandão e o indie eletrônico cabeça. Muito boa.

Ouça Black Tin Box aqui

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The DrumRun You
Som completamente fora dos padrões, quando o trip hop encontra o drum’n’bass o IDM.

Run You by THE-DRUM

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Ernest GonzalesThe Voice of Fate (I ♥ You)
A projeção mapeada no apartamento que serve de cenário para o clipe da música The Voice of Fate (I ♥ You), de Ernest Gonzales, é legal, mas não chega nem perto do absurdo vídeo criado para a faixa Dandelion, de Stay+. The Voice of Fate (I ♥ You) é um chill-in eletrônico ok, sem muita personalidade.

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The InternetFastlane
Versão teen de Bonnie and Clyde (ou Mickey and Mallory) neste clipe altamente controverso dirigido por Matt Alonzo. O vídeo tem citação a Pulp Fiction na cena do restaurante. A excelente faixa, um new R&B aditivado por hip hop beats, está no disco Purple Naked Ladies, que você pode escutar aqui.

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Bloquinho remix

JusticeOn’n’On (Rick Rubin Remix)
A original você escutou (e viu o clipe) acima. Agora, o remix cheio de groove de Rick Rubin.

JUSTICE “ON’N’ON” RUINED BY RICK RUBIN by edbangerrecords

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Mayer HawthorneA Long Time (Chromeo Remix)
Chromeo reformulou A Long Time, do Mayer Hawthorne, mas não arriscou em nada. Criou um electro disco pop oitentista genérico. Já que o cara toca aqui neste finde (leia entrevista com ele), #ficadica.

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Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29

Resultado promoção M/E/C/A Festival 2012

23 de janeiro de 2012 0

Já saiu o resultado da promoção do Volume pro M/E/C/A Festival 2012. Virgilio Moraes Migliavacca e Thuanny Baretta ganharam, cada um, um ingresso para o evento. Clique aqui para saber mais.

A entrega dos bilhetes rola no dia do evento (28/01/2012), na bilheteria do festival, mediante apresentação de um documento oficial de identificação (RG ou CNH). O M/E/C/A será realizado no Hotel Fazenda Pontal (Praia de Xangri-lá, RS-407, Km 2.5, Maquiné – Acesso Morro Alto/Capão). O custo com deslocamento será arcado exclusivamente pelo vencedor.

E saiu a escalação das bandas:

17:00 Abertura dos portões (Juli Baldi + Fran Piovesan DJ set)
18:00 Wannabe Jalva
18:45 Pulp DJ set
19:15 Penguin Prison
20:15 Mycool decaDANCE DJ set
20:45 The Rapture
21:55 Voodoo DJ set
22:25 Mayer Hawthorne
23:35 Popismo DJ set
00:05 CSS
01:15 Neon DJ set
01:35 Breakbot
02:50 The Twelves
04:00 Encerramento

>>>>> Mais M/E/C/A Festival
>>>>> Site oficial

Calendário de shows atualizado

16 de janeiro de 2012 0

Atualizado dia 01/02, 15h

O calendário de shows indicados pelo Volume em 2012 foi atualizado com Morrissey (UK); M/E/C/A/ Festival [The Rapture (EUA), CSS (Brasil), Mayer Hawthorne (EUA), Breakbot (França), Boy (Alemanha) e Penguim Prison (EUA)]; Roger Waters (UK); Buddy Guy (EUA); Howler (EUA); Sister Of Mercy (UK); Concrete Blonde (EUA); Iced Earth (EUA); Exhumed (EUA) + Aborthed (Bélgica); Tonho Crocco; Tributo a Tom, Chico e Vinícius; Wander Wildner + Jimi Joe; Pedro Verissimo; Rock Rocket; Diego Medina e Os Anais; Karina Buhr, Los Hermanos, Frank Jorge e Mato Seco.

Amy cantou, mas Janelle deu show

10 de janeiro de 2011 3

O primeiro show da turnê de volta de Amy Winehouse, em Florianópolis, no sábado passado, foi esclarecedor: a soul woman mais rocker do mundo está cantando novamente. Após noites vexatórias na Europa e no Caribe, Amy provou que recuperou a voz – e que segue terrível, diga-se. Começou bem, esfriou, se perdeu, parou de cantar e depois encerrou a noite em alta, como no início.

Em uma apresentação de pouco mais de uma hora, a britânica mostrou seu timbre potente, rico e grave, calcado em emoção à flor da pele, como ocorre com verdadeiros artistas. Porém, escolheu um repertório irregular, no qual baladas muito intimistas abalaram sucessos inquestionáveis e colocaram em risco (mas não destruíram) o desempenho geral do espetáculo. Well, you know she’s no good

Ao que parece, o set foi sendo definido aos poucos, em cima do palco, em conversas com músicos e backing vocals. O grupo foi moldando a noite ao sabor dos acontecimentos, sem roteiro determinado. Deixando de lado parte das músicas mais intensas do espectro ska de sua carreira, que seriam perfeitas para o encerramento de um festival como o Summer Soul, Amy pontuou a noite com canções românticas muito lentas (como Some unholy war e Love is a loosing game), que caberiam melhor em um show para poucos em algum cabaré enfumaçado regado a vodka. Um evento para cerca de 10 mil pessoas exige menos introspecção e mais vigor.

