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Resultados da pesquisa por "Tron Legacy"

Clipe de Derezzed, do Daft Punk para Tron Legacy, é liberado

08 de dezembro de 2010 0

O clipe de Derezzed, música do Daft Punk para Tron Legacy, foi liberado. É uma batalha medieval high-tech em tributo ao Tron de 1982. O lançamento nacional de Tron Legacy rola dia 17 de dezembro, mas dia 14 haverá uma cabine de imprensa em Porto Alegre. Vou ceeeerto! Há alguns dias rolou uma sessão especial 3D com 20 minutos de cenas do filme para imprensa e convidados. Você leu sobre isso neste post.

Se não consegue ver o embed acima veja o clipe na MTV.

>>>>> Mais Tron Legacy
>>>>> Mais Daft Punk

Tron Legacy é espetacular

18 de novembro de 2010 1

Tron Legacy fucking rules! Bom, pelo menos visualmente.

Rolou nesta noite uma sessão especial 3D com 20 minutos de cenas do filme para imprensa e convidados em Porto Alegre. Foi o bastante para ver o excelente update coordenado pelo diretor Joseph Kosinski sobre a ficção científica visionária criada por Steven Lisberger em 1982.

No filme, Sam Flynn é enviado ao Grid, uma dimensão virtual high-tech gerenciada por programas de computador autoritários e games fatais onde seu pai, Kevin, encontra-se há 25 anos. Lá, Sam o reencontra, mas cai em uma perigosa rede de poder.

Kosinski aprimorou o conceito criado por Lisberger no Tron original, elaborando um universo cibernético asséptico em que cores neon reluzem sobre cenários obscuros, e no qual você jura que equipamentos, máquinas e armas futurísticas digitais são reais.

Como você já sabe, Daft Punk participa da trilha sonora e faz uma ponta no filme. Os franceses tocam durante uma festa em um clube. Em outro momento rola Sweet Dreams (Are Made of This), do Eurythmics.

A concepção visual de Tron Legacy é radical e elegante. Mas 20 minutos não bastam para saber se a história desenvolvida pela equipe de escritores liderada por Lisberger é mesmo boa. Espero que seja!

A Tron Night também rolou em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte.

>>>>> Mais Tron Legacy aqui

Escute agora Daft Punk para Tron Legacy

26 de outubro de 2010 1
Novo trailer de Tron Legacy tem Derezzed, nova música do Daft Punk.

Daft Punk faz ponta em Tron Legacy

07 de outubro de 2010 0

Além de assinar a trilha de Tron Legacy, a continuação do filme supercult Tron (1982), sobre realidade virtual, hackers, games, programas piratas e espionagem industrial, o Daft Punk faz uma ponta no filme que será lançado no dia 17 dezembro na gringa.

Conforme o Los Angeles Times, que já viu 23 minutos do longa, os franceses Guy-Manuel de Homem-Christo e Thomas Bangalter aparecem em uma cena atuando como, hãããã, DJs.

Diz o texto que a música composta pelo duo em certo momento é algo como “Art of Noise encontra Giorgio Moroder e Aphex Twin” e que, em outra cena, o som seria como um “mashed up entre Enter Sandman, do Metallica, e alguma trilha de Ennio Morricone para algum spaghetti Western”. Normal pra quem desde 1992 trabalha com house, acid house, techno, electro, synth-pop e metal com classe.

A aguardada trilha sonora de Tron Legacy será lançada no dia 07 de dezembro. No site oficial do filme é possível escutar trechos de algumas composições incidentais. Já no site da trilha sonora em si você pode fazer a “deluxe preorder”, que dá direito a CD + pôster e a um download também a partir de 22 de novembro. Mais: daqui a dois dias, o mesmo site libera um pôster online.

