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Resultados da pesquisa por "Snoop Dogg"

Ouça o reggae La La La do rapper Snoop Dogg

23 de julho de 2012 0

O rapper Snoop Dogg liberou La La La, primeira faixa de seu disco reggae. Reincarnated, o 12º álbum dele, será lançado ainda neste ano com uma nova assinatura: Snoop Lion.

O som produzido pelo Major Lazer, do Diplo, é perfeito pra começar essa segunda de verão em Porto Alegre e abrir os caminhos da semana com good vibrations! Reggae é vida.

Leia resenhas de shows de reggae em Porto Alegre:

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Snoop Dogg vai remixar Johnny Cash

02 de abril de 2009 1

Divulgação

O rapper americano Snoop Dogg vai vai produzir um disco de remixes do cantor country Johnny Cash. O álbum, intitulado Johnny Cash Remixed, terá a participação de Dogg na canção I walk the line e remixes assinados por artistas como Apparat, Alabama 3 e Midnight Juggernatus.

Segundo o G1, os outros produtores executivos do álbum são John Carter Cash, filho de Johnny Cash e administrador do espólio do pai, e Mathew Knowles (pai da cantora Beyoncé). 

Carter Crash demonstrou estar contente com o andamento da produção do CD:

- Meu pai fez sua carreira desafiando a maneira que as pessoas esperavam e aceitavam as coisas. Ele teria amado este disco de remixes. Enquanto se mantém fiel às gravações originais, o CD se aproxima de terrenos não descobertos. Meu pai sempre foi fiel à tradição enquanto criava um novo tipo de música – declarou.

Confira o tracklist de Johnny Cash Remixed:

“Get rhythm” (Philip Steir Remix)
“Big river” (Count de Money Remix)
“Country boy” (Sonny J Remix)
“I walk the line” (QDT Music Remix featuring Snopp Dogg)
“Doin` my time” (The Heavy Remix)
“Leave that junk alone” (Alabama 3 Remix)
“Port of lonely hearts” (Midnight Juggernauts Remix)
“Folsom prison blues” (Pete Rock Remix)
“Straight A`s in love” (Troublemaker Remix)
“Sugartime” (Kennedy Remix)
“Rock island line” (Wolf Remix)
“Belshazzar” (Machine Drum Remix)
“I heard that lonesome whistle blow” (Apparat Remix)

Bônus:
“Wide open road” (Count de Money Remix)
“Trail to Mexico” (Mexican Institute Of Sound Remix)
“Hey Porter” (Mocean Worker Remix)
“Katy too” (DJ Enjay Remix)
“My treasure” (J G Scott Remix)

A previsão é de que o álbum seja lançado em junho.

Postado por Mariana Romais

Snoop Lion lança clipe de La La La

05 de novembro de 2012 0

Já faz dias que saiu, mas se você ainda não viu confira abaixo o clipe do Snoop Lion (aka Snoop Dogg) para La La La. Tiração de sarro trash com gostosas, crianças e a morte do rapper Dogg para o nascimento do rasta Lion. OMG.

A faixa tem produção do Major Lazer e está no disco Reincarnated, marcado para dezembro.

> Mais Snoop Lion
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Compilação resgata 51 clássicos da música jamaicana

23 de julho de 2012 0

A compilação Out of Many: 50 Years Of Reggae Music, que reúne 51 clássicos da música jamaicana, caiu no site da NPR.

O disco triplo celebra os 50 anos da independência do país caribenho, a ser comemorado no dia 6 de agosto, com uma faixa de cada ano a partir de 1962. O álbum foi editado pela gravadora VP Records, de Vincent e Patricia Chin, proprietários da loja Randy’s Records, aberta em Kingston em 1961. Anos depois, em 1979, Vincent se mudou para Nova York, onde passou a distribuir reggae music pelos Estados Unidos, tornando-se um dos maiores divulgadores do gênero musical no mundo.

No player abaixo, ska, rocksteady, reggae, dancehall, dub, lovers rock e outras vertentes.

Ouça os discos 2 e 3 neste link e confira o tracklist completo aqui.

> Escute o reggae La La La, do rapper Snoop Dogg

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Entrevista: Mayer Hawthorne

26 de janeiro de 2012 0

Em 2011, Mayer Hawthorne até que tentou ganhar parte das atenções dedicadas à Amy Winehouse e Janelle Monáe durante a passagem dos três pelo Brasil no Summer Soul Festival, mas sua presença se fez discreta. Tendo como “concorrentes” a maior cantora dos anos 2000, Amy, que naquele verão tropical tentava restabelecer sua vida/carreira pouco antes de morrer, e Janelle, a nova promessa da música negra norte-americana, convenhamos, a tarefa era difícil.

