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Bo$$ in Drama conta como foi tocar com Diplo e LCD

10 de julho de 2008 1

Divulgação

A próxima festa NEON rola neste sábado, no Cabaret do Beco, com live act de Bo$$ in Drama, projeto capitaneado pelo produtor curitibano Péricles Martins, de 20 anos.

Reconhecido como um dos caras mais importantes do cenário eletrônico atual, this Bo$$ é the next big thing após Cansei de Ser Sexy e Bonde do Role para os gringos.

 

 

Nos sets ao vivo de Bo$$ in Drama, Péricles provoca uma experiência sonora a partir de beats dos mais diferentes gêneros, especialmente electrorock e house/new wave. Suas composições próprias são executadas com sampler e sintetizadores virtuais. Além disso, o curitibano ataca de MC.

Em entrevista exclusiva por e-mail, Péricles contou como começou a tocar e quando começou essa grande fase de sua carreira: ele já tocou com Diplo e LCD Soundsystem, entre outros.

A noite também terá os DJs residentes Cevallos e Ka-hara, que tocam na abertura e depois comandam o after. Na mesma noite, o pessoal projetará os incríveis vídeos do coletivo Assume Vived Astro Focus (AVAF), que integram a mostra Beleza Imperfeita: Em Busca de uma Nova Estética, que está rolando na sala PF Gastal.

Para agosto, a NEON agiliza a presença do DJ, produtor e músico alemão Ben Mono, que tem um projeto eletrônico com o guitarrista do Franz Ferdinand Nick McCarthy.

Leia a entrevista:

Hoje você é um músico e produtor respeitado nas pistas brasileiras, inclusive com reconhecimento internacional de blogs e sites especializados. Mas já faz um tempo que começou a mexer com música. Quando foi isso? E de que forma rolou esta virada da tua carreira?

Comecei a produzir em 2005, mas só em 2006 comecei a levar a sério, quando criei o Gomma Fou. A “virada” aconteceu quando fui tocar no Motomix em 2006 e tive contato com grandes produtores, porque até então tudo que sabia tinha aprendido sozinho em casa. Essa experiência abriu minha cabeça para começar algo diferente do que fazia, que foi o Bo$$ in Drama.

Como foi abrir para Franz Ferdinand no Motomix 2006 com o Gomma Fou?

Foi ótimo, porque conheci muitas pessoas do meio artístico que são amigos até hoje.

E teus sets com Diplo e LCD Soundsystem? Onde, quando e como foram?

Meu primeiro live foi com o Diplo em Curitiba. Encontrei ele algumas semanas atrás no Rio, na produção do novo álbum do Bonde do Role, e nós rimos do dia que ele soltou as bases pra eu cantar no palco. Com o LCD foi ótimo, o James Murphy é muito querido e acessível, dei um CD-R com minhas musicas e ele adorou!

O teu som (e também o visual do Bo$$ in Drama) remetem às batidas oitentistas, flertando com new wave, mas também tem um aspecto contemporâneo forte, com um pé no electro. Como você chega neste híbrido? Que tipo de som te influência mais? E com quais equipamentos você cria música?

Os sons que mais me influenciam são aqueles que lembram minha infância.. E o equipamento é o mesmo que todos os produtores usam, o que diferencia é a maneira como você os manipula.

Nos sets de Bo$$ in Drama você toca e canta. O que está programando para a NEON, em Porto Alegre? Algo novo ou especial?

Vou tocar várias faixas do meu primeiro álbum, que está em fase de produção, além de remixes inéditos e algumas surpresas.

O que você recomendaria escutar para quem está por fora da eletrônica atual? Que tipo de som é imperdível hoje?

Os australianos estão detonando!  Recomendo Miami Horror, BMX, Gameboy Gamegirl, Bag Raiders, Cut Copy, etc.

