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Resultados da pesquisa por "Suede"

Suede prepara novo disco

12 de setembro de 2012 0

O vocalista Brett Anderson disse ao site The Quietus que o Suede está trabalhando em um novo disco com o produtor Ed Buller. As faixas começaram a ganhar forma no início do ano, e se parecem com as músicas de Dog Man Star (1994) e Coming Up (1997).

Não estamos tentando reinventar a sonoridade da banda. Isso seria um desastre. Acho que foi isso que erramos nos dois últimos álbums. Neste, o lance é sobre ótimas músicas, boas guitarras, é sobre um som poderoso de banda. Soa como Suede. Acho que vão gostar. Não se parece em nada com o último álbum – disse, referindo-se a A New Morning (2002).

As gravações começaram em maio e continuarão em setembro. A banda toca no Planeta Terra Festival, em São Paulo, no dia 20 de outubro.

> Mais Suede

Planeta Terra estaria negociando com Suede

15 de agosto de 2012 0

O line-up do Planeta Terra 2012, marcado para o dia 20 de outubro no Jockey Club, em São Paulo, segue sendo montado. Já foram confirmados Kings of Leon, Gossip, Garbage, Best Coast, The Maccabees e Azealia Banks. Agora, o Popload informou que o Suede estaria sendo negociado. Além da banda britânica de Brett Anderson, Kasabian, anunciado para a versão peruana do festival, que acontece uma semana antes, em Lima, também poderá ser confirmado no Brasil.

Veja Suede tocando Sabotage, que ainda não saiu em disco:

Os dois primeiros lotes de ingressos para o festival acabaram em apenas três dias de vendas. Ainda há ingressos no 3º lote, com valores de R$ 330,00 (inteira) e R$ 165,00 meia (meia). Veja os pontos de venda aqui ou compre no livepass.com.br.

As portas do Jockey serão abertas às 11h. Os shows começam às 13h e devem seguir até depois das 23h. São dois palcos: o Sonora Main Stage e o Claro Indie Stage.

Planeta Terra 2012 divulga line-up

21 de agosto de 2012 0

O festival Planeta Terra confirmou nesta manhã o line-up 2012: Suede, Kings of Leon, Garbage, Gossip, Azealia Banks, Best Coast, Maccabees, Kasabian, The Drums e Little Boots, além de Mallu Magalhães, Banda Uó e Madrid.

A sexta edição do festival será realizada no dia 20 de outubro, no Jockey Club, em São Paulo. Ingressos à venda no Live Pass. Todos shows serão transmitidos online, ao vivo, pelo portal Terra.

Neste ano, o Planeta Terra também rola em Lima (13 de outubro) e Bogotá (27 de outubro).

Tracks Volume #19

04 de novembro de 2011 0

St. Vincent4AD Sessions
O poder criativo de Annie Clark, líder da banda St. Vincent, ultrapassa composições óbvias, melodias fáceis e vocais simples. São gemas pop improváveis e intrincadas, o que deixa o resultado final de sua música ainda mais sofisticado. Neste especial pra a 4AD, a banda de Annie gravou as faixas Chloe In The Afternoon, Surgeon, Strange Mercy e Year Of The Tiger, todas fora de padrão. Especial pra quem curte PJ Harvey. Atenção para a guitarra incomum de Annie, multi-instrumentista texana que já tocou na 100 Guitar Orchestra, de Glenn Branca, e com The Polyphonic Spree e Sufjan Stevens. O terceiro disco de St. Vincent, Strange Mercy, saiu em setembro passado.

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Gauntlet HairKeep Time
Pós-rock gótico, ácido, intenso e distorcido, que fica ainda mais bizarro e perfeito neste clipe incrível assinado por Wooden Lens. Meu vídeo de Halloween (atrasado) pra você! Imperdível.

Keep Time by Gauntlet Hair from Secretly Jag on Vimeo.

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Cass McCombsThe Same Thing
Indie rock americano lo-fi de linha folk/country nostálgica. Vale muito o play! Nota 10.

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BleachedSearching Through The Past
Saiu mais uma do duo de indie rock psicodélico com alma 50′s Bleached. Guitarreira fofa forte. As meninas são boas.

