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Resultados da pesquisa por "The xx"

The xx deverá tocar no Brasil em alguma data até o meio de 2013

29 de agosto de 2012 1

O baixista e vocalista Oliver Sim disse que The xx fará seu primeiro show no Brasil em breve. Em entrevista à Folha de S.Paulo, o músico disse que a banda de indie pop electrônico minimalista já fechou a data e que o show deve acontecer até o meio de 2013. Não deu outros detalhes. O disco Coexist sai no dia 10 de setembro.

Escute três novas: Chained, Angels e Swept Away

No SXSW:

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The xx libera a nova música Chained

07 de agosto de 2012 0

Chained, uma das novas do xx, saiu hoje bem cedo. Você já deve ter escutado, mas fica aqui o registro. O álbum Coexist sai no dia 11 de setembro, provavelmente com 11 pérolas minimalistas.

Escute as outras já liberadas pela banda aqui.

The xx força beats na nova faixa Swept Away

01 de agosto de 2012 0

Jamie xx, o programador do xx e também produtor eletrônico e DJ fora da banda, forçou os beats na nova música Swept Away. O som rolou há alguns dias em um show em LA. Nesta nova faixa, o indie pop de guitarras minimalistas do trio flerta ainda mais forte com a eletrônica, tendo como base uma trilha microhouse calma, mas ainda assim vibrante.

Swept Away marca uma mudança. É a primeira vez que a banda experimenta uma sonoridade abertadamente dance. O indie eletrônico deles é basicamente lo-profile, introspectivo, tipo bedroom electronic. O resultado é bom. A faixa estará em Coexist, marcado para 11 de setembro. Escute outras novas músicas da banda aqui e aqui.

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The xx lança Angels, primeiro single do disco Coexist

16 de julho de 2012 0

The xx lançou hoje a soporífera Angels, primeiro single do disco Coexist. Nada (mesmo) mudou na sonoridade dos britânicos, o que é um pouco decepcionante. A banda segue com seu indie minimalista com traços eletrônicos. O segundo disco do trio está marcado para 11 de setembro.

Cinco novas faixas do disco foram apresentadas ao vivo em maio. Veja aqui.

O tracklist de Coexist é:

Angels
Chained
Fiction
Try
Reunion
Sunset
Missing
Tides
Unfold
Swept Away
Our Song

> Mais The xx

Escute cinco novas músicas da banda The xx

17 de maio de 2012 0

Atualizado dia 21/05, às 12h30min

The xx apresentou algumas músicas do novo disco em um show em Londres nesta semana. Abaixo, um minuto minimalista de Devotion:

UPDATE: E caíram na rede outras quatro inéditas que a banda apresentou no show. Além de Devotion (agora na íntegra), estão online Friction, Strangers, Leave e Closer , que seguem a mesma linha das faixas do álbum de estreia, lançado em 2009, com vocais sussurrados, ambientação lúgubre e guitarras límpidas.


Em dezembro passado a banda havia liberado a inédita Open Eyes (ouça aqui). O novo disco deve sair no segundo semestre de 2012.

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The xx libera demo de nova música

26 de dezembro de 2011 1

The xx liberou hoje a demo da nova música Open Eyes. Lenta e atmosférica, com guitarra leve e vocal sussurrado, o som é ainda mais calmo do que a mais discreta música do disco de estreia da banda, de 2009.

O trio já está gravando seu segundo álbum. O lançamento deve ocorrer antes do verão europeu. O download de Open Eyes rola no blog xx-xx.co.uk.

>>>>> Mais The xx aqui, aqui e aqui

Show do The Rapture define o M/E/C/A Festival 2012

30 de janeiro de 2012 6

Fotos: Rodrigo Esper

Atualizado às 12h30min

O show do Rapture foi o grande momento do M/E/C/A Festival 2012, realizado sábado passado em Xangri-lá, no litoral gaúcho. O pós-punk suingado da banda nova-iorquina foi tão marcante que acabou sobressaindo-se entre os outros grandes nomes da segunda edição do evento, como o CSS e Mayer Hawthorne. Já a banda norte-americana Penguin Prison surpreendeu apresentando um electro-pop-rock alternativo e orgânico.

