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Belle and Sebastian lança clipe de cover da banda The Primitives

27 de março de 2012 0

O Belle and Sebastian lançou o clipe de Crash, cover fofo da faixa new wave que a banda The Primitives lançou no disco Lovely, em 1988. O som dos escoceses está no disco Late Night Tales – Belle and Sebastian Volume 2 (você leu sobre o Volume 1 aqui). A direção do vídeo é de Stephen Tolfrey.

O som original:

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Belle and Sebastian libera som e capa verdadeira

17 de agosto de 2010 0

Então tá: Stuart Murdoch liberou no site oficial a *verdadeira* capa de Belle and Sebastian Write About Love. É esta acima, e não aquela da semana passada. Hããã… sono…

Ele também liberou a música I Want The World To Stop, que está no novo disco e no programa de TV que a banda está produzindo. Veja no embed abaixo se conseguir – aqui não está rodando…

A real é que essa nova imagem é bem mais Belle and Sebastian do que a antiga, certo? Belle and Sebastian Write About Love sai dia 11 de outubro “in most countries” e dia 12 nos Estados Unidos.


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Belle and Sebastian Write About Love

11 de agosto de 2010 1

Belle and Sebastian Write About Love é o nome do novo disco dos escoceses, ainda sem data pra ser lançado. Na capa, Kim, da banda Zoey Van Goey, escreve o título do álbum em um prédio de Glasgow.

Mais: Stuart Murdoch quer que você faça o mesmo e saia por ae escrevendo o nome do disco pelas paredes da sua cidade enquanto alguém fotografa. O resultado pode ser publicado neste flickr. Mas Stuart é bonzinho e não quer ver vc pichando as ruas. Ele pede pra usar giz.

A banda toca em novembro no Brasil. I Didn’t See It Coming é uma das novas:

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Belle & Sebastian prepara novo álbum

08 de março de 2010 4

Divulgação
O Belle & Sebastian está trabalhando em um novo álbum. O disco será gravado em Los Angeles. A banda não lança nada inédito desde The Life Pursuit, de 2006, mesmo ano em que foi lançado uma edição deles para a série de álbuns Late Night Tales. Em 2008, saiu um BBC Sessions do grupo.

A banda já está agendada para alguns shows em festivais de verão na gringa. Aliás, shows dos escoceses são altamente recomendados. Conferi um na última edição do Free Jazz, em 2001, quando eles tocaram em São Paulo (onde estive) e no Rio, já sem a vocalista Isobel – que não veio por “medo de avião”. Ahan, sei…

Mas ela nem fez falta! Músicos de primeira em momento auge e com uma sintonia incrível com o público fizeram uma das melhores apresentações do festival (que também teve Grandaddy, Sigur Rós, Aphex Twin, Fatboy Slim e Roni Size & Reprazent, entre outros). Belle fez uma festa indie de primeira, com todo mundo cantando junto o tempo todo. Inesquecível.

Postado por Danilo Fantinel

Tracks Volume #40

27 de abril de 2012 0

Kwesbashful
A excelente faixa do disco Meantime, do cantor, compositor e músico Kwes, acaba de ganhar um clipe. O teor eletrônico da faixa ecoa instrumentos acústicos, deixando o som com um certo clima orgânico. Já na letra, a temática pessoal domina. Em bashful, Kwes declara sua timidez ao mundo. O clipe segue essa linha analítica, comparando o jeito de ser das pessoas com o jeito que elas poderiam ter. Ouça outras faixas do Kwes no Bleep e escute a parceria dele com The xx na faixa Insects aqui. Ah, o cara também participou da ópera Monkey: Journey to the West, do Damon Albarn.

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Dirty FencesSid
Stooges feelings no som dessa banda Dirty Fences, do Brooklyn. Toca alto!

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Dignan PorchPicking Up Dust
A banda londrina liberou essa baladinha indie lo-fi harmônica. Está longe de ser o lance mais origal do mundo, mas é boa.

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FelixBlessing
Melancolia rima com fotografia.

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The RaptureHow Deep Is Your Love?
Música ‘velha’, clipe novo. E bobo. E lembra do show deles no M/E/C/A 2012? Foi ótimo! 

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Eletrônica

AUOJ
O som OJ da banda AU, de Portland, é algo único. Uma quebradeira múltipla de beats, percussão e piano, cheia de groove e intensidade. O clipe também é ótimo. Intervenção cromática sobre a imagem original, deixando tudo com aspecto de aquerela. A faixa está no disco Both Lights.

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School Of Seven BellsKiss Them For Me (Siouxsie And The Banshees Cover)
O trio de indie eletronic e dream pop School Of Seven Bells fez esse cover sujo, trippy e poderoso para Kiss Them For Me, um dos clássicos de Siouxsie & the Banshees lançado no disco Superstition, de 1991. Ficou muito bom! Veja o clipe da faixa original e o cover lançado no Record Store Day deste ano abaixo.

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YACHTUtopia/Dystopia (The Earth Is On Fire)
O clipe WTF! da semana é essa coisa bizarra do YACHT, para a faixa Utopia/Dystopia (The Earth Is On Fire). O estranho é que, no primeiro movimento, em Utopia, parece que Vampire Weekend está curtindo uma micareta-techno-brega new age com o Devo. Depois, em Dystopia, rola uma versão supergay do MGMT fazendo a linha trash 80′s. E o pior: faz sentido! Só que o electro funk cheio de synth e baixo da banda agrada mais aos ouvidos do que aos olhos.

YACHT também liberou esse inacreditável cover de Le Goudron, gravado por Brigitte Fontaine & Art Ensemble of Chicago em 1969. O que era uma chanson indiana roots dopada virou um electro house dopado perfeito pra inferninhos.