Você já tinha escutado a ótima Think of You nas Tracks #2. Veja o clipe abaixo:

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Two Wounded BirdsI Think The World Of You
Baixo quente, mas discreto, surf guitar dopada e melodia doce, onírica. A voz de Johnny Danger lembra a de Damon Albarn. I Think The World Of You entraria fácil em alguma trilha do Tarantino. O single Together Forever saiu dia 31 de outubro.


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Zebra & SnakeEmpty Love Song
Depeche Mode, Suede e órgão de igreja em versão synth pop retrô se encontram em Empty Love Song.


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The Soft MoonTotal Decay
O pós-punk sintético e denso da faixa Total Decay, de Soft Moon, você conheceu nas Tracks 13. Agora, saiu o vídeo oficial. Proibido para virgens em lado-B.

The Soft Moon – “Total Decay” from Life or Death PR on Vimeo.

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ModeselektorShipwreck (Feat. Thom Yorke)
Se Soft Moon foi muito pesado pra você, a parceria de Modeselektor com Thom Yorke na faixa Shipwreck pode levantar um pouco o astral. UM POUCO, já que o futuro distópico do clipe não é dos mais animadores…

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FiguresAdrift
Easy beats, ambient, posicionamentos de câmera incríveis e edição caprichada. Tudo isso no vídeo da música Adrift, do duo instrumental eletrônico Figures, de Londres. A faixa poderia ser a trilha da minha primeira viagem intergalática. Electro space house na veia!

Figures – Velo from Christopher Tirrell on Vimeo.

Escute o EP Counting Frequencies abaixo:

Counting Frequencies by Figures

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Porcelain RaftPut Me to Sleep
O italiano Mauro Remiddi, aka Porcelain Raft, nos coloca em transe com Put Me to Sleep. A leveza é algo! Mais space beats? Aguarde 24 de janeiro, dia de lançamento do disco de estreia, Strange Weekend.

Put Me To Sleep by Porcelain Raft

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Slow MagicFeel Flows

SLOW MAGIC // Feel Flows from Slow Magic on Vimeo.

Bloquinho remix

RewardsEqual Dreams (feat. Solange Knowles; Eddie Mars Remix)
Eddie Mars manda muito bem nesse remix da faixa Equal Dreams, do Aaron Pfenning (aka Rewards). Órgão sintético, vocal etéreo e alma electrofunk-disco pra se jogar.



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Clicks & WhistlesRaw Passion (DJ Ayres Remix)
Se você foi a 1985 com Zebra & Snake (acima), dê um pulo em 1992 com o club beat do DJ Ayres. O remix da música Raw Passion, do duo Clicks & Whistles, é inspirado em dance pop divas dos 90, tipo Crystal Waters e Robin S., e no euro-trash da época.

> Tracks #1
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60 mil cantam junto com Paul McCartney nos EUA

20 de agosto de 2009 26

Fotos: Divulgação

São 5h30min e eu estou saindo do meu apartamento com uma mochila nas costas. Tenho que atravessar toda a Downtown Nashville para chegar até a estacao da Greyhound e pegar um ônibus para Atlanta na Georgia. Serão dez quadras num passo apertado. Por mais que eu só veja alguns bebuns saindo dos honk-tonk bars da Boadway, quero evitar contratempos. Na mochila? Uma calça, duas camisetas extras, uma muda de roupa, máquina fotográfica e meu bem mais precioso: o ingresso pra ver Sir Paul McCartney tocar no Piedmont Park em Atlanta.

Viajar de ônibus nos Estados Unidos e uma confusão so. As rodoviárias são desorganizadas, ninguém sabe a que horas o ônibus vai realmente sair (e se vai sair!!!) e muito menos a que hora vai chegar no destino (e se vai chegar!!!). Por isso que aqui se anda muito mais de avião. Além disso, todo mundo tem seu carro. Quando digo para as pessoas que ando de ônibus, todo mundo aqui me olha como se eu tivesse cometido alguma espécie de crime. Os ônibus são desconfortáveis, velhos e sujos. Mas quando eu entro no bus, esqueço disso e penso que tudo vale a pena pra ver o velho Macca em ação.