>>>>> My Space 

Leia também:

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>>>>> Fabrício Peçanha ensina a fazer música eletrônica

Postado por Danilo Fantinel

Tracks Volume #12

02 de setembro de 2011 0

Wise BloodThese Wings
O EP These Wings, do Wise Blood, projeto do norte-americano Christopher Laufman, acaba de sair. E também está online na íntegra. As composições são muito curiosas. Linhas de teclados e/ou cordas são dispostas sobre bases eletrônicas que variam entre trilhas discretas e batidas desconstruídas. Tem algo de r&b, hip hop cult e downtempo. Já o canto de Christopher, algumas vezes um falsete arranhado, compõe um quadro desesperado cool. As faixas deste These Wings resumem muito bem o espírito do nosso tempo.

Wise Blood – These Wings by Dovecote Records

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Still CornersCuckoo
O compositor cinéfilo Greg Hughes e a vocalista Tessa Murray, do Still Corners, vertem o ideário do cinema cult europeu para a música, criando atmosferas lúgubres com ecos de coldwave, no wave e french new wave. A voz de Tessa é hipnótica. Perfeito. O disco Creatures of an Hour sai em outubro

Still Corners – Cuckoo (OFFICIAL VIDEO) from Sub Pop Records on Vimeo.


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Com TruiseDatebar
Uma espécie de Six Modular Pieces mais experimental, cruza entre Daft Punk fase Discovery (ou seja, muito electronic garage NY + com disco, glam, metal, r&b), DJ Shadow e Aphex Twin.

> Baixe Datebar aqui

E Com Truise você já escutou nas Tracks #3.

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Keep Shelly in AthensOur Own Dream
Se existe “shoegaze eletrônico etéreo, com traços de dream pop e space rock místico bem dopado”, deve ser isso que o duo grego Keep Shelly in Athens faz na música Our Own Dream. Ao final, a aceleração de andamento fecha o lance em alta e reforça a personalidade da produção. Na hora, isso me lembrou o início de Electronic Renaissance.

Keep Shelly in Athens – Our Own Dream by Keep Shelly in Athens

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Slow MagicCorvette Cassette
Preciso do verão.
Com urgência.

Slow Magic // Corvette Cassette from Feel Good Lost on Vimeo.

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Kid Creole & The CoconutsWe’re Rockin’ Out Tonight
Impossível não curtir esse groove. O músico cult Kid Creole (16 discos desde 1980) volta com um álbum de inéditas dia 27 de setembro. We’re Rockin’ Out Tonight foi escrita por Andy Butler, de Hercules & Love Affair, e carrega na cozinha. Do funk ao reggae passando pela disco e pelo blues em três minutos. Como conseguem?

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AraabmuzikStreetz Tonight Live Video
Incrível este vídeo de Araabmuzik para a série Surveillance, do Pitchfork. Não apenas o som é ótimo – um r’n’b eletrônico progressivo com um pé no hip hop e outro no trance – como o vídeo tem uma edição foda. Começa legal depois de um minuto…

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Jamie xxBBC Essential Mix
Jamie xx, cabeça da banda The xx (e faz tempo que não falo deles! leia aqui, aqui e aqui) e também um dos nomes mais quentes do mundinho indie britânico, fez um set de duas horas para o programa BBC Essential Mix. Tem cut and paste pra todo lado, pra todos gostos: faixas dele e de Gil Scott-Heron (parceiros do disco We’re New Here), Amy Winehouse, James Blake, Orbital, e a remistura de Bloom, que Jamie assinou para a série TKOL RMX 1234567, o disco de remixes das músicas do álbum The King of Limbs, que o Radiohead vem lançando gradativamente (veja, leia e escute aqui, aqui e aqui). Obrigatório escutar a partir dos 100 minutos (ou pelo menos o final, aos 111 min).

Jamie xx Essential Mix by Young Turks

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Veronica FallsCome On Over
Em Come On Over, a banda californiana entrega pop guitarreiro, noisy, veloz e meigo. Vale o play. O disco sai dia 20 de setembro.

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The NocturnesLove
Outra banda da Califórnia, que faz lembrar os momentos calmos (de quase sonho) do Yo La Tengo, mas numa pegada mais pós-rock fantasmagórico. Guitarras melancólicas, vocais lindos, névoa espessa.

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Bloquinho remix especial:

Thunderskank Vs. RussoTeardrop (Yo Video Remix)
Um visão completamente nova e autoral sobre Teardrop, o superclássico do Massive Attack. Drum’n’breaks pra quem curte.