>>>>> Mais Tron Legacy

>>>>> Daft Punk para Adidas

Ouça música do Daft Punk para Tron Legacy

30 de julho de 2009 0

Daft Punk/Divulgação
A gente já falou aqui e você já está careca de saber que o supercool Tron Legacy (antes chamado Tron 2.0) vem ae para dar continuidade ao supercult Tron (1982). eee! E, há poucos dias, caiu na rede um trailer do filme. eeeeeee! Agora, vazou uma música do Daft Punk para a “obra”. eeeeeeeeeeeeee! Os franceses assinam a trilha, você sabe

A faixa sem vocais é tomada por um senso sonoro gótico digital niilista fantástico. Ao menos foi o que senti nessa minha primeira audição. Achei fodasko. Muito bom ouvir um Daft Punk novo.

A música foi lançada na San Diego Comic-Con, que neste ano se tornou a maior plataforma de lançamentos de upcoming movies do planeta. Tudo que é legal foi exibido lá antes! Procura por ae que você acha.

Depois de virar “trilha” da Comic-Con, a composição do Daft Punk caiu no site francês Tuxboard. A versão seria um remix do DJ francês Cryda Luv. Oooooohh… mas ele respeitou os parâmetros do Daft Punk, então tudo bem!

Tron Legacy tem Jeff Bridges (que estrelou Tron), John Hurt, Garrett Hedlund e Olivia Wilde no elenco. Michael Sheen (A Rainha, Frost/Nixon) teria sido confirmado como um dos vilões. A direção é de Joseph Kosinski. O filme estreia em 2011.

Postado por Danilo Fantinel

Tron Legacy * 2010 * Trailer (HD)

27 de julho de 2009 0

wow!

>>>>> Daft Punk fará trilha de Tron 2.0

Postado por Danilo Fantinel

Disco Virtual Volume #2 is in da house

26 de janeiro de 2011 3

A nova edição do Disco Virtual do Volume é dedicada à música eletrônica. O recorte feito enquadra alguns dos primeiros produtores de dance music do Rio Grande do Sul, como Nando Barth e OTA, músicos e criadores que transitam entre beats há algum tempo, como Fabrício Peçanha, Posnormal, Jarrier Modrow, Panatron e Two Boffins, e novos criadores como Brave the Elements, Projeto CCOMA, Madblush, Superluxo e L.A.B.

Além disso, o Disco Virtual Volume #2 está sendo uma espécie de plataforma de lançamento para Hang out with me, música do novíssimo duo Crash Bum Bang, projeto que concretiza a parceria entre Rossano Snel e Caio Britto, dois caras que se destacam no novo clã eletrônico do Estado.

Ouça todas faixas aqui ou separadamente abaixo

Crank up the volume!

Brave The Elements: o duo Brave The Elements retorna ao garage dos anos 90 ao compor faixas dançantes e leves, estruturadas em beats cadenciados, ambientes etéreos, vocais femininos doces, groove e harmonia. Yuri comanda instrumentos e programação aplicando elementos de progressive e electro enquanto Gisa canta sobre as músicas, que variam entre cinco e sete minutos. O som lembra o que o duo eletrônico Sideral fazia com a vocalista Chris F circa 1997 em Porto Alegre. Apesar de ser um projeto recente, de outubro de 2009, Brave The Elements já lançou o álbum independente Balance In Your Mind, com sete músicas. Uma delas, Leave Your Fears Behind, ganhou um ótimo clipe feito em time lapse em Berlim pelo fotógrafo Luis Veiga. Veja aqui!

Mirrors of Life

> My Space

> Site


Crash Bum Bang: o DJ e produtor Caio Brito curte rock, house  e dirty disco. Tocou em bandas de garagem e virou DJ. Já o compositor Rossano Snel vai do samba ao jazz e do cinema aos games sempre com muito groove. Aqui no Disco Virtual Volume #2, lançam o Crash Bum Bang, duo eletrônico com influências de jazz, world music, MPB, rock e pop. O projeto surgiu da parceria que rola entre eles desde que ficaram amigos (via Lucio Kahara). Criaram as festas Hustler, Lick! e Selva, reunindo figuras do novo núcleo eletrônico de POA, e depois entraram em estúdio para finalmente compor juntos. Estão finalizando o SoundCloud do CBB e devem lançar um EP com músicas e remixes no primeiro semestre de 2011. A faixa Hang out with me, masterizada na Alemanha, alterna vocais robóticos, piano house, processed beats e clima de noite. Ouça alto e sinta cada batida como uma pancada.

