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Resultados da pesquisa por "Slayer"

Prodigy tem a música mais controversa do mundo

25 de novembro de 2010 3

Smack My Bitch Up, do Prodigy, foi eleita a música mais controversa de todos os tempos pela PRS For Music, organização britânica que defende os direitos de autor. God Save The Queen, dos Sex Pistols, e Relax, do Frankie Goes To Hollywood, aparecem na segunda e na terceira posições.

1. Smack My Bitch UpThe Prodigy

2. God Save The QueenThe Sex Pistols

3. Relax - Frankie Goes To Hollywood

4. Kim - Eminem

5. Killing In The NameRage Against The Machine

6. Goode – The Shamen Ebeneezer Ebeneezer Goode – The Shamen

7. Suicide SolutionOzzy Osbourne

8. Get Your GunnMarilyn Manson

9. Angel of DeathSlayer

10. Dear God – XTC

A lista dos outros nunca é a nossa lista. Pra gente, sempre falta algo. Nessa lista não aparecem, por exemplo, nenhuma faixa do apocalíptico GG Allin nem músicas de G.B.H., AC/DC, Alice Cooper, Kiss, Dead Boys, Misfits, Exploited, Black Flag, Dead Kennedys, Motörhead, Nine Inch Nails, Stones, Madonna (ela tem faixas controversas sim, como não?!?) muito menos composições obscuras de toda horda de malucos do metal nórdico. E aposto que você lembra de muitas outras bandas!

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Iron Maiden libera música do novo disco

09 de junho de 2010 7

Reprodução

The Final Frontier, o novo disco do Iron Maiden, será lançado apenas no dia 16 de agosto, mas a banda liberou o download da música El Dorado no site oficial.

O disco foi gravado no Compass Point Studios, em Nassau, onde a banda já havia gravado outros três álbuns nos anos 80. The Final Frontier será o 15º registro de estúdio dos caras.

O tracklist divulgado foi:

Satellite 15…..The Final Frontier
El Dorado
Mother Of Mercy
Coming Home
The Alchemist
Isle Of Avalon
Starblind
The Talisman
The Man Who Would Be King
When The Wild Wind Blows

***

Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax no cinema

O Big Four do thrash metal (Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax) tocam juntos no festival Sonisphere, que rodará a Europa entre junho e augusto deste ano. E no dia 22 de junho, os shows das quatro bandas na Bulgária serão transmitidos ao vivo e em HD em cinemas de vários países. O site www.thebigfourlive.com/ indica que o Brasil está na lista. As sessões seriam coordenadas pelo Movie Mobz.

>>>>> Show: Iron Maiden em Porto Alegre
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Postado por Danilo Fantinel

Exclusivo: Hibria abrirá para o Metallica em POA

13 de janeiro de 2010 15

Divulgação

Atualizado às 15h50min

Galera, a Opinião Produtora acaba de me confirmar que Hibria fará o show de abertura do Metallica em Porto Alegre. A banda subirá ao palco às 21h30min e tocará por 50 minutos.

A World Magnetic Tour do Metallica chega a POA no dia 28 de janeiro. O show deverá ocorrer no Zequinha, mas poderá mudar de local caso o estádio seja interditado, como você leu aqui. A Opinião Produtora também confirmou que ainda há ingressos à venda.

O Abel Camargo, guitarrista da Hibria, disse há pouco que sabia há algum tempo que estavam sondando a banda para abrir o show, mas que ficou sabendo da confirmação apenas ontem à noite.

– É um belo início de ano, após turnês internacionais em maio e junho por Japão, Taiwan, Hong Kong, Coréia do Sul e Canadá. Japão bombou tanto que rolou um novo convite, desta vez para o festival Loud Park.

No Loud, a banda tocou para 15 mil pessoas ao lado de Judas Priest, Slayer, Megadeth, Arch Enemy, Napalm Death, Antrax, Childrem of Bodom e Papa Roach, entre outros. Além do Loud Park, a banda abriu o show do Megadeth em Nagoya. 

Foto: Divulgação

Abel também disse que a banda decidirá nos próximos ensaios se tocará novas músicas no show de abertura, e que está alucinado com a notícia:

– Metallica é a nossa banda nº 1 desde que somos adolescentes. Foi quem mais nos influênciou. Vi a banda em 99, no Jokey de Porto Alegre, na virada do meu aniversário. O show foi no dia 06 de maio, e meu aniver no dia 07. Foi o melhor presente em todos os tempos. E 10 anos depois, subir no mesmo palco dos caras é algo incrível!

