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Resultados da pesquisa por "Mogwai"

Ouça a nova do Mogwai

20 de janeiro de 2011 2

Já está online San Pedro, a nova música do Mogwai que estará em Hardcore Will Never Die, But You Will. Guitarreira nerd pra quem curte. O sétimo disco da banda pós-rock será lançado no dia 14 de fevereiro.

As músicas são:

White Noise

Mexican Grand Prix

Rano Pano

Death Rays

San Pedro

Letters To The Metro

George Square Thatcher Death Party

How To Be A Werewolf

Too Raging To Cheers

You’re Lionel Richie


Mogwai libera trailer de filme sobre show em NY

11 de novembro de 2009 2

Mogwai acaba de liberar um trailer do concert movie Burning, que registra três noites de shows dos escoceses no Brooklyn, em Nova York. Massa!

O filme de Vincent Moon e Nat Le Scouarnec será lançado no Copenhagen International Documentary Festival no dia 13 de novembro.

Play it loud: 

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E por falar em filme, já viu 2012? Acho que não né… estreia nesta sexta. Conferi hoje em uma cabine de imprensa aqui em POA. É igual a O Dia Depois de Amanhã (o diretor é o mesmo, Roland Emmerich), mas muito mais longo, muito mais cheio de efeitos especiais, muito mais piegas, muito mais megalomaníaco e muito mais globalizado. Porém, um pouco menos politicamente correto, o que é bom. Só não espere algo totalmente inovador neste sentido, afinal estamos falando de Hollywood.

O melhor do filme? Bom, fora os efeitos (sensacionais) eu diria que o ponto alto é mesmo Woody Harrelson, no papel de um radialista pirata e malucão que narra o fim do mundo de camarote. O cara tá em grande fase! Aliás, ele só não roubou a cena em Zombieland (já viu? tá por ae há tempos…) por que um certo Bill Murray estava no caminho.

Postado por Danilo Fantinel

Mogwai prepara novo EP

30 de maio de 2008 3


Os escoceses anunciaram que seu novo EP, Batcat, terá uma faixa gravada em parceria com o músico psicodélico mucho loco Roky Erickson. O cara fará o vocal na música Devil Rides.

O EP será lançado dia 8 de setembro em CD, vinil e também estará disponível para downloads. As outras faixas são a própria Batcat e Stupid Prick Gets Chased By The Police And Loses His Slut Girlfriend. Depois, ali pelo dia 22, a banda lançará o novo álbum The Hawk Is Howling.

Mogwai é uma das minhas bandas preferidas. O pós-rock deles acaba comigo! Muito bom! Os caras conseguem elaborar músicas capazes de variar entre tempestades sonoras alucinantes e calmarias instrumentais delicadas em questão de segundos. O último disco deles foi Mr Beast (2006).

Postado por Danilo Fantinel

Tracks Volume #50

27 de julho de 2012 0

SwansThe Apostate
A veterana banda de pós-punk/noise Swans, de NY, liberou um teaser do DVD gravado ao vivo que estará na edição especial do novo disco The Seer, marcado para 28 de agosto. Nas imagens abaixo, um trecho apocalíptico da faixa The Apostate, que ao vivo tem 23 minutes de microfonias, distorções e melodia catártica. Desde 1983, a banda já lançou mais de 15 discos. Eles deram um tempo em 1997 e voltaram em 2010 com o disco My Father Will Guide Me Up a Rope to the Sky. O líder, guitarrista, vocalista e compositor Michael Gira disse que The Seer terá 11 faixas e 2 horas de duração! A cantora Karen O, do Yeah Yeah Yeahs é uma das convidadas.

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Title FightHead In The Ceiling Fan
Descendente do Swans, mas também de Mogwai, Explosions in the Sky, Tortoise… a banda Title Fight liberou o vídeo desse pós-rock melancólico, metálico e belo. A estreia rolou em 2011, com o disco Shed. A faixa Head In The Ceiling Fan está no novo álbum, Floral Green, que sai no outono gringo.

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The BabiesMoonlight Mile
Moonlight Mile é um garage rock de guitarras metálicas com bateria incessante e pegada pop sessentista. Há um psicodelismo, mas distante de clichês do estilo. A banda do Brooklyn libera o single 7″ em breve.

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Tame ImpalaElephant
Depois de liberar um teaser sobre o novo disco e o áudio da faixa Apocalypse Dreams, o Tame Impala lançou o single Elephant. Space rock psicodélico com guitarras heavy hipnóticas, como já era esperado. Muito bom! O disco Lonerism sai no dia 9 de outubro.

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SolosCarpe Diem
O duo formado por Spencer Seim e Aaron Ross liberou esse rock psicodélico garageiro e experimental com bateria convulcionada e guitarra veloz. Há um certo humor no som, que está no disco Beast Of Both Worlds, marcado para 11 de setembro.

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The Flaming Lips and Heady Fwends
Está online o disco The Flaming Lips and Heady Fwends, lançado no Record Store Day deste ano em formato duplo reunindo parcerias com Nick Cave, Lightning Bolt, Bon Iver, Chris Martin, Tame Impala, Yoko Ono, Erykah Badu, Neon Indian, Ke$ha, Prefuse 73 e a banda cult Lightning Bolt (na balada psicotrópica I’m Working at NASA on Acid, veja o clipe). Você também viu o vídeo psycho-erótico do Flaming Lips com New Fumes para a faixa Girl, You’re So Weird nas Tracks 39.

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Wild CubStraight No Turns
Indie rock com levada disco-funk? Mais ou menos por aí…

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The Mountain GoatsCry For Judas
A banda The Mountain Goats liberou Cry For Judas, um rock tradicional adornado por trompete que está no disco Transcendental Youth, marcado para 02 de outubro.

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POND Moth Wings
O clipe WTF! da semana, óbvio, vai pra essa coisa bizarra do POND. Mas Moth Wings, faixa da banda que é projeto paralelo do Tame Impala, é legal.

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Blonds - Time
Lindíssima balada indie, com bateria cadenciada, guitarras contemplativas, vocal de veludo e climinha sinfônico. O duo Blonds tá podendo! O disco The Bad Ones sai no dia 07 de agosto.

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Beach HouseWishes
Wishes ao vivo, no Late Night With Jimmy Fallon, ficou incrível. Delicadeza pop.

