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Resultados da pesquisa por "Rage Against The Machine"

Músicos do Rage Against the Machine em nova fase

02 de julho de 2008 0

Tom Morello/Divulgação

O guitarrista Tom Morello e o vocalista Zach De La Rocha, do Rage Against the Machine, revelaram seus novos projetos à NME.

Morello contou ao semanário inglês detalhes sobre seu álbum solo, The Fabled City, que será laçado dia 30 de setembro nos Estados Unidos.

O CD de 11 faixas sucede One Man Revolution, seu disco de estréia em carreira solo. O material tem participação de Serj Tankian (System of a Down) e do músico *under country* Shooter Jennings.

Enquanto isso, Morello tocará com Rage Against the Machine em festivais de verão do hemisfério norte, como o Lollapalooza em Chicago. 

Zach De La Rocha formou uma nova banda com Jon Theodore.

O projeto One Day as a Lion lançará um EP de estréia no dia 21 de julho.

Zach canta e toca teclados, enquanto Jon toca bateria.

O tracklisting do EP será:

Wild International
Ocean View
Last Letter
If You Fear Dying
One Day As A Lion

Postado por Danilo Fantinel

T in the Park reúne multidão na Escócia

14 de julho de 2008 0

Reprodução

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O festival escocês reuniu mais de 80 mil pessoas entre os dias 11, 12 e 13 de julho em Balado, perto de Edinburgh. Foram mais de 200 bandas de vários gêneros e épocas durante os três dias do evento.

>>>>> Veja fotos

Justice tocou para uma multidão na Slam Tent, forçando a segurança a barrar a entrada de pessoas no local. Hot Chip fez cover de Nothing Compares 2 U, do Prince, no Pet Sounds Arena.

Já Black Kids, uma das bandas da seleção 2008 elaborada pelo blog no Dia Mundial do Rock, atraiu uma galera na Futures Tent no dia 13. O single I`m Not Gonna Teach Your Boyfriend How To Dance With You foi cantado pela multidão. 

O Primal Scream fechou os trabalhos do King Tut`s Wah-Wah Tent convocando a galera para fazer coro em uma nova versão de seu novo single, Can`t Go Back.

E o REM tocou músicas de cunho político, como These Days, Bad Day, Orange Crush e Ignoreland, faixa do Automatic For The People (1992).

Facada
Um cara de 22 anos foi encaminhado a um hospital após ser apunhalado várias vezes. Ele foi encontrado nesta madrugada na área de camping. Ainda não se sabe o motivo da agressão.

Este foi o primeiro incidente grave registrado nesta edição do festival. A agência EFE informou que, no ano passado, a polícia deteve 66 pessoas, sendo que 30 delas foram acusadas por diversos delitos.

Veja vídeos de alguns shows:

Ian Brown T In The Park 08

Rage Against The Machine (live) t in the park 2008 – Testify

Rage Against The machine (live) t in the park 2008 – bullet

Kings Of Leon-Slow Night, So Long

The Verve, Bitter Sweet Symphony at T In The Park 2008

The Verve – Lucky Man Live at T In The Park 2008

The Fratellis – Baby Fratelli Live at T In The Park 2008

We Are Scientists T in the Park 2008

The Kooks – Shine on at T In The Park 2008

Postado por Danilo Fantinel

Veja trailer do documentário Sound City, dirigido por Dave Grohl

19 de julho de 2012 0

Caiu na rede o trailer do documentário Sound City, dirigido e produzido por Dave Grohl. O filme enquadra o lendário estúdio norte-americano por onde passaram dezenas de bandas e artistas. Foi lá que o Nirvana gravou Nevermind, em 1991.

Em maio, Grohl disse à Variety que teve a ideia do doc ao comprar o equipamento de gravação Neve 8028, que pertenceu ao Sound City Studios. Na época, foi dito que o aparelho de 1972 é um “tesouro da gravação analógica” utilizado por Neil Young, Tom Petty, Guns N’Roses, Fleetwood Mac, Rage Against the Machine, Slipknot, Nine Inch Nails, Metallica e outros.

Em um comunicado oficial, Grohl afirmou que “Sound City é um filme sobre a verdade, o ofício e a integridade do rock and roll. Como os próprios corredores escuros dos estúdios, pode não ser bonito, mas é real”.Veja abaixo:


Tom Petty, Butch Vig, Trent Reznor e John Fogerty são algumas das figuras que aparecem no trailer.