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The RaptureHow Deep Is Your Love (Emperor Machine Remix Edit)
Curtiu Rapture ao vivo na White Out Session? Foi massa. Então toma:

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Mathieu SantosNorthern Mentality (Friendly Ghost Remix)
Esse som do Mathieu Santos (baixista do Ra Ra Riot), foi remixado pelo Friendly Ghost. Ficou uma pancada synth inteligente das melhores.

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BK-OneTema Do Canibal (BK-One Video Edit)
Em 2009, o músico e DJ norte-americano BK-One lançou o disco Rádio Do Canibal, inspirado pela música brasileira, junto com o beatmaker Benzilla. Agora, a faixa Tema Do Canibal ganha remix. Tem scratches, sopros, percu-samba (heheh), groove e vibe. Faz parte de um EP com outras versões do som original.

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Junkie XLMolly’s E (Azari & III Instrumental Remix)
Trilha sonora pra pegar a estrada.

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Boss In DramaI Don’t Want Money Tonight
Figurinha fácil do Volume (leia aqui, aqui, aqui e aqui), Boss In Drama volta a Porto Alegre para tocar na RED hoje, 02 de setembro. RED é o projeto underground do Madam Exceed Yourself, o clube idealizado pelos sócios Double S, Nicole Baldwin e Giba Ayub. Double S tá curtindo o resultado do RED/Madam. E Boss In Drama, você sabe, transita entre house, new wave e maximal. No clipe de I Don’t Want Money Tonight, primeiro single do primeiro disco, Pure Gold, Boss se joga em vocais e harmonia. Glitter e o glam metal style nunca tiveram tanto espaço.

O Madam fica na rua Washington Luiz, 48, centro de POA. Ingressos a R$ 15,00 (com nome na lista via listared@madamclub.com.br) e R$ 25,00 (na hora). E te liga na agenda RED: 16/09, Festonna by Portal Madonnaoline.com.br ; 23/09: Andy Redana (UK, remixer oficial do U2; 30/09: Camilo Rocha (SP) na Biônica.

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#ficadica @MarcosTesser

Alice GoldRunaway Love
Com apenas um single lançado, Alice Gold já ganhou o título de “Next Big Thing” da Q Maganize. Ao lançar seu segundo single, Runaway Love, a inglesa conquistou as rádios. Seu primeiro álbum, que saiu dia 04 de julho de 2011, foi produzido por Dan Carey, que já trabalhou com Franz Ferdinand, Hot Chip e Lily Alen. Sua música é um pop gostosinho, com melodia alegre e arranjos fluidos mas com uma pegada rock.

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> Tracks #1
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Eletronixxxxxxxxxx

10 de dezembro de 2010 0

Duas notinhas eletrônicas legais:

O compositor e produtor musical gaúcho Rossano Snel, mente das mais brilhantes da novíssima geração eletrônica do Estado, está participando do The Creators Project Contest. O concurso reunirá três músicos dos Estados Unidos, do Reino Unido e do Brasil para colaborar na gravação de um EP em Nova York. Maneraço, hein?

O Rossano é poderoso. Cravou a música Nossa Conversa na trilha do filme BearCity, que estreou em NY recentemente, e que estará no Disco Virtual do Volume #2, que sai em breve aqui no blog.

O outro brasileiro concorrente é Ricardo de Almeida Jorge, de São Paulo. Também participam do concurso Darren Hanson e Eugene Derek Hong, de Los Angeles, Mau’lin (Gareth Sprey) e Aaron Audio, de Londres.

Você pode votar nos seus músicos favoritos neste link. MAS CORRA! A votação será encerrada no dia 13 de dezembro, na próxima segunda.

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Mais: neste sábado rola a festa de 3 anos da NEON, a noite forte dos DJs Kahara e Cevallos. O convidado é o parisiense Antoine Harispuru, aka Golden Bug, que aos 14 anos já atucanava sua família e seu babá robô japonês Victor com uma bateria eletrônica Roland TB808, um sampler e discos de soul dos 70 e de electro-funk dos 80. O resultado sonoro é o mesmo que vai rolar em POA: uma disco-funk robotizada com italo basslines e synths cheios de groove.

