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Resultados da pesquisa por "Skrillex"

Diplo, Skrillex e A-Trak vão regravar Bad, de Michael Jackson

02 de maio de 2012 0


Os DJs e produtores Diplo, Skrillex e A-Trak vão regravar Bad, o superclássico de Michael Jackson, no projeto Live for Now, coordenado pela Pepsi. A ação também marcará os 25 anos do disco.

O lançamento será feito em uma edição especial do refrigerante, que virá com um código para o download da música. O Live for Now também envolverá ações com outros artistas (ainda não divulgados).

Skrillex vem se firmando como o DJ mais importante no mundo hoje, especialmente no que diz respeito ao dubstep. O primeiro show dele no Brasil rolou no Lollapalooza deste ano. Leia sobre o set e veja fotos neste link.

Lollapalooza Brasil é marcado por Arctic Monkeys, Skrillex, Peaches, Manchester Orchestra, Foo Fighters e Joan Jett

10 de abril de 2012 5

A primeira edição do Lollapalooza no Brasil teve pontos positivos no que diz respeito à música e negativos na parte de serviço. O ponto alto foi o acerto na escolha do local: o Jockey Club, perto do centro de São Paulo, barbadinha de chegar de metrô e com estrutura adequada, já havia sido palco de outros eventos bem-sucedidos, como o último Free Jazz Festival, em 2001.

O grande problema mesmo foi a volta para quem dependia do metrô. Total absurdo a estação Butantã fechar por volta da meia-noite, já que os shows acabavam pelas 23h, e taxistas cobrarem valores  acima da tabela. Não sei se existe fiscalização em SP, mas se existe está falha. Isso rola sempre, seja em turnês próprias de bandas ou em festivais de grande porte. Sem noção!

Já dentro do evento, apesar da grande quantidade de caixas por todo Jockey, as filas para compra de bebidas eram quilométricas no primeiro dia. No segundo, o lance melhorou. O público (cerca de 135 mil pessoas entre sábado e domingo) deve ter aprendido a lição e comprado toneladas de PillaPaloozas (a moeda do evento) já ao chegar no local. Havia funcionários “avulsos” vendendo pillas durante a tarde (e quebrando o maior galho), mas à noite era quase impossível achá-los. Merecem uma equipe maior.

Outro ponto fraco: os banheiros, como sempre um desastre horroroso. Insalubre. Uma falta de respeito com o público. E isso, claro, não é exclusividade do Lollapalooza. Banheiro químico é o fim do mundo em qualquer lugar. Enfim…

Mesmo assim, a organização do Lolla ganhou muitos pontos no que diz respeito à música – o que, apesar dos contratempos acima, é o que realmente importa. Com um sistema de som praticamente perfeito (MGMT teve problemas, é verdade, mas a banda ao vivo é um problema em si…), o festival teve, no geral, som nítido e alto. Não pude conferir todos os shows, mas lembro de pelo menos um espetáculo vazando e prejudicando outro: o som do Pretty Lights, projeto do norte-americano Derek Vincent Smith, incomodou parte do público do Friendly Fires.

Comments sobre os shows que vi:

07/04


Daniel Belleza e os Corações em Fúria
Garage rock cortante, furioso, com alto teor glitter punk. Quando a banda surgiu no início dos anos 2000 ficou claro o poder de performance de Daniel, agora atenuado, mas ainda garantindo um bom rock show. A banda ganhou aplausos merecidos.

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Rhythm Monks
O trio eletrônico mascarado de Berlim parecia ter descido de alguma nave espacial. Com um figurino tipo messias das galáxias, os caras tocaram um hardcore trance não muito inspirado e abusaram de coreografias minimalistas toscas. Não foi muito legal. Parecia uma paródia pobre do clipe de Around the World, do Daft Punk. Com tanta gente legal podendo ganhar espaço a programação eletrônica do Palco do Perry, Rhythm Monks foi um erro de casting.

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O Rappa
Os cariocas estavam espertos e fizeram um grande show no Palco Cidade Jardim. Já vi algumas apresentações da banda, inclusive em festivais, mas nunca encontrei os caras com tanta energia. Conseguiram reunir quase todo público presente naquela tarde. O resultado foi um poderoso espetáculo que teve como climax Homem Amarelo e o discurso de Falcão a favor do multirracialismo e multiculturalismo. O palco quase veio abaixo com o cover de Killing in the name, do Rage Against the Machine, e seu riff perfeito. Falcão sugeriu que a banda toque no Lolla. A banda foi acompanhada por um quinteto de violinistas.

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Perryetty x Chris Cox
Enquanto o Rappa bombava, Perry Farrel tentava levantar seu pequeno público do seu projeto eletrônico no palco que leva seu nome dentro do seu próprio festival. Tipo incrível. Cantava e gritava palavras de ordem sobre bases pré-gravadas e discotecagem de Cox. Dançava fora do ritmo e atravessava beats na pilotagem do soundsystem. A todo momento, perguntava “are you happy São Paulo?”. No som, farofada eletrônica para quem entende pouco do assunto. A animação e a energia provaram que Perry é mesmo um dos caras mais carismáticos do rock, mas que na eletrônica ainda precisa ser equalizado.