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ElliphantTekkno Scene (featuring Adam Kanyama)
Elliphant liberou o clipe de Tekkno Scene, um sound tribute ao techno safra 90 a partir de elementos de raízes diferentes, como house, tribal, hip hop, dance hall e Miami bass. Lembra mais um pancadão liderado por uma vocalista de ragga – e com o apoio brilhante do moleque Adam Kanyama, mandando ver de MC. Foi algo ousado, que me chamou mais atenção agora do que nas Tracks 37.

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FawsTo Kiev
O irlandês Faws lançou a elegante faixa To Kiev no disco Forward/Slash, compilação com 15 músicos da Irlanda. Aqui, o downtempo/lounge é atualizado pela cool vibe do new r’n’b.

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Niki & the DoveHot Summer
Beats sincopados, discretos e cheios de groove no novo som do Niki & the Dove. Genial. A faixa está na Mixtape 1. O álbum Instinct sai dia 14 de maio.

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Simian Mobile DiscoPut Your Hands Together
90′s feelings, mas som e vídeo são bem fracos.

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Bloquinho Remix

Lana Del ReyBlue Jeans (feat. Azealia Banks) (Smims & Belle Extended Remix)
Mais um remix poderoso (entre tantos fracos) para Blue Jeans, de Lana Del Rey. Assinado por Smims & Belle, a faixa é baseada em electro techno futurista e tem vocal manero da rapper cult Azealia Banks (que você conheceu nas Tracks 29). 

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Fun.We Are Young (Betatraxx Remix)
Betatraxx fez esse remix robótico pesadinho (mas nem tanto, vai…) para We Are Young, da banda Fun.

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Emily WellsPiece of it (Baths Remix)
O produtor Baths criou um remix truncado (no melhor dos sentidos) para Piece of it, de Emily Wells. A faixa original está no recém-lançado disco Mama.

Tracks: #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10
Tracks: #11, #12, #13, #14, #15, #16, #17, #18, #19, #20
Tracks: #21, #22, #23, #24, #25, #26, #27, #28, #29, #30
Tracks: #31, #32, #33, #34, #35, #36, #37, #38, #39

Lollapalooza Brasil é marcado por Arctic Monkeys, Skrillex, Peaches, Manchester Orchestra, Foo Fighters e Joan Jett

10 de abril de 2012 5

A primeira edição do Lollapalooza no Brasil teve pontos positivos no que diz respeito à música e negativos na parte de serviço. O ponto alto foi o acerto na escolha do local: o Jockey Club, perto do centro de São Paulo, barbadinha de chegar de metrô e com estrutura adequada, já havia sido palco de outros eventos bem-sucedidos, como o último Free Jazz Festival, em 2001.

O grande problema mesmo foi a volta para quem dependia do metrô. Total absurdo a estação Butantã fechar por volta da meia-noite, já que os shows acabavam pelas 23h, e taxistas cobrarem valores  acima da tabela. Não sei se existe fiscalização em SP, mas se existe está falha. Isso rola sempre, seja em turnês próprias de bandas ou em festivais de grande porte. Sem noção!

Já dentro do evento, apesar da grande quantidade de caixas por todo Jockey, as filas para compra de bebidas eram quilométricas no primeiro dia. No segundo, o lance melhorou. O público (cerca de 135 mil pessoas entre sábado e domingo) deve ter aprendido a lição e comprado toneladas de PillaPaloozas (a moeda do evento) já ao chegar no local. Havia funcionários “avulsos” vendendo pillas durante a tarde (e quebrando o maior galho), mas à noite era quase impossível achá-los. Merecem uma equipe maior.

Outro ponto fraco: os banheiros, como sempre um desastre horroroso. Insalubre. Uma falta de respeito com o público. E isso, claro, não é exclusividade do Lollapalooza. Banheiro químico é o fim do mundo em qualquer lugar. Enfim…

Mesmo assim, a organização do Lolla ganhou muitos pontos no que diz respeito à música – o que, apesar dos contratempos acima, é o que realmente importa. Com um sistema de som praticamente perfeito (MGMT teve problemas, é verdade, mas a banda ao vivo é um problema em si…), o festival teve, no geral, som nítido e alto. Não pude conferir todos os shows, mas lembro de pelo menos um espetáculo vazando e prejudicando outro: o som do Pretty Lights, projeto do norte-americano Derek Vincent Smith, incomodou parte do público do Friendly Fires.

Comments sobre os shows que vi:

07/04


Daniel Belleza e os Corações em Fúria
Garage rock cortante, furioso, com alto teor glitter punk. Quando a banda surgiu no início dos anos 2000 ficou claro o poder de performance de Daniel, agora atenuado, mas ainda garantindo um bom rock show. A banda ganhou aplausos merecidos.

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Rhythm Monks
O trio eletrônico mascarado de Berlim parecia ter descido de alguma nave espacial. Com um figurino tipo messias das galáxias, os caras tocaram um hardcore trance não muito inspirado e abusaram de coreografias minimalistas toscas. Não foi muito legal. Parecia uma paródia pobre do clipe de Around the World, do Daft Punk. Com tanta gente legal podendo ganhar espaço a programação eletrônica do Palco do Perry, Rhythm Monks foi um erro de casting.

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O Rappa
Os cariocas estavam espertos e fizeram um grande show no Palco Cidade Jardim. Já vi algumas apresentações da banda, inclusive em festivais, mas nunca encontrei os caras com tanta energia. Conseguiram reunir quase todo público presente naquela tarde. O resultado foi um poderoso espetáculo que teve como climax Homem Amarelo e o discurso de Falcão a favor do multirracialismo e multiculturalismo. O palco quase veio abaixo com o cover de Killing in the name, do Rage Against the Machine, e seu riff perfeito. Falcão sugeriu que a banda toque no Lolla. A banda foi acompanhada por um quinteto de violinistas.