O fato é que, se o destaque de Hawthorne na mídia foi pequeno, sua performance no evento em Florianópolis foi inversamente proporcional. Apesar do pouco alcance da voz ao vivo, o que desfavorece qualquer cantor branco de black music, o vocalista e músico de neo soul e new R&B deu um show de inspiração, liderança e presença de palco. Entertainer nato, ele esteve muitíssimo à vontade no papel de crooner de sua big band.

Em seu primeiro disco, A Strange Arrangement, Hawthorne chamou atenção pela facilidade com que compôs músicas claramente inspiradas pelos grandes clássicos do R&B e da soul music, mas ainda assim com algum toque contemporâneo, reforçado pela proximidade quem tem com o hip hop e o rap – e melhor, tudo isso excepcionalmente reproduzido e ampliado ao vivo pela sua incrível banda.

Na verdade, rap e hip hop foram o ponto de partida na carreira de Andrew Cohen, o verdadeiro nome de Hawthorne. O alter ego Mayer Howthorne somente existe porque Andrew foi, um dia, MC, DJ e produtor musical nerd-retrô dos coletivos Athletic Mic League e Now On. Com o tempo, foi fazendo música para poder samplear e reutilizar em faixas de hip hop. Até que Mayer Hawthorne tomou maiores proporções em sua vida. Se a história em si já é boa, sua música não fica atrás.

No segundo disco, How Do You Do, mais sólido e com participação de Snoop Dogg cantando (e não fazendo rap!) em Can’t Stop, Hawthorne volta ainda mais romântico e focado no R&B, amparado não apenas pela vitalidade existencial do soul, mas também pelo frescor da disco music. Como disse na entrevista abaixo, ele se inspirou em Barry White, mestre da mellow music, para compor o álbum:

– Ele era muito “sex music”. Quem está fazendo este tipo de música em 2012? Eu.

Leia e entrevista realizada por e-mail:

Sua música é claramente inspirada no R&B e na soul music dos anos 60 e 70, mas também tem conexões com rap hip hop. Quando você começou a misturar esses estilos e como isso aconteceu?
Rap foi o meu primeiro verdadeiro amor. Ainda escuto rap a toda hora. Mayer Hawthorne surgiu de fazer música para samplear e usar em hip-hop. É maluco porque agora se fechou um círculo em que produtores de hip-hop estão me sampleando.

Você também tem amigos skatistas, indie rockers, DJs… Você acha que sua música consegue atingir tanta gente diferente?
Minha única regra ao fazer música é que ela deve ser divertida. Diversão é universal. Todos querem se divertir.

Seu primeiro show no Brasil ocorreu há exato um ano, quando você,Janelle Monáe e Amy Winehouse se apresentaram no Summer Soul Festival. Muitas pessoas não sabiam o que esperar porque não conheciam sua música, mais ao fim do show boa parte do público pareceu ter gostado da sua música. O que você lebra dessa experiência?
Fomos a última banda a fazer turnê com Amy. Ele foi um doce, e sempre vou ser grato por aquele momento. Fiquei muito surpreso com a reação do público no Brasil. Foi muito positiva. Mal posso esperar para fazer festa aí de novo.

Vi seu show. Você é muito falante. Você é sempre assim no palco?
Hahaha. E tenho muito a dizer, eu acho!

Amy morreu alguns meses após o festival no Brasil. Ela foi uma influência para sua música? Você tem ídolos que influenciaram sua carreira?
Amy foi a maior voz de nossa geração, na minha opinião. Ela também entendia a importância da boa composição e ajudou a trazer isso de volta para a música popular. Ela abriu muitas portas para artistas como eu. Também tenho muita influência de Barry White. Ele era muito “sex music”. Quem está fazendo este tipo de música em 2012? Eu.

O que você está fazendo agora? Algum novo álbum?
Estou sempre trabalhando em novas músicas, mas o foco está em How Do You Do neste momento. Vou rodar o mundo e comer as melhores comidas!

E sobre seu show no Meca Festival? O que está planejando?
Estivemos trabalhando em um novo set especial. Não posso contar surpresas, mas certo que vai ser uma festa!