Sound City deve chegar aos cinemas em 2013.

> Mais Foo Fighters

Lollapalooza Brasil é marcado por Arctic Monkeys, Skrillex, Peaches, Manchester Orchestra, Foo Fighters e Joan Jett

10 de abril de 2012 5

A primeira edição do Lollapalooza no Brasil teve pontos positivos no que diz respeito à música e negativos na parte de serviço. O ponto alto foi o acerto na escolha do local: o Jockey Club, perto do centro de São Paulo, barbadinha de chegar de metrô e com estrutura adequada, já havia sido palco de outros eventos bem-sucedidos, como o último Free Jazz Festival, em 2001.

O grande problema mesmo foi a volta para quem dependia do metrô. Total absurdo a estação Butantã fechar por volta da meia-noite, já que os shows acabavam pelas 23h, e taxistas cobrarem valores  acima da tabela. Não sei se existe fiscalização em SP, mas se existe está falha. Isso rola sempre, seja em turnês próprias de bandas ou em festivais de grande porte. Sem noção!

Já dentro do evento, apesar da grande quantidade de caixas por todo Jockey, as filas para compra de bebidas eram quilométricas no primeiro dia. No segundo, o lance melhorou. O público (cerca de 135 mil pessoas entre sábado e domingo) deve ter aprendido a lição e comprado toneladas de PillaPaloozas (a moeda do evento) já ao chegar no local. Havia funcionários “avulsos” vendendo pillas durante a tarde (e quebrando o maior galho), mas à noite era quase impossível achá-los. Merecem uma equipe maior.

Outro ponto fraco: os banheiros, como sempre um desastre horroroso. Insalubre. Uma falta de respeito com o público. E isso, claro, não é exclusividade do Lollapalooza. Banheiro químico é o fim do mundo em qualquer lugar. Enfim…

Mesmo assim, a organização do Lolla ganhou muitos pontos no que diz respeito à música – o que, apesar dos contratempos acima, é o que realmente importa. Com um sistema de som praticamente perfeito (MGMT teve problemas, é verdade, mas a banda ao vivo é um problema em si…), o festival teve, no geral, som nítido e alto. Não pude conferir todos os shows, mas lembro de pelo menos um espetáculo vazando e prejudicando outro: o som do Pretty Lights, projeto do norte-americano Derek Vincent Smith, incomodou parte do público do Friendly Fires.

Comments sobre os shows que vi:

07/04


Daniel Belleza e os Corações em Fúria
Garage rock cortante, furioso, com alto teor glitter punk. Quando a banda surgiu no início dos anos 2000 ficou claro o poder de performance de Daniel, agora atenuado, mas ainda garantindo um bom rock show. A banda ganhou aplausos merecidos.

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Rhythm Monks
O trio eletrônico mascarado de Berlim parecia ter descido de alguma nave espacial. Com um figurino tipo messias das galáxias, os caras tocaram um hardcore trance não muito inspirado e abusaram de coreografias minimalistas toscas. Não foi muito legal. Parecia uma paródia pobre do clipe de Around the World, do Daft Punk. Com tanta gente legal podendo ganhar espaço a programação eletrônica do Palco do Perry, Rhythm Monks foi um erro de casting.

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O Rappa
Os cariocas estavam espertos e fizeram um grande show no Palco Cidade Jardim. Já vi algumas apresentações da banda, inclusive em festivais, mas nunca encontrei os caras com tanta energia. Conseguiram reunir quase todo público presente naquela tarde. O resultado foi um poderoso espetáculo que teve como climax Homem Amarelo e o discurso de Falcão a favor do multirracialismo e multiculturalismo. O palco quase veio abaixo com o cover de Killing in the name, do Rage Against the Machine, e seu riff perfeito. Falcão sugeriu que a banda toque no Lolla. A banda foi acompanhada por um quinteto de violinistas.

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Perryetty x Chris Cox
Enquanto o Rappa bombava, Perry Farrel tentava levantar seu pequeno público do seu projeto eletrônico no palco que leva seu nome dentro do seu próprio festival. Tipo incrível. Cantava e gritava palavras de ordem sobre bases pré-gravadas e discotecagem de Cox. Dançava fora do ritmo e atravessava beats na pilotagem do soundsystem. A todo momento, perguntava “are you happy São Paulo?”. No som, farofada eletrônica para quem entende pouco do assunto. A animação e a energia provaram que Perry é mesmo um dos caras mais carismáticos do rock, mas que na eletrônica ainda precisa ser equalizado.