Quem me conhece, sabe que eu sou um beatlemaníaco xiita (e chato). Não consigo me lembrar da primeira vez que eu ouvi Beatles, mas lembro do primeiro disco que eu ganhei. Aos 7 anos, seu Milton, meu coroa, voltou de viagem não sei de onde e, por algum motivo, me deu o LP The Beatles Ballads. Ouvi aquele disco até literalmente furar (sim, ele furou!!!). Depois, aos 12, eu comprei o disco RAM do Macca e surtei, não aceitei mais a vida como ela era. Há quase 15 anos que eu escuto esse disco pelo menos uma vez por semana. RAM é um disco que toda crianca deveria receber ao nascer. Nasceu, cortou o cordão, conheceu mamãe, papai, tomou um banho, a vacina e mamou ouvindo RAM.

Mas ver o cara ao vivo é diferente. Porque todas aquelas músicas que eu conheço, cantei, toquei e que me acompanham há mais ou menos 20 anos foram escritas pelo cara que estaria ali na minha frente. O cara que me levou a ser músico e aprender a tocar algum instrumento, cantar alguma musica, compor uma melodia.

Cinco desconfortáveis horas depois, chego a Atlanta, pego o metrô, um bus e chego no meu motel para deixar as coisas. Fiquei hospedado num daqueles motéis que a gente vê nos filmes, manja? Com os quartos abertos para o estacionamento. Um lixo. Outro ônibus depois e eu estava em frente ao local do show almoçando e ouvindo a passagem de som do tio Macca. Quer saber o que ele tocou? Coming Up, Blue Suede Shoes, Blue Moon of Kentucky, Let Me Roll It, Dance Tonight, She Came in Through the Bathroom Window, How Kind Of You, Honey Don`t, Peggy Sue e All My Loving. Já dava pra voltar para casa, certo?

Mas ainda tinha mais. Duas horas de espera na fila foram suficientes para saber algumas histórias das pessoas que estavam ali no aguardo assim como eu. Uma senhora com a filha adolescente tinha visto os Beatles ao vivo ali em Atlanta em 1965. Um senhor com os netos tinha visto os Beatles há exatos 45 anos naquele mesmo dia no Shea Stadium. Ele espera que hoje consiga ouvir alguma coisa do que o Paul vai tocar. Uma turma de australianos tinha visto o Paul na turnê de 1975, que gerou o injustiçado e subestimado álbum ao vivo Wings Over America. Um casal de Atlanta tinha visto outros dois shows dele ainda esse ano. Crianças, adolescentes, adultos, idosos. Gente de tudo quanto era idade. Mas, com o perdão do trocadilho infame, nem tudo é um “passeio no parque”. Uma turma numerosa estava revoltada porque tinha comprado ingressos com entrada antecipada e acabaria entrando junto com a gente, meros mortais. 

Com os portoes abertos, 60 mil pessoas se posicionaram para ver o show. Embora as placas lá fora rogassem a contínua proibição ao uso de álcool em público nas cidades americanas, la dentro a cerveja era livremente vendida a quem se dispusesse a pagar US$ 7,00 e mostrar a identidade. Também e interessante notar que, apesar dessa proibição, a Budweiser era uma das patrocinadoras do show.

Um solaço rachava a cabeça de todos. Mas isso nem tinha tanta importância. Duro mesmo foi agüentar o show da banda de abertura, a irlandesa The Script (ou algo do gênero), que em 45 minutos me fez perceber como essas bandas que querem ser como o Coldplay gostam de eco em abundância na voz. O baterista era bom. O melhor da banda, com pegada segura e voz potente. Tocava uma viola de forma competente também, fazendo uma interessante versão de Heroes, do David Bowie, tocando ambos os instrumentos.

Pontualmente às 20h, começou um filme no telão mostrando várias memorabilias e quinquilharias que o Macca guarda para lembrar as diferentes épocas de sua carreira. Botons, bones, cartas, posteres, pele da bateria do Ringo, provas de capas de disco, provas de fotos, lembranças da Linda, John e George, fotos dos filhos, filmes caseiros. Tudo isso passando ao som de um mix de músicas da carreira solo do velho.

Meia hora depois, as luzes se apagam. O parque ruge em silêncio. Um murmuro toma conta de todos e a tensão salta faíscas no ar. De repente, o spotlight acende e Paul McCartney está no meio do palco, com um terno preto justo, sem gola, impecável e a banda tomando seus postos para comecar. 