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Band of Horses
Logo ao lado, no palco Butantã, a banda de Ben Bridwell apresentava de folk rock tatuado. Os longos duelos autorais de guitarra, baixo e bateria que não me chamaram muita atenção, apesar do grande público presente estar curtindo muito. E a culpa foi da Peaches e minha expectativa pelo show dela. Fiquei totalmente bloqueado para qualquer outra coisa. Antes do espetáculo, na área de imprensa, a cantora que eu havia entrevistado em 2003 me disse que, muito melhor do que tentar explicar o show seria eu vê-lo. Canadense maldita, me deixou no suspense, kkkkk! Enfim, Band of Horses fica pra próxima!

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Peaches
A cantora canadense provou que é uma das grandes artistas do século 21. Depois de ter feito um grande show em Porto Alegre em 2004, no qual fez de tudo entre cantar, dançar e escalar a estrutura do teatro, Peaches apresentou um espetáculo focado não só em electro beats sujos, mas também em liberdade sexual e em performance teatral cômica. Cantando, comandando pick-ups e sequenciadores e com o apoio de duas dançarinas (e muita champanhe), a canadense subiu ao palco usando um colante cor da pele adornado com seios cenográficos de diversos tamanhos. A imagem resume o conceito por trás do show: ativismo feminista eletrônico festivo e sem pudores. Nenhuma novidade, e mesmo assim atual. Peaches decadente? Jamais! No set, não faltaram músicas potentes e dançantes, que ao vivo ganharam ainda mais peso para reforçar o poder hedonista das canções. Do electroclash tradicional ao dubstep aliado a techno beats experimentais, Peaches é diversão garantida.

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TV on the Radio
Só peguei o final do show, que contou com a participação do guitarrista Dave Navarro, do Jane’s Addiction, em Repetition. Você sabe, culpa da Peaches

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Joan Jett & The Blackhearts
Foi ótimo ver ao vivo uma das grandes figuras do rock mundial. O espetáculo de Joan Jett não se destacou apenas por seu valor histórico, mas também pela energia da banda e pelo rock’n’roll tradicional. A abertura explosiva foi com Bad Reputation (reconfigurada por Peaches no disco Fatherfucker), seguida da clássica Cherry Bomb, de sua antiga banda, The Runaways. Joan também arrancou aplausos para You drive me wild, sua primeira canção escrita, e apresentou duas novas composições, T.M.I. e Hard To Grow Up. Outros pontos altos? I Love Rock and Roll, óbvio, e I Hate Myself For Loving you.

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Foo Fighters
O Lollapalooza trouxe ao Brasil uma das maiores bandas do rock contemporâneo em uma de suas melhores fases. A turnê de Wasting Light vem rodando o mundo desde há tempos e causando muito em todos lugares pelos quais passa. A fórmula da banda é simples: rock instantâneo, bombástico, eficaz e extremamente energético liderado por um vocalista carismático aliado a um baterista foda (Taylor Hawkins). Fácil. Mas nem isso libera a banda para fazer um show curto ou descompromissado. Muito pelo contrário – até porque era a principal banda do line-up do evento. Por isso, os caras fizeram um show de quase três horas lotado por toneladas de hits roqueiros e baladas de sucesso, assim como no Rock in Rio 3, em 2001. Entraram no set list All my life, Times like these, Rope, Breakout, Long road to ruin, Big me, Everlong, The Pretender, Cold Day in the Sun e White Limo, entre outras. O show teve a participação de luxo de Joan Jett em Bad Reputation e I Love Rock ‘n’ Roll. A não ser em faixas mais obscuras, a banda obteve resposta imediata do gigantesco público. Sim, porque a banda reuniu praticamente todas pessoas que estavam no evento. E a voz de Dave Grohl? Falhou sim. Afinal, o cara não é de ferro, pô.

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Calvin Harris
Quem não viu Foo Fighters optou por conferir o set de Calvin Harris, queridinho da eletrônica gringa. Abusando do deep house e de techno beats, o produtor eletrônico levantou mesmo a galera ao tocar um remix poderoso de Never Be Alone, de Justice vs. Simian Mobile Disco.

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08/04

Thievery Corporation
O trip hop/downbeat elaborado com elementos exóticos da banda norte-americana atraiu um bom público no palco Cidade Jardim, no segundo dia de shows do Lolla. Com banda completa, composta por guitarra, baixo, bateria, percussão, cítara, trompete e sax, além dos sequenciadores de Rob Garza (cabeça da banda ao lado do guitarrista Eric Hilton) e de um time de cantores, o grupo confirmou sua groove reputation despejando um set inspirado por dub, reggae, dance hall e até música brasileira – com apoio de berimbau eletrônico e de uma cantora nacional que, por sinal, não se apresentou ao subir no palco e deixou as pessoas com cara de “quem é essa?”. Apesar da bela voz, não foi ela quem levantou a galera, mas sim uma dupla de vocalistas rastaman e um rapper vestido no melhor estilo gangsta. Thiervery fez um show de altíssima qualidade musical, apostando em música dançante orgânica sem fórmulas fáceis ou padrões estipulados.

