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Resultados da pesquisa por "Stone Roses"

Documentário sobre Stone Roses será lançado em 2013

22 de outubro de 2012 1

A turnê de volta dos Stone Roses foi registrada em um documentário com estreia marcada para depois da primavera britânica em 2013. Com direção do britânico Shane Meadows, o doc será exibido nos cinemas.

A banda estava separada há 16 anos e anunciou o retorno em 2011, com tour neste ano. As três datas em Manchester, entre 29 de junho e 1º de julho, entraram para o Guinness como os shows de rock que tiveram os ingressos esgotados em menor tempo na história do Reino Unido.

Os Roses assinaram um contrato para dois discos de inéditas com a gravadora Universal. Eles já teriam gravado novas músicas para um álbum (leia aqui), mas elas ainda não foram apresentadas em shows.

> Mais Stone Roses

Stone Roses tocam pela primeira vez em 16 anos

24 de maio de 2012 0

Os Stone Roses tocaram ontem pela primeira vez em 16 anos, como você viu. Se não viu, veja. Tem trechos de I wanna be adored e Made of Stone.

Aqui tem mais sobre o show. E você tá ligado que eles já gravaram novas músicas, né?

Stone Roses já gravaram novas músicas para disco de retorno

22 de maio de 2012 0

O Stone Roses já gravou novas músicas para o disco que marcará definitivamente a volta da banda britânica. Chis Coghill, roteirista de cinema e parceiro do vocalista Ian Brown e do baixista Mani, disse ao Guardian que os músicos já registraram “três ou quatro” novas canções.

Os caras do Stone Roses estavam separados há 15 anos e anunciaram o retorno em 2011. Coghill tornou-se um dos responsáveis pela reunião dos ingleses depois que enviou um e-mail para Ian e Mani explicando que tinha um projeto para realizar o filme Spike Island, abordando um show que eles fizeram na ilha inglesa em 1990 (veja os vídeos abaixo). No longa, uma banda iniciante viaja até a ilha para ver a apresentação dos músicos. Ian e Mani deram total apoio.

Coghill disse ao Guardian que Spike Island é sua “carta de amor para o Stone Roses” e falou que o filme será como um retrato sobre como foi ter 16 anos em 1990 em Manchester. O longa deve ficar pronto em novembro deste ano.

Os shows de volta da banda começam dia 08 de junho em Barcelona. A agenda completa está no site oficial.

No vídeo abaixo, sobre Stone Roses em Spike Island, tem até fã com a camisa do Tricampeonato da Seleção Brasileira!

>>>>> Mais Stone Roses

Porta-voz nega volta dos Stone Roses

17 de março de 2009 0

Divulgação
Em entrevista ao Daily Mail, o porta-voz de Ian Brown negou que os músicos do Stone Roses voltarão a tocar juntos para uma série de shows no verão britânico.

– We know nothing about a reunion. Ian is working on his new studio album which is due out later this year – disse o homem, que não teve o nome divulgado.

A informação desmente a notícia publicada hoje pelo Mirror e replicada pelo Volume aqui. Não se surpreenda se o Mirror tirar o texto do ar. Isso já aconteceu antes…

Tablóide é fogo.

Postado por Danilo Fantinel

Stone Roses voltam para 21 shows no Reino Unido

17 de março de 2009 2

Divulgação
Finalmente, foi confirmada a volta dos Stone Roses. De acordo com o Mirror, a banda ícone do indie dance da transição dos anos 80 para os 90 fará 21 shows neste verão no Reino Unido. Eles também poderão participar do Coachella Festival.

Os rumores sobre a volta da banda começaram no meio do ano passado. Em dezembro, o baixista Mani disse que queria tocar com o grupo novamente. O único impedimento era o vocalista Ian, que não estava topando. A decisão final se deu quando os caras notaram a$ po$$ibilidade$ que um retorno ao showbiz proporcionaria. Olha o que diz uma fonte ao jornal britânico:

– It`s taken a lot of time to get Ian to agree but he`s finally signed on the dotted line. The rest of the band were really up for it, especially when they realised the amount of money on the table.

