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Resultados da pesquisa por "Tim Burton"

Robert Smith regrava Witchcraft, famosa na voz de Frank Sinatra, para o filme Frankenweenie, de Tim Burton

27 de setembro de 2012 0

Robert Smith fez uma regravação jazzística de luxo da música Witchcraft, composta por Cy Coleman e Carolyn Leigh e famosa na voz Frank Sinatra, para a trilha sonora de Frankenweenie, a nova animação de Tim Burton. O filme estreia dia 05 de outubro nos Estados Unidos e 02 de novembro no Brasil.

O líder do The Cure realizou uma interpretação inspiradíssima da canção, variando entre uma espécie de melancolia dopada e êxtase bêbado. A voz ficou perfeita com o andamento lento da música. Clima de big band em fim de festa. Delícia.

A trilha Frankenweenie Unleashed também tem participações de Karen O (do Yeah Yeah Yeahs, ouça abaixo), Mark Foster (do Foster The People), Flaming Lips, Kimbra, Neon Trees, Passion Pit, Winona Ryder, Grouplove, Plain T White e outros. O disco já foi lançado em CD e no iTunes.

No filme em 3D stop-motion e preto e branco, o cão de um garoto cientista morre atropelado e volta à vida pelas mãos de seu dono.

> Robert Smith diz que Cure volta ao Brasil em 2013
> Mais The Cure

Sombras da Noite, novo filme de Tim Burton, se perde em trama rocambolesca

21 de junho de 2012 4

Atualizado às 18h
Cuidado: spoilers

Sombras da Noite, o novo filme de Tim Burton, é uma comédia romântica com roteiro frágil que se perde em uma trama rocambolesca com final fraco e previsível, à qual o cineasta não conseguiu escapar. Nem a sempre polida atuação de Johnny Depp, produtor do longa, salva a película.

O filme dá sinais de fraqueza já no início, com um prólogo infantil em formato gasto, no qual o protagonista Barnabas Collins (Depp) explica as origens de sua família e os motivos que a levaram a deixar a Inglaterra em direção aos Estados Unidos.

A história se passa por volta dos anos 1750, quando os Collins fundam a cidade de Collinsport em território norte-americano. Décadas depois, a família entra em decadência após o mulherengo Barnabas negar o amor da criada Angelique (Eva Green) em nome de outra mulher, a nobre Josette (Bella Heathcote). Empregando seus conhecimentos de bruxaria, Angelique destrói o império Collins, transforma Barnabas em vampiro e o enterra dentro de um caixão, onde fica preso por quase 200 anos.

Ao ser libertado, em 1972, Barnabas volta para sua família e decide reerguer o poderio dos Collins. Para isso, terá que enfrentar a imortal Angelique, a nova “dona” da cidade.

Em seu retorno, Barnabas se depara com o choque promovido pelas diferenças culturais entre as épocas, que servem de base para piadas bobas, calcadas em símbolos do nosso tempo como eletricidade, lanchonetes, rock’n’roll e equipamentos eletrônicos. Tudo isso se dá de forma inócua, sem impacto ou de forma muito fácil.

O que dizer de um conquistador que mal se dá ao trabalho de olhar meninas de minissaias pela rua? Se saias tamanho mini chocaram meus avós nos anos 1960, o que elas fariam com um homem que viveu em 1700? E como pode ser o pouco espanto de Barnabas frente a automóveis, televisão, noites iluminadas, novos (e estranhos) comportamentos? Por outro lado, Depp mais uma vez demonstra criatividade e domínio de cena. Com um texto impecável (sorte a dele), seu Barnabas cativa com frases elegantes, conhecimento erudito, conduta clássica e galanteios seculares.

Seja como for, Sombras da Noite, inspirado na série de TV americana Dark Shadows (1966 – 1971) e com citações ao cult Nosferatu (1922) e à comédia A Morte lhe Cai Bem (1992), se perde em uma trama enrolada, cheia de rachaduras e nebulosidade, na qual personagens importantes como a jovem Victoria (também interpretada por Bella Heathcote) praticamente somem do mapa.

Já os talentos de Helena Bonham Carter (Dr. Julia Hoffman) e Michelle Pfeiffer (interpretando Elizabeth, a matriarca da perturbada família Collins nos anos 1970) ficam à sombra de um roteiro de humor de costumes pouco trabalhado por Seth Grahame-Smith – este responsável pelo livro e pelo roteiro do esperadíssimo filme Abraham Lincoln, O Caçador de Vampiros. Pior: o final propõe uma batalha sobrenatural canhestra, vexatória, pobre em idealização e realização.

Nem mesmo as participações especiais do ator Christopher Lee e do ícone do heavy metal performático Alice Cooper ajudam a levantar o moral do longa. No fim das contas, Sombras da Noite não é tão decepcionante quanto Alice no País das Maravilhas, mas reforça um sentimento ruim de que Tim Burton já não tem o mesmo ímpeto criativo de antigamente, ainda mais quando prejudicado por um roteiro falho. Mas, sinceramente, espero estar errado quanto a isso.

