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Resultados da pesquisa por "Simian Mobile Disco"

Simian Mobile Disco lança clipe de Cerulean

27 de março de 2012 0

O primitivismo concreto digital com carga op art que há no clipe da música Cerulean, nova faixa do Simian Mobile Disco, é muito massa. E o vídeo ganha muitos outros pontos com esse som incrível do duo inglês, claro. Algo como electro synth jazzy com breaks e aura house. Pra que mais?

A faixa estará no novo disco Unpatterns. O vídeo é de Jack Featherstone e Will Samuel.


>>>>> Mais Simian Mobile Disco

Veja o novo clipe do Simian Mobile Disco

27 de novembro de 2009 0

Foto: Divulgação

O novo clipe do Simian Mobile Disco, para a música Cruel Intentions (que você já ouviu aqui), com vocais da *grande* Beth Ditto, é um encontro cruel, aditivado e lascivo entre amigas. Diz que as cenas foram retiradas do curta Study After Cruel Intentions. Não vi o filme. Procurei agora e não achei. Enfim, confere ae:

O vídeo lembra aquele outro, da música Hustler, lembra? Aquele em que a beijação (beijaço? as you like it…) rola solta entre as mina!

O single Cruel Intentions será lançado dia 04 de janeiro em vinil 7″, 12″ e em formato digital com vários remixes, incluindo um assinado por Greg Wilson, que tocou em Porto Alegre em dezembro do ano passado.

A música está no novo álbum do Simian, Temporary Pleasure, no qual o duo James Ford e James Shaw armaram parcerias com Alexis Taylor (Hot Chip), Gruff Rhys (Super Furry Animals), Chris Keating (Yeasayer), Telepathe, Jamie Lidell e Young Fathers. Leia sobre o disco e veja o tracklist aqui.

>>>>> Ouça novas músicas do Simian Mobile Disco
>>>>> Simian Mobile Disco chama Beth Ditto para cantar

Postado por Danilo Fantinel

Ouça novas músicas do Simian Mobile Disco

08 de agosto de 2009 0

Simian Mobile Disco/Divulgação
Pintou por ae nessa semana Cruel Intentions, a música do Simian Mobile Disco com participação de Beth Ditto para o novo álbum dos caras, Temporary Pleasure.

É um techno pop calminho, com muito synth e muito groove. A faixa é completamente disco. Talvez até demais pro meu gosto. Mas a verdade é que a voz de Ditto ficou perfeita no som, mesmo estando muito mais contida e menos suja do que geralmente rola no Gossip - algo que eu prefiro. É uma Ditto cristalina para um Simian comportado.

Ouça Cruel Intentions
src="http://www.youtube.com/v/1OrdtJbozr8&hl=en&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="25">

Há algum tempo, saiu Off The Map, do duo com Jamie Lidell. Tá no MySpace dele.

E antes rolou a parceria dos cabeças do Simian, James Ford e Jas Shaw, com Chris Keating, do Yeasayer. A faixa é Audacity of Huge. Nessa sim o techno pop é mais sujo, mais pista mesmo. A letra tem uma tonelada de referências à cultura pop, bem como rola entre os geeks mais aditos do mundinho indie-eletrônico – o que pode ser bem legal, dependendo do seu estado de espírito.

Se o título remete a The Audacity Of Hope, o segundo livro de Barack Obama, a letra de James e Jas e o clipe assinado por Kate Moross aponta tanto para uma simbólica era analógica quanto para figuras icônicas como James Joyce, Damien Hirst, Mamma Cass, Peter Tosch, Joey Ramone, Bill Murray e outros. O problema é que o som é bem magal. Nota 6. Aqui:

Outros colaboradores do Simian Mobile Disco para Temporary Pleasure são Alexis Taylor (Hot Chip), Gruff Rhys (Super Furry Animals), Telepathe e Young Fathers. O disco chega à lojas dia 18/08.

Tracks:

Cream Dream (Feat. Gruff Rhys)
Audacity of Huge (Feat. Chris Keating)
10000 Horses Can`t Be Wrong
Cruel Intentions (Feat. Beth Ditto)
Off The Map (Feat. Jamie Lidell)
Synthesise
Bad Blood (Feat. Alexis Taylor)
Turn Up The Dial (Feat. Young Fathers)
Ambulance
Pinball (Feat. Telepathe)

Postado por Danilo Fantinel

Simian Mobile Disco chama Beth Ditto para cantar

30 de setembro de 2008 0

Divulgação

O Simian Mobile Disco chamou a pesada Beth Ditto, do Gossip, para cantar no próximo álbum do duo. Outro convidado é Gruff Rhys (Super Furry Animals e Neon Neon).

James Ford, metade do Simiam, disse à NME que o trabalho da vocalista foi excelente e que sua faixa não tem nada a ver com o som roqueiro do Gossip. Para ele, a música é electronic pop com inspiração old-school. Já a música com Gruff é psicodélica.