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Friendly Fires
O indie rock dançante da banda britânica é bastante dependente do animado vocalista Ed Macfarlane. Dançando muito e requebrando o quanto podia, ao melhor estilo desengonçado britânico, Ed e banda bombaram com Jump In The Pool, Skeleton Boy, Paris e o superhit Hawaiian Air. Friendly Fires nunca me chamou muito a atenção, mas é inegável a entrega da banda ao vivo e a paixão que provoca sobre seus fãs – alguns deles muito de cara com o vazamento do som Pretty Lights, que tocava logo ao lado, no Palco do Perry. Leia mais sobre isso abaixo.

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Pretty Lights
O produtor eletrônico despejava beats robóticos com DNA hip hop no Palco do Perry enquanto o Friendly Fires se apresentava no palco Butantã, ao lado. O set do norte-americano foi tão pesado que o som vazou, atrapalhando parte do público da banda britânica. Por outro lado, vi muita gente deixando a platéia do Friendly Fires para ver o que estava ocorrendo na pista eletrônica, o que pode ser considerado algo positivo para Pretty Lights. Afinal, roubar público dos britânicos não é pra qualquer um.

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Manchester Orchestra
A banda britânica foi a grande surpresa do Lollapalooza Brasil. O rock pesado, posicionado entre o pós-rock estridente e o indie metal livre de clichês, cheio de guitarras altas e bateria galopante, foi uma pancada sonora de primeira. Manchester Orchestra é como se Mogwai e Mastodon dessem origem a uma banda híbrida. Teve gente correndo do Palco Butantã, onde Friendly Fires havia acabado seu show, até o Palco Cidade Jardim, do oooooutro lado do Jockey, para ver de perto o explosivo espetáculo dos caras. Não devem ter se arrependido. Foi algo realmente especial. O som, cristalino, estava tão alto e nítido que deve ter sido ouvido nos Jardins. Nota 10.

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MGMT
Show fraco do duo que lançou um dos melhores discos de 2008, Oracular Spectacular. Sem inspiração, sem tesão, sem saco total e com alguns problemas de som. Claro que a chuva que caiu desanimou a todos, mas a banda não pode se deixar levar por isso. De qualquer forma, a banda nunca faz um show 100% mesmo. Os melhores momentos foram os três maiores hits da banda: Electric Feel, Time to Pretend e Kids, todos de Oracular. A inédita Alien Days, baseada em violão, passou batida. Verdade: os relâmpagos ganharam mais gritos e aplausos que a banda. Lamentável.

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Skrillex
O DJ mais celebrado do mundo hoje fez sua estréia no Brasil já ocupando um posto de super estrela dentro de um megafestival. Foi o cara que, pela primeira vez no evento, realmente lotou o Palco do Perry. O ex-roqueiro emo norte-americano começou seu set com uma faixa experimental e quebrada, nada convencional. Em seguida, sob poderosos canhões de laser (guardados especialmente para ele e utilizados pela primeira vez pela produção do evento, ampliando ainda mais a experimentação sensorial) mandou ver em um dubstep mais degustável, inspirado por dirty beats em geral e remodelado por diversas vertentes como techno, jungle, drum’n’bass, reggaeton, dub e gangsta hip hop. Os sons jamaicanos, por sinal, estiveram em alta no Lollapalooza, presentes também (em maior ou menor grau) nos shows do Rappa, do Jane’s Addiction e do Thievery Corporation. Os pontos mais altos do show foram um remix maluco de Internet Friends (You blocked me on Facebook) e o superhit Ruffneck, momento em que a bandeira do Brasil surge no telão atrás de Skrillex, causando histeria coletiva (veja abaixo). O show do cara já está marcado na história eletrônica brasileira. Quem viu viu, que não viu… pode ver a íntegra do set aqui.

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Foster the People
Ao mesmo tempo em que Skrillex botava abaixo o Palco do Perry, Foster the People entregava seu rock básico aditivado por discretos elementos eletrônicos no Palco Cidade Jardim. Trocar Skrillex por Foster the People sempre foi algo impensável por mim. Por isso, cheguei no final e vi apenas o megahit Pumped Up Kicks com seu magnífico loop final, criando uma ótima versão overextended da faixa. Como ainda considero Foster the People uma banda de um hit só, pra mim foi o que bastou.

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Jane’s Addiction
A psicodelia roqueira independente e compulsiva da histórica banda de Perry Farrel é algo para poucos, definitivamente. Que o diga o discreto e silencioso público que acompanhou o show do grupo. Sem muita animação, a plateia viu Perry, o guitarrista Dave Navarro (na foto, ao fundo) e cia executarem alguns clássicos do indie rock global como Jane Says, Ocean Size, Mountain Song e Been Caught Stealing. E pior: não era comum Perry encerrar suas vocalizações xamânicas fazendo pose de superstar esperando ovação e amargar um silêncio constrangedor. Uma pena. Algumas músicas novas do disco The Great Escape Artist (2011) ganharam apoio de performers no palco, mas também não levantaram a galera.

