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Resultados da pesquisa por "PJ Harvey"

Ouça duas músicas novas de PJ Harvey

28 de julho de 2009 0

PJ Harvey/Divulgação, Ellen Doherty
A distinta roqueira britânica PJ Harvey apresentou duas músicas novas no Camp Bestival, em Dorset, no Reino Unido, onde ela nasceu, neste sábado. No site dela, diz que as músicas também foram tocadas um dia antes em Portsmouth (veja o último vídeo).

The Last Living Rose é uma linda balada metálica que PJ extrai de sua guitarra de forma singular. Já Let England Shake, com base em uma arpa elétrica [e, segundo o NME, intercalada com sample de Istanbul (Not Constantinople), do grupo canadense The Four Lads] é mais intrincada, dissonante e angustiante. A faixa tem uma musicalidade mais complexa que The Last Living Rose, mas está longe de se intransponível.

No único show de PJ no Reino Unido neste ano, a cantora e compositora britânica alternou os instrumentos citados com piano e bateria eletrônica mostrando domínio e destreza vistos no show dela no Tim Festival 2004, quando tinha acabado de lançar seu sexto álbum, Uh Huh Her.

Naquele ano, o extinto festival apresentou sua melhor programação ever. Além de PJ, teve Kraftwerk, Primal Scream, Brian Wilson, Libertines, Mars Volta, Kings of Convenience, Soulwax/2ManyDJs, Grenade, Cansei de Ser Sexy, Picassos Falsos e De Leve, entre outros.

Postado por Danilo Fantinel

PJ Harvey lançará novo álbum em março

11 de dezembro de 2008 0

Divulgação
O novo álbum de PJ Harvey, Woman a Man Walked By, será lançado no próximo dia 30 de março de 2009. Será a segunda parceria dela com John Parish e seu décimo disco de estúdio.

A BBC diz que o CD foi gravado em Bristol e Dorset. 

Polly Jean já trabalhou com o instrumentista John Parish em Dance Hall at Louse Point (1996). O último dela foi White Chalk (2007).

Postado por Danilo Fantinel

Porno Harvey

17 de janeiro de 2008 2

Divulgação
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O retardo mental acima foi a minha primeira reação ao ver esse incrível clipe da música The Piano, faixa que está no último álbum de PJ Havey, White Chalk. É uma colagem histérica de imagens pornôs, trabalhosa e divertida, tri de acordo com o som de Polly Jean. Que grande idéia!

The Piano – PJ Harvey

Postado por Danilo Fantinel

Geoff Barrow, do Portishead, diz que Amy Winehouse tinha voz falsa

21 de setembro de 2012 4

Geoff Barrow, do Portishead, disse que Amy Winehouse tinha voz falsa e que, pouco antes de morrer, tornou-se uma personagem de si mesma. Além disso, em entrevista ao site ElectronicBeats.net, apelidou a cantora morta em julho de 2011 de “Whiney Shitehouse”, ou algo como “Chorona M…house”.

Eu acho que Whiney Shitehouse – Amy Winehouse, logo no final, tornou-se uma personagem cômica de si mesma e de como ela cantava. Eu a vi com uma guitarra eletrônica em um pequeno pub em Bristol e as pessoas diziam ‘isso é incrível’, mas não era. Então, ela teve um grande problema com as drogas e os tabloides se envolveram e ela iria começar a ser uma nova Minnie Riperton [cantora de soul]. Era tudo de mentira, mas como havia um grande problema com drogas não se podia dizer que era falso, mas sua voz mesmo parecia falsa. Ela teve uma vida real com uma voz falsa – criticou.

Na mesma entrevista, Barrow elogiou Björk, PJ Harvey e sua parceria de Portishead, Beth Gibbons, que “mudam suas vozes, mas ainda assim são elas”.

Há poucos dias, as cinzas de Amy foram lançadas no norte de Londres.