Com metade do novo álbum completo, o duo de produtores eletrônicos mais importante da atualidade deverá chegar às lojas no começo de 2009.

 

Blip.fm
>>>>> Clique na imagem acima para escutar o set Simian Mobile Disco x Gossip no perfil do Volume no BLIP.fm

Postado por Danilo Fantinel

Tracks Volume #53

17 de agosto de 2012 0

Nude BeachWalkin’ Down My Street
Galera, cerveja e rock’n’roll no vídeo da banda Nude Beach, do Brooklyn, para Walkin’ Down My Street. Os caras mandam bem. E festa no terraço sempre bomba. A faixa é do disco II.

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The Soft MoonDie Life
Mólegal esse som do Soft Moon. Entre pós-punk sintético, electronic goth e krautrock, Die Life é cheio de guitarras cortantes e clima dark sufocante. A faixa está no novo disco Zeros, marcado para 30 de outubro. Você conheceu Soft Moon, o projeto do músico Luis Vasquez, nas Tracks 13 (áudio da fantasmagórica Total Decay) e 19 (clipe da mesma música).

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Cold ShowersBC
Aqui tem mais pós-rock electronic, mas muito mais leve e pop do que o som do Soft Moon (acima). É como se o New Order tivesse o Nick Cave nos vocais. A faixa BC está no disco Love And Regret, marcado pelo Cold Showers para 09 de outubro. Apesar de não ser muito original, vale o play.

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Animal CollectiveToday’s Supernatural
Saiu o clipe da cacofônica Today’s Supernatural, faixa do novo disco do Animal Collective, Centipede Hz, marcado para 04 de setembro. O som você escutou nas Tracks 51. Veja o vídeo:

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Ty SegallThe Hill
A nova faixa do Ty Segall, um dos geniozinhos da novíssima safra rock’n’roll gringa, é bem mais direta do que as duas acima. Sem firulas, esse garage rock ganhou guitarras pesadas, reverberações e vocal em duo (fem/masc). The Hill estará em algum novo disco do cara – acho. O Ty Segall já apareceu nas Tracks 24 com a ácida Where Your Head Goes e 43 com a pancada I Bought My Eyes.

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Eternal SummersYou Kill
Nada menos do que excitante esse rock veloz, com guitarras nítidas e cortantes em parceria com o vocal doce e determinado da menina. Rock adolescente com pegada power pop setentista. Muito bom!

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King DudeJesus In The Courtyard
O músico de Seattle mostra em Jesus In The Courtyard um híbrido poético, estilístico e sonoro de Johnny Cash, Bob Dylan e Tom Waits. Em alguns momentos, a tonalidade vocal de King Dude desce no grave até encontrar níveis de Peter Murphy. O disco Burning Daylight sai no dia 16 de outubro.

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Permanent CollectionOne Thousand Sins
Shoegaze puro com guitarras chapantes e bateria bem marcada no som da banda de San Francisco, que está no disco Newly Wed Nearly Dead.


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Grizzly BearTwo Weeks
Genial ver Two Weeks ao vivo com o Grizzly Bear no festival StePhest Colbchella, de Stephen Colbert (…). A faixa do disco Veckatimest, de 2009, também tem aquele clipe legal, lembra?




The Colbert Report
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Eletrônica

Three LocoWe Are Farmers (Feat. Diplo)
O clipe WTF! da semana é essa tiração de sarro mucho loca da trinca de MCS nerds Three Loco. Insecure rappers jecas dando a moral no countryside? Muito bom!!! E, claro, nosso amigo Diplo está no meio. Ele manda ver um rap na faixa e lança o EP dos caras dia 04 de setembro pela Mad Decent.

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Petite NoirTill We Ghosts
O sul-africano Yannick Ilunga, de 21 anos, evita obviedades em Till We Ghosts, som eletrônico cheio de percussão, alma e personalidade lançado sob o nome Petite Noir. A faixa mistura instrumentos acústicos e batidas eletrônicas com um vocal de dar inveja às principais bandas do pós-punk (e de seu revival). Não parece com nada que você escutou antes! Revelação boa no mundinho eletrônico!!

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PeachesFree Pussy Riot
A cantora canadense reuniu uma galera em Berlim para um protesto contra a prisão e o julgamento das três meninas da banda punk Pussy Riot, condenadas hoje a dois anos de prisão na Rússia (leia aqui). O movimento organizado pela Peaches ganhou apoio popular e de figuras como The Knife, Lykke Li, Peter Bjorn And John, Nick Zinner, The Hives, Miike Snow, Kate Nash e outros. No som, um electro punk político pede o linchamento de Putin. Você pode pressionar as autoridades russas participando deste abaixo-assinado. Vários artistas se manifestaram sobre o caso nas últimas semanas, como Franz Ferdinand, Red Hot Chili Peppers, Paul McCartney e Björk. Madonna fez um longo discurso durante seu show em Moscou (veja aqui).