A cabine de imprensa para jornalistas rolou nesta quarta em Porto Alegre. Sombras da Noite estreia dia 22 de junho nos cinemas.

Através do 3D de Alice e o que encontrei por lá

12 de abril de 2010 6

Divulgação

Acabo de sair da cabine de imprensa da versão de Tim Burton para Alice no País das Maravilhas. O roteiro assinado por Linda Woolverton funde os clássicos de Lewis Carroll, As Aventuras de Alice no País das Maravilhas e Através do Espelho e o que Alice Encontrou Por Lá, para criar uma conexão simbólica e inédita para a realização do filme, no qual Alice, já com 19 anos de idade, esquiva-se de um pedido de casamento e volta ao estranho Mundo Subterrâneo que visitou quando era criança. 

De início, assim como no livro As Aventuras de Alice…, aquele bizarro local e suas criaturas malucas colocam em xeque a identidade e a sanidade mental da menina. Escura e sombria em grande parte, toda a dimensão onírica na qual Alice parece se encontrar está subjugada à ira insana da Rainha Vermelha. Assim, uma rebelião é arquitetada para acabar com a tirania, mas nada será possível sem que Alice intervenha. Para isso, será obrigada a tomar uma difícil decisão, deixando a infância para trás de vez (detalhe: na Inglaterra vitoriana muitas meninas de 19 anos já estavam “cansadas” de estarem casadas).

Sob direção de Burton, Alice torna-se uma espécie de Joana D’Arc sutil, não muito segura de si, para salvar um mundo calcado na dualidade entre bem e mal, sonho e realidade, possibilidade e inviabilidade das coisas. O ápice da revolução será o rito de passagem que a transformará em adulta para além do Mundo Subterrâneo. Moral da história, saca? E, talvez, uma moral muito óbvia para o gosto de Carroll. 

Burton é certamente um dos maiores criadores de fábulas da nossa época, mas neste Alice, apesar do interessante uso metalingüístico dos símbolos criados por Carroll – algo que instala uma ponte icônica entre os mundos real e Subterrâneo do filme -, o cineasta parece preso aos “limites Disney” de criação. Dessa forma, o resultado pende mais para um conto da carochinha high-tech do que para uma nova peça autoral do criador de totens pop como Edward Mãos de Tesoura, O Estranho Mundo de Jack e Noiva Cadáver

É estranho como Burton consegue criar bravamente atmosferas fantásticas e elementos cênicos impressionantes no filme, mas enfraquece o mesmo ao não imprimir vigor à obra como um todo. Dois momentos que tristemente ilustram essa deficiência ocorrem no comando de cenas importantes, como a do sacrifício imposto ao Chapeleiro Maluco e a da batalha final entre os exércitos das rainhas. Desenrolar fraco em momentos críticos.

Como em Avatar, o 3D é utilizado de forma discreta e elegante. A concepção de mundo é lindíssima, mas a história é, de uma forma geral, quadrada, fraca e comum. Pontos altos? Helena Bonham Carter como a Rainha Vermelha e Johnny Depp como o Chapeleiro Maluco, como era de se esperar.

O filme estreia no dia 23 de abril. Serão 400 cópias no Brasil, sendo 126 em Digital 3D. Nas cópias “normais”, 80% serão dubladas e o resto legendadas. Nas salas digitais isso depende, pois o cinema escolhe se quer dublado ou não.

Postado por Danilo Fantinel

Trilha de Alice tem Robert Smith e Franz Ferdinand

13 de janeiro de 2010 1

Divulgação
E saiu ontem a trilha sonora de Alice in Wonderland, obra-prima ainda inédita de Tim Burton. Hã? Obra-prima inédita? Sim. Ou alguém duvida?

O álbum Almost Alice terá Robert Smith, Franz Ferdinand, Wolfmother, uma parceria dos hardcore playba Mark Hoppus (Blink-182) e Pete Wentz (Fall Out Boy), genéricos emocore de qualquer ordem como Motion City Soundtrack e The All-American Rejects e bizarrices como Avril Lavigne e Tokio Hotel.

Sinceramente? Eu esperava beeeeeeeeeeem mais! Mas estamos falando de uma produção da Disney, e não de um projeto independente de Burton, então… Olha a tracklist:

Alice (Underground) – Avril Lavigne
The Poison – The All-American Rejects
The Technicolor Phase – Owl City
Her Name Is Alice – Shinedown
Painting Flowers – All Time Low
Where’s My Angel – Metro Station
Strange – Tokio Hotel and Kerli
Follow Me Down – 3OH!3 part. especial Neon Hitch
Very Good Advice – Robert Smith
In Transit – Mark Hoppus com Pete Wentz
Welcome to Mystery – Plain White T’s
Tea Party – Kerli
The Lobster Quadrille – Franz Ferdinand
Running Out of Time – Motion City Soundtrack
Fell Down a Hole – Wolfmother
White Rabbit – Grace Potter and the Nocturnals

O disco sai no dia 2 de março e o filme estreia no dia 05. O trailer você já deve ter visto mil vezes. Mais uma, então:

Pra mim, Alice é o filme mais esperado do ano ao lado de Inception, de Christopher Nolan, que tem no elenco *apenas* Michael Caine, Ellen Page, Marion Cotillard, Cillian Murphy e Leonardo DicaPrio. O teaser rola há uns 200 anos e um trailer novo saiu faz pouco tempo. Prefiro o teaser. É total incógnita.