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Perryetty x Chris Cox
Enquanto o Rappa bombava, Perry Farrel tentava levantar seu pequeno público do seu projeto eletrônico no palco que leva seu nome dentro do seu próprio festival. Tipo incrível. Cantava e gritava palavras de ordem sobre bases pré-gravadas e discotecagem de Cox. Dançava fora do ritmo e atravessava beats na pilotagem do soundsystem. A todo momento, perguntava “are you happy São Paulo?”. No som, farofada eletrônica para quem entende pouco do assunto. A animação e a energia provaram que Perry é mesmo um dos caras mais carismáticos do rock, mas que na eletrônica ainda precisa ser equalizado.

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Band of Horses
Logo ao lado, no palco Butantã, a banda de Ben Bridwell apresentava de folk rock tatuado. Os longos duelos autorais de guitarra, baixo e bateria que não me chamaram muita atenção, apesar do grande público presente estar curtindo muito. E a culpa foi da Peaches e minha expectativa pelo show dela. Fiquei totalmente bloqueado para qualquer outra coisa. Antes do espetáculo, na área de imprensa, a cantora que eu havia entrevistado em 2003 me disse que, muito melhor do que tentar explicar o show seria eu vê-lo. Canadense maldita, me deixou no suspense, kkkkk! Enfim, Band of Horses fica pra próxima!

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Peaches
A cantora canadense provou que é uma das grandes artistas do século 21. Depois de ter feito um grande show em Porto Alegre em 2004, no qual fez de tudo entre cantar, dançar e escalar a estrutura do teatro, Peaches apresentou um espetáculo focado não só em electro beats sujos, mas também em liberdade sexual e em performance teatral cômica. Cantando, comandando pick-ups e sequenciadores e com o apoio de duas dançarinas (e muita champanhe), a canadense subiu ao palco usando um colante cor da pele adornado com seios cenográficos de diversos tamanhos. A imagem resume o conceito por trás do show: ativismo feminista eletrônico festivo e sem pudores. Nenhuma novidade, e mesmo assim atual. Peaches decadente? Jamais! No set, não faltaram músicas potentes e dançantes, que ao vivo ganharam ainda mais peso para reforçar o poder hedonista das canções. Do electroclash tradicional ao dubstep aliado a techno beats experimentais, Peaches é diversão garantida.

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TV on the Radio
Só peguei o final do show, que contou com a participação do guitarrista Dave Navarro, do Jane’s Addiction, em Repetition. Você sabe, culpa da Peaches

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Joan Jett & The Blackhearts
Foi ótimo ver ao vivo uma das grandes figuras do rock mundial. O espetáculo de Joan Jett não se destacou apenas por seu valor histórico, mas também pela energia da banda e pelo rock’n’roll tradicional. A abertura explosiva foi com Bad Reputation (reconfigurada por Peaches no disco Fatherfucker), seguida da clássica Cherry Bomb, de sua antiga banda, The Runaways. Joan também arrancou aplausos para You drive me wild, sua primeira canção escrita, e apresentou duas novas composições, T.M.I. e Hard To Grow Up. Outros pontos altos? I Love Rock and Roll, óbvio, e I Hate Myself For Loving you.

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Foo Fighters
O Lollapalooza trouxe ao Brasil uma das maiores bandas do rock contemporâneo em uma de suas melhores fases. A turnê de Wasting Light vem rodando o mundo desde há tempos e causando muito em todos lugares pelos quais passa. A fórmula da banda é simples: rock instantâneo, bombástico, eficaz e extremamente energético liderado por um vocalista carismático aliado a um baterista foda (Taylor Hawkins). Fácil. Mas nem isso libera a banda para fazer um show curto ou descompromissado. Muito pelo contrário – até porque era a principal banda do line-up do evento. Por isso, os caras fizeram um show de quase três horas lotado por toneladas de hits roqueiros e baladas de sucesso, assim como no Rock in Rio 3, em 2001. Entraram no set list All my life, Times like these, Rope, Breakout, Long road to ruin, Big me, Everlong, The Pretender, Cold Day in the Sun e White Limo, entre outras. O show teve a participação de luxo de Joan Jett em Bad Reputation e I Love Rock ‘n’ Roll. A não ser em faixas mais obscuras, a banda obteve resposta imediata do gigantesco público. Sim, porque a banda reuniu praticamente todas pessoas que estavam no evento. E a voz de Dave Grohl? Falhou sim. Afinal, o cara não é de ferro, pô.

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Calvin Harris
Quem não viu Foo Fighters optou por conferir o set de Calvin Harris, queridinho da eletrônica gringa. Abusando do deep house e de techno beats, o produtor eletrônico levantou mesmo a galera ao tocar um remix poderoso de Never Be Alone, de Justice vs. Simian Mobile Disco.

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08/04

Thievery Corporation
O trip hop/downbeat elaborado com elementos exóticos da banda norte-americana atraiu um bom público no palco Cidade Jardim, no segundo dia de shows do Lolla. Com banda completa, composta por guitarra, baixo, bateria, percussão, cítara, trompete e sax, além dos sequenciadores de Rob Garza (cabeça da banda ao lado do guitarrista Eric Hilton) e de um time de cantores, o grupo confirmou sua groove reputation despejando um set inspirado por dub, reggae, dance hall e até música brasileira – com apoio de berimbau eletrônico e de uma cantora nacional que, por sinal, não se apresentou ao subir no palco e deixou as pessoas com cara de “quem é essa?”. Apesar da bela voz, não foi ela quem levantou a galera, mas sim uma dupla de vocalistas rastaman e um rapper vestido no melhor estilo gangsta. Thiervery fez um show de altíssima qualidade musical, apostando em música dançante orgânica sem fórmulas fáceis ou padrões estipulados.