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Beck - Sound Shapes
Saiu há dias um vídeo sobre o game Sound Shapes com trechos de Cities, uma das três faixas do Beck para o jogo. As outras são Touch the People e Spiral Staircase. No vídeo, Steve Wilson, do coletivo de arte Pyramid Attack, fala sobre a criação de personagens a partir das músicas compostas pelo norte-americano. Saiba mais sobre o game para PlayStation 3 e PlayStation Vita aqui

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Nirvana - Heart-Shaped Box (Lana Del Rey cover)
Lana surpreendeu o público de seu show de ontem no Enmore Theater, em Sydney, ao fazer um cover Heart-Shaped Box, do Nirvana. Arriscado, hein? O resultado? Ela amaciou a música, que segue de partir o coração. Mas o som ficou bem meloso. Fãs do Nirvana vão odiar!

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Eletrônica

Le1fWut
O Le1f é provavelmente uma das grandes surpresas do ano até agora. Em Wut, o MC gay manda ver um rap afro-american com acento grave, pesadas doses de humor, afetação e carga sexual. À base de electro underground hip hop, Miami bass e funk carioca, o rapper sintetiza MC Hammer, Tricky, Grace Jones, Nicki Minaj, Santigold, M.I.A. , Azealia Banks e Diplo. O som é ótimo e a direção do clipe abusado é de Sam Jones.

O mixtape de estreia, Dark Yorkd, é bem mais experimental. Faz uma linha mais left-field hip hop, experimental, com boas trilhas inspiradas por indie electronic e 2step underground.

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Crystal CastlesPlague
Saiu nesta semana a versão oficial do novo single do Crystal Castles. Como sempre, os canadenses mandaram bem. Dark synthns etéreos, sufocantes, from hell. Você escutou uma versão ao vivo de Plague, um pouco mais pesada, nas Tracks 45, em junho. Naquela época, a gente ainda não sabia o nome do som. A faixa estará no próximo álbum do duo, ainda sem nome e data.

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SSIONFeelz Good Forever
O performático SSION já lançou vários vídeos malucos, sempre com estética forte marcada por passadismo kitsch new wave, ironia bizarra e paródia gay andrógena. No clipe de Feelz Good Forever, efeitos primários de edição e composição de imagens em altíssima velocidade enquadram uma faixa disco-punk maneraça. O som alterna momentos calmos e sufocantemente etéreos com beats sujos e pesados. A trilha delirante contrasta bem com o vocal afetado do cantor. A faixa está disco BENT. Epiléticos, mantenham distância!

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SBTRKTGloss
Nesta curta faixa, SBTRKT (aka Aaron Jerome) desconstrói o jungle ao sequenciar beats quebrados em baixa rotação com apoio de percussão sintética, como no caso do xilofone.

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Bloquinho Remix

Birdy Nam NamGoin’ In (Skrillex “Goin’ Hard” Mix)
Skrillex turbinou Goin’ In, do Birdy Nam Nam, injetando dubstep testosteronizado no som. Ficou Goin’ Hard! Matou a pau!

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Nine Inch NailsSurvivalism (Deadmau5 remix)
Deadmau5 baixou o tom e deu groove ao industrial rock Survivalism, lançado pelo Nine Inch Nails no álbum Year Zero em 2007. A faixa ainda está pesada, mas ganhou um novo sentido.

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The xxAngels (Mirrors remix)
A delicada Angels, do xx, ganhou uma versão um pouquinho diferente no remix de Mirrors. Ouça a original aqui.

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Tomas BarfodDon’t Understand (Abstraxion Remix)
Há algo trance no remix do Abstraxion para a faixa Don’t Understand, de Tomas Barfod. Tipo loops transcendentais constantes de beats e vocais em direção ao cosmo químico. Mas tá mais pra bedroom electronic do que para as pistas. É, o gênero mais popular (pra playboylândia) e o mais rejeitado (pelo hypeland) do mundinho eletrônico também tem coisa boa.

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Noel Gallagher’s High Flying BirdsAKA…What A Life! (The Amorphous Androgynous Remix)
Esse remix over extended do Amorphous Androgynous saiu faz tempo. Simplesmente esqueci de postar. Talvez porque seja meio palha. O som está no single Everybody’s On The Run. Você já tinha escutado um remix do Amorphous para a faixa Shoot a hole into the Sun em fevereiro.


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Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29, #30
Tracks: #31, #32, #33, #34, #35, #36, #37, #38, #39, #40
Tracks: #41, #42, #43, #44, #45, #46, #47, #48, #49

Tracks Volume #44

15 de junho de 2012 0

MoonfaceFaraway Lightning
A epopéia sonora Faraway Lightning, do Moonface, é grandiosa, eloquente, orquestrada, dramática, dolorida e incrivelmente linda. Com uma tensão delicada, a música nos deixa em suspenso enquanto se desenrola. Moonface é na verdade o músico Spencer Krug, que se juntou à banda finlandesa de krautrock Siinai para lançar o disco With Siinai: Heartbreaking Bravery, de onde saiu o single Faraway Lightning. A faixa ganhou esse incrível clipe de animação, com uma história mítica na qual nosso heroi parte em uma jornada com o coração aos pedaços. A direção é de Marsha Balaeva.

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dEUSQuatre Mains
A banda belga de indie rock experimental volta com o excelente single Quatre Mains, um progressivo jazzístico com bateria quente, contrabaixo pulsante, guitarra climática e teremim misterioso. O clipe é um thriller. A faixa está no disco Following Sea, que sai agora, poucos meses depois de Keep You Close, lançado em outubro de 2011.

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Mac DeMarcoEuropean Vegas
Eu curti esse alt-country do Mac DeMarco, do EP Rock and Roll Nightclub, mas o clipe rodou truncado três vezes. Desisti.

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Post TeensTurn Down The Teen Rebellion
Um minuto supersônico de garage rock pancada com veia punk da banda Post Teens, da Flórida. Turn Down That Teen Rebellion está no EP The Heat que, ao que consta, foi mesmo gravado em uma garagem.

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HaciendaDon’t Keep Me Waiting
O rock tradicional Don’t Keep Me Waiting, da banda Hacienda, está no álbum Shakedown, produzido por Dan Auerbach, do Black Keys. Som sem firulas, mas com um senso bluesy. O disco sai no dia 19 de junho.

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Willie NelsonJust Breathe
A lenda country canta a já clássica Just Breathe, do Pearl Jam, com seu filho Lukas. Genial. Faixa do disco Heroes.

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HuskyHistory’s Door
Piano e bateria conduzem esse indie folk melódico e bacana da banda Husky, de Melbourne. A faixa é do disco Forever So.

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Grass WidowGoldilocks Zone
The Shaggs encontra Stereolab no universo spaced-out surf do Man or Astro Man? Tri.