Hang Out with Me

> SoundCloud do Caio

> MySpace do Rossano


Fabrício Peçanha: o Fabrício é o maior fenômeno da cultura eletrônica do Rio Grande do Sul EVER, – e certamente é um dos caras de maior destaque no Brasil há anos. Na metade dos anos 90, quando o conheci, era figura fácil na pista do Fim de Século (o clube eletrônico mais importante de Porto Alegre de todos os tempos) e alvo maior das meninas da primeira geração efetivamente clubber do Estado. Em pouco tempo, passou pro lado de lá das pick-ups, dividindo espaço com outro ícone do FDS, o DJ Double S, residente da casa. Enfrentando preconceito considerável por ser boa pinta e tendo que se desvincular ao máximo do rótulo de DJ “fácil”, suou a camiseta na noite para se tornar o melhor DJ do Estado e um dos melhores do país, com amplo destaque internacional. Criou a produtora Re:Existência e a rave Fulltronic com amigos, ganhou páginas das revistas XLR8RDJ MagazineHouse Mag e abriu o clube Spin em POA. O reconhecimento profissional foi traduzido em convites: Fabrício integrou line-ups de raves e festivais ao lado de Carl CoxFatboy SlimDanny TenagliaWestbanLouis VegaJohn DigweedDeep DishRitchie HawtinGroove ArmadaLayo & BushwakaGreen VelvetDerrick MayDave ClarkeDave the DrummerHernan CattaneoSatoshi TommieChris LiberatorTechnasia e outros. Ele também tocou no Skol Beats, na MegAvonts e no Recife Beats, além de ter sido chamado para discotecar em Ibiza, Majorca, Acapulco, Miami, Barcelona, LA, San Diego, Hong Kong, Frankfurt, Londres, Buenos Aires, Lima, Zurique e outras –sozinho ou ao lado dos parceiros LeozinhoRodrigo Paciornik, do projeto Life is a Loop. O gaúcho já lançou faixas no EP Cordel e no álbum Hypno Series 1. Neste Disco Virtual do Volume #2, Fabrício liberou um remix de Sem Vacilar, da Comunidade Nin-Jitsu. Ele entrou legal na onda do CNJ, ressaltando as guitarras em meio a batidas rápidas, mas não muito aceleradas, ampliando a força da música original sem remodelar a faixa por inteiro.

CNJitsu Sem Vacilar Radio Remix

> Site


Jarrier Modrow: não é dos caras mais conhecidos por quem curte música eletrônica, o que é estranho. Apontado por alguns músicos como um dos melhores compositores da atualidade no que diz respeito à dance music, Jarrier já lançou discos e EPs por selos nacionais e internacionais. Entre eles estão Rare SoulNebula e a coletânea Unreleased Grooves – Grooveland Brazil, álbuns interessantes que ficaram restritos ao nicho de produtores musicais, com pouca inserção entre o público. Em breve, deverá lançar seu próprio netlabel, com novas composições e projetos. O início dos trabalhos de Jarrier na música rolou da mesma forma como ocorre com muitos outros produtores: experimentações em teclados no final dos anos 90 e gravações em fita cassete. No entanto, diferentemente de muitos, Jarrier não se tornou DJ. Em vez disso, prefere escrever e postar suas impressões sobre música e tecnologia em seu site oficial e na revista House Mag. Neste ano, Jarrier participou de duas edições de coletâneas online do selo/coletivo capixaba Smoke Island. Aqui no Disco Virtual do Volume #2, o músico liberou a faixa Let’s Boogie, um deep house tranquilo, desacelerado e elegante, com muito groove, melodia e harmonia. O tipo de som capaz de nos fazer perder em pensamentos ou nos guiar no vazio da mente.


