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Resultados da pesquisa por "Robert Smith"

Robert Smith regrava Witchcraft, famosa na voz de Frank Sinatra, para o filme Frankenweenie, de Tim Burton

27 de setembro de 2012 0

Robert Smith fez uma regravação jazzística de luxo da música Witchcraft, composta por Cy Coleman e Carolyn Leigh e famosa na voz Frank Sinatra, para a trilha sonora de Frankenweenie, a nova animação de Tim Burton. O filme estreia dia 05 de outubro nos Estados Unidos e 02 de novembro no Brasil.

O líder do The Cure realizou uma interpretação inspiradíssima da canção, variando entre uma espécie de melancolia dopada e êxtase bêbado. A voz ficou perfeita com o andamento lento da música. Clima de big band em fim de festa. Delícia.

A trilha Frankenweenie Unleashed também tem participações de Karen O (do Yeah Yeah Yeahs, ouça abaixo), Mark Foster (do Foster The People), Flaming Lips, Kimbra, Neon Trees, Passion Pit, Winona Ryder, Grouplove, Plain T White e outros. O disco já foi lançado em CD e no iTunes.

No filme em 3D stop-motion e preto e branco, o cão de um garoto cientista morre atropelado e volta à vida pelas mãos de seu dono.

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Robert Smith diz que The Cure volta ao Brasil em 2013

19 de julho de 2012 6

O rumor sobre novos shows do The Cure no Brasil rolam desde 2007. Mas agora Robert Smith deu a moral em um vídeo gravado no Paleo Festival, em Nyon (Suíça), e lançado ao site da revista mexicana StageD. Ele disse que a banda passará pela América do Sul após a Páscoa de 2013, com prováveis shows no Brasil, no Uruguai, na Argentina, no Chile, no Peru e na Venezuela.

Entrevista Robert Smith (The Cure) from StageDmag on Vimeo.

Sim, sim siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!!!! O Cure tocou em Porto Alegre nos dias 20 e 21 de março de 1987 (veja aqui). Tá na hora de voltar! Alô produtoras!!!! O último show da banda no Brasil foi em 1996, no Hollywood Rock, em São Paulo.

Na quinta passada, dia 12, o vocalista e guitarrista tocou três músicas sozinho em um show do Cure em Bilbao, na Espanha, depois que o teclado de Roger O’Donnell deu pau. Enquanto os técnicos consertavam o problema, Smith fez versões acústicas para Three Imaginary Boys, Fire In Cairo e Boys Don’t Cry. Depois parou dizendo que precisava do resto da banda, já que o lance era um show do Cure e não um solo dele. O set teve 38 músicas, beirando as três horas de duração, como geralmente ocorre. A banda está divulgando o disco 4:13 Dream.

O show em Bilbao na semana passada:

Os shows de 1987 no Brasil:

Cure no Pinkpop Festivals, na Holanda, em maio passado:


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Robert Smith canta para Crystal Castles

27 de outubro de 2010 0

Muito massa essa parceria entre Robert Smith e Crystal Castles no remix de Not in Love, faixa lançada pela banda new wave Platinum Blonde em 1983.

Not in Love saiu no segundo disco do duo canadense, neste ano, mas essa nova versão é melhor. A música perdeu o senso robótico e estéril da gravação original e ganhou uma dimensão mais, hmmmm, humana com a voz do vocalista do Cure. E o mais esquisito: o synth pop da faixa segue ativo.

A nova versão de Not in Love será lançada no novo single do Crystal Castles, marcado para 06 de dezembro.

O remix:

O original:

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Trilha de Alice tem Robert Smith e Franz Ferdinand

13 de janeiro de 2010 1

Divulgação
E saiu ontem a trilha sonora de Alice in Wonderland, obra-prima ainda inédita de Tim Burton. Hã? Obra-prima inédita? Sim. Ou alguém duvida?