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Mystery JetsGreatest Hits
O Britpop voltou mais Beatles do que nunca.

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Mathieu SantosNorthern Mentality
Esse clipe surrealista new wave do Mathieu Santos, baixista da banda Ra Ra Riot, é muuuuuuito legal! Me sugere uma síntese estética da inventividade kitsch dos antigos vídeos do Peter Gabriel com o nonsense visual do Devo e a ironia icônica do Deee Lite. Pode não ser nada disso, mas uma coisa é certa: o som é ótimo! Indie rock popzinho manero.

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Ladder DevilsPyramid
Rock pegado, pós-hardcore, de alma indie autoral. A banda Ladder Devils, da Filadélfia, lança o disco debut, Nowhere Plans, no próximo dia 26.

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The PausesDon’t Wake Me Up
Típico rock alternativo inspirado pelo indie rock norte-americano noventista de guitar bands como Pavement, Guided by Voices, Grandaddy, Sebadoh

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Heavy CreamThe Jam
O garage rock das meninas do Heavy Cream tem uma pegada punk com veia riot grrrrrl incondicional. Guitarras metálicas, eletrificadas, cortantes e constantes perfuram seu ouvido. E o vocal ácido, rasgado e viciante de Jessica detroi o que sobrou de você. Muito bom! A faixa da banda de Nashville, que está no disco Super Treatment, foi produzida por Ty Segall. Você conheceu ele nas Tracks 24 e 43.

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JapandroidsThe House That Heaven Built
Ve-lo-ci-da-de. Japandroids matando a pau ao vivo no Fallon.

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HorsebackAhriman
Metal das cavernas, desacelerado, meio psicodélico e químico. É como se o Alice in Chains tocasse death metal em baixíssima rotação inspirado pelo Mogwai e com slow vocal from hell do vocalista gutural Jenks Miller. Tipo isso, sabe? A faixa está no disco Half Blood, debut da banda.

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Ariel Pink’s Haunted GraffitiBaby
Ariel Pink e sua banda Haunted Graffiti liberaram esse easy listening lo-fi romântico, que estará no novo dico Mature Themes, marcado para 21 de agosto. Baby é um cover da faixa que o obscuro duo soul Donnie and Joe Emerson lançou em 1979.

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Dent MayHome Groan
Clipe WTF! da semana.

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LCD SoundsystemShut Up and Play The Hits
O filme Shut Up and Play the Hits registra o último show do LCD Soundsystem, em abril do ano passado, no Madison Square Garden. A estreia será no dia 18 de julho nos Estados Unidos. O LCD tocou em Porto Alegre em fevereiro de 2011.

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Eletrônica

Duke DumontStreet Walker (Alternative Version)
Maneraço esse electro maximal house do Duke Dumont. Se você parar para pensar (…escutar) verá que não tem nada de realmente novo. Mas é totalmente excelente! O som tem uma alma groove muito forte. Ao mesmo tempo, faz lembrar o techno, o tribal e o tech house que bombavam nas primeiras raves de Porto Alegre, entre 1993 e 1995. Como pode uma única música ativar tantas referências?

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WaMoo PapezElise
O projeto WaMoo Papez é capitaneado pelo produtor de left-field hip-hop norte-americano Juan Alvarez. O cara tem amplas referências musicais, indo do hip-hop puro ao dubstep, passando por IDM, shoegaze e dream pop. A instrumental Elise, jazzy climática e elegante, está no disco We Float, seu quarto álbum. Vale muito o play!

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UnmapEtude No.3 (Waiting)
O produtor eletrônico Unmap é da Nova Zelândia, e segue uma linha autoral muito parecida com a de WaMoo Papez (acima), embora a faixa Etude No.3 (Waiting) seja mais focalizada no new R’n’B eletrônico.

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CocoRosieWe Are On Fire
O som das irmãs Sierra e Bianca Casady, uma bruxaria jazzy eletrônica meio trip-hop, meio dream pop, você escutou nas Tracks 42. Algo entre o triângulo Cocteau Twins-Portishead-Moloko. Há dias, saiu esse clipe rebuscado. Muito bom.

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Die AntwoordBaby’s On Fire
A banda de rap-rave sul-africana Die Antwoord baixa o tom da bizarrice trash, mas ainda aposta no humor erotizado kitsch no clipe de Baby’s On Fire. No vídeo abaixo, Yo-Landi e Ninja são irmãos. E as cenas de carro são massa. Só perdem pro extraordinário clipe de Bad Girls, da M.I.A. (veja nas Tracks 31). Tem mais Die Antwoord em várias Tracks do Volume. Sugiro os clipes de Fok Julle Naaiers e I FINK U FREEKY.

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FURKnots
Sexy disco beats com clipe hipnótico.

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GalantisTank
Os electro breaks de Galantis não são muito inovadores, mas sem dúvida têm punch pra pista. A primeira parte é bem groove e a segunda, uma espécie de techno trance hipnótico festivo. A faixa Tank, de Galantis, foi lançada em um EP do Robotberget, selo de Chris Karlsson e Pontus Winnberg, os caras que ao lado de Andrew Wyatt foram o trio sueco Miike Snow.

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K.FlayLife = Trap
O som de K.Flay se ergue a partir da eletrônica, tendo como base batidas quebradas de um d’n’b meio IDM, meio left-field hip-hop e teclados cheios de efeitos sintéticos. Mas a postura da artista está mais bem posicionada entre a atitude rock e a alma hip-hop. Em Life = Trap, K.Flay diz que sampleou a faixa Life/Trap, do Elite Gymnastics, que você ouviu nas Tracks 42.

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Dan DeaconLots
Extraordinária eletro-ópera suja, ruidosa, sintética, dissonante e desesperada que Dan Deacon lançou na semana passada.

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Gang ColoursTo Repel Ghosts
New R’N’B jazzy eletrônico, downtempo, bem atmosférico, com batidas esparsas, piano eventual e clima cool. Bom pra quem curte James Blake ou left-field hip-hop. Gang Colours é o projeto do músico inglês Will Ozanne. A faixa está no disco debut, The Keychain Collection.

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NguzunguzuDelirium
Batidas quebradas, ambientação gangsta cool e muito cut and paste cacofônico compõem essa faixa do duo de Los Angeles. É um som cabeça e estranho em vias de se tornar pop. Mas nunca será. Experência sonora das boas.

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Bloquinho Remix

Zombie Disco SquadRighteous Sound (Round Table Knights Remix)
O duo suíço Round Table Knights anulou o tribal tech house original da música Righteous Sound, do Zombie Disco Squad (ouça aqui) e recriou a faixa, dando a ela um início jazzy elegante que se dilui em uma forte química reggae dub.