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Friendly Fires
O indie rock dançante da banda britânica é bastante dependente do animado vocalista Ed Macfarlane. Dançando muito e requebrando o quanto podia, ao melhor estilo desengonçado britânico, Ed e banda bombaram com Jump In The Pool, Skeleton Boy, Paris e o superhit Hawaiian Air. Friendly Fires nunca me chamou muito a atenção, mas é inegável a entrega da banda ao vivo e a paixão que provoca sobre seus fãs – alguns deles muito de cara com o vazamento do som Pretty Lights, que tocava logo ao lado, no Palco do Perry. Leia mais sobre isso abaixo.

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Pretty Lights
O produtor eletrônico despejava beats robóticos com DNA hip hop no Palco do Perry enquanto o Friendly Fires se apresentava no palco Butantã, ao lado. O set do norte-americano foi tão pesado que o som vazou, atrapalhando parte do público da banda britânica. Por outro lado, vi muita gente deixando a platéia do Friendly Fires para ver o que estava ocorrendo na pista eletrônica, o que pode ser considerado algo positivo para Pretty Lights. Afinal, roubar público dos britânicos não é pra qualquer um.

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Manchester Orchestra
A banda britânica foi a grande surpresa do Lollapalooza Brasil. O rock pesado, posicionado entre o pós-rock estridente e o indie metal livre de clichês, cheio de guitarras altas e bateria galopante, foi uma pancada sonora de primeira. Manchester Orchestra é como se Mogwai e Mastodon dessem origem a uma banda híbrida. Teve gente correndo do Palco Butantã, onde Friendly Fires havia acabado seu show, até o Palco Cidade Jardim, do oooooutro lado do Jockey, para ver de perto o explosivo espetáculo dos caras. Não devem ter se arrependido. Foi algo realmente especial. O som, cristalino, estava tão alto e nítido que deve ter sido ouvido nos Jardins. Nota 10.

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MGMT
Show fraco do duo que lançou um dos melhores discos de 2008, Oracular Spectacular. Sem inspiração, sem tesão, sem saco total e com alguns problemas de som. Claro que a chuva que caiu desanimou a todos, mas a banda não pode se deixar levar por isso. De qualquer forma, a banda nunca faz um show 100% mesmo. Os melhores momentos foram os três maiores hits da banda: Electric Feel, Time to Pretend e Kids, todos de Oracular. A inédita Alien Days, baseada em violão, passou batida. Verdade: os relâmpagos ganharam mais gritos e aplausos que a banda. Lamentável.

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Skrillex
O DJ mais celebrado do mundo hoje fez sua estréia no Brasil já ocupando um posto de super estrela dentro de um megafestival. Foi o cara que, pela primeira vez no evento, realmente lotou o Palco do Perry. O ex-roqueiro emo norte-americano começou seu set com uma faixa experimental e quebrada, nada convencional. Em seguida, sob poderosos canhões de laser (guardados especialmente para ele e utilizados pela primeira vez pela produção do evento, ampliando ainda mais a experimentação sensorial) mandou ver em um dubstep mais degustável, inspirado por dirty beats em geral e remodelado por diversas vertentes como techno, jungle, drum’n’bass, reggaeton, dub e gangsta hip hop. Os sons jamaicanos, por sinal, estiveram em alta no Lollapalooza, presentes também (em maior ou menor grau) nos shows do Rappa, do Jane’s Addiction e do Thievery Corporation. Os pontos mais altos do show foram um remix maluco de Internet Friends (You blocked me on Facebook) e o superhit Ruffneck, momento em que a bandeira do Brasil surge no telão atrás de Skrillex, causando histeria coletiva (veja abaixo). O show do cara já está marcado na história eletrônica brasileira. Quem viu viu, que não viu… pode ver a íntegra do set aqui.

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Foster the People
Ao mesmo tempo em que Skrillex botava abaixo o Palco do Perry, Foster the People entregava seu rock básico aditivado por discretos elementos eletrônicos no Palco Cidade Jardim. Trocar Skrillex por Foster the People sempre foi algo impensável por mim. Por isso, cheguei no final e vi apenas o megahit Pumped Up Kicks com seu magnífico loop final, criando uma ótima versão overextended da faixa. Como ainda considero Foster the People uma banda de um hit só, pra mim foi o que bastou.

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Jane’s Addiction
A psicodelia roqueira independente e compulsiva da histórica banda de Perry Farrel é algo para poucos, definitivamente. Que o diga o discreto e silencioso público que acompanhou o show do grupo. Sem muita animação, a plateia viu Perry, o guitarrista Dave Navarro (na foto, ao fundo) e cia executarem alguns clássicos do indie rock global como Jane Says, Ocean Size, Mountain Song e Been Caught Stealing. E pior: não era comum Perry encerrar suas vocalizações xamânicas fazendo pose de superstar esperando ovação e amargar um silêncio constrangedor. Uma pena. Algumas músicas novas do disco The Great Escape Artist (2011) ganharam apoio de performers no palco, mas também não levantaram a galera.