O álbum Almost Alice terá Robert Smith, Franz Ferdinand, Wolfmother, uma parceria dos hardcore playba Mark Hoppus (Blink-182) e Pete Wentz (Fall Out Boy), genéricos emocore de qualquer ordem como Motion City Soundtrack e The All-American Rejects e bizarrices como Avril Lavigne e Tokio Hotel.

Sinceramente? Eu esperava beeeeeeeeeeem mais! Mas estamos falando de uma produção da Disney, e não de um projeto independente de Burton, então… Olha a tracklist:

Alice (Underground) – Avril Lavigne
The Poison – The All-American Rejects
The Technicolor Phase – Owl City
Her Name Is Alice – Shinedown
Painting Flowers – All Time Low
Where’s My Angel – Metro Station
Strange – Tokio Hotel and Kerli
Follow Me Down – 3OH!3 part. especial Neon Hitch
Very Good Advice – Robert Smith
In Transit – Mark Hoppus com Pete Wentz
Welcome to Mystery – Plain White T’s
Tea Party – Kerli
The Lobster Quadrille – Franz Ferdinand
Running Out of Time – Motion City Soundtrack
Fell Down a Hole – Wolfmother
White Rabbit – Grace Potter and the Nocturnals

O disco sai no dia 2 de março e o filme estreia no dia 05. O trailer você já deve ter visto mil vezes. Mais uma, então:

Pra mim, Alice é o filme mais esperado do ano ao lado de Inception, de Christopher Nolan, que tem no elenco *apenas* Michael Caine, Ellen Page, Marion Cotillard, Cillian Murphy e Leonardo DicaPrio. O teaser rola há uns 200 anos e um trailer novo saiu faz pouco tempo. Prefiro o teaser. É total incógnita.

Postado por Danilo Fantinel

Tom Waits, Robert Smith e Black Francis juntos?

02 de julho de 2008 0

Reprodução

Já pensou em participar de uma competição global de música na qual os jurados são Tom Waits, Robert Smith e Black Francis? Legal, hein?

Os aspirantes a compositor de todo o mundo já podem enviar suas canções para o International Songwriting Competition até o dia 15 de outubro de 2008.

O material será analisado pelos ilustres acima + a lenda Jerry Lee Lewis, o guitarrista de jazz John Scofield, o músico africano Youssou N`Dour e os DJs Paul Van Dyk e Tiësto, entre outros artistas e executivos da indústria musical.

O concurso distribuirá mais de US$ 150 mil em prêmios.

>>>>> Leia mais sobre o concurso
>>>>> Conheça todos os juízes aqui

Postado por Danilo Fantinel

O mundo de Robert Plant é música

30 de outubro de 2012 2

Atualizado às 13h

Totalmente excelente o show de Robert Plant ontem à noite no Gigantinho, em Porto Alegre.

Veja a galeria de fotos clicadas por Fábio Codevilla

Com apoio da banda The Sensational Space Shifters, formada pelos guitarristas Justin Adams, Liam Tyson e Billy Fuller, além de John Baggott (teclados), Dave Smith (bateria e percussão) e Juldeh Camara (tocando ritti – violino africano de uma corda – e kologo – banjo africano), o espetáculo transitou entre o heavy rock lisérgico do Led Zeppelin, folk, blues e elementos sonoros globais requintados com raízes fincadas na África e no Oriente Médio. As nuances exóticas propostas pelos músicos, sempre muito claras (e realçadas pela nitidez acústica do espetáculo), ajudaram a dar leveza e groove ao som. Os instrumentos e a performance de Juldeh foram marcantes, remetendo não apenas ao afro-oriente, mas também ao repente nordestino.

Com isso, até mesmo nos momentos mais pesados havia suingue e melodia, como por exemplo na clássica Black Dog, cheia de espasmos sonoros, e em Whole Lotta Love, energética e intensa. O final com a bela Going to California e a explosiva Rock and Roll foi fortíssimo, com Plant sem amarras e em entrega total. Em meio a tudo isso, amigos se abraçando, casais de beijando e a sensação de que o mundo de Plant é música.