Já passaram pela NEON Pantha du Prince, Ben Mono, Karsten John, Lopazz e Alex Murray-Leslie (Alemanha), Greg Wilson (Inglaterra), Bottin (Itália), Baris K (Turquia), Silver City (Argentina), Cássio Quaresma (Portugal)  + os brasileiros Boss in Drama, Database, JZK, Donatinho, Kassin, Leiloca Pantoja e o amigo Rossano Snel. A festa de 3 anos rola a partir das 23h no Cabaret! (Independência, 590, POA). Ingressos no local a R$ 15,00 até meia-noite com nome na lista, R$ 20,00 até 1h e R$ 25,00 depois. Envie seu nome até as 21h de sábado pelo site www.cabaretpoa.com.br.

>>>>> Mais Neon

Produtor gaúcho concorre em remix challenge

21 de outubro de 2010 1

O produtor de música eletrônica William Huang, aka Syntheger, de Porto Alegre, está concorrendo no remix challenge promovido pelo DJ e produtor canadense Deadmau5 e pelo BeatPortal.

O lance é o seguinte: foi liberado o download da música SOFI Needs A Ladder para remixagem. Feito isso, os participantes enviaram suas versões. O período de votação pública já está aberto e segue até o dia 26 de outubro neste link. Para votar vc precisa fazer seu registro no BeatPortal. Veja o passo a passo da votação aqui .

O som criado pelo William é massa e muito conectado com o nosso tempo. Tem beats fortes e orientação de maximal, fidget house e breaks. Perfeito pras pistas e bom pra quem gosta de 2ManyDJs, Crookers, Simian Mobile Disco, Killer on the Dancefloor, Edu K, Turbo Trio, The Twelves, Boss in Drama, Chernobyl e segue…

O resultado sai no dia 23 de novembro. O remix escolhido vai entrar no próximo álbum do Deadmau5 e o vencedor abrirá um show do canadense.

Ouça o som no embed abaixo ou aqui e saiba mais sobre a competição aqui.

deadmau5 – SOFI Needs A Ladder (Syntheger Remix) by Syntheger

Thiago Pethit toca em POA no dia 06

01 de junho de 2010 0

Divulgação, Carol Bittencourt
Thiago Pethit, o menino dos olhos da nova música brasileira, toca no Santander Cultural, em Porto Alegre, no próximo dia 06. Na verdade, Thiago extrapola o senso nacional. Compõe e canta em português, mas também em inglês e francês com facilidade, tendo à mão não apenas bossa transfigurada, mas também cabaré berlinense anos 20, chanson 60 e folk 2000. Brecht, Leonard Cohen, Serge Gainsbourg e Tom Waits na veia; delicadeza, simplicidade, dramaticidade e melancolia autoral no tato.

O paulistano divulga seu primeiro álbum, o pessoalíssimo Berlim, Texas, lançado neste ano com produção de Yury Kalil (Cidadão Instigado). O disco foi gravado de forma quase artesanal, sem muitas intervenções técnicas, nos Estúdios Totem, em São Paulo. E isso faz toda a diferença. Thiago já disse em entrevistas que queria se ver livre das armadilhas fáceis e artificiais da parafernália tecnológica atual. É mais alquimia e menos laboratório. Ganham os amantes da boa música.

Thiago estudou canto e composição em Buenos Aires, trabalhou em três companhias de teatro, traça paralelos com Vanguart, Tiê e Mallu Magalhães e já abriu shows de Will Oldham e Nouvelle Vague. Vai perder? O show é dia 06/06, às 17h, no Átrio do Santander. Ingressos à R$ 10,00. Mais Thiago no site dele.

Postado por Danilo Fantinel

Entrevista: Fenx quer conquistar o mundo

15 de abril de 2009 8

Helga e Guffo, da Fenx/Caco Santana e Arlise Cardoso, Divulgação
Neste final de semana, o festival Electroshock reunirá alguns dos principais produtores, Djs e bandas de música eletrônica no Porão do Beco, em Porto Alegre. O lance rola em dois dias, como eu já te disse aqui.