Mesmo aos 67 anos, Paul exibe uma silhueta esguia e boa forma. Como eu estava na quarta ou quinta fila do show, vi que o tempo deixou marcas no rosto do cantor e que a tinta do cabelo reflete a luz de forma mais forte do que deveria. A voz, obviamente, não exibe mais o vigor de 40 anos atrás, mas ainda assim ele cantou perfeitamente e com emoção todas as músicas do repertório nos tons originais. Mas e o que isso importa? Ele estava ali, a cinco metros de mim, tocando num parque pra 60 mil cabeças como se tivesse num boteco, com a mesma energia e vontade com que provavelmente ele tocou pra 23 bebuns em alguns shows em Hamburgo há 50 anos.

O repertorio? Três (!!!!) horas com: Drive My Car, Jet, Only Mama Knows, Flaming Pie, Got To Get You Into My Life, Let Me Roll It, Highway, The Long And Winding Road, My Love, Blackbird, Here Today, Dance Tonight, Calico Skies, Mrs. Vaderbilt, Eleanor Rigby, Sing the Changes, Band On The Run, Back In The USSR, I’m Down, Something, I’ve Got A Feeling, Paperback Writer, A Day In The Life, Let it Be, Live And Let Die e Hey Jude.

Tá bom? Ah, não? Quer mais? Então, olha o primeiro bis: Day Tripper, Lady Madonna, I Saw Her Standing There.

Nao ficou satisfeito? Então o segundo bis resolve: Yesterday, Helter Skelter, Get Back, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band e The End.

Vale ressaltar alguns pontos como a homenagem a George tocando Something no ukelele (espécie de cavaquinho havaiano que o guitarrista adorava), a homenagem a John com Here Today, do étimo album Tug of War. Helter Skelter é capaz de deixar qualquer banda da moda que acha que faz som pesado extremamente depressiva e dependente de medicamentos, tamanha a sua forca e impacto, mesmo tendo sido composta há 41 anos.

Eu? Chorei feito uma chiliquenta. Chorei de soluçar mesmo e não tenho vergonha de admitir isso. E acho que não fui o único. Aposto que até o Paul se emocionou, afinal, por mais que se esteja acostumado com o sucesso, fazer um show para 60 mil pessoas e ouvir cada uma delas cantar todas as músicas do show como se fossem o hino da nação tem que ser emocionante. Um sinal de que alguma coisa que se fez na sua carreira deu certo.

Pode não ter mudado o mundo, pode não ter trazido a paz mundial, pode não ter parado o tempo. Mas, para cada uma daquelas pessoas, uma música que Paul McCartney compos foi trilha sonora de algum momento bacana. Ouvir 60 mil partilhando a mesma trilha sonora deve ser emocionante para ele.

Eu, pelo menos, me emociono só de lembrar.

>>>>> McCartney poderá tocar no Brasil
>>>>> Diego Lopes é baixista da banda Acústicos & Valvulados

Postado por Diego Lopes, direto de Atlanta, EUA

CD triplo comemora o britpop

01 de maio de 2009 1

Reprodução
Parece estranho, mas a Universal deixou de fora Blur e Oasis do CD triplo que faz homenagem ao britpop. Os dois maiores ícones do estilo que devastou o mundo durante parte dos anos 90 não estão em Common People – The Britpop Story, título que faz referência à música do Pulp que está no imprescindível disco Different Class.

Além da banda de Jarvis Coker, o material tem Supergrass, Suede, Elastica, Stone Roses, Super Furry Animals, James, Echobelly, Paul Weller, Placebo, Kula Shaker, Gomez, Stereophonics e mais.

O álbum vem com um encarte com textos de Bob Stanley, da banda Saint Etienne, que escrevia na Melody Maker durante a era britpop. O CD sairá no dia 08 de junho.