Postado por Danilo Fantinel

Avatar é um sci-fi épico ecológico

16 de dezembro de 2009 0

 

Fotos: Divulgação

Atualizado às 16h

Acabo de voltar da cabine de imprensa de Avatar, de James Cameron, o blockbuster mais esperado do ano. E, sim, a espera valeu a pena – ao menos pelas imagens. O filme é uma fantasia sci-fi tribal épica fluorescente de bom gosto, com fundo ecológico e político (tecnologia x natureza). O filme peca um pouco pelo melodrama excessivo (afinal, estamos falando de Cameron…), mas ganha pontos com um visual inacreditável e pelo posicionamento ideológico (contrário à “civilização selvagem” predatória e favorável ao tribalismo ancestral e inocente). O enredo, no entanto, não surpreende.

 

Há referências a Aliens, o Resgate, clássico de 1986 do mesmo diretor: Sigourney Weaver passa de tenente enfurecida (Ripley) a cientista ativista (Grace) – por sinal, categoria que odiava tanto quanto milicos e megaempresários corporativistas que infernizam sua vida desde o primeiro filme da franquia, Alien, e que, claro, são os vilões máximos de Avatar. Além disso, há equipamentos militares e elementos narrativos semelhantes, como o diário cibernético em que Jake (Sam Worthington ) registra acontecimentos, da mesma forma como Ripley fazia no primeiro filme da série.

No entanto, diferentemente dos mundos bizarros e inóspitos de Alien 1 e 2, o planeta Pandora, de Avatar, é lindo, cintilante e repleto de criaturas de morfologia mista inspiradas em animais terrestres, voadores e aquáticos que conhecemos bem (os próprios Na’vi são azuis, meio humanos, meio felinos). Pandora, alvo da cobiça humana, está a ponto de ser destruída devido a uma nova forma de energia. A batalha está a caminho e algumas rebeliões terão que ocorrer para que os Na’vi evitem o fim… 

Mensagem? Odeio esse lance de mensagem em cinema, mas ela é clara: salvar a floresta. Mas qual seria a mesma senão a Amazônia? E qual seria a “nova energia” que não a abundante água existente na mata tropical? Isso tudo te parece muito teoria da conspiração? Pode ser que seja mesmo. De qualquer forma, o próprio Avatar, que se passa em 2154 (época em que a Terra está praticamente morta) e faz referência a uma suposta guerra cabeluda na Venezuela. Há até um discurso embutido contra o terrorismo. 

Enfim, o uso do 3D no filme é discreto e eficaz. Alguns enquadramentos causam vertigem. Muito manero! São duas horas e 41 minutos de projeção, que em alguns momentos são “doces” demais, mas que no geral passam rápido por serem calcados em um roteiro ágil, mesmo que não muito robusto. Pode não agradar a todos fãs de sci-fi, mas é diversão garantida (apesar de longo, pro meu gosto).

Resumão: imagens fortes, enredo fraco, resultado médio. Avatar chega aos cinemas de todo o mundo nesta sexta-feira, dia 18.

>>>>> E o trailer de Alice no País das Maravilhas em 3D???? wow! Uma maravilha! Pena que era dublado o_0 . Já espero ansioso pelo novo do Tim Burton!

Postado por Danilo Fantinel

The Cure ganha prêmio em Londres

26 de fevereiro de 2009 2

Reprodução, NME

Robert Smith subiu ao palco do Shockwaves NME Awards, na Academy Brixton, em Londres, ontem à noite, para receber o prêmio Godlike Genius das mãos do cineasta Tim Burton e do diretor do semanário inglês, Conor McNicholas.

A homenagem foi merecida! McNicholas disse que a banda se mantém como “uma força vital da música moderna há 30 anos” e que o Smith “é um dos maiores ícones do rock em todos os tempos”.

Burton declarou que, quando estava deprimido, a música do Cure foi a única coisa que o salvou. Ele agradeceu à banda por o ter inspirado. 

Robert Smith fez mil agradecimentos, e comentou que receber o prêmio diretamente de Burton deixou tudo ainda mais especial.

– Thank you so much. This is very different to singing! Thanks to the NME. I`m flattered. Thanks to Tim Burton, him presenting makes it all that more special. I`d like to thank the band. Simon, Jason, Paul, thanks for sticking with me for 33 years. And thanks to the fans, for buying the records, coming to the shows. If you`ve had half as much fun as we have it`s been worth it – declarou.