Abel convocou pro show a galera que sempre acreditou na banda, desde os shows no Bar João, na Osvaldo. Ou seja, pinta lá!

***

Na enquete do Volume feita com 31 bandas, Hibria ficou entre as mais votadas, com 439 de 9.516 votos, mas foi superada por grupos como It’s All Red (1.565), Absence of (1.309) e Cartel da Cevada (1.239).

E ae? Curtiu o resultado??

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Postado por Danilo Fantinel

Sepultura abrirá para o Metallica em SP

12 de janeiro de 2010 10

Andreas Kisser/Divulgação
O Sepultura anunciou ontem no twitter que abrirá os shows do Metallica em São Paulo nos dias 30 e 31 de janeiro, no estádio do Morumbi. Massa! Sepultura foi o show mais alto que eu vi/ouvi na vida. Foi no Rock in Rio 3, em 2001.

Até o fim da semana passada, a Opinião Produtora ainda não estava divulgando o nome da banda que abrirá o show deles em Porto Alegre. A World Magnetic Tour passa por aqui no dia 28 de janeiro, no estádio Zequinha. Ainda há ingressos à venda.

Nos últimos dias, o Metallica anunciou mais um show em Buenos Aires (22 de janeiro) e outro em Córdoba (24), além de shows com Slayer, Megadeth e Anthrax, em junho, no Sonisphere em Varsóvia e em Praga. A última vinda da banda de James Hetfield ao Brasil foi em 1999, com a turnê The Garage Remains The Same.

E você votou na enquete sobre quem deveria abrir para a banda em POA? Nãããão???? Ish…

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Postado por Danilo Fantinel

Entrevista: Véspera

30 de outubro de 2009 36

Véspera/Lucas Martins de Mello, Divulgação

Teve gente que ficou perplexa quando a Véspera foi escolhida a banda de abertura do show do Faith No More em Porto Alegre, marcado para a próxima terça-feira. O motivo é simples, mas talvez não seja justo: os caras ainda não são muito conhecidos. E você sabe… o desconhecido mete medo em uma galera.

Na entrevista abaixo, feita por e-mail, você fica sabendo um pouco mais sobre a banda de Lucidio Gontan (voz), Marcelo Falcão (guitarra), Vinícius Ferrari (guitarra), Eduardo da Camino (baixo) e Renato Siqueira (bateria), suas influências musicais e literárias, e o que eles esperam sobre o aguardado 03/11 – o dia mais importante para o grupo até hoje.

E se por algum motivo você não conferir a apresentação da Véspera antes do show mais esperado do ano na capital gaúcha, saiba que eles tocam no dia 07/11 na festa OK:ROCK!, lá no Garagem Hermética.    

 

A escolha da Véspera para a abertura do show do Faith No More causou surpresa em muitas pessoas, pois a banda ainda não é muito conhecida. Desde quando vocês tocam? E como rolou essa escolha? Como vocês receberam a notícia?

 

Lucidio: A Véspera existe, oficialmente, desde 2007. Mas eu, o Marcelo (Reichelt, guitarra) e o (Eduardo Da) Camino (baixo), somos amigos de infância e tocamos juntos desde…deixa pra lá…. Na época da escola, nos encontrávamos quase todas as noites para assistir à MTV com o sinal UHF péssimo na casa do Camino, e foi importante ver todos aqueles clipes do Pearl Jam, Alice in Chains, Faith No More… Conhecemos o Renato (Siqueira, bateria) e o Rodrigo Bonjour (antigo guitarrista, atualmente na banda Lìtera) numa época em que estavam nascendo as melodias que seriam as primeiras músicas da Véspera. Com a entrada do Vini (Vinícius Ferrari, guitarra), a banda ganhou uma energia extra. Esse guri, que vive lendo tudo quanto é blog de música, viu no Remix o post do Gustavo Brigatti abrindo uma enquete informal sobre qual banda deveria o show do Faith no More em Porto Alegre. Ele postou lá: “A Véspera, claro!” (risos) e mandou um e-mail pra meia dúzia de amigos. Só que a galera começou a postar lá em peso e isso chamou a atenção da Opinião Produtora, que nos pediu material. Segundo me consta, os próprios caras do Faith No More aprovaram nossa indicação! Imagina a gritaria e a choradeira! Estávamos gravando um vídeo na casa do Marcelo, para uma música nova, que se chama Limite, que, aliás, será tocada no Pepsi on Stage. Quando veio a notícia, foi uma avalanche de telefonemas, torpedos, tremedeiras, ataques de nervos… A ficha está caindo até agora!