The Rapture recria o pós-punk elaborando estruturas sonoras complexas a partir de linhas de guitarras cheias de groove, bateria suingada e teclados sintéticos que têm raiz no disco-funk setentista e no new wave dos 80. Em 1999, com o álbum Mirror, a banda praticamente alicerçou os fundamentos do disco-punk, gênero que viria a tomar conta de grande parte do cenário indie no início dos anos 2000. A aguda voz de Luke Jenner, que lembra a de Robert Smith em alguns momentos, ajuda a compor esse quadro peculiar que, ao vivo, ganha cores vívidas.

A banda foi econômica na duração do show no M/E/C/A, mas esbanjou em termos de qualidade musical. A afinação perfeita, a execução excepcional das composições e o comprometimento total dos músicos com a apresentação eram evidentes. Se por um lado houve pouco contato direto com a plateia, por outro a banda mostrou completo respeito pelo público ao exibir um repertório composto por algumas das faixas mais importantes do mundinho independente neste início de milênio.

Entre os grandes momentos do show estiveram o início, com o balanço de In the Grace of Your Love, a épica Sail Away, e duas dobradinhas legais. Uma delas foi Whoo! Alright Yeah… Uh Huh, com clima psycho-disco baseado em groove de guitarra e em agogô, instrumento que fez a ligação direta da faixa com o super hino indie House of Jealous Lovers, absolutamente genial ao vivo (veja acima). A outra dobradinha foi Olio (o primeiro hit da banda, do disco de estreia, Mirror) + Come Back to Me, a ótima faixa de alma marselhesa (meio francesa, meio grega), que está no último disco da banda.

Já as meninas do CSS mostraram que sobrevivem muito bem no palco sem o mentor Adriano Cintra. Mataram a pau reproduzindo com diversão, energia e muito peso várias das loucurinhas irônicas que gravaram e lançaram nos seus três discos desde 2006 – o cru, sujo e vital Cansei de Ser Sexy, o genérico e difuso Donkey e o elaborado La Liberación. Foi um show muito rock, com um senso artsy punk bem pegado e muito mais acentuado do que o de outras três apresentações da banda que vi no passado.

Lovefoxxx, Ana Rezende, Luiza Sá e Carol Parra (mais baterista e baixista de apoio) se superaram em faixas antigas como Art Bitch, Bezzi, Let’s Reggae All Night, Left Behind, Off the Hook e em novas composições, tipo La Liberación, I Love You (ótima ao vivo!), City Grrrl, Hits Me like a Rock. A-La-La, uma das melhores músicas feitas nos anos 2000, foi o ponto alto. Senti falta de outras duas clássicas do disco debut: as bizarras Meeting Paris Hilton e Ódio, ódio, ódio, Sorry, C., faixas que remetem à pré-história electro rock do CSS. O teste de palco sem Adriano Cintra foi superado facilmente. Agora, é esperar o próximo disco e ver como as garotas se saem em estúdio sem ele.

Mayer Hawthorne, que costuma fazer shows suingados, privilegiando o groove e a harmonia das composições dos discos A Strange Arrangement e How Do You Do, pode ter se sentido prejudicado por um deslize de escalação e pelo som baixo. Hawthorne se apresentou depois do Rapture, quando o ideal seria antes, já que a banda nova-iorquina tem um espetáculo claramente mais agitado e dançante do que o dele.

Sendo assim, Hawthorne e banda tiveram que se acomodar entre uma plateia ainda eletrizada pelo grupo liderado por Luke Jenner. Apesar disso, o neo soul atenuante do músico norte-americano não teve dificuldades para encontrar espaço entre o público. O carisma do cantor e o poder das músicas interpretadas pela sua sempre afiada banda foram suficientes para domar a audiência. Apesar da boa qualidade geral do show, a apresentação foi linear e não chegou a ser marcante. Leia entrevista com Hawthorne aqui.

Bem ao contrário de Penguin Prison, banda de electro-pop-rock alternativo do novato produtor , instrumentista e vocalista Chris Glover. No palco, os músicos surpreenderam ao apostar em altas doses de groove criadas por guitarra, baixo e teclado. Sendo uma das duas bandas de abertura o festival, o grupo tocou para pouca gente – assim como Wannabe Jalva, que peguei já no final. Depois de um início lento, o show do Penguin Prison pegou ritmo e foi melhorando gradativa e consideravelmente. O ponto máximo foi com o excelente cover de Blue Jeans, de Lana Del Rey. Não vi Breakbot nem The Twelves.