> Mais Amy Winehouse
> Mais Portishead

Tracks Volume #19

04 de novembro de 2011 0

St. Vincent4AD Sessions
O poder criativo de Annie Clark, líder da banda St. Vincent, ultrapassa composições óbvias, melodias fáceis e vocais simples. São gemas pop improváveis e intrincadas, o que deixa o resultado final de sua música ainda mais sofisticado. Neste especial pra a 4AD, a banda de Annie gravou as faixas Chloe In The Afternoon, Surgeon, Strange Mercy e Year Of The Tiger, todas fora de padrão. Especial pra quem curte PJ Harvey. Atenção para a guitarra incomum de Annie, multi-instrumentista texana que já tocou na 100 Guitar Orchestra, de Glenn Branca, e com The Polyphonic Spree e Sufjan Stevens. O terceiro disco de St. Vincent, Strange Mercy, saiu em setembro passado.

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Gauntlet HairKeep Time
Pós-rock gótico, ácido, intenso e distorcido, que fica ainda mais bizarro e perfeito neste clipe incrível assinado por Wooden Lens. Meu vídeo de Halloween (atrasado) pra você! Imperdível.

Keep Time by Gauntlet Hair from Secretly Jag on Vimeo.

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Cass McCombsThe Same Thing
Indie rock americano lo-fi de linha folk/country nostálgica. Vale muito o play! Nota 10.

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BleachedSearching Through The Past
Saiu mais uma do duo de indie rock psicodélico com alma 50′s Bleached. Guitarreira fofa forte. As meninas são boas.

Você já tinha escutado a ótima Think of You nas Tracks #2. Veja o clipe abaixo:

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Two Wounded BirdsI Think The World Of You
Baixo quente, mas discreto, surf guitar dopada e melodia doce, onírica. A voz de Johnny Danger lembra a de Damon Albarn. I Think The World Of You entraria fácil em alguma trilha do Tarantino. O single Together Forever saiu dia 31 de outubro.


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Zebra & SnakeEmpty Love Song
Depeche Mode, Suede e órgão de igreja em versão synth pop retrô se encontram em Empty Love Song.


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The Soft MoonTotal Decay
O pós-punk sintético e denso da faixa Total Decay, de Soft Moon, você conheceu nas Tracks 13. Agora, saiu o vídeo oficial. Proibido para virgens em lado-B.

The Soft Moon – “Total Decay” from Life or Death PR on Vimeo.

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ModeselektorShipwreck (Feat. Thom Yorke)
Se Soft Moon foi muito pesado pra você, a parceria de Modeselektor com Thom Yorke na faixa Shipwreck pode levantar um pouco o astral. UM POUCO, já que o futuro distópico do clipe não é dos mais animadores…

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FiguresAdrift
Easy beats, ambient, posicionamentos de câmera incríveis e edição caprichada. Tudo isso no vídeo da música Adrift, do duo instrumental eletrônico Figures, de Londres. A faixa poderia ser a trilha da minha primeira viagem intergalática. Electro space house na veia!

Figures – Velo from Christopher Tirrell on Vimeo.

Escute o EP Counting Frequencies abaixo:

Counting Frequencies by Figures

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Porcelain RaftPut Me to Sleep
O italiano Mauro Remiddi, aka Porcelain Raft, nos coloca em transe com Put Me to Sleep. A leveza é algo! Mais space beats? Aguarde 24 de janeiro, dia de lançamento do disco de estreia, Strange Weekend.

Put Me To Sleep by Porcelain Raft

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Slow MagicFeel Flows

SLOW MAGIC // Feel Flows from Slow Magic on Vimeo.

Bloquinho remix

RewardsEqual Dreams (feat. Solange Knowles; Eddie Mars Remix)
Eddie Mars manda muito bem nesse remix da faixa Equal Dreams, do Aaron Pfenning (aka Rewards). Órgão sintético, vocal etéreo e alma electrofunk-disco pra se jogar.