* Cheguei atrasado e não vi o show de Renato Borghetti.

* A cobertura completa do show você confere no blog do Grings.

Page remasteriza discos do Led Zeppelin e Plant grava com Primal Scream

O NME divulgou que o guitarrista Jimmy Page está remasterizando os discos do Led Zeppelin e preparando material extra para o lançamento de boxes especiais a partir de 2013. Cada box de cada álbum virá com novas versões das músicas (leia aqui).

Além disso, a revista indicou que Robert Plant gravou vocais para o novo disco do Primal Scream, marcado para o ano que vem (leia neste link). Em 2002, Plant havia tocado gaita harmônica na música The Lord Is My Shotgun, do poderoso disco Evil Heat. Leia aqui sobre o show do Primal Scream em POA em 2011.

> Cinemas brasileiros exibirão shows de Led Zeppelin e Queen em 22 cidades

Lollapalooza Brasil 2013 rola nos dias 29, 30 e 31 de março em SP

31 de julho de 2012 0


A segunda edição brasileira do Lollapalooza ganhou um dia a mais com relação ao evento deste ano. O festival rola entre 29 e 31 de março no Jockey Club de São Paulo. As bandas e as infos sobre a venda de ingressos serão divulgadas em breve.

> Leia sobre o Lolla 2012 aqui
> Coachella no Brasil em 2014?
> Robert Smith diz que The Cure volta ao Brasil em 2013

Show do The Rapture define o M/E/C/A Festival 2012

30 de janeiro de 2012 6

Fotos: Rodrigo Esper

Atualizado às 12h30min

O show do Rapture foi o grande momento do M/E/C/A Festival 2012, realizado sábado passado em Xangri-lá, no litoral gaúcho. O pós-punk suingado da banda nova-iorquina foi tão marcante que acabou sobressaindo-se entre os outros grandes nomes da segunda edição do evento, como o CSS e Mayer Hawthorne. Já a banda norte-americana Penguin Prison surpreendeu apresentando um electro-pop-rock alternativo e orgânico.

The Rapture recria o pós-punk elaborando estruturas sonoras complexas a partir de linhas de guitarras cheias de groove, bateria suingada e teclados sintéticos que têm raiz no disco-funk setentista e no new wave dos 80. Em 1999, com o álbum Mirror, a banda praticamente alicerçou os fundamentos do disco-punk, gênero que viria a tomar conta de grande parte do cenário indie no início dos anos 2000. A aguda voz de Luke Jenner, que lembra a de Robert Smith em alguns momentos, ajuda a compor esse quadro peculiar que, ao vivo, ganha cores vívidas.

A banda foi econômica na duração do show no M/E/C/A, mas esbanjou em termos de qualidade musical. A afinação perfeita, a execução excepcional das composições e o comprometimento total dos músicos com a apresentação eram evidentes. Se por um lado houve pouco contato direto com a plateia, por outro a banda mostrou completo respeito pelo público ao exibir um repertório composto por algumas das faixas mais importantes do mundinho independente neste início de milênio.

Entre os grandes momentos do show estiveram o início, com o balanço de In the Grace of Your Love, a épica Sail Away, e duas dobradinhas legais. Uma delas foi Whoo! Alright Yeah… Uh Huh, com clima psycho-disco baseado em groove de guitarra e em agogô, instrumento que fez a ligação direta da faixa com o super hino indie House of Jealous Lovers, absolutamente genial ao vivo (veja acima). A outra dobradinha foi Olio (o primeiro hit da banda, do disco de estreia, Mirror) + Come Back to Me, a ótima faixa de alma marselhesa (meio francesa, meio grega), que está no último disco da banda.

Já as meninas do CSS mostraram que sobrevivem muito bem no palco sem o mentor Adriano Cintra. Mataram a pau reproduzindo com diversão, energia e muito peso várias das loucurinhas irônicas que gravaram e lançaram nos seus três discos desde 2006 – o cru, sujo e vital Cansei de Ser Sexy, o genérico e difuso Donkey e o elaborado La Liberación. Foi um show muito rock, com um senso artsy punk bem pegado e muito mais acentuado do que o de outras três apresentações da banda que vi no passado.