Entre o line-up, figuras bombadas na mída nacional e muito requisitadas no exterior, como The Twelves (RJ), Database (SP), Boss in Drama (PR) e Killer on the Dancefloor (SP). No meio deles, o duo gaúcho Fenx, do multi-instrumentista e cineasta Guffo e da designer e jornalista Helga Kern, tenta se firmar com um live act de força a partir de boa performance e intensa produção electrorock. 

Duos eletrônicos não são novidade no Rio Grande do Sul. A Spleen, do Otávio Mastroberti e do Nando Barth, emitia ecos de Joy Division e New Order em 1993. Sob produção deles, a Sideral explorava garage dance music poucos anos depois. Hoje, Nando produz a Superluxo (Joy Division + electro + New Order + The Cure) e Otávio toca na banda Volantes e produz a electro bitch Blush. E antes da Spleen e da Sideral, a cantora Cristiane F já desenvolvia um projeto que misturava sons eletrônicos com vocais finos misturados a trechos de vocal hip hop, num clima total Snap. 

Mas, enquanto Spleen, Sideral e Cris F ficaram dentro das fronteiras gaúchas e acabaram encerrando suas atividades, a Fenx acumula planos. Conquistar o mundo é um deles. Bom, Guffo e Helga estão no caminho. Já fizeram show em Buenos Aires, conseguiram emplacar Natural na Sky FM, de Londres, estão finalizando o primeiro álbum agora em abril e já gravaram o primeiro clipe (de Natural, em stop motion). Além disso, está para sair uma turnê na Europa, com shows em vários locais, incluindo um no Favela Chic, em Paris. No MySpace tem vídeos de shows e gravações. Confere! 

 

Como e quando vocês começaram a tocar?

Helga: Começamos como Fenx em abril de 2008 e a estréia foi no GIG ROCK V, em junho do ano passado. 

Como vocês criam música? Vocês dividem todas as atividades? A composição é conjunta?

Helga: As músicas são todas do Guffo. Letras e melodias que estavam engavetadas, pois não se encaixavam a nenhum projeto anterior. É claro que sempre rola algum ajuste feito em conjunto. Tenho escrito algumas letras também.

Guffo: Eu componho compulsivamente. É algo que faço desde criança, e em todas as bandas que tive (confira no site dele) sempre fui o principal compositor. Claro que, quando se compõe em grande quantidade nem sempre se tem muita qualidade. E eu sei que componho muita porcaria, mas que às vezes servem como ponte para outra coisa.

No caso da Fenx, começou com algumas canções que eu tinha na gaveta, e só coloquei o traje que nós vestimos pra ficar a nossa cara. Um exemplo é a música Nunca olhei pra trás, que está no MySpace. Eu compus essa música pro primeiro disco do Leela, banda carioca de amigos meus (morava no Rio nessa época). Eles chegaram a gravar e tudo, mas não entrou no primeiro disco deles. Agora, eu revivi a música pra Fenx.

E há também músicas que nasceram agora, durante o processo da banda mesmo, caso de Natural ou Egoísta.

Os arranjos e as programações sou eu que faço também. Tenho cobrado da minha amada colega de banda que me passe algumas das letras que ela está escrevendo, e tenho certeza que pro segundo disco da Fenx teremos maiores parcerias entre nós.

A velha pergunta: quais as principais influências da Fenx? E como vocês fazem para ter um som próprio e não soar como uma mera repetição do que já foi feito por eles?

Helga: O Marcelo Figueiredo, nosso produtor, quando escutou pela primeira vez uma de nossas músicas disse “se Joy Division existisse hoje eles estariam tocando isso”. Na hora foi uma grande honra ouvir aquilo porque Joy é uma das minhas bandas preferidas e do Guffo também! Mas não nos preocupamos se o som é parecido com algo que já feito, porque ele nunca sai parecido, não no nosso caso. Acho que isso acontece porque nossas influências não ficam só na música, passam pelo cinema, literatura… e até por nossas experiências pessoais. O fato de cantarmos em várias línguas (português, inglês, espanhol e em breve francês) remete um pouco a isso também. Então fica complicado citar outras bandas como influências, mas sempre que nos pedem falamos de Joy Division, Garbage, Mutantes, Massive Attack, Soda Stereo, New Order, Bloc Party… e o público também sempre nos associa a bandas como The Kills e The Ting Tings pelo fato óbvio de sermos dois.