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Band of Horses
Logo ao lado, no palco Butantã, a banda de Ben Bridwell apresentava de folk rock tatuado. Os longos duelos autorais de guitarra, baixo e bateria que não me chamaram muita atenção, apesar do grande público presente estar curtindo muito. E a culpa foi da Peaches e minha expectativa pelo show dela. Fiquei totalmente bloqueado para qualquer outra coisa. Antes do espetáculo, na área de imprensa, a cantora que eu havia entrevistado em 2003 me disse que, muito melhor do que tentar explicar o show seria eu vê-lo. Canadense maldita, me deixou no suspense, kkkkk! Enfim, Band of Horses fica pra próxima!

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Peaches
A cantora canadense provou que é uma das grandes artistas do século 21. Depois de ter feito um grande show em Porto Alegre em 2004, no qual fez de tudo entre cantar, dançar e escalar a estrutura do teatro, Peaches apresentou um espetáculo focado não só em electro beats sujos, mas também em liberdade sexual e em performance teatral cômica. Cantando, comandando pick-ups e sequenciadores e com o apoio de duas dançarinas (e muita champanhe), a canadense subiu ao palco usando um colante cor da pele adornado com seios cenográficos de diversos tamanhos. A imagem resume o conceito por trás do show: ativismo feminista eletrônico festivo e sem pudores. Nenhuma novidade, e mesmo assim atual. Peaches decadente? Jamais! No set, não faltaram músicas potentes e dançantes, que ao vivo ganharam ainda mais peso para reforçar o poder hedonista das canções. Do electroclash tradicional ao dubstep aliado a techno beats experimentais, Peaches é diversão garantida.

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TV on the Radio
Só peguei o final do show, que contou com a participação do guitarrista Dave Navarro, do Jane’s Addiction, em Repetition. Você sabe, culpa da Peaches

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Joan Jett & The Blackhearts
Foi ótimo ver ao vivo uma das grandes figuras do rock mundial. O espetáculo de Joan Jett não se destacou apenas por seu valor histórico, mas também pela energia da banda e pelo rock’n’roll tradicional. A abertura explosiva foi com Bad Reputation (reconfigurada por Peaches no disco Fatherfucker), seguida da clássica Cherry Bomb, de sua antiga banda, The Runaways. Joan também arrancou aplausos para You drive me wild, sua primeira canção escrita, e apresentou duas novas composições, T.M.I. e Hard To Grow Up. Outros pontos altos? I Love Rock and Roll, óbvio, e I Hate Myself For Loving you.

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Foo Fighters
O Lollapalooza trouxe ao Brasil uma das maiores bandas do rock contemporâneo em uma de suas melhores fases. A turnê de Wasting Light vem rodando o mundo desde há tempos e causando muito em todos lugares pelos quais passa. A fórmula da banda é simples: rock instantâneo, bombástico, eficaz e extremamente energético liderado por um vocalista carismático aliado a um baterista foda (Taylor Hawkins). Fácil. Mas nem isso libera a banda para fazer um show curto ou descompromissado. Muito pelo contrário – até porque era a principal banda do line-up do evento. Por isso, os caras fizeram um show de quase três horas lotado por toneladas de hits roqueiros e baladas de sucesso, assim como no Rock in Rio 3, em 2001. Entraram no set list All my life, Times like these, Rope, Breakout, Long road to ruin, Big me, Everlong, The Pretender, Cold Day in the Sun e White Limo, entre outras. O show teve a participação de luxo de Joan Jett em Bad Reputation e I Love Rock ‘n’ Roll. A não ser em faixas mais obscuras, a banda obteve resposta imediata do gigantesco público. Sim, porque a banda reuniu praticamente todas pessoas que estavam no evento. E a voz de Dave Grohl? Falhou sim. Afinal, o cara não é de ferro, pô.

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Calvin Harris
Quem não viu Foo Fighters optou por conferir o set de Calvin Harris, queridinho da eletrônica gringa. Abusando do deep house e de techno beats, o produtor eletrônico levantou mesmo a galera ao tocar um remix poderoso de Never Be Alone, de Justice vs. Simian Mobile Disco.