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Arctic Monkeys
Uma das bandas mais esperadas do festival entregou um rock show praticamente perfeito. Composições autorais de primeira, guitarras e bateria incríveis (Alex Turner e Matthew Helders são foda), presença de palco, postura rock e parceria com o público. Ao que parece, nada deu errado pra eles. Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair, Brianstorm, When the Sun Goes Down, I Bet You Look Good on the Dancefloor, The View From the Afternoon, Crying Lightning, R U Mine? e a ótima Brick by Brick (com Matt no vocal) jogaram a animação lá pra cima. Fluorescent Adolescent (incrível) e 505 fecharam os trabalhos. O show no Lollapalooza mostrou que a banda amadureceu muito desde a primeira passagem deles pelo Basil, em 2007, durante o Tim Festival. Deixaram de lado a insegurança de moleques para protagonizar um dos grandes momentos do festival. Que voltem logo!

* Todas fotos deste post: Divulgação Lollapalooza Brasil

Tracks Volume #16

30 de setembro de 2011 0

The Gift – show em POA dia 25/10
A banda portuguesa The Gift se apresenta pela primeira vez em Porto Alegre no dia 25 de outubro, no Opinião. Com um indie rock de veia britânica, letras em inglês e boas linhas de guitarra, algumas vezes acompanhadas por piano, o grupo geralmente se posiciona no dream pop, com canções calmas e nostálgicas.

Escute The Gift neste link

Os caras se juntaram em 1994. Em 1998, lançaram o disco Vinyl. Em 2001, gravaram o álbum Film com o produtor Howie B (que já colaborou com Björk e U2). Em 2003, fizeram turnê com Flaming Lips. Em 2006, rolou a primeira tour pelo Brasil, com shows no Rio, em SP, em Curitiba e no Recife. A banda se apresentou no dia 23 de setembro, semana passada, no Rock in Rio, onde apresentou faixas do disco Explode.

Em outubro, eles farão shows em Los Angeles, Chicago, Toronto, Nova York e Boston. Depois, voltam ao Brasil para uma turnê que passará por Porto Alegre, Rio de Janeiro (dia 26/10 no Teatro Odisséia), São Paulo (data e local a definir) e Belo Horizonte (dia 29 de outubro, no Music Hall). Veja o serviço do show em POA:

Dia 25 de outubro, às 22h.
Opinião (José do Patrocinio, 834).
Ingressos a R$ 25,00.

Vendas: a partir do dia 05 de outubro na Loja Bellenzier Pneus (Av. Dom Pedro II, 1168, esquina Cristovão Colombo), de segunda à sexta, das 12h às 18h, e sábados das 09h às 12h.

Bandas portuguesas que cantam em inglês, geralmente com forte acento sonoro britânico, tem gerado buzz no cenário indie. Duas delas enviaram material pro Volume e ganharam destaque no blog. A primeira foi You Can’t Win, Charlie Brown, que você conheceu nas Tracks #3. Depois, foi a vez da Norton, que encabeçou as Tracks #5.

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Yuck - Soothe Me
Doce balada da banda britânica que ama o indie rock americano dos 90. O disco de estreia será relaçado em CD duplo dia 11/10 com a ótima Cousin Corona, que você escutou nas Tracks 13. Ouça a nova Soothe Me abaixo:

Soothe Me by Yuck

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Dum Dum GirlsBedroom Eyes
As Dum Dum Girls me pegaram facinho com a música Coming Down, um lo-fi tipo sonho que você escutou nas Tracks #6. Agora, o clima do som gira 180º, chegando a um power pop energético e açucarado, mas nem um pouco enjoativo. Pelo contrário. Rockinho delícia.

Dum Dum Girls – Bedroom Eyes (OFFICIAL VIDEO) from Sub Pop Records on Vimeo.

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FeistMetals
O novo disco da Feist, Metals, orbita um folk contemporâneo, autoral e delicado. Algumas faixas esbarram de leve no soul e no jazz. No geral, é um belo estudo de cordas e bateria. O vocal é delicado e inspirado. Você leu sobre How Come You Never Go There nas Tracks #9.

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Björk - Moon
Sinceridade? Ainda não consegui descobrir se isto é muito bom ou muito ruim. O que sei que é meu amor por Björk é incondicional. Às vezes.

björk: moon from Björk on Vimeo.

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Radiohead - Staircase
Então o Radiohead foi ao Saturday Night Live dia 24/09 e apresentou a nova faixa Staircase. Você já deve ter visto. Segue pra quem não viu:

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TV GirlGirls Like Me
O duo TV Girl, de San Diego, que você conheceu nas Tracks 10 lança o single Girls Like Me dia 04 de outubro. Indie pop fofo sessentista. A também nova Sarah (Meet Me in the Sauna) sai no mesmo dia.

Escute Girls Like Me aqui

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4AD Sessions
A gravadora 4AD liberou o streaming do disco que reúne 10 de suas bandas, tipo Gang Gang Dance, Deerhunter, Ariel Pink, Blonde Redhead, tUnE-yArDs e outras. É um exercício de paciência algumas vezes…

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Publicist- Hardwork
Sintetizadores robóticos from hell e muito groove nesse som incrível de Sebastian Thomson, que assina como Publicist e também toca na banda cult norte-americana Trans Am.

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Lesbians on EcstasyShe Likes to Party
Se os Beastie Boys fizessem um som com MEN, a banda de JD Samson e Johanna Fateman (ex-Le Tigre) é provável que rolasse algo como She Likes to Party, a faixa hip-rock tiração de sarro que tem o bombástico Big Freedia como convidado. O cara é um dos MCs mais malucos do underground, e deu moral pro som da banda Lesbians on Ecstasy. Tá no meu repeat há dias. Tem download aqui

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Rostam BatmanglijWood
O tecladista do Vampire Weekend liberou o single étnico Wood. Um lance turco-árabe, marcado por atabaques e cordas. Eu curto. O projeto solo dele deve agradar a quem é fã da banda.