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Clicks & WhistlesRaw Passion (DJ Ayres Remix)
Se você foi a 1985 com Zebra & Snake (acima), dê um pulo em 1992 com o club beat do DJ Ayres. O remix da música Raw Passion, do duo Clicks & Whistles, é inspirado em dance pop divas dos 90, tipo Crystal Waters e Robin S., e no euro-trash da época.

> Tracks #1
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Entrevista: Marianne Faithfull planeja livro e disco sobre Shakespeare

14 de setembro de 2011 0

Fotos: Fernando Gomes

Marianne Faithfull está entre nós! A atriz e cantora britânica, que apresenta músicas do disco Horses and High Heels no Porto Alegre Em Cena, no Teatro do Bourbon Country, dias 16 e 17 de setembro, às 21h, disse hoje durante entrevista na capital gaúcha que deverá lançar na primavera gringa um livro de sonetos de William Shakespeare escolhidos por ela. A publicação virá em uma caixa com um disco e fotografias relacionados ao projeto Marianne Faithfull Reads Shakespeare’s Love Sonnets.

Doce, bem-humorada e experiente, a artista conversou com um grupo de jornalistas nesta manhã. Falou sobre os shows que fará na cidade, sobre alguns de seus últimos parceiros musicais (Lou Reed e Wayne Kramer, do MC5), comentou suas autobiografias (fez por dinheiro, e não vê problema nisso), cinema (idem), drogas e anos 60. Sobre os Rolling Stones, avisou:

- Tenho uma nova política: não falo sobre os Stones!

Confira trechos da entrevista:

Disco Horses and High Heels e o show em POA
“Lou Reed toca em duas faixas. É um grande amigo, de longa data. Top, top, top guitarrista. É um grande compositor também. O convidei há algum tempo para o disco, e ele aceitou”.

“Wayne Kramer (do MC5) é um paraíso. Também participa do disco. Fez os primeiros meses da turnê do disco comigo. Mas isso se tornou muito caro, pois ele mora em Los Angeles. Foi fabuloso. Gostaria de tê-lo em todos shows. Mas não podemos. Infelizmente. É um cara incrível, e um incrível músico também”.

“Foi difícil fazer o disco, pois cantei músicas que nunca havia cantado antes. Nunca cantei soul em minha vida. Foi um trabalho duro, mas gostei muito. O disco foi gravado em New Orleans. Eu queria fazer um disco lá, com músicos de lá. E também queria ir a um lugar onde havia ótima comida. E este é o caso!”

“O show será com um guitarrista (Doug Pettibone) e 14 canções do disco. Não haverá faixas com piano”.

Livros Faithfull e Memories, Dreams and Reflections
“São bem diferentes (um do outro). Fiquei chocada quando reli o primeiro (Faithfull). Como era dark. E também como fui dura comigo mesma (no livro). Sempre fui. Mas tentei fazer o melhor. Gosto de escrever”.

Cinebiografia
“Aceitaria (um filme sobre vida e carreira) se rolasse um bom dinheiro. Assim como os livros, trata-se de dinheiro. Preciso cuidar da minha velhice”.

Drogas
“Às vezes me arrependo de ter usado drogas. Gostaria de não ter me drogado. Foi uma perda de tempo. Não fez bem pra minha voz. Mas por outro lado… (risos) . Não digo isso apenas para ser correta. Tive bons momentos usando drogas. É a forma como você usa… Fui muito extrema. Não sei o que pensar. Às vezes acho que é ruim, mas nem sempre”.

Anos 60 e Rolling Stones
“Tenho uma nova política: não falo mais sobre os Stones. Mas posso falar sobre o passado. Tive sorte de estar naquela geração dos anos 60, excitada com a vida, da qual faziam parte Stones, Beatles, The Who, além dos artistas visuais dos anos 60. Conheci vários. Mas não gosto da palavra ‘arte’, pois muita gente comum hoje diz que faz ‘arte’, mas que na verdade é um lixo. Arte se tornou um termo geral para quase tudo. Lembro de Richard Hamilton, o pai da pop art que foi meu amigo e que morreu ontem (leia sobre isso aqui)”.