>>>>> Veja a entrevista de Smith:

>>>>> Veja fotos aqui 

Depois da entrega do prêmio, a banda fez um show de 30 minutos. As músicas foram Lullaby, The Only One, Friday I`m In Love, Close To Me, The End Of The World, In Between Days, Just Like Heaven, Boys Don`t Cry, 10:15 Saturday Night e Killing An Arab. Hoje, o Cure faz um novo show, no O2 Arena, dando início à Shockwaves NME Awards Big Gig ao lado de Franz Ferdinand, White Lies e Crystal Castles.

Damon Albarn e Graham Coxon, do Blur, também tocaram ontem à noite. Foi This Is A Low, do álbum Parklife. O link do YouTube não pode ser incoporado. Veja o video aqui!

>>>>> Veja todos os vencedores da noite:

Godlike Genius: The Cure
Best British Band: Oasis
Best International Band: The Killers
Best Solo Artist: Pete Doherty
Best New Band: MGMT
Best Live Band: Muse
Best Album: Only By The Night, Kings Of Leon
Best Track: Time To Pretend, MGMT
Best Video: My Mistakes Were Made For You, Last Shadow Puppets
Best Live Event: Glastonbury 2008
Best TV: The Mighty Boosh
Phillip Hall Radar Award: The Big Pink
Best Dancefloor Filler: Dizzee Rascal featuring Calvin Harris and Chrome – Dance Wiv Me
Best DVD: Live At The Apollo, Arctic Monkeys
Best Band Blog: Oasis – Noel Gallagher
Best Venue: London Astoria
Best Album Artwork: H.A.A.R.P., Muse
Hero Of The Year: Barack Obama
Villain Of The Year: George W Bush
Best Dressed: Alexa Chung
Worst Dressed: Amy Winehouse
Worst Album: A Little Bit Longer, The Jonas Brothers
Worst Band: The Jonas Brothers
Sexiest Male: Matt Bellamy, do Muse
Sexiest Female: Hayley Williams, do Paramore
Best Website: YouTube

>>>>> Veja outras entrevistas:

Shockwaves NME Awards 2009 – The Killers

Shockwaves NME Awards 2009 – Muse – Best Live Band

Shockwaves NME Awards 2009 – Blur

Shockwaves NME Awards 2009 – MGMT – Best New Band

Shockwaves NME Awards 2009 – The Last Shadow Puppets

Shockwaves NME Awards 2009 – Pete Doherty

>>>>> Mais vídeos aqui

Postado por Danilo Fantinel

Batman rocks!

18 de janeiro de 2008 1

Divulgação
Nesta terça-feira rolou a cabine de imprensa (você sabe, aquela sessão de cinema fechada para jornalistas) para o filme I am Legend, de Francis Lawrence, com Will Smith e a brasileira Alice Braga no elenco. Fui lá conferir.

Eu achava que o filme não passava de um arremedo milionário de ícones do cinema e da literatura de ficção científica, mas sabe que fiquei surpreso? Legal ver como o cientista Robert Neville (personagem principal) se vira para passar os dias em uma Nova York isolada, vazia e parada no tempo (tipo São Paulo no livro Blecaute de Marcelo Rubens Paiva – ok, Sampa não estava propriamente “vazia” – ou Londres em Extermínio, de Danny Boyle). Também é interessante a crise existencial que quase leva Neville à total loucura. Só é estranhíssimo a personagem de Alice não conhecer Bob Marley. Hello!

Lá pelas tantas, Neville caminha sobre Time Square abandonada e, ao longe, vê-se o megacartaz do filme Batman x Superhomem. I am Legend se passa no apocalíptico ano de 2012. Os produtores de I am… tiveram um presságio sobre os dois maiores super-heróis das HQ’s (que já lutaram muito nas páginas dos quadrinhos…)? Ou são planos futuros e declarados da indústria cinematográfica? De qualquer forma, foi uma boa sacada…

BOM, TUDO ISSO pra dizer que já está nos cinemas o trailer de The Dark Knight (ou O Cavaleiro das Trevas), a seqüência de Batman Begins. Um dos filmes mais esperados do ano, The Dark Knight já tem larga campanha de marketing na internet. Cartazes, teasers, trailers alternativos, fóruns de discussão, sites………………….. tem até jornal fictício, o Gotham Times.



A grande polêmica do filme até o momento foi a escalação de Heath Ledger (de Brokeback Mountain) para viver o supervilão Coringa. Os fãs se dividem entre os que detestaram a opção dos produtores (saudosos de Jack Nicholson, que fez coringa em 1989, sob direção de Tim Burton) e os que adoraram a idéia de ver o novo queridinho de Hollywood na telona.