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Arctic Monkeys
Uma das bandas mais esperadas do festival entregou um rock show praticamente perfeito. Composições autorais de primeira, guitarras e bateria incríveis (Alex Turner e Matthew Helders são foda), presença de palco, postura rock e parceria com o público. Ao que parece, nada deu errado pra eles. Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair, Brianstorm, When the Sun Goes Down, I Bet You Look Good on the Dancefloor, The View From the Afternoon, Crying Lightning, R U Mine? e a ótima Brick by Brick (com Matt no vocal) jogaram a animação lá pra cima. Fluorescent Adolescent (incrível) e 505 fecharam os trabalhos. O show no Lollapalooza mostrou que a banda amadureceu muito desde a primeira passagem deles pelo Basil, em 2007, durante o Tim Festival. Deixaram de lado a insegurança de moleques para protagonizar um dos grandes momentos do festival. Que voltem logo!

* Todas fotos deste post: Divulgação Lollapalooza Brasil

The Killers lançam o clipe de Miss Atomic Bomb

05 de novembro de 2012 0

Outro clipe lançado há alguns dias foi Miss Atomic Bomb, do novo disco do Killers, Battle Born. A banda toca no Lollapalooza Brasil 2013.

E já me disseram que algumas bandas gringas do Lolla 2013 que não são headliners do festival poderão aparecer para shows em Porto Alegre no ano que vem. Já pensou ver Queens of the Stone Age, Flaming Lips, Alabama Shakes, Of Monsters and Men, Deadmau5, Crystal Castles ou Major Lazer por aqui? Também seria massa rever Franz Ferdinand, The Hives, Steve Aoki, Cake

> Mais The Killers
> Saiba como foi o Lollapalooza Brasil 2012

Peaches lança filme semiautobiográfico

21 de setembro de 2012 0

A cantora Peaches lançou o filme semiautobiográfico Peaches Does Herself no Toronto Film Festival no último dia 13. O musical, com 22 de suas músicas, tem um roteiro maluco.

Inspirada por uma stripper de 65 anos, jovem cantora começa a compor músicas de caráter sexual. Sua popularidade cresce e ela torna-se o que seus fãs desejavam – uma artista transexual. Apaixonada por um travesti, acaba com o coração partido e segue um caminho de autoconhecimento.

OMG.

> Leia sobre o show da Peaches no Lollapalooza Brasil
> Mais Peaches

Daft Punk e Chemical Brothers lideram a lista da Rolling Stone sobre os 30 álbuns de música eletrônica mais importantes

06 de agosto de 2012 0

A Rolling Stone norte–americana listou os 30 discos mais importantes da Electronic Dance Music (EDM).


Os já históricos Homework, lançado pelo Daft Punk em 1997, e Dig Your Own Hole, liberado pelos Chemical Brothers no mesmo ano, ficaram no primeiro e segundo lugar, respectivamente. Ambos assombraram o mundo no ano em que também foi lançado o famoso The Fat of the Land, do Prodigy, que ficou fora da seleção – o Prodigy entrou no Top 10 com o hardcore techno de Music for the Jilted Generation (1994). Além de Homework, outro disco do Daft Punk entrou pra lista dos 10 mais importantes: Discovery ficou na 8ª posição.

Ainda sobre os 10 mais: duas coletâneas entraram no ranking, sendo uma delas de Juan Atkins, um dos criadores do techno. Já o Kraftwerk, pais da música eletrônica dançante como a conhecemos (1971 em diante), amargou o 10º lugar.

A lista dos 10 mais:

1. Homework, Daft Punk
2. Dig Your Own Hole, Chemical Brothers
3. 20 Years Metroplex: 1985-2005, Juan Atkins
4. Sessions, Carl Craig
5. Play, Moby
6. As Heard on Radio Soulwax Vol. 2, 2 Many DJs
7. Trax Records: The 20th Anniversary Collection, Coletânea
8. Discovery, Daft Punk
9. Music for the Jilted Generation, Prodigy
10. Computer World, do Kraftwerk

Curiosidades sobre a lista dos 30 melhores: o ótimo disco de estreia do Justice, o da cruz, ficou em 24º lugar; Sound of Silver, o elogiado segundo disco do LCD Soundsystem – que pra mim jamais vai superar o debut deles, ficou em 22º; Ray of Light, da Madonna, surpreendeu na 21ª posição; Welcome to Paradise, o grande e pouco conhecido disco do Avalanches, também se deu bem e ficou em 20º; The Richard D. James Album, do monstro da Intelligent Dance Music (IDM) Aphex Twin, ficou na 17ª posição; You’ve Come A Long Way, Baby, do supertop Fatboy Slim, na 15ª; e o EP Bangarang, do novato Skrillex, despontou em 14º lugar.

Veja a lista completa neste link.