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Gang ColoursTo Repel Ghosts (George FitzGerald Remix)
O remix de George FitzGerald para a faixa To Repel Ghosts, do Gang Colours, do clipe que você viu acima, situa-se entre o house e o garage, mas não é nada inspirado.


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Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29, #30
Tracks: #31, #32, #33, #34, #35, #36, #37, #38, #39, #40
Tracks: #41, #42, #43

Sónar São Paulo 2012 terá transmissão ao vivo

09 de maio de 2012 0

O Youtube e a MTV transmitirá ao vivo os principais shows do Sónar São Paulo 2012 neste final de semana, nos dias 11 e 12 de maio. Oba! A edição paulista é a maior realizada fora da Espanha, com 48 artistas, sala de cinema e debates sobre arte e tecnologia.

A etapa brasileira desse que é um dos principais eventos de música do mundo terá shows de Kraftwerk (substituindo Björk), Cee Lo Green, Justice, Chromeo, Mogwai, James Blake, Squarepusher, Modeselektor, Jeff Mills, Four Tet, Austra, Flying Lotus, além dos brasileiros Gui Boratto, Marky, Patife, Criolo, Emicida, The Twelves, Zegon, M.Takara e do meu amigo Tahira, entre outros.

O lance rola na TV e no site. No dia 11, terá início às 19h. No dia 12, a programação começa às 16h. Saiba mais no site oficial. E a MTV tá fazendo um aquece. Veja aqui.

Tracks Volume #38

13 de abril de 2012 0

CrocodilesSunday (Psychic Conversation #9)
O indie rock garageiro da banda Crocodiles é vigoroso, energético, guitarrístico e algo pop. Em Sunday…, o quinteto faz uma linha Ash/Jesus and Mary Chain. E o clipe dirigido por Sam Macon ficou bem legal!

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FeistBittersweet Memories
O novo clipe da Feist é massa. Foi feito com base no espetacular projeto Back To The Future, da fotógrafa Irina Werning, no qual ela recria fotos antigas com as mesmas pessoas nos dias de hoje, mais velhas, com as mesmas roupas e nos mesmos lugares. Bittersweet Memories está no disco Metals.

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HologramsHidden Structures
Clash vive.

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CapsulaHit ‘N’ Miss
O garage rock com senso psycho-glam do trio argentino Capsula lembra o som de muita bandas boas que você conhece. O lado bom é que não lembra as ruins!

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MogwaiHudson River (soundtrack)
O Mogwai fez a delicada trilha sonora do projeto/filme ecológico Hudson River, do cineasta Antony Crook, no qual o atleta James Bowthorpe desce o maior rio de Nova York em um caiaque reciclado.

Hudson River Project on Nowness.com.

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PulpCommon People
Common People sempre :)

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The ShinsThe Rifle’s Spiral (preview)
The Shins liberou a íntegra de uma animação obscura em stop-motion 3D para a faixa The Rifle’s Spiral apenas no Nintendo DS. O preview você vê abaixo. Parece ótimo! O clipe deve ganhar outras mídias em breve.

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OpossomBlue Meanies
A psicodelia trash mística do vídeo de Blue Meanies, do Opossom, é o clipe WTF! da semana. No som, Stereolab encontra Air.

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FriendsMind Control
Aquela banda ótima de Nova York, Friends, liberou o single Mind Control. Muito groove, inspiração funk forte, percussão cool e o vocal delícia de Samantha Urbani. Outras faixas tem uma pegada mais indie-post-disco, algo entre !!! e The Rapture. Você já escutou Friends nas Tracks 4, 18 e 28.

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#ficadica @MarcosTesser

tUnE yArDsMy Country
Assim como já fez com Bizness, tUnE yArDs chamou um monte de crianças para gravar o seu novo clipe, My Country. O bacana é que são as crianças do San Francisco Rock Project, um projeto sem fins lucrativos que dá aula de música para os pequenos.

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Eletrônica

Simian Mobile DiscoSeraphim
Mais um excelente clipe do Simian Mobile Disco sobre a experiência humana. A nova Seraphim, um electro house lento e muito cool, está no novo disco Unpatterns, marcado para 14/5.

Veja outros clipes do SMD aqui.

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SquarepusherDark Steering
O que era um dubstep bem robótico, com IDM groove (se é que isso é possível), na faixa Dark Steering, virou uma espécie de electro-drum’n’bass pegado com alma house. Mas para isso você precisa chegar pelo menos até os 3’30” do vídeo. O clipe, apesar de repetitivo, é genial.

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James Murphy @ Boiler Room
Murphy fez um set de 50min na Boiler Room, em Londres. Massa. Lembra do show do LCD Soundsystem em POA?

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Southmen @ Cafe De La Musique
O DJ uruguaio Southmen toca neste sábado no Cafe De La Musique, em Porto Alegre. No set, diversas vertentes da house music. O cara já foi citado no Top 100 da revista Electro M.A.G e tocou em clubs de países como Estados Unidos, Inglaterra e Espanha (lá, foi ao lado de Pet Shop Boys e Deep Dish). A noite começa às 23h30min. O Cafe De La Musique fica na Avenida Senador Tarso Dutra, 135.

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Bloquinho Remix

Doe PaoroBorn Whole (Kokyo Remix)
Kokyo fez um sexy dance pop para a faixa Born Whole, da cantora Doe Paoro. Bom, você sabe, é sexy, dance e pop.

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Lollapalooza Brasil é marcado por Arctic Monkeys, Skrillex, Peaches, Manchester Orchestra, Foo Fighters e Joan Jett

10 de abril de 2012 5

A primeira edição do Lollapalooza no Brasil teve pontos positivos no que diz respeito à música e negativos na parte de serviço. O ponto alto foi o acerto na escolha do local: o Jockey Club, perto do centro de São Paulo, barbadinha de chegar de metrô e com estrutura adequada, já havia sido palco de outros eventos bem-sucedidos, como o último Free Jazz Festival, em 2001.

O grande problema mesmo foi a volta para quem dependia do metrô. Total absurdo a estação Butantã fechar por volta da meia-noite, já que os shows acabavam pelas 23h, e taxistas cobrarem valores  acima da tabela. Não sei se existe fiscalização em SP, mas se existe está falha. Isso rola sempre, seja em turnês próprias de bandas ou em festivais de grande porte. Sem noção!