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08/04

Thievery Corporation
O trip hop/downbeat elaborado com elementos exóticos da banda norte-americana atraiu um bom público no palco Cidade Jardim, no segundo dia de shows do Lolla. Com banda completa, composta por guitarra, baixo, bateria, percussão, cítara, trompete e sax, além dos sequenciadores de Rob Garza (cabeça da banda ao lado do guitarrista Eric Hilton) e de um time de cantores, o grupo confirmou sua groove reputation despejando um set inspirado por dub, reggae, dance hall e até música brasileira – com apoio de berimbau eletrônico e de uma cantora nacional que, por sinal, não se apresentou ao subir no palco e deixou as pessoas com cara de “quem é essa?”. Apesar da bela voz, não foi ela quem levantou a galera, mas sim uma dupla de vocalistas rastaman e um rapper vestido no melhor estilo gangsta. Thiervery fez um show de altíssima qualidade musical, apostando em música dançante orgânica sem fórmulas fáceis ou padrões estipulados.

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Friendly Fires
O indie rock dançante da banda britânica é bastante dependente do animado vocalista Ed Macfarlane. Dançando muito e requebrando o quanto podia, ao melhor estilo desengonçado britânico, Ed e banda bombaram com Jump In The Pool, Skeleton Boy, Paris e o superhit Hawaiian Air. Friendly Fires nunca me chamou muito a atenção, mas é inegável a entrega da banda ao vivo e a paixão que provoca sobre seus fãs – alguns deles muito de cara com o vazamento do som Pretty Lights, que tocava logo ao lado, no Palco do Perry. Leia mais sobre isso abaixo.

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Pretty Lights
O produtor eletrônico despejava beats robóticos com DNA hip hop no Palco do Perry enquanto o Friendly Fires se apresentava no palco Butantã, ao lado. O set do norte-americano foi tão pesado que o som vazou, atrapalhando parte do público da banda britânica. Por outro lado, vi muita gente deixando a platéia do Friendly Fires para ver o que estava ocorrendo na pista eletrônica, o que pode ser considerado algo positivo para Pretty Lights. Afinal, roubar público dos britânicos não é pra qualquer um.

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Manchester Orchestra
A banda britânica foi a grande surpresa do Lollapalooza Brasil. O rock pesado, posicionado entre o pós-rock estridente e o indie metal livre de clichês, cheio de guitarras altas e bateria galopante, foi uma pancada sonora de primeira. Manchester Orchestra é como se Mogwai e Mastodon dessem origem a uma banda híbrida. Teve gente correndo do Palco Butantã, onde Friendly Fires havia acabado seu show, até o Palco Cidade Jardim, do oooooutro lado do Jockey, para ver de perto o explosivo espetáculo dos caras. Não devem ter se arrependido. Foi algo realmente especial. O som, cristalino, estava tão alto e nítido que deve ter sido ouvido nos Jardins. Nota 10.

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MGMT
Show fraco do duo que lançou um dos melhores discos de 2008, Oracular Spectacular. Sem inspiração, sem tesão, sem saco total e com alguns problemas de som. Claro que a chuva que caiu desanimou a todos, mas a banda não pode se deixar levar por isso. De qualquer forma, a banda nunca faz um show 100% mesmo. Os melhores momentos foram os três maiores hits da banda: Electric Feel, Time to Pretend e Kids, todos de Oracular. A inédita Alien Days, baseada em violão, passou batida. Verdade: os relâmpagos ganharam mais gritos e aplausos que a banda. Lamentável.

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Skrillex
O DJ mais celebrado do mundo hoje fez sua estréia no Brasil já ocupando um posto de super estrela dentro de um megafestival. Foi o cara que, pela primeira vez no evento, realmente lotou o Palco do Perry. O ex-roqueiro emo norte-americano começou seu set com uma faixa experimental e quebrada, nada convencional. Em seguida, sob poderosos canhões de laser (guardados especialmente para ele e utilizados pela primeira vez pela produção do evento, ampliando ainda mais a experimentação sensorial) mandou ver em um dubstep mais degustável, inspirado por dirty beats em geral e remodelado por diversas vertentes como techno, jungle, drum’n’bass, reggaeton, dub e gangsta hip hop. Os sons jamaicanos, por sinal, estiveram em alta no Lollapalooza, presentes também (em maior ou menor grau) nos shows do Rappa, do Jane’s Addiction e do Thievery Corporation. Os pontos mais altos do show foram um remix maluco de Internet Friends (You blocked me on Facebook) e o superhit Ruffneck, momento em que a bandeira do Brasil surge no telão atrás de Skrillex, causando histeria coletiva (veja abaixo). O show do cara já está marcado na história eletrônica brasileira. Quem viu viu, que não viu… pode ver a íntegra do set aqui.