2009 marca os 20 anos de lançamento do primeiro álbum da banda, que será relançado em junho em forma de caixa.

Postado por Danilo Fantinel

Álbum de estreia do Stone Roses será relançado

14 de fevereiro de 2009 0

O álbum de estreia do Stone Roses, homônimo, será relançado em junho para marcar o aniversário de 20 anos do disco. Dessa vez, o material de 1989 virá numa caixa.

O produtor John Leckie remasterizou todas as faixas. Ainda não foi informado o que o box trará além de pérolas do indie-dance e do britpop como I Wanna Be Adored, She Bangs the Drums, Waterfall, (Song for My) Sugar Spun Sister, Made of Stone, Shoot You Down, I Am the Resurrection e Fools Gold, entre outras.

Em dezembro, Mani, ex-baixista da banda (atual Primal Scream) disse que quer a volta do grupo ainda em 2009, mas o vocalista Ian Brown está embaçando.

Postado por Danilo Fantinel

Los Hermanos e Stone Roses podem voltar em 2009

17 de dezembro de 2008 1

 

Los Hermanos

Rodrigo Amarante disse ao blog Gondlion que a banda deverá fazer um show em 2009 e, depois, gravar um novo álbum. Ele segue no despretensioso e incrível Little Joy – uma das coisas mais legais surgidas em 2009. Já escutou o álbum, né? E viu os clipes? Não? Ihhh… O som é o verão em ondas sonoras. Logo mais eles pintam aqui no Brasil. E Marcelo Camelo segue em seu projeto solo e choroso. Há quem diga que Camelo é o Chico Buarque dos anos 2000. Belas composições, letras inspiradas e aura messiânica. 

 

Stone Roses

E Mani, ex-baixista da mítica Stone Roses e atual Primal Scream (quem viu o ótimo show da banda de Bobby Gillespie no Tim Festival de 2004?), reforçou nesta semana que quer a volta do grupo em 2009, 20 anos após o lançamento do álbum de estréia dos britânicos. Mas o vocalista Ian Brown não está muito a fim não…

Mani garantiu que John Squire (guitarrista) e Reni (baterista) já toparam a volta. Mas Ian está se fazendo. Na verdade, ele já havia dito a mesma coisa em julho deste ano.

A banda lançou o disco Stone Roses em 1989 e Second Coming em 1994. No som, uma mistura infalível do pop de guitarras dos anos 60 com o clima indie-dance do final dos anos 80, resultando em uma sonoridade típica do britpop que *aterrorizou* a terra da rainha (e o mundo) no início dos 90.

Os caras se separaram em 1996. Mas até hoje escuto as músicas e visto minha camiseta I Am the Resurrection.

Postado por Danilo Fantinel

Porto Alegre vira a noite para ver Guns N` Roses

17 de março de 2010 191

Axl Rose animou os fãs apesar do atraso/Félix Zucco

Atualizado às 10h37min

É difícil resenhar o último show da turnê brasileira de Chinese Democracy. Todo mundo já sabe das inúmeras trocas de figurino na apresentação, as pirotecnias do palco, ou mesmo está cansado de ouvir que o Axl 2010 já não é mais o vocalista sexy de outrora, e que seu rebolado já não tem mais aquela ginga. Mas, neste caso, resenhar o show desta terça-feira, 16 de março, é sobretudo resenhar o primeiro show do Guns N’ Roses em Porto Alegre. E aí a coisa muda de figura.

Mas vamos começar do princípio. O show atrasou assim como os anteriores realizados no país. E Tequila Baby, como mencionado no post anteiror, não tocou mesmo. Às 23h40min, a Rosa Tatooada subiu ao palco para avisar – sob vaias e palavrões do público – que há 20 minutos achava que nem ela, nem a Tequila, iriam tocar, mas que faziam questão de estar ali e representar o rock gaúcho. Seguiram-se 15 minutos de hostilidade e objetos jogados no palco até a platéia se solidarizar na terceira e última música, quando uma bandeira do Rio Grande do Sul foi puxada pelo vocalista.