O M/E/C/A Festival 2012 acabou definido não só pelo poder sonoro do Rapture, apesar da explosiva apresentação do CSS e do show revelador do Penguin Prison, mas também pela boa qualidade sonora. O novo local, uma espécie de anfiteatro natural dentro de uma fazenda, garantiu uma boa acústica para os shows.

>>>>> Mais The Rapture
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>>>>> M/E/C/A Festival 2011

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Eletronixxxxxxxxxx

10 de dezembro de 2010 0

Duas notinhas eletrônicas legais:

O compositor e produtor musical gaúcho Rossano Snel, mente das mais brilhantes da novíssima geração eletrônica do Estado, está participando do The Creators Project Contest. O concurso reunirá três músicos dos Estados Unidos, do Reino Unido e do Brasil para colaborar na gravação de um EP em Nova York. Maneraço, hein?

O Rossano é poderoso. Cravou a música Nossa Conversa na trilha do filme BearCity, que estreou em NY recentemente, e que estará no Disco Virtual do Volume #2, que sai em breve aqui no blog.

O outro brasileiro concorrente é Ricardo de Almeida Jorge, de São Paulo. Também participam do concurso Darren Hanson e Eugene Derek Hong, de Los Angeles, Mau’lin (Gareth Sprey) e Aaron Audio, de Londres.

Você pode votar nos seus músicos favoritos neste link. MAS CORRA! A votação será encerrada no dia 13 de dezembro, na próxima segunda.

*

Mais: neste sábado rola a festa de 3 anos da NEON, a noite forte dos DJs Kahara e Cevallos. O convidado é o parisiense Antoine Harispuru, aka Golden Bug, que aos 14 anos já atucanava sua família e seu babá robô japonês Victor com uma bateria eletrônica Roland TB808, um sampler e discos de soul dos 70 e de electro-funk dos 80. O resultado sonoro é o mesmo que vai rolar em POA: uma disco-funk robotizada com italo basslines e synths cheios de groove.

Já passaram pela NEON Pantha du Prince, Ben Mono, Karsten John, Lopazz e Alex Murray-Leslie (Alemanha), Greg Wilson (Inglaterra), Bottin (Itália), Baris K (Turquia), Silver City (Argentina), Cássio Quaresma (Portugal)  + os brasileiros Boss in Drama, Database, JZK, Donatinho, Kassin, Leiloca Pantoja e o amigo Rossano Snel. A festa de 3 anos rola a partir das 23h no Cabaret! (Independência, 590, POA). Ingressos no local a R$ 15,00 até meia-noite com nome na lista, R$ 20,00 até 1h e R$ 25,00 depois. Envie seu nome até as 21h de sábado pelo site www.cabaretpoa.com.br.

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Call them Frank (Just Frank)

23 de julho de 2010 1

Cena de Couer Hanté/Reprodução
Curte Smiths, Cure, Joy Division, Siouxsee, Cocteau Twins? Então para tudo e confere Couer Hanté, faixa da banda francesa de coldwave Frank (Just Frank). É provavelmente a melhor coisa que pintou por aí desde The xx

Guitarra, bateria eletrônica mínima, sintetizadores e posicionamento político ajudam a compor uma aura pós-punk gélida e enigmática similar às melhores formações do gênero. Nos vocais, ecos de Morrissey (em Couer Hanté) e Ian Curtis (em Die In Bed).

O disco The Brutal Wave acaba de ser lançado. Repare que até a capa lembra as clássicas imagens dos Smiths.

Frank (Just Frank) – Die in Bed from WIERD Records on Vimeo.

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Postado por Danilo Fantinel

Veja o novo clipe do xx

22 de abril de 2010 0

No clipe de Islands, do xx, dirigido por Saam Farahmand, Vogue remodelado on repeat, o fogo de VCR e aquele tédio marcante na cara dos músicos.

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Postado por Danilo Fantinel