Já dentro do evento, apesar da grande quantidade de caixas por todo Jockey, as filas para compra de bebidas eram quilométricas no primeiro dia. No segundo, o lance melhorou. O público (cerca de 135 mil pessoas entre sábado e domingo) deve ter aprendido a lição e comprado toneladas de PillaPaloozas (a moeda do evento) já ao chegar no local. Havia funcionários “avulsos” vendendo pillas durante a tarde (e quebrando o maior galho), mas à noite era quase impossível achá-los. Merecem uma equipe maior.

Outro ponto fraco: os banheiros, como sempre um desastre horroroso. Insalubre. Uma falta de respeito com o público. E isso, claro, não é exclusividade do Lollapalooza. Banheiro químico é o fim do mundo em qualquer lugar. Enfim…

Mesmo assim, a organização do Lolla ganhou muitos pontos no que diz respeito à música – o que, apesar dos contratempos acima, é o que realmente importa. Com um sistema de som praticamente perfeito (MGMT teve problemas, é verdade, mas a banda ao vivo é um problema em si…), o festival teve, no geral, som nítido e alto. Não pude conferir todos os shows, mas lembro de pelo menos um espetáculo vazando e prejudicando outro: o som do Pretty Lights, projeto do norte-americano Derek Vincent Smith, incomodou parte do público do Friendly Fires.

Comments sobre os shows que vi:

07/04


Daniel Belleza e os Corações em Fúria
Garage rock cortante, furioso, com alto teor glitter punk. Quando a banda surgiu no início dos anos 2000 ficou claro o poder de performance de Daniel, agora atenuado, mas ainda garantindo um bom rock show. A banda ganhou aplausos merecidos.

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Rhythm Monks
O trio eletrônico mascarado de Berlim parecia ter descido de alguma nave espacial. Com um figurino tipo messias das galáxias, os caras tocaram um hardcore trance não muito inspirado e abusaram de coreografias minimalistas toscas. Não foi muito legal. Parecia uma paródia pobre do clipe de Around the World, do Daft Punk. Com tanta gente legal podendo ganhar espaço a programação eletrônica do Palco do Perry, Rhythm Monks foi um erro de casting.

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O Rappa
Os cariocas estavam espertos e fizeram um grande show no Palco Cidade Jardim. Já vi algumas apresentações da banda, inclusive em festivais, mas nunca encontrei os caras com tanta energia. Conseguiram reunir quase todo público presente naquela tarde. O resultado foi um poderoso espetáculo que teve como climax Homem Amarelo e o discurso de Falcão a favor do multirracialismo e multiculturalismo. O palco quase veio abaixo com o cover de Killing in the name, do Rage Against the Machine, e seu riff perfeito. Falcão sugeriu que a banda toque no Lolla. A banda foi acompanhada por um quinteto de violinistas.

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Perryetty x Chris Cox
Enquanto o Rappa bombava, Perry Farrel tentava levantar seu pequeno público do seu projeto eletrônico no palco que leva seu nome dentro do seu próprio festival. Tipo incrível. Cantava e gritava palavras de ordem sobre bases pré-gravadas e discotecagem de Cox. Dançava fora do ritmo e atravessava beats na pilotagem do soundsystem. A todo momento, perguntava “are you happy São Paulo?”. No som, farofada eletrônica para quem entende pouco do assunto. A animação e a energia provaram que Perry é mesmo um dos caras mais carismáticos do rock, mas que na eletrônica ainda precisa ser equalizado.

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Band of Horses
Logo ao lado, no palco Butantã, a banda de Ben Bridwell apresentava de folk rock tatuado. Os longos duelos autorais de guitarra, baixo e bateria que não me chamaram muita atenção, apesar do grande público presente estar curtindo muito. E a culpa foi da Peaches e minha expectativa pelo show dela. Fiquei totalmente bloqueado para qualquer outra coisa. Antes do espetáculo, na área de imprensa, a cantora que eu havia entrevistado em 2003 me disse que, muito melhor do que tentar explicar o show seria eu vê-lo. Canadense maldita, me deixou no suspense, kkkkk! Enfim, Band of Horses fica pra próxima!

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Peaches
A cantora canadense provou que é uma das grandes artistas do século 21. Depois de ter feito um grande show em Porto Alegre em 2004, no qual fez de tudo entre cantar, dançar e escalar a estrutura do teatro, Peaches apresentou um espetáculo focado não só em electro beats sujos, mas também em liberdade sexual e em performance teatral cômica. Cantando, comandando pick-ups e sequenciadores e com o apoio de duas dançarinas (e muita champanhe), a canadense subiu ao palco usando um colante cor da pele adornado com seios cenográficos de diversos tamanhos. A imagem resume o conceito por trás do show: ativismo feminista eletrônico festivo e sem pudores. Nenhuma novidade, e mesmo assim atual. Peaches decadente? Jamais! No set, não faltaram músicas potentes e dançantes, que ao vivo ganharam ainda mais peso para reforçar o poder hedonista das canções. Do electroclash tradicional ao dubstep aliado a techno beats experimentais, Peaches é diversão garantida.

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TV on the Radio
Só peguei o final do show, que contou com a participação do guitarrista Dave Navarro, do Jane’s Addiction, em Repetition. Você sabe, culpa da Peaches

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Joan Jett & The Blackhearts
Foi ótimo ver ao vivo uma das grandes figuras do rock mundial. O espetáculo de Joan Jett não se destacou apenas por seu valor histórico, mas também pela energia da banda e pelo rock’n’roll tradicional. A abertura explosiva foi com Bad Reputation (reconfigurada por Peaches no disco Fatherfucker), seguida da clássica Cherry Bomb, de sua antiga banda, The Runaways. Joan também arrancou aplausos para You drive me wild, sua primeira canção escrita, e apresentou duas novas composições, T.M.I. e Hard To Grow Up. Outros pontos altos? I Love Rock and Roll, óbvio, e I Hate Myself For Loving you.

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Foo Fighters
O Lollapalooza trouxe ao Brasil uma das maiores bandas do rock contemporâneo em uma de suas melhores fases. A turnê de Wasting Light vem rodando o mundo desde há tempos e causando muito em todos lugares pelos quais passa. A fórmula da banda é simples: rock instantâneo, bombástico, eficaz e extremamente energético liderado por um vocalista carismático aliado a um baterista foda (Taylor Hawkins). Fácil. Mas nem isso libera a banda para fazer um show curto ou descompromissado. Muito pelo contrário – até porque era a principal banda do line-up do evento. Por isso, os caras fizeram um show de quase três horas lotado por toneladas de hits roqueiros e baladas de sucesso, assim como no Rock in Rio 3, em 2001. Entraram no set list All my life, Times like these, Rope, Breakout, Long road to ruin, Big me, Everlong, The Pretender, Cold Day in the Sun e White Limo, entre outras. O show teve a participação de luxo de Joan Jett em Bad Reputation e I Love Rock ‘n’ Roll. A não ser em faixas mais obscuras, a banda obteve resposta imediata do gigantesco público. Sim, porque a banda reuniu praticamente todas pessoas que estavam no evento. E a voz de Dave Grohl? Falhou sim. Afinal, o cara não é de ferro, pô.