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Nix WukkasThrust
A arquitetura sonora de Nix Wukkas em Thrust é fundamentada na desconstrução e na descontinuidade, que em um longo processo de cut and paste ganha sentido. O som é próximo do ambient breakbeat e do left-field hip-hop do DJ Shadow e do UNKLE.

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Simian Mobile DiscoA Form Of Change
O Simian Mobile Disco liberou a nova faixa A Form Of Change há alguns dias. House calminho, sem vocais, quase ambient, em esquema hipnótico.

Há meses o duo eletrônico liberou a audição do novo disco, Unpatterns:

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Azealia BanksSuccubi (prod. by AraabMuzik)
AraabMuzik produziu esse gangsta left-field Succubi para Azealia Banks. Ficou manero. AraabMuzik, que você conheceu nas Tracks 12 tocou nos shows do Creators Project, no início de agosto, em São Paulo.

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WHY?Sod in the Seed
Left-field hip-hop com batidas rápidas e pegada indie electronic bem dançante. Indie-hop? Eu diria que sim. O MC Jonathan ‘Yoni’ Wolf manda bem, com rap sarcástico, quase cômico. E o vídeo nerd-cult é massa.

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SantigoldDisparate Youth
Santigold mandou bem com sua banda tocando Disparate Youth, a pérola do disco Master of My Make-Believe, no StePhest Colbchella. Esse dance hall cheio de new R&B e indie eletronic é muito elegante.




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DJs for Obama
Volume vota Obama.

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Bloquinho Remix

SpectorNever Fade Away (Wolfgang Voigt Remix)
O alemão Wolfgang Voigt mandou para longe a dramaticidade da excelente Never Fade Away, do quinteto indie Spector, e jogou a canção na pista de algum inferninho eletrônico. O remix é total anos 90, entre o techno e o big beat. Poderia ter sido assinado pelo Underworld. O resultado ficou muito bom, mas os puristas do rock vão odiar de qualquer forma.

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Marilyn MansonSlo-Mo-Tion (Dirtyphonics Remix)
Os parisienses do Dirtyphonics mataram a pau nesse remix linha dubstep para a faixa Slo-Mo-Tion, lançada pelo Marilyn Manson no disco Born Villain. O som já começa acelerado, mas com o tempo vai ganhando mais peso, mais batidas quebradas e mais elementos robóticos específicos da vertente eletrônica mais foda de hoje. Ficou muito bom! Peso eletrônico digno de Manson.


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Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29, #30
Tracks: #31, #32, #33, #34, #35, #36, #37, #38, #39, #40
Tracks: #41, #42, #43, #44, #45, #46, #47, #48, #49, #50
Tracks: #51, #52

Tracks Volume #40

27 de abril de 2012 0

Kwesbashful
A excelente faixa do disco Meantime, do cantor, compositor e músico Kwes, acaba de ganhar um clipe. O teor eletrônico da faixa ecoa instrumentos acústicos, deixando o som com um certo clima orgânico. Já na letra, a temática pessoal domina. Em bashful, Kwes declara sua timidez ao mundo. O clipe segue essa linha analítica, comparando o jeito de ser das pessoas com o jeito que elas poderiam ter. Ouça outras faixas do Kwes no Bleep e escute a parceria dele com The xx na faixa Insects aqui. Ah, o cara também participou da ópera Monkey: Journey to the West, do Damon Albarn.

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Dirty FencesSid
Stooges feelings no som dessa banda Dirty Fences, do Brooklyn. Toca alto!

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Dignan PorchPicking Up Dust
A banda londrina liberou essa baladinha indie lo-fi harmônica. Está longe de ser o lance mais origal do mundo, mas é boa.

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FelixBlessing
Melancolia rima com fotografia.

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The RaptureHow Deep Is Your Love?
Música ‘velha’, clipe novo. E bobo. E lembra do show deles no M/E/C/A 2012? Foi ótimo! 

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Eletrônica

AUOJ
O som OJ da banda AU, de Portland, é algo único. Uma quebradeira múltipla de beats, percussão e piano, cheia de groove e intensidade. O clipe também é ótimo. Intervenção cromática sobre a imagem original, deixando tudo com aspecto de aquerela. A faixa está no disco Both Lights.

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School Of Seven BellsKiss Them For Me (Siouxsie And The Banshees Cover)
O trio de indie eletronic e dream pop School Of Seven Bells fez esse cover sujo, trippy e poderoso para Kiss Them For Me, um dos clássicos de Siouxsie & the Banshees lançado no disco Superstition, de 1991. Ficou muito bom! Veja o clipe da faixa original e o cover lançado no Record Store Day deste ano abaixo.

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YACHTUtopia/Dystopia (The Earth Is On Fire)
O clipe WTF! da semana é essa coisa bizarra do YACHT, para a faixa Utopia/Dystopia (The Earth Is On Fire). O estranho é que, no primeiro movimento, em Utopia, parece que Vampire Weekend está curtindo uma micareta-techno-brega new age com o Devo. Depois, em Dystopia, rola uma versão supergay do MGMT fazendo a linha trash 80′s. E o pior: faz sentido! Só que o electro funk cheio de synth e baixo da banda agrada mais aos ouvidos do que aos olhos.