Escute Homework e Dig Your Own Hole na íntegra:

Tracks Volume #51

03 de agosto de 2012 0

ToadiesRattler’s Revival
Pixies encontra Morphine nesse indie rock ácido, urgente e veloz aditivado por metais. O white noise roqueiro do Toadies ganhou groove com os instrumentos de sopro de Black Joe Lewis & The Honeybears, que deram uma nova personalidade para esta versão alternativa de Rattler’s Revival. Vale muito o play. Os caras do Toadies tinham dado um tempo em 2001, mas voltaram sete anos depois. Agora, lançam seu quinto disco Play.Rock.Music.

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FeistodonA Commotion
Mais um clipe de casa sendo destruída (veja o do Icky Blossoms aqui e o de Vera Flash neste post, no bloco eletrônico). É o vídeo de A Commotion, parceria pesada entre Feist e Mastodon (Feistodon), lançada no Record Store Day deste ano (leia sobre isso aqui). No mastodonrocks.com/feistodon você vê uma versão (um pouco) interativa do clipe.

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RunningKalehead
Punk selvagem, com guitarras cortantes em alta voltagem e bateria alucinada que, ao final, ganha tons de um certo heavy blues. A faixa Kalehead está no disco Asshole Savant, da banda de Chicago.

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The AzeotropesLive Up To The Hype
O barulho bom segue com esse bubblegum punk/power pop da banda The Azeotropes. Diz que Live Up To The Hype foi feita com drum machine. Sei não…

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Animal CollectiveToday’s Supernatural
Saiu há alguns dias a turbulenta Today’s Supernatural, mais uma faixa do novo disco do Animal Collective, Centipede Hz. O som é nervoso, cacofônico e estranho, como (quase) sempre eles fazem.

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Cave PaintingSo Calm
Balada indie pop perfeitinha, tipo Cranberries + Vampire Weekend.

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Mirel WagnerTo The Bone
A cantora Mirel Wagner tem uma voz peculiar e um senso de interpretação muito bom. Sua postura e sua música remetem a um híbrido de Billie Holliday e Tom Waits, numa espécie de folk jazz sulista dramático.

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AlgiersBlood
Esse som também tem personalidade. Espécie de slow blues chapado e experimental, Blood tem guitarras metálicas rasgadas em tom de lamento e bateria quase marcial, mas beeeem desacelerada. A banda Algiers lançou a faixa no início do ano.

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LiarsBrats
Super killa bunny psicótico e caçador retardado entram numas no clipe pancada que Ian Cheng fez para a música Brats, do Liars. Nessa que é uma das animações mais alucinantes da música no ano, Cheng faz uma versão anos 3000 de Pernalonga e Hortelino. O vídeo caiu bem pro indie eletrônico raver e nervoso da banda. O som é do disco WIXIW.

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The History Of Apple PieDo It Wrong
Esses britânicos do History Of Apple Pie “do it right” na faixa Do It Wrong. White noise carregado de doçura pop com guitarras linha shoegaze. Ou dreamp pop on acid com vocal fofo, táligado? Você conhece eles das Tracks 20, quando rolou o clipe de lesado para a ótima música Mallory.

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Dirty Beaches @ WFMU
O músico e produtor Dirty Beaches participou do programa de Scott Williams, da rádio WFMU. Ele fez um live act experimental em seu grau máximo. São composições muitíssimo autorais, livres de fórmulas, refrão, melodia e harmonia, e distantes de qualquer direção pop. Mais do que músicas, são gestações e/ou abortos sonoros de art rock estruturado com guitarras, bases pré-gravadas e efeitos.

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Psychic IllsTake Me With You
Lisergia ácida com guitarras químicas e vocal em loop delirante, perfeito para uma trip pela ensolarada Costa Oeste americana. O som saiu num split 7″ com a banda Moon Duo, e o clipe está abaixo.

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Sigur RósVarúð
O Sigur Rós segue em seu esforço para lançar clipes para todas as músicas do novo disco Valtari. Só que agora eles liberaram este filme legal para Varúð, faixa que já tem clipe – aquela animação enigmática das figuras no rochedo. No novo vídeo, dirigido pelo fotógrafo Ryan McGinley, uma mina asiática corre pelas ruas de Nova York usando uma peruca loira. O clipe é pura fotografia e poesia.

Sigur Rós: Varúð from Sigur Rós Valtari Mystery Films on Vimeo.

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Oscar Dowling – EP
O músico neozelandês Oscar Dowling começou a tocar com seis anos. Com o tempo, passou a compor. Agora aos 20 e poucos, lança seu primeiro EP, com quatro faixas. Composições em piano e/ou violino, como Twenty Years e Behind My Face, perfeitas para uma noite enfumaçada em um cabaret, dividem espaço com uma energética balada ao violão, The Beaten Track, e também com a guitarreira experimental de Bend. De uma forma ou de outra sua maior inspiração, Tom Waits, ecoa por todas composições. Olho no cara!