Grata surpresa foi o show de Sebastian Bach que – no melhor estilo headbager – não só domou os fãs enfurecidos como conseguiu que gritassem repetidas vezes o seu nome. Com a cabeleira loira esvoaçando e o microfone girando loucamente, o ex-Skid Row bradou versos simpáticos de desculpas pelo atraso, um papo sobre os equipamentos terem sidos destruídos no Rio de Janeiro e etc (tudo em português).

Em resumo, o Bastião – como ouvi ser chamado por alguns fãs engraçadinhos – preparou muito bem o palco para Mr. Rose chegar. Era 1h50min quando, cheio das pirotecnias já mencionadas, o Guns N’ Roses entrou em cena. A banda pediu desculpas a POA pelo atraso via twitter:

Definitivamente, um fã do Guns precisa de “just a little patience”. Mas quem espera quase 15 anos pelo lançamento de um álbum (Chinese Democracy) espera algumas horas a mais para ouvir os clássicos que embalaram suas vidas. A prova é que a platéia foi à loucura já nos primeiros acordes da canção homônima.

O Axl que veio a Porto Alegre parecia ser um Axl mais tranqüilo do que aquele que excursionou por Brasília, Belo Horizonte e São Paulo. Não xingou ninguém nem reclamou de muita coisa. Só do chão que ainda estava um pouco molhado do suor do Bastião. Resultado: tocou quase todo o show com toalhas espalhadas pelo palco e gente dando uma ou outra secadinha aqui e ali.

Mesmo assim, o show seguiu até o fim de maneira empolgante, emocionada e cheia de vigor. Não podia ser diferente para quem tem uma carreira recheada de clássico. Só quem hibernou os últimos 20 anos nunca ouviu os acordes de Sweet Child O’mine.

Sinceramente, não sei dizer se a formação clássica do Guns faz falta. Eu, por exemplo, só a vi em vídeos de shows no youtube e em clipes da MTV. Brincadeira! Tem, sim, muita gente que sente falta do Slash. E, tanto ele faz falta, que o DJ Ashba não dá conta sozinho dos solos inventados pelo cara. É um revezamento só para suprir a falta do músico no grupo.

As pessoas estavam ali mesmo era para ver o Axl! Confesso que não identifiquei muitos fãs do Slash à primeira vista, mas com certeza vi milhares de fãs do vocalista (de bandana e tudo). Curioso é que ele ainda provoca delírios por ser simplesmente… Axl Rose. É por ele que os fãs ficaram horas na fila, aceitaram trocar suas cadeiras no Gigantinho por uma arquibancada de madeira na Fiergs, subiram nas instalações dos banheiros para ver melhor o show (retirados dali sem muita demora), passaram mal na platéia ou sofreram de outros dramas típicos de grandes aglomerações.

Axl continua sendo um grande frontman, que provoca emoção tantos nos momentos mais intimistas do show (November Rain é de chorar) quanto nos cheios de peso. Depois do bis, ele ainda tentou ser simpático com a platéia. Chamou uma menina que estava de aniversário para subir no palco, mas, em uma tentativa frustada de diálogo com quem estava na primeira fila VIP, o cantor não obteve ajuda na tradução e ficou bem irritadinho. No fim, fez a galera cantar um Happy Birthday e acabou tendo o rosto todo beijado pela aniversariante. Ainda assim saiu jogando microfone e mais do que irritado com a falta de um tradutor. Mostrou ainda ser o bom e velho Axl.