William Shakespeare
“Devo lançar na primavera uma coleção de 23 sonetos de William Shakespeare escolhidos por mim com música de Vincent Segal (violoncelista) . Adoro fazer meus shows sobre Shakespeare (trata-se do espetáculo Marianne Faithfull reads Shakespeare’s Love Sonnets). É um show de uma hora focado em temas como fama, amor, morte, tempo, imagem, beleza verdadeira. As merdas de sempre. Será vendido em uma caixa como um livro, disco e algumas fotos (na coletiva, ela declamou um soneto – mas não inteiramente, pois não lembrou por completo)”.

Música
“Amo jazz (disse que é fã de bateristas brasileiros, sem citar nomes, mas citou Billie Holiday como sua grande referência), música clássica, blues, fado (que achou que era algo comum no Brasil). Gosto de Rufus Wainwright, PJ Harvey e Jarvis Cocker. Não entendo os Arctic Monkeys, mas adoro The Decemberists. Nos anos 60 havia muito lixo, como atualmente, mas também havia muito mais músicos qualificados”.

***

Ao final da entrevista, Marianne disse que estava nervosa com a coletiva. Arrisquei uma última pergunta:

- A senhora ainda se sente nervosa antes de entrar no palco?
– Muito! Mas é lindo sair do palco com a sensação de dever cumprido.

>>>>> Confira a programação do Porto Alegre Em Cena no site oficial

Dia, mês, ano

07 de abril de 2011 0


Para momentos de fúria, raiva, stress, depressão e síndrome do pânico, recomendo a banda canadense porrada DD/MM/YYYY. Art rock abstrato, cerebral, ruidoso, desconexo e tenso ideal para despenhadeiros pessoais, histerias coletivas e catarses diárias.

Os caras tocam na primeira edição do festival I’ll Be Your Mirror, ligado ao All Tomorrow’s Parties, em julho, em Londres, com Portishead, PJ Harvey, Grinderman, Beak>, Doom, Liars, Caribou, Swans, Beach House, Godspeed You! Black Emperor e mais.

>>>>> Mais DD/MM/YYYY

NME libera lista dos 100 melhores álbuns da década

17 de novembro de 2009 3

Reprodução
O New Musical Express liberou há pouco a lista dos 100 melhores álbuns da década segundo músicos, produtores, jornalistas e gravadoras gringas. Os 10 mais são:

1. Is This It – The Strokes
2. Up The Bracket – The Libertines
3. Xtrmntr – Primal Scream
4. Whatever People Say I Am, That`s What I`m Not – Arctic Monkeys
5. Fever To Tell – Yeah Yeah Yeahs
6. Stories From the City, Stories From the Sea – PJ Harvey
7. Funeral – Arcade Fire
8. Turn On The Bright Lights – Interpol
9. Original Pirate Material – The Streets
10. In Rainbows – Radiohead

Curto quase todos. Não acho Libertines tão legal assim e The Streets também não é muito o meu lance.

Mais: The Sound Of Silver, do LCD Soundsystem, ficou em 12º, e Kid A, do Radiohead, em 14º. White Stripes marcou a 18ª e a 19ª posições com Elephant e White Blood Cells, respectivamente. Back To Black, da Amy Winehouse, ficou em 27º, e Man Comes Around, do Johnny Cash, em 28º.

E os megaindies Grandaddy (com The Sophtware Slump, na 34ª posição), Spirtualized (Let it Come Down, 36 ª), Vampire Weekend (homônimo, 42 ª), Wilco (Yankee Hotel Foxtrot, 43ª), Avalanches (Since I Left You, 45ª), Delgados (The Great Eastern, 46ª), Walkmen (Bows and Arrows, 48ª) também apareceram.