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Calvin Harris
Quem não viu Foo Fighters optou por conferir o set de Calvin Harris, queridinho da eletrônica gringa. Abusando do deep house e de techno beats, o produtor eletrônico levantou mesmo a galera ao tocar um remix poderoso de Never Be Alone, de Justice vs. Simian Mobile Disco.

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08/04

Thievery Corporation
O trip hop/downbeat elaborado com elementos exóticos da banda norte-americana atraiu um bom público no palco Cidade Jardim, no segundo dia de shows do Lolla. Com banda completa, composta por guitarra, baixo, bateria, percussão, cítara, trompete e sax, além dos sequenciadores de Rob Garza (cabeça da banda ao lado do guitarrista Eric Hilton) e de um time de cantores, o grupo confirmou sua groove reputation despejando um set inspirado por dub, reggae, dance hall e até música brasileira – com apoio de berimbau eletrônico e de uma cantora nacional que, por sinal, não se apresentou ao subir no palco e deixou as pessoas com cara de “quem é essa?”. Apesar da bela voz, não foi ela quem levantou a galera, mas sim uma dupla de vocalistas rastaman e um rapper vestido no melhor estilo gangsta. Thiervery fez um show de altíssima qualidade musical, apostando em música dançante orgânica sem fórmulas fáceis ou padrões estipulados.

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Friendly Fires
O indie rock dançante da banda britânica é bastante dependente do animado vocalista Ed Macfarlane. Dançando muito e requebrando o quanto podia, ao melhor estilo desengonçado britânico, Ed e banda bombaram com Jump In The Pool, Skeleton Boy, Paris e o superhit Hawaiian Air. Friendly Fires nunca me chamou muito a atenção, mas é inegável a entrega da banda ao vivo e a paixão que provoca sobre seus fãs – alguns deles muito de cara com o vazamento do som Pretty Lights, que tocava logo ao lado, no Palco do Perry. Leia mais sobre isso abaixo.

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Pretty Lights
O produtor eletrônico despejava beats robóticos com DNA hip hop no Palco do Perry enquanto o Friendly Fires se apresentava no palco Butantã, ao lado. O set do norte-americano foi tão pesado que o som vazou, atrapalhando parte do público da banda britânica. Por outro lado, vi muita gente deixando a platéia do Friendly Fires para ver o que estava ocorrendo na pista eletrônica, o que pode ser considerado algo positivo para Pretty Lights. Afinal, roubar público dos britânicos não é pra qualquer um.

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Manchester Orchestra
A banda britânica foi a grande surpresa do Lollapalooza Brasil. O rock pesado, posicionado entre o pós-rock estridente e o indie metal livre de clichês, cheio de guitarras altas e bateria galopante, foi uma pancada sonora de primeira. Manchester Orchestra é como se Mogwai e Mastodon dessem origem a uma banda híbrida. Teve gente correndo do Palco Butantã, onde Friendly Fires havia acabado seu show, até o Palco Cidade Jardim, do oooooutro lado do Jockey, para ver de perto o explosivo espetáculo dos caras. Não devem ter se arrependido. Foi algo realmente especial. O som, cristalino, estava tão alto e nítido que deve ter sido ouvido nos Jardins. Nota 10.

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MGMT
Show fraco do duo que lançou um dos melhores discos de 2008, Oracular Spectacular. Sem inspiração, sem tesão, sem saco total e com alguns problemas de som. Claro que a chuva que caiu desanimou a todos, mas a banda não pode se deixar levar por isso. De qualquer forma, a banda nunca faz um show 100% mesmo. Os melhores momentos foram os três maiores hits da banda: Electric Feel, Time to Pretend e Kids, todos de Oracular. A inédita Alien Days, baseada em violão, passou batida. Verdade: os relâmpagos ganharam mais gritos e aplausos que a banda. Lamentável.

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Skrillex
O DJ mais celebrado do mundo hoje fez sua estréia no Brasil já ocupando um posto de super estrela dentro de um megafestival. Foi o cara que, pela primeira vez no evento, realmente lotou o Palco do Perry. O ex-roqueiro emo norte-americano começou seu set com uma faixa experimental e quebrada, nada convencional. Em seguida, sob poderosos canhões de laser (guardados especialmente para ele e utilizados pela primeira vez pela produção do evento, ampliando ainda mais a experimentação sensorial) mandou ver em um dubstep mais degustável, inspirado por dirty beats em geral e remodelado por diversas vertentes como techno, jungle, drum’n’bass, reggaeton, dub e gangsta hip hop. Os sons jamaicanos, por sinal, estiveram em alta no Lollapalooza, presentes também (em maior ou menor grau) nos shows do Rappa, do Jane’s Addiction e do Thievery Corporation. Os pontos mais altos do show foram um remix maluco de Internet Friends (You blocked me on Facebook) e o superhit Ruffneck, momento em que a bandeira do Brasil surge no telão atrás de Skrillex, causando histeria coletiva (veja abaixo). O show do cara já está marcado na história eletrônica brasileira. Quem viu viu, que não viu… pode ver a íntegra do set aqui.

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Foster the People
Ao mesmo tempo em que Skrillex botava abaixo o Palco do Perry, Foster the People entregava seu rock básico aditivado por discretos elementos eletrônicos no Palco Cidade Jardim. Trocar Skrillex por Foster the People sempre foi algo impensável por mim. Por isso, cheguei no final e vi apenas o megahit Pumped Up Kicks com seu magnífico loop final, criando uma ótima versão overextended da faixa. Como ainda considero Foster the People uma banda de um hit só, pra mim foi o que bastou.

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Jane’s Addiction
A psicodelia roqueira independente e compulsiva da histórica banda de Perry Farrel é algo para poucos, definitivamente. Que o diga o discreto e silencioso público que acompanhou o show do grupo. Sem muita animação, a plateia viu Perry, o guitarrista Dave Navarro (na foto, ao fundo) e cia executarem alguns clássicos do indie rock global como Jane Says, Ocean Size, Mountain Song e Been Caught Stealing. E pior: não era comum Perry encerrar suas vocalizações xamânicas fazendo pose de superstar esperando ovação e amargar um silêncio constrangedor. Uma pena. Algumas músicas novas do disco The Great Escape Artist (2011) ganharam apoio de performers no palco, mas também não levantaram a galera.