Let’s Boogie

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> MySpace

> Sound Cloud


L.A.B.: o lance com Less a Bullshit (L.A.B.) está sendo urgente. A banda de rock eletrônico lo-fi se formou em Novo Hamburgo no verão de 2009. No inverno, o EP de estreia de Dan Schneider (vocal, baixo, guitarra, synths e programação), Fe Fischer (guitarra, baixo, vocal) e Moa Jr. (bateria, percussão, vocal) estava pronto, mixado e produzido por Dan e masterizado por Lukas Dulawa no Reino Unido. No final daquele ano, o trio assinou com a Curve Music, de Londres. O primeiro disco sai no começo de 2011, após masterização em Roma. Nesse meio tempo, L.A.B. foi indicado como uma das 10 bandas de rock mais promissoras do Brasil em 2010 pela MTV e se tornou uma das apostas da Billboard de fevereiro do mesmo ano. Pouco depois, tocou no megafestival indie SXSW, nos Estados Unidos. Descendente direta da histórica banda santista de rock eletrônico Harry e parente não muito distante de FelliniThe GilbertosVioleta de OutonoGrenade, o L.A.B. utiliza sintetizadores e guitarras para criar uma aura shoegaze eletrônica soturna que sintetiza My Bloody Valentine, Cure e Depeche Mode. A música Segundo Andar, lançada no EP de estréia, você escuta abaixo.

Segundo Andar

> My Space


MadBlush: há mais de 10 anos, MadBlush percorre a noite gaúcha com shows performáticos e DJ sets. Ativista do underground, vem turbinando a produção de suas músicas com a ajuda de Nando Barth, que toca bateria em alguns de seus shows, OTARicardo Severo. Ao vivo, a guitarra fica com Gabiko.

O apelo visual de MadBlush remete à montaria de Boy GeorgeSigue Sigue SputnikMarilyn MansonPeachesLady Gaga. Fora dos padrões de conduta básicos, MadBlush ganha pontos por ousar em uma cena que já foi vanguarda, irônica e debochada, mas que cada vez mais é corrompida pelo mainstream esteticamente pobre e sonoramente inocente.

Ímpetos de auto-afirmação pessoal e artística se espalham por faixas electro rock como Blush in the Face I wanna be real.


Blush in the face

> MySpace



Nando Barth: o DJ e produtor Nando Barth foi um dos primeiros gaúchos a trabalhar com música eletrônica. Começou a criar em 1987, uma época em que o superclube visionário Taj Mahal, o Ocidente, o Fim de Século e o Porto de Elis davam as cartas na noite de Porto Alegre. Um ano depois, assumiu a residência do Oci ao lado do DJ Eduardo Herrera, então maior nome da vanguarda sonora da noite gaúcha. Em 1994, formou a Splee’n, uma das primeiras bandas eletrônicas do Brasil, com Otávio Mastroberti. Depois disso, foi residente da fase inicial e realmente underground do Beco, tornou-se o mentor criativo das bandas Superluxo,Quit the make up e criou a Cadela Records. Na faixa Cuicass Raga Vox, Nando propõe um retorno ao jungle e ao drum’n’bass clássico, unindo a brasilidade do vocal de Yeshua Jahmiliano, da banda reggae Santíssima Trindade, ao estilo gringo de batidas aceleradas e graves linhas de baixo. O simbolismo brazuca da faixa fica claro em uma sonoridade tipicamente nacional imposta pela cuíca.