 

 

Este será o primeiro grande show de vocês? Onde a banda costuma tocar e, no geral, qual é o seu público?

 

Lucidio: Será, sim, nosso maior show! Apesar de pouco conhecida do grande público, a banda conseguiu formar uma verdadeira família. Nossos fãs acabam virando nossos amigos e fãs assim valem por mil! Essa proeza é culpa deles, e é pra eles esse show! Mas voltando à pergunta, a Véspera é a banda oficial da festa OK:ROCK!. O repertório fica recheado de versões de Beatles, Muse, Placebo, coisas mais diferentes como Prince e outras bandas que a gente curte. Também fomos a banda residente do Art & Bar por sete meses entre 2008 e 2009. Nosso público é o mais variado possível. Já vimos pessoas com a camiseta da Tom Bloch e do Slayer na mesma festa! Aliás, ontem (terça-feira) fizemos um showzaço neste bar para amigos e fãs como forma de agradecer a todos pelo carinho que temos recebido. E o bar lotou! Ficamos perplexos!

 

A Véspera tem algumas composições interessantes. Faixas que parecem sinceras, não ligadas a modismos, um tanto quanto despretensiosas e que podem variar de tonalidade de uma para outra, como nos casos de Tudo sobre Nada, Sobre esses dias e Não uso o coração. Como vocês compõem? O lance rola em grupo? Ou alguém tem um peso maior nisso?

 

Eduardo: Compor é sempre um processo coletivo pra se chegar ao resultado final de cada música. Geralmente o Vini e o Marcelo trazem algo inicial pros ensaios, depois de tocarem em casa, no violão, repetindo um milhão de vezes um riff ou uma seqüência de acordes. No estúdio, “encaixamos” baixo e bateria. E aí, tome repetição de novo, pro Lucidio criar a linha vocal em cima da melodia. Às vezes ele faz isso já com letras prontas, e a métrica do texto na folha de papel acaba influenciando a melodia. E mexemos nas músicas até a hora de gravar, quando geralmente o Lucidio vem com sugestões de detalhes sutis no arranjo que acabam fazendo uma diferença enorme pra quem ouve a música.

 

Lucidio: Nosso método mais clássico, e o mais difícil, é o de compor o arranjo e a linha melódica da voz antes da letra. Estamos, aos poucos, tentando inverter isso, porque é muito mais fácil e rápido. Sobre esses dias é nossa música mais antiga. Nasceu pronta e foi concebida assim: arranjo antes, letra depois.

 

Quais bandas vocês curtem? Em que tipo de som vocês se espelham pra compor?

 

Renato: Somos de escolas musicais diferentes, e ao mesmo tempo, com muitas coisas em comum. Sem dúvida, somos uma banda de rock, mas nossas influências pessoais, todas juntas, formam a química para chegarmos às nossas composições! O Camino tem uma raiz de punk/HC, o Vini é típico guitar hero de rock/blues, o Marcelo tem influência do rock 90, especialmente do grunge, e eu tenho uma veia metal. Pra compor, apenas deixamos as ideias fluírem. E ideias têm vida própria, dependendo do dia, do humor, do clima, ela pode soar mais pesada, mais melancólica ou mais alegre. Quanto às bandas, tem algumas coisas que todos nós gostamos e que influenciam a banda, como Pearl Jam, Muse, Live, Alice in Chains, Faith No More, Placebo e Tom Bloch. É um verdadeiro “Frankstein”.

 

Lucidio: Temos buscado estruturas diferentes para as músicas, mas a fórmula da banda Live, uma de nossos preferidas, é infalível: estrofes mais calmas, ponte com alguma tensão e refrão explosivo.

 

Outra característica de vocês são as letras inspiradas. No MySpace vocês indicam apenas uma influência: Fernando Pessoa. Qual o peso dele e da literatura em geral para o som da banda?

 

Lucidio: Nossa paixão por Fernando Pessoa é declarada. É como se ele nos entendesse e escrevesse letras para a Véspera! Tanto que temos parte de um de seus poemas (O Andaime) musicado. E Não uso o coração (o nome da música é uma frase dele!) foi toda escrita inspirada na rima e na métrica de outro de seus poemas, chamado Isto.  Dá uma olhada no original e como ficou nossa letra:

 

Excerto de Isto, de Fernando Pessoa.

 

Dizem que finjo ou minto

Tudo que escrevo. Não.

Eu simplesmente sinto

Com a imaginação.

Não uso o coração.

Tudo o que sonho ou passo,

O que me falha ou finda,

É como que um terraço

Sobre outra coisa ainda.