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Laetitia SadierThe Rule Of The Game
A cantora e instrumentista Laetitia Sadier, ex-Stereolab, também liberou o clipe da bela The Rule Of The Game, faixa de abertura do novo álbum Silencio. O som é a tradicional mistura de krautrock, lo-fi, chanson française e pop sessentista.

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Eletrônica

Boys NoizeXTC
Alexander Ridha, aka Boys Noize, lançou há poucos dias a bombástica XTC, faixa em que o alemão aposta altíssimo em beats linha electro-tech-house robótica. A ótima música é o primeiro single do novo álbum, Out of the black, marcado para 06 de agosto. O Boysnoize Records disse que o som já entrou em sets de Justice, 2ManyDJs, Chemical Brothers, Erol Alkan, A-Trak… ôloco!

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TNGHTBugg’n
Esse downbeat dopado de left-field hip-hop, que vem bombando em algumas web radios, ganhou um clipe bem legal. Tem cenas de show forte do TNGHT. E essa criança que faz “ah” na faixa é sample do interlude Un Autre Introduction, do disco The Private Press, do supercult DJ Shadow (ex-UNKLE). O álbum de 2002 é um clássico do left-field hip-hop, que voltou com força em 2012 (sugiro escutar Shabazz Palaces).

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ElliphantCiant Hear It
A MC Elliphant, espécie de M.I.A. sueca, liberou o clipe da faixa Ciant Hear It. O som tem beats estourados de algo entre funk carioca e Miami bass, e vocal spoken word sujo. Elliphant já apareceu por aqui antes. Você escutou TeKKno Scene nas Tracks 37 e o clipe da mesma faixa nas Tracks 40.

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Enigma DubzWe At War
O produtor de Birmingham começou na música clássica com 5 anos, mas depois passou pra eletrônica. Nessa faixa política-existencial, uptempo beats fazendo a linha drum’n’bass etéreo te conduzem em uma pequena viagem sônica.

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LokrianGreen and Yellow
O dubstep aqui é muito mais influenciado pelo acid jazz e pelo downtempo do que pelo techno e pelo drum’n’bass. É muito mais Rubin Steiner e muito menos Skrillex.

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Washed OutA Dedication
Ernest Greene lançou Within And Without, o álbum de estreia do seu projeto Washed Out, há um ano. Apesar disso, o romântico clipe da balada indie eletrônica A Dedication, que fecha o disco, saiu apenas agora. Você viu um clipe dele antes. Eyes Be Closed está nas Tracks 6.

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SHORTCIRCLESMAPZZZ: SHARKBITE SESSIONS
Éter.

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#ficadica @MarcosTesser

Vera FlashHustle
A cantora Vera Flash fez sua estreia com um clipe épico, sanguinário e muito bem editado para gostosa faixa Hustle, uma inquietante e sombria mistura de electro pop com hip hop numa pegada dançante e sexy. Vamos ficar bem atentos a essa guria!

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Bloquinho remix

Matthew DearHer Fantasy (Poolside Remix)
Poolside fez um remix calmo, meio space house, para a excelente música Her Fantasy, do Matthew Dear. Você escutou a versão oficial de Her Fantasy nas Tracks 47. O duo Poolside, de Los Angeles, acaba de lançar o disco Pacific Standard Time.

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Charli XCXYou’re The One (The Internet Remix Feat. Mike G)
A cantora pop britânica Charli XCX não me agrada muito. Pra mim, ela é uma versão single da dupla t.A.T.u. Mas o duo The Internet fez um remix muito bom para You’re The One, com participação do MC Mike G. Juntos, deram uma nova personalidade para o som. The Internet, talvez você lembre, lançou há algum tempo um clipe controverso para a faixa Fastlane, do disco Purple Naked Ladies. Você viu nas Tracks 30.

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Tiësto lidera lista de DJs mais bem pagos do mundo

03 de agosto de 2012 0

A revista norte-americana Forbes divulgou ontem a lista dos DJs mais bem pagos nos últimos 12 meses. O holandês Tiësto ficou no topo do ranking, com US$ 22 milhões de faturamento. Em média, ele ganha US$ 250 mil (mais de R$ 510 mil) por set.

O Skrillex, amigo do Volume (kkk!), ficou na segunda posição, com US$ 15 milhões no período. O trio Swedish House Mafia, que vai dar um tempo após a atual turnê, ficou em 3º lugar com US$ 14 milhões.

David Guetta (US$ 13,5 milhões), Steve Aoki (US$ 12 milhões; lembra do set animal dele em POA??) e Deadmau5 (US$ 11,5 milhões) também estão no ranking.

Pearl Jam poderá tocar no Lollapalooza Brasil 2013

03 de agosto de 2012 4

O Pearl Jam deverá ser um dos headliners do Lollapalooza Brasil 2013, que rola em São Paulo entre os dias 29 e 31 de março. A informação é do Jornal Destak, que vem se destakando (!) como boa fonte sobre shows futuros no Brasil…

Se a banda vier, será a terceira tour do grupo pelo Brasil desde 2005. A última passagem deles por Porto Alegre foi no dia 11 de novembro passado. Você com certeza lembra daquele espetacular show de 2h40min. Leia sobre e veja fotos neste link.