YACHT também liberou esse inacreditável cover de Le Goudron, gravado por Brigitte Fontaine & Art Ensemble of Chicago em 1969. O que era uma chanson indiana roots dopada virou um electro house dopado perfeito pra inferninhos.

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ElliphantTekkno Scene (featuring Adam Kanyama)
Elliphant liberou o clipe de Tekkno Scene, um sound tribute ao techno safra 90 a partir de elementos de raízes diferentes, como house, tribal, hip hop, dance hall e Miami bass. Lembra mais um pancadão liderado por uma vocalista de ragga – e com o apoio brilhante do moleque Adam Kanyama, mandando ver de MC. Foi algo ousado, que me chamou mais atenção agora do que nas Tracks 37.

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FawsTo Kiev
O irlandês Faws lançou a elegante faixa To Kiev no disco Forward/Slash, compilação com 15 músicos da Irlanda. Aqui, o downtempo/lounge é atualizado pela cool vibe do new r’n’b.

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Niki & the DoveHot Summer
Beats sincopados, discretos e cheios de groove no novo som do Niki & the Dove. Genial. A faixa está na Mixtape 1. O álbum Instinct sai dia 14 de maio.

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Simian Mobile DiscoPut Your Hands Together
90′s feelings, mas som e vídeo são bem fracos.

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Bloquinho Remix

Lana Del ReyBlue Jeans (feat. Azealia Banks) (Smims & Belle Extended Remix)
Mais um remix poderoso (entre tantos fracos) para Blue Jeans, de Lana Del Rey. Assinado por Smims & Belle, a faixa é baseada em electro techno futurista e tem vocal manero da rapper cult Azealia Banks (que você conheceu nas Tracks 29). 

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Fun.We Are Young (Betatraxx Remix)
Betatraxx fez esse remix robótico pesadinho (mas nem tanto, vai…) para We Are Young, da banda Fun.

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Emily WellsPiece of it (Baths Remix)
O produtor Baths criou um remix truncado (no melhor dos sentidos) para Piece of it, de Emily Wells. A faixa original está no recém-lançado disco Mama.

Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29, #30
Tracks: #31, #32, #33, #34, #35, #36, #37, #38, #39

Tracks Volume #38

13 de abril de 2012 0

CrocodilesSunday (Psychic Conversation #9)
O indie rock garageiro da banda Crocodiles é vigoroso, energético, guitarrístico e algo pop. Em Sunday…, o quinteto faz uma linha Ash/Jesus and Mary Chain. E o clipe dirigido por Sam Macon ficou bem legal!

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FeistBittersweet Memories
O novo clipe da Feist é massa. Foi feito com base no espetacular projeto Back To The Future, da fotógrafa Irina Werning, no qual ela recria fotos antigas com as mesmas pessoas nos dias de hoje, mais velhas, com as mesmas roupas e nos mesmos lugares. Bittersweet Memories está no disco Metals.

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HologramsHidden Structures
Clash vive.

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CapsulaHit ‘N’ Miss
O garage rock com senso psycho-glam do trio argentino Capsula lembra o som de muita bandas boas que você conhece. O lado bom é que não lembra as ruins!

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MogwaiHudson River (soundtrack)
O Mogwai fez a delicada trilha sonora do projeto/filme ecológico Hudson River, do cineasta Antony Crook, no qual o atleta James Bowthorpe desce o maior rio de Nova York em um caiaque reciclado.

Hudson River Project on Nowness.com.

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PulpCommon People
Common People sempre :)

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The ShinsThe Rifle’s Spiral (preview)
The Shins liberou a íntegra de uma animação obscura em stop-motion 3D para a faixa The Rifle’s Spiral apenas no Nintendo DS. O preview você vê abaixo. Parece ótimo! O clipe deve ganhar outras mídias em breve.

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OpossomBlue Meanies
A psicodelia trash mística do vídeo de Blue Meanies, do Opossom, é o clipe WTF! da semana. No som, Stereolab encontra Air.

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FriendsMind Control
Aquela banda ótima de Nova York, Friends, liberou o single Mind Control. Muito groove, inspiração funk forte, percussão cool e o vocal delícia de Samantha Urbani. Outras faixas tem uma pegada mais indie-post-disco, algo entre !!! e The Rapture. Você já escutou Friends nas Tracks 4, 18 e 28.

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#ficadica @MarcosTesser

tUnE yArDsMy Country
Assim como já fez com Bizness, tUnE yArDs chamou um monte de crianças para gravar o seu novo clipe, My Country. O bacana é que são as crianças do San Francisco Rock Project, um projeto sem fins lucrativos que dá aula de música para os pequenos.