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Foster the People
Ao mesmo tempo em que Skrillex botava abaixo o Palco do Perry, Foster the People entregava seu rock básico aditivado por discretos elementos eletrônicos no Palco Cidade Jardim. Trocar Skrillex por Foster the People sempre foi algo impensável por mim. Por isso, cheguei no final e vi apenas o megahit Pumped Up Kicks com seu magnífico loop final, criando uma ótima versão overextended da faixa. Como ainda considero Foster the People uma banda de um hit só, pra mim foi o que bastou.

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Jane’s Addiction
A psicodelia roqueira independente e compulsiva da histórica banda de Perry Farrel é algo para poucos, definitivamente. Que o diga o discreto e silencioso público que acompanhou o show do grupo. Sem muita animação, a plateia viu Perry, o guitarrista Dave Navarro (na foto, ao fundo) e cia executarem alguns clássicos do indie rock global como Jane Says, Ocean Size, Mountain Song e Been Caught Stealing. E pior: não era comum Perry encerrar suas vocalizações xamânicas fazendo pose de superstar esperando ovação e amargar um silêncio constrangedor. Uma pena. Algumas músicas novas do disco The Great Escape Artist (2011) ganharam apoio de performers no palco, mas também não levantaram a galera.

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Arctic Monkeys
Uma das bandas mais esperadas do festival entregou um rock show praticamente perfeito. Composições autorais de primeira, guitarras e bateria incríveis (Alex Turner e Matthew Helders são foda), presença de palco, postura rock e parceria com o público. Ao que parece, nada deu errado pra eles. Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair, Brianstorm, When the Sun Goes Down, I Bet You Look Good on the Dancefloor, The View From the Afternoon, Crying Lightning, R U Mine? e a ótima Brick by Brick (com Matt no vocal) jogaram a animação lá pra cima. Fluorescent Adolescent (incrível) e 505 fecharam os trabalhos. O show no Lollapalooza mostrou que a banda amadureceu muito desde a primeira passagem deles pelo Basil, em 2007, durante o Tim Festival. Deixaram de lado a insegurança de moleques para protagonizar um dos grandes momentos do festival. Que voltem logo!

* Todas fotos deste post: Divulgação Lollapalooza Brasil

Prodigy tem a música mais controversa do mundo

25 de novembro de 2010 3

Smack My Bitch Up, do Prodigy, foi eleita a música mais controversa de todos os tempos pela PRS For Music, organização britânica que defende os direitos de autor. God Save The Queen, dos Sex Pistols, e Relax, do Frankie Goes To Hollywood, aparecem na segunda e na terceira posições.

1. Smack My Bitch UpThe Prodigy

2. God Save The QueenThe Sex Pistols

3. Relax - Frankie Goes To Hollywood

4. Kim - Eminem

5. Killing In The NameRage Against The Machine

6. Goode – The Shamen Ebeneezer Ebeneezer Goode – The Shamen

7. Suicide SolutionOzzy Osbourne

8. Get Your GunnMarilyn Manson

9. Angel of DeathSlayer

10. Dear God – XTC

A lista dos outros nunca é a nossa lista. Pra gente, sempre falta algo. Nessa lista não aparecem, por exemplo, nenhuma faixa do apocalíptico GG Allin nem músicas de G.B.H., AC/DC, Alice Cooper, Kiss, Dead Boys, Misfits, Exploited, Black Flag, Dead Kennedys, Motörhead, Nine Inch Nails, Stones, Madonna (ela tem faixas controversas sim, como não?!?) muito menos composições obscuras de toda horda de malucos do metal nórdico. E aposto que você lembra de muitas outras bandas!

>>>>> Mais Prodigy

Globo transmitirá shows do SWU

04 de outubro de 2010 7

Não vai ao SWU? Shit. Ao menos você não vai ficar total de fora. A Globo exibirá cinco programas com apresentações de bandas do festival de Itu, que rola entre os dias 9 e 11 de outubro. Os shows vão ao ar após os filmes no sábado e no domingo e depois do Programa do Jô na segunda.