Como têm sido os shows?

Helga: Os shows têm sido maravilhosos. O de Buenos Aires nos surpreendeu, bar lotado e um público supercaloroso.

Guffo: Cara, tem uma coisa que eu quero dizer nessa pergunta. Eu tenho banda desde os meus 15 anos. Ou seja, estou a 18 anos nessa função. Já tive banda de sucesso, banda desconhecida, banda boa, banda ruim, banda pop, jazz, instrumental…de tudo….e posso afirmar COM CERTEZA que de todas essas bandas, a Fenx é a que tem a melhor resposta de público, e de maneira imediata. É incrível como as pessoas gostam da banda de entrada, de primeira. Isso nunca tinha me acontecido.

O que vocês pretendem apresentar no Electroshock? Alguma faixa nova?

Helga: Pretendemos apresentar todas as faixas que vão entrar no cd que estamos gravando.

Vocês têm shows marcados na Europa. Onde vão tocar e como surgiram esses convites?

Helga: Temos shows marcados na França e em Portugal.

Guffo: Eu sempre soube que a Fenx tem vocação internacional, até porque a gente sabe que no Brasil o que funciona é o pagode, o axé, o funk e o sertanejo. O pop e o rock são cada vez mais renegados.

 

E essas respostas se percebem primeiro no nosso Myspace. A maioria das pessoas e bandas que nos adicionam são estrangeiras. E geralmente, elogiam bastante o trampo.

 

Depois, a resposta do público na Argentina no nosso show lá. Sold out pra uma banda nova e desconhecida, sem divulgação. Voltamos 3 vezes pro bis, foi inesquecível.

E em terceiro lugar, a inclusão da música Natural na programação da Sky FM, uma das principais rádios indie de Londres. Sendo que nas rádios daqui, às vezes é até difícil que te recebam pra conversar.

Tudo isso aconteceu naturalmente, sem um esforço maior da nossa parte.

A Europa é um objetivo pra gente. Os festivais, a cena, o público. Tenho certeza que lá seremos muito mais reconhecidos e entendidos do que aqui. E não há nada de errado nisso, é apenas uma questão de identidade.

Tenho um tio em Portugal, reconhecido artista plástico, chamado Renato Rodyner. Ele é fã da banda e sempre me incentivou pra irmos tocar lá. Levou nosso demo e fechou três shows pra gente, dois em Lisboa e um em Cascais. O dono do Favela Chic, de Paris, escutou o som e já nos contratou para uma noite lá também. E aproveitando que estaremos lá e tudo é tão perto, quero fechar outras datas também, em outros lugares.

Estou agora tentando conseguir patrocínio para as passagens. Lá temos transporte e lugar para ficar, e com a grana dos shows vai dar pra outros gastos. Mas não queríamos gastar com a passagem. Então, to correndo atrás. Se não conseguir, bom, vamos desembolsar mesmo.

Planos para um CD? Clipe? Ou novos projetos?

Helga: No início de março deste ano gravamos nosso primeiro vídeo clipe, da música Natural, pela TGD Filmes, com direção do Rafa Ferretti. Está em fase de finalização. O CD começamos a gravar ainda no final do mês.

Guffo: Estamos em plena gravação do disco. Já terminei de passar todas as bases e de gravar as guitarras. Esperamos terminar tudo em abril.

O disco está sendo gravado no estúdio da Radioativa e também no sitio do Marcelo Figueiredo, onde vamos gravar guitarras e vozes.

Nossa idéia é fazer algumas cópias em vinil do disco. Ele estará em mp3 no site e em vinil. Não vamos fazer CD. O clipe de Natural é um stop motion com fotos nossas, bem divertido.