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Eletrônica

Simian Mobile DiscoSeraphim
Mais um excelente clipe do Simian Mobile Disco sobre a experiência humana. A nova Seraphim, um electro house lento e muito cool, está no novo disco Unpatterns, marcado para 14/5.

Veja outros clipes do SMD aqui.

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SquarepusherDark Steering
O que era um dubstep bem robótico, com IDM groove (se é que isso é possível), na faixa Dark Steering, virou uma espécie de electro-drum’n’bass pegado com alma house. Mas para isso você precisa chegar pelo menos até os 3’30” do vídeo. O clipe, apesar de repetitivo, é genial.

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James Murphy @ Boiler Room
Murphy fez um set de 50min na Boiler Room, em Londres. Massa. Lembra do show do LCD Soundsystem em POA?

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Southmen @ Cafe De La Musique
O DJ uruguaio Southmen toca neste sábado no Cafe De La Musique, em Porto Alegre. No set, diversas vertentes da house music. O cara já foi citado no Top 100 da revista Electro M.A.G e tocou em clubs de países como Estados Unidos, Inglaterra e Espanha (lá, foi ao lado de Pet Shop Boys e Deep Dish). A noite começa às 23h30min. O Cafe De La Musique fica na Avenida Senador Tarso Dutra, 135.

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Bloquinho Remix

Doe PaoroBorn Whole (Kokyo Remix)
Kokyo fez um sexy dance pop para a faixa Born Whole, da cantora Doe Paoro. Bom, você sabe, é sexy, dance e pop.

Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29, #30
Tracks: #31, #32, #33, #34, #35, #36, #37

Lollapalooza Brasil é marcado por Arctic Monkeys, Skrillex, Peaches, Manchester Orchestra, Foo Fighters e Joan Jett

10 de abril de 2012 5

A primeira edição do Lollapalooza no Brasil teve pontos positivos no que diz respeito à música e negativos na parte de serviço. O ponto alto foi o acerto na escolha do local: o Jockey Club, perto do centro de São Paulo, barbadinha de chegar de metrô e com estrutura adequada, já havia sido palco de outros eventos bem-sucedidos, como o último Free Jazz Festival, em 2001.

O grande problema mesmo foi a volta para quem dependia do metrô. Total absurdo a estação Butantã fechar por volta da meia-noite, já que os shows acabavam pelas 23h, e taxistas cobrarem valores  acima da tabela. Não sei se existe fiscalização em SP, mas se existe está falha. Isso rola sempre, seja em turnês próprias de bandas ou em festivais de grande porte. Sem noção!

Já dentro do evento, apesar da grande quantidade de caixas por todo Jockey, as filas para compra de bebidas eram quilométricas no primeiro dia. No segundo, o lance melhorou. O público (cerca de 135 mil pessoas entre sábado e domingo) deve ter aprendido a lição e comprado toneladas de PillaPaloozas (a moeda do evento) já ao chegar no local. Havia funcionários “avulsos” vendendo pillas durante a tarde (e quebrando o maior galho), mas à noite era quase impossível achá-los. Merecem uma equipe maior.

Outro ponto fraco: os banheiros, como sempre um desastre horroroso. Insalubre. Uma falta de respeito com o público. E isso, claro, não é exclusividade do Lollapalooza. Banheiro químico é o fim do mundo em qualquer lugar. Enfim…

Mesmo assim, a organização do Lolla ganhou muitos pontos no que diz respeito à música – o que, apesar dos contratempos acima, é o que realmente importa. Com um sistema de som praticamente perfeito (MGMT teve problemas, é verdade, mas a banda ao vivo é um problema em si…), o festival teve, no geral, som nítido e alto. Não pude conferir todos os shows, mas lembro de pelo menos um espetáculo vazando e prejudicando outro: o som do Pretty Lights, projeto do norte-americano Derek Vincent Smith, incomodou parte do público do Friendly Fires.

Comments sobre os shows que vi:

07/04


Daniel Belleza e os Corações em Fúria
Garage rock cortante, furioso, com alto teor glitter punk. Quando a banda surgiu no início dos anos 2000 ficou claro o poder de performance de Daniel, agora atenuado, mas ainda garantindo um bom rock show. A banda ganhou aplausos merecidos.

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Rhythm Monks
O trio eletrônico mascarado de Berlim parecia ter descido de alguma nave espacial. Com um figurino tipo messias das galáxias, os caras tocaram um hardcore trance não muito inspirado e abusaram de coreografias minimalistas toscas. Não foi muito legal. Parecia uma paródia pobre do clipe de Around the World, do Daft Punk. Com tanta gente legal podendo ganhar espaço a programação eletrônica do Palco do Perry, Rhythm Monks foi um erro de casting.