MIA fechou a lista com Arular.

Postado por Danilo Fantinel

Vote na melhor guitarrista da música gringa

30 de agosto de 2009 8

A guitarrista mucho loca The Great Kat/Divulgação
Sempre que saem listas dos melhores guitarristas do mundo as mulheres dificilmente aparecem nas primeiras posições – isso QUANDO entram em algum ranking. Para se ter uma ideia, a Rolling Stone norte-americana publicou uma lista com os 100 melhores guitarristas de todos os tempos em 2003. Apenas duas mulheres foram relacionadas: Joan Jett e Joni Mitchell.

Nessa semana, a revista Elle mudou isso ao publicar uma seleção com as 12 melhores guitarristas na visão de seus editores. O motivo? O hype do filme It Might Get Loud, no qual o diretor Davis Guggenheim enquadra três gerações de guitarristas homens a partir de Jimmy Page, The Edge e Jack White (leia sobre isso aqui).

Sem uma ordem definida, a revista listou Joan Jett (ex- Runaways), Lita Ford (idem), Nancy Wilson (Heart), Jennifer Batten (ex-guitarrista do Michael Jackson), Donita Sparks (L7), Kelley Deal (Breeders), Carrie Brownstein (Sleater-Kinney), Poison Ivy (Cramps), Ruyter Suys (Nashville Pussy), The Great Kat (Katherine Thomas), Marnie Stern e jovem australiana Orianthi.

Sim, faltou Joni Mitchell. E não apenas ela. Não estão na lista da Elle a polêmica Courtney Love nem Chrissie Hynde, PJ Harvey, Joan Baez, Liz Phair, Sinéad O`Connor e Mary Osborne, uma das pioneiras da classic jazz guitar. Além delas, outras menos importantes também estão faltando: Donna Matthews (Elastica), Gabby Glaser (Luscious Jackson), Brody Dalle (The Distillers), Allison Robertson (Donnas) e Kat Bjelland (Babes in Toyland). E até aquelas que não se enquadram no gosto do Volume, como Sheryl Crow, Melissa Etheridge, k.d. Lang e KT Tunstall.

Então, abrimos aqui mais uma enquete!
Vote e escolha a melhor guitarrista da música internacional!!


* Sobre Runaways: a diretora Flora Sigismondi está rodando uma cinebiografia sobre a banda com Kristen Stewart (Crepúsculo) interpretando Joan Jett, Scout Taylor-Compton (Halloween – O Início) no papel de Lita Ford e Dakota Fanning como a vocalista Cherie Currie.

Postado por Danilo Fantinel

Alanis Morissette tocará em Floripa em fevereiro

25 de novembro de 2008 5

Divulgação
A canadense Alanis Morissette fará um show na Pachá de Florianópolis no próximo dia 7 de fevereiro. A informação é da colunista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo.

Alanis andou em baixa por um tempo, mas diz que esse último CD Flavors of Entanglement (que não ouvi) marca a volta da angry bitch que a gente conheceu na época do ótimo Jagged Little Pill – esse eu escutava muito em Nova York em 1995/19996 não só no meu fone de ouvido como no som ambiente de quase todas as lojas de roupas, discos, supermercados, lancherias e hall de cinemas da cidade… era febre e era bom.

Naquela época, Alanis estava num páreo duro com PJ Harvey, Cat Power, Liz Phair, Tori Amos e até mesmo com Sarah McLachlan e Shirley Manson (Garbage) na corrida pelo posto de diva rock mais importante daquele momento. Nem preciso dizer quem venceu a batalha, né? Mas ok, se alguém ficou na dúvida eu abro o jogo: começa com P e termina com J.

Depois disso, deixei Alanis de lado e nunca mais…

Ah, sim, antes que eu me esqueça: mulheres no vocal, sempre!

Postado por Danilo Fantinel