Cuicass – Raga Vox

> Site oficial

> MySpace



OTA: é o incansável Otávio Mastroberti, parceiro do Nando Barth na banda Splee’n durante os primórdios da produção autoral de música eletrônica no Rio Grande do Sul, por volta de 1994. Lançaram demos e, em 1999, foram escolhidos um dos quatro grupos brasileiros que participariam do projeto The Whole Cure In The Mirror, uma caixa com todas as faixas do Cure regravadas por bandas de todo o mundo. Com o fim da Splee’n, em 2005, Otávio reativou seu projeto solo OTA, mas como uma banda, numa pegada mais rock. Na época, a música I’ll Become Your God virou trilha de um seriado virtual da RBS e do curta metragem Tudo Que Não É Espelho, de Daniel Alfaya (veja aqui). Depois, produziu o som de MadBlush. Em 2007, tornou-se tecladista do The Cure Cover, projeto do Guffo, músico que hoje toca na Fenx. No final de 2008, entrou pra banda Volantes, que participou do Disco Virtual Volume #1. Em 2009, produziu o single Our Planet para K-Tea e tocou na Polainas, banda cover de anos 80, e no Back 2 the Future, dedicada a covers de musicas pop/dance atuais, ambas do músico Tchê Gomes. Em 2010, se aventurou no hip hop produzindo uma faixa para Maia Rimador. Nesta segunda edição do Disco Virtual do VolumeOTA liberou a vigorosa faixa 1, 2, 3, 4, Stand Up!, um maximal festivo, praticamente puro, perfeitinho pras pistas.

1, 2, 3, 4, Stand Up!

> MySpace


Panatron: Laufe BitencourtChris AmorettiRoger Kichalowsky fazem com Panatron o som mais robótico, frio e asséptico deste Disco Virtual Volume #2. Apesar da voz afinada e reconfortante de Chris, a música Casio Love parece ter sido criada por vida baseada em silício, e não em carbono. Não parece uma banda de humanos compondo uma obra eletrônica. Parece mais como se um autômato tivesse composto uma faixa sintética utilizando instrumentos digitais e algum vocal humano aleatório, pré-gravado e ripado de algum banco de dados online. A própria expressão “Casio Love” remete a uma inteligência artificial emotiva, reforçando a idéia de um compositor replicante. Mas não é nada disso! LaufeRogerChris se dividem entre guitarra, baixo, sintetizador, sampler, drum machine, fxs e vocais para compor eletronices pop, rocks eletrônicos e psycho beats alternativos e livres. A prova está no SoundCloud da bandaSupernova, por exemplo, é pura experimentação digital acelerada e descompassada. A kraftwerkiana Fliperama 87 é digna de uma trilha sonora de games. Poderia estar em Tron Legacy. En La Luna Caliente e Strip & Tango são mais aquecidas, com maior elaboração acústica. Robotika Kamarada abusa de um sampler de Ladytron. Já Robotizado, mais suja, é inteligente e inesperada. No geral, são faixas que passam longe do óbvio. Isso deve ter agradado ao selo Midsummer Madness, com quem Panatron já lançou um EP com nove faixas.

Casio Love

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> SoundCloud


Posnormal: Dani ficou bem ligado ao drum’n’bass de POA nos anos 90 e 2000, quando era residente da Full Moon, no Garagem Hermética, e da Quarta Quebrada, no Ocidente. Tocou direto com MarkPatifeAndy, os “três mais” do gênero no Brasil, que ganharam destaque no mundo e deram ao país uma nova dimensão no plano global de música eletrônica. Mesmo com o d’n’b rachando pistas, Dani nunca deixou de lado suas outras referências musicais. Deu início a uma produção mais experimental, com referências soul, jazz, hip hop, pós-rock e eletrônica.

Como Posnormal, lançou um disco independente com 14 faixas e participou de um álbum do selo paulistano Si no puedo bailar no es mi revolución. As composições são delicadas e há um certo ar cômico e infantil, porém muito longe de ser piegas ou auto-indulgente. Ao contrário. Dani aposta na simplicidade de harmonias, na beleza de sons incidentais, em melodias serenas e em experimentos IDM como forma inteligente de mostrar que indie também é pop. É tipo um Looper dos trópicos sem vocais.