Mayer Hawthorne se apresenta no M/E/C/A Festival 2012, no dia 28 de janeiro em Xangri-lá, no litoral gaúcho, com The Rapture, CSS, Breakbot, Boy e Penguim Prison. O lance rola das 17h às 4h no Hotel Fazenda Pontal (RS-407, Km 2.5, Maquiné – Acesso Morro Alto/Capão). Ingressos: R$ 50,00 (primeiro lote) e R$ 70,00 (segundo). Saiba mais neste link.

Veja a programação completa do M/E/C/A:

17:00 Abertura dos portões (Juli Baldi + Fran Piovesan DJ set)
18:00 Wannabe Jalva
18:45 Pulp DJ set
19:15 Penguin Prison
20:15 Mycool decaDANCE DJ set
20:45 The Rapture
21:55 Voodoo DJ set
22:25 Mayer Hawthorne
23:35 Popismo DJ set
00:05 CSS
01:15 Neon DJ set
01:35 Breakbot
02:50 The Twelves
04:00 Encerramento

>>>>> Leia sobre o show de Mayer Hawthorne no Summer Soul Festival 2011

M/E/C/A/ Festival 2012 terá Rapture, CSS e Mayer Hawthorne

14 de dezembro de 2011 0

Atualizado dia 23/01, às 14h

O M/E/C/A/Festival anunciou shows de Rapture (foto acima), CSS, Mayer Hawthorne, Breakbot, Boy e Penguim Prison para a edição de 2012. O lance rola no dia 28 de janeiro em Xangri-lá, no litoral gaúcho.

Vai ser curioso ver CSS sem o principal compositor da banda, o megamaster produtor e instrumentista Adriano Cintra. Claro, Lovefoxxx é o rosto do Cansei de Ser Sexy, mas Adriano era a cabeça, a mente por trás de tudo. Depois de ter conferido uns três shows deles no passado, sendo cada um beeeeeeem diferente do outro (por diferentes motivos), é provável que eu (a gente) veja o combo em um momento de transição.

Já o Rapture, uma das bandas mais legais dos anos 2000, deverá fazer um show memorável. A fusão de new wave, funk, pós-punk e disco rock criada pelos caras é especial. Neste ano, eles lançaram o elogiado disco In the Grace of Your Love. Aposto agora: melhor show do M/E/C/A/ 2012!

E Mayer Hawthorne, o compositor branquelo nerd de voz fraca e som legal, deve surpreender, como ocorreu em Florianópolis durante o Summer Soul Festival, em janeiro deste ano. Mayer faz um neo-soul influenciado por indie, pop, Motown e hip hop. Em Floripa, com uma banda de apoio afiada, ele fez cover de Beautiful, de Snoop Dogg, e levantou a galera com seus maiores sucessos: Maybe so, maybe no e Just ain’t gonna work out.

Completam o line-up o produtor francês Breakbot (do selo EdBanger), Boy (duo alemão de carga dançante) e Penguim Prison (remixer de várias bandas artistas do indie global).

Os ingressos começam a ser vendidos a partir do dia 17 de dezembro, com preços variando entre R$ 50,00 e R$ 70,00. Veja a escalação de bandas:

17:00 Abertura dos portões (Juli Baldi + Fran Piovesan DJ set)
18:00 Wannabe Jalva
18:45 Pulp DJ set
19:15 Penguin Prison
20:15 Mycool decaDANCE DJ set
20:45 The Rapture
21:55 Voodoo DJ set
22:25 Mayer Hawthorne
23:35 Popismo DJ set
00:05 CSS
01:15 Neon DJ set
01:35 Breakbot
02:50 The Twelves
04:00 Encerramento

M/E/C/A/ Festival
Data: 28 de janeiro de 2012
Horário: das 17h às 4h.
Local: Hotel Fazenda Pontal, Praia de Xangri-lá, RS-407, Km 2.5, Maquiné – Acesso Morro Alto/Capão)
Ingressos: R$ 50,00 (primeiro lote) e R$ 70,00 (segundo)
Venda: Tow (na Complex, Av. Protásio Alves, 3839) e Tow In (na 24 de outubro, 484, e no BarraShoppingSul)
Mais infos: www.mecafestival.com.br

> Show do Cut Copy em POA lançou o M/E/C/A/ 2012

> Saiba como foi o M/E/C/A/ 2011 (Vampire Weekend, Two Door Cinema Club e mais)

Amy cantou, mas Janelle deu show

10 de janeiro de 2011 3

O primeiro show da turnê de volta de Amy Winehouse, em Florianópolis, no sábado passado, foi esclarecedor: a soul woman mais rocker do mundo está cantando novamente. Após noites vexatórias na Europa e no Caribe, Amy provou que recuperou a voz – e que segue terrível, diga-se. Começou bem, esfriou, se perdeu, parou de cantar e depois encerrou a noite em alta, como no início.