ROSTAM – Wood by ROSTAM

Pouco antes, Rostam produziu The Trick, faixa que está em Relax, novo disco do Das Racist. The Trick é mais inquieta do que Wood, mas igualmente inventiva.

DAS RACIST – THE TRICK produced by ROSTAM by ROSTAM

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Kindness - Cyan
A faixa Cyan é um electro-pop de alma disco criado pelo produtor Kindness. Feel it!

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CSS - Hits Me Like A Rock
Não sabe dançar?
CSS ensina abaixo.
Sobre o disco La Liberación você já leu nas Tracks 10 e 2. E Hits Me Like a Rock, você sabe, tem participação do nosso amigo Bobby Gillespie, do Primal Scream, que fez show segunda em Porto Alegre. Leia, veja fotos e vídeos do show neste link.

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Fenech-SolerGolden Sun
Ouvindo Golden Sun, da banda britânica Fenech-Soler, dá vontade de correr pra pista mais próxima!

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El Baile – Cafe De La Musique POA
O duo, El Baile, composto por Thiago Zacchi e Fabrício Parisoto, se apresenta pela primeira vez em Porto Alegre, no Cafe De La Musique POA. No live act dos caras, discotecagem, sintetizadores, eletric piano, iPads, acordeon e instrumentos de percussão. Eles estão em estúdio preparando seu primeiro álbum de músicas próprias. Saiba mais sobre isso no blog Sônica, o programa de música eletrônica da Atlântida

El Baile at Amazon Club – Chapecó/SC – Brazil from EL BAILE on Vimeo.

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Bloquinho remix

Florence + The MachineShake it Out (The Weeknd Remix)
Florence Welch sempre surpreende, seja sozinha (como em Not Fade Away, veja nas Tracks 3) seja com sua banda The Machine (leia aqui e aqui) . Agora, a faixa Shake it Out ganhou remix de The Weeknd, que criou algo entre o obscuro e o etéreo.

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Duck SauceLuis Guzman
Duck Sauce refez a faixa Barbara Streisand para uma promo do How To Make It In America, da HBO, com o ator supercult Luis Guzman como, hããã…, inspiração! No casting do vídeo, Terry Richardson, Mark Wahlberg, Pharrell A-Trak, Asher Roth, Justin Bieber e mais.

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#ficadica @MarcosTesser

AustraLose It e Young & Gay
Uma mistura de electro com uma batida sombria, porém aquecida com uma pegada new wave e potentes vocais de ópera. Usando piano, elementos eletrônicos e o vocal poderoso de anos de estudos líricos da vocalista Katie Stelmanis, o trio de Toronto lançou o seu primeiro CD esse ano pela Domino Records. Foi produzido pelo Damian Taylor, que já trabalhou com Björk e The Prodigy. Todo o lirismo eletrônico da banda pode ser sintetizado na excelente Lose It.

A banda, que lembra muito o trabalho dos suecos do The Knife, é abertamente inspirada em The Gossip e The xx, mas muito mais pela bandeira gay defendida pela Katie Sterlmanis, lésbica assumida, que propriamente pelo som. Uma das mais interessantes faixas do Austra é a dançante e obscura Young & Gay.

Outras faixas super bacanas: a fantasmagórica, sombria e eletrônica Beat and the Pulse, que tem até um clip censurado, Spellwork e seu b-side fantástico Identity.

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Tracks Volume #13

09 de setembro de 2011 0

YuckCousin Corona
O disco de estreia da banda de Londres, homônimo, será relançado com 18 faixas em outubro. São 12 originais e 6 B-sides. Guitarras rascantes, dissonantes, reverberando ambientações chapadas e vocais dopados. A nova, Cousin Corona, aproxima o som dos caras ao indie rock norte-americano de Pixies, Dinosaur Jr., Sonic Youth, Meat Puppets, Pavement e Guided By Voices.

Cousin Corona by Yuck

Em Rubber, um sinfonia ruidosa, cheia de microfonias e interferências, com bateria convulcionada ao bom estilo de Mogwai e Explosions In The Sky.

YUCK – Rubber from Michael Roy on Vimeo.

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Lana Del ReyBlue Jeans
Acaba de sair o vídeo de Blue Jeans, o B-side do single Video Games, da nova musa Lana Del Rey, que você conheceu nas Tracks #11. Na canção, Lana reforça seu alcance vocal, indo do grave sedoso a um doce agudo. O vídeo segue a tradicional colagem de imagens. O lançamento do single rola dia 09 de outubro. Leia uma entrevista com Lana no Pitchfork.

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Wild FlagRomance
A banda formada por instrumentistas que tocam com Stephen Malkmus, Quasi, The Minders, Sleater-Kinney e Helium lançaram o clipe de Romance. Rock cru, alto astral, com traços leves de psychobilly, riot grrrl e bubblegum rock. No clipe, elas leem um livro sobre Henry Rollins e avacalham The Suburbs, do Arcade Fire.

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BattlesMy Machines (ft. Gary Numan)
Gary Numan canta para a banda de rock experimental Battles neste incrível clipe feito pro Creators Project.

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Black LipsFamily Tree
OMG! Lá vem o Black Lips aloprando de novo!! Depois do clipe maluco para New Direction (veja nas Tracks #6), a banda norte-americana de garage-punk-bluesy toca o terror no clipe de Family Tree. Se tem medinho veja em casa, e não no trabalho :)

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WilcoBorn Alone
Wilco novo, vida nova.
O disco The Whole Love sai dia 27 de setembro.
Já fiz um vídeo parecido com este:

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MemoryhouseEP The Years

The Years, o EP do duo canadense Memoryhouse, composto por Evan Abeele e Denise Nouvion, saiu em 2010 e agora ganha versão reloaded pela Sub Pop. Também está online, abaixo. Composições tranquilas, etéreas, vaporosas, com vocais de sonho. Dream pop adorável – muito menos pop e beeeeeeem mais dream, diga-se. Essa nova edição vem com as novas Modern, Normal e Quiet America.