O fato é que, apesar da estupenda interpretação de Nicholson, o trailer do O Cavaleiro das Trevas mostra um Coringa mais louco e inconseqüente do que nunca. Só resta saber se, no fim das contas, The Dark Knight vai ser tão espetacular quanto Batman Begins, que quase suplantou os filmes de Burton – só não conseguiu isso por completo porque “matar” Tim Burton é impossível!

The Dark Knight estréia dia 18 de julho no Brasil! E tem Meg Gylleehaal no elenco. Oba!

Veja o trailer oficial



Veja um teaser



>>>>> Visite o site oficial

>>>>> Visite o site dos fãs 

>>>>> Conheça o jornal Gotham Times

Postado por Danilo Fantinel

Novo do R.E.M. deve sair em fevereiro

06 de julho de 2010 2

Scott McCaughey, Peter Buck e Pearl Jam juntos em Berlim/Diego de Godoy, Especial

Notícia quente pra quem curte R.E.M.: o novo álbum da banda deve sair em fevereiro. A info foi repassada por Scott McCaughey em primeira mão a Diego de Godoy, nosso influente amigo e soundcolocator dgdgd, íntimo de Michael Stipe e cia.

Diego esteve alguns dias de junho com Stipe em Berlim. Disse que foi ótimo e que o vocalista passou o mês na capital alemã para terminar as letras do novo disco. Ele gravou alguns vocais com Jacknife Lee em um estúdio da cidade.

De quebra, Diego conferiu direto do backstage Scott e o guitarrista Peter Buck tocando Kick Out the Jams, do MC5, ao lado do Pearl Jam no Wuhlheide Park! Stipe, Mike Mills e o batera Bill Rieflin também estavam vendo o show nos bastidores. Tá bom ou quer mais? Se quiser mais veja os vídeos abaixo. O primeiro, feito nas coxias do palco, é do Diego. O outro peguei de fã no youtube. 


Foto: Dewitt Burton, Divulgação

Pra quem não lembra, Scott é músico de apoio do R.E.M. e tocava na banda The Young Fresh Fellows. Atualmente, é parceiro de Buck no The Minus 5 e no The Baseball Project. É um desses dois grupos que o Diego quer levar a São Paulo assim que possível. Basta que a agenda do R.E.M. seja definida. E o Diego também acertou uma exposição do Thomas, namorado de Stipe, para outubro no Espaço Soma em São Paulo. Tá Diego, tudo muito lindo! Mas e Porto Alegre?? :)

Mais uma dica do Diego: dgdgd toca dia 9 na festa da Dani Hyde, a Róque Town Especial Manchester Sounds/Smiths, no Beco Diskoclub, com Rafa Master, Mártin C. e Thiago Scott.

>>>>> Mais R.E.M. em Berlim
>>>>> R.E.M. escolhe o Volume para lançar faixa ao vivo
>>>>> Leia sobre o show da banda em Porto Alegre
>>>>> Mais R.E.M. no Volume

>>>>> Mais Pearl Jam

Postado por Danilo Fantinel

Metallica é uma explosão sonora

29 de janeiro de 2010 93

Metallica tocou pela segunda vez em Porto Alegre/Tadeu Vilani

Atualizado às 13h54min do dia 29/01

O primeiro show do Metallica dentro da World Magnetic Tour no Brasil, em Porto Alegre, começou por volta das 21h50min de hoje, com um pequeno atraso, mas de forma absolutamente explosiva. Um tapão na orelha! O pé na porta do Parque Condor foi com a clássica Creeping Death.

O vocalista e guitarrista James Hetfield convocou o público (cerca de 25 mil pessoas) para uma noite hiper-sônica desde início, praticamente incendiando a galera, que já estava quente antes mesmo da banda subir ao palco (veja o primeiro vídeo). Na mesma onda, os parceiros Lars Ulrich (bateria), Kirk Hammett (guitarra) e Robert Trujillo (baixo) deram ainda mais peso ao vivo para o naturalmente som pesado da banda.

O show (o segundo da banda na cidade – o primeiro foi em 1999) foi encerrado por volta da 0h15min desta sexta. Depois, houve um ENGARRAFAMENTO MONSTRO nas imediações do Parque Condor, principalmente na Av. Severo Dullius, em frente ao Aeroporto.


Depois de 11 anos da última passagem dos caras por aqui, o desejo dos fãs era de ouvir as músicas mais antigas. E o Metallica sabia disso. Quando o primeiro acorde de Creeping Death ecoou no Parque Condor, quem estava lá esqueceu a lama, o cansaço e qualquer outro detalhe. Em seguida, veio For whom the bell tolls. Muito peso.


GAFE! James Hetfield tem muita presença de palco, e continua com a mania de chamar os fãs de amigos. Bacana. Mas se perdeu quando aparentemente esqueceu a apresentação que fez no Jockey há 11 anos:

– É a nossa primeira vez aqui. Finalmente!

O público nem deu bola. Ainda mais que, depois, eles tocaram The Memory Remains. A galera mostrou que não conhece apenas os clássicos dos anos 80 e 90. O setlist (veja abaixo) era variado e, logo em seguida, a banda executou com maestria uma das baladas mais clássicas do heavy metal: Fade to Black.