Essa coisa é que é linda.

Não uso o coração, da Véspera

De vez em quando eu minto

E vivo de ilusão

Prefiro o meu instinto

A tua devoção

Exponho o meu fracasso

Procuro uma saída

E junto os pedaços

Do que sobrou de vida

 

Senti uma proximidade entre o som de vocês e o da Tom Bloch, que também sempre privilegiou letras rebuscadas, românticas e desesperadas. Vocês concordam com isso?

 

Eduardo: É uma comparação que muito nos alegra, somos muito fãs da Tom Bloch. As músicas deles têm uma aura de desespero silencioso, falta de perspectiva e resignação. Isso é muito Mal do Século! E falar das letras deles é covardia!

 

Qual a expectativa da banda para a abertura do FNM em POA? Estão nervosos?

 

Renato: O Faith No More é e sempre foi uma das nossas bandas preferidas! Tanto que eu e o Camino temos uma banda cover só de FNM. Não diria que estamos nervosos, até porque ensaiamos constantemente e saímos agora de uma rotina puxada de shows, tocando todas as quintas no Art&Bar! Estamos ansiosos pelo momento de subir no palco e dar nosso sangue! É o nosso maior show até o momento, mas faremos o que melhor sabemos fazer: tocar.

 

 

Acredito que enfrentar o público do FNM em POA seja um trabalho difícil. O que vocês estão planejando pro show? Apenas músicas próprias? Algum cover ou algo assim?

 

Eduardo: Faith No More é uma banda muito inclassificável. Tem pedacinhos de metal, de funk, de progressivo, de hardcore, mas é absolutamente única. Juntando a isso a voz bizarra e as letras lindas e doentias do Mike Patton, fica bem difícil delinear um perfil médio do fã de Faith No More. Espero que saibamos surpreender o público tanto quanto o FNM.

 

Lucidio: Eu fui ao primeiro show do FNM no Gigantinho em 1991. Eu estava nas cadeiras, bem longe, de frente para o palco e lembro do público jogando revistas em chamas na banda de abertura, a Maggie´s Dream, do ex-vocalista do Menudo, Robby Rosa (risos). É um público insano, sim. Dizem que os gaúchos pecam pelo bairrismo. Já ouvi dizerem que para o gaúcho não basta seu time ganhar, o adversário tem que perder. Detesto ouvir isso e acho que no dia 03 a gauchada vai provar que é o melhor público de rock do Brasil!

 

Renato: Não somos uma banda que toca covers, nós apenas pegamos músicas que gostamos e fazemos versões, sempre imprimindo nossa marca pessoal! Ainda não fechamos o set list definitivo, mas estamos armando algo impactante, para prender a atenção do público do Faith No More. Pode ter certeza de que não iremos decepcionar todos que acreditam em nós! Esse show é pra vocês!

>>>>> Veja o Faith No More tocando em Lima
>>>>> Mais sobre Faith No More

Postado por Danilo Fantinel

Vote na garganta mais potente da música

23 de agosto de 2009 42

Reprodução, blog A face dos sentidos

Você deve ter lido por aí nesta semana sobre o vinil com os 74 melhores gritos da história da música.

O artista de Nova York Leroy Stevens lançou 500 cópias de Favorite Recorded Scream a US$ 15 em Manhattan e na internet. 

No lado A, todos os gritos estão encadeados em apenas 3 minutos e 32 segundos. No B, estão separados por dez segundos de silêncio, em um total de 15min e 52seg.

O disco tem Beatles, Björk, Black Flag, Buddy Holly, Danzig, De La Soul, Elvis Costello, Gal Costa, Hüsker Dü, James Brown, Kiss, Led Zeppelin, Linkin Park, Michael Jackson, Pink Floyd, Pixies, Plasmatics, Rahsaan Roland Kirk, Rolling Stones, Screamin` Jay Hawkins, Sepultura, Slayer, Small Faces, Stooges, The Plastic Ono Band, The Who e outros. Muitos estão na lista mais de uma vez, como Who, Stooges e Led Zeppelin.

 

Veja o tracklist completo aqui.

A compilação lembra Zero, o single do Smashing Pumpkins que veio com mais de 22 minutos de trechos de músicas inacabadas coladas entre si. Faz parte da histeria criativa de Billy Corgan… aliás, ele poderia estar no disco.

Ok, ok, vamos ao que interessa: dos citados no post (e que estão no álbum de Leroy Stevens ), quem tem a garganta mais potente? No caso de bandas, pense no vocalista, claro..