Em julho, Eddie Vedder disse que queria voltar ao Brasil em 2013 com o Pearl Jam ou com seu show solo, que divulga o disco Ukelele Songs. Antes disso, no fim de junho, o guitarrista Mike McCready havia dito que a banda já estaria negociando para voltar à América do Sul no ano que vem. Leia mais sobre isso aqui.

A primeira edição do Lollapalooza Brasil foi realizada em 2012, com Foo Fighters e Arctic Monkeys fechando as duas noites. Leia sobre os shows do festival na cobertura do Volume. As infos sobre bandas e ingressos do Lolla Brasil 2013 saem em breve.

Lollapalooza EUA

O Lollapalooza Chicago começa nesta sexta e segue até domingo no Grant Park com ilustres como Tame Impala, The Shins, Die Antwoord e Black Keys (hoje), Alabama Shakes, Washed Out, tUnE-yArds, Bloc Party, Red Hot Chili Peppers (amanhã) e The Walkmen, Franz Ferdinand, Gaslight Anthem, Toro Y Moi, At the Drive-In, Miike Snow e Jack White (domigo) + meia tonelada de artistas. Parte destes shows será transmitida ao vivo pelo canal do Lollapalooza no YouTube.

> Mais Pearl Jam

> Lollapalooza Brasil 2013 rola nos dias 29, 30 e 31 de março em SP

> Lollapalooza Brasil 2012 é marcado por Arctic Monkeys, Skrillex, Peaches, Manchester Orchestra, Foo Fighters e Joan Jett

Lollapalooza Brasil 2013 rola nos dias 29, 30 e 31 de março em SP

31 de julho de 2012 0


A segunda edição brasileira do Lollapalooza ganhou um dia a mais com relação ao evento deste ano. O festival rola entre 29 e 31 de março no Jockey Club de São Paulo. As bandas e as infos sobre a venda de ingressos serão divulgadas em breve.

> Leia sobre o Lolla 2012 aqui
> Coachella no Brasil em 2014?
> Robert Smith diz que The Cure volta ao Brasil em 2013

Tracks Volume #50

27 de julho de 2012 0

SwansThe Apostate
A veterana banda de pós-punk/noise Swans, de NY, liberou um teaser do DVD gravado ao vivo que estará na edição especial do novo disco The Seer, marcado para 28 de agosto. Nas imagens abaixo, um trecho apocalíptico da faixa The Apostate, que ao vivo tem 23 minutes de microfonias, distorções e melodia catártica. Desde 1983, a banda já lançou mais de 15 discos. Eles deram um tempo em 1997 e voltaram em 2010 com o disco My Father Will Guide Me Up a Rope to the Sky. O líder, guitarrista, vocalista e compositor Michael Gira disse que The Seer terá 11 faixas e 2 horas de duração! A cantora Karen O, do Yeah Yeah Yeahs é uma das convidadas.

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Title FightHead In The Ceiling Fan
Descendente do Swans, mas também de Mogwai, Explosions in the Sky, Tortoise… a banda Title Fight liberou o vídeo desse pós-rock melancólico, metálico e belo. A estreia rolou em 2011, com o disco Shed. A faixa Head In The Ceiling Fan está no novo álbum, Floral Green, que sai no outono gringo.

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The BabiesMoonlight Mile
Moonlight Mile é um garage rock de guitarras metálicas com bateria incessante e pegada pop sessentista. Há um psicodelismo, mas distante de clichês do estilo. A banda do Brooklyn libera o single 7″ em breve.

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Tame ImpalaElephant
Depois de liberar um teaser sobre o novo disco e o áudio da faixa Apocalypse Dreams, o Tame Impala lançou o single Elephant. Space rock psicodélico com guitarras heavy hipnóticas, como já era esperado. Muito bom! O disco Lonerism sai no dia 9 de outubro.

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SolosCarpe Diem
O duo formado por Spencer Seim e Aaron Ross liberou esse rock psicodélico garageiro e experimental com bateria convulcionada e guitarra veloz. Há um certo humor no som, que está no disco Beast Of Both Worlds, marcado para 11 de setembro.

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The Flaming Lips and Heady Fwends
Está online o disco The Flaming Lips and Heady Fwends, lançado no Record Store Day deste ano em formato duplo reunindo parcerias com Nick Cave, Lightning Bolt, Bon Iver, Chris Martin, Tame Impala, Yoko Ono, Erykah Badu, Neon Indian, Ke$ha, Prefuse 73 e a banda cult Lightning Bolt (na balada psicotrópica I’m Working at NASA on Acid, veja o clipe). Você também viu o vídeo psycho-erótico do Flaming Lips com New Fumes para a faixa Girl, You’re So Weird nas Tracks 39.

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Wild CubStraight No Turns
Indie rock com levada disco-funk? Mais ou menos por aí…

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The Mountain GoatsCry For Judas
A banda The Mountain Goats liberou Cry For Judas, um rock tradicional adornado por trompete que está no disco Transcendental Youth, marcado para 02 de outubro.