Veja o tracklist:

Disco 1
The Auteurs – Lenny Valentino
Elastica – Stutter
Gene – Be My Light Be My Guide
Stone Roses – Love Spreads
James – Laid
Dodgy – Staying Out For The Summer
Saint Etienne – You`re In A Bad Way
Dubstar – Stars
Blake Grape – In The Name Of The Father
Duffy – London Girls
Marion – Sleep
These Animal Men – Speeed King
SMASH – Shame
Cast – Alright
Bluetones – Slight Return
Perfume – Lover
Boo Radleys – Wake Up Boo
Menswe@r – Daydreamer

Disco 2
Pulp – Common People
Supergrass – Alright
Sleeper – Inbetweener
Echobelly – Great Things
Powder – Afrodisiac
Northern Uproar – Rollercoaster
Paul Weller – Thechangingman
Divine Comedy – Something For The Weekend
Baby Bird – You`re Gorgeous
My Life Story – 12 Reasons Why
Denim – It Fell Off The Back Of A Van
Kula Shaker – Tattva
Mansun – Wide Open Space
Salad – Drink The Elixir
Placebo – Nancy Boy
Longpigs – She Said
Ocean Colour Scene – Riverboat Song
Shed Seven – Chasing Rainbows

Disco 3
Super Furry Animals – God! Show Me Magic
Suede – Trash
Kenickie – In Your Car
theaudience – A Pessimist Is Never Disappointed
Catatonia – Mulder & Scully
Space – Female Of The Species
Embrace – All You Good Good People
Gomez – Whippin` Piccadilly
Geneva – Into The Blue
Rialto – Monday Morning 5:19
Seahorses – Love Is The Law
Hurricane #1 – Step Into My World
Monaco – What Do You Want From Me
Spearmint – Sweeping The Nation
Lodger – Always Round Here
Earl Brutus – SAS And The Glam That Goes With It
Stereophonics – Bartender & The Thief
Gay Dad – Oh Jim

Postado por Danilo Fantinel

Novo do Oasis já está no MySpace hoje

01 de outubro de 2008 0

Atualizado às 08h40min

Muita gente já baixou, já ouviu e já gostou. Outros não acharam lá essas coisas, apesar de, na média, o novo álbum do Oasis ser melhor do que seus anteriores Heathen Chemistry (2002) e Don`t Believe the Truth (2005). Seja como for, após o vazamento de Dig Out Your Soul na internet semana passada, a banda lança hoje todas as 11 músicas do CD no MySpace.

As faixas estarão disponíveis para audição a partir das 9h (horário de Brasília) deste 1º de outubro. O sétimo álbum de estúdio da banda deverá ficar no ar até o final da semana.

The Shock of the Lightning, primeiro single do CD, foi lançado oficialmente no dia 28 e ganhou o clipe abaixo, dirigido por Julian House (que já trabalhou com Stereolab e Prodigy) e Julian Gibbs (Suede, Primal Scream). Dig Out Your Soul chegará às lojas em todo o mundo no dia 06 de outubro.

Shows
Os ingleses anunciaram que tocarão na última noite do BBC Electric Proms, no Roundhouse, em Londres, no dia 26 de outubro. A abertura será da banda Glasvegas. Saiba mais sobre o festival e as outras bandas escaladas aqui.

Além disso, a NME anunciou que a MTV Europa transmitirá ao vivo o show da banda no Wembley Arena, também na capital londrina, no dia 16 de outubro.

A MTV1 veiculará a apresentação às 21h (horário de Londres) e, um dia depois, o show será reprisado na MTV2. Ainda não se sabe se haverá transmissão online no site da emissora.

The Shock of the Lightning

>>>>> Novo do Oasis vaza na internet
>>>>> Noel consumiu cocaína no banheiro da rainha
>>>>> Noel é nocauteado no V Festival
>>>>> Agressor de Noel é acusado formalmente
>>>>> MTV Europa divulga concorrentes do EMA’s

Postado por Danilo Fantinel

Who put the M in Morrissey?

28 de fevereiro de 2008 2

Reprodução site oficial
Faz tempo que o Diego de Godoy (diretor de cinema e TV e soundcolocator) me mandou essa dica, mas eu tava em férias e a coisa virou lenda. Mas táqui embaixo o vídeo em que é anunciado o dia de lançamento do novo Greatest Hits do britânico. O filminho é composto por várias tatuagens de fãs fazendo referência ao músico, aos seus álbuns e suas letras. O CD chegou às lojas no dia 11 de fevereiro.