Em uma apresentação de pouco mais de uma hora, a britânica mostrou seu timbre potente, rico e grave, calcado em emoção à flor da pele, como ocorre com verdadeiros artistas. Porém, escolheu um repertório irregular, no qual baladas muito intimistas abalaram sucessos inquestionáveis e colocaram em risco (mas não destruíram) o desempenho geral do espetáculo. Well, you know she’s no good

Ao que parece, o set foi sendo definido aos poucos, em cima do palco, em conversas com músicos e backing vocals. O grupo foi moldando a noite ao sabor dos acontecimentos, sem roteiro determinado. Deixando de lado parte das músicas mais intensas do espectro ska de sua carreira, que seriam perfeitas para o encerramento de um festival como o Summer Soul, Amy pontuou a noite com canções românticas muito lentas (como Some unholy war e Love is a loosing game), que caberiam melhor em um show para poucos em algum cabaré enfumaçado regado a vodka. Um evento para cerca de 10 mil pessoas exige menos introspecção e mais vigor.

Seja como for, poucas coisas na música hoje são mais importantes do que ver Amy cantando ao vivo. Principalmente quando há uma trinca de abertura como Just friends, Back to black e Tears dry on their own. Em certo momento, Amy passou o comando para o backing Zalon cantar Everybody here wants you (de Jeff Buckley) e What’s a man going to do. Ficou acompanhando tudo sentada no tablado da bateria. Medo… Zalon cantaria mais alguma com sua incrível voz? Por sorte não. Amy retornou ao microfone. Rolou um cover de Boulevard of broken dreams, de Tony Bennett. Do disco Frank, ouvimos I heard love is blind. Finalizou com Rehab, I’m no good, Me and Mr. Jones, You’re wondering now e Valerie. Faltas graves? Pelo menos duas: Fuck Me Pumps e Little Rich Girl.

Amy não falou muito durante o show. Ela é assim. Não estava lá para animar plateia. Veio até o Brasil para cantar. E cantou só o que preferiu. Confirmou que faz o que quer quando quer. E o resto que se f***. Provou que é diva. E divas não falam. Cantam.

Janelle deu show

Janelle Monáe é uma menina maluquinha. Híbrido de James Brown, Grace Jones e Michael Jackson criança, a superativa e doce Janelle roubou a cena com uma força quase comparável à que Arcade Fire teve para destruir Strokes no show em Porto Alegre em 2005.

Elétrica, cantou com clareza as letras verborrágicas de suas canções. E cantou com os olhos, expressiva. Desempenhou coreografias pré-determinadas, mas também improvisou. Fez uma entrada teatral, dançou moonwalk (de Jackson), homenageou Brown cenograficamente e pintou um quadro durante a apresentação. E o mais incrível é que essa overdose cênica, que segue o padrão conceitual do disco The ArchAndroid, não ofuscou o poder da voz de Janelle, evidente em canções como Dance or die, Locke inside, Cold war e Tightrope.

Janelle veio ao país hypada, mas sob a sombra de Amy. Mesmo assim, mostrou que não temia o gigantismo da britânica, passando por cima da tarefa de show de abertura como um trator. Assim como Winehouse, não falou muito com o público. Bom, você sabe. As divas não falam, cantam.

Mayer Hawthorne quem?

Esse sim falou com o público. Muito. A toda hora. Foi correspondido em alguns momentos, mas a verdade é que pouca gente realmente sabia quem ele era.

E quem é Mayer? É um branquelo nerd e elegante de voz fraca que faz neo-soul com influências do pop, da Motown e do hip hop. Tipo um Rivers Cuomo soul. Gostosas, b-boys, skatistas e DJs se espalham pelos seus clipes. Covers de M.I.A. e Snoop Dogg são comuns em seus shows.

Em Floripa, ele revisitou Beautiful, do rapper norte-americano. De autoria própria, rolaram Easy lovin, Make her mine e as mais conhecidas Maybe so, maybe no e Just ain’t gonna work out, entre outras.