Postado por Danilo Fantinel

Kaiser Chiefs vai lançar novo álbum em outubro

06 de agosto de 2008 0

Divulgação

Uma das bandas de rock mais populares da Inglaterra está anunciando mais um disco na seqüência. Depois de Yours Truly Angry Mob, lançado em 2007, o Kaiser Chiefs já está com outro álbum na manga para lançar em 2008.

De acordo com o site oficial da banda, Off With Their Heads deverá chegar às lojas da Grã-Bretanha no dia 13 de outubro, e dos Estados Unidos no dia seguinte. A banda também revelou que o primeiro single será Never Miss A Beat, que contará com a participação de Lily Allen nos vocais de apoio. Ela também participa de Always Happens Like That.

O álbum foi produzido pelo badalado Mark Ronson juntamente com Eliot James, com mixagens de Cenzo Townshend e Andy Wallace, que já trabalhou com Nirvana, Slayer e Sepultura, entre outros. 

Confira a lista das faixas de Off With Their Heads:

Spanish Metal
Never Miss A Beat
Like It Too Much
You Want History
Can`t Say What I Mean
Good Days Bad Days
Tomato In The Rain
Half The Truth
Always Happens Like That
Addicted To Drugs
Remember You`re A Girl

Postado por Luciano Varelmann

Metallica divulga capa de novo álbum

18 de julho de 2008 6

Divulgação

Foi divulgada a capa do novo álbum do Metallica, que deve ser lançado em setembro. A arte reproduz um caixão que também pode ser interpretado como um campo magnético, em alusão ao título Death Magnetic.

James Hetfield, vocalista e guitarrista do Metallica, contou em entrevista ao VG TV que o título do novo trabalho foi inspirado nos astros que morreram pelo rock, como Layne Staley, e representa a reação de todas as pessoas perante a morte: “Como um campo magnético, algumas pessoas são atraídas por ela, outras têm medo e repelem “.

O produtor do CD, Rick Rubin, já trabalhou com Slayer, Beastie Boys, Johnny Cash e Red Hot Chilli Peppers.

Postado por Márcia Simões

Capas estilo freak show

25 de março de 2008 6

Montagem, Reprodução
O portal Gigwise sempre faz uns levantamentos legais sobre música. Há pouco tempo eles lançaram uma galeria de fotos selecionando as 50 capas de disco mais polêmicas de todos os tempos.

As bandas de metal (e suas variantes como death e trash metal), além de industrial, punk e hardocore levaram a melhor, claro. Podreira e choque são critérios essenciais na hora dessas bandas escolherem suas capas.

O álbum Dawn Of The Black Hearts, da banda Mayhem, ficou em primeiro lugar. Também pudera, os caras usaram uma imagem do vocalista do grupo, chamado Dead, logo após seu suicídio. O corpo está ao lado de uma faca e uma arma de fogo. P*** que p*****, sabe?! Doença pouca é bobagem.

Virgin Killer, álbum da banda alemã Scorpions, obteve o segundo lugar ao mostrar uma menina virgem nua.

The Origin, do Type O Negative, ficou em 3º. Depois vieram Anarchy, do Chumbawamba, Matando Gueros, do Brujeria, Mom’s Apple Pie, da banda de mesmo nome, Party Music (da banda The Coupe, com o World Trade Center em chamas pouco antes dos ataques de 11 de Setembro), Blind Faith, da banda homônima, Sehnsucht, do Rammstein, e God Hates Us All, do Slayer, que lascou a décima posição.

A lista ainda conta com Holy Wood (do Marilyn Manson, em 16º), Jesus Is Dead (do Exploited , em 17º), Family Man (da Black Flag, 21º), Back To The Shit (de Millie Jackson, com foto da moça sentada no “trono”, em 28°), Unfinished Music No.1: Two Virgins (de John Lennon & Yoko Ono, em 30º), Nothing’s Shocking (de Jane’s Addiction, em 31º), Amorica (The Black Crowes, 33º), Is This It (Strokes, 34º), Appetite for Destruction (Guns’N’Roses, 38º), Windowlicker (Aphex Twin, 43º), Diamond Dogs (David Bowie, 44º), Pussy (Lords of Acid, 46º, muito parecida com a capa de Amorica), Sticky Fingers (Rolling Stones, 48º) e Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not (do Arctic Monkeys, que aparece na lista em 49º lugar apenas por mostrar o amigo da banda Chris McClure fumando na capa). A última posição ficou com Hefty Fine, da banda Bloodhound Gang, que mostrou um tiozão obeso encaixotado.

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Postado por Danilo Fantinel