O Metallica de hoje não é o de 20 anos atrás. A idade pesa. Depois de uma música, um tempo para descansar. Um pouco menos de pegada. Mas o legal é ver como eles conseguem, mesmo com todos estes anos de estrada, fazer um show inesquecível. Comandam a platéia muito bem, fazem todos se sentirem em casa.

Lars Ulrich ainda é um grande baterista e continua sendo o maestro do show. Kirk Hammet toca muito, e deixou isso bem claro. A voz de James Hetfield continua a mesma, e olha que o telão mostrou bem as rugas deste senhor. Robert Trujillo não é Jason Newsted, e muito menos Cliff Burton, mas mostrou ter condições de tocar em uma das maiores bandas da história do rock, tanto nas batidas quanto nos backing vocals.


Muito carismático, James continuou conversando com o público. Disse que ouvira que os brasileiros gostam de música pesada. O público concordou. Foi a deixa para Sad But True, que levantou o público. Não é a música mais pesada da banda. Mas foi pesado. E muito. Tanto que, no final, o vocalista largou a arriada:

– Desculpem se foi muito pesada.

Como se pode ver na imagem abaixo, o setlist era variado. Em sua maioria, composto de clássicos e algumas músicas do novo álbum, Death Magnetic, como Cyanide. Não rolou nenhuma do St. Anger. Não era necessário. Se bem que The day that never comes, apesar de ser recente, foi uma das mais ovacionadas.

O setlist do Metallica em POA:

Um dos pontos altos do evento foi quando as luzes do palco se apagaram e barulhos de tiros foram ouvidos. E fã do Metallica que se preze sabe o que isto significa: One! O clássico do …And Justice For All veio precedido de fogos de artifícios e fogos de verdade, que chegavam a dar um calor nos sortudos que estavam perto do palco. Emocionante. Logo em seguida, mais um clássico: Master of Puppets. O público delirava.

Show do Metallica é assim: quanto mais chega perto do fim, melhor fica. Depois de Battery, vieram duas músicas do Metallica, o Black Album do início dos anos 90: a balada Nothing Else Matters e a explosiva Enter Sandman. E não podia faltar um cover de Misfits, ótima banda de hardcore da qual Hetfield é fã: Die, die, my darling, gravada em 1998 no Garage Inc.

O guitarrista e vocalista voltou a cometer a gafe de dizer que esta era a primeira vez que o Metallica tocava em POA. Desta vez, o público chiou, até que Kirk Hammet sorriu para os fãs e apontou dois dedos, como quem diz “é a segunda, besta!”. E Lars Ullrich tratou de esclarecer que nem toda a banda perdeu a memória ao dizer:

– Foi muito bom voltar a Porto Alegre, 11 anos depois.

Agora sim!

Parecia que era o fim do show. Só parecia. Fã que é fã sabia que faltava um detalhe. Como disse Hetfield, era uma música que eles precisavam tocar. O vocalista acrescentou que eram três simples palavras, que o próprio público entoou:

Seek and Destroy!

E com este clássico o Metallica encerrou o show que com certeza ficará na memória dos brasileiros que foram ao Parque Condor. Afinal, um tapão na orelha assim ninguém esquece!

Hibria empolga na abertura

O show de abertura da Hibria (fotos abaixo) foi igualmente intenso. Os músicos demonstraram uma dedicação absoluta. A banda gaúcha apresentou músicas do álbum The Skull Collectors e faixas antigas, claramente inspiradas em Iron Maiden, contando com ótima receptividade do público.

A banda, que tem alta experiência internacional, mostrou muita energia em suas composições próprias. Não podia ser diferente, dada a importância do evento do qual eles participavam. O próprio vocalista Iuri Sanson resumiu o sentimento dos integrantes:

– Muitos dizem que o maior show da nossa banda foi no Japão. Não é verdade. Nosso maior show é este aqui! Estamos abrindo para uma das bandas que nos influenciou!

Vídeo: Creeping Death

Vídeo: For Whom the Bell Tolls

Vídeo: Hibria abre para Metallica

>>>>> Mais Metallica

Postado por Danilo Fantinel e Felipe Truda

Dia Mundial do Rock: 1001 discos para baixar

13 de julho de 2009 12

Neste Dia Mundial do Rock, não vamos olhar para frente, como fizemos no ano passado, mas sim para trás. Volume falou com cinco malucos por música para descobrir as impressões de cada um deles sobre alguns dos álbuns listados pelo livro 1001 Discos para ouvir antes de morrer, organizado por Robert Dimery a partir da opinião de 90 jornalistas e críticos de música internacionalmente reconhecidos.

Assim como centenas de pessoas Brasil afora, os entrevistados pelo blog estão envolvidos na hercúlea tarefa de baixar todos (ou quase todos…) discos citados na publicação – além de vários outros, cujos títulos sempre surgem durante as pesquisas por links de download e acabam dando aquela vontade insaciável de baixar também.