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O Rappa
Os cariocas estavam espertos e fizeram um grande show no Palco Cidade Jardim. Já vi algumas apresentações da banda, inclusive em festivais, mas nunca encontrei os caras com tanta energia. Conseguiram reunir quase todo público presente naquela tarde. O resultado foi um poderoso espetáculo que teve como climax Homem Amarelo e o discurso de Falcão a favor do multirracialismo e multiculturalismo. O palco quase veio abaixo com o cover de Killing in the name, do Rage Against the Machine, e seu riff perfeito. Falcão sugeriu que a banda toque no Lolla. A banda foi acompanhada por um quinteto de violinistas.

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Perryetty x Chris Cox
Enquanto o Rappa bombava, Perry Farrel tentava levantar seu pequeno público do seu projeto eletrônico no palco que leva seu nome dentro do seu próprio festival. Tipo incrível. Cantava e gritava palavras de ordem sobre bases pré-gravadas e discotecagem de Cox. Dançava fora do ritmo e atravessava beats na pilotagem do soundsystem. A todo momento, perguntava “are you happy São Paulo?”. No som, farofada eletrônica para quem entende pouco do assunto. A animação e a energia provaram que Perry é mesmo um dos caras mais carismáticos do rock, mas que na eletrônica ainda precisa ser equalizado.

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Band of Horses
Logo ao lado, no palco Butantã, a banda de Ben Bridwell apresentava de folk rock tatuado. Os longos duelos autorais de guitarra, baixo e bateria que não me chamaram muita atenção, apesar do grande público presente estar curtindo muito. E a culpa foi da Peaches e minha expectativa pelo show dela. Fiquei totalmente bloqueado para qualquer outra coisa. Antes do espetáculo, na área de imprensa, a cantora que eu havia entrevistado em 2003 me disse que, muito melhor do que tentar explicar o show seria eu vê-lo. Canadense maldita, me deixou no suspense, kkkkk! Enfim, Band of Horses fica pra próxima!

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Peaches
A cantora canadense provou que é uma das grandes artistas do século 21. Depois de ter feito um grande show em Porto Alegre em 2004, no qual fez de tudo entre cantar, dançar e escalar a estrutura do teatro, Peaches apresentou um espetáculo focado não só em electro beats sujos, mas também em liberdade sexual e em performance teatral cômica. Cantando, comandando pick-ups e sequenciadores e com o apoio de duas dançarinas (e muita champanhe), a canadense subiu ao palco usando um colante cor da pele adornado com seios cenográficos de diversos tamanhos. A imagem resume o conceito por trás do show: ativismo feminista eletrônico festivo e sem pudores. Nenhuma novidade, e mesmo assim atual. Peaches decadente? Jamais! No set, não faltaram músicas potentes e dançantes, que ao vivo ganharam ainda mais peso para reforçar o poder hedonista das canções. Do electroclash tradicional ao dubstep aliado a techno beats experimentais, Peaches é diversão garantida.

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TV on the Radio
Só peguei o final do show, que contou com a participação do guitarrista Dave Navarro, do Jane’s Addiction, em Repetition. Você sabe, culpa da Peaches

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Joan Jett & The Blackhearts
Foi ótimo ver ao vivo uma das grandes figuras do rock mundial. O espetáculo de Joan Jett não se destacou apenas por seu valor histórico, mas também pela energia da banda e pelo rock’n’roll tradicional. A abertura explosiva foi com Bad Reputation (reconfigurada por Peaches no disco Fatherfucker), seguida da clássica Cherry Bomb, de sua antiga banda, The Runaways. Joan também arrancou aplausos para You drive me wild, sua primeira canção escrita, e apresentou duas novas composições, T.M.I. e Hard To Grow Up. Outros pontos altos? I Love Rock and Roll, óbvio, e I Hate Myself For Loving you.

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Foo Fighters
O Lollapalooza trouxe ao Brasil uma das maiores bandas do rock contemporâneo em uma de suas melhores fases. A turnê de Wasting Light vem rodando o mundo desde há tempos e causando muito em todos lugares pelos quais passa. A fórmula da banda é simples: rock instantâneo, bombástico, eficaz e extremamente energético liderado por um vocalista carismático aliado a um baterista foda (Taylor Hawkins). Fácil. Mas nem isso libera a banda para fazer um show curto ou descompromissado. Muito pelo contrário – até porque era a principal banda do line-up do evento. Por isso, os caras fizeram um show de quase três horas lotado por toneladas de hits roqueiros e baladas de sucesso, assim como no Rock in Rio 3, em 2001. Entraram no set list All my life, Times like these, Rope, Breakout, Long road to ruin, Big me, Everlong, The Pretender, Cold Day in the Sun e White Limo, entre outras. O show teve a participação de luxo de Joan Jett em Bad Reputation e I Love Rock ‘n’ Roll. A não ser em faixas mais obscuras, a banda obteve resposta imediata do gigantesco público. Sim, porque a banda reuniu praticamente todas pessoas que estavam no evento. E a voz de Dave Grohl? Falhou sim. Afinal, o cara não é de ferro, pô.