No sábado, serão exibidas partes das apresentações de Los Hermanos, The Mars Volta e Rage Against the Machine. No domingo, Jota Quest, Capital Inicial, Regina Spektor, Sublime e Joss Stone. Na segunda, Dave Matthews Band e Kings of Leon. Ao fim, na terça, quando o festival já terá acabado, Queens of the Stone Age, Pixies e Linkin Park.

No próximo domingo, será transmitido um compacto com o que o diretor Luiz Gleiser, do Som Brasil, considerar os melhores momentos do evento.

>>>>> Veja o line up completo aqui

Festivais entre outubro e novembro no Brasil

31 de agosto de 2010 0

Te liga no resumão sobre os principais festivais que rolam entre outubro e novembro em São Paulo publicado pelo Segundo Caderno na Zero Hora de hoje. Tem SWU, Natura Nós, Ultra Music Festival e Planeta Terra.

Não-Woodstock Brasil rola em outubro em SP

09 de junho de 2010 8

Pixies/Divulgação
Atualizado dia 11, às 12h

O Woodstock Brasil será realizado nos dias 9, 10 e 11 de outubro na Fazenda Maeda, em Itu, a cerca de 100 km de São Paulo, segundo a Rolling Stone nacional. Ainda não há informações oficiais sobre o line-up, mas saiu no blog do Lucio que Pixies, Rage Against the Machine, Incubus, Smashing Pumpkins, Arcade Fire e Belle & Sebastian estariam sendo sondados. Ao todo, seriam 15 bandas gringas.

>>>>> A Rolling Stone corrigiu a informação: “O Brasil não terá uma edição do Woodstock em 2010… a assessoria de imprensa do Grupo Totalcom, que supostamente seria responsável pela realização do festival, em parceria com a The Groove Concept (que realizou, em 2009, o festival Maquinária), informou que haverá um festival de música – mas que não será usada a marca Woodstock”.

Postado por Danilo Fantinel

RATM quer tocar com Susan Boyle em Londres

30 de março de 2010 4

Zack de La Rocha/Divulgação
O Rage Against The Machine quer que Susan Boyle cante no show que eles farão em Londres no dia 06 de junho. A banda virou manchete no final do ano passado ao ficar em primeiro lugar na parada britânica de singles com a clássica Killing in the Name após uma campanha online para derrubar Joe McElderry do topo do ranking. Joe foi o vencedor do reality show The X Factor, coordenado pelo produtor Simon Cowell.

Zack de La Rocha disse ao The Sun:

– Simon achou que (a campanha) se tratava de provocação, mas a verdade é que o público inglês queria uma mudança. Acho que ninguém ouviu nada de Joe desde o Natal, mas não temos nada contra ele. Os programas de Simon às vezes revelam talentos verdadeiros. Nós amamos Susan Boyle, ela é o máximo. Para mostrar que não há ressentimentos, gostaríamos que ela se apresentasse conosco. Ela é uma ótima cantora e nós adoraríamos tocar Killing in The Name com ela. Ela pode cantar qualquer coisa, seria uma honra para nós.

Rage Against The Machine toca na capital inglesa no dia 6 de junho para agradecer o apoio do público britânico para lançá-los ao topo da parada. Vencedores do X Factor lideraram o topo do ranking natalino britânico por quatro anos seguidos.

>>>>> Mais Rage Against The Machine

Postado por Danilo Fantinel

Cornell anuncia a volta do Soundgarden

04 de janeiro de 2010 0

Reprodução
Ano novo, banda velha – ok, velha mas legal. Chris Cornell disse no twitter que o Soundgarden voltará a tocar após o recesso de 12 anos, confirmando os boatos que rolaram durante 2009. O site Soundgarden World está online com um vídeo e também já recebe assinaturas de newsletter.

Em março, os músicos tocaram juntos durante um show de Tom Morello, do Rage Against the Machine, em Seattle. Em seguida, Cornell disse que teria se juntado a eles se estivesse no local. Meses depois, o vocalista declarou que os integrantes do Soundgarden estavam pensando em lançar uma caixa de raridades e B-sides.

A banda se separou em 1997, após cinco discos de estúdio. Desde 1998, o baterista Matt Cameron também toca no Pearl Jam. Ainda não foi informado como ele levará adiante as duas funções.

Postado por Danilo Fantinel