O foco deste modesto levantamento é o rock, obviamente. Mas, como você verá abaixo, é impossível se restringir a apenas este estilo quando o papo com aficionados por música é, enfim, a própria música.

Confere aí o que rolou e, abaixo, participe de duas enquetes! 

Diego ZJ, 32 anos, músico de Porto Alegre  

Quando começou a baixar os discos?

Quarta-feira 5 de março de 2008. Lembro porque ganhei o livro de aniversário da minha irmã e no outro dia já baixei. O primeiro foi  o disco do The Good, The Bad & The Queen, o último da lista.

 

Quantos discos já baixou?

283 baixados, e já conhecia bem ou tinha mais 43.

 

Desses, quantos eram de rock (seja qual for a vertente…)?

Pouco mais da metade. Incluindo os que tem atitude rock mas o som não tem muito a ver chega a 60%. Acabo mais curioso pelas coisas que eu não tenho idéia do que sejam.

 

Quais os mais raros na sua opinião?

Não sei dizer. Acho que não chego nem perto de ser um médio conhecedor dos discos que tão no livro. Só conhecia bem uns 40 da lista. Nem sei como saber os mais raros.

 

Dos que baixou, quais os três melhores?

The Bends, do Radiohead, Let it bleed, dos Stones, Gil Jorge Ogum Xangô, de Gilberto Gil e Jorge Ben. Mas se tivesse que dizer apenas um, é Ellington At Newport, ao vivo de Duke Ellington. Você escuta e pensa: bom, em 1956 já fizeram tudo que é possível em matéria de combinação de sons.

 

Quais os três que você baixou e não gostou?

Safe as Milk, do Captain Beefheart, de 1967. Uma M, mas pelo visto o cara veio a ser meio importantão. Não conhecia.

 

Quais os discos que você nunca achou na internet?

Em geral se encontra com facilidade. Rock tem tudo. Se não acho nas primeiras buscas, pulo pra outro. Se quero mesmo, futrico até que acho. Só tem um que eu realmente insisti e não consegui: Baaba Maal and
Mansour Seck
, de 1989, uma parada africana que me chamou atenção no livro.

 

 

Eliane, 21 anos, estudante de jornalismo de Porto Alegre  

Quando começou a baixar os discos?

Tinha interesse em baixar os 1001 discos bem antes de ganhar o livro. Para quem respira música, é essencial tê-lo. Aí, mais do que ler sobre os discos, é preciso ouvi-los. Quando ganhei o livro, li e fui marcando aqueles que mais me interessavam.

 

Quantos discos já baixou?

Não tenho ideia de quantos baixei. Muitos eu já tinha, principalmente os da década de 70, a minha preferida. Comecei a baixar por torrent e depois encontrei blogs que disponibilizam links. É óbvio que não vou baixar todos. Não me interessa que lá esteja a Beyoncé ou a Britney e etc. Quero conhecer álbuns essenciais.

 

Desses, quantos eram de rock (seja qual for a vertente…)?

Não contei quantos eu baixei, mas é fato que 99% deles são álbuns de rock.

 

Quais os mais raros na sua opinião?

“Raros” pelo significado. Fazendo bom uso do Google, de sites de torrents e etc não encontrei problemas. E, como falei, tem blogs que fizeram a lista com links para todos os downloads, heheheh. São:

 

JohnMayall’a Blues Breakers With Eric Clapton, de John Mayall’s Blues Breakers

Getz/Gilberto, de Stan Getz e João Gilberto

Chirping Crickets, de The Crickets

Tragic Songs of Life, de The Louvin Brothers

The Madcap Laughs, de Syd Barrett

 

Dos que baixou, quais os três melhores?

Bom, os três melhores é complicado porque provavelmente eu falaria das minhas três bandas preferidas e ficaria fora de contexto com tantas citações, mas os meu preferidos são The Dark Side of The Moon, Pink Floyd, Physical Graffiti, do Led Zeppelin e Highway 61 Revisited, do Bod Dylan. Uma baita banda (que até vai fazer turnê com o AC/DC) é Wolfmother. Kings of Leon não tem nenhum na lista. Péssimo. E Silverchair deveria ter entrado com o Neon Ballroon.

 

Quais os três que você baixou e não gostou?

Não teve algo que eu não tenho gostado até agora.

 

Quais os discos que você nunca achou na internet?

Até agora, na década em que estou, achei todos que procurei.

 

 

Amanda Coiro, 21 anos, assistente de produção em produtora musical  

Quando começou a baixar?

Em janeiro ou fevereiro desse ano. Na verdade, eu tinha começado a ler o livro há um tempão, sem ter a idéia de baixar nada…

 

Quantos discos já baixou?

Até agora, baixei tudo o que eu consegui das décadas de 50 a 70.

 

Desses, quantos eram de rock (seja qual for a vertente…)?