 

>>>>> Veja a programação do Electroshock no calendário do Volume
>>>>> E o roteiro cultural completo no hagah

Postado por Danilo Fantinel

Electroshock define programação por dia

17 de março de 2009 1

The Twelves/Divulgação
A Michele Fatturi, da Beco 203 Produtora, acaba de me passar a programação do Electroshock por dia. A novidade é a confirmação do duo veterano No Porn, de São Paulo, que já veio algumas vezes a Porto Alegre.

O festival rola nos dias 17 e 18 de abril no Porão do Beco. Olha só:

 

17 de abril, sexta-feira

18 de abril, sábado

Ka-hara + Cevallos (RS)

Fenx (RS)

Madame Mim (SP)

Schutz + Machuca (RS)

Schutz + Machuca (RS)

Las Bibas from Vizcaya (BR/ES/UK)

The Twelves (RJ)

No Porn (SP)

Database (SP)

Boss in Drama (PR)

Edu K + Chernobyl (RS)

Killer on the Dancefloor (SP)

 

O festival terá projeções do VJ Leo e, como a Michele contou, o Beco vai montar novamente os telões de LED que deixaram ainda mais alucinante a performance de Steve Aoki no Porão do Beco no ano passado. Lembra?

>>>>> Electroshock trará a nata do maximal a POA em abril

Postado por Danilo Fantinel

Electroshock trará nata do maximal a POA em abril

14 de março de 2009 2

Boss in Drama/Divulgação

O Schutz, DJ residente do Beco, deu a dica: o Festival Electroshock trará para Porto Alegre os mais importantes nomes da produção eletrônica atual, que gira em torno do flúor, do maximal, de mash-ups e do electro. O lance rola nos dias 17 e 18 de abril no Porão do Beco. Maneiríssimo!

Além dele, tocam Machuca, Boss in Drama (que segue bombando no Brasil, ainda mais com a nova Favorite Song apavorando em sets e charts por ae), Database, o duo de Porto Alegre Fenx, Killer on the Dancefloor (duo que já remixou Digitalism, Turbo Trio, Larry Tee e tocou com Jus†ice, Digitalism, Steve Slingeneyer do Soulwax, So Me, Pendulum, The Go Team!, Fujiya & Miyagi e N.A.S.A.) , os DJs gaúchos Lúcio Ka-hara e Cevallos, da NEON, a diva trash Madame Mim, as caóticas Las Bibas From Vizcaya, os cariocas do The Twelves (em extensa turnê entre EUA e Austrália, eles já remixaram M.I.A., Asobi Seksu, Erlend Oye e tocaram com Justice, Diplo, LCD Soundsystem, She Wants Revenge, Van She, Phoenix, Groove Armada; o último foi para The Brighton Port Authority, o novo projeto de Norman Cook/Fat Boy Slim) e os prata da casa Edu K e Chernobyl.

Em comum entre eles, muito groove e disco revirados (sempre com alma Daft Punk), house revigorada pelo electro, ícones da música pop remexidos para as pistas (muitas vezes com forte influência de hip hop e eletrônica old school) e um claro objetivo: hedonismo e diversão acima de tudo. Im-per-dí-vel!

Festival Electroshock, dias 17 e 18 de abril no Porão do Beco

Ouça:
>>>>> Boss in Drama
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E neste sábado, dia 14, a NEON do Lúcio e do Cevallos traz ao Cabaret do Beco (Independência, 590) o alemão Stefan Eichinger, a.k.a. Lopazz para um live P.A com a sua mulher e vocalista, a equatoriana Mariella Landivar. Eles tocam com vários instrumentos. Ingressos a R$ 15 antes da 1h30min e a R$ 20 depois.

No domingo após a festa, às 19h, o artista fará um workshop no audiotório do Instituto Goethe (Rua 24 de Outubro, 112) abordando os seguintes pontos:

• Indústria fonográfica.
• Venda de música. Donwload vs plataforma física.
• Diferenças de público ao redor do mundo e curiosidades.
• Apresentação live e técnicas de produção (Tenori on).

A entrada é gratuita.

LOPAZZ live Get Physical Tour

Postado por Danilo Fantinel