O show foi praticamente perfeito, apesar do pouco alcance da voz de Mayer ao vivo. Acompanhado por músicos de primeira, o cantor fez uma ótima apresentação para aquecer a plateia para o que viria depois.

No geral, o Summer Soul Festival teve boa escolha de artistas, grandes performances e a promessa de que Amy tenha inaugurado uma nova fase musical – o que não significa uma nova personalidade.

Star Wars, Daft Punk, Noel e Ian Brown para Adidas

07 de junho de 2010 2

Reprodução
A Adidas lançou um viral galático para reforçar sua campanha nesta Copa do Mundo. A marca mais cool do planeta chamou Daft Punk, Noel Gallagher, Ian Brown, Snoop Dogg, David Beckham, DJ Neil Armstrong e outros para reencenar uma das cenas mais memoráveis de Star Wars: aquela do bar.

Ação de marketing ligadaça em cultura pop é o canal. Muito mais importante do que solidificar ativos de mercado, o que importa é estabelecer diálogos entre símbolos culturais contemporâneos de forma inteligente e imaginativa, enraizando ideais na cabeça do consumidor.

E não, o Daft Punk não remixou a trilha da cena. Nem deveria. A original é clássica.

Postado por Danilo Fantinel

Johnny Marr faz trilha para filme

28 de abril de 2010 1

Divulgação
No final do ano passado foi divulgado que Johnny Marr havia sido convidado para fazer a trilha sonora do filme The Big Bang, com direção de Tony Krantz, roteiro de Erik Jendresen (de Band of Brothers), e com Antonio Banderas, Delroy Lindo, Sam Elliott, William Fichtner e Snoop Dogg no elenco. Agora, a NME publicou um vídeo com uma entrevista com o ex-guitarrista dos Smiths (atual The Cribs).

Marr disse que fez um lance “atmosférico” seguindo uma linha Warp (selo de Aphex Twin, Grizzly Bear, Boards of Canada…), com guitarras soando “eletrônicas”, e que deixou de lado as orquestrações óbvias comuns a trilhas de filme.

Putz… Banderas é pra matar. Canastrice em nível máximo. E o filme parece ser uma bizarrice sem fim: detetive (Banderas) procura stripper desaparecida e entra em uma espiral noir que o leva a uma trama que envolve um boxeador russo, policias de LA e um bilionário que tenta recriar o Big Bang. Hããã…. sem comentários. Mas Marr é semideus, por isso merece atenção. Filme e trilha saem ainda neste ano.

Não tá rolando o embed do vídeo da entrevista. Veja aqui.

O trailer:

Trailer – The Big Bang
Enviado por WF_Fan. – Ver videos de celebridade, dos amigos e da família.

Postado por Danilo Fantinel

Ouça o novo single do Gorillaz

20 de janeiro de 2010 1

Divulgação
Foi liberada hoje a música Stylo, novo single do Gorillaz, com Bobby Womack e Mos Def nos vocais. O próximo álbum da banda criada por Damon Albarn (Blur) e Jamie Hewlett (Tank Girl) se chama Plastic Beach (confira um teaser aqui ou aqui) e será lançado no dia 08 de março. O disco tem participações de Lou Reed, Mick Jones e Paul Simonon (The Clash), Snoop Dogg, Gruff Rhys (Super Furry Animals) e De La Soul.

O som é muito bom e me lembrou os primeiros tempos do Massive Attack, tipo Blue Lines e as coisas mais calmas de Protection.

A Plastic Beach faz referência à ilha de lixo que existe no Pacífico (veja aqui e aqui e acabe com seu dia). O tracklist é:

Orchestral Intro
Welcome To The World Of The Plastic Beach (feat. Snoop Dogg)
White Flag (feat. Kano & Bashy)
Rhinestone Eyes
Stylo (feat. Bobby Womack and Mos Def)
Superfast Jellyfish (feat. Gruff Rhys and De La Soul)
Empire Ants (feat. Little Dragon)
Glitter Freeze (feat. Mark E Smith)
Some Kind Of Nature (feat. Lou Reed)
On Melancholy Hill
Broken
Sweepstakes (feat. Mos Def & Hypnotic Brass Ensemble)
Plastic Beach (feat. Mick Jones & Paul Simonon)
To Binge (feat. Little Dragon)
Cloud Of Unknowing (feat. Bobby Womack)
Pirate Jet

>>>>> Veja trailer do documentário sobre Gorillaz
>>>>> Mais Gorillaz

Postado por Danilo Fantinel