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Arctic Monkeys
Uma das bandas mais esperadas do festival entregou um rock show praticamente perfeito. Composições autorais de primeira, guitarras e bateria incríveis (Alex Turner e Matthew Helders são foda), presença de palco, postura rock e parceria com o público. Ao que parece, nada deu errado pra eles. Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair, Brianstorm, When the Sun Goes Down, I Bet You Look Good on the Dancefloor, The View From the Afternoon, Crying Lightning, R U Mine? e a ótima Brick by Brick (com Matt no vocal) jogaram a animação lá pra cima. Fluorescent Adolescent (incrível) e 505 fecharam os trabalhos. O show no Lollapalooza mostrou que a banda amadureceu muito desde a primeira passagem deles pelo Basil, em 2007, durante o Tim Festival. Deixaram de lado a insegurança de moleques para protagonizar um dos grandes momentos do festival. Que voltem logo!

* Todas fotos deste post: Divulgação Lollapalooza Brasil

Tracks Volume #35

23 de março de 2012 0

White HillsYou Dream You See
Acid rock cru, puro, rascante, sem enfeites e com solo de guitarra metálica. Isso é You Dream You See, a áspera e seca faixa do White Hills. O vídeo em PB tem um glamour decadente totalmente excelente. O disco Frying On This Rock foi lançado ontem.

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CeremonyAdult
Muito bom o clipe de Adult, faixa furiosa da banda de hardcore punk californiana Ceremony. No vídeo, a típica dona de casa norte-americana do pós-guerra encontra seu mundinho particular (e bem mais excitante) no subterrâneo de sua casa. Classe.

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DiveGeist
Shoegaze de veia psicodélica, com muitos ecos, reverberações e linhas de guitarra formando túneis de som dos quais é impossível escapar. Sensacional. Quem curte Jesus and Mary Chain e My Bloody Valentine vai se ligar.

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The CribsCome On, Be A No One
Os caras do Cribs liberaram o vídeo Come On, Be A No One, feito com imagens de shows. Nom som, rock. Simples assim.

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Keep Shelly in AthensOur Own Dream
A faixa do duo grego Keep Shelly in Athens é um dream pop com vocais etéreos e concepção elegante. Tipo space rock místico. Você escutou Our Own Dream nas Tracks 12.

Keep Shelly in Athens – Our Own Dream from Thanasis Tsimpinis on Vimeo.

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CreepoidDream Out
A banda Creepoid, da Filadélfia, abusa do psych-rock viajandão, que vai da calmaria sonora a guitarras melancólicas intensas numa espécie de sobreposição sônica de Cowboy Junkies, Mogwai e Sonic Youth. O resultado é um pós-rock melódico ruidoso e nada melodramático. Nota 10. Dream Out está no álbum debut Horse Heaven.

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Dante Vs ZombiesNatural Disaster
Dante Vs Zombies define seu som como spaghetti western jungle pop, mas em Natural Disaster você escutará um indie rock básico, no limiar entre garage, glam e new wave, porém sem afetações exageradas. A banda foi formada há pouco tempo por Dante White-Aliano, ex-Detroit Cobras. O disco debut, BUH, será lançado dia 10 de abril. Escute Natural Disaster e ouça outras faixas no Facebook.

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TanlinesAll of Me
Poderia ser um episódio de Fringe, mas é o novo clipe do Tanlines, para a (fraquinha) música All of Me. A crítica social-midiática gerou um vídeo curioso, mas não muito inovador. Mesmo assim ganhou o clipe WTF! da semana.

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Marilyn MansonNo Reflection
Marilyn Manson liberou No Reflection, faixa do seu oitavo álbum, Born Villain, o primeiro desde The High End of Low (2009). O disco terá participação do ator Johnny Depp na música You’re So Vain. O lançamento deve ocorrer no dia 1º de maio. No Reflection não traz novidades.

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Eletrônica

DiploExpress Yourself
OMG! Você sabe, muito antes do porno funk carioca e dos bailes da periferia do Rio onde rola de tudo (mesmo!) havia as b-girls do hip hop porn e a figura femme fatale do gangsta rap. Essa mulherada se joga mesmo. Procure e veja os vídeos. Mas não sei se neles você verá tanta celulite num mesmo clipe quanto em Express Yourself, do Diplo. O som você escutou nas Tracks 32. Abaixo, o vídeo.

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Major LazerSpring 2012 UK/EU Tour Promo
E tem mais Diplo na área. Ele e Switch lançaram esse vídeo pra promover a nova turnê do Major Lazer pela Europa e pelos Estados Unidos. O teaser tem como trilha Get Free, faixa calminha que conta com Amber Coffman, do Dirty Projectors, no vocal e que não dá nem pista sobre a loucura que é o som dos caras. O último (e ótimo) vídeo do Major Lazer, para a música Original Don, você viu nas Tracks 24.

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ModeselektorBerlin [ft. Miss Platinum]
O excelente techno break Berlin, do Modeselektor, ganhou essa animação maluquinha que se passa na imprenscindível capital alemã.

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ItalCulture Clubs
Party on!

ITAL – ‘Culture Clubs’ live in Cleveland Nov 2011 from Aurora Halal on Vimeo.

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Miike SnowThe Wave
Nem é novidade, mas está aqui pra constar: o novo clipe do Miike Snow segue a história que teve início com o bizarro vídeo de Paddling Out e se aproxima esteticamente do primeiro single do novo disco, Devil’s Work .

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Bloquinho remix

Lana Del Rey – Blue Jeans (D/R/U/G/S Remix)
Lana Del Rey deve ser a cantora mais remixada dos últimos meses. São várias as reconfigurações para suas músicas – com alguns resultados bem cretinos. No entanto, D/R/U/G/S recriou Blue Jeans de forma genial, remodelando a canção, reutilizando vocais e refazendo a estrutura da faixa para erguer algo totalmente novo. Club beat etéreo perfeito pra tocar em qualquer warming digno.

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SantigoldDisparate Youth (The 2 Bears Remix)
Excelente remix de 2 Bears para a música Disparate Youth, da Santigold. Breakbeats espertos com pé no jungle de mínima rotação, arranjo elegante e clima misterioso. O single Disparate Youth estará no disco Master Of My Make-Believe. A versão oficial do som você ouviu nas Tracks 33.