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Calvin Harris
Quem não viu Foo Fighters optou por conferir o set de Calvin Harris, queridinho da eletrônica gringa. Abusando do deep house e de techno beats, o produtor eletrônico levantou mesmo a galera ao tocar um remix poderoso de Never Be Alone, de Justice vs. Simian Mobile Disco.

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08/04

Thievery Corporation
O trip hop/downbeat elaborado com elementos exóticos da banda norte-americana atraiu um bom público no palco Cidade Jardim, no segundo dia de shows do Lolla. Com banda completa, composta por guitarra, baixo, bateria, percussão, cítara, trompete e sax, além dos sequenciadores de Rob Garza (cabeça da banda ao lado do guitarrista Eric Hilton) e de um time de cantores, o grupo confirmou sua groove reputation despejando um set inspirado por dub, reggae, dance hall e até música brasileira – com apoio de berimbau eletrônico e de uma cantora nacional que, por sinal, não se apresentou ao subir no palco e deixou as pessoas com cara de “quem é essa?”. Apesar da bela voz, não foi ela quem levantou a galera, mas sim uma dupla de vocalistas rastaman e um rapper vestido no melhor estilo gangsta. Thiervery fez um show de altíssima qualidade musical, apostando em música dançante orgânica sem fórmulas fáceis ou padrões estipulados.

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Friendly Fires
O indie rock dançante da banda britânica é bastante dependente do animado vocalista Ed Macfarlane. Dançando muito e requebrando o quanto podia, ao melhor estilo desengonçado britânico, Ed e banda bombaram com Jump In The Pool, Skeleton Boy, Paris e o superhit Hawaiian Air. Friendly Fires nunca me chamou muito a atenção, mas é inegável a entrega da banda ao vivo e a paixão que provoca sobre seus fãs – alguns deles muito de cara com o vazamento do som Pretty Lights, que tocava logo ao lado, no Palco do Perry. Leia mais sobre isso abaixo.

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Pretty Lights
O produtor eletrônico despejava beats robóticos com DNA hip hop no Palco do Perry enquanto o Friendly Fires se apresentava no palco Butantã, ao lado. O set do norte-americano foi tão pesado que o som vazou, atrapalhando parte do público da banda britânica. Por outro lado, vi muita gente deixando a platéia do Friendly Fires para ver o que estava ocorrendo na pista eletrônica, o que pode ser considerado algo positivo para Pretty Lights. Afinal, roubar público dos britânicos não é pra qualquer um.

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Manchester Orchestra
A banda britânica foi a grande surpresa do Lollapalooza Brasil. O rock pesado, posicionado entre o pós-rock estridente e o indie metal livre de clichês, cheio de guitarras altas e bateria galopante, foi uma pancada sonora de primeira. Manchester Orchestra é como se Mogwai e Mastodon dessem origem a uma banda híbrida. Teve gente correndo do Palco Butantã, onde Friendly Fires havia acabado seu show, até o Palco Cidade Jardim, do oooooutro lado do Jockey, para ver de perto o explosivo espetáculo dos caras. Não devem ter se arrependido. Foi algo realmente especial. O som, cristalino, estava tão alto e nítido que deve ter sido ouvido nos Jardins. Nota 10.

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MGMT
Show fraco do duo que lançou um dos melhores discos de 2008, Oracular Spectacular. Sem inspiração, sem tesão, sem saco total e com alguns problemas de som. Claro que a chuva que caiu desanimou a todos, mas a banda não pode se deixar levar por isso. De qualquer forma, a banda nunca faz um show 100% mesmo. Os melhores momentos foram os três maiores hits da banda: Electric Feel, Time to Pretend e Kids, todos de Oracular. A inédita Alien Days, baseada em violão, passou batida. Verdade: os relâmpagos ganharam mais gritos e aplausos que a banda. Lamentável.

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Skrillex
O DJ mais celebrado do mundo hoje fez sua estréia no Brasil já ocupando um posto de super estrela dentro de um megafestival. Foi o cara que, pela primeira vez no evento, realmente lotou o Palco do Perry. O ex-roqueiro emo norte-americano começou seu set com uma faixa experimental e quebrada, nada convencional. Em seguida, sob poderosos canhões de laser (guardados especialmente para ele e utilizados pela primeira vez pela produção do evento, ampliando ainda mais a experimentação sensorial) mandou ver em um dubstep mais degustável, inspirado por dirty beats em geral e remodelado por diversas vertentes como techno, jungle, drum’n’bass, reggaeton, dub e gangsta hip hop. Os sons jamaicanos, por sinal, estiveram em alta no Lollapalooza, presentes também (em maior ou menor grau) nos shows do Rappa, do Jane’s Addiction e do Thievery Corporation. Os pontos mais altos do show foram um remix maluco de Internet Friends (You blocked me on Facebook) e o superhit Ruffneck, momento em que a bandeira do Brasil surge no telão atrás de Skrillex, causando histeria coletiva (veja abaixo). O show do cara já está marcado na história eletrônica brasileira. Quem viu viu, que não viu… pode ver a íntegra do set aqui.