Confira abaixo o setlist do show:

Chinese Democracy
Welcome to the Jungle
It’s So Easy
Mr. Brownstone
Sorry
Better
Solo de Guitarra do Richard Fourtus
Live and Let Die
If the World
Shackler’s Revenge
Solo de Piano do Dizzy Reed
Street Of Dreams
Rocket Queem
Solo de Guitarra do DJ Ashba
Sweet Child O’Mine
You Could Be Mine
Solo de Piano do Axl Rose
November Rain
Solo de Guitarra do Bumblefoot
Knockin’ On Heaven’s Door
Nightrain

Bis:
Madagascar
Patience
Paradise City

Veja Guns N` Roses tocando Welcome to the Jungle em Porto Alegre:

Postado por Larissa de Oliveira

Primal Scream: 20 anos esta noite

27 de setembro de 2011 5

Fotos: Valdir Friolin

O Primal Scream resumiu 20 anos de rock eletrônico em um único show, ontem à noite no Opinião, em Porto Alegre, quando apresentou músicas do clássico disco Scremadelica. Mas é certo que citar “somente” 20 anos é pouco. E dizer que a banda toca “apenas” rock eletrônico, injusto.

Durante o show, os escoceses olharam para um passado ainda anterior ao lançamento do álbum de 1991, projetando seu som a partir do clássico rock norte-americano (base fundamental dos britânicos), da psicodelia sessentista contracultural, do hedonismo rave inglês dos 90, do gospel, do soul, do rhythm and blues, do jazz… E apontou para o futuro, pressionando dirty beats, explodindo stoned riffs, abusando de reverberações e de climas sensoriais sônicos. A contemporaneidade de Scremadelica se explica por si só, mas a letra de Come Together esclarece melhor a situação:

“All those are just labels

We know that music is music”

Sim, that’s fucking right, man!

As três primeiras músicas estabeleceram o tom do espetáculo. Movin’ On Up, com Bobby Gillespie genial, lesado ao natural e rockstar blasé por natureza, à frente de uma banda afinada e com groove incrível. Baixo (Ave Mani!), teclado, bateria e guitarra (Andrew Innes matador) em sintonia perfeita.

Slip Inside This House deixou clara a frágil potência vocal de Bobby. Se por um lado isso combina com o eterno estilo despojado e displicente do vocalista, por outro evidencia o abuso de ilícitos – Marianne Faithfull mostrou há poucos dias, durante show histórico no Porto Alegre Em Cena, que sua voz envelheceu melhor. Mas não importa. A vocalista Mary Pierce estava no palco para dar todo apoio ao cantor. Afinal, Screamadelica é um disco baseado em vocais femininos, bem como grande parte da música pop dançante dos anos 90. In Pierce we trust é meu novo lema.

Don’t Fight It, Feel It sintetizou ainda mais o show: dançante, elaborada, com muito groove evidenciado pelo baixo, guitarras fortes marcando presença e beats seqüenciados que, ao final, ganharam velocidade e peso num esquema hardocore imprescindível. Momento altíssimo da noite. Inesquecível.

O contraponto veio com Damaged, que esfriou o clima. Linda, abriu a sequência mais lisérgica do show, na qual o baixista Mani (ex-Stone Roses) recebeu uma pequena ovação. Rolou o downtempo de I’m Comin’ Down, a instrumental e absurdamente atual Inner Flight e a contemplação ácida, chapada e exótica de Higher Than The Sun. No palco, ela foi executada em uma super jam catártica, com guitarras no talo. Em seguida, a inexplicável Loaded, que sempre dá margem a abordagens roqueiras sob uma ótima Sympathy For The Devil, dos Stones.

Come Together deve ter sido uma das coisas mais incríveis que o Opinião já viu. Inspirada, fluida e muito leve, apesar das batidas bem presentes. Ao final, a galera cantou sozinha “Come Together as one” por dois minutos. Lindo.

O biss veio com faixas mais atuais, de rock puro, tradicional: a veloz e irônica Country Girl (do disco Riot City Blues), e as potentes Jailbird e Rocks (de Give out but Don’t Give Up).

A finalização foi pura microfonia causada por baixo e bateria duelando sozinhos sobre uma base pré-gravada em looping. Palco vazio, às escuras, e apenas uma luz branca tipo estrobo acompanhando. Aos poucos, a velocidade de tudo foi acelerando muito, chegando a um fim apocalíptico lembrando o clima dos discos visionários XTRMNTR e Evil Heat.

Primal Scream fez o maior espetáculo da Terra nesta semana.
Rock in Rio? O que é isso mesmo?

Vídeos:

Veja Movin’ On Up

Banda toca Slip Inside This House

> Mais Primal Scream

Tracks Volume #8

05 de agosto de 2011 0

CarouselsCarousel
O duo Carousels é de Cambridge. Nick Benton e Lucy Wilson curtem sujeira pop, melódica, inserida em harmonias metálicas, guitarras ácidas e zunidos ásperos. Algo fofo e ameaçador. Você tem medo do escuro? Tem medo do som? Tem medo de My Bloody Valentine? Eles não. Ainda não se sabe muito sobre a banda. Ao que parece, o primeiro show será em outubro. Veja o vídeo da música Carousel e escute mais duas abaixo (recomendo Here To Me pra quem curte Stone Roses.

CAROUSELS DEMOS by Carousels


Best CoastOur Deal
Grease encontra Bad, de Michael Jackson, neste excelente clipe da banda Best Coast dirigido por Drew Barrymore. O vídeo também tem traços de Romeu e Julieta e Stress, do Justice. A boa música Our Deal está no disco de estreia do Best Coast, Crazy For You, álbum hypado que nem acho tudo isso que falam por ae. A vocalista Bethany Cosentino já trabalha no segundo álbum. Aliás, ela liberou ontem a nova faixa How They Want Me To Be, que deve entrar no novo disco. Escute neste link e veja o clipe de Our Deal abaixo:









Best Coast

MogwaiGet To France
Depois do disco Hardcore Will Never Die, But You Will, do início do ano, os post-rock heros lançam em setembro o EP Earth Division. Em Get To France, os músicos escoceses criam um som dramático, lírico, abrindo mão das guitarras para criar paisagens sonoras oníricas e misteriosas ao piano. As ouras faixas são Hound Of Winter, Drunk And Crazy e Does This Always Happen?


Danger BeachApache
A música Apache, da banda Danger Beach, é um instrumental guitarrístico dos bons. Tipo um Velho Oeste cool lo-fi. Baixe o disco Milky Way aqui. A técnica do vídeo não tem novidade, mas o clipe (direção Ned Wenlock) é espetacular. Personagens simpáticos (by Rodney Selby) e historinha legal. Lembra aqueles brinquedos luminosos cilíndricos antigos? Não, Ah, esquece…

Apache from oneedo on Vimeo.


Four TetLocked
A banda de IDM liberou a faixa Locked. Como de costume, a música varia entre o etéreo eletrônico, o melancólico orgânico e o jazzy reflexivo. A música estará no próximo disco, Fabriclive 59, marcado para 19 de setembro no Reino Unido.

Locked (TEXT011) by Four Tet


Daft PunkDrive
A música Drive, demo inédita do Daft Punk de 1994, será lançada na compilação Soma Records: 20 Years, da gravadora de mesmo nome. O duo eletrônico mais importante do mundo havia enviado a faixa para a gravadora juntamente com a essencial Rollin’ and Scratchin’. Drive nunca foi lançada e a famosa Da Funk pegou seu lugar. A música teria sido encontrada nos arquivos há pouco tempo. A caixa Soma Records: 20 Years será lançada dia 19 de setembro. Na falta de Drive escute  Rollin’ and Scratchin’.


Skrillex – Ruffneck (FULL Flex)
Um techno jungle dopado, com batidas não muito rápidas, mas cheias de um groove viciante. A faixa tem um pé forte no ragga. O som é do EP More Monsters And Sprites. Faça o download neste link.

Essa versão aqui é mais forte, metálica e rápida.

Azari & IIIManic
Dança ae!

Azari & III – Manic – Turbo 108 by Turbo Recordings

Azari & III – Manic (The Finger Prince Faded Sensation Dub)- Turbo108 by Turbo Recordings

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