Lovefoxxx, Ana Rezende, Luiza Sá e Carol Parra (mais baterista e baixista de apoio) se superaram em faixas antigas como Art Bitch, Bezzi, Let’s Reggae All Night, Left Behind, Off the Hook e em novas composições, tipo La Liberación, I Love You (ótima ao vivo!), City Grrrl, Hits Me like a Rock. A-La-La, uma das melhores músicas feitas nos anos 2000, foi o ponto alto. Senti falta de outras duas clássicas do disco debut: as bizarras Meeting Paris Hilton e Ódio, ódio, ódio, Sorry, C., faixas que remetem à pré-história electro rock do CSS. O teste de palco sem Adriano Cintra foi superado facilmente. Agora, é esperar o próximo disco e ver como as garotas se saem em estúdio sem ele.

Mayer Hawthorne, que costuma fazer shows suingados, privilegiando o groove e a harmonia das composições dos discos A Strange Arrangement e How Do You Do, pode ter se sentido prejudicado por um deslize de escalação e pelo som baixo. Hawthorne se apresentou depois do Rapture, quando o ideal seria antes, já que a banda nova-iorquina tem um espetáculo claramente mais agitado e dançante do que o dele.

Sendo assim, Hawthorne e banda tiveram que se acomodar entre uma plateia ainda eletrizada pelo grupo liderado por Luke Jenner. Apesar disso, o neo soul atenuante do músico norte-americano não teve dificuldades para encontrar espaço entre o público. O carisma do cantor e o poder das músicas interpretadas pela sua sempre afiada banda foram suficientes para domar a audiência. Apesar da boa qualidade geral do show, a apresentação foi linear e não chegou a ser marcante. Leia entrevista com Hawthorne aqui.

Bem ao contrário de Penguin Prison, banda de electro-pop-rock alternativo do novato produtor , instrumentista e vocalista Chris Glover. No palco, os músicos surpreenderam ao apostar em altas doses de groove criadas por guitarra, baixo e teclado. Sendo uma das duas bandas de abertura o festival, o grupo tocou para pouca gente – assim como Wannabe Jalva, que peguei já no final. Depois de um início lento, o show do Penguin Prison pegou ritmo e foi melhorando gradativa e consideravelmente. O ponto máximo foi com o excelente cover de Blue Jeans, de Lana Del Rey. Não vi Breakbot nem The Twelves.

O M/E/C/A Festival 2012 acabou definido não só pelo poder sonoro do Rapture, apesar da explosiva apresentação do CSS e do show revelador do Penguin Prison, mas também pela boa qualidade sonora. O novo local, uma espécie de anfiteatro natural dentro de uma fazenda, garantiu uma boa acústica para os shows.

>>>>> Mais The Rapture
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>>>>> M/E/C/A Festival 2011

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The Cure lançará álbum duplo ao vivo em dezembro

03 de novembro de 2011 0

O Cure anunciou que lançará um álbum duplo ao vivo no dia 05 de dezembro. The Cure: Bestival Live 2011 registra o show da banda inglesa no festival britânico de mesmo nome em setembro passado (leia sobre isso no blog do Grings). A renda será destinada à organização de caridade Isle of Wight Youth Trust.

Com 32 músicas, o disco tem cerca de duas horas e meia de duração. Veja a lista de canções:

CD 1
01- Plainsong
02- Open
03- Fascination Street
04- A Night Like This
05- The End of the World
06- Lovesong
07- Just Like Heaven
08- The Only One
09- The Walk
10- Push
11- Friday I’m In Love
12- In between Days
13- Play For Today
14- A Forest
15- Primary
16- Shake Dog Shake

CD 2
01- The Hungry Ghost
02- 100 Years
03- End
04- Disintegration
05- Lullaby
06- The Lovecats
07- The Caterpillar
08- Close to Me
09- Hot Hot Hot!!!
10- Let’s Go to Bed
11- Why Can’t I Be You?
12- Boys Don’t Cry
13- Jumping Someone Else’s Train
14- Grinding Halt
15- 10:15 Saturday Night
16- Killing Another

Há algum tempo fala-se na volta da banda ao Brasil. Neste ano, Robert Smith chegou a declarar que os fãs sul-americanos deveriam se preparar para novos shows em breve. Até o momento, nenhuma data foi confirmada.