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Foster the People
Ao mesmo tempo em que Skrillex botava abaixo o Palco do Perry, Foster the People entregava seu rock básico aditivado por discretos elementos eletrônicos no Palco Cidade Jardim. Trocar Skrillex por Foster the People sempre foi algo impensável por mim. Por isso, cheguei no final e vi apenas o megahit Pumped Up Kicks com seu magnífico loop final, criando uma ótima versão overextended da faixa. Como ainda considero Foster the People uma banda de um hit só, pra mim foi o que bastou.

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Jane’s Addiction
A psicodelia roqueira independente e compulsiva da histórica banda de Perry Farrel é algo para poucos, definitivamente. Que o diga o discreto e silencioso público que acompanhou o show do grupo. Sem muita animação, a plateia viu Perry, o guitarrista Dave Navarro (na foto, ao fundo) e cia executarem alguns clássicos do indie rock global como Jane Says, Ocean Size, Mountain Song e Been Caught Stealing. E pior: não era comum Perry encerrar suas vocalizações xamânicas fazendo pose de superstar esperando ovação e amargar um silêncio constrangedor. Uma pena. Algumas músicas novas do disco The Great Escape Artist (2011) ganharam apoio de performers no palco, mas também não levantaram a galera.

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Arctic Monkeys
Uma das bandas mais esperadas do festival entregou um rock show praticamente perfeito. Composições autorais de primeira, guitarras e bateria incríveis (Alex Turner e Matthew Helders são foda), presença de palco, postura rock e parceria com o público. Ao que parece, nada deu errado pra eles. Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair, Brianstorm, When the Sun Goes Down, I Bet You Look Good on the Dancefloor, The View From the Afternoon, Crying Lightning, R U Mine? e a ótima Brick by Brick (com Matt no vocal) jogaram a animação lá pra cima. Fluorescent Adolescent (incrível) e 505 fecharam os trabalhos. O show no Lollapalooza mostrou que a banda amadureceu muito desde a primeira passagem deles pelo Basil, em 2007, durante o Tim Festival. Deixaram de lado a insegurança de moleques para protagonizar um dos grandes momentos do festival. Que voltem logo!

* Todas fotos deste post: Divulgação Lollapalooza Brasil

Arctic Monkeys liberam novo clipe

15 de abril de 2011 1

O rock não precisa ser salvo, mas os caras do Arctic Monkeys fazem isso por nós mesmo assim em Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair. A faixa que estará no novo disco, Suck it and see, já estava rodando as interwebs há alguns dias, mas o clipe saiu só ontem.

Claro que “só ontem”, atualmente, já é quase o século passado. Mas o bicho tá pegando nessas minhas semanas pré-férias. O tempo é curto merrrrrmo!

E alguém aí sente cheiro de Oasis? Eu sinto, mas não importa. E, talvez até por isso, o Arctic Monkeys se encaminhe pra ser a grande banda de rock dos nossos dias. Claro que pra isso temos que fechar os olhos pro grande Arcade Fire. Mas se as duas bandas ocupassem sozinhas um único planetóide, cada uma delas estaria em um pólo diferente. Uma não derrubaria a outra…

Play it loud!



Suck it and see tem produção de James Ford, do Simian Mobile Disco. A lista de músicas é:


She’s thunderstorms

Black treacle

Brick by brick

The hellcat spangled shalalala

Don’t sit down ’cause I’ve moved your chair

Library pictures

All my own stunts

Reckless serenade

Piledriver waltz

Love is a laserquest

Suck it and see

That’s where you’re wrong

>>>>> Mais Arctic Monkeys


Produtor gaúcho concorre em remix challenge

21 de outubro de 2010 1

O produtor de música eletrônica William Huang, aka Syntheger, de Porto Alegre, está concorrendo no remix challenge promovido pelo DJ e produtor canadense Deadmau5 e pelo BeatPortal.

O lance é o seguinte: foi liberado o download da música SOFI Needs A Ladder para remixagem. Feito isso, os participantes enviaram suas versões. O período de votação pública já está aberto e segue até o dia 26 de outubro neste link. Para votar vc precisa fazer seu registro no BeatPortal. Veja o passo a passo da votação aqui .

O som criado pelo William é massa e muito conectado com o nosso tempo. Tem beats fortes e orientação de maximal, fidget house e breaks. Perfeito pras pistas e bom pra quem gosta de 2ManyDJs, Crookers, Simian Mobile Disco, Killer on the Dancefloor, Edu K, Turbo Trio, The Twelves, Boss in Drama, Chernobyl e segue…

O resultado sai no dia 23 de novembro. O remix escolhido vai entrar no próximo álbum do Deadmau5 e o vencedor abrirá um show do canadense.

Ouça o som no embed abaixo ou aqui e saiba mais sobre a competição aqui.

deadmau5 – SOFI Needs A Ladder (Syntheger Remix) by Syntheger