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POND Moth Wings
O clipe WTF! da semana, óbvio, vai pra essa coisa bizarra do POND. Mas Moth Wings, faixa da banda que é projeto paralelo do Tame Impala, é legal.

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Blonds - Time
Lindíssima balada indie, com bateria cadenciada, guitarras contemplativas, vocal de veludo e climinha sinfônico. O duo Blonds tá podendo! O disco The Bad Ones sai no dia 07 de agosto.

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Beach HouseWishes
Wishes ao vivo, no Late Night With Jimmy Fallon, ficou incrível. Delicadeza pop.

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Beck - Sound Shapes
Saiu há dias um vídeo sobre o game Sound Shapes com trechos de Cities, uma das três faixas do Beck para o jogo. As outras são Touch the People e Spiral Staircase. No vídeo, Steve Wilson, do coletivo de arte Pyramid Attack, fala sobre a criação de personagens a partir das músicas compostas pelo norte-americano. Saiba mais sobre o game para PlayStation 3 e PlayStation Vita aqui

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Nirvana - Heart-Shaped Box (Lana Del Rey cover)
Lana surpreendeu o público de seu show de ontem no Enmore Theater, em Sydney, ao fazer um cover Heart-Shaped Box, do Nirvana. Arriscado, hein? O resultado? Ela amaciou a música, que segue de partir o coração. Mas o som ficou bem meloso. Fãs do Nirvana vão odiar!

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Eletrônica

Le1fWut
O Le1f é provavelmente uma das grandes surpresas do ano até agora. Em Wut, o MC gay manda ver um rap afro-american com acento grave, pesadas doses de humor, afetação e carga sexual. À base de electro underground hip hop, Miami bass e funk carioca, o rapper sintetiza MC Hammer, Tricky, Grace Jones, Nicki Minaj, Santigold, M.I.A. , Azealia Banks e Diplo. O som é ótimo e a direção do clipe abusado é de Sam Jones.

O mixtape de estreia, Dark Yorkd, é bem mais experimental. Faz uma linha mais left-field hip hop, experimental, com boas trilhas inspiradas por indie electronic e 2step underground.

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Crystal CastlesPlague
Saiu nesta semana a versão oficial do novo single do Crystal Castles. Como sempre, os canadenses mandaram bem. Dark synthns etéreos, sufocantes, from hell. Você escutou uma versão ao vivo de Plague, um pouco mais pesada, nas Tracks 45, em junho. Naquela época, a gente ainda não sabia o nome do som. A faixa estará no próximo álbum do duo, ainda sem nome e data.

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SSIONFeelz Good Forever
O performático SSION já lançou vários vídeos malucos, sempre com estética forte marcada por passadismo kitsch new wave, ironia bizarra e paródia gay andrógena. No clipe de Feelz Good Forever, efeitos primários de edição e composição de imagens em altíssima velocidade enquadram uma faixa disco-punk maneraça. O som alterna momentos calmos e sufocantemente etéreos com beats sujos e pesados. A trilha delirante contrasta bem com o vocal afetado do cantor. A faixa está disco BENT. Epiléticos, mantenham distância!

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SBTRKTGloss
Nesta curta faixa, SBTRKT (aka Aaron Jerome) desconstrói o jungle ao sequenciar beats quebrados em baixa rotação com apoio de percussão sintética, como no caso do xilofone.

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Bloquinho Remix

Birdy Nam NamGoin’ In (Skrillex “Goin’ Hard” Mix)
Skrillex turbinou Goin’ In, do Birdy Nam Nam, injetando dubstep testosteronizado no som. Ficou Goin’ Hard! Matou a pau!

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Nine Inch NailsSurvivalism (Deadmau5 remix)
Deadmau5 baixou o tom e deu groove ao industrial rock Survivalism, lançado pelo Nine Inch Nails no álbum Year Zero em 2007. A faixa ainda está pesada, mas ganhou um novo sentido.

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The xxAngels (Mirrors remix)
A delicada Angels, do xx, ganhou uma versão um pouquinho diferente no remix de Mirrors. Ouça a original aqui.

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Tomas BarfodDon’t Understand (Abstraxion Remix)
Há algo trance no remix do Abstraxion para a faixa Don’t Understand, de Tomas Barfod. Tipo loops transcendentais constantes de beats e vocais em direção ao cosmo químico. Mas tá mais pra bedroom electronic do que para as pistas. É, o gênero mais popular (pra playboylândia) e o mais rejeitado (pelo hypeland) do mundinho eletrônico também tem coisa boa.

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Noel Gallagher’s High Flying BirdsAKA…What A Life! (The Amorphous Androgynous Remix)
Esse remix over extended do Amorphous Androgynous saiu faz tempo. Simplesmente esqueci de postar. Talvez porque seja meio palha. O som está no single Everybody’s On The Run. Você já tinha escutado um remix do Amorphous para a faixa Shoot a hole into the Sun em fevereiro.


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