Memoryhouse – The Years EP by subpop

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FanfarloReplicate
A banda britânica Fanfarlo sempre cita como referências Broken Social Scene, Olivia Tremor Control, Belle & Sebastian e Sufjan Stevens, mas sempre acaba comparada ao Arcade Fire. O grupo vem gravando o sucessor do disco de estreia, Reservoir (2009), há algum tempo. Agora, eles liberaram o clipe do primeiro single, Replicate, uma composição marcada por violinos. O novo disco, ainda sem nome, sai no início de 2012.

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Youth LagoonMontana
Belíssimo clipe da música Montana, lançada em The Year of Hibernation, o disco des estreia do Youth Lagoon. Poesia visual de guerra. Existe isso? Não sei. Mas não importa. Direção primorosa de Tyler T Williams.

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The Soft MoonTotal Decay
Luis Vasquez é de San Francisco. Assina suas músicas como The Soft Moon. O disco de estreia, homônimo, saiu no final de 2010. O novo EP, Total Decay, acaba de ser lançado. Pós-punk fantasmagórico, from hell, com traços de EBM nervoso. Ouça a faixa Total decay abaixo e escute outras no Facebook.

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S.C.U.M.Whitechapel
Nick Cave encontra Bret Anderson, Joy Division e Depeche Mode no single Whitechapel, da banda inglesa S.C.U.M. (a sigla refere-se ao manifesto feminista Society for Cutting Up Men, de Valerie Solanas). Nesse caso, o pós-punk tem outra pegada, mais pop, harmônica e dançante. Bem menos sisuda do que o som de The Soft Moon (acima), mas ainda assim zunindo forte baixo, bateria e sintetizadores. O clipe é muito bom, com técnicas de teatro de sombras que criam um ambiente expressionista bem iluminado.

S.C.U.M: Whitechapel on Nowness.com.

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RöyksoppShores of Easy e In This Shirt
O duo norueguês Röyksopp liberou duas novas músicas há pouco tempo. O nome diz tudo: Shores of Easy é uma viagem instrumental de 14 minutos por uma paisagem tranquila, leve, límpida. O bicho só pega (bem pegado) ali pelos 7’30”. A faixa havia sido apresentada ao vivo na rádio KCRW, de LA, e agora está no site da dupla. Dê o play e esqueça seus problemas.

In This Shirt é um remix de 11 minutos com vocal para a música da banda londrina The Irrepressibles. A faixa é um pouco mais antiga, mas igualmente bela.

> Baixe as duas faixas no site do Röyksopp.

HEALTHGoth Star (Pictureplane Cover)
Health (você conheceu neste post) coverizou Goth Star, do Pictureplane. Ficou legal. Ouça abaixo, e a original aqui).

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Red Bull Music AcademyRevolutions In Sound
Chora: The Red Bull Music Academy vai realizar o festival Revolutions In Sound DENTRO do London Eye. O line-up de bandas e DJs será distribuído entre as 30 cápsulas da roda-gigante. E a música de cada cápsula terá streaming online. Saiba mais aqui e veja o vídeo abaixo:

Red Bull Music Academy World Tour: Amplifying local scenes beyond the beat from Red Bull Music Academy on Vimeo.

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Serial KillazSend Dem

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#ficadica @MarcosTesser

SBTRKTPharaohs
SBTRKT (Subtract) é a face mascarada de Aaron Jerome, DJ, produtor e remixer que já trabalhou com Mark Ronson e M.I.A. O cara tem anos de estrada. Agora, escondendo o rosto, ganha visibilidade. O single de estreia do disco foi Wild Fire, com participação da Yukimi Nagano, da banda Little Dragon. No último dia 07 ele lançou a deliciosa Pharaohs, com vocal da Roses Gabor.

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Tracks Volume #9

12 de agosto de 2011 0

No CeremonyHurtlove
Coisa boa a música Hurtlove, da banda No Ceremony. Vintage electronic cool temperado com piano e vocal gélido, mas meigo, com um leve e elegante efeito vocoder. A banda é novíssima. Ainda não há muitas informações sobre eles. Mas o som é bom pra quem curte experimentações na linha de Ladytron, Stereolab, Stereo Total, Avalanches, Air France, Pepe Deluxé, Cut Copy, Fantastic Plastic Machine. Eu tô viciado! A faixa tá no repeat há dias! Ouça já abaixo ou no site!

SuperHeavyMiracle Worker
Good vibrations multiculturais no primeiro clipe da banda SuperHeavy, formada por Mick Jagger, Joss Stone, Damian Marley, A. R. Rahman, Dave Stewart (do Eurythmics) e outros. A música é boa, mas o vídeo é muito fake. Muita produção impecável, muito filtro nas imagens, muita cor em cenários e figurinos, muito gente com muito estilo. Enfim, tudo muito plástico. O lance só fica um pouco mais verdadeiro ao final, quando tudo vira um show com captação de som ao vivo (ao menos parece… dá pra sentir uma alteração no áudio). O álbum homônimo sai no dia 19 de setembro.

Sigur RósInni
A banda pós-rock experimental/espacial/boreal prepara sua volta após o disco Með suð í eyrum við spilum endalaust (ou Med Sud I Eyrum Vid Spilum Endalaust), de 2008 . O vídeo Inni, postado no site do grupo islandês, mostra cenas de show, ruídos e música, hããã, incidental. Ainda não se sabe detalhes sobre o novo disco, ou mesmo se o material será um concert movie, doc ou DVD simples. Vamos aguardar… E quem lembra da incrível apresentação deles no Free Jazz Festival em 2001 (que também teve os ótimos Aphex Twin, Grandaddy, Belle & Sebastian e Roni Size & Reprazent), durante a turnê do álbum Ágætis Byrjun? Eu lembro! MUITO!