> Mais The Cure no blog Volume
> Mais The Cure no blog do Grings

Vive La Fête é rock'n'roll

09 de agosto de 2010 3

Impressionante como Vive La Fête ao vivo ganha uma dimensão rocker intensa não percebida por mim nos discos do duo belga. Claro, há 10 anos os álbuns assinados por Danny Mommens e Els Pynoo promovem diálogos acirrados entre beats e riffs, mas os discos sempre têm uma aura dance e festiva bem maior do que podem sugerir as linhas de guitarra criadas por Danny em estúdio. Ao contrário disso, no palco, o formato rocker se sobrepõe às eletronices da dupla.

Óbvio que o som deles não pode ser enquadrado assim, de forma tão reducionista. Não se pode dizer que é apenas isso ou aquilo. Vive La Fête é rock, electro, gótico, kraut, chanson, new wave, new rave, new awesome fucking shit. As referências estão em camadas, assim como a make-up de Els. O fato é que o rock triunfa ao vivo em uma banda composta por quatro instrumentistas clones de Robert Smith (Danny + 3). E a semelhança com The Cure não para por aí. Em diversos momentos do show eu podia fechar os olhos e jurar que estava com Cure tocando na minha frente. Isso ficou ainda mais claro em faixas como Je sui la e na super-mega-extended jam orquestrada por Danny ao fim dos dois shows (nos dias 06, em festa fechada no Beco, e 07 na Sociedade Hebraica), devidamente emendadas com uma boa versão para I Wanna Be Your Dog, dos Stooges – o que, por sinal, deixou clara a pouca potência vocal de Danny. Realmente, o belga não é Iggy. Já Els é uma legítima show woman. Garantindo vocais fortes, aveludados, quentes e sensuais, a cantora divide com Danny a tarefa de conduzir a apresentação. Mesmo sem falar muito (em nenhum dos dias), foi querida com a plateia. Extremamente ágil, exibiu um gestual comparável ao de Denise Stoklos – a mestre brazuca do Teatro Essencial e da expressão corporal. O show de sexta, no lançamento do projeto Becólatra de Carteirinha, foi mais intimista, mais contido. No sábado, o lance foi mais aberto e livre. Mesmo assim, a platéia não transformou o show numa festa. A galera foi mais pra assistir do que pra se jogar. De qualquer forma, a festa no palco rolou solta. Danny é um bon vivant rocker, um enfant terrible hedonista, um guitar hero insaciável. Els é uma rock clubber mother fucker. Se o povo não faz festa para Vive La Fête, Vive La Fête faz festa por conta própria e se realiza ao vivo. Mesmo superando um problema técnico que interrompeu o show do dia 06, ficou claro: Vive é composto por 24 Hour Party People. No sábado, o show dos belgas foi aberto pelo digníssimo Dating Robots. Edu Normann e Mari Kircher são a perfeita personificação do rocker way of life no Rio Grande do Sul. Porém, se as músicas são boas e o show é coeso e sujo, pode ser ainda mais eletrônico e dançante se a banda perder um pouco a sisudez rock e forçar mais os beats. A catarse eletrônica pode ser ainda maior.

Vive La Fête rivaliza com o incediário set de Steve Aoki com o melhor espetáculo já realizado no Beco ever. Agora, para uma banda idolatrada entre fashionistas e incensada por Karl Lagerfeld e outros totens do mundinho da moda, não há explicação para o fato Els usar o mesmo figurino um dia após o outro. Uó. >>>>> Mais Vive La Fête