A maioria é rock mesmo. Tem uns jazz/soul que eu já tinha (Billie Holiday, Aretha…) no PC, além das discografias dos Stones, David Bowie e Queen.

 

Quais os mais raros na sua opinião?

O que mais dificulta são as versões certas, porque discos dos Stones e dos Beatles foram lançados em diferentes versões para Estados Unidos e Europa. De resto, fora os de rock, os mais difíceis são discos mais instrumentais, tipo Ravi Shankar, mas não tem nada muito impossível dos que eu já baixei.

 

Dos que baixou, quais os três melhores?

Pergunta difícil, hehehe.  Melhor nem pensar muito e responder os três que eu já tinha e fiquei mais feliz de encontrar no livro: Beggars Banquet, dos Rolling Stones, Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars, do Bowie, e o Transformer, do Lou Reed. Talvez sejam discos bem óbvios, não sei, mas além desses, o que eu esperava encontrar era o Blood on the Tracks, do Bob Dylan, que há pouco fiquei sabendo que não é dos discos mais cultuados dele, mas que eu curto demais. E o Vulgar Display of Power, do Pantera, que é o disco que me fez começar a ouvir música mais pesada, eu acho genial, maravilhoso, perfeito. Ok, foram 5.

 

Quais os três que você baixou e não gostou?

Qualquer um do Elvis Presley. Tenho certeza que é uma heresia dizer isso, mas eu não curto mesmo o rei do rock.  E Yes. Não entendo como Yes pode estar nesse livro, mas enfim, cada um cada um. Não aaaamo o Today!, dos Beach Boys, de 1965. Apesar de gostar da banda, não consegui ouvir mais de uma vez inteiro esse álbum, não sei por que…

 

Quais os discos que você nunca achou na internet?

Não procurei todo o livro ainda. Tem uns mais raros, mas até agora achei todos. É só saber fuçar e combinar palavras no Google que dá pra achar tudo!

 

Douglas Miguel, 22 anos, mineiro morando em São Paulo desde 2007  

 

Quando começou a baixar os discos?
Há uns três meses.

 

Quantos já baixou?
A grande maioria. Faltam apenas alguns.

 

Desses, quantos eram de rock (seja qual for a vertente…)?
Pergunta difícil, não sei ao certo. Mas acredito que mais da metade é rock e suas vertentes. Baixei todos, mas ainda não ouvi todos, nem li todo o livro, é um projeto para um futuro próximo.

 

Quais os mais raros na sua opinião?
Dos cantores latinos (cubanos principalmente) que gravaram nos anos 50 e 60, como Machito, Tito Puente, Sabu, etc.

 

Dos que baixou, quais os três melhores?

É uma coletânia fantástica, difícil essa hein. Fiquei encantado com a alegria do disco do Frank Sinatra, Songs For Swingin´ Lovers! O inigualável som do ACDC em Back In Black e o influente Muddy Waters em Muddy Waters At Newport.

 

Quais os três que você baixou e não gostou?
Todos os discos influenciaram de alguma maneira. Na minha lista, não entraria o Baby One More Time, da Britney Spears, e os sete discos do David Bowie – poderiam selecionar os melhores.
E por último o disco White Light / White Heat, do Velvet Underground. Acho o disco com nome da banda excelente (The Velvet Underground), mas esse poderia dar espaço para outros bons artistas que mereciam estar na lista.

 

Quais os discos que você nunca achou na internet?
Dos artistas menos conhecidos, principalmente anos 50, 60 e 70 são complicados de achar e, quando acha, tem que cruzar os dedos para o link ainda estar ativo. Tais como: Tito Puente And His Orchestra, Machito, Solomon Burke, Quicksilver Messenger Service, etc. A iniciativa da lista foi fantástica, o autor conseguiu reunir toda a lista com qualidade, iria levar anos para montar a lista por conta própria.

 

Douglas Dickel, 31 anos, músico de Porto Alegre  

Quando começou a baixar os discos?

24 de junho.

 

Quantos já baixou?

13.

 

Desses, quantos eram de rock (seja qual for a vertente…)?

Não sei dizer. De um (indubitavelmente rock) a dez.

 

Quais os mais raros na sua opinião?

São esses:

Moss side story, de Barry Adamson

Back At The Chicken Shack, de Jimmy Smith

Oedipus Shmoedipus, de Barry Adamson

Qui sème le vent récolte le tempo, de Mc Solaar

 

Dos que baixou, quais os três melhores?

Pink moon, de Nick Drake

Five leaves left, de Nick Drake

Songs from a room, de Leonard Cohen

 

Quais os três que você não gostou?

Gostei MENOS (não cheguei a não gostar):

The new tango, de Astor Piazzolla & Gary Burton

Scott 2, de Scott Walker

Scott 4, de Scott Walker

 

Quais os discos você nunca encontrou na internet?

Bailarina, do Mechanosphere, projeto do vocalista dos Mão Morta.

 



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Postado por Danilo Fantinel