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KorallrevenSa Sa Samoa (Elite Gymnastics Remix)
Lembra daquele jungle hardcore ácido que Elite Gymnastics criou pro remix de Sa Sa Samoa, do Korallreven? Você escutou nas Tracks 34… Então… agora saiu o clipe! Tão vintage quanto o som. Quem viveu a virada eletrônica dos 80 pros 90 (eu entro nessa) vai curtir muito!! Atenção às citações dos superclubes Haçienda, Paradise Garage, Muzic Box (pedra fundamental do house de Chicago), Velfarre, Labyrinth e Baia Degli Angeli. And remember: hardcore will never die!

わめく▷ ⎛VISUAL⎠ from ELITE GYMNASTICS on Vimeo.

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CanyonsWhen I See You Again (Nick Zinner Remix)
Nick Zinner, um dos gênios do Yeah Yeah Yeahs, criou uma delicada trama de piano e cordas em clima light house music para a faixa When I See You Again, do Canyons. Groove leve pro chill-in.


Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29, #30
Tracks: #31, #32, #33, #34

Tracks Volume #28

13 de janeiro de 2012 0

Royal BathsBlack Sheep
A psicodelia rock sessentista com acento dark contemporâneo da banda Royal Baths está diretamente ligada a Jefferson Airplane, Doors, Tom Waits, Velvet Underground, Jesus and Mary Chain e Interpol. Em Black Sheep, as reverberações guitarrísticas ácidas são garantidas. A poesia urbana e o vocal dopado também. O clipe é simples e cai como uma luva pro som.

Royal Baths – Black Sheep from Royal Baths on Vimeo.

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My Best FiendCracking Eggs
A banda de Nova York My Best Fiend criou uma sinfonia noisy dissonante e robusta, recheada por guitarras distorcidas e bateria pulsante, nesta Cracking Eggs. A faixa faz a linha space rock psicodélico. Começa calma e termina de forma catártica, implorando um replay. Nota 10. Ideal pra quem curte Spiritualized, Explosions in the Sky e Mogwai. Por muito pouco não roubou da banda Royal Baths a posição de destaque das Tracks desta semana. Tem mais sons de My Best Fiend no site oficial e no selo Warp.

My Best Fiend – Cracking Eggs by mybestfiend

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The KillsThe Last Goodbye
Allison Mosshart e Jamie Hince passam todo o clipe da balada triste The Last Goodbye dentro de uma cabine de fotos instantâneas trabalhando caras, bocas e cabelos. É bem chato. A direção é da atriz Samantha Morton. O vídeo lembra aquele clipe de Hang You From the Heavens, da banda The Dead Weather (Jack White + Allison Mosshart + amigos), mas não tem o mesmo (bom) resultado.

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A Place To Bury StrangersSo Far Away
O clipe de A Place To Bury Strangers para a música So Far Away foi feito com Instagrams e outras ferramentas online. Imagens vintage tipo Polaroid bem editadas na batida do som. O EP Onwards To The Wall sai dia 07 de fevereiro.

A Place to Bury Strangers “So Far Away” from Secretly Jag on Vimeo.

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Caged AnimalsAll The Beautiful Things In The World
O delicioso psycho-indie da banda Caged Animals chega a níveis extremos de dream pop com guitarras etéreas na faixa All The Beautiful Things In The World, que ganhou um clipe vintage cheio de garotas nuas nadando no mar e correndo em campos floridos. Inocência voyer de uma época que não volta mais.

Caged Animals – “All The Beautiful Things In The World” from stereogum on Vimeo.
Escute outras faixas de Caged Animals neste link.

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FriendsI’m His Girl e A Thing Like This
A banda Friends, uma das preferidas do Volume da novíssima geração, apresentou uma versão mais “limpa” da ótima música I’m His Girl e a nova faixa A Thing Like This na BBC Radio 1. O disco de estreia dos nova-iorquinos sai no verão gringo. Confira a participação deles na rádio britânica no player abaixo. E lembre: você viu o excelente clipe I’m His Girl nas Tracks 18 e o vídeo de Friend Crush nas Tracks 4.

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Arctic MonkeysBlack Treacle
E segue o road movie videoclíptico norte-americano do Arctic Monkeys, tendo o baterista Matt Helders como ator principal e, dessa vez, com o vocalista Alex Turner participando das cenas. Os clipes anteriores nesse clima foram The Hellcat Spangled Shalalala (Tracks 4), Suck It And See (Tracks 14) e Evil Twin (aqui).

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Way YesImportant
Indie pop melódico de alma roots, cheio de percussão linha world beat + guitarra nítida e compassada, com inspiração em Paul Simon, Talking Heads, Vampire Weekend e Animal Collective. O EP da banda Way Yes sai dia 27 de março.

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Avalanche CityLove Love Love
Aqui, o indie pop é bem mais acessível do que o da banda Way Yes na faixa acima. O combo do músico Dave Baxter fez uma balada folk fofa, de fácil digestão, com refrão grudento e apelo radiofônico. Sabe música pra propaganda de carro no verão? Tipo assim.

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Prince RamaSummer Of Love
Nesta Summer Of Love, o duo Prince Rama faz um som psicodélico experimental hipnótico com traços indianos. Somente pra quem curte o lado B da música.

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Black DicePigs
O clipe WTF! da semana vai para Black Dice. Não vou comentar.

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Litanic Mask – demos
O duo norte-americano de electro-goth introspectivo Litanic Mask ainda não lançou nem EP nem disco, mas liberou essas demos abaixo. É um som denso, cheio de synths gélidos e ambientações lúgubres, ideal pra um dia chuvoso como o de hoje aqui em Porto Alegre, mas EVITE escutar se você apresenta o mínimo traço de depressão :) Eu avisei…

LITANIC MASK -/-/– DEMO–\-\- by litanic mask

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#ficadica @MarcosTesser

Nicolas Jaar - With Just One Glance ft. Scout LaRue
Quem curte James Blake vai amar Nicolas Jaar, dono de um minimal auto-intitulado “blue-wave”. Um dos seus primeiros singles conta com o vocal da Scout LaRue Willis, filha de Demi Moore e Bruce Willis.

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Bloquinho Remix

Dances With White GirlsIt’s About The House (Cubic Zirconia Remix)
Muito bom esse remix electro-funky-tech-house de Cubic Zirconia para a música It’s About The House, de Dances With White Girls. Festa forte em apenas 4 minutos de som.

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Lana Del ReyBorn To Die (AlunaGeorge Remix)
O duo britânico AlunaGeorge fez um remix intrincado e disconexo para Born To Die, de Lana Del Rey. IDM light com um pé no slow dance e outro no pop autoral.

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Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27