Guaraná

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Projeto CComa: há cinco anos, o projeto CCOMA (lê-se “Coma”), composto por Swami SagaraBeto Scopel, cria música misturando jazz, música brasileira e dance music. O resultado é uma eletrônica de caráter orgânico, que varia entre climas chill-in e temas dançantes, e na qual o trompete de Beto se sobressai. Mesmo assim, o leque instrumental do duo é variado. Na gravação de An Elephant Crossing the Room, por exemplo, os músicos utilizaram címbalos tibetanos, pá de pedreiro e apitos. Como o duo contou nesta entrevista ao Volume no início do ano passado, o CCOMA mistura “saravá eletrônico com Miles Davis” para matar sua (nossa) sede por experimentação sonora. O resultado é positivo. A banda fez temporada em Londres e shows em festivais e eventos de arte e publicidade. No final do ano passado, o duo lançou o álbum Incoming Jazz, de onde saiu a faixa Dogs are Gods, que você escuta abaixo.

Dogs are Gods

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> Blog


Rossano Snel: Rossano samba. Electronic samba. Groove samba. Jazz samba. Disco samba. Bossa samba. Samba samba! Com a desenvoltura cool de um neo-malandro tropical digital, pilotando drives, programas e teclados gringos, o compositor desmonta o easy listening (what?!), reescreve o lounge (whaaaaat?!?!?!) e implode a bossa eletrônica (afe!) com toscos 8 bits, elegantes synths progressivos, pianos estudados (a linda Tumpah merece ser ouvida na praia ao sabor de vinho branco), drum machines límpidas e instrumentos acústicos, elétricos, eletrônicos e virtuais. No ano passado, criou trilha sonora do curta 27 Janela, de Fábio Rangel. No mesmo ano, lançou Gallery, um EP digital editado pela One Cell Records, de Los Angeles, e o EP Landscape pelo selo EBS Diggin, do DJ paulista (e gente finíssima) Tahira. Mais: cravou a música Nossa Conversa na trilha do filme BearCity, que estreou em Nova York recentemente, e foi o músico brasileiro vencedor do The Creators Project Contest ao lado de artistas de Los Angeles e de Londres. O prêmio é a gravação conjunta de um EP em NY. Abaixo, você escuta o samba beat de Nossa Conversa.

Nossa Conversa

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Superluxo: a banda de synth pop e alma rocker liderada pelo Nando Barth desde 2008 cria algumas preciosidades sonoras inventivas, baseadas em guitarras, bateria e sequenciadores. Bubble GumDon’t leave me alone competem em simplicidade e bom gosto, com vocal doce e trilhas vigorosas. Vicio – Ver 2010, fundada sobre beats atualizados, presta sincera homenagem a Joy DivisionNew Order. Já Shaking all alone pisa ainda mais fundo em sintetizadores e guitarras. Give a Damm, que entrou no Disco Virtual Volume #2, segue um caminho semelhante. Nando (guitarra & synths), Léo Zamper (guitarra e voz), Dani Maria (vocal) e Ronaldo Sabin (bateria) criaram um instrumental bem estruturado, aplicaram vocal gostoso e montaram uma faixa de apelo pop. Potencial hit radiofônico – se este tipo de som tocasse em rádios. Como não toca, você escuta abaixo:

Give a Damm

> MySpace


Two Boffins: noite e hedonismo. É disso que você lembra quando escuta Night Cravin’, a música que o duo Two Boffins liberou para o Disco Virtual Volume #2. O lance é bem específico. Seria como se Fischerspooner encontrasse Giorgio MoroderDepeche Mode na festa de encerramento do Studio 54 com DJ set de Human League, AdamskiDead or Alive, New Order e OMD. Teclados analógicos e drum machines 808 e 909 dão o tom das músicas da dupla. Apesar disso, o som é bem early 90′s. Como se aquela fase inicial da era clubber e raver voltasse em um flahsback de ácido. Algumas faixas do Two Boffins tratam sobre diversão noturna, clubes, pista de dança, amigos… Outras têm uma pegada mais existencial e filosófica, sempre com uma visão otimista. O Chris e o Ale explicaram que “boffin”, em inglês, é a gíria que define pesquisadores científicos. Com essa habilidade técnica, eles nos jogam entre sintetizadores quentes, batidas regulares e grooves virtuais em faixas como Stop Talkin. Além da música, Two Boffins converge moda, fotografia e vídeo para alinhavar seu poder criativo. No início de 2011, deve rolar um show em São Paulo, onde eles moram, e o lançamento de um EP online. Os clipes de Stop Talkin’ e de Night Cravin’ estão a caminho.

Night Cravin’

> MySpace


>>>>> Escute o Disco Virtual Volume #1 – Especial Rock

Ouça Daft Punk em versão chiptune

15 de agosto de 2009 0

Reprodução

Aqui neste blog tem várias músicas do Daft Punk em versões chiptune (ou chip music), que é um estilo musical sintetizado por computador ou por consoles de videogame que geram sons característicos de jogos eletrônicos antigos (tipo era 8 bit).

Em outras palavras: é música de games vintage (Atari, Game Boy, Master System, Nintendo, etc…) que, a partir do fim dos anos 80 e início dos 90, passou a ser elemento de algumas vertentes da música eletrônica em si, como o electro. Em apenas três palavras: blips, blops, blings. Leia mais sobre chiptune aqui e confira este site.

Enfim, essas faixas do Daft Punk remodeladas por sistemas musicais de games é algo completamente nerd e totalmente geek. Primeiro achei muito idiota. Depois achei ótimo. Apesar da tosquice, tem coisas muito engraçadas e bem legais.

Então, lá no blog tem 22 músicas. Tenta Zombectro – Voyager (ótima!), Fluxxin – Teachers (essa é clássica desde seu lançamento original, em 1997, no álbum Homework, e é imperdível em versão chiptune), Je Deviens DJ En 3 Jours – Aerodynamic, Recodd – Harder, Better, Faster, Stronger (o começo é tipo aquele jogo Genius, mas depois o lance fica meio chato), Stage7 – Superheroes, EvilWezil – Veridis Quo e Average Composer – Da Funk.


Foto: Reprodução

Pena que não tem Rollin’ & Scratchin’ – aquela que fazia o povo fritar na pista do Fim de Século (POA) também em 97. Velhos tempos…

>>>>> Música do Daft Punk para Tron Legacy vazou
>>>>> Daft Punk fará trilha do Tron Legacy

Postado por Danilo Fantinel

Giorgio Moroder e Nile Rodgers, do Chic, gravam com Daft Punk

28 de maio de 2012 0

O produtor e compositor italiano Giorgio Moroder, mestre da disco music, fez gravações no estúdio do Daft Punk para o novo álbum do duo francês. Responsável por I Feel Love, de Donna Summer, e outros hinos disco, Moroder gravou um rap e falou sobre sua vida em diversos microfones antigos, cada um correspondendo à época sobre a qual se referia.

A disco music, assim como techno, house music e hip hop, imprime forte influência no som do Daft Punk, principalmente na fase Discovery. Assim, não é de estranhar que, além de Moroder, outro ícone disco, Nile Rodgers, do Chic, também tenha gravado com a dupla francesa.

O compositor Paul Williams, responsável pelas trilhas-sonoras dos Muppets, confirmou recentemente que também trabalhou com Guy-Manuel de Homem-Christo e Thomas Bangalter para o novo álbum.

O último registro de estúdio do Daft Punk foi Humam After All (2005). Depois, rolou Alive 2007 e a trilha de Tron: Legacy (2010).

Chic

Moroder

Daft Punk

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