Seja como for, poucas coisas na música hoje são mais importantes do que ver Amy cantando ao vivo. Principalmente quando há uma trinca de abertura como Just friends, Back to black e Tears dry on their own. Em certo momento, Amy passou o comando para o backing Zalon cantar Everybody here wants you (de Jeff Buckley) e What’s a man going to do. Ficou acompanhando tudo sentada no tablado da bateria. Medo… Zalon cantaria mais alguma com sua incrível voz? Por sorte não. Amy retornou ao microfone. Rolou um cover de Boulevard of broken dreams, de Tony Bennett. Do disco Frank, ouvimos I heard love is blind. Finalizou com Rehab, I’m no good, Me and Mr. Jones, You’re wondering now e Valerie. Faltas graves? Pelo menos duas: Fuck Me Pumps e Little Rich Girl.

Amy não falou muito durante o show. Ela é assim. Não estava lá para animar plateia. Veio até o Brasil para cantar. E cantou só o que preferiu. Confirmou que faz o que quer quando quer. E o resto que se f***. Provou que é diva. E divas não falam. Cantam.

Janelle deu show

Janelle Monáe é uma menina maluquinha. Híbrido de James Brown, Grace Jones e Michael Jackson criança, a superativa e doce Janelle roubou a cena com uma força quase comparável à que Arcade Fire teve para destruir Strokes no show em Porto Alegre em 2005.

Elétrica, cantou com clareza as letras verborrágicas de suas canções. E cantou com os olhos, expressiva. Desempenhou coreografias pré-determinadas, mas também improvisou. Fez uma entrada teatral, dançou moonwalk (de Jackson), homenageou Brown cenograficamente e pintou um quadro durante a apresentação. E o mais incrível é que essa overdose cênica, que segue o padrão conceitual do disco The ArchAndroid, não ofuscou o poder da voz de Janelle, evidente em canções como Dance or die, Locke inside, Cold war e Tightrope.

Janelle veio ao país hypada, mas sob a sombra de Amy. Mesmo assim, mostrou que não temia o gigantismo da britânica, passando por cima da tarefa de show de abertura como um trator. Assim como Winehouse, não falou muito com o público. Bom, você sabe. As divas não falam, cantam.

Mayer Hawthorne quem?

Esse sim falou com o público. Muito. A toda hora. Foi correspondido em alguns momentos, mas a verdade é que pouca gente realmente sabia quem ele era.

E quem é Mayer? É um branquelo nerd e elegante de voz fraca que faz neo-soul com influências do pop, da Motown e do hip hop. Tipo um Rivers Cuomo soul. Gostosas, b-boys, skatistas e DJs se espalham pelos seus clipes. Covers de M.I.A. e Snoop Dogg são comuns em seus shows.

Em Floripa, ele revisitou Beautiful, do rapper norte-americano. De autoria própria, rolaram Easy lovin, Make her mine e as mais conhecidas Maybe so, maybe no e Just ain’t gonna work out, entre outras.

O show foi praticamente perfeito, apesar do pouco alcance da voz de Mayer ao vivo. Acompanhado por músicos de primeira, o cantor fez uma ótima apresentação para aquecer a plateia para o que viria depois.

No geral, o Summer Soul Festival teve boa escolha de artistas, grandes performances e a promessa de que Amy tenha inaugurado uma nova fase musical – o que não significa uma nova personalidade.

Site de Amy Winehouse confirma shows no Brasil

19 de novembro de 2010 3

Depois dos rumores e do OK da produtora nacional, agora foi o site oficial de Amy Winehouse que confirmou quatro shows no Brasil em janeiro. Florianópolis dia 08, Rio dia 11, Recife dia 13 e São Paulo dia 15.

A venda de ingressos para o show em Floripa começa na próxima segunda-feira, dia 22. Ainda não foram confirmados os valores dos ingressos. A venda será feita pelo site Live Pass e pelo call center 4003-1527, com custo de ligação local.

A apresentação de Amy em Floripa faz parte do Summer Soul Festival 2011 e será realizada no Stage Music Park, em Jurerê (SC 402 – Rod. Maurício Sirotsky Sobrino s/n
Km 1,5). A cantora Janelle Monáe e o cantor, compositor, DJ e multi-instrumentista Mayer Hawthorne também participam do evento.

Os shows são os primeiros desde 2008. No início de outubro, ela fez um pocket para 150 pessoas no Hawley Arms Pub, em Londres, quando tocou músicas inéditas. Em novembro, vazou na rede uma nova versão para It’s My Party, gravada originalmente em 1963 por Leslie Gore. A regravação faz parte de um tributo ao lendário produtor Quincy Jones.

Janelle Monae e Mayer Hawthorne farão a abertura para Amy.

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