FeistHow Come You Never Go There
Acaba de sair a nova música da cantora Feist, How Come You Never Go There. A balada doce, com vocal aquecido, tem aura soul lo-fi delimitada por piano e guitarra. Uma delícia. O novo disco, Metals, sai dia 04 de outubro. Feist foi destaque das Tracks #6, quando ela liberou o primeiro de uma série de teasers que já estão sendo lançados no www.listentofeist.com e no canal FeistMusic do Youtube.


HellaYubacore
A banda californiana de noise rock Hella, do guitarrista Spencer Seim e do baterista Zach Hill, aposta tudo no caos sonoro com melodia. É um lance artsy mesmo. Dá um nervoso, mas é legal. Proibido para virgens em Lados B. O novo disco, Tripper, sai dia 20/08.


The NationalExile, Vilify
O Portal 2 fez um concurso de vídeos para a música Exile, Vilify, do National. A banda escolheu como vencedor o clipe abaixo. Muito bem filmado. And very sad. Perfeito pra música.


Alex WinstonVelvet Elvis
Lembra da música Velvet Elvis, de Alex Winston, destaque das Tracks #6? Naquela época só tinha um mp3 e um vídeo tosco ao vivo. O clipe saiu agora.


JusticeAudio, Video, Disco
O duo francês anunciou que o novo álbum, Audio, Video, Disco, sai dia 25 de outubro. Será o segundo registro de inéditas depois da estreia forte com . Xavier de Rosnay, parceiro de Gaspard Augé, disse que o material será “progressivo em proporções aceitáveis”. Menos mau. Progressivo é um saco! Participações: Ali Love, Morgan Phalen e Vincenzi Vendetta (todos nos vocais). O ótimo vídeo do single Civilization você viu aqui em maio.

The Sorry ShopThank You Come Again
Lembra de The Sorry Shop, a banda gaúcha que você ouviu primeiro nas Tracks #5? Eles acabaram de liberar o streaming e o download do EP Thank You Come Again. Indie rock com um pé no shoegaze e outro no dreampop. Não perde tempo e dá play ae!

Thank You Come Again by The Sorry Shop


A partir de hoje, o super @MarcosTesser, da área de marketing das rádios do Grupo RBS, começa a participar das Tracks do Volume. #ficaadica dele!

Flight FacilitiesForeign Language

O Flight Facilities é daquelas bandas que preferem permanecer anônimas e ainda confundem a galera afirmando no Facebook e MySpace que são de Trindade e Tobago. Mas a gente sabe que é uma dupla da Austrália. Os caras estrearam ano passado com o hit Crave You, considerado por vários blogs uma das mais dançantes músicas indies de 2010. Agora, eles chamaram a conterrânea Jess Higgs para lançar seu segundo single, a deliciosa Foreign Language. O clip, que é feito de cenas do filme Roller Boogie (1979), é puro groove anos 70. Uma disco music com roupagem super moderna, cheia de ginga, com vocais aveludados e dançantes.


Lazy KissFesta NEON
O duo Lazy Kiss, formado no começo do ano em Porto Alegre por Marco Kothe e Pedro Floriani, faz releituras variadas em minimal, soul, disco, italo house, house music, indie e rock para faixas de outros artistas. Eles farão seu primeiro live act na festa NEON, do Lucio Kahara e do Gabriel Cevallos, dia 13 de agosto, no Cabaret, em POA. Ingressos a R$ 25,00 ou R$ 15,00 com nome na lista até a 1h. Escute a versão deles para Twilight Galaxy, do Metric, abaixo e ouça mais no SoundCloud.

Lazy Kiss – Twilight Galaxy by Lazy Kiss

E o Lucio deu a letra: a NEON selecionou o produtor e DJ Munk (o cara por trás da Gomma Records) para ser um dos cinco participantes do concurso organizado pelo Goethe Institut, o Vote Festa. Se você está em Porto Alegre, Curitiba ou São Paulo e quer ver Munk na sua cidade, vote nele neste link. Conheça Munk abaixo:

Munk “Mis Labios” (OFFICIAL VIDEO) from Leroy Hanghofer on Vimeo.

> Tracks #1
> Tracks #2
> Tracks #3
> Tracks #4
> Tracks #5
> Tracks #6
> Tracks #7

> Tracks #8

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Não-Woodstock Brasil rola em outubro em SP

09 de junho de 2010 8

Pixies/Divulgação
Atualizado dia 11, às 12h

O Woodstock Brasil será realizado nos dias 9, 10 e 11 de outubro na Fazenda Maeda, em Itu, a cerca de 100 km de São Paulo, segundo a Rolling Stone nacional. Ainda não há informações oficiais sobre o line-up, mas saiu no blog do Lucio que Pixies, Rage Against the Machine, Incubus, Smashing Pumpkins, Arcade Fire e Belle & Sebastian estariam sendo sondados. Ao todo, seriam 15 bandas gringas.

>>>>> A Rolling Stone corrigiu a informação: “O Brasil não terá uma edição do Woodstock em 2010… a assessoria de imprensa do Grupo Totalcom, que supostamente seria responsável pela realização do festival, em parceria com a The Groove Concept (que realizou, em 2009, o festival Maquinária), informou que haverá um festival de música – mas que não será usada a marca Woodstock”.

Postado por Danilo Fantinel