Logo abaixo, um vídeo da música Thats How People Grow Up. Eu cresci ouvindo Smiths e a ex-banda do Morrissey é uma das melhores coisas da música. Também acho a carreira solo dele genial (especialmente Viva Hate, Your Arsenal e Southpaw Grammar, esse bem subestimado!), mas os últimos lançamentos dele têm me deixado com sono. Blasfêmia, vão gritar alguns? Bom, sei lá, mas acho que eu e o Morrissey não andamos em sintonia :(

E viu essa? Ontem, dia 27, fez 20 anos que Suedehead foi lançada. Legal, já que a música é, provavelmente, a mais conhecida do Morrissey. Dae encontrei no Morrissey-Solo um fórum sobre o assunto e, lá no meio, um fã reproduz uma parte hilária de uma entrevista com Mozz publicada há alguns anos. O músico comenta aquela versão de Tatu para How Soon is now?

Interviewer: Did you hear Tatu%27s version of %27How Soon Is Now%27?
Morrissey: Yes, it was magnificent. Absolutely. Again, I don%27t know much about them.
Interviewer: They%27re the teenage Russian lesbians.
Morrissey: Well, aren%27t we all?

Hehehe. Eu leio isso e dou risada!

Mas o melhor: o último vídeo postado ali no final do texto é parte da terceira edição do evento Manchester x Cancer (leia entrevista exclusiva na qual Rourke comenta o evento de 2006 e 2007), que rolou no MEN Arena, em Manchester, no último dia 23. Andy Rourke (ex-Smiths), Peter Hook (Joy Division/New Order), David Potts (Monaco) e Badly Drawn Boy (aka Damon Gough) tocaram juntos Please Please Please, Let Me Get What I Want, dos Smiths, Love Will Tear Us Apart, do Joy Division (dedicada a Tony Wilson) e Instant Karma, de John Lennon. Confere!

Morrissey Greatest Hits Fan Advert



Thats How People Grow Up



The Smiths & Joy Division Versus Cancer 2008 – 1st Cover

>>>>> Morrissey abandona show na terceira música

>>>>> Visite Morrissey-Solo

Postado por Danilo Fantinel

Ainda morro e ouço tudo!

13 de novembro de 2007 15

Reprodução
Só de ler o título da obra aí ao lado, já rola uma ansiedade gigantesca de devorá-la! O título ousado, logo faz a gente parar tudo e começar a contar nos dedos o que se ouviu nessa vida. O livro 1001 discos para ouvir antes de morrer (Editora GMT.R$ 59,90) é obrigatório para quem abraça a música muito além de melodias marcantes…

 

Em suas 962 páginas, o livro registra os álbuns importantíssimos dos anos 50  até nossos dias, selecionados por 90 críticos da música internacional.A obra conta a história do crescimento do rock e pop, passando pelo jazz, reggae e também, a música brasileira.

Não tem erro! Para quem quer ficar informado, além de falar sobre os discos, o livro cita as listas de músicas para possíveis leitores que correm direto para os downloads. Outra coisa bacana é a contextualização histórica que a obra faz questão de abordar diante de cada capítulo, divididos por décadas.

No capítulo dos anos 50, destaca-se o disco de Elvis, de 1956, com Blue Suede Shoes e Tutti Frutti  e Little Richard com Here’s Little Richard. Clássicos do jazz como Birth of the cool (1957) e Kind of Blue (1959) de Miles Davis e Lady in satin (1958) de Billie Holliday ilustram o final da década de 50 . Em 70, Jimi Hendrix e seu Are you Experienced? (1967) marca a época.

A música brasileira não foi esquecida pelos críticos que contribuíram para escrever o livro. Chico Buarque é citado com sua Construção de 1971, e é apresentada como “um marco de referência na história desse cantor de importância maior na música brasileira e mundial”. A obra refere-se ainda a Chico como %22inigualável contador de histórias%22.

Outros discos brasileiros que você precisa ouvir:

Clube da Esquina (Clube da Esquina)

Tropicália (Movimento tropicalista)

África Brasil (Jorge Ben)

Vento de Maio (Elis Regina)

Circuladô (Caetano Veloso)

Âmbar (Maria Bethânia)

Roots (Sepultura